Atividade de Inserção em Práticas Acadêmicas Relação de Projetos

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1 Atividade de Inserção em Práticas Acadêmicas Relação de Projetos 7/10/2015

2 LITERATURAS AFRICANAS DE LÍNGUA FRANCESA E PORTUGUESA Nome do professor/coordenador: Geraldo R. Pontes Junior Unidade: Instituto de Letras - Setor de Francês - sala A No dia 26/10, segunda-feira, de 15h até 17h30 e nos dias 28/10 e 04/11, quartas-feiras, de 15h a 16h10. Pré-requisitos: Interesse pelo estudo de língua portuguesa e francesa, mas não necessariamente nivelamento por conhecimento adquirido. Há obras francesas traduzidas e pode-se trabalhar com remissão ao texto original, de maior interesse ainda para os estudantes de francês ou com conhecimentos do francês. Entender o universo das literaturas e teatro africanos em sua relação com a atual repercussão de discussões identitárias no Brasil e no mundo, através da compreensão de temas e formas fundamentais da obra de autores de línguas francesa e portuguesa. O estudo da língua nessas literaturas e da discussão da língua padrão. As referências desses autores na repercussão cultural brasileira, desde o Teatro Experimental do Negro à Revista Negra.

3 FORMAÇÃO DA DIVERSIDADE CULTURAL BRASILEIRA: A FÍSICA NA SUA CONSTRUÇÃO Nome do professor/coordenador: Gloria Regina Pessoa Campello Queiroz Unidade: Instituto de Física - DFAT - sala 3028B 07/10/ :30h às 17h - sala 3028B Pré-requisitos: Não há. No sentido de trabalhar as interações entre Ciência, Tecnologia e Sociedade com a Arte e a Filosofia na formação cultural, tanto dos licenciandos em Física quanto dos alunos e professores da escola básica, o presente projeto escolheu como tema para 2013 o giro ou movimento de rotação para entre outras preocupações chegar à inserção da Ciência Moderna e Contemporânea na Escola Básica, estudando o conhecimento das relações entre o macro mundo em que vivemos e o micro mundo, culminando com uma exposição a ser exibida nos eventos UERJ sem Muros 2013 e Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, com a participação de alunos e professores das escolas que, em parceria com a UERJ, estarão desenvolvendo o projeto ao longo do ano. O projeto tratará da chegada do cinema ao Brasil em 1896, um ano após sua primeira exibição na França pelos irmãos Lumyère, tendo os alunos como protagonistas na produção de pequenos filmes relacionando CTS_ARTE.

4 RESTAURAÇÃO DE DENTES TRATADOS ENDODONTICAMENTE PELA DISCIPLINA DE DENTÍSTICA DA FO- UERJ Nome do professor/coordenador: Carlos Eduardo Sabrosa Unidade: Faculdade de Odontologia - Departamento de Dentística A seleção é contínua, não havendo data específica. Os interessados procurar o Professor Carlos Eduardo Sabrosa ou a Dra. Alisa Laxe, às quartas-feiras, o dia inteiro, no 3 andar - Clínica A. Pré-requisitos: Aprovação nas disciplinas de Dentística II e Dentística III O objetivo geral do projeto é ampliar a capacidade de atendimento odontológico restaurador, reduzindo o tempo de espera dos pacientes que aguardam atendimento na Faculdade de Odontologia da UERJ. Além disso, possibilitar ao estudante de Odontologia a percepção da responsabilidade social associada ao exercício da profissão, estimulando a mudança de comportamento junto à comunidade, aliado à aquisição de novos conhecimentos técnicos.

5 METODOLOGIAS E ATIVIDADES PEDAGÓGICAS NA TERCEIRA IDADE Nome do professor/coordenador: Celia Maria de Souza Sanches Vieira Unidade: SR3- UnATI Pré-requisitos: Curso de Pedagogia a partir do 2º período O projeto Pedagógico planeja estratégias para Educação da Terceira Idade, avaliando técnicas e recursos possíveis no ensino, proporcionando uma melhor forma de estudo para clientela envolvida, legitimando o aprimoramento do intelecto, da auto-estima e a ressocialização. Estas técnicas pedagógicas possibilitam forma de manter a qualidade do trabalho realizado e de ampliar a formação de todos envolvidos, alunos idosos, professores e estagiários, oportunizando os formandos a familiarizar-se com a habilitação pretendida e com vastos conhecimentos no processo do envelhecimento. O projeto Pedagógico planeja estratégias para Educação da Terceira Idade, avaliando técnicas e recursos possíveis no ensino, proporcionando uma melhor forma de estudo para clientela envolvida, legitimando o aprimoramento do intelecto, da auto-estima e a ressocialização. Estas técnicas pedagógicas possibilitam forma de manter a qualidade do trabalho realizado e de ampliar a formação de todos envolvidos, alunos idosos, professores e estagiários, oportunizando os formandos a familiarizar-se com a habilitação pretendida e com vastos conhecimentos no processo do envelhecimento. O projeto Pedagógico planeja estratégias para Educação da Terceira Idade, avaliando técnicas e recursos possíveis no ensino, proporcionando uma melhor forma de estudo para clientela envolvida, legitimando o aprimoramento do intelecto, da autoestima e a ressocialização. Estas técnicas pedagógicas possibilitam forma de manter a qualidade do trabalho realizado e de ampliar a formação de todos envolvidos, alunos idosos, professores e estagiários, oportunizando os formandos a familiarizar-se com a habilitação pretendida e com vastos conhecimentos no processo do envelhecimento.

6 ESTUDO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS INTERNOS DA FACULDADE DE TECNOLOGIA E CAMPUS REGIONAL DE RESENDE Nome do professor/coordenador: Jacques Fernandes Dias Unidade: Faculdade de Tecnologia Pré-requisitos: Nenhum A Faculdade de Tecnologia (FAT) e o Campus Regional de Resende (CRR) encontram-se num momento ímpar envolvendo crescimento e ampliação da sua atuação com novos cursos de graduação e pósgraduação. Neste contexto a infraestrutura do campus e sua administração têm suas demandas aumentadas tremendamente. Esse é um contexto excelente para que se alie o conhecimento ensinado no curso de Engenharia de Produção à aplicação a um problema real de Gestão de Produção. Assim, este projeto se propõe a olhar para a FAT e CRR como uma grande operação com diversos produtos e processos que necessitam de organização, planejamento e otimização, identificando modos que facilitem a análise da qualidade dos serviços prestados. Por meio de uma grande coleta de dados, está sendo possível identificar o que melhorar no processo administrativo da Faculdade de Tecnologia e criar soluções para que esses problemas internos possam ser contidos gradativamente até que estejam tratados e completamente resolvidos.

7 EFEITOS DOS COMPONENTES BIOATIVOS DA SEMENTE DA LINHAÇA DURANTE A LACTAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE DISTURBIOS HORMONAIS E METABÓLICOS NA PROLE ADULTA Nome do professor/coordenador: Mariana Sarto Figueiredo Unidade: IBRAG Pré-requisitos: O aluno deverá estar cursando Fisiologia ou já ter cursado a disciplina e ter disponibilidade de horários. O laboratório de pesquisa o qual faço parte estuda há mais de 10 anos, a fisiopatologia da obesidade em diversos modelos experimentais em ratos, que mostram a influência de fatores na lactação sobre a prevalência de doenças na idade adulta, como desnutrição materna, consumo materno de semente de linhaça, superalimentação, hipertireoidismo neonatal, inibição da prolactina materna, e exposição a nicotina. Demonstramos que o consumo materno de 25% de semente de linhaça durante a lactação programou a prole adulta de machos para hiperglicemia, hiperinsulinemia e hipoadiponectinemia (Figueireido et al. 2009), aumento da área dos adipócitos no tecido adiposo visceral e subcutâneo (Figueiredo et al. 2011) e alterações na ação e no metabolismo dos hormônios tireóideos (Figueiredo et al. 2012). Enquanto, na prole adulta de fêmeas, observamos uma disfunção do sistema reprodutor, com aumento das concentrações séricas de estradiol e redução de progesterona, maior adiposidade e dislipidemia (Troina et al 2010). Recentemente, no modelo com suplementação de óleo de linhaça e /ou Diglicosídeo seicosolariciresinol (SDG) durante a lactação promoveu alterações no metabolismo materno, perfil lipídico da prole aos 14 e 21 dias de vida na prole de fêmeas e machos e na composição do leite (Troina et al., 2012). Esses estudos mostram um efeito significativo da suplementação materna de semente de linhaça durante a lactação sobre a fisiologia da sua prole em longo prazo e a administração de seus componentes bioativos (óleo de linhaça e/ou SDG) durante a lactação promove alterações no metabolismo materno e na prole em curto prazo. Assim, baseado nos efeitos da linhaça e seus componentes sobre os diversos sistemas corporais e seus possíveis efeitos tóxicos pouco estudados, e que o consumo de substâncias com atividade endócrina em períodos críticos de desenvolvimento, como a lactação, predispõe a gênese de doenças crônicas, idealizamos este trabalho no qual avaliaremos os efeitos do consumo materno de óleo de linhaça e do fitoestrôgeno (Diglicosídeo seicosolariciresinol - SDG) durante a lactação sobre o estado nutricional, perfil bioquímico e hormonal das proles, machos e fêmeas, na idade adulta. O conhecimento produzido com o desenvolvimento deste projeto poderá reforçar a importância de uma nutrição/amamentação correta durante o período de desenvolvimento e definir a segurança de se consumir alimentos funcionais e seus componentes bioativos.

8 SOFTWARE LIVRE PARA ALUNOS DE ESTATÍSTICA Nome do professor/coordenador: Marcelo Rubens dos Santos do Amaral Unidade: IME - Instituto de Matemática e Estatística Dia 09/07/2015 (5ª feira), às 17h, na sala 6016, bloco D - Maracanã Pré-requisitos: Ser aluno de curso que tenha ao menos uma disciplina de Estatística na grade curricular Este projeto lida com o ensino, difusão, disseminação e desenvolvimento de um software livre estatístico denominado R. Os métodos e técnicas utilizados nas várias áreas da Ciência Estatística envolvem processamentos de dados e informações, assim como estimação de parâmetros que em sua grande maioria são eficientemente melhor solucionados, e em alguns casos são somente solucionáveis, com o auxílio de uma ferramenta computacional. A grande maioria das ferramentas computacionais disponíveis, de fácil manejo e utilização amigável são softwares proprietários. Por outro lado, existem alternativas, como a plataforma R, um software livre que pode ser redistribuído e/ou modificado sob os termos do GNU General Public License (http://www.gnu.org/copyleft/gpl.html). A plataforma R inclui uma linguagem de programação de alto nível, uma interface interativa, uma capacidade gráfica extensiva e uma coleção espetacular de funções para manipulação estatística e matemática. Inclusão Digital hoje é sinônimo.

9 GRUPO DE ESTUDOS DE LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS Nome do professor/coordenador: Claudia Cristina dos Santos Andrade Unidade: CAP Pré-requisitos: Ser licenciando em Pedagogia ou Letras; ter cursado, ao menos, dois períodos letivos. O Projeto Grupo de Estudos de Leitura e Produção de Textos faz parte do conjunto de ações iniciadas pelo Projeto Ações Docentes de Inclusão, por sua vez concebido com o propósito de assegurar um trabalho pedagógico ajustado às necessidades das crianças atendidas pelo Departamento de Ensino Fundamental do Instituto de Aplicação Fernando Rodrigues da Silveira (DEF/CAp-UERJ), através da vinculação entre os saberes produzidos nos cursos de licenciatura e o fazer pedagógico com esse nível de ensino. O Projeto tem o objetivo de ampliar as oportunidades dos alunos e alunas dos anos iniciais do Ensino Fundamental que apresentam maiores dificuldades na leitura e na produção de textos em língua escrita, através de uma intervenção mais sistemática,, utilizando a diversidade textual em suas diferentes funções sociais. Consideramos que ser competente no uso da língua significa saber interagir, por meio de textos, em qualquer situação de comunicação, dessa forma, o ensino tem como base fundamental as práticas de letramento que as crianças põem em jogo nas diferentes produções escritas na escola. O atendimento ao aluno é realizado em dois momentos: em sala de aula, com o acompanhamento de um bolsista de iniciação à docência e, num segundo momento, em grupo por série, sob a responsabilidade de um professor e de um bolsista, que observa e faz intervenções sob a orientação dos professores de turma. Os bolsistas, a partir desta ação, discutem e se apropriam de procedimentos de ensino necessários à organização de boas situações de aprendizagem e os estudantes do E.F. experimentam, em suas atividades de construção e reconstrução de textos, habilidades de leitoras/es e testam suas hipóteses acerca da língua escrita, tais como: reconhecer, identificar, agrupar, associar, relacionar, generalizar, abstrair, comparar, deduzir, inferir, hierarquizar.

10 PROJETO CINEMA NA ESCOLA: EXPERIÊNCIA E FORMAÇÃO NO CAP-UERJ Nome do professor/coordenador: Claudia Cristina dos Santos Andrade Unidade: CAP Pré-requisitos: Licenciandos dos diferentes cursos, graduandos dos cursos de Artes Visuais, Comunicação e Design A presente proposta procura construir um lócus privilegiado de reflexão, elaboração crítica e produção de repertório cultural, através da promoção do encontro com o cinema no espaço escolar, a partir das formas do pensar /fazer cinema, remetendo-nos às reflexões sobre o que pensamos sobre a escola e seus processos, assim como o que sabemos/refletimos sobre o cinema e suas interfaces com a educação. Compreendemos o fazer escolar não só como espaço de apreensão de conhecimento, mas, especialmente, como espaço de reflexão e criação. Nesse sentido, o Instituto de Aplicação tem desenvolvido propostas de ensino e atividades de pesquisa e extensão integradas à formação do professor, sob a ideia comum da atividade reflexiva e criativa como pilares na construção dos saberes discente e docente. A formação humanística do sujeito é de extrema importância no panorama educacional. Nesse sentido, o CAp oferece, em sua grade curricular, disciplinas fundamentais para essa formação: literatura, teatro, música, filosofia, artes plásticas, dentre outras. O cinema perpassa todas as disciplinas, mas subordinado aos conteúdos escolares. Como objeto, em si, de análise e fruição, acontece para aqueles que têm acesso às produções, o que é, de forma geral, determinado pelo mercado.por outro lado, diferentes propostas educativas buscam práticas de fazeres ligados às artes, como teatro, fotografia, artes visuais e música, mas o cinema não tem sido contemplado, o que pode ser explicado pela carência dos recursos exigidos para a sua realização.o trabalho com o cinema aqui proposto conjuga-se às práticas já efetuadas, mas como outro espaço de construção de sentidos, assim como de sua desconstrução, nos alerta Fresquet (2008). Pensar o cinema é pensá-lo no campo da estética, daquilo que nos move, nos toca, e por isso mesmo, capaz de construir/desconstruir nosso olhar. Ele não só reflete e refrata a realidade, como as demais produções midiáticas, mas apresenta novas possibilidades ao olhar, imerso na discursividade produzida pela sociedade, dialética e dialogicamente a ela relacionado, possibilitando formas ampliadas de criação e de dizer.além das reflexões sobre as relações discursivas existentes nos filmes já feitos, compreendemos a proposta de Cinema na Educação Básica como propulsora, também, de ações no campo do fazer, colocando os estudantes em contato com os elementos que estão por trás das produções, e em uma postura ativa. Tal ideia vai ao encontro do proposto por Fisher (2003) de, ao desvelarmos as formas de fazer, nos apropriamos da linguagem do meio. A proposta encontra eco em atividades de pesquisa, ensino e extensão existentes no Instituto de Aplicação, em especial o Projeto LEDEN LV Laboratório de Ensino Leonardo da Vinci, contribuindo com a construção de espaços privilegiados de reflexão e criação, fundamentais na ação educativa.

11 PROJETO CINEMA NA ESCOLA: EXPERIÊNCIA E FORMAÇÃO NO CAP-UERJ Nome do professor/coordenador: Claudia Cristina dos Santos Andrade Unidade: CAP Pré-requisitos: Ter cursado pelo menos dois períodos dos cursos de Licenciatura ou Bacharelado em Artes, Letras, Comunicação ou Pedagogia O presente projeto busca a implantação, no Instituto de Aplicação da UERJ (CAp/UERJ), de um espaço de produção/discussão do cinema como arte. Nesta proposta, procuramos construir um lócus privilegiado de reflexão, elaboração crítica e produção de repertório cultural, atitudes fundamentais no trabalho escolar, no espaço da educação básica e na formação docente. Elegemos como bases teóricas os conceitos de experiência (BENJAMIN, 1991; BONDÍA, 2001) - como fundadora do conhecimento significativo-, e as relações entre as linguagens verbal e não-verbal, sob a ótica do dialogismo bakhtiano (1997) e da análise do discurso (ORLANDI,1997). O trabalho com o cinema na escola inspira-se na hipótese-cinema de Bergala (2008) e se alia ao eixo descrito por Fresquet (2010): cinema como possibilidade de aprender, desaprender e reaprender. As ações pensadas no bojo da proposta dirigemse para a promoção do encontro com o cinema no espaço escolar e fora dele, a partir do pensar /fazer cinema, integrado às práticas já existentes e em parceria com instituições coirmãs e escolas públicas do entorno, organizadas em torno de projetos de pesquisa, extensão e ensino. Os licenciandos de diferentes cursos participam nas etapas de planejamento, execução e avaliação de todas as atividades.

12 ESTUDO DA OXIDAÇÃO DE TERPENOS ENCONTRADOS NA ATMOSFERA E SEU IMPACTO NO AEROSSOL ATMOSFÉRICO Nome do professor/coordenador: Leonardo Baptista Unidade: Faculdade de Tecnologia Noções de cinética química Conhecimentos básicos de informática A proposta de pesquisa visa à descrição do mecanismo de oxidação em fase gasosa de compostos orgânicos voláteis (terpenos) emitidos na atmosfera. O foco principal deste trabalho será as reações de adição a dupla ligação e abstração de hidrogênio envolvendo radicais hidroxila. Para este fim duas abordagens serão seguidas: 1) Utilização de métodos de química quântica baseados na teoria do funcional da densidade e métodos ab initio para descrever as espécies que participam das reações e cálculo dos parâmetros termodinâmicos e cinéticos que regem estas reações; 2) Integração das leis de velocidade para construção de um modelo cinético que descreve a oxidação destes compostos na atmosfera. Os resultados obtidos neste trabalho poderão esclarecer o mecanismo de oxidação de compostos orgânicos voláteis e poderão ser utilizados na modelagem e interpretação de sistemas presentes na atmosfera.

13 CAPTAÇÃO E APROVEITAMENTO DE ÁGUAS PLUVIAIS EM INSTITUIÇÃO DE ENSINO Nome do professor/coordenador: Alfredo Akira Ohnuma Jr. Unidade: Faculdade de Engenharia 13/05/2015, às 10:30h, na sala 5029-E Pré-requisitos: Ter cursado ou estar cursando as disciplinas: - Hidráulica Aplicada e Hidrologia - Instalações Hidráulicas. O projeto tem como objetivo analisar a qualidade das águas pluviais como forma de avaliar as mudanças decorrentes da precipitação ao longo do tempo, para períodos de estiagem e períodos úmidos, tendo como estudo de caso o Instituto de Aplicação Fernando Rodrigues da Silveira (CAp-Uerj). A sonda multiparâmetro Horiba analisa instantaneamente dados de qualidade como: ph, OD, condutividade elétrica, sólidos dissolvidos totais, turbidez, potencial de oxi-redução e salinidade. Para análise das condições meteorológicas, são necessários dados de monitoramento hidrológico obtidos junto ao Sistema Alerta-Rio da prefeitura do município do Rio de Janeiro, com informações de precipitação discretizadas de até 15 minutos, em estação pluviométrica instalada nas proximidades da área de estudo do CAp-Uerj. O sistema de captação de águas pluviais consiste da instalação de equipamentos de coleta e reservação capazes de armazenar volumes específicos para sua análise. São considerados volumes para análise de qualidade para: precipitação pura (PP - atmosférica livre de contato superficial), first-flush (FF - primeiro de - cuidados técnicos devem ser tomados como medidas estruturais enão-estruturais no abastecimento e na qualidade da água armazenada. Devem ser observadas: a) a determinação dos volumes de cheias para o reservatório de armazenamento conforme norma e metodologia específica de cálculo (ABNT/NBR 15527:2007); b) avaliação do armazenamento do res ao reserva emperíodos de estiagens prolongadas; e) garantia do uso do amortecedor no fundo do reservatório para evitar turbulências e ressuspensão de material sedimentado; -. Nesse contexto, o estudo envolve atividades técnicas (operacionais) e científicas (monitoramento) para compatibilizar as condições relacionadas ao uso das águas pluviais versus demanda institucional.

14 VIVENCIAR SITUAÇÕES INTERPESSOAIS NA UNIVERSIDADE Nome do professor/coordenador: Adriana Benevides Soares Unidade: Instituto de Psicologia 19/05/2015 e 21 /05/2015, às 14h, sala: D e SPA bloco E, 10 andar Pré-requisitos: Ser aluno da Psicologia Recentemente as características dos estudantes que frequentam a universidade se modificaram visto as novas ofertas de vagas e financiamento no sistema privado de ensino e também devido à abertura de vagas em regime especial de cotas. Hoje, há muito mais estudantes assalariados, com escolaridade deficiente e com condições bastante diferenciadas do adolescente recém saído do Ensino Médio. Estas mudanças originaram uma heterogeneidade de estudantes, com demandas sociais e cognitivas diferentes para adaptarem-se e serem bem sucedidos. Neste sentido é importante conhecer quais as demandas sociais e as concepções dos estudantes sobre suas vivências na Universidade, seu grau de dificuldade e se existem diferenças entre o pensamento de estudantes de instituições públicas e privadas. Diversos autores têm mostrado que a adaptação a Universidade está associada a quanto o estudante é competente socialmente e desta forma é importante que se tenha uma medida objetiva de quanto as habilidades sociais são utilizadas nas situações interpessoais no contexto acadêmico; quais habilidades e em que situações. Não existe ainda, para a realidade brasileira, uma medida deste tipo. Diante da possibilidade de conhecer as vivências acadêmicas e as habilidades sociais dos estudantes em contexto acadêmico, uma medida preventiva é treinar habilidades sociais para o seu desenvolvimento e aprimoramento afim de que situações interpessoais consideradas difíceis pelos próprios estudantes possam ser superadas e ou para que os alunos possam viver melhores as relações interpessoais na Universidade. Sendo assim, este projeto tem como meta um conjunto de 3 estudos 1) identificar relações interpessoais vividas pelos estudantes na Universidade e seu grau de dificuldade; 2) construir uma escala de habilidades sociais para situações interpessoais na universidade avaliando a frequência e dificuldade destas interações e 3) fazer um treinamento de habilidades sociais para situações consideradas difíceis para estudantes universitários.

15 EDUCAÇÃO, SEXO E FEMINICES - REPRESENTAÇÕES DA MULHER NA PRODUÇÃO LITERÁRIA DE MME. CRYSANTHÈME E AFRANIO PEIXOTO NAS PRIMEIRAS DÉCADAS DO SÉCULO XX Nome do professor/coordenador: Maria de Lourdes da Silva Unidade: Faculdade de Educação Pré-requisitos: Ter disponibilidade para ir aos arquivos e bibliotecas; Possuir noção do Office (Word, Excel, Power Point, etc...); Ter boa capacidade de leitura; Ter boa redação. O projeto busca analisar as imagens produzidas sobre a mulher nas décadas iniciais do século XX na cidade do Rio de janeiro a partir da produção literária de dois escritores da época: Júlio Afrânio Peixoto e Madame Chrysanthème. Ele médico, ela jornalista, ambos escreveram para jornais, revistas e peças literárias (romances, teatro, histórias para crianças, etc.) que possuíam forte apelo popular e alcançaram grande circulação à época. Considerando a predição dos escritores pela vida underground carioca de então, intentamos observar os modelos de educação de homens e mulheres em disputa a fim de pensar os projetos para a nação brasileira. O objetivo é compreender a contribuição da educação não formal - neste caso, oferecida pela indústria editorial - na consolidação de papéis sociais para homens e mulheres na sociedade da época.

16 OS CANTOS NEGROS DO RIO DE JANEIRO Nome do professor/coordenador: Denise Barata Unidade: Educação Pré-requisitos: Estar cursando pedagogia, história, geografia, ciências sociais, artes visuais, ciência da computação, comunicação social, desenho industrial, história da arte ou letras, a partir do 3 semestre. A partir dos levantamentos dos lugares de memória da música negra nos bairros de Mal. Hermes, B. Ribeiro, O. Cruz e Madureira objetivam construir nas regiões o Museu Vivo dos Cantos Negros. Este museu será constituído a partir das memórias da comunidade, utilizando a metodologia da história oral - todas as atividades serão registradas em vídeo e disponibilizadas em um sítio na rede municipal. O projeto está sendo realizado com o apoio da ex-secretaria de patrimônio (Instituto Rio patrimônio da Humanidade.).

17 QUESTIONÁRIO DE AMBIENTE GRUPAL: EVIDÊNCIAS DE VALIDADE Nome do professor/coordenador: José Augusto Evangelho Hernandez Unidade: Instituto de Psicologia Pré-requisitos: Disponibilidade de horário; Motivação para o aprendizado teórico e prático da atividade de pesquisa. A coesão grupal é um fator de crucial importância no esporte, especialmente nas modalidades coletivas. A convergência dos membros da equipe para o mesmo objetivo pode ser decisivo para a conquista da vitória. Neste estudo, será examinado o Questionário de Ambiente Grupal (QAG) de Carron, Widmeyer e Brawley (1985), que avalia coesão de grupo em ambientes desportivos. O objetivo da investigação é produzir evidências de validade para a estrutura e consistência interna da medida traduzida e adaptada para o português brasileiro. O QAG mede quatro dimensões da coesão grupal: Atração individual pelo Grupo Tarefa, Atração Individual pelo Grupo Social, Integração Grupo Tarefa e Integração Grupo- Social. Os dados coletados de 300 atletas de diversas modalidades desportivas serão analisados através da técnica estatística Análise fatorial e do Coeficiente Alfa de Cronbach. Além disso, através do Coeficiente de Correlação de Pearson será examinada a relação da coesão com os estilos de liderança medidos pela Escala de Liderança para o Esporte de Challedurai e Saleh (1980).

18 A INTERATIVIDADE NO POETA DOS ESCRAVOS Nome do professor/coordenador: Amós Coêlho da Silva Unidade: Instituto de Letras Pré-requisitos: Ser aluno da Graduação Castro Alves assumiu uma retórica altaneira, cheia de antíteses e hipérboles, abordando temas sociais e políticos. Mas o hugoanismo, tirado do nome de Victor Hugo, passou à outra denominação: condoreirismo, derivado do condor da América. Mesmo tendo ampla vertente lírica dentro do Romantismo, dele apenas sublinharemos as suas características do espírito reformista, sua fé e sua liberdade criadora, tão presentes na coletânea Os Escravos (1883); restringiremo-nos, ainda, ao estudo da harmonização das repetições / iteratividade, que, no sentido de bis repetita placent, as coisas duas vezes repetidas agradam (Horácio, Arte Poética, 365), tornou os poemas O Navio Negreiro e Vozes d África de Castro Alves uma isotopia, fundada numa redundância deveras singular. Soube ele colher traços semânticos virtuais, amplificando e dramatizando a sua eloquência condoreira, de modo a redimir o escravo do sentido insignificante e secundário em que estava imerso cotidianamente e elevá-lo à condição romanticamente trágica, impondo de tal modo à atenção daquela sociedade tão acostumada e anestesiada pelo hábito de três séculos de escravidão, que superou a banalização de ser normal nascer escravo. Palavras-chave: condoreirismo; escravos; repetição

19 ECONOMIA POLÍTICA DO TERRITÓRIO: ANÁLISE DA CADEIA PRODUTIVA DA PESCA ARTESANAL NA METRÓPOLE DO RIO DE JANEIRO Nome do coordenador: Cátia Antônia da Silva Unidade: FFP Pré-requisitos: Graduando em Geografia, História ou Ciências Sociais Disponibilidade para reuniões a tarde Morador da área metropolitana do Rio de Janeiro Interesse com o tema Pesca Artesanal e Contextos Urbanos A pesca artesanal constitui uma forma de economia e um posto de trabalho importantes para inúmeras comunidades de trabalhadores pobres envolvidos na cadeia de produção do pescado. Em virtude tanto do seu valor para a subsistência de tais comunidades, como do seu destacado papel nessa cadeia produtiva, que é também a da pesca industrial e da aquicultura, a pesca artesanal singulariza-se dentro do circuito produtivo brasileiro. Quase sempre dono dos meios de produção, os quais incluem o barco, as redes, os petrechos e mesmo as técnicas utilizadas, o pescador artesanal participa relevantemente do circuito produtivo da pesca, aplicando esse antigo saber, que em herança cultural lhe deixaram os indígenas, os portugueses e os espanhóis, e que são as suas técnicas de navegar, pescar, fazer redes e construir embarcações. O Estado brasileiro tem conferido à pesca artesanal diversos tipos de institucionalização no correr da história. No século XIX, erigida legalmente em trabalho livre no seio da sociedade escravocrata do império, a Marinha fê-la um dos seus braços no processo de domínio, povoamento e proteção do litoral brasileiro (RESENDE, 2010). Sob a primeira constituição republicana do Brasil, promulgada em 1891, prestigiou-a novamente, antecipando-se a qualquer outra instituição do Estado brasileiro em regionalizar e regulamentar a atividade, assim como em institucionalizar as colônias de pescadores e as federações estaduais de pesca. Em 1919, a Marinha instituiu as zonas de pesca, núcleos para cuja formação levava em conta a quantidade de pescadores ali reunidos e a distância entre as sedes mapeadas; eram as aglomerações a que já então se chamava popularmente colônias de pescadores. Em 1926, a pesca artesanal passou aos cuidados do Ministério da Agricultura; mais recentemente, em 2003, no governo Lula, instituiu-se a Secretaria Especial de Pesca e Aquicultura do Governo Federal; e em 2009, depois de forte movimento de luta, criou-se o Ministério da Pesca e Aquicultura. Desde o início da industrialização brasileira, a pesca também sofre um processo de especialização e divisão social do trabalho, configurando-se em quatro setores importantes no processo de produção de pescado do país: a pesca industrial, a aquicultura, a pesca armadora e a pesca artesanal. A mais nova legislação pertinente, a Lei , de 29 de junho de 2009, estabelece que pesca é toda operação, ação ou ato tendente a extrair, colher, apanhar, apreender ou capturar recursos pesqueiros. No seu artigo 4º define a atividade pesqueira como a que abrange todos os processos de pesca, explotação e exploração, cultivo, conservação, processamento, transporte, comercialização e pesquisa de recursos pesqueiros. Consideram-se como atividade pesqueira artesanal, para os fins desta lei, os trabalhos de confecção e de reparos de artes e petrechos de pesca, os reparos realizados em embarcações de pequeno porte e o processamento do produto da pesca artesanal. Deste modo, conformando o circuito produtivo da pesca, o artigo 8º da mesma lei conceitua pesca como atividade comercial dividida em dois tipos: a) artesanal: quando praticada diretamente por pescador profissional, de forma autônoma ou em regime de economia familiar, com meios de produção próprios ou mediante contrato de parceria, desembarcado, podendo utilizar embarcações de pequeno porte e extraindo no máximo 10 toneladas mensalmente; e b) industrial: quando praticada por pessoa física ou jurídica e envolver pescadores profissionais, empregados assalariados ou em regime de parceria por cotas-partes, utilizando embarcações de pequeno, médio ou grande porte, com finalidade comercial. O presente projeto busca analisar e mapear as comunidades pesqueiras e as áreas de embarque da pesca artesanal na área metropolitana do Rio de Janeiro, investigando os impactos da urbanização e da industrialização na cadeia produtiva, segundo a metodologia de pesquisa de campo, de entrevistas e de grupos focais junto aos indivíduos desse grupo social.

20 ENTRE PSICOLOGIA CIENTÍFICA, MORAL E SENSO COMUM: A PSICOLOGIA NAS INSTITUIÇÕES NO RIO DE JANEIRO Nome do professor/coordenador: Ana Maria Jacó Vilela Unidade: Instituto de Psicologia Pré-requisitos: Estar ao menos terminando o 2º período e estar no máximo no 7º período Cursos de Psicologia ou de História Boa redação Interesse por pesquisa Este projeto se propõe, dando continuidade à investigação anterior, investigar como ocorreu a recepção da psicologia científica no Rio de Janeiro entre os anos de 1930 e Parte-se de uma afirmativa presente em manuais de história da psicologia de uso corrente entre nós de que o behaviorismo foi a principal abordagem teórica na década de Vimos, na investigação sobre as cátedras de psicologia e a Igreja Católica, que esta observação não tem respaldo em nossa realidade. Contudo, outro dado encontrado, a constante interrelação entre teorias e práticas da "psicologia científica" com uma psicologia oriunda do senso comum e, mesmo, moral, nos levou a propor esta continuidade, voltada especificamente para a Igreja Católica e as Forças Armadas. Visa-se assim uma historiografia da psicologia que dê relevo à produção nativa, à produção própria do país.

21 SUPORTE E PRODUÇÃO DE MANUAIS PRÁTICOS PARA USUÁRIOS DO LCA Nome do professor/coordenador: Germano Amaral Monerat Unidade: FAT 11/05/2015, às 16h - Sala 301 Pré-requisitos: Não há. Em 2013 o Laboratório de Computação Avançada (LCA), do Departamento de Matemática, Física e Computação da Faculdade de Tecnologia teve uma sala de Computação concluída com a instalação de uma lousa eletrônica. Este laboratório tem como objetivos permitir o acesso do corpo discente no desenvolvimento de atividades didáticas, permitindo uma complementação do desenvolvimento acadêmico destes e, dar suporte a diversas disciplinas de graduação do curso de Engenharia de Produção tais como: Introdução ao processamento de Dados (FAT /1), Cálculo Numérico IV (FAT /1), Computação Aplicada à Engenharia (FAT ) e Simulação (FAT ). Além dessas disciplinas que na atual ementa prevê o uso de práticas laboratoriais, há outras disciplinas que o uso dos laboratórios de computação serve para dinamizar o aprendizado do discente de graduação. São elas: Cálculo Diferencial e Integral I (FAT /1), Cálculo Diferencial e Integral II (FAT /1), Cálculo Diferencial e Integral III (FAT /1), Álgebra Linear III (FAT /1), Cálculo das Variações Aplicado à Mecânica (FAT /1) e Teoria de Sistemas Dinâmicos (FAT /1). A sala de Computação possui 11 máquinas e ainda um pequeno servidor construído com duas máquinas CORE2 DUO para gerenciar a rede internas das salas mencionadas. O sistema operacional utilizado será o CENTOS (The Community Enterprise Operating System) [1], uma plataforma LINUX com versão para máquinas com 32 e 64 bits. O sistema CENTOS apresenta inúmeras vantagens, uma delas é o fato da plataforma ser gratuita, não necessitando de gastos na aquisição do software. Outra vantagem é o grande número de aplicativos (também gratuito) que são encontrados disponíveis para uso nesta plataforma. Por exemplo, o pacote OPENOFFICE [2], dispõem de um editor de texto semelhante ao editor WINWORD, utilizado pela maioria de usuários do sistema WINDOWS e compatível com o mesmo. O mesmo pacote traz outros aplicativos, planilhas eletrônicas semelhantes ao EXCEL, cujo uso é necessário em algumas disciplinas tais como Computação Aplicada à Engenharia. Outros programas gratuitos podem ser instalados nesta plataforma tais como MAXIMA (pacote para Computação Simbólica) [3] e o OCTAVE (pacote para computação numérica) [4], ambos inteiramente gratuitos. Apesar das inúmeras vantagens do uso desta plataforma, o número de usuários familiarizados com esta e preparados para usufruir dos benefícios é pequeno.

22 TECNOLOGIA DIGITAL E PESQUISA ETNOGRÁFICA Nome do professor/coordenador: Carmen Lucia Guimarães de Mattos Unidade: Faculdade de Educação Pré-requisitos: - Cursar a partir do segundo período - Curso nos Centros de Ciências Humanas e Sociais Trata-se de uma pesquisa teórica e etnográfica sobre os processos educacionais desenvolvidos em uma escola pública de ensino básico no Rio de Janeiro sob a ótica da etnografia digital. O estudo pretende acessar, identificar, selecionar, aplicar, analisar, descrever e compreender de modo teóricometodológico-epistemológico a natureza da etnografia digital e suas aplicações na área da Educação. Os pressupostos teóricos que dão suporte a pesquisa são, em parte, aqueles que alicerçaram trabalhos anteriores do grupo Etnografia em Exclusão e Educação, dentre estes incluem-se os autores: Goffman (1959 a 1981); Bourdieu (1977); Habermas (1984); Foucault (1987); Erikson (2007) e Castel (2008) e, inclui os estudos de Appadurai (2008) Bauman, (2009); Khan (2009 a 2011) e Grimmett (1997, 2005, 2010). A pesquisa se desenvolve em duas etapas: a primeira de natureza teórica, indagará a etnografia digital e seu potencial conceitual-metodológico-epistemológico na área da Educação; a segunda utilizará a etnografia digital para estudar a cultura digital na escola. Os loci da pesquisa são três: 1) os espaços digitais interativos disponibilizados por pesquisadores nacionais e internacionais e usuários de ambientes interativos digitais; 2) a escola pública onde se dará o trabalho de campo e; 3) o Laboratório de Etnografia Digital na UERJ. A pesquisa de campo utilizará como instrumentos: observação participante, entrevistas, grupos focais e registros digitais. Os sujeitos participantes da pesquisa são: alunos, professores, gestores e especialistas em educação, colaboradores virtuais e a equipe de pesquisadores. O acesso e seleção bibliográfica serão realizados a partir de documentos acadêmicos publicados por meios digitais na última década. O método de análise será indutivo, com o auxílio de softwares digitais de análise de conteúdo. Acredita-se que o resultado desta pesquisa poderá auxiliar na criação e uso de novas tecnologias na Educação, contribuir para elucidar conceitos e aplicação dos mesmos na pesquisa e no ensino e auxiliar professores e gestores no desenvolvimento de projetos com tecnologias digitais, além de prover programas, políticas e processos pedagógicos com indicadores visando diminuir as desigualdades socioeducacionais.

23 UTILIZAÇÃO DE MÉTODOS DE CULTURA DE TECIDOS PARA MULTIPLICAÇÃO E PRODUÇÃO DE SUBSTÂNCIAS BIOATIVAS DE ESPÉCIES VEGETAIS Nome do professor/coordenador: Elisabeth Atalla Mansur de Oliveira Unidade: Instituto de Biologia Roberto Alcantara Gomes Pré-requisitos: - Estudantes do Curso de Ciências Biológicas - Disponibilidade de 20 horas semanais - Ter cursado Biologia Celular As técnicas de cultura de tecidos constituem uma ferramenta para a produção vegetal, especialmente quando há dificuldades na utilização de procedimentos baseados em mecanismos naturais de reprodução, e quando o cultivo convencional é economicamente inviável ou não atinge os objetivos esperados. Entre as técnicas de cultura de tecidos, a propagação in vitro ou micropropagação é a mais freqüentemente utilizada, consistindo na proliferação de plantas a partir de pequenos fragmentos de material botânico, denominados explantes, em resposta a estímulos adequados. A micropropagação pode ser alcançada por organogênese ou embriogênese somática, que podem ocorrer de forma direta, a partir de células do explante, ou indireta, quando o desenvolvimento de novos órgãos ocorre após a formação de uma massa desorganizada de células denominada calo. Calos que não apresentam capacidade morfogenética são também frequentemente utilizados para o estudo da produção de metabólitos especiais, juntamente com as culturas de células em suspensão, que são estabelecidas em meio líquido sob agitação. Outras técnicas in vitro incluem a cultura de órgãos, com destaque para a cultura de raízes, que são importantes fontes de metabólitos secundários e podem também ser utilizadas como fonte de explantes na micropropagação. Além disso, essas técnicas são utilizadas como parte fundamental de estratégias de conservação in vitro, como a criopreservação. Os sistemas in vitro também são utilizados para a produção de metabólitos especiais, possibilitando a adoção de estratégias para a modulação da biossíntese, por meio da adequação das condições de cultura e do uso de substâncias elicitoras. Adicionalmente, as técnicas de cultura de tecidos são também aplicadas para a seleção de linhagens celulares altamente produtoras e permitem a realização, em condições controladas, de estudos visando à compreensão das vias biossintéticas. Este é um projeto multidisciplinar que alia competências nas áreas de conservação e uso da biodiversidade, de forma estreitamente ligada à formação de alunos do Programa de Pós-graduação em Biologia Vegetal. Os objetivos estabelecidos estão em consonância com o Plano Estratégico para o período , elaborado durante a décima conferência da ONU realizada em outubro de 2010 sobre a Convenção da Diversidade Biológica, o qual visa à redução da perda de biodiversidade durante a próxima década, com metas que incluem a conservação de espécies e a capacitação de recursos humanos, além de uma ênfase na necessidade de implementação das ações conservacionistas. O projeto possui caráter colaborativo, envolvendo laboratórios da UERJ, UENF, UFRJ, USP e EMBRAPA, o que favorece o intercâmbio de conhecimentos e recursos, contribuindo para a qualidade da formação acadêmica dos alunos de pósgraduação, com a ampliação do campo experimental e das possibilidades de treinamento em áreas específicas. No desenvolvimento do trabalho, serão continuados estudos relacionados à linha de pesquisa voltada para a conservação, análise fitoquímica e avaliação do potencial farmacológico de parentes silvestres e plantas cultivadas de espécies dos gêneros Arachis (amendoim) e Passiflora (maracujá). As espécies de Arachis, além da importância agronômica, tem despertado também interesse do ponto de vista medicinal, enquanto que várias espécies de Passiflora são adotadas na medicina popular, tendo sido recentemente indicadas como fitoterápicos pelo Sistema Único de Saúde.

24 CASOS DIFÍCEIS NO DIREITO Nome do professor/coordenador: José Ricardo Cunha Unidade: Direito Os interessados devem entrar em contato com o professor, pelo Pré-requisitos:Nenhum para marcar entrevista. Embora o direito tenha natureza normativa, ele não pode ser dissociado da realidade concreta. Se houve um tempo onde realidade social e realidade jurídica se encontravam inexoravelmente distintas pela dicotomia entre ser e dever ser, agora estas se entrelaçam na busca de fundamentos de legitimidade mais apropriados às exigências dos tempos atuais. Se antes o direito deixava-se revelar apenas nos livros das leis, agora ele busca amparar-se também no repertório valorativo compartilhado pela sociedade e que exprime ideais de coexistência dentro de um patamar aceitável de dignidade humana. Essa perspectiva recoloca em debate a própria concepção de um direito sempre monolítico, coerente, completo e capaz de oferecer respostas previsíveis para todas as situações juridicamente relevantes. Não se pode mais falar ou mesmo ensinar em um sistema jurídico sempre estático e previsível, como se as respostas do direito às exigências de decidibilidade fossem sempre pacíficas e consensuais. Para enfatizar mais ainda o dilema enfrentado por juristas no mundo contemporâneo, podemos trazer à lume o problema da justiça. Numa realidade altamente complexa como a atual, o desafio axiológico e mesmo ontológico do direito em realizar justiça não se limita mais aos simples cânones legais. Certamente isso não significa desprezo pela lei, mas a certeza de que apenas ela não basta ao raciocínio jurídico hodierno. Tendo em vista a relevância de tais indagações, o Projeto em tela funcionará no marco de uma filosofia do direito pós-positivista, para propor um modelo e um elenco de casos práticos por meio dos quais seja possível ter uma compreensão mais abrangente do pensamento jurídico, fundado em premissas valorativas e principiológicas que marcam não apenas o ordenamento jurídico como a sociedade de forma geral.

25 A ESPIRITUALIDADE E A RELIGIOSIDADE EM PESSOAS QUE VIVEM COM HIV/AIDS E SUAS INTERFACES COM AS REPRESENTAÇÕES DA SÍNDROME: CONSTRUÇÕES SIMBÓLICAS, PRÁTICAS SOCIAIS E CUIDADO DE ENFERMAGEM Nome do professor/coordenador: ANTONIO MARCOS TOSOLI GOMES Unidade: FACULDADE DE ENFERMAGEM Pré-requisitos: Ter, no mínimo, 20 horas semanais disponíveis para as atividades. Doenças estigmatizantes como a AIDS influenciam e são influenciadas por construções representacionais da síndrome, com importância para o processo diagnóstico, a convivência diária com a AIDS e a adesão ao tratamento e à terapêutica. Neste sentido, adotou-se como objetivo geral analisar a espiritualidade e a religiosidade de pessoas que vivem com o HIV/AIDS no processo de descoberta diagnóstica, da vivência cotidiana e de adesão ao tratamento e como objetivos específicos: (1) Caracterizar as expressões de espiritualidade antes do diagnóstico de soropositividade, no decorrer do processo de descoberta diagnóstica, na convivência diária com a síndrome e na adesão à terapia antirretroviral; (2) Caracterizar as expressões de religiosidade antes do diagnóstico de soropositividade, no decorrer do processo de descoberta diagnóstica, na convivência diária com a síndrome e na adesão à terapia antirretroviral; (3) Descrever os conteúdos e a estrutura das representações sociais da aids a partir dos pressupostos teóricos das abordagens processuais e estruturais da Teoria das Representações Sociais; (4) Discutir a espiritualidade e a religiosidade e suas expressões nos quatro momentos enfrentados pelos sujeitos no que tange à aids (antes do diagnóstico, no processo diagnóstico, na convivência diária e na adesão à terapia); (5) Analisar as relações mútuas entre as representações sociais da aids para os sujeitos que convivem com a síndrome e a espiritualidade e religiosidade desenvolvidas pelos mesmos em seus cotidianos; (6) Analisar o cuidado de enfermagem como um espaço/tempo que estimule o desenvolvimento da espiritualidade, permita o exercício da religiosidade e se constitua como facilitador da construção de sentidos de vida no contexto do HIV/Aids. Os referenciais teóricos centramse nas proposições de Viktor Frankl acerca da espiritualidade como construção de um sentido para a vida e na Teoria de Representações Sociais em sua vertente psicossociológica proposta por Serge Moscovici. Trata-se de pesquisa qualitativa que será desenvolvida em dois ambulatórios municipais da cidade do Rio de Janeiro especializados na assistência ao paciente com HIV/Aids através da coleta de entrevistas e de evocações livres. Serão realizadas 180 entrevistas e coletadas 280 evocações livres com pacientes que vivem com a síndrome. A análise de dados das evocações será realizada através do quadro de quatro casas com apoio do software EVOC 2005, bem como da análise de similitude. Com relação às entrevistas, serão realizadas a análise lexical através do software ALCESTE e a análise de discurso em sua vertente francesa.

26 ORIENTANDO O CLIENTE EM SITUAÇÃO CIRÚRGICA PARA DIFERENCIAR O CUIDADO Nome do professor/coordenador: Norma Valéria Dantas de Oliveira Souza Unidade: Faculdade de Enfermagem Pré-requisitos: Alunos do curso de graduação em enfermagem inscritos a partir do 3 período. Que tenham habilidades com programas de computador do tipo Word e Excel. A orientação é um cuidado de enfermagem primordial para a promoção e/ou recuperação da integridade biopsicossocial da pessoa em situação cirúrgica e minimizar medos e ansiedades relacionados à vivencia cirúrgica. Reconhecendo a complexidade do contexto cirúrgico e a importância das orientações de enfermagem para a clientela, tem-se desenvolvido o projeto em tela. Seus objetivos são: fornecer orientações aos clientes/familiares acerca do período perioperatório; ajudar o cliente/familiares a compreender a dinâmica do processo de internação; desmitificar a experiência cirúrgica através de uma abordagem sistemática sobre o procedimento anestésico-cirúrgico e os cuidados de enfermagem necessários para minimizar e/ou evitar possíveis complicações pósoperatórias; fornecer outras orientações demandadas pelo público alvo do projeto.as atividades do projeto são realizadas no HUPE e segue duas metodologias de ação que se articulam e se complementam: reuniões semanais com grupos de clientes/familiares que se encontram no préoperatório, e orientações individuais destinadas aos clientes/familiares que se encontram em alta hospitalar. As reuniões semanais duram em média 60 minutos, e discutem os temores relacionados à vivência cirúrgica, os procedimentos anestésico-cirúrgicos, os cuidados perioperatórios, o ambiente de centro cirúrgico e os principais sintomas que podem surgir após a cirurgia. Utilizam-se plotters contendo ilustrações e informações referentes às temáticas. A segunda metodologia de ação visa os cuidados no domicílio, pois este é um momento único, centrado no contexto biopsicossocial do cliente. Oferecem-se folders sobre os cuidados que devem ser desenvolvidos no domicilio a fim de reforçar as orientações verbais.

27 CRIAÇÃO DE UMA DISCIPLINA ELETIVA: HISTÓRIA NATURAL, HISTÓRIA DA NATUREZA E HISTÓRIA AMBIENTAL: TRÊS HISTÓRIAS DA NATUREZA E SUAS RELAÇÕES COM A GEOGRAFIA. Nome do professor/coordenador: Inês Aguiar de Freitas Unidade: IGEOG Pré-requisitos: Estar cursando graduação em Geografia. A disciplina deverá se ocupar de alguns pontos fundamentais: um deles é a reflexão sobre a ideia de natureza; outro será a tentativa de definir e esclarecer os limites entre a História Natural, a História da Natureza e a História Ambiental. Estabeleceremos ainda uma discussão sobre as raízes metodológicas que marcam, caracterizam e diferenciam estas três diferentes histórias no que concerne a sua relação com a geografia. Comecemos pela discussão que fornece a base para nossas três histórias a serem investigadas: o que significa natureza afinal? A utilização, tão frequente quanto ambígua, do termo natureza, ao longo da história do pensamento ocidental, leva-nos a interrogarmos sobre seu significado. Buffon (1770), os Enciclopedistas Diderot e d Alembert ( ), Lovejoy (1973) e Gusdorf (1971) constituirão as bases para tal discussão, para provarmos que o prestígio do termo natureza no Ocidente repousa sobre um acordo precário, estabelecido num contexto filosófico extremamente complexo, no qual o sucesso dessa ideia implica renunciar à ambição de defini-la. Para definirmos história natural, podemos lançar mão de seu significado nos séculos XVIII e XIX, momento em que este ramo do conhecimento viveu seu apogeu. Assim, recorreremos a D Alembert e Diderot (1751 e 1780), a Buffon (1770), a Cuvier (1798) e a Foucault (1966) para conhecermos esta história. Na bibliografia que toca o tema da História da Natureza, um autor ganha destaque. Trata-se de Clarence Glacken, com sua obra Traces on the Rhodian Shore: Nature and Culture in Western Thought from Ancient Times to the End of the Eighteenth Century (1967), considerada por muitos como o mais importante livro sobre história das ideias ocidentais sobre natureza. O geógrafo americano torna-se especialmente interessante para nós porque produziu sua maior obra levado pelo sentimento de que não poderia refletir sobre a história do pensamento geográfico sem antes realizar uma grande investigação sobre aquele que seria o verdadeiro objeto da geografia a natureza. A História Ambiental é um ramo da nova história e é projeto de alguns historiadores como Cronon (1995), Worster (1991) e Drumond (1991) que aproximaram a história natural da história social, a fim de possibilitar a compreensão de como a sociedade se insere no processo dinamizador da natureza. Ao ligar a história natural à história social, a História Ambiental torna-se possível devido ao fato de a construção dessa disciplina se apoiar numa visão arraigadamente interdisciplinar. A grande novidade desta história está em dar à cultura um status de agente modificador das forças da natureza, rejeitando, porém, a premissa de que a experiência humana se desenvolveu independente das restrições naturais. É um ramo do saber interessado em tratar do papel e do lugar da natureza na vida humana. Nesse sentido a natureza se apresenta como influenciadora e também como resultante dos processos engendrados pelo homem e pela evolução natural da área.

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