Implementação do Processo de Bolonha a nível nacional. Grupos por Área de Conhecimento CONTABILIDADE

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1 Implementação do Processo de Bolonha a nível nacional Grupos por Área de Conhecimento CONTABILIDADE Coordenador: Prof. Doutor Rui Manuel Pais de Almeida Dezembro de /15

2 1. Introdução CONTABILIDADE PARECER O ensino da Contabilidade em Portugal, como curso e área do conhecimento autónomo, remonta ao ano de 1759 com a inauguração da Aula do Comércio, seguido pelos institutos comerciais. Mais recentemente o ensino da Contabilidade inseriu-se no ensino superior, primeiro apenas com o grau de bacharel (1976) e posteriormente com o grau de licenciado (aproximadamente há duas décadas). Actualmente o ensino superior em Contabilidade é ministrado tanto no subsistema ensino superior universitário como no subsistema ensino superior politécnico e tanto no ensino público como no ensino privado. Verificamos também a existência nesta área do conhecimento de cursos de 2º ciclo (mestrado) e de 3º ciclo (doutoramento). A inserção desta área do conhecimento numa área mais vasta nem sempre se mostrou pacífica, havendo opiniões divergentes. Pode no entanto afirmar-se que ela se encontra inserida numa área maior que é a das ciências sociais podendo dentro desta inserir-se no grupo das chamadas ciências económicas e empresariais 1 A educação em Contabilidade é em geral realizada no ensino superior 2 não sendo a sua localização, no 1º ou 2º ciclo, igual na generalidade dos países. Existe um conjunto de países em que o ensino superior em Contabilidade se realiza ao nível do 1º ciclo e outros em que no 1º ciclo existe apenas uma formação genérica em ciências económicas e empresariais 3 com algumas disciplinas de contabilidade, remetendo-se a especialização para o 2º ciclo. Em Portugal a opção do ensino em 1º ciclo (em banda larga) seguida de ensino em 2º ciclo (em banda estreita) é a que está em vigor, sendo opinião dominante que deverá continuar a ser 1 Ou simplesmente ciências económicas de acordo com a nomenclatura usada nos estatutos da ordem dos economistas. 2 Não obstante a existência de cursos de formação técnico/profissional. 3 Ou outras designações para este efeito consideradas equivalentes, como sejam Gestão de empresas 2/15

3 assim. Todo este documento está elaborado nesse pressuposto ou seja que a formação em contabilidade de banda larga é realizada no 1º ciclo e que a especialização, banda estreita, é realizada em 2º ciclo. Embora não unânime é opinião maioritária que este modelo é o que melhor serve os interesses dos estudantes e dos empregadores, pois verifica-se que os diplomados nesta área do conhecimento encontram normalmente colocação no mercado de trabalho. As saídas profissionais são, entre outras: Contabilista de gestão; Contabilista financeiro; Revisor oficial de contas; Auditor interno; Gestor financeiro/director financeiro; Técnico oficial de contas; Técnico da administração fiscal; Consultor; Professor; Investigador. 2. Perfis e competências de formação 2.1. Perfis para o exercício profissional Embora as saídas profissionais dos diplomados do 1º ciclo em Contabilidade sejam diversificadas, procurou-se aqui identificar, embora não de forma exaustiva, aquelas que são as mais usuais. Duas das profissões que se identificam estão reguladas por organismos profissionais, tendo portanto condições especificas de acesso e que são: a Ordem dos Revisores Oficiais de Contas e a Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas. Entidades às quais se pode recorrer para uma caracterização mais pormenorizada dos descritores dos principais actos que a seguir se descreve. Quanto aos descritores dos principais actos das restantes saídas profissionais reconhece-se desde já que poderão vir a ser aprofundados em discussão futura. Embora os perfis apresentados possam ser alcançados em 1º ciclo é minha opinião que alguns deles só o serão, com uma boa probabilidade de êxito, com formação de 2º ciclo, mesmo que incompleto, isto é apenas com 1 ano do 2º ciclo. É esta situação que me vai levar a defender mais adiante o modelo para a formação de 1º e 2º ciclo. 3/15

4 Perfis Contabilista de gestão Contabilista financeiro Técnico da administração fiscal Auditor/Revisor oficial de contas/auditor interno Perfis profissionais na área / especialidade Descritores dos principais actos Planificar, organizar e coordenar a execução da contabilidade de gestão, bem como preparar informação devidamente tratada para a tomada de decisão informada, tendo capacidade para tomar parte também da decisão ao nível do controle de gestão e da decisão económico financeira. Recomenda-se formação de 2º ciclo em Controle de Gestão. Planificar, organizar e coordenar a execução da contabilidade financeira, bem como preparar informação devidamente tratada para a tomada de decisão informada, tendo capacidade para tomar parte também da decisão ao nível do relato financeiro e da decisão económico financeira. Em alguns casos poderá ser necessária formação de 2º ciclo, por exemplo: normativos contabilísticos extras comunitários; contabilidade de instituições financeiras; contabilidade de instituições públicas; etc.. Planificar, organizar e coordenar actividades no âmbito da administração fiscal. Recomenda-se formação de 2º ciclo em Administração Pública/Fiscalidade. Planificar, organizar e coordenar o trabalho de auditoria externa ou interna de forma a estar apto a dar opinião ou parecer sobre determinados actos ou factos patrimoniais que envolvam exame das contas de empresas ou de outras entidades e/ou sobre as condições internas (controle interno). Recomenda-se formação de 2º ciclo em Auditoria. Técnico oficial de contas Planificar, organizar e coordenar a execução da contabilidade das entidades sujeitas aos impostos sobre o rendimento. Assumir a responsabilidade pela regularidade técnica nas áreas contabilística e fiscal. Em alguns casos poderá ser necessária formação de 2º ciclo, por exemplo: contabilidade de instituições financeiras; contabilidade de instituições públicas; etc.. Gestor financeiro/director financeiro Consultor Professor Investigador Planificar, organizar e coordenar a gestão financeira tendo capacidade de análise de informação económico financeira e outra, de forma a tomar decisões informadas. Recomenda-se formação de 2º ciclo em Controle Financeiro ou Gestão Geral Perfil dependendo da área de consultoria. Para acesso a esta profissão recomenda-se formação específica de 2º ciclo (para a docência) Para acesso a esta profissão recomenda-se formação específica de 2º ciclo e de 3º ciclo. 4/15

5 2.2. Competências gerais e académicas, associadas aos perfis identificados As competências gerais (transversais) bem como as específicas são comuns para o 1º ciclo para todos os perfis, já que para esta área do conhecimento se propõe apenas um curso de 1º ciclo podendo, no entanto, existir disciplinas opcionais que melhor poderão orientar o estudante para um dos perfis enunciados. Competências gerais (Competências transversais) Capacidade de pesquisar, de pensar de forma lógica e abstracta, assim como compreender o pensamento crítico. Capacidade de analisar e desenvolver conclusões razoáveis para problemas estruturados e não estruturados através de um conjunto de informação disponibilizada e de informação adquirida pelo estudante. Capacidade de localização, recolha de dados, transformação e análise de informação a partir de múltiplas fontes. Capacidade de uso das tecnologias de informação e comunicação na aquisição, análise e comunicação da informação (actualmente estas capacidades incluem o uso de folhas de cálculo, processamento de texto, bases de dados on-line). Capacidade de identificar e resolver os problemas que não são apresentados de forma estruturada, ou que apresentam configurações que não são familiares e de aplicar competências na resolução de problemas. Capacidade de escolher e definir prioridades, dentro de recursos restritos e de organizar o trabalho de forma a cumprir prazos limite de entrega muito curtos (trabalho sob pressão). Capacidade de trabalhar em grupos e outras capacidades de interacção. Capacidade de expressão oral e escrita. Conhecimento geral das ideias, assuntos e forças económicas, políticas e sociais que vão actuando no mundo. Capacidade de investigação e avaliação da informação quantitativa e qualitativa. Capacidade crítica de avaliação de argumentos e factos. Capacidade de aprendizagem de forma independente e autónoma. 5/15

6 Competências académicas (competências técnicas) Gerais Porque se trata de uma área do conhecimento que se insere na área das ciências económicas e empresariais 4, de onde divergem várias áreas do conhecimento além da contabilidade, como sejam, a economia política, a economia e a gestão empresarial, a contabilidade insere-se claramente na microeconomia e é de aceitar, desde logo, que tenha como competências técnicas gerais as competências normalmente associadas às ciências económicas e empresariais, nomeadamente as necessárias ao nível do planeamento, nível do processo e ciclo de gestão, bem como ao nível da avaliação e controlo. Específicas Além das competências gerais de um diplomado em 1º ciclo em ciências económicas e empresariais verificamos competências específicas para o diplomado na área de conhecimento Contabilidade que são, entre outras: Ter um conhecimento técnico das disciplinas específicas que compõem o curriculum; Tendo conhecimentos teóricos e gerais ter a capacidade de aplicar conhecimentos técnicos de uma forma analítica e prática; Ser capaz de retirar informação, seja qualitativa ou quantitativa, seja monetária ou não monetária, no sentido de resolver diferentes tipos de problemas que possam surgir; Ser capaz de perante problemas técnicos múltiplos identificá-los e estabelecer uma ordem prioritária para a sua resolução; Ser capaz de distinguir a informação relevante da não relevante num conjunto de dados/informação para a resolução de um problema em particular; Ser capaz de decidir entre soluções alternativas e compreender o papel da avaliação ao lidar com este tipo de soluções; 4 A questão da inserção da área do conhecimento Contabilidade nas ciências económicas e empresariais a par da economia, gestão, etc., não é unânime, havendo pessoas, seguramente com argumentos fortes que pensam de forma diversa. Esta é no entanto a opinião do autor deste parecer. 6/15

7 Ter a capacidade de aceitar a complexidade e multidisciplinaridade integrando diversas áreas do conhecimento e competências para a resolução de problemas concretos; Ser capaz de comunicar de forma efectiva ao utente/destinatário, formulando recomendações realísticas de uma forma concisa e lógica; Conhecer e aplicar os requisitos éticos da profissão; Compreender os contextos em que a Contabilidade opera (exemplos destes contextos incluem os ambientes legal e social, a profissão de contabilista, a entidade empresarial, os mercados de capitais, o sector público); Conhecer e compreender a linguagem técnica contabilística (por exemplo, activo, passivo, custo, proveito, justo valor, provisões); Conhecer e compreender a prática da Contabilidade (por exemplo regras de reconhecimento e bases de valorização, regras de divulgação); Conhecer e compreender a prática da Contabilidade nos seus diversos domínios (por exemplo contabilidade financeira, contabilidade de gestão, controle interno); Ter capacidade para registar e sintetizar transacções e outros eventos económicos, preparar as demonstrações contabilísticas (económicas, financeiras e outras), analisar as operações de negócio; (por exemplo, análise de decisões, avaliação da performance, administração e controlo); fazer análise financeira e suas projecções (por exemplo, análise de rácios financeiros, análise de fluxos de caixa actualizados, orçamentos, riscos financeiros); Ter capacidade de operar pelo menos dois sistemas de processamento de dados (sistemas operativos); estes seriam um sistema num micro computador isolado e um local de trabalho para mais de um utilizador, integrado num sistema de redes; Ter capacidade de usar pelo menos um programa (software) de contabilidade como parte de um programa (software) integrado; Ter capacidade de comunicação incluindo a capacidade de apresentar informação quantitativa e qualitativa em conjunto com a análise, argumentação e comentários apropriados aos respectivos destinatários/utente; Ter capacidade de realizar análises económico/financeiras e respectivas projecções; Conhecimento e compreensão das teorias e provas empíricas, no que diz respeito aos efeitos da Contabilidade, nos seus vários contextos; 7/15

8 Ser capaz de demonstrar um conhecimento e compreensão básicos das teorias e provas empíricas que dizem respeito à administração financeira, risco e operações no mercado de capitais; Elaborar pareceres e relatórios que contribuam para o desempenho eficiente e eficaz, em função do modelo organizacional; Ser capaz de elaborar o orçamento global que inclui entre outros o orçamento financeiro, de investimentos, de compras, de produção, de venda, utilizando as diversas metodologias existentes (orçamento rígido, flexível, de base zero, etc.), bem como a elaboração de relatórios de acompanhamento; Preparar relatórios de desvios de performance, analisando os desvios quanto às causas e consequências com base em índices e parâmetros utilizados para avaliação do desempenho; Ser capaz de estruturar um painel de gestão, preparando informação (conhecimento útil) para a tomada de decisão informada participando dessa tomada de decisão; Ser capaz de proceder a uma gestão fiscal com observância dos processos de infracção e actuações fiscais tendo em atenção o processo de penalizacão por atrasos, erros e desconformidade Estrutura e duração dos ciclos de formação 1º ciclo O diplomado em 1º ciclo nesta área do conhecimento encontra normalmente colocação no mercado de trabalho. As saídas profissionais são, entre outras: Contabilista de gestão; Contabilista financeiro; Auditor/Revisor oficial de contas; Auditor interno; Gestor financeiro/director financeiro; Técnico oficial de contas; Técnico fiscal; Consultor; Professor. Actualmente a duração da generalidade dos cursos de 1º ciclo (actual licenciatura) é de 4 ou 4,5 anos tendo sido, em alguns cursos, até há poucos anos, de 5 anos. As saídas profissionais mencionadas só são acedidas com probabilidades de êxito com o actual 1º ciclo completo (licenciatura), embora se verifique a possibilidade de acesso a /15

9 algumas profissões, como, por exemplo, a de Técnico Oficial de Contas, com apenas parte desse 1º ciclo, mais concretamente com a primeira parte dos cursos bietápicos ministrados no subsistema do ensino superior politécnico (actual bacharelato). É de referir que a esmagadora maioria dos estudantes, embora podendo aceder a algumas saídas profissionais com a primeira parte dos cursos bietápicos (actual bacharelato), optam por realizar o 1º ciclo completo (actual licenciatura). Assim, e tendo em consideração o documento emanado pelo gabinete da Srª Ministra intitulado Reforma do sistema do ensino superior Orientação para harmonização de estruturas de formação sou de parecer que se deva optar pelo modelo 3+1+1, ou seja, um primeiro ciclo de 3 anos (6 semestres) e um segundo ciclo de 2 anos (4 semestres), admitindose, desde já, que o 2º ciclo seja estruturado com a possibilidade de o 1º ano deste ciclo constituir um curso complementar à formação de 1º ciclo, conforme último parágrafo do ponto A do citado documento. 2º ciclo Na sequência do modelo apresentado e embora sabendo que os cursos de 2º ciclo (mestrado) vão alterando com o tempo, em função das reais necessidades do mercado e do real interesse dos estudantes, pode-se desde já avançar com sugestões de cursos de 2º ciclo pois correspondem a necessidades concretas actuais. Estes cursos deverão ser estruturados de forma que o primeiro ano seja autónomo, em termos de competências adquiridas, de acordo com o modelo apresentado. Assim proponho desde já: Mestrado em Auditoria; Mestrado em Controlo de Gestão; Mestrado em Fiscalidade; Mestrado em Administração Pública; Mestrado em Controlo Financeiro Proponho ainda a realização, em colaboração, por exemplo, com uma Escola Superior de Educação, de um outro mestrado que dê competências específicas para a docência em Contabilidade. 9/15

10 3. Caracterização geral dos cursos 3.1. Curriculum nacional mínimo, para cada ciclo de formação e para cada área científica e em função das competências a adquirir. Curriculum nacional mínimo para o 1º ciclo Embora se verifique ter esta área do conhecimento um leque alargado de saídas profissionais, o que faz desta uma área de banda larga, consubstanciada nos diversos perfis para o exercício profissional, o curriculum nacional mínimo deverá ser igual para todos os cursos na medida em que todos os perfis apontados devem ter como base um conjunto de saberes idênticos. A caracterização do curso para um perfil específico deverá ser realizada nas disciplinas de opção e fundamentalmente ao nível do 2º ciclo, que embora não indispensável, já que não existe nenhuma ordem profissional que exija esse desiderato, é importante para que o futuro profissional tenha boa probabilidade de êxito, devendo aceder ao 2º ciclo, se não na sua totalidade pelo menos em parte, no caso 1 ano, razão pela qual defendi o modelo Assim proponho o seguinte Curriculum nacional mínimo 5 para o 1º ciclo do curso de Contabilidade, em que: ECTS Disciplinas curriculares % Prática (real ou simulada) em ambiente empresarial 1 10% Opcionais 3 21% 5 Este Curriculum nacional mínimo está estruturado com base no documento TB/B/COM.2/ISAR/6 do Intergovernmental working group of experts on international standards of accounting and reporting. 10/15

11 Disciplina / Grupo de disciplinas CURRICULUM NACIONAL MÍNIMO CONTABILIDADE FINANCEIRA Providenciar um conhecimento dos princípios e conceitos de contabilidade, bem como a sua aplicabilidade e relevância no contexto nacional e internacional, e desenvolver a capacidade de aplicar estes princípios e conceitos na preparação de informação contabilística (económica, financeira e outra relacionada). CONTABILIDADE FINANCEIRA AVANÇADA Desenvolver um aprofundamento dos conhecimentos e compreensão dos princípios e conceitos contabilísticos, aplicando-os a situações que surgem no exercício da profissão, seja a nível da empresa individual ou ao nível do agrupamento de empresas. CONTABILIDADE DE GESTÃO CONCEITOS BÁSICOS Providenciar uma base sólida fundamentada em técnicas quantitativas e métodos de custeio relevantes para o negócio e para a contabilidade. CONTABILIDADE DE GESTÃO INFORMAÇÃO PARA PLANEAMENTO, TOMADA DE DECISÃO E CONTROLO Preparar e analisar os dados contabilísticos de forma competente, aplicando-os dentro dos limites do planeamento, controlo e em situações de tomada de decisão, adaptandoos às mudanças que possam surgir. AUDITORIA Providenciar a compreensão da natureza e objectivos de uma auditoria e da prática geral de um processo de auditoria, bem como desenvolver um conhecimento meticuloso e a compreensão dos princípios e conceitos de auditoria, começando a aplicar este conhecimento a situações que surgem no exercício da profissão. FISCALIDADE Providenciar um fundamento fiável nas áreas principais do imposto (IVA, IRC, IRS, I. Selo, etc.) que surgem na prática profissional e que permitem resolver, no futuro, problemas não estruturados. GESTÃO FINANCEIRA E FINANÇAS EMPRESARIAIS Compreender os métodos de gestão financeira usados para análise dos benefícios das várias fontes de financiamento e oportunidades de investimento de capital. LEGISLAÇÃO COMERCIAL E OUTRAS RELEVANTES Despertar a consciência para a estrutura legal nacional dentro da qual um contabilista profissional opera. ECONOMIA Providenciar uma compreensão das questões, conceitos e teorias da microeconomia e da macroeconomia. Isto inclui a aplicação prática do pensamento económico para a tomada de decisão e previsão de problemas nos negócios, indústria e governo. Entender como a economia nacional interage com a economia do espaço comunitário e a economia global. Compreender as regras de funcionamento do comércio internacional. ECTS /15

12 MÉTODOS QUANTITATIVOS E ESTATÍSTICAS PARA O NEGÓCIO Providenciar uma compreensão de como calcular e usar algumas ferramentas quantitativas em aplicações práticas. Depois dos métodos de cálculo estarem compreendidos, os computadores são ferramentas úteis para efectuarem os cálculos reais. POLÍTICAS GERAIS EMPRESARIAIS E ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS Introduzir conceitos chave sobre diferentes tipos de organização e de como funcionam no contexto prático do ambiente empresarial. FUNÇÕES E PRÁTICAS DE GESTÃO, COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL E ESTRATÉGIA Providenciar conhecimento das diferentes funções, deveres e responsabilidades, bem como desenvolver a consciência no que diz respeito a decisões estratégicas como resultado de uma troca entre várias opções competitivas, compreendendo o processo da tomada de decisão e a necessidade de ponderar os argumentos, fazer escolhas e compreender que na maioria das circunstâncias, não existe apenas uma solução possível. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Técnicas para o tratamento de dados electrónicos (como usar microcomputadores e software básico, tal como um sistema operativo, processadores de texto, base de dados e folhas de cálculo). O estudo das tecnologias de informação deve ser integrada tanto quanto possível no estudo das disciplinas dos outros módulos, e não como disciplina isolada. PRÁTICA (REAL OU SIMULADA) EM AMBIENTE EMPRESARIAL Embora o saber pelo saber seja fundamental o saber fazer é indispensável num curso com estas características. É indispensável o estudante apresentar-se no mercado de trabalho com capacidade de interagir de imediato com a estrutura organizativa que vai encontrar, bem como estar familiarizado com o trabalho em equipa, com a pressão e, fundamentalmente, com as ferramentas que vai encontrar (hardware e software). Neste sentido é considerado necessário que seja contemplada uma prática em ambiente empresarial, seja em posto de trabalho real, seja em prática simulada. De notar que se o ambiente de trabalho for real é possível que os 1 ECTS propostos não sejam suficientes devido às habituais dificuldades de operacionalização dessa prática Racionalização na designação de cursos Os cursos existentes em Portugal têm surgido com várias designações sem que se perceba uma diferença nos currículos que justifique uma tão grande profusão de nomes. 12/15

13 Assim, além de cursos que têm como nome apenas a palavra Contabilidade, existem nomes de cursos como: Contabilidade e Administração Contabilidade e Administração Pública Contabilidade e Auditoria Contabilidade e Finanças Contabilidade e Finanças Públicas Contabilidade e Fiscalidade Contabilidade e Gestão Contabilidade e Gestão Financeira Contabilidade Empresarial Contabilidade, Fiscalidade e Auditoria e ainda Auditoria e Fiscalidade Gestão e Contabilidade A nível internacional utiliza-se normalmente apenas a palavra Contabilidade (Accounting) para designar os cursos superiores nesta área do conhecimento, havendo no entanto cursos que combinam duas ou mais áreas do conhecimento podendo dar origem a designações como: Contabilidade e ciências da computação (Accounting and computer scienc), Contabilidade e economia (Accounting and economics). Verificamos a existência em Portugal de uma tradição de cursos superiores de contabilidade que utilizam a designação de Contabilidade e Administração. Este termo Contabilidade e Administração remonta a 1976 e está profundamente difundido pelos estabelecimentos de ensino que o ministram e que no seu total representam muito mais de 50% da oferta nacional dos cursos inseridos nesta área do conhecimento. A contabilidade é hoje uma área do conhecimento que tendo como missão importante a recolha e preparação de informação não se fica pela preparação da informação para efeitos de demonstrações contabilísticas (económicas, financeiras e outras), mas vai muito além, transformando essa informação em conhecimento aplicável à tomada de decisão informada, 13/15

14 aproximando-se hoje já, em Portugal, o Contabilista da figura do Accountant dos países anglo-saxónicos em que este é parte integrante da tomada de decisão ao mais alto nível. Pelos motivos apontados sou de opinião que os cursos superiores de contabilidade poderão ter a designação complementar de Administração ou se quisermos de Gestão, embora neste caso se possa confundir com a área de conhecimento Gestão. Assim e em conclusão é meu parecer que os cursos superiores de contabilidade dever-se-ão designar de Contabilidade ou Contabilidade e Administração 6, sendo que outro nome deverá indiciar que se trata de um curso que conjuga mais de uma área do conhecimento, não se aplicando os perfis e competências descritos neste documento, mas sim um conjunto de perfis e competências próprio da conjugação das áreas do conhecimento indicadas. 4. Cursos de especialização objectivo e sua inserção no sistema Face aos perfis identificados e à análise de competências e qualificações profissionais versus perfil formativo deverá ser equacionada desde já a necessidade da realização de cursos de especialização que, conforme exposto no ponto 2.3, deverão constituir o primeiro ano dos cursos de 2º ciclo (mestrado), podendo no entanto ser realizados de forma autónoma se não existir curso de 2º ciclo estruturado. Os cursos de especialização que preconizo desde já são: Em Auditoria Em Controlo de Gestão Em Fiscalidade Em Administração Pública Em Controlo Financeiro Além dos cursos de especialização citados, deverá ser equacionada também a necessidade da realização de cursos de actualização para diplomados de 1º e 2º ciclos englobados na chamada 6 Ou Contabilidade e Gestão embora com a reserva atrás mencionada 14/15

15 formação permanente ou formação ao longo da vida. Estes cursos deverão ser preparados de forma a admitir também profissionais sem formação académica completa mas que tenham currículo profissional relevante. Estes cursos poderão ser de conteúdo semelhante aos preconizados para os mestrados: Auditoria; Controlo de Gestão; Fiscalidade; Administração Pública; Controle Financeiro, ou de conteúdo de maior pormenor como seja: normativos contabilísticos extras comunitários; contabilidade de instituições financeiras; contabilidade de instituições públicas; etc. 5. Questões complementares 5.1 Acesso inicial e ao longo da formação. Para o êxito da formação em 1º ciclo, entre outros factores, encontra-se a educação obtida no ensino secundário, bem como a motivação dos estudantes para esta área do conhecimento. Recomenda-se portanto que haja uma boa ligação entre o ensino secundário e o superior, nomeadamente, permitindo ao aluno do ensino secundário o acesso a uma disciplina, mesmo que opcional, de contabilidade que não só o preparasse melhor para o ingresso no ensino superior de contabilidade, mas também lhe permitisse conhecer melhor a área do conhecimento Contabilidade. Esta disciplina só poderá atingir os objectivos propostos se for coordenada por professor do ensino superior devidamente habilitado, conhecedor dos currículos e objectivos do curso bem como das crescentes exigências que se deparam ao profissional da contabilidade aos mais diversos níveis. Lisboa 30 de Novembro de 2004 O Coordenador da Área do Conhecimento Contabilidade Rui Manuel Pais de Almeida, 15/15

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