ULTRASSOM NO TRATAMENTO DE FIBROEDEMA GELÓIDE

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1 ULTRASSOM NO TRATAMENTO DE FIBROEDEMA GELÓIDE Brenda Camile Kuhle 1, Silvia Patrícia de Oliveira 2 1 Acadêmica do curso de Tecnologia em Estética e Cosmética da Universidade Tuiuti do Paraná (Curitiba, PR); 2 Fisioterapeuta, especialista em fisioterapia dermato funcional. Prof. Msc. Universidade Tuiuti do Paraná. Endereço para correspondência: Brenda Camile Kuhle, RESUMO: A fibroedema gelóide consiste numa infiltração edematosa do tecido conjuntivo subcutâneo, não inflamatório, seguido da polimerização da substância fundamental, que se infiltra nas tramas, causando uma reação fibrótica consecutiva. Acomete cerca de 90% das mulheres e pode ser identificada através do teste casca de laranja.o ultrassom é um recurso utilizado para essa desarmonia corporal. É um aparelho que emite ondas ultrassonoras e é utilizado na estética com a frequência de 3MHz. Esta pesquisa tem por objetivo avaliar os efeitos do ultrassom terapêutico no tratamento de fibroedema gelóide. Para isto, foi realizada uma revisão bibliográfica utilizando artigos publicados entre os anos de 2002 e 2013 e com livros sobre o tema proposto. Palavras-chave: ultrassom, fibroedema gelóide. ABSTRACT: The fibroedema geloide is a edematous infiltration of the subcutaneous tissue, not inflammatory, followed by polymerization of the fundamental substance that infiltrates in the plots, causing a consecutive fibrotic reaction. It affects about 90% of women and can be identified by testing "orange peel". Ultrasound is a resource used for this body disharmony. It's a device that emits ultrassonoras waves and is used in aesthetics with the frequency of 3MHz. This research aims to evaluate the effects of therapeutic ultrasound in the treatment of fibroedema geloide For this, a literature review was performed using articles published between the years 2002 and 2013 and with books on the theme. Keywords: ultrasound, fibroedema geloide. 1

2 INTRODUÇÃO O conjunto de alterações inestéticas se chama síndrome da desarmonia corporal, e nela estão presentes a adiposidade localizada, a fibroedema gelóide, aumento da gordura corporal total e flacidez muscular, e normalmente estão associadas (MACHADO, et al. 2011). A fibroedema gelóide (FEG) é uma afecção provocada pela deficiência na circulação linfática e sanguínea. É um problema que acomete cerca de 90% das mulheres e pode causar problemas estéticos, psicológicos e sociais (OENNING, 2002). Segundo Menezes e Silva (2009), a FEG é considerada multifatorial por ser determinada por fatores genéticos, hormonais, maus hábitos alimentares, obesidade, sedentarismo e tabagismo. É caracterizado por pequenas depressões na pele, conhecido como aspecto de casca de laranja, e os lugares mais acometidos são coxas, glúteos e abdômen. Para o tratamento dessa desarmonia corporal, o ultrassom é um recurso utilizado com frequência. O ultrassom é um aparelho que emite ondas sonoras, mas por serem em frequência mais alta, ficam fora da audição, sendo assim, chamadas de ondas ultrassonoras. O ultrassom terapêutico pode ser encontrado no mercado com frequência de 1,0 ou 3,0 megahertz (KUHNEN, 2010). O objetivo deste estudo é realizar uma revisão bibliográfica de recursos terapêuticos, focando nos efeitos do ultrassom, no tratamento da fibroedema gelóide. Para isso, foi realizada a pesquisa teórica e científica, uma vez que a profissão visa melhorar a qualidade de vida e o bem estar dos clientes. Fibroedema Gelóide De acordo com Mendonça et al. (2007), a fibroedema gelóide pode ser definida como uma alteração fisiológica de acúmulo a nível de interstício celular e células adiposas. Segundo o autor, ocorre uma linfoestase cutânea regional, que interferem nos mecanismos contráteis dos vasos linfáticos e linfangions. A interferência seria em nível de transmissão de estímulos neurológicos que envolvem a estrutura contrátil dos linfangions. 2

3 A FEG é considerada uma infiltração edematosa do tecido conjuntivo subcutâneo, não inflamatório, seguido de polimerização da substância fundamental que se infiltra nas tramas, causando uma reação fibrótica consecutiva. (CIPORKIN E PASCHOAL. 1992). Para Guirro e Guirro (2002), a FEG se apresenta em forma de nódulos ou placas de variadas extensões e localizações, por isso é denominada de fibroedema gelóide. Os aspectos clínicos e morfológicos do quadro sugerem a associação da fibroedema gelóide com insuficiência venosa crônica no nível de membros inferiores: pelos sintomas de parestesias, câimbras, sensação de peso, dor à palpação local e diminuição da temperatura tecidual nos locais afetados. Segundo Bacelar e Vieira (2006), a fibroedema gelóide se apresenta em forma de nódulos, e é um espessamento não inflamatório das camadas subepidérmicas e pode ser doloroso conforme o grau em que se encontra. E de acordo com a sua evolução, a FEG pode ser classificada em três graus, conforme o quadro a seguir: Quadro 1: Grau da FEG Grau da FEG: Características: Grau I Só é visível com a compressão do tecido durante a avaliação e não há presença de fibrose. Grau II É visível com ou sem compressão do tecido ou contração muscular. Nesse caso a FEG já se apresenta com fibrose e leve alteração na sensibilidade. Grau III Apresenta grave alteração cutânea, tanto em posição ortostática quanto em posição deitada, é visível depressões na pele com aparência flácida e enrugada, conhecida popularmente como "casca de laranja". Fonte: Bacelar e Vieira (2006) Para Luz e Silva (2010), a FEG pode ser classificada em quatro tipos: dura, flácida, edematosa e mista. A dura é comum entre pacientes jovens que praticam atividade física. A flácida acomete mulheres sedentárias, e é frequente após a terceira idade. A edematosa acometem mulheres jovens que fazem o uso de anticoncepcional. A mista é caracterizado quando há mais de um tipo de FEG. A fibrodema gelóide pode ser dividido em três classes de acordo com os fatores que desencadeiam o processo, são eles: os fatores predisponentes, fatores determinantes e fatores condicionantes (KUHNEN, 2010). 3

4 Quadro 2: Fatores da FEG: Fatores predisponentes: Fatores determinantes: Fatores condicionantes: Fonte: Kuhnen (2010) São fatores que podem predispor o aparecimento da FEG, e somando uns aos outros, tem probabilidade de ocorrer a FEG. Esses fatores são caracterizados pela genética, sexo, idade e desequilíbrio hormonal. Nessa classificação estão os maus hábitos de saúde que fazem com que apareça quadro de FEG. Esses maus hábitos estão citados problemas como estresse, uso do tabaco, sedentarismo, diabetes, má alimentação, disfunção hepática e desequilíbrios glandulares. Devido aos fatores citados anteriormente, ocorre perturbações hemodinâmicas locais, ocasionando no aumento da pressão dos capilares, dificultando a circulação linfática e sanguínea. Ultrassom No tratamento com ultrassom, ocorrem vibrações de alta frequência, com ondas ultrassônicas, a propagação de onda é longitudinal, onde as partículas vibram paralelamente à direção em que a onda é propagada (BEM, et al, 2010). Essas vibrações são conduzidas ao cabeçote, o qual é constituído com um cristal piezelétrico, que ao receber a corrente elétrica, muda a sua espessura na mesma frequência das oscilações elétricas recebidas, resultando na emissão de ondas ultrassonoras (BORGES, 2012). O ultrassom terapêutico pode ser encontrado em frequências de 1,0 ou 3,0MHz, dependendo da profundidade que quer ser alcançada. Enquanto o ultrassom de frequência 1MHz alcança entre 2,5 e 5,0 cm, o de frequência 3MHz varia entre 0,8 e 1,6 cm (GUIRRO e GUIRRO, 2004). A energia terapêutica é gerada por um transdutor que transforma a em energia elétrica em energia mecânica, e para o uso do ultrassom, o cabeçote, deve estar acoplado a pele, pois se tratando de ondas mecânicas, as ondas emitidas são propagadas somente em contato com um meio. As vibrações geradas causam uma agitação nos adipócitos fazendo com que as membranas das células sejam rompidas (OLSSON, 2008). O uso do ultrassom é importante em todas fases da fibroedema gelóide, devido ao aquecimento das estruturas construídas pelo tecido fibroso (ALMEIDA, 2005). 4

5 Borges (2012) afirma que o ultrassom possui efeitos fisiológicos como efeitos mecânicos, efeitos térmicos, vasodilatação, aumento da permeabilidade da membrana, aumento do fluxo sanguíneo, aumento do metabolismo, aumento das atividades dos fibroblastos, da síntese de colágeno e proteínas. O ultrassom, se for usado da forma correta, pode ser um tratamento efetivo com vários benefícios, mas também pode ser um risco em potencial se usado do modo errado. Nas contra indicações incluem: útero em gestação, gônadas, lesões malignas e pré cancerígenas, tecidos que foram tratados anteriormente com raios X profundo ou outros tipos de radiação, trombose, embolia, arterosclerose, infecções agudas, área cardíaca na doença cardíaca avançada, olhos, gânglios estrelado, hemofílicos não protegidos por reposição de fator, áreas sobre proeminência ósseas subcutâneas, placas epifisárias, medula espinhal pós laminectomia, nervos subcutâneos principais, crânio e áreas anestésicas (KITCHEN, 2003). Uma das técnicas de aplicação do ultrassom é feita por contato direto. É indicado quando a superfície é plana, sem muitas irregularidades, onde o cabeçote consegue ter um bastante contato com o tecido. Deve ser usado gel a base de água para um melhor acoplamento e os movimentos são feitos em forma de círculo, lenta e uniforme (BORGES, 2012). Fonoforese Além dos efeitos fisiológicos do ultrassom na fibroedema gelóide, há outro modo de aplicação que é a fonoforese. Esta técnica consiste na aplicação tópica de ativos, o qual se dirigem para os tecidos subjacentes através do ultrassom (JESUS, et al. 2006). Muitos trabalhos a qual se caracteriza por uma técnica que tem como objetivo de introduzir substâncias cosmético medicamentosa através da pele, geralmente são usados produtos lipolíticos e estimulante da circulação. É uma das técnicas mais utilizadas na estética quando se trata de fibroedema gelóide. Uma das vantagens de se utilizar a técnica da fonoforese é a ação local do cosmético, fazendo com que reduzam as chances de efeitos colaterais decorrente da ação sistêmica (BORGES, 2012). Para Luz e Silva (2010) a eficácia da fonoforese, além de depender do da frequência, intensidade e 5

6 duração do tratamento, depende também da natureza do ativo que será utilizado. METODOLOGIA Este trabalho constitui-se numa revisão bibliográfica, realizada através de pesquisa em algumas bases de dados como Scielo, Revista Inspirar e Fisioterapia Brasil, em edições publicadas no período de 1992 a 2013, tendo como palavras chave para pesquisa: ultrassom e fibroedema gelóide. Utilizouse artigos em português e livros com conteúdo de relevância, e em pesquisa no Google Acadêmico, foram encontrados sites de universidades com artigos sobre o tema proposto. DISCUSSÃO Para Silvestre e Zanon (2009), com o uso do ultrassom no tratamento da fibroedema gelóide, ocorre uma liberação de mediadores químicos e neovascularização, como consequência disso, há um aumento da circulação, rearranjo e aumento da extensibilidade das fibras colágenas e também melhora as propriedades mecânicas do tecido. Mendonça, et al (2007) define a FEG como sendo uma doença de acúmulo em nível interstício celular e células adiposas. Além disso, traz a FEG como sendo irrelevante e não muito valorizada. E afirma que para alguns estudiosos, além da FEG ser irrelevante e não muito valorizada, a FEG não é considerada digna de estudos nosológicos, pois é considerado uma expressão normal do corpo da mulher. Para Luz e Silva (2010) a FEG é uma afecção multifatorial. Segundo Parienti (2001), a sessão de tratamento utilizando ultrassom não pode ultrapassar mais que 10 minutos e sua zona de atuação é 10x15cm. Mas para Longo (2001), a sessão não pode passar de 15 a 20 minutos contínuos, devido aos efeitos colaterais que podem ocorrer, como: vertigem, estresse e tontura. Para Guirro e Guirro (2004), a aplicação do ultrassom deve ser de 3 a 5 minutos numa região de 10cm, não podendo ultrapassar 20 minutos da sessão 6

7 completa. Porém, Batista (2005) aplicou o ultrassom Avatar durante 15 minutos em cada hemicorpo. Machado, et al. (2011) publicou um estudo sobre o tratamento usando o ultrassom terapêutico na FEG com 24 voluntárias. Foram realizadas 10 sessões do tratamento proposto com gel sem nenhum ativo. O tratamento foi realizado bilateralmente, dividindo-se a região glútea em quatro quadrantes, com o ultrassom no modo contínuo na frequência de 3MHz e intensidade de 1,0Wcm² por dois minutos em cada área de 10cm. Após o tratamento, verificou-se que 68,18% das voluntárias tiveram melhora no aspecto epitelial da fibroedema gelóide. Fonseca, et al (2013) realizou um estudo de caso numa paciente que apresentava FEG na região glútea. Foi utilizado ultrassom terapêutico com frequência de 3MHz, na intensidade de 0,5Wcm², no modo contínuo, utilizando um transdutor com ERA de 4cm². A técnica utilizada foi a fonoforese com substância de acoplamento composto por arnica, algas marinhas, centella asiática, castanha da índia, cavalhinha, hera, erva mate, laranja amarga, chá verde, gengibre e L- carnitina. No início do tratamento, a paciente estava com FEG grau III, e após 20 sessões do tratamento, a paciente já apresentava a FEG em grau I. Também houve melhora na aparência da pele e na contração do glúteo. A paciente relatou que sentiu melhora e ficou satisfeita com o resultado. Federico, et al (2006) utilizou a técnica de fonoforese com ativos como centella asiática e castanha da índia em 5 pacientes divididos em 2 grupos. O primeiro grupo ultrassom de ERA de 8,5cm² com 1,1Watts/cm² e o segundo grupo com ultrassom de ERA de 4cm² com 1,5Watts/cm² com frequência de 3MHz no modo contínuo. No total, foram realizadas 16 sessões, 4 vezes por semana. O resultado foi satisfatório para apenas 1, das 5 participantes. No estudo de Luz e Silva (2010), foi relatado pela paciente que houve melhora após as 20 sessões. As sessões foram realizadas três vezes por semana com duração de 8 minutos cada uma, as aplicações equivaleram ao tempo de 1 minuto em cada quadrante. O tratamento foi realizado numa área total de 36cm² e foi dividida em quadrante, resultando em 9cm² cada região a ser trabalhada. Foi utilizado o aparelho de ultrassom Avatar na frequência de 3 Mhz na intensidade de 0,8Watts/cm², utilizando três transdutores com ERA de 7

8 6cm². Neste estudo, utilizou-se a técnica de aplicação de fonoforese com ativos de cafeína, centella asiática, equisetum, ginkgo biloba, castanha da índia e algas marinhas. Segundo o autor, não houve melhora no grau da FEG, apenas na aparência. Ainda de acordo com o autor, se fossem realizadas mais sessões com os mesmos ativos, o resultado obtido seria melhor em relação ao grau da FEG, se a paciente tivesse hábitos alimentares saudáveis. CONSIDERAÇÕES FINAIS Para a maioria das mulheres, a FEG causa um grande aspecto inestético, e cada vez mais elas se submetem aos tratamentos com o objetivo de melhorar a aparência. Além de causar problemas na aparência, a FEG também compromete a autoestima. De acordo com esta pesquisa, verificou-se que o ultrassom pode ser eficaz no tratamento da fibroedema gelóide, é capaz de diminuir o grau da FEG e melhorar a aparência da pele. 8

9 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALMEIDA, D. C. B. et al. Parâmetros de aplicabilidade do ultra-som no tratamento da lipodistrofia ginóide. Revista Fisioterapia Brasil, BACELAR, V. C. F; VIEIRA, M, E, S. Importância da vacuoterapia no fibroedema gilóide. Madrid, BATISTA, M. C. Efeitos obtidos com a aplicação do ultra som associado à fonoforese no tratamento do fibro edema gelóide BEM, D, M. et al. Análise histológica em tecido epitelial sadio de ratos Wistar (in vivo) irradiados com diferentes intensidades de ultrassom. Revista Brasileira de Fisioterapia. São Carlos, BORGES, F. S. Modalidades terapêuticas nas disfunções estéticas. 2 ed. São Paulo, CIPORKIN, I.; PASCHOAL, L. H. Atualização terapêutica e fisiopatogênica da lipodistrofia genóide. 5. ed. São Paulo: Santos, FEDERICO, M. R. et al. Tratamento de celulite (Paniculopatia Edemato Fibroesclerótica) utilizando fonoforese com substâncias acoplante à base de hera, centella asiática e castanha da índia. Fisioterapia Ser, FONSECA, N. H. et al. A aplicabilidade do ultra-som no tratamento do fibro edema gelóide (FEG) na região glútea. Acta Biomedica Brasiliensia, GUIRRO, E; GUIRRO, R. Fisioterapia Dermato-Funcional. 3 ed. Editora Manole, GUIRRO, E; GUIRRO, R. Fisioterapia Dermato-Funcional. 3 ed. Editora Manole, JESUS, G. S. et al. Fonoforese X permeação cutânea. Curitiba, KITCHEN, S. Eletroterapia: prática baseada em evidências. 2. ed., Barueri- SP: Manole,

10 KUHNEN, A. P. Efeitos fisiológicos do ultra-som terapêutico no tratamento do fibro-edema gelóide. Florianópolis, Sana Catarina, LONGO, G. J. Ultra-som: um recurso muito valioso LUZ, A. S; SILVA, R. P. A aplicabilidade do ultra som avatar IV esthétic associado à fonoforese no tratamento da fibro edema gelóide (FEG). Revista Eletrônica Saúde CESUC, Dispinível em: < /dff46a8e774221ceaa0d07dbb2a978c2.pdf> MACHADO, G. C. et al. Análise dos efeitos do ultrassom terapêutico e da eletrolipoforese nas alterações decorrentes do fibroedema gelóide. Curitiba, MENDONÇA, K. M. P. P. et al. Ressonância Magnética: um processo na avaliação objetiva do fibro edema gelóide. Natal MENEZES, R. C; SILVA, S. G. Ultra-som no tratamento de fibro edema gelóide. Curitiba, OENNING, E. P. Efeitos obtidos com a aplicação do ultra-som no tratamento do fibro edema gelóide - FEG (celulite). Trabalho de Conclusão do Curso de Fisioterapia da Universidade do Sul de Santa Catarina Disponível em: artigoelainepickleroenning.pdf> OLSSON, D. C. Ultra-som terapêutico na cicatrização tecidual. Santa Maria, PARIENTI, I. J. A Celulite. In. Medicina Estética. São Paulo: Andrei, SILVESTRE, CP. P; ZANON, C, S. O uso do ultra-som associado com a drenagem linfática manual do tratamento do fibro edema gelóide. Ágora,

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