FRANCINE HENRIQUE TRANSPORTE CUSTOS E RESULTADO POR ROTA CASO: MGE TRANSPORTES

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1 FRANCINE HENRIQUE TRANSPORTE CUSTOS E RESULTADO POR ROTA CASO: MGE TRANSPORTES Instituto Cenecista Fayal de Ensino Superior Itajaí (SC) 2008

2 FRANCINE HENRIQUE TRANSPORTE CUSTOS E RESULTADO POR ROTA CASO: MGE TRANSPORTES Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Instituto Cenecista Fayal de Ensino Superior como um dos prérequisitos para obtenção do grau de Bacharel em Ciências Contábeis. Instituto Cenecista Fayal de Ensino Superior Itajaí (SC) 2008

3 TRANSPORTE CUSTOS E RESULTADO POR ROTA CASO: MGE TRANSPORTES Este trabalho de conclusão de curso foi julgado e aprovado para a obtenção do grau de Bacharel em Ciências Contábeis do Instituto Cenecista Fayal de Ensino Superior IFES Itajaí, 20 de novembro de 2008 Prof. Wilson Reginatto Jr Coordenador de estágios Banca Examinadora Prof. José Domingos Santos Neto Orientador Prof. José Hailton da Silva Prof. Edemir Borth

4 EQUIPE TÉCNICA Estagiária Francine Henrique Coordenador de Estágio Wilson Reginatto Jr. Orientador de Conteúdo José Domingos Santos Neto Orientador de Metodologia Marcello Soares Supervisor de Campo João Herivelto Balduino

5 Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas em acréscimo. (MATEUS 6:33)

6 AGRADECIMENTOS Com certeza eu não concluiria este trabalho se estivesse sozinha, se não recebesse todo o apoio como recebi de todos que estiveram comigo durante este período. Primeiramente, dedico meu profundo agradecimento a Deus por toda bênção e proteção que Ele sempre me concedeu, por me dar saúde física e mental suficientes para realizar este sonho. Agradeço a meus pais, Otávio Luiz Henrique e Maria Salete Henrique, pelo acompanhamento durante todo o curso, sempre muito presentes, atendendo a todas as minhas necessidades. Eles que acreditaram em mim, me apoiaram e mais do que pais, foram verdadeiros amigos, meus melhores amigos. E como não falar também, do apoio, da aprovação, das injeções de ânimo que recebi do meu amado Érico Osvaldo Balduino. Ele que fez um lindo papel, mostrando que o sentimento que nos une é o verdadeiro amor, pois o amor é paciente, é amigo e companheiro para todas as horas, e foi desta forma, como um verdadeiro sábio que ele se comportou durante todo esse período que tanto precisei de sua compreensão. Agradeço também a todos os professores que me auxiliaram durante o desenvolvimento deste trabalho, pelos elogios, pelas críticas construtivas, enfim por todas as orientações sempre realizadas com muita atenção. Existem tantas outras pessoas que não citei, mas devo agradecer, pois de certa forma contribuíram para que me mantivesse disposta para chegar aonde cheguei, e enfim atingir meu objetivo. Muito obrigada a todos vocês que me ajudaram a construir esta história e a realizar este sonho.

7 RESUMO Este trabalho foi desenvolvido na empresa de transporte rodoviário de cargas, denominada MGE Transportes. Considerando que a empresa não tem oportunidade de impor seus preços para prestação do serviço já que sua contratante, a empresa J. Macedo S/A determina os valores a serem pagos em cada rota praticada. Deve-se destacar também que as rotas que a empresa realiza são várias vezes repetidas por seus veículos, representando um grande volume das mesmas viagens durante o mês. Por este motivo, surge a necessidade de saber qual das rotas dentre as mais praticadas apresentam melhor resultado. A resposta para tal questionamento foi encontrada através da apuração dos custos e despesas contraídos pela empresa para realização dos fretes, bem como sua proporção para cada viagem. Através da obtenção do total de gastos que envolvem cada viagem foi possível identificar o resultado de cada rota, deduzindo do valor recebido por viagem e considerando os impostos incidentes. Com a conclusão deste estudo a empresa passa a ter conhecimento de quais os fretes lhe são mais favoráveis, que lhe proporcionam maiores lucros. No decorrer do trabalho procurou-se aliar teoria à pratica, com a preocupação de detalhar cada passo, proporcionando aos leitores condições efetivas para uma leitura dinâmica, bem como de fácil interpretação dos dados e informações dispostos. Palavras-chave: Transporte, Preço, Custos.

8 LISTA DE FIGURAS Figura 1 Organograma da Empresa...18 Figura 2 Estrutura de Balanço Patrimonial...26 Figura 3 Estrutura de Demonstrativo do Resultado do Exercício...27 Figura 4 Estrutura de Demonstrativo das Mutações do Patrimônio Líquido...28 Figura 5 Padrão de Roteirização Tipo Gota...54 Figura 6 Método Varredura e sua Evolução...55 Figura 7 Descrição das Etapas de Investigação...62 Figura 8 Rotas Selecionadas para desenvolvimento da pesquisa...64 Figura 9 Descrição dos gastos incidentes nas rotas...65 Figura 10 Classificação dos gastos em custo ou despesa, fixo ou variável e direto ou indireto...119

9 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Cálculo da média de quilômetros percorridos de São Paulo até Contagem...66 Tabela 2 - Cálculo do valor do frete referente à rota de São Paulo até Contagem...67 Tabela 3 - Cálculo da comissão do motorista referente à rota de São Paulo até Contagem...67 Tabela 4 Cálculo da média de horas extras do motorista no período estudado...68 Tabela 5 Cálculo do total de férias e décimo terceiro durante o ano e proporcional a um mês...68 Tabela 6 Cálculo do custo com férias e décimo terceiro salário do motorista proporcional à rota de São Paulo até Contagem...69 Tabela 7 Cálculo da média mensal de gastos com FGTS referente salário de registro do motorista...70 Tabela 8 Cálculo da média do custo com FGTS do motorista proporcional a viagem de São Paulo até Contagem...70 Tabela 9 - Apuração da média do consumo de combustível de um caminhão da empresa...71 Tabela 10 - Apuração do custo efetivo do combustível...71 Tabela 11 Cálculo do consumo de combustível na rota de São Paulo até Contagem...72 Tabela 12 Cálculo do custo efetivo do lubrificante...73 Tabela 13 Cálculo do consumo de lubrificante na rota de São Paulo até Contagem...73 Tabela 14 - Cálculo da média de quilômetros percorridos por mês...74 Tabela 15 - Cálculo do custo efetivo dos pneus...75 Tabela 16 - Cálculo do desgaste dos pneus na rota de São Paulo até Contagem...75 Tabela 17 - Cálculo do gasto com rastreamento na rota de São Paulo até Contagem...76 Tabela 18 - Valor do gasto anual com IPVA, seguro obrigatório e licenciamento...77 Tabela 19 - Cálculo do gasto com IPVA, Seguro Obrigatório e Licenciamento na rota...77 Tabela 20 - Cálculo da média dos valores das mercadorias referentes à rota de São Paulo até Contagem...78 Tabela 21 Cálculo do gasto com seguro da carga contra roubo proporcional à rota de São Paulo até Contagem...78 Tabela 22 - Cálculo do valor de seguro da carga contra acidentes na rota de São Paulo a Contagem...79 Tabela 23 Cálculo do valor gasto com seguro do veículo na rota de São Paulo até Contagem...79 Tabela 24 Cálculo da média de gastos mensais com manutenção mecânica...80 Tabela 25 Cálculo do gasto com manutenção mecânica proporcional à rota de São Paulo até Contagem...81 Tabela 26 Cálculo do valor da depreciação do veículo na rota de São Paulo até Contagem.81 Tabela 27 Cálculo da média de salários pagos durante o período analisado...82

10 Tabela 28 Cálculo da média de comissões pagas a funcionários durante o período analisado...83 Tabela 29 Cálculo do valor de férias e 13º salário proporcional ao período e ao frete...83 Tabela 30 Cálculo da média de despesas com FGTS...83 Tabela 31 Cálculo da despesa mensal com Contribuição Sindical Patronal...84 Tabela 32 Cálculo da média de despesas com telefone...84 Tabela 33 Cálculo da média de despesas com consumo de água...85 Tabela 34 Cálculo da média de despesas com energia elétrica...85 Tabela 35 Cálculo da média de despesas com manutenção de software...86 Tabela 36 Cálculo da média de despesas com seguro de vida dos funcionários...86 Tabela 37 Cálculo da média de despesas com assistência médica para os funcionários...86 Tabela 38 Consolidação das médias mensais de despesas administrativas que a empresa pagou durante o período analisado...87 Tabela 39 Apuração das médias mensais que cada veículo percorreu durante o período estudado...88 Tabela 40 Cálculo do valor das despesas administrativas proporcionais ao frete de São Paulo até Contagem...88 Tabela 41 Cálculo da média de quilômetros percorridos de São Paulo até Canoas...89 Tabela 42 - Cálculo do valor do frete referente à rota de São Paulo até Canoas...90 Tabela 43 - Cálculo da comissão do motorista referente à rota de São Paulo até Canoas...90 Tabela 44 Cálculo do custo com férias e décimo terceiro salário proporcional à rota de São Paulo até Canoas...90 Tabela 45 Cálculo da média do custo com FGTS do motorista na viagem de São Paulo até Canoas...91 Tabela 46 Cálculo do consumo de combustível na rota de São Paulo até Canoas...91 Tabela 47 Cálculo do consumo de lubrificante na rota de São Paulo até Canoas...91 Tabela 48 - Cálculo do valor de desgaste dos pneus na rota de São Paulo até Canoas...92 Tabela 49 - Cálculo do gasto com rastreamento na rota de São Paulo até Canoas...92 Tabela 50 - Cálculo do gasto com IPVA, Seguro Obrigatório e Licenciamento na rota de São Paulo até Canoas...93 Tabela 51 Cálculo da média de valores das mercadorias transportadas de São Paulo até Canoas...93 Tabela 52 - Cálculo do gasto com seguro da carga contra roubo proporcional à rota de São Paulo até Canoas...93 Tabela 53 - Cálculo do valor de seguro da carga contra acidentes na rota de São Paulo a Canoas...94 Tabela 54 Cálculo do valor gasto com seguro do veículo na rota de São Paulo até Canoas.94

11 Tabela 55 - Cálculo do gasto com manutenção mecânica proporcional à rota de São Paulo até Canoas...94 Tabela 56 - Cálculo do valor da depreciação na rota de São Paulo até Canoas...95 Tabela 57 Cálculo das despesas administrativas proporcionais à rota de São Paulo até Canoas...95 Tabela 58 - Cálculo da média de quilômetros percorridos de Joinville até São J. dos Campos...96 Tabela 59 - Cálculo do valor do frete referente à rota de Joinville até São José dos Campos..96 Tabela 60 - Cálculo da comissão do motorista referente à rota de Joinville até São José dos Campos...97 Tabela 61 Cálculo do valor do custo com férias e décimo terceiro salário do motorista proporcional ao frete de Joinville até São José dos Campos...97 Tabela 62 Cálculo da média do custo com FGTS do motorista na viagem de Joinville até São José dos Campos...98 Tabela 63 Cálculo do valor do consumo de combustível na viagem de Joinville até São José dos Campos...98 Tabela 64 Cálculo do valor do consumo de lubrificante na viagem de Joinville até São José dos Campos...99 Tabela 65 Cálculo do valor de desgaste dos pneus proporcional à rota de Joinville até São José dos Campos...99 Tabela 66 - Cálculo do gasto com rastreamento na rota de Joinville até São José dos Campos...99 Tabela 67 - Cálculo do gasto com IPVA, Seguro Obrigatório e Licenciamento na rota de Joinville até São José dos Campos Tabela 68 - Cálculo de média dos valores das mercadorias referentes à rota de Joinville até São José dos Campos Tabela 69 - Cálculo do gasto com seguro da carga contra roubo proporcional à rota de Joinville até São José dos Campos Tabela 70 - Cálculo do valor de seguro da carga contra acidentes na rota de Joinville até São José dos Campos Tabela 71 Cálculo do valor de seguro do veículo proporcional à rota de Joinville até São José dos Campos Tabela 72 Cálculo do gasto com manutenção mecânica proporcional à rota de Joinville até São José dos Campos Tabela 73 - Cálculo do valor da depreciação na rota de Joinville até São José dos Campos Tabela 74 Cálculo do valor de despesas administrativas proporcional à rota de Joinville até São José dos Campos Tabela 75 Média de quilômetros percorridos na execução do frete de São José dos Campos até Pouso Alegre...103

12 Tabela 76 Cálculo do valor do frete na realização da rota de São José dos Campos até Pouso Alegre Tabela 77 Cálculo do valor da comissão do motorista referente o frete de São José dos Campos até Pouso Alegre Tabela 78 Cálculo do valor do custo com férias e décimo terceiro salário do motorista na viagem de São José dos Campos até Pouso Alegre Tabela 79 Cálculo da média do custo com FGTS do motorista na viagem de São José dos Campos até Pouso Alegre Tabela 80 Cálculo do valor gasto com combustível para execução do frete de São José dos Campos até Pouso Alegre Tabela 81 Cálculo do valor gasto com lubrificante na realização do frete de São José dos Campos até Pouso Alegre Tabela 82 Cálculo do valor do desgaste dos pneus proporcional à viagem de São José dos Campos até Pouso Alegre Tabela 83 Cálculo do valor gasto com rastreamento para realização do frete de São José dos Campos até Pouso Alegre Tabela 84 Cálculo do gasto com IPVA, licenciamento e seguro obrigatório do veículo, proporcional à rota de São José dos Campos até Pouso Alegre Tabela 85 Cálculo da média de valores das mercadorias transportadas de São José dos Campos até Pouso Alegre Tabela 86 Cálculo do valor do gasto com seguro da carga contra roubo na rota de São José dos Campos até Pouso Alegre Tabela 87 Cálculo do valor do gasto com seguro da carga contra acidentes na rota de São José dos Campos até Pouso Alegre Tabela 88 Cálculo do gasto com seguro do veículo na rota de São José dos Campos até Pouso Alegre Tabela 89 Cálculo do gasto com manutenção mecânica proporcional ao frete de São José dos Campos até Pouso Alegre Tabela 90 Cálculo do valor da depreciação do veículo na realização do frete de São José dos Campos até Pouso Alegre Tabela 91 Cálculo do valor do gasto com despesas administrativas referente ao frete de São José dos Campos até Pouso Alegre Tabela 92 Cálculo da média de quilômetros que um veículo percorre para realizar um frete de São José dos Campos até Rio de Janeiro Tabela 93 Cálculo do valor do frete de São José dos Campos até Rio de Janeiro Tabela 94 Cálculo da comissão do motorista referente ao frete de São José dos Campos até Rio de Janeiro Tabela 95 Cálculo do valor do custo com férias e décimo terceiro salário do motorista na viagem de São José dos Campos até Rio de Janeiro Tabela 96 Cálculo da média do custo com FGTS do motorista na rota de São José dos Campos até Rio de Janeiro...113

13 Tabela 97 Cálculo do valor gasto com combustível no frete de São José dos Campos até Rio de Janeiro Tabela 98 Cálculo do valor gasto com lubrificante no frete de São José dos Campos até Rio de Janeiro Tabela 99 Cálculo do valor de desgaste dos pneus na realização da rota de São José dos Campos até Rio de Janeiro Tabela 100 Cálculo do valor gasto com rastreamento na rota de São José dos Campos até Rio de Janeiro Tabela 101 Cálculo do valor do gasto com IPVA, seguro da carga e licenciamento proporcional ao frete de São José dos Campos até Rio de Janeiro Tabela 102 Cálculo da média de valores das mercadorias transportadas de São José dos Campos até Rio de Janeiro Tabela 103 Cálculo do valor gasto com seguro da carga contra roubo na rota de São José dos Campos até Rio de Janeiro Tabela 104 Cálculo do gasto com seguro da carga contra acidentes na rota de São José dos Campos até Rio de Janeiro Tabela 105 Cálculo do valor gasto com seguro do veículo proporcional à rota de São José dos Campos até Rio de Janeiro Tabela 106 Cálculo do valor gasto com manutenção mecânica, referente à rota de São José dos Campos até Rio de Janeiro Tabela 107 Cálculo do valor da depreciação do veículo proporcional à rota de São José dos Campos até Rio de Janeiro Tabela 108 Cálculo do valor das despesas administrativas referente ao frete de São José dos Campos até Rio de Janeiro Tabela 109 Apresentação do preço praticado em cada rota Tabela 110 Apuração do custo efetivo pertinente à rota de São Paulo até Contagem Tabela Apuração do custo efetivo pertinente à rota de São Paulo até Canoas Tabela Apuração do custo efetivo na rota de Joinville até São José dos Campos Tabela Apuração do custo efetivo na rota de São José dos Campos até Pouso Alegre Tabela Apuração do custo efetivo na rota de São José dos Campos até Rio de Janeiro Tabela 115 Apuração do resultado da rota de São Paulo até Contagem Tabela 116 Apuração do resultado da rota de São Paulo até Canoas Tabela 117 Apuração do resultado da rota de Joinville até São José dos Campos Tabela 118 Apuração do resultado da rota de São José dos Campos até Pouso Alegre Tabela 119 Apuração do resultado da rota de São José dos Campos até Rio de Janeiro...128

14 LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 1 Proporção dos custos e despesas na viagem de São Paulo até Contagem Gráfico 2 - Proporção dos custos e despesas na viagem de São Paulo até Canoas Gráfico 3 - Proporção dos custos e despesas na viagem de Joinville até São José dos Campos Gráfico 4 - Proporção dos custos e despesas na viagem de São J. dos Campos até Pouso Alegre Gráfico 5 - Proporção dos custos e despesas na viagem de São José dos Campos até Rio de Janeiro...125

15 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO Histórico da Empresa Justificativa OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivos Específicos FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Conceito de Contabilidade Usuários da Contabilidade Relatórios Contábeis Contabilidade Financeira Contabilidade de Custos Contabilidade Gerencial Gasto e Desembolso Despesa Rateio Classificação dos Custos Custos Diretos Custos Indiretos Custos Fixos Custos Variáveis Custo Padrão Tipos de Custo-Padrão Custeio-Padrão Margem de Contribuição Ponto de Equilíbrio Métodos de Custeio Custeio por Absorção Custeio Variável ou Direto Custeio ABC Princípios Contábeis Aplicados à Contabilidade de Custos Convenções Conceito de Logística...42

16 3.16 Conceito de Transporte Transporte Aeroviário Transporte Aquaviário Transporte Terrestre Transporte Ferroviário Transporte Dutoviário Transporte Rodoviário Roteirização de Veículos Método Varredura Gerenciamento de Transporte Formação de Preço no Transporte Documentação de Transporte METODOLOGIA Modalidades de Pesquisa Campo de Observação Instrumentos de Coletas de Dados Critérios para Análise de Dados Descrição das Etapas da Investigação RESULTADOS Definição das Rotas Estudadas Dados Coletados Referentes às Rotas Trabalhadas São Paulo até Contagem São Paulo até Canoas Joinville até São José dos Campos São José dos Campos até Pouso Alegre São José dos Campos até Rio de Janeiro Classificação dos gastos envolvidos na rota como custo ou despesa, fixo ou variável e direto ou indireto Apresentação do preço praticado em cada rota Apuração do Custo Efetivo do Frete Apuração do Custo Efetivo na Viagem de São Paulo até Contagem Apuração do Custo Efetivo na Viagem de São Paulo até Canoas Apuração do Custo Efetivo na Viagem de Joinville até São José dos Campos Apuração do Custo Efetivo na Viagem de São J. dos Campos até Pouso Alegre Apuração do Custo Efetivo na Viagem de São J. dos Campos até Rio de Janeiro

17 5.6 Identificação do Resultado de Cada Rota Resultado da Rota de São Paulo até Contagem Resultado da Rota de São Paulo até Canoas Resultado da Rota de Joinville até São José dos Campos Resultado da Rota de São José dos Campos até Pouso Alegre Resultado da Rota de São José dos Campos até Rio de Janeiro CONCLUSÃO REFERÊNCIAS...131

18 17 1. INTRODUÇÃO Este trabalho foi desenvolvido na empresa de transporte rodoviário de cargas, denominada MGE Transportes LTDA, localizada na Rua Manoel Zeferino Teixeira nº 308, bairro São João, na cidade de Itajaí SC. A pesquisa ocorreu na área de custos, visando às rotas que a empresa mais executa, onde apurou-se os custos e despesas pertinentes a cada rota, identificando aquela que apresenta melhor resultado. Diante da imprecisão dos custos de algumas rotas, tendo como conseqüência a incerteza no resultado apresentado por um frete, surge para a empresa e vira foco de pesquisa, o seguinte questionamento: Quais os custos efetivos pertinentes em cada uma das principais rotas, e quais as rotas dentre as que a empresa mais pratica que apresentam melhor resultado? Concluída a apuração dos custos e despesas que incidem nestas rotas, a empresa terá uma visão mais realista do resultado de um frete, tendo a possibilidade então, de selecionar as rotas que serão efetuadas, conhecendo o lucro que estas apresentarão. 1.2 Histórico da Empresa A empresa MGE foi fundada em 01/09/1997, pelas sócias Gisele Elisa Balduino e Maria Margareth Balduino, inicialmente com a atividade de serviço de processamento de dados em geral. Em 28/01/1999 por deliberação das sócias teve sua atividade modificada para o ramo de comercio varejista de gêneros alimentícios, comércio varejista de bebidas, comércio varejista de materiais de limpeza e serviço de processamento de dados. A partir de 01/12/2002 por exigência do mercado a empresa iniciou suas atividades no ramo de transportes rodoviários de cargas, atuando nesta especialidade, em todo o território nacional, até os dias de hoje.

19 18 Outro fato importante foi a admissão de sócio João Herivelto Balduino, que ocasionou o impulso necessário para que a organização atingisse a maturidade e ocupasse uma fatia maior do mercado, apesar da forte concorrência existente. A empresa hoje é formada por três sócios e está estabelecida em dependências próprias, dispondo de moderna e eficiente estrutura física, envolvendo equipamentos de informática e programas de última geração. Possui frota composta por 8 (oito) veículos próprios, sendo 8 (oito) conjuntos de cavalo mecânico e carreta, todos equipados com furgões (baú). Todos os veículos são rastreados via satélite com acompanhamento de 24 (vinte e quatro) horas por dia, através de uma gerenciadora de risco. Recentemente a empresa adquiriu um terreno de aproximadamente m², às margens da BR 101, onde serão edificados galpões e escritórios para atender as demandas de mercado. A empresa conta com uma equipe de trabalho que totaliza 12 (doze) colaboradores, que se pode classificar como 4 (quatro) funcionários no setor administrativo e 8 (oito) no setor operacional. Sendo assim, o organograma da empresa fica estruturado da seguinte maneira, conforme mostra figura 1. DIRETORIA Depto. Comercial Depto. Manutenções Depto. Financeiro Motoristas Figura 1 Organograma da Empresa

20 19 A empresa tem como principal objetivo oferecer a seus clientes, um serviço capaz de atender todas as suas necessidades em questão de transporte de cargas, e as exigências que o mercado oferece, por este motivo, a empresa adota como lema qualidade e eficiência, assim como todos os serviços já prestados para diversos clientes em todo o território nacional, desde a sua fundação. 1.3 Justificativa O sucesso de uma organização está intimamente ligado a qualidade oferecida, bem como a confiabilidade proporcionada a seus clientes e consumidores, qualquer que seja a atividade desenvolvida, comércio, indústria ou serviços. Mas para que se torne possível trabalhar com eficiência, é preciso que a organização gere resultados suficientes. A geração de resultados é proporcionada pela relação preço / custo. Um resultado satisfatório advem de uma boa estrutura de custos e a análise desses custos visando sempre a maximização de lucros e minimização dos custos. Tendo em vista a importância de conhecimento dos custos, viu-se a necessidade de listá-los e apurá-los, para sabermos se a empresa cenário desta pesquisa está alcançando o resultado desejado no contexto de suas operações. Assim como é necessário para a empresa MGE Transportes LTDA, o conhecimento dos valores reais dos custos para a tomada de decisões, esta necessidade estende-se para qualquer outra empresa que deseja atuar de forma profissional, pois é a partir do sucesso em suas atividades que as empresas dedicam-se a expansão dos seus negócios, agregando assim maior qualidade aos serviços, buscando a satisfação de seus clientes e conquistando novas oportunidades. Destaca-se também, o benefício intelectual proporcionado à acadêmica que terá a oportunidade de colocar em prática, todos seus conhecimentos teóricos adquiridos ao longo do curso.

21 20 2. OBJETIVOS 2.1 Objetivo Geral Apurar os custos efetivos pertinentes em cada uma das principais rotas, identificando aquelas que apresentam melhor resultado, considerando o preço de venda praticado. 2.2 Objetivos Específicos Definir as rotas a serem estudadas; Coletar dados referentes às rotas trabalhadas apurando os gastos envolvidos; Classificar os gastos envolvidos na rota como custo ou despesa, fixo ou variável e direto ou indireto. Apresentar o preço praticado em cada rota; Apurar o custo efetivo do frete; Identificar o resultado de cada rota.

22 21 3. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 3.1 Conceito de Contabilidade Este capítulo conta a história da contabilidade e seus objetivos, esse conhecimento se faz necessário pelo fato que a contabilidade está presente em nosso meio desde os tempos mais primórdios, e hoje é o principal objeto para o sucesso das empresas, tanto em nível gerencial, nas tomadas de decisões, como para atender as exigências do governo e demais usuários da contabilidade. Segundo Iudícibus (2000), a contabilidade é uma atividade tão antiga quanto às civilizações, bastou que os homens aprendessem a pensar, para sentirem a necessidade de controlar aquilo que possuíam. Desta forma a contabilidade foi evoluindo e tomando seu formato, mas o grande marco na história da contabilidade foi no ano de 1494, quando o frei Luca Pacioli publicou sua obra literária, ato que o deixou até hoje conhecido como o pai da contabilidade, pois foi ele quem propôs a aplicação do método das partidas dobradas. Este método nos diz que para cada débito existe um crédito correspondente, e assim sucessivamente, estes lançamentos irão aumentar ou diminuir o saldo das contas contábeis, dependendo de sua natureza, que pode ser devedora ou credora. Segundo Marion (1989) as contas que possuem saldo devedor são as do ativo, e saldo credor as do passivo. As contas do ativo representam os bens e direitos que a empresa possui, enquanto que as do passivo representam todas as suas obrigações. Para aumentar uma conta do ativo faz-se um débito, portanto para diminuir o saldo destas contas o lançamento deve ser a crédito. No que diz respeito ao passivo, para aumentá-lo efetua-se um lançamento a crédito e para diminuir o saldo existente realiza-se um débito. A contabilidade é a principal ferramenta para o sucesso financeiro de uma empresa, devido sua amplitude em suas atuações e imensa capacidade de ordenar, classificar, registrar os fatos e apresentar resultados que auxiliam à tomada de decisões. Através da contabilidade as empresas possuem total controle de todos os seus bens, direitos, tudo aquilo que devem, recebem e gastam em um determinado período.

23 22 Segundo Padoveze (1996), o principal objetivo da contabilidade é o controle do patrimônio de uma pessoa, seja ela física ou jurídica, este controle é realizado através dos registros das transações que ocorrem, provocando alterações no conteúdo patrimonial. Conforme Marion (1989), quando falamos em patrimônio, estamos nos referindo à riqueza que a empresa possui, ou seja, todos os seus bens, que podem ser, terrenos, veículos, imóveis, dinheiro e até mesmo os bens intangíveis, como a marca que a empresa possui registrada ou as patentes (documento pelo qual o Estado garante a uma pessoa o direito exclusivo de explorar uma invenção). São incluídos na classificação de patrimônio também, os valores a receber, que são denominados como direitos. Mas relacionando-se, todavia apenas bens e direitos, não se pode identificar a verdadeira situação patrimonial da empresa, é preciso considerar as obrigações (dívidas) referentes aos bens e direitos, pois se você disser que possui um veículo como patrimônio e não fizer referência das prestações que ainda não foram pagas (se ele foi adquirido desta forma), a informação está sendo incompleta e pouco esclarecedora. Desta forma podemos resumir que patrimônio tem sentido amplo, pois por um lado significa o conjunto de bens e direitos que pertencem a alguém, por outro lado deve-se incluir as obrigações a serem pagas. Segundo Padoveze (1996), a diferença entre os bens e direitos de uma empresa e suas dívidas, resulta no patrimônio líquido, uma conta que pertence ao passivo e serve para medir a riqueza que tal empresa possui. Sendo assim é considerado mais rico aquele que possui maior patrimônio líquido. Os principais elementos na formação do patrimônio liquido são: o capital social que é representado pelos valores que os sócios investem inicialmente na empresa, e os lucros acumulados, que são resultantes das receitas adquiridas em determinado período. Para que uma empresa obtenha lucro é preciso primeiramente que ela gere receitas e dessas receitas sejam deduzidos todos os custos e as despesas envolvidas com essa obtenção. Segundo Iudícibus (2000), pode-se definir receita como o valor monetário, que se adquire em determinado período, proveniente da prestação de serviços ou da venda de produtos, provocando assim certas alterações no patrimônio líquido e no ativo, pois não se pode ignorar a consideração que para gerar uma receita é preciso que ocorram alguns gastos, estes mesmos podem ser divididos entre custos e despesas.

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