Curso Técnico em Segurança do Trabalho na modalidade a Distância

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1 Curso Técnico em Segurança do Trabalho na modalidade a Distância Agosto

2 SUMÁRIO 1- IDENTIFICAÇÃO Proponente CARACTERIZAÇÃO GERAL DO CURSO Denominação Total de Vagas Anuais Regime Acadêmico de Oferta Carga Horária Total do Curso INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO Campus do IFF Envolvido na Proposta do Curso JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS Objetivos Objetivo Geral Objetivos Específicos PERFIL INSTITUCIONAL Histórico Definição das Responsabilidades do IFFluminense Definição das responsabilidades dos campus Organização institucional para a modalidade de educação a distância PÚBLICO ALVO FORMAS DE ACESSO PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DO CURSO ORGANIZAÇÃO CURRICULAR Matriz Curricular do curso Técnico de Nível Médio em Segurança do Trabalho na modalidade EaD ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA PROPOSTA METODOLÓGICA

3 12- METODOLOGIA TECNOLÓGICA Plataforma de Acesso Outros Recursos Tecnológicos EQUIPE MULTIDISCIPLINAR: CORPO DOCENTE E PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO Funções da Equipe Acadêmico-Administrativa Coordenador-Geral e Coordenador-Geral Adjunto Do e-tec Brasil Coordenador do Curso Coordenador de Polo Coordenador de Tutoria Professor-Pesquisador Professor-Pesquisador Conteudista Tutor PREVISÃO DE CAPACITAÇÃO PROCESSOS E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Do Sistema de Avaliação Da 2ª chamada Da Recuperação da Aprendizagem Da Promoção Da Progressão Parcial Do Aproveitamento de Estudos INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS Espaço Físico Outros Recursos Materiais CERTIFICAÇÃO

4 D I R I G E N T E S E S T R U T U R A O R G A N I Z A C I O N A L REITOR : Luiz Augusto Caldas Pereira PRÓ-REITORIAS Ensino Carlos Marcio Viana Lima Extensão Paula Aparecida Martins Borges Bastos Administração Amaro Luiz Nogueira Falquer Pesquisa e Inovação José Augusto Ferreira da Silva campus Campos-Centro Jefferson Manhães de Azevedo campus Guarus Christiane Menezes Rodrigues campus Macaé Paulo Rogério Nogueira de Souza campus Itaperuna Luiz Felipe Umbelino campus Cabo Frio Dalila Silva Mello campus Bom Jesus João Renato de Oliveira Escudini campus Quissamã Luciano Ferreira Machado DIRETORIAS GERAIS 4

5 1- IDENTIFICAÇÃO 1.1 Proponente Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense UF: Rio de Janeiro Razão Social: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense CNPJ: / Endereço: Rua Dr. Siqueira, 273 Telefone: (22) CARACTERIZAÇÃO GERAL DO CURSO 2.1 Denominação Curso Técnico em Segurança do Trabalho. 2.2 Total de Vagas Anuais 500 (quinhentas) vagas. 2.3 Regime Acadêmico de Oferta Período integral e matrícula no regime seriado semestral. 2.4 Carga Horária Total do Curso Carga horária total de horas. 3- INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO No curso de Segurança do Trabalho, o aluno deverá concluir a sua formação em, no mínimo, 04 (quatro) semestres letivos. 3.1 Campus do IFF Envolvido na Proposta do Curso campus Guarus 100 vagas (São João da Barra) campus Itaperuna 100 vagas (Miracema) campus Bom Jesus de Itabapoana 50 vagas campus Quissamã 50 vagas campus Macaé 100 vagas (Casimiro de Abreu) campus Cabo Frio- 100 vagas 5

6 4- JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS O Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia Fluminense, que forma estudantes em diversos setores, preparando-os para o mercado de trabalho, inova mais uma vez no atendimento às normas do Conselho Nacional de Educação/MEC, oferecendo o Curso Técnico em Segurança do Trabalho, eixo tecnológico Ambiente, Saúde e Segurança, subsequente e na modalidade a distância que atenderá a uma demanda já existente na região na modalidade presencial. Buscando o Catálogo dos Cursos Técnicos encontra-se o seguinte perfil profissional do Técnico de Segurança do Trabalho: atua em ações prevencionistas nos processos produtivos com auxílio de métodos e técnicas de identificação, avaliação e medidas de controle de riscos ambientais de acordo com normas regulamentadoras e princípios de higiene e saúde do trabalho. Desenvolve ações educativas na área de saúde e segurança do trabalho. Orienta o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC). Coleta e organiza informações de saúde e de segurança no trabalho. Executa o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA). Investiga, analisa acidentes e recomenda medidas de prevenção e controle. O IFFluminense tem uma história quando se refere à formação na área de Segurança do Trabalho tendo sido pioneiro junto com o Instituto Federal de Pernambuco na implantação dos primeiros cursos técnicos de Segurança do Trabalho, sob a forma presencial, na Rede Federal, contribuído também para sua implantação em diversas (então) Escolas Técnicas Federais. A aula inaugural do curso foi ministrada em 1988, pelo então ministro do Trabalho, Almir Pazzianoto, e desde lá até os dias atuais formou, aproximadamente, técnicos que atuam majoritariamente na cadeia produtiva do petróleo e do gás, tanto na Bacia de Campos, quanto em unidades Brasil afora. Por esta experiência em formação com a oferta de curso presencial, o IFFluminense tem credenciais para expandir esta formação, agora que surgem 6

7 demandas além do campus Campos Centro, município de Campos dos Goytacazes. A modalidade à distância poderá unir a expertise do campus Campos-Centro aos demais campi numa sinergia positiva, que pode unir a realidade do mundo do trabalho, aos conhecimentos teóricos e laboratoriais já existentes. O Curso Técnico de Segurança do Trabalho na modalidade EaD, considerando as demandas crescentes de formação profissional e a difusão de conhecimentos científicos e tecnológicos em consonância com os arranjos sociais, culturais e produtivos locais e regionais justifica-se por atender a demanda por técnicos de nível médio em todas as atividades profissionais. Sejam elas ligadas ao setor de Petróleo, Gás, Energia e Biocombustíveis, às indústrias de produção de álcool, açúcar e de fermentação, bem como nas indústrias de bebidas e de beneficiamento do leite. Atende também ao ramo da Construção Civil bem como à formação de mão-de-obra especializada para suprir as necessidades dos empreendimentos de grande porte como Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Itaboraí), Porto do Açu localizado no município de São João da Barra, na região norte do Estado do Rio de Janeiro. Segundo a LLX empresa de logística do Grupo EBX 1 responsável pela logística portuária do Porto do Açu (em fase de construção), terminal portuário privativo de uso misto, o empreendimento contará com dez berços de atracação, sendo quatro para minério de ferro, dois para movimentação de petróleo, um para carvão e três para produtos siderúrgicos, escória, granito e ferro-gusa. Com uma profundidade de 18,5 metros, chegando a 21 metros em uma segunda fase, o porto terá uma ponte de 2,9 km de extensão e permitirá a atracação de navios Capesize com capacidade de até toneladas. Possui grande potencial para o negócio de Óleo e Gás por causa da proximidade da bacia de Campos. Segundo a empresa o empreendimento, previsto para começar a operar em 2012, está em construção e foi projetado com base no moderno e eficiente conceito de porto-indústria. Na retroárea do porto será construído um 1 Fonte: 7

8 Complexo Industrial em uma área de 90 km2, o maior investimento do Brasil em infraestrutura portuária. Próximo aos campos de petróleo offshore da bacia de Campos dos Goytacazes e com fácil acesso para as regiões mais desenvolvidas do País, o porto do Açu servirá de centro logístico para as regiões Centro-Oeste e Sudeste. Um enorme Complexo Industrial contíguo onde serão instalados diversos tipos de indústrias, como siderúrgicas, usina termoelétrica, cimenteiras, polo metalmecânico, usinas de pelotização de minério, unidade de tratamento de petróleo, além de retroárea para armazenamento e movimentação de produtos. A perspectiva é a de um corredor logístico de 45 km, composto por linhas de transmissão, dutos de água, gás e telecom, ferrovia e rodovia, ligará o porto à cidade de Campos. Ele terá capacidade para receber até 100 mil veículos por dia, o equivalente à circulação de um dia e meio da Ponte Rio- Niterói no sentido Niterói. Também serão oferecidos, segundo a LLX serviços complementares prestados por empresas especializadas em expedição, integração intermodal, armazenagem e desembaraço aduaneiro. Este moderno conceito, conhecido como one-stop-shop, um local onde vários requisitos podem ser cumpridos em um só lugar, oferece às empresas instaladas no Complexo Industrial todos os serviços necessários para a produção e o escoamento de seus produtos. 2 Diante desta realidade o IFFluminense atuando como parceiro no desenvolvimento local e regional apresenta seu projeto pedagógico para o Curso Técnico de Segurança do Trabalho na modalidade a distância reconhecendo a relevância que a criação do Curso tem para organizações públicas e privadas, considerando o nível das condições de trabalho, da qualidade dos produtos fabricados e dos serviços fornecidos, enquanto um fator capital para a eficiência e eficácia organizacional. Tem certamente implicações diretas na sua competitividade e produtividade, afirmando-se como um fator indispensável aos seus níveis de desempenho. 2 Fonte: 8

9 4.1. Objetivos Objetivo Geral - Formar profissionais com sólida base de conhecimentos científicos, tecnológicos, culturais e humanísticos para serem agentes de transformação do processo de construção do conhecimento nas atividades relacionadas às ações prevencionistas nos processos produtivos com auxílio de métodos e técnicas de identificação, avaliação de medidas de controle de riscos ambientais de acordo com normas regulamentadoras e princípios de higiene e saúde do trabalho, considerando para isso o contexto, e o intercâmbio dos saberes/experiências dos participantes, da valorização das culturas e das identidades regionais Objetivos Específicos - Formar profissionais técnicos em segurança do trabalho com a perspectiva de inserção no mercado de trabalho em atendimento à demanda dos setores públicos e privados. - Discutir e apresentar proposta de ações que possibilitem o manejo participativo e adequado das ações educativas na área de saúde e segurança do trabalho. - Oportunizar a discussão sobre as novas tecnologias e equipamentos de proteção individual. - Promover a socialização e difusão das informações produzidas no campo da saúde e segurança do trabalho. - Coletar e organizar informações de saúde e segurança no trabalho. - Investigar, analisar e recomendar medidas de prevenção e controle de acidentes no trabalho. - Fomentar tanto o princípio educativo de pesquisa enquanto metodologia de aprendizagem quanto o princípio cientifico enquanto produção de conhecimentos direcionados a questões da segurança no trabalho. 9

10 5- PERFIL INSTITUCIONAL 5.1 Histórico A História do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense (IFFluminense) começou a ser construída no início do século passado, com Nilo Peçanha, o então Presidente da República, que criou, por meio do Decreto número de 23 de setembro de 1909, as Escolas de Aprendizes e Artífices, com o propósito de educar e proporcionar oportunidades de trabalho para os jovens das classes menos favorecidas. A princípio, o Decreto sancionava a implantação das Escolas de Aprendizes e Artífices nas capitais dos Estados, com maior capacidade de absorção de mão de obra, em atendimento àqueles que buscavam novas alternativas de empregabilidade nos espaços urbanos. Excepcionalmente, a do Estado do Rio de Janeiro seria instalada em Campos, cidade do Norte Fluminense, em janeiro de 1910, devido a articulações político-partidárias à época e, desde esse tempo, assumiu importância significativa para a região. Com o investimento na industrialização no Brasil, as escolas de formação profissional foram alterando seu perfil, e, pelo Decreto nº de janeiro de Lei Orgânica do Ensino Industrial -, no bojo da Reforma Capanema, as Escolas de Aprendizes Artífices passaram a se denominar Escolas Técnicas Industriais. A partir de então, foram equiparadas às de ensino médio e secundário, possibilitando o prosseguimento de estudos no que diz respeito à formação profissional em nível secundário, sem, contudo, favorecer o acesso ao ensino superior. A Escola de Aprendizes Artífices de Campos passou a ser denominada Escola Técnica de Campos em 1945, e, como as demais, se atrela às políticas de desenvolvimento, com interesse voltado para o crescimento e consolidação da indústria. Apesar do amparo legal para disponibilizar os cursos técnicos para a sociedade, muitas escolas, como foi o caso da Escola Técnica de Campos, por um tempo, passaram a oferecer, além do ensino primário, somente o 1º. ciclo do 2º. grau, o que, na verdade, significava cursos industriais básicos. A promulgação da Lei nº de 16 de fevereiro de 1959, que dispõe sobre a nova organização escolar e administrativa dos estabelecimentos de 10

11 Ensino Industrial do Ministério de Educação e Cultura e dá outras providências, confere a essas escolas industriais, segundo o art.16, personalidade jurídica própria e autonomia didática, administrativa, técnica e financeira e elas passam a serem reconhecidas como Escolas Técnicas Federais. Como tal, elas intensificaram a formação técnica de segundo ciclo. Em 1966, a Escola Técnica Federal de Campos reestruturou seus currículos, na perspectiva de associar teoria à prática, criando os cursos técnicos de Edificações, Eletrotécnica e Mecânica de Máquinas e, posteriormente, o curso de Estradas. Em 1973, implantou o curso técnico de Química voltado para a indústria açucareira, uma das bases da economia da cidade. Em se tratando das escolas federais, que serviram de motivação para o MEC, seja pela sua função histórica, seja pelo investimento de verbas oriundas do governo federal, o trabalho desenvolvido ganhava cada vez mais credibilidade. Intensificava-se a formação de técnicos, destacando, inclusive, as qualificações de acordo com áreas priorizadas pelo governo com vistas ao desenvolvimento nacional. No ano de 1974, a ETFC passa a oferecer apenas cursos técnicos em seu currículo oficial e põe fim as antigas oficinas. Neste ano, a Petrobrás anuncia a descoberta de campos de petróleo no litoral norte do estado. Notícia que mudaria os rumos da região e influenciaria diretamente na história da instituição. A Escola Técnica Federal de Campos, agora mais do que nunca, representa o caminho para o sonho e passa a ser a principal formadora de mão de obra para as empresas que operam na bacia de Campos. Ressalta-se que a extensão e a distribuição geográfica desta rede de instituições federais conferem singular possibilidade ao governo brasileiro na execução de políticas no campo da qualificação de mão de obra. No caso específico da Escola Técnica Federal de Campos, por se localizar geograficamente em uma região menos favorecida e distante da capital, seu perfil sempre esteve mais próximo das iniciativas que estabeleciam sintonia entre educação e mundo do trabalho, com o compromisso de buscar oportunidades significativas de vida para seus alunos, oriundos de camadas populares em uma proporção aproximada de 80% de sua clientela. A partir deste período, o avanço tecnológico que se evidenciou no mundo da produção gerou outros paradigmas. Descobertas de novos materiais 11

12 e avanços na microeletrônica e na microbiologia vêm revolucionando todos os aspectos da vida do homem e, consequentemente, também do sistema produtivo. O mundo começa a se deparar com uma ameaça crescente de desemprego estrutural, pois as novas tecnologias têm chegado com possibilidade de substituir a mão de obra ou exigido que o trabalhador adquira competências para lidar com nova realidade numa velocidade antes desconhecida. A queda vertiginosa dos postos de trabalho, visivelmente observável, motiva, no interior das escolas federais, a necessidade de rever a formação profissional ofertada, pois o feedback dos egressos dessas escolas não era mais tão promissor quanto antes, no que se referia à sua absorção pelas empresas. Na região de Campos dos Goytacazes, porém, essa demanda ficou um pouco embaçada pela descoberta e exploração de petróleo em águas campistas. Este fato, favorável a nossa escola, demandou mão de obra especializada e, enquanto o município de Campos passava a ser polo de exploração de petróleo (anos de 1980), o trabalho educativo parecia ter sentido e gerava pouco questionamento, pois os egressos da formação profissional de nível médio encontravam campo farto de atuação. Nesse tempo, implantaram-se os Cursos Técnicos de Instrumentação e de Informática e, a seguir, os cursos técnicos de Segurança do Trabalho e de Meio Ambiente, dois cursos coerentes com a defesa da preservação da vida humana e do ecossistema, vertente que perpassa todos os níveis de ensino e se constitui num dos eixos estruturais da proposta institucional. No governo do então Presidente José Sarney, com o Programa de Expansão do Ensino Técnico (PROTEC) adotado pelo governo, a Escola Técnica Federal de Campos ganha a sua primeira Unidade de Ensino Descentralizada em 1993, em Macaé - UNED Macaé -, que contou com verba da Petrobras para a construção do prédio e a Prefeitura Municipal de Macaé concorreu com a doação do terreno. Os primeiros cursos implantados vieram com o objetivo precípuo de capacitar profissionais para o trabalho nas plataformas de petróleo. Em finais dos anos noventa, a realidade mudara significativamente. A obsolescência dos cursos passara a preocupar tanto as escolas quanto o 12

13 governo e a Escola Técnica Federal de Campos fez-se membro ativo no movimento por uma reformulação curricular que, de fato, pudesse responder às exigências da modernidade. Como partícipe da rede de escolas, e em discussões internas, a Instituição lutou por construir uma proposta curricular mais coerente com a realidade do mundo tecnologizado, sem perder de vista a concepção de educação que concebia a formação humanística, científica e tecnológica, com ângulos convergentes e formadores do cidadão trabalhador, e um trabalho educativo voltado para o desenvolvimento local e regional. Em 1996, alguns fatos de extrema relevância na educação tecnológica, tais como a reforma do ensino resultante da nova lei de diretrizes e bases, a Lei nº de 20 de dezembro de 1996, mais toda a legislação posterior referente à reforma do ensino técnico e a transformação de Escola Técnica em Centro Federal de Educação Tecnológica, em 18 de dezembro de 1999, resultaram num crescimento de possibilidades para a Instituição no sentido de atuar com maior autonomia e nos mais diferentes níveis de formação. No segundo semestre de 1998, a Escola implanta o seu primeiro curso superior de tecnologia em Processamento de Dados, posteriormente denominado Informática. A partir de seu reconhecimento pelo MEC, o curso passa a ser denominado Curso Superior de Tecnologia em Desenvolvimento de Software e mais recentemente (2006) Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Estava assegurado à Instituição o direito de atuar nos Cursos Superiores de Tecnologias. Implantam-se assim, a partir de 2000, os Cursos Superiores de Tecnologia com o perfil da indústria, principalmente porque a Instituição possui relação muito próxima e orgânica com a Petrobras no sentido da oferta da formação profissional, denominados Cursos Superiores de Tecnologia em (a) Automação Industrial (2000); (b) em Gerência de Manutenção Industrial (2000). Este, em 2005, quando do reconhecimento passa a denominar-se Curso Superior de Tecnologia em Manutenção Industrial; (c) em Sistemas Elétricos (2002); (d) em Poços de Petróleo (2006). Este na, então, Unidade Descentralizada de Macaé. 13

14 Enfatiza-se que outros cursos de tecnologia em outras áreas como Telecomunicações, Design Gráfico e Produção Agrícola também foram implantados no, então, Cefet Campos. Com a publicação do Decreto nº 3.462/2000, a Instituição recebe permissão de implantar Cursos de Licenciaturas em áreas de conhecimento em que a tecnologia tivesse uma participação decisiva. Assim, em 2000, optou-se pela Licenciatura em Ciências da Natureza, nas modalidades Biologia, Física e Química, pela carência de profissionais formados na região nestas áreas e pela autorização que lhe foi outorgada. No ano seguinte, criam-se as Licenciaturas em Matemática e Geografia. Ressalta-se que, em 2003, o Cefet Campos começa a oferecer, gratuitamente, à comunidade cursos de Pós-graduação lato sensu, como Produção e Sistemas, Literatura, Memória, Cultural e Sociedade e Educação Ambiental. Em 2004, os Decretos números e 5.225, assinados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicados em D.O.U. em 04 de outubro de 2004, referendam o Centro Federal de Educação Tecnológica de Campos como uma instituição de ensino superior - Centro Universitário -. Sua história, porém, bem como a de tantas outras que compõem a rede federal de educação tecnológica, revela que este momento se apresentava como continuidade de um trabalho educativo de quase um século. A partir de 2005, implantam-se os Cursos de (a) Bacharelado em Engenharia de Controle e Automação Industrial (2005) em Campos dos Goytacazes e (b) Pós-graduação stricto sensu Profissionalizante em Engenharia Ambiental (2008), atendendo a Campos dos Goytacazes e Macaé. O ano de 2006 trouxe expressiva importância à implementação do Curso de Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo, à adesão do Cefet Campos ao Proeja (Programa de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na modalidade Jovens e Adultos) e à criação de novos cursos de Pósgraduação lato sensu. Ressalta-se, também, que no ano de 2006, o Cefet Campos começa a construir outra unidade de ensino descentralizada, no distrito de Guarus, distante da sede apenas cinco quilômetros, mas mergulhada numa realidade de vulnerabilidade social. A referida Unidade representa a opção política da 14

15 Instituição pelos menos favorecidos e a decisão de ir até onde for preciso para democratizar o conhecimento e concorrer para mudar a realidade local e regional. Com a ampliação das ações extensionistas, no ano de 2006, uma Unidade de Pesquisa e Extensão Agroambiental foi criada no município de Campos dos Goytacazes, na BR-356 Campos-São João da Barra, à margem do rio Paraíba do Sul. O Plano de Expansão da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica, implantado pelo governo desde 2006, agregou fortaleza à luta da Instituição em favor da região e, certamente, o diálogo fecundo já existente com os governos locais possibilitou a conquista de mais dois Núcleos Avançados: um na mesorregião Baixadas, com sede na cidade-polo Cabo Frio e outro na mesorregião Noroeste, cidade-polo Itaperuna. Os critérios utilizados pelo Governo Federal para definição de locais onde se implantariam as novas unidades reforçam e consolidam a decisão já adotada pelo Cefet Campos em promover ações no sentido de concorrer para o desenvolvimento local e regional. Dando continuidade ao movimento de expansão da Rede Federal de Educação Profissional, o governo federal, por meio da Lei n de 29 de dezembro de 2008, publicada no D.O.U. de 30 de dezembro de 2008, institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica e cria o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense mediante transformação do Centro Federal Tecnológica de Campos. Esse novo desenho traz outra dimensão ao trabalho institucional: somos assim um sistema que integra seis campi: (a) na mesorregião Norte Fluminense, os campi Campos-Centro e Campos-Guarus, com sedes no município de Campos dos Goytacazes, e Macaé; (b) na mesorregião das Baixadas, o campus Cabo Frio (região dos Lagos); (c) na mesorregião Noroeste Fluminense, os campi Bom Jesus do Itabapoana e Itaperuna. Em fevereiro de 2010, implanta-se na mesorregião Norte Fluminense, o campus Avançado do IF Fluminense. Para tanto, a Instituição desenvolve uma política permanente de incentivo à capacitação de todo o seu quadro de profissionais docentes e administrativos, o que certamente concorre para a qualidade do trabalho que 15

16 desenvolve, seja no ensino, na pesquisa e, em especial, na pesquisa aplicada e na extensão. Ao longo do tempo as mudanças promovidas alçaram o IFFluminense a um crescimento institucional. Ressaltamos, assim, as diversas transformações, a saber: de Aprendizes Artífices para Escola Técnica Industrial; de Escola Técnica Industrial para Escola Técnica Federal; de Escola Técnica Federal para Centro Federal de Educação Tecnológica e de Centro Federal de Educação Tecnológica para Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia. O Instituto Federal Fluminense ressignifica a sua história de luta pela educação profissional e tecnológica pública de qualidade, por meio do fortalecimento da gestão participativa e democrática, e garante o seu papel de agente e de parceiro no desenvolvimento e sustentabilidade local e regional. 5.2 Definição das Responsabilidades do IFFluminense O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense compromete-se a: ofertar o Curso Técnico em Segurança do Trabalho na modalidade a distância; viabilizar a impressão do material didático-pedagógico específico do curso, considerando as especificidades da modalidade a distância; desenvolver o material didático-pedagógico dos componentes curriculares em caso deste não estar disponibilizado pela rede e- Tec; coordenar o processo de implementação do curso; disponibilizar o corpo docente com formação específica para desenvolver o Projeto; Administrar o orçamento disponibilizado pela E-Tec Brasil para o Curso; Avaliar as ações durante o funcionamento do curso no âmbito deste IFF e nos seus diversos campi. disponibilizar os recursos humanos necessários ao funcionamento do curso; participar das avaliações dos processos pedagógicos; avaliar a infraestrutura dos polos de apoio presencial; prestar contas ao FNDE da execução financeira e física dos recursos disponibilizados para os cursos da e- Tec. 16

17 5.3 Definição das responsabilidades dos campus 1. disponibilizar a infraestrutura do sistema acadêmico; 2. ofertar o Curso Técnico em Segurança do Trabalho na modalidade a distância; 3. cadastrar os alunos no SISTEC; 4. acompanhar todo o processo de implantação e manutenção do curso nos polos; 5. participar das avaliações dos processos pedagógicos; 6. certificar os alunos; 7. garantir o acesso dos alunos matriculados no curso a distância aos setores do campus que oferecem serviços aos discentes (micródromo, biblioteca, entre outros) conforme regras estabelecidas aos estudantes dos cursos presenciais. 5.4 Organização institucional para a modalidade de educação a distância No ainda Centro Federal de Educação Tecnológica de Campos CEFET Campos, considerando a necessidade de implementar a Educação a Distância (EaD), inicialmente, foi instituída uma Coordenação de Educação a Distância, que, atuando como gestora de práticas inovadoras, propõe, implanta, desenvolve e gerencia projetos na área, visando constituir-se num espaço de reflexão sobre o impacto de tais inovações no campo pedagógico e metodológico. As primeiras inserções no campo da Educação a Distância se iniciaram por meio de um projeto para implantar a dependência e o reforço ao ensino presencial no estudo do Cálculo Diferencial e Integral de forma interdisciplinar com a Física por meio do Ambiente Colaborativo de Aprendizagem da plataforma, inicialmente utilizando a plataforma e-proinfo e, até 2008, o ambiente Moodle. Este projeto atendia aos alunos dos Cursos Superiores de Tecnologia em Desenvolvimento de Software, Manutenção Industrial, Automação Industrial e Telecomunicações com dependência em Cálculo I e Matemática Básica, e também como uma possibilidade de reforço ao ensino presencial nas referidas disciplinas. 17

18 O fato de alguns alunos desses cursos superiores apresentarem deficiências com os conteúdos da matemática necessários para o entendimento da Física envolvida no curso é o que justificou a necessidade de se promover um trabalho interdisciplinar entre essas duas áreas do saber procurando desenvolver um material mais adequado a esses cursos de tecnologia no sentido de oferecer uma dependência à distância em que o aluno poderá acessar o ambiente no espaço e tempo desejado e também utilizá-lo no reforço ao ensino presencial. No ano de 2007, quatro projetos foram desenvolvidos, por meio da plataforma Moodle, tendo como objetivos: (i) oferecer formação continuada aos professores de matemática e física do ensino médio da rede pública; (ii) implementar um curso de leitura instrumental em inglês para alunos dos cursos de licenciatura; (iii) desenvolver objetos de aprendizagem para serem inseridos no Inter- Red, repositório que integra atualmente uma rede de dez instituições federais de ensino (CEFETs, IFETs e Agrotécnicas). (iv) desenvolver curso de capacitação a distância para o servidor técnicoadministrativo do Instituto, com o objetivo de aperfeiçoar o desempenho desses profissionais, tornando-se criativos e inovadores, além de identificar o perfil pessoal e profissional desta clientela. Com a política de incentivo às atividades de EaD implementada pelo MEC, o CEFET Campos, a partir de 2007, buscou oferecer, por meio do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB), em caráter experimental, dois cursos de Pós-Graduação Lato sensu a Distância: ESPECIALIZAÇÃO EM METODOLOGIA DE ENSINO DE CIÊNCIAS DA NATUREZA E MATEMÁTICA EM UMA PERSPECTIVA INTERDISCIPLINAR e Meio Ambiente, não aprovados pelo MEC pela necessidade prioritária de se garantirem cursos de graduação. No primeiro semestre do ano de 2011, já como Instituto Federal Fluminense, teve início o primeiro Curso Técnico na Modalidade a Distância em Segurança do Trabalho, com 75 alunos distribuídos entre os Polos de São 18

19 João da Barra e Barra do Barra do Açu, como resultado da parceria entre o IFF, a rede e-tec e a Prefeitura do município citado. Com a reoferta deste mesmo curso, no segundo semestre de 2011, houve um crescimento significativo da EaD, ingressando 550 novos alunos, distribuídos nos seguintes polos: São João da Barra, Barra do Açu, Miracema, Casimiro de Abreu, Cabo Frio e Quissamã. 6- PÚBLICO ALVO Cidadãos que tenham interesse em atuar na área de segurança do trabalho ou que já atuem na área e buscam profissionalizar seus serviços, especialmente moradores das seguintes mesorregiões: Baixadas Litorâneas, Noroeste Fluminense e Norte Fluminense. Cada mesorregião citada abrange, respectivamente, as seguintes microrregiões: Lagos e Bacia de São João; Itaperuna e Santo Antônio de Pádua; Campos e Macaé. Os Candidatos devem possuir certificado de conclusão do Ensino Médio ou equivalente. 7- FORMAS DE ACESSO O acesso ao curso dar-se-á em conformidade com a Constituição Federal do Brasil, com a LDBEN n 9394/96 e também com a Lei n de 29 de dezembro de 2008 que criou os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, e mediante processo seletivo de igualdade de oportunidades para acesso e permanência na instituição, garantindo o princípio da equidade para candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente. O acesso ao curso dar-se-á anualmente, por meio do processo seletivo de caráter classificatório e eliminatório, mediante processo seletivo em consonância com os dispositivos legais em vigência e edital que regulamenta as normas do concurso. 19

20 8- PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DO CURSO Ao concluir o curso Técnico em Segurança do Trabalho, o profissional deverá ser capaz de: Realizar trabalho em equipe, integrando conhecimentos de várias disciplinas, tendo em vista o caráter interdisciplinar da área. Conhecer e interpretar a legislação e normas técnicas de segurança e saúde no trabalho. Aplicar princípios ergonômicos na realização do trabalho. Interpretar e aplicar normas do exercício profissional, princípios éticos que regem a conduta do profissional de Segurança do Trabalho. Operar equipamentos próprios do campo de atuação. Aplicar primeiros socorros em situações de emergência. Coletar, organizar e registrar dados relativos ao campo de atuação. Conhecer os fundamentos de prevenção das doenças e acidentes do trabalho. Avaliar os riscos profissionais a que estão expostos os trabalhadores e as formas de prevenção de acidentes de trabalho. Reconhecer fatores de riscos ambientais. Identificar e avaliar rotinas, protocolos de trabalho, instalações e equipamentos. 9- ORGANIZAÇÃO CURRICULAR A organização curricular Curso Técnico de Nível Médio em Segurança do Trabalho na modalidade de EaD observa as determinações legais presentes nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a educação profissional técnica de nível médio, nos Referenciais Curriculares Nacionais da educação profissional e no Decreto nº 5154/04, bem como nas diretrizes definidas no PDI do Instituto Federal Fluminense. A organização do curso está estruturada em regime modular com uma matriz curricular integralizada por disciplinas, dividida em quatro períodos letivos. A carga horária total do curso é de 1350 horas. 20

21 9.1 Matriz Curricular do curso Técnico de Nível Médio em Segurança do Trabalho na modalidade EaD. Módulo Disciplinas Carga Horária(h) 1 Introdução à EaD 30 2 Introdução à Informática 30 3 Português Instrumental Psicologia do Trabalho 60 5 Introdução a Higiene e Segurança do 45 6 Trabalho Estatística Aplicada 60 7 Ética e Cidadania 30 Total Sociologia do Trabalho 30 2 Higiene do Trabalho I 60 3 Desenho Técnico Segurança do Trabalho 75 5 Normalização e Legislação Aplicada 60 6 Tecnologia de Prevenção de Desastres 45 7 Química Aplicada 60 Total Medicina do Trabalho 60 2 Prevenção e Controle de Perdas 45 3 Programas de Trabalho Projeto I 45 5 Ergonomia 45 6 Higiene do Trabalho II 60 Total Tratamento de Efluentes 45 2 Disposição de Resíduos Industriais 45 3 Controle e Avaliação da Qualidade do Ar 45 4 Gestão Integrada de Saúde e Meio 75 4 Ambiente Gisma 5 Projeto II 45 6 Avaliação de Impacto Ambiental 45 7 Poluição Acidental 45 8 Programa de Resgate Ocupacional 45 Total 390 Subtotal 1350 Estágio Profissional Opcional 150 Libras Opcional 30 Total Geral ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA A concepção e a organização do Curso Técnico em Segurança do Trabalho estão apoiadas nos princípios filosóficos, legais e pedagógicos 21

22 que embasam o projeto político-pedagógico do IFF. Dentre eles, a unidade teoria-prática é o princípio fundamental e conduz a um fazer pedagógico que busca essa articulação através de atividades orientadas por métodos ativos como pesquisas, projetos, estudos de caso, seminários, visitas técnicas e práticas laboratoriais, entre outras atividades presentes em todas as unidades curriculares, especialmente a partir do segundo período. 11- PROPOSTA METODOLÓGICA A proposta metodológica do curso está mediada por um conjunto de saberes e práticas que se integram, propondo uma formação, principalmente, autônoma, responsável e crítica. Nesse sentido, as disciplinas e as demais atividades são organizadas para permitir o aprofundamento e a reflexão dos conteúdos que integram os conhecimentos específicos da área, elegendo como elementos de ligação e problematização a experiência do estudante e a realidade da Segurança do Trabalho na indústria como tema gerador que orientará a prática dialógica dessa formação, construindo, assim, uma transversalidade entre os conteúdos específicos da área do curso em questão, da gestão e de outras ciências, em uma escala local e global, verticalizando-se o processo ensino-aprendizagem em uma perspectiva interdisciplinar. Considerando-se o potencial de infraestrutura e de pessoal existente na Instituição, o presente curso ocorrerá com encontros presenciais e a distância, utilizando-se os recursos tecnológicos disponíveis nas instituições parceiras e de acordo com o planejamento prévio. O curso está organizado por semestre dentro de um núcleo temático, em que as disciplinas serão desenvolvidas por módulos separadamente. Os estudantes terão pelo menos dois encontros presenciais para cada disciplina, por período letivo, mediados por professores e tutores (um encontro no início do módulo de cada disciplina e outro na avaliação), ou quando se fizerem necessários. Os momentos presenciais de cada disciplina serão coordenados pelo Coordenador do Curso, que se encarregará de: Organizar cronograma de visitas dos professores responsáveis pelas disciplinas; 22

23 Fornecer aos professores relatório dos tutores que subsidie a avaliação da disciplina, durante a visita; Planejar e coordenar, juntamente com os tutores, as atividades culturais, a solenidade de abertura e de encerramento do período. 12- METODOLOGIA TECNOLÓGICA Para possibilitar aos usuários envolvidos no processo de ensino aprendizagem a construção, execução e participação de um curso a distância, foram criados os Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA), que se constituem em websites especialmente preparados para o gerenciamento e execução das atividades do curso a distância. Os Ambientes Virtuais de Aprendizagem representam a possibilidade de uma educação multimídia, que proporcionará a superação das carências tecnológicas na educação e ainda garantirá a qualificação profissional, a educação continuada e a educação em todos os níveis, independentemente das mudanças temporais e geográficas dos alunos, professores e instituições Plataforma de Acesso As atividades virtuais do curso Técnico em Segurança do Trabalho a distância serão desenvolvidas, utilizando-se primordialmente o ambiente virtual de aprendizagem Modular Objected Distance Learning MOODLE. Este ambiente é um software de fonte aberta que viabiliza o gerenciamento de cursos a distância, orienta professores e alunos, oportunizando a realização das atividades propostas, possibilitando o acesso a um ambiente específico onde são realizados os estudos e procedimentos acadêmicos. O MOODLE é um AVA para a administração de cursos na Web, criação e participação que se sustenta na interação entre professores, tutores e alunos, representando ferramentas de comunicação síncrona e assíncrona. Ele destaca-se de outros AVAs devido a sua facilidade operacional e sua condição de software livre. 23

24 12.2. Outros Recursos Tecnológicos Além da plataforma Moodle, que será a ferramenta prioritária do curso, contaremos ainda com o sistema de Teleconferência, além de material impresso. O recurso da teleconferência será utilizado para momentos síncronos necessários no decorrer do processo. O estudante será orientado por um manual encontrado na própria plataforma de acesso - Moodle. Esse material trará também todas as informações sobre a instituição na qual ele está ingressando, sua estrutura física e administrativa. 13- EQUIPE MULTIDISCIPLINAR: CORPO DOCENTE E PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO A equipe acadêmico-administrativa responsável pela execução do curso será composta por: Coordenador-Geral Coordenador-Geral Adjunto Coordenador de Curso; Coordenador de Tutoria; Coordenador de Polo; Professor-pesquisador; Professor-pesquisador conteudistas; Tutores (presenciais e a distância); Servidores técnico-administrativos na entidade executora; Equipe de Suporte técnico-pedagógico e gerenciamento das TIC - Coordenação de Tecnologias Educacionais e Ensino a Distância. Estagiários da área de Tecnologia da Informação Funções da Equipe Acadêmico-Administrativa Coordenador-Geral e Coordenador-Geral Adjunto Do e-tec Brasil - exercer as atividades típicas de coordenação geral do Programa na IPE; - coordenar a elaboração do projeto político-pedagógico; - coordenar as atividades dos cursos ofertados pela instituição; 24

25 - realizar o planejamento das atividades de seleção e capacitação dos profissionais envolvidos no Programa; - realizar o planejamento e desenvolvimento, em conjunto com os coordenadores de curso, dos processos seletivos de alunos; - receber e avaliar os relatórios de desenvolvimento dos cursos elaborados pelos coordenadores de curso e coordenadores de polo; - acompanhar a aplicação financeira dos recursos liberados para o desenvolvimento e oferta dos cursos; - realizar a articulação com o MEC; - realizar e acompanhar o cadastramento de bolsistas na instituição de ensino; - solicitar o pagamento mensal das bolsas aos beneficiários, preferivelmente por meio de certificação digital; - acompanhar o registro acadêmico dos alunos matriculados no curso; - apresentar a documentação necessária para a certificação dos tutores Coordenador do Curso - exercer as atividades típicas de coordenador de curso na IPE; - coordenar e acompanhar o curso; - realizar a gestão acadêmica das turmas; - coordenar a elaboração do projeto do curso; - realizar o planejamento e desenvolvimento, em conjunto com a coordenação geral, dos processos seletivos de alunos; - realizar o planejamento e o desenvolvimento das atividades de seleção e capacitação dos profissionais envolvidos no Programa; - acompanhar e supervisionar as atividades dos tutores, professores, coordenador de tutoria e coordenadores de polo; - acompanhar o registro acadêmico dos alunos matriculados no curso Coordenador de Polo - exercer as atividades típicas de coordenação do polo; - coordenar e acompanhar as atividades dos tutores no polo; - acompanhar e gerenciar a entrega dos materiais no polo; - gerenciar a infra-estrutura do polo; 25

26 - relatar situação do polo ao coordenador de curso; - realizar a articulação para o suo das instalações do polo de apoio presencial para o desenvolvimento das atividades de ensino presenciais; - realizar a articulação de uso das instalações pelas diversas instituições ofertantes e pelos diferentes cursos ofertados Coordenador de Tutoria - coordenar e acompanhar as ações dos tutores; - apoiar os tutores das disciplinas as atividades do ambiente virtual de aprendizagem (AVA); - acompanhar os relatórios de regularidade dos alunos; - acompanhar os relatórios de desempenho dos alunos nas atividades; - analisar com os tutores os relatórios das turmas e orientar os encaminhamentos mais adequados; - supervisionar a aplicação das avaliações; - dar assistência pedagógica aos tutores das turmas; - supervisionar a coordenação das atividades presenciais Professor-Pesquisador - planejar, desenvolver e avaliar novas metodologias de ensino adequadas aos cursos, podendo ainda atuar nas atividades de formação; - adequar e sugerir modificações na metodologia de ensino adotada, bem como conduzir análises e estudos sobre o desempenho dos cursos; - elaborar proposta de implantação dos cursos e sugerir ações necessárias de suporte tecnológico durante o processo de formação; - desenvolver, em colaboração com o coordenador de curso, sistema e metodologia de avaliação de alunos, mediante uso dos recursos previstos nos planos de curso; - desenvolver, em colaboração com a equipe da IPE, metodologia para a utilização nas novas tecnologias de informação e comunicação (NTIC) para a modalidade a distância; - desenvolver a pesquisa de acompanhamento das atividades de ensino desenvolvidas nos cursos na modalidade à distância; 26

27 - participar de grupo de trabalho para o desenvolvimento de metodologia de materiais didáticos para a modalidade a distância; - aplicar pesquisa de acompanhamento das atividades de ensino desenvolvidas nos cursos na modalidade a distância; - elaborar relatórios semestrais sobre as atividades de ensino na esfera de suas atribuições, para encaminhamento às secretarias do MEC; - realizar as atividades de docência nas capacitações dos coordenadores, professores e tutores; - realizar as atividades de docência das disciplinas curriculares do curso; - planejar, ministrar e avaliar as atividades de formação; - organizar os seminários e encontros com os tutores para acompanhamento e avaliação do curso; - participar dos encontros de coordenação; - articular-se com o coordenador de curso e com o coordenador de tutoria; - encaminhar ao coordenador de curso a frequência dos cursistas Professor-Pesquisador Conteudista - exercer as atividades típicas de professor pesquisador; - elaborar os conteúdos para os módulos do curso; - realizar a adequação dos conteúdos dos materiais didáticos para as mídias impressas e digitais; - realizar a revisão de linguagem do material didático desenvolvido para modalidade a distância; - elaborar relatórios sobre a aplicação de metodologias de ensino para os cursos na modalidade a distância Tutor - exercer as atividades típicas de tutoria a distância ou presencial; - assistir aos alunos nas atividades do curso; - mediar a comunicação de conteúdos entre o professor e os cursistas; - apoiar o professor da disciplina nas atividades do curso; - acompanhar as atividades do ambiente virtual de aprendizagem (AVA); - coordenar as atividades presenciais; - elaborar os relatórios de regularidade dos alunos; 27

28 - estabelecer e promover contato permanente com os alunos; - aplicar avaliações; - elaborar os relatórios de desempenho dos alunos nas atividades Equipe pedagógica Acompanhar e revisar o material pedagógico produzido nas diversas mídias. 14- PREVISÃO DE CAPACITAÇÃO Os docentes previstos para o Curso de EaD que não possuem experiência na educação a distância deverão cumprir um período de capacitação em metodologias para educação a distância. O processo de capacitação dos professores pretende ser continuado, bem como a capacitação dos tutores/mediadores pedagógicos e monitores, tanto na plataforma, quanto no domínio da metodologia e de ações em Educação a Distância. 15- PROCESSOS E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 15.1 Do Sistema de Avaliação A avaliação, realizada de forma processual, com caráter diagnóstico e formativo, evidencia a participação e a interação entre os alunos, entre alunos, tutores e professores, e enfatiza os seguintes princípios que permeiam a concepção pedagógica: A. o desenvolvimento pessoal o aprender a ser ; B. o desenvolvimento social o aprender a conviver ; C. a competência cognitiva o aprender a conhecer ; D. a competência produtiva o aprender a fazer. A sistemática da avaliação de natureza mediadora e humanista, legitimada mediante ações e intervenções (essas que se fizerem necessárias) pedagógicas, visa ao desenvolvimento do aluno e à produção do capital intelectual e social mediante saberes construídos, com vistas à formação do cidadão e sua preparação para o mundo produtivo do trabalho. A verificação do rendimento utiliza, como critério, a avaliação contínua, com prevalência dos aspectos qualitativos e quantitativos, presentes na formação integral do aluno. 28

29 Todos os resultados obtidos pelos alunos, no decorrer do período letivo, são considerados parte do processo. O aluno deverá realizar, no decorrer do módulo, uma avaliação presencial de cada componente curricular, conforme calendário préestabelecido. A frequência é considerada, juntamente com o desempenho, critério de promoção, de acordo com as bases legais, ou seja, o mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) para as aulas práticas. O aluno deverá realizar, no mínimo, duas atividades propostas no AVA por semana, totalizando, ao final do componente, o valor 4,0 (quatro) e uma avaliação presencial com o valor total de 6,0 (seis). Atividades no AVA são aquelas realizadas por meio do uso de ferramentas disponíveis na plataforma Moodle, tais como: fórum, chats, questionários, tarefas, wikis, entre outras. A nota mínima para aprovação é 6,0 (seis) obtida pela soma dos resultados das atividades no AVA e da avaliação presencial. Caso o aluno não concorde com o resultado de alguma avaliação a que foi submetido, terá direito à revisão, desde que a solicite por meio de requerimento próprio à Coordenação do Polo de Apoio Presencial, apresentando o(s) ponto(s) de discordância e o(s) documento(s) comprobatório(s) em até 05 (cinco) dias letivos após a divulgação do resultado. A Coordenação Acadêmica do Curso analisará o mérito junto ao professor do componente curricular e, caso haja necessidade, poderá instaurar uma comissão com 03 (três) membros, composta pelo coordenador de curso e dois outros professores do componente curricular, para que se realize a revisão e se registre o parecer da comissão, alterando ou não o resultado com a devida justificativa. O aluno terá direito de realizar Avaliação Final (AF), ao término do módulo, caso não alcance a nota mínima de 6,0 (seis) no(s) componente(s)curricular(es). Se for reprovado nesta etapa, poderá ainda ser submetido a uma Avaliação Complementar (AC) ao final do módulo subsequente àquele em que foi reprovado. Neste caso, o aluno deverá realizar os estudos visando à realização da Avaliação Complementar de cada componente curricular em que não obteve aprovação sem, necessariamente, 29

30 contar com o apoio dos tutores e/ou professores. Não atingindo, no mínimo, a nota 6,0 (seis) na AC de mais de dois componentes curriculares do mesmo módulo, o aluno ficará retido, cumprindo apenas os componentes em que foi reprovado. Não é garantida ao aluno a reoferta regular dos componentes curriculares em que ficou retido, salvo nos casos de abertura de novas turmas, que poderá, inclusive, ocorrer em Polos distintos daquele no qual ingressou Da 2ª chamada O aluno que deixar de comparecer à Avaliação Presencial poderá ter outra oportunidade de realizá-la(s), mediante a solicitação e justificativa feita no fórum destinado para segunda chamada no AVA, no prazo de até 03 dias letivos após a data da avaliação em 1ª convocação. Além disso, deverá preencher formulário adquirido na coordenação do polo e/ou no AVA e entregálo, no dia da prova de 2ª chamada, acompanhado do(s) documento(s) que justifique(m) a ausência. O Coordenador do Curso terá até 07 dias para deferir ou indeferir a solicitação, já que a simples postagem no fórum não implica o deferimento. Ficará a cargo da Coordenação de Polo o recebimento e análise da documentação entregue. O critério para deferimento tem como base a coerência entre a justificativa e os casos previstos em Lei, bem como a Regulamentação Didático-Pedagógica do IFFluminense. O aluno que não comparecer à avaliação de 2ª. chamada, na data divulgada no AVA e no Polo de Apoio Presencial, perde o direito de fazê-la. Notifica-se que NÃO haverá 2ª. chamada das avaliações Final (AF) e Complementar (AC) Da Recuperação da Aprendizagem A atividade de recuperação paralela é exclusiva das atividades realizadas no AVA. Não haverá recuperação paralela da avaliação presencial. A recuperação será composta de duas modalidades de atividades (questionários e tarefas), a exemplo daquelas exigidas no desenvolvimento de cada componente curricular. 30

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