DIREITO CIVIL III - CONTRATOS CONTRATOS TEORIA GERAL DOS. Interpretação Contratual (Hermenêutica) 24/09/09 Prof a. Esp.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DIREITO CIVIL III - CONTRATOS CONTRATOS TEORIA GERAL DOS. Interpretação Contratual (Hermenêutica) 24/09/09 Prof a. Esp."

Transcrição

1 DIREITO CIVIL III - CONTRATOS TEORIA GERAL DOS CONTRATOS Interpretação Contratual (Hermenêutica) 24/09/09 Prof a. Esp. Helisia Góes

2 CONCEITOS RELEVANTES INTERPRETAR é estender ou explicar o sentido, as idéias ias de... INTERPRETAÇÃO CONTRATUAL é a busca do significado jurídico do conteúdo do contrato. como consiste, em duas distintas declarações de vontade que se integram, contrato requer sempre interpretação, mormente quando são obscuras, ambíguas ou duvidosas. Interpretar um contrato é, afinal, esclarecer o sentido dessas declarações e determinar o significado do acordo ou consenso. GOMES (Contratos, 1999, p. 198)

3 OBJETIVOS DA INTERPRETAÇÃO Entender/esclarecer o significado e a extensão jurídica da manifestação de vontade realizada pelos contratantes. Investigar a vontade objetiva no conteúdo contratual. PARA: determinar-se os efeitos juridicamente relevantes do contrato. Interpretar o negócio jurídico é, portanto, precisar o sentido e alcance do conteúdo da declaração de vontade. Busca-se apurar a vontade concreta das partes, não a vontade interna, psicológica, mas a vontade objetiva, o conteúdo, as normas que nascem da sua declaração. GONÇALVES; STOLZE (2009, pág. 41)

4 PRESSUPOSTO DA INTERPRETAÇÃO CONTROVÉRSIA instaurada e não resolvida pelos contratantes. DIVERGÊNCIA acerca do sentido, extensão ou intensidade dos efeitos do conteúdo contratual. A referida controvérsia/divergência decorre, normalmente, da utilização de palavras ou frases confusas, obscuras, duvidosas ou ambíguas.

5 ESPÉCIES DE INTERPRETAÇÃO SUBJETIVA OBJETIVA busca aferir a intenção comum das partes (vontade real dos contratantes). busca o esclarecimento dos sentidos das declarações que sejam ambíguas, confusas ou obscuras no contrato. Observação - devem ser aplicados: Princípio da Investigação da Vontade Real Interpr. Subjetiva Princípio da Conservação do Contrato Interpretação Objetiva

6 FORMAS DE INTERPRETAÇÃO DECLARATÓRIA CONSTRUTIVA ou INTEGRATIVA verificação da intenção comum dos contratantes no momento da celebração contratual. (Interpretação Subjetiva). aproveitamento do contrato, com o suprimento de lacunas e pontos omissos deixados pelas partes. (Interpretação Objetiva)...dizer se a vontade declarada ou a vontade real irá prevalecer é algo que só o caso concreto permitirá julgar. FIUZA, 2007

7 INTÉRPRETE Quem deve interpretar os contratos? Partes Contratantes Como o intérprete deve atuar? Poder Judiciário (Revisão dos Contratos) deve buscar a vontade das partes ( espírito das regras formuladas); deve evitar o subjetivismo de sua análise; deve pautar-se nas bases principiológicas vigentes. A hermenêutica contratual ganha importância quando as partes se desentendem, cabendo ao interprete desvendar os meandros do contrato, sua causa, motivo, fim suas bases objetivas e subjetivas, a fim de compor o conflito. FIUZA (2007, pág. 439)

8 REGRAS LEGAIS DE INTERPRETAÇÃO (CÓDIGO CIVIL 2002) Reserva Mental não impede a eficácia cia da vontade declarada (art. 110, CC) Anuência decorrente do silêncio de uma das partes (art. 111, CC) - Manifestada Tácita da Vontade; Prevalência da intenção das partes sobre o conteúdo literal do contrato (art. 112, CC); Boa-fé objetiva e probidade (arts. 113, 1ª parte e 422, CC); Usos e costumes do lugar da celebração (arts. 113, 2ª parte, CC) ;

9 REGRAS LEGAIS DE INTERPRETAÇÃO (CÓDIGO CIVIL 2002) Função social (art. 421, CC); Limitação aos contratos de adesão (art. 423, CC); Limitação dos negócios jurídicos benéficos e da renúncia (art. 114, CC); Limitação da transação (art. 843, CC); Limitação da fiança a (art. 819, CC); Conservação ou aproveitamento do contrato. Ou seja, se uma cláusula contratual permitir mais de uma interpretação, deve-se aplicar aquela que torne o contrato útil, que lhe garanta a efetividade.

10 REGRAS GERAIS DE INTERPRETAÇÃO APLICADAS AOS CONTRATOS 1) Interessa mais a intenção das partes do que o sentido literal das palavras; 2) Quando uma cláusula possuir dois sentidos, deve ser interpretada de modo a produzir algum efeito; 3) As expressões de duplo sentido interpretam-se de acordo com o objeto do contrato; 4) As expressões ambíguas interpretam-se de acordo com os costumes do lugar da formação do contrato; 5) Na dúvida, d os contratos interpretam-se contra o estipulante, ou seja, contra a parte que fez a proposta inicial; 6) As cláusulas contratuais devem ser interpretadas umas em relação às s outras, ou seja, em conjunto

11 REGRAS GERAIS DE INTERPRETAÇÃO APLICADAS AOS CONTRATOS 7) As cláusulas compreendem apenas o objeto do contrato, e não as coisas não cogitadas; 8) Os bens singulares estão todos englobados e seguem os universais; 9) Se para explicar determinada cláusula, as partes aduzirem exemplo, isso não significará que a cláusula só se aplicará ocorrendo o fato, objeto do exemplo; 10) Uma cláusula expressa no plural decompõe-se muitas vezes em cláusulas singulares; 11) O que está no fim do período relaciona-se com todo ele e não sós com a parte antecedente, se com aquele concordar em número n e gênero;

12 REGRAS GERAIS DE INTERPRETAÇÃO APLICADAS AOS CONTRATOS 12) Toda cláusula será interpretada contra o contratante de má-fé; m 13) Expressões inócuas consideram-se se não escritas; 14) As disposições contratuais visam, em regra, a objetivo econômico; 15) Ninguém m contrata para se prejudicar; 16) A interpretação deve ser menos onerosa para o devedor; 17) Se um contrato se segue de outro que o modifica sós em parte, devem ser interpretados em conjunto; 18) Entre cláusula impressa e datilografada ou manuscrita, prevalecem as últimas; 19) A onerosidade é geralmente presumida.

13 APLICAÇÃO PRÁTICA DAS REGRAS DE INTERPRETAÇÃO DOS CONTRATOS 1) Na dúvida, d interpreta-se a favor do devedor; 2) Na dúvida, d interpreta-se a favor do consumidor; 3) Na dúvida, d interpreta-se a favor do aderente; 4) Na dúvida, d interpreta-se a favor da parte mais fraca; 5) Na dúvida, d interpreta-se a favor do empregado; 6) Na dúvida, d interpreta-se a favor do locatário.

14 REGRAS GERAIS DE INTERPRETAÇÃO DOS CONTRATOS NO CDC Art. 46. Os contratos que regulam as relações de consumo não obrigarão os consumidores,, se não lhes for dada a oportunidade de tomar conhecimento prévio de seu conteúdo, ou se os respectivos instrumentos forem redigidos de modo a dificultar a compreensão de seu sentido e alcance. Art. 47. As cláusulas contratuais serão interpretadas de maneira mais favorável vel ao consumidor.

15 REVISÃO DOS CONTRATOS Resulta da mitigação dos princípios pios da Autonomia da Vontade e do Pacta Sunt Servanda. Pautado, essencialmente, no Princípio rebus sic stantibus,, que permite a revisão dos contratos ante a modificação das circunstâncias existentes no momento da celebração; O equilíbrio contratual deve existir na formação do contrato, sendo mantido em toda a sua execução; A relativização do contrato encontra fundamento no princípio da conservação do negócio jurídico, o que se torna possível mediante a sua revisão, cujo desiderato é a promoção do reequilíbrio do ajuste originalmente estabelecido, restituindo-se as partes à comutatividade originária, quando da conclusão do contrato. SENISE (2004, pág. 148)

16 REVISÃO DOS CONTRATOS TEORIA DA IMPREVISÃO O contrato só poderá ser mantido se as circunstâncias ou acontecimentos posteriores não o mudarem; Esta teoria é pressuposto da revisão judicial do contrato, com base: no equilíbrio dos contratos; no restabelecimento da comutatividade das prestações contratuais afetadas por eventos que as tornem excessivamente onerosas; na manutenção da base negocial sobre a qual se firmou o contrato; na equidade, na boa-fé, na moralidade e na confiança.

17 REVISÃO DOS CONTRATOS TEORIA DA IMPREVISÃO NO CC 2002 Resolução por onerosidade excessiva (arts. 478 a 480, CC); Fatos Supervenientes, de caráter extraordinário e imprevisível; Desequilíbrio contratual - onerosidade excessiva; A revisão (em lugar da resolução) por onerosidade excessiva superveniente está condicionada a ato de vontade do réu no sentido de oferecer a modificação eqüitativa da equação contratual (art. 479, CC). Deverá se privilegiar a manutenção do contrato, por meio de sua revisão e adequação (art. 421, CC). A Resolução somente deve ser aplicada se não for possível a revisão.

18 OBRIGADA!!!!

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE COACHING

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE COACHING CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE COACHING Base Legal Artigos 593 a 609 Novo Código Civil; Código de Defesa do Consumidor Art. 593. A prestação de serviço, que não estiver sujeita às leis trabalhistas

Leia mais

Conteúdos/ Matéria. Categorias/ Questões. Habilidades e Competências. Textos, filmes e outros materiais. Tipo de aula. Semana

Conteúdos/ Matéria. Categorias/ Questões. Habilidades e Competências. Textos, filmes e outros materiais. Tipo de aula. Semana PLANO DE CURSO DISCIPLINA: DIREITO CONTRATUAL (CÓD. ENEX 60119) ETAPA: 4ª TOTAL DE ENCONTROS: 15 SEMANAS Semana Conteúdos/ Matéria Categorias/ Questões Tipo de aula Habilidades e Competências Textos, filmes

Leia mais

TRABALHOS TÉCNICOS Divisão Jurídica O CONTRATO DE ADESÃO NAS RELAÇÕES DE CONSUMO. Letícia Mariz de Oliveira Advogada

TRABALHOS TÉCNICOS Divisão Jurídica O CONTRATO DE ADESÃO NAS RELAÇÕES DE CONSUMO. Letícia Mariz de Oliveira Advogada TRABALHOS TÉCNICOS Divisão Jurídica O CONTRATO DE ADESÃO NAS RELAÇÕES DE CONSUMO Letícia Mariz de Oliveira Advogada Numa economia de escala, cada vez mais globalizada, diante da necessidade de simplificação

Leia mais

Este Plano de Curso poderá sofrer alterações a critério do professor e/ou da Coordenação.

Este Plano de Curso poderá sofrer alterações a critério do professor e/ou da Coordenação. PLANO DE CURSO 2014/02 Este Plano de Curso poderá sofrer alterações a critério do professor e/ou da Coordenação. DISCIPLINA: DIREITO CIVIL III PROFESSORA: IVANA BONESI RODRIGUES LELLIS TURMA: 4º AM / BM

Leia mais

Avaliação do Desequilíbrio Econômico- Financeiro em Contratos de Construções

Avaliação do Desequilíbrio Econômico- Financeiro em Contratos de Construções Avaliação do Desequilíbrio Econômico- Financeiro em Contratos de Construções Equilíbrio Econômico-Financeiro Definição manutenção da relação estabelecida inicialmente pelas partes contratantes que deverá

Leia mais

Hugo Goes Direito Previdenciário Módulo 02 Aula Direito Previdenciário para o Concurso do INSS

Hugo Goes Direito Previdenciário Módulo 02 Aula Direito Previdenciário para o Concurso do INSS Hugo Goes Direito Previdenciário Módulo 02 Aula 001-005 Direito Previdenciário para o Concurso do INSS Fontes Hierarquia (ordem de graduação) Autonomia (entre os diversos ramos) Aplicação (conflitos entre

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br BuscaLegis.ccj.ufsc.Br Breves Comentários sobre a Função Social dos Contratos Alessandro Meyer da Fonseca* O Código Civil, composto de uma parte geral e cinco partes especiais, estabelece as regras de

Leia mais

Aula I. Des. Maldonado de Carvalho. TEMA Princípios Gerais do CDC e Direitos básicos do consumidor. distribuição e o consumo em massa.

Aula I. Des. Maldonado de Carvalho. TEMA Princípios Gerais do CDC e Direitos básicos do consumidor. distribuição e o consumo em massa. Aula I Des. Maldonado de Carvalho TEMA Princípios Gerais do CDC e Direitos básicos do consumidor. - distribuição e o consumo em massa. justamente o que possui o conhecimento e a informação adequada sumidor.

Leia mais

Tribunais Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro Direito Civil Nilmar de Aquino

Tribunais Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro Direito Civil Nilmar de Aquino Tribunais Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro Direito Civil Nilmar de Aquino 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. 1. Introdução Lei que regulamenta

Leia mais

Planejamento Tributário

Planejamento Tributário Planejamento Tributário rio Análise da Legitimidade Critérios rios Jurídicos Claudemir Rodrigues Malaquias claudemir.malaquias malaquias@carf.fazenda.gov.br 1 Sumário Contexto Patologias do Negócio Jurídico

Leia mais

DIREITO DO TRABALHO PRINCÍPIOS DO DIREITO DO TRABALHO

DIREITO DO TRABALHO PRINCÍPIOS DO DIREITO DO TRABALHO DIREITO DO TRABALHO PRINCÍPIOS DO DIREITO DO TRABALHO Atualizado em 13/01/2016 PRINCÍPIOS DO DIREITO DO TRABALHO PRINCÍPIO PROTETOR Nas relações empregatícios sempre existe o conflito entre o detentor

Leia mais

DIREITO DO TRABALHO. Fontes formais autônomas: elaboradas pelos próprios interessados em aplicá-las. (grupos sociais = sindicatos)

DIREITO DO TRABALHO. Fontes formais autônomas: elaboradas pelos próprios interessados em aplicá-las. (grupos sociais = sindicatos) DIREITO DO TRABALHO FONTES DO DIREITO DO TRABALHO: MATERIAIS: FORMAIS: Fontes formais autônomas: elaboradas pelos próprios interessados em aplicá-las. (grupos sociais = sindicatos) Convenções coletivas

Leia mais

Aula 10 CLASSIFICANDO O CONTRATO DE DOAÇÃO SIMPLES UNILATERAL

Aula 10 CLASSIFICANDO O CONTRATO DE DOAÇÃO SIMPLES UNILATERAL Turma e Ano: CAM MASTER B 2015 Matéria / Aula: Direito Civil Obrigações e Contratos Aula 10 Professor: Rafael da Mota Mendonça Monitor: Mário Alexandre de Oliveira Ferreira Aula 10 CLASSIFICANDO O CONTRATO

Leia mais

Aula 11 1) RELAÇÃO ENTRE A FUNÇÃO SOCIAL DOS CONTRATOS E OS DEMAIS PRINCÍPIOS

Aula 11 1) RELAÇÃO ENTRE A FUNÇÃO SOCIAL DOS CONTRATOS E OS DEMAIS PRINCÍPIOS Turma e Ano: CAM MASTER B 2015 Matéria / Aula: Direito Civil Obrigações e Contratos Aula 11 Professor: Rafael da Mota Mendonça Monitor: Mário Alexandre de Oliveira Ferreira Aula 11 1) RELAÇÃO ENTRE A FUNÇÃO

Leia mais

TRABALHOS TÉCNICOS Divisão Jurídica ONEROSIDADE EXCESSIVA NOS CONTRATOS E A REVISÃO DA CLÁUSULA PENAL. Orlando Spinetti Advogado

TRABALHOS TÉCNICOS Divisão Jurídica ONEROSIDADE EXCESSIVA NOS CONTRATOS E A REVISÃO DA CLÁUSULA PENAL. Orlando Spinetti Advogado TRABALHOS TÉCNICOS Divisão Jurídica ONEROSIDADE EXCESSIVA NOS CONTRATOS E A REVISÃO DA CLÁUSULA PENAL Orlando Spinetti Advogado O nosso objetivo no presente trabalho é analisar a possibilidade de revisão

Leia mais

Meios de solução de controvérsias nas relações de consumo de seguros GUSTAVO DA ROCHA SCHMIDT

Meios de solução de controvérsias nas relações de consumo de seguros GUSTAVO DA ROCHA SCHMIDT Meios de solução de controvérsias nas relações de consumo de seguros GUSTAVO DA ROCHA SCHMIDT Em razão do volume exorbitante de demandas, o Judiciário brasileiro torna-se, naturalmente, incapaz de pacificar

Leia mais

Ana Flávia Penido 2. Penido, Ana Flávia. Execução de contrato não cumprido / Ana Flávia Penido. Varginha, f.

Ana Flávia Penido 2. Penido, Ana Flávia. Execução de contrato não cumprido / Ana Flávia Penido. Varginha, f. 1 Penido, Ana Flávia. P411e Execução de contrato não cumprido / Ana Flávia Penido. Varginha, 2015. 8 f. Sistema requerido: Adobe Acrobat Reader Modo de Acesso: World Wide Web 1. Quebra de contrato. 2.

Leia mais

MANIFESTAÇÃO DE VONTADE NAS RELAÇÕES DE CONSUMO

MANIFESTAÇÃO DE VONTADE NAS RELAÇÕES DE CONSUMO Revista das Faculdades Integradas Claretianas Vol. 1 janeiro/dezembro de 2008 MANIFESTAÇÃO DE VONTADE NAS RELAÇÕES DE CONSUMO Julio César Altarugio Costa Faculdades Integradas Claretianas super_trumpho@ig.com.br

Leia mais

Legislação Organização Escolar

Legislação Organização Escolar Legislação Organização Escolar Despacho Conjunto n.º 300/97 (2ª série), de 9 de Setembro MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE E SEGURANÇA SOCIAL Define as normas que regulam a comparticipação

Leia mais

Universidade Federal do Rio Grande do Sul Porto Alegre Brasil University of New South Wales Sydney Austrália Universidade do Povo Macau - China

Universidade Federal do Rio Grande do Sul Porto Alegre Brasil University of New South Wales Sydney Austrália Universidade do Povo Macau - China 11. CONVENÇÃO SOBRE OS CONFLITOS DE LEIS QUANTO À FORMA DE DISPOSIÇÕES TESTAMENTÁRIAS (Concluída em 5 de outubro de 1961) Os Estados signatários da presente Convenção, Desejando estabelecer disposições

Leia mais

Objetividade do conhecimento nas ciências sociais. - primeiro passo: evitar confusões entre juízos de fato e juízos de valor.

Objetividade do conhecimento nas ciências sociais. - primeiro passo: evitar confusões entre juízos de fato e juízos de valor. Objetividade do conhecimento nas ciências sociais Objetividade +> rejeição à posição positivista no que se refere à neutralidade valorativa: rígida separação entre fatos e valores; => demarcação entre

Leia mais

Quando um contrato é necessário?

Quando um contrato é necessário? Quando um contrato é necessário? Milhares de pessoas realizam acordos diariamente sem se preocuparem com as formalidades e exigências legais. É certo que, para ser válido, nem todo acordo precisa ser formalizado

Leia mais

JOSÉ FERNANDO LUTZ COELHO Advogado; Professor de Direito; Mestre em Integração Latino-Americana da UFSM ; Consultor jurídico na área imobiliária.

JOSÉ FERNANDO LUTZ COELHO Advogado; Professor de Direito; Mestre em Integração Latino-Americana da UFSM ; Consultor jurídico na área imobiliária. JOSÉ FERNANDO LUTZ COELHO Advogado; Professor de Direito; Mestre em Integração Latino-Americana da UFSM ; Consultor jurídico na área imobiliária. CONTRATOS AGRÁRIOS Uma visão neo-agrarista Juruá Editora

Leia mais

Ana Flávia Penido 2. Penido, Ana Flávia. P411e Extinção do contrato / Ana Flávia Penido. Varginha, f.

Ana Flávia Penido 2. Penido, Ana Flávia. P411e Extinção do contrato / Ana Flávia Penido. Varginha, f. 1 Penido, Ana Flávia. P411e Extinção do contrato /. Varginha, 2015. 9 f. Sistema requerido: Adobe Acrobat Reader Modo de Acesso: World Wide Web 1. Contrato Rescisão. 2. Direito. I. Título. II. Fundação

Leia mais

Princípios da Administração Pública

Princípios da Administração Pública Princípios da Administração Pública PRINCÍPIO DA LEGALIDADE Conceito: Ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei (art. 5º, II da CF). O Princípio da legalidade

Leia mais

Tributação Indireta no contexto do IFRS. Possíveis Impactos no ICMS/ISS

Tributação Indireta no contexto do IFRS. Possíveis Impactos no ICMS/ISS Tributação Indireta no contexto do IFRS Possíveis Impactos no ICMS/ISS Reunião GEDEC 28/10/2015 Escopo da Apresentação Foram analisados os CPCs que possam gerar controvérsias ou possíveis impactos fiscais

Leia mais

Direito processual penal Conceito e finalidade

Direito processual penal Conceito e finalidade Direito processual penal Conceito e finalidade O Direito é uno, logo não devemos interpretar as disciplinas do direito de forma isolada, mas sim em um sistema único que se comunica com as outras disciplinas

Leia mais

Scheer. Advogados Associados. Mauro Scheer Luís Carmen Rosa Nunes

Scheer. Advogados Associados. Mauro Scheer Luís Carmen Rosa Nunes Scheer Advogados Associados Mauro Scheer Luís Carmen Rosa Nunes GESTÃO DE CONTRATOS EMPRESARIAIS: DA NEGOCIAÇÃO À EXTINÇÃO Mauro Scheer Luís Carmen Rosa Nunes AHK S.P. 12/02/2014 Mini Currículo Carmen

Leia mais

Curso Êxito e Prof. Bruno Creado

Curso Êxito e Prof. Bruno Creado Curso Êxito e Prof. Bruno Creado Questões Comentadas Segue às questões da Vunesp do concurso de procurador municipal, devidamente comentada. Cargo de confiança 1) A determinação do empregador para que

Leia mais

Questões derivadas da MP 627

Questões derivadas da MP 627 III CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO TRIBUTÁRIO ATUAL IBDT/AJUFE/FDUSP-DEF Questões derivadas da MP 627 Contabilidade e Direito: essência e forma Elidie Palma Bifano Tema do bloco: Questões derivadas da

Leia mais

TABELA "F" - EXTRAJUDICIAL DOS TABELIÃES

TABELA F - EXTRAJUDICIAL DOS TABELIÃES ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 19/2015 SECRETARIA DE CONTAS JUDICIAIS E DE APOIO AOS JUIZADOS ESPECIAIS SUBSECRETARIA DE CONTROLE GERAL DE CUSTAS E DE DEPÓSITOS JUDICIAIS REGIMENTO DE CUSTAS / DECRETO-LEI Nº 115/67

Leia mais

DISCUSSÃO SOBRE A APLICABILIDADE DO CDC ÀS AUTOGESTÕES

DISCUSSÃO SOBRE A APLICABILIDADE DO CDC ÀS AUTOGESTÕES DISCUSSÃO SOBRE A APLICABILIDADE DO CDC ÀS - Súmula nº 469/STJ Eduardo Henrique Lamers Agenda - Inaplicabilidade do CDC às EFPC s - Razões Inaplicabilidade do CDC às Autogestões - Consequências do Reconhecimento

Leia mais

MEDIDAS CAUTELARES EM ARBITRAGEM MARÍTIMA. Iwam Jaeger RIO DE JANEIRO

MEDIDAS CAUTELARES EM ARBITRAGEM MARÍTIMA. Iwam Jaeger RIO DE JANEIRO Iwam Jaeger iwam@kincaid.com.br RIO DE JANEIRO FONE: (55 21) 2276 6200 FAX: (55 21) 2253 4259 AV. RIO BRANCO, 25-1º andar 20090-003 - RIO DE JANEIRO RJ MEDIDAS CAUTELARES NO DIREITO MARÍTIMO O PODER GERAL

Leia mais

ICMS. Arbitramento. A fiscalização deve apurar o montante devido no lançamento tributário com o abatimento dos

ICMS. Arbitramento. A fiscalização deve apurar o montante devido no lançamento tributário com o abatimento dos ICMS. Arbitramento. A fiscalização deve apurar o montante devido no lançamento tributário com o abatimento dos créditos ainda que não declarados em GIA? Paulo Campilongo Mestre e doutor PUC/SP ALTERNATIVAS

Leia mais

REGULAMENTO DE EXTENSÃO DA FACULDADE ASCES CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E OBJETIVOS

REGULAMENTO DE EXTENSÃO DA FACULDADE ASCES CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E OBJETIVOS REGULAMENTO DE EXTENSÃO DA FACULDADE ASCES CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E OBJETIVOS Art 1º. A Extensão Acadêmica se constitui em uma prática permanente de interação universidade-sociedade, articulada ao ensino

Leia mais

Regime substantivo dos Contratos Administrativos (Parte Geral)

Regime substantivo dos Contratos Administrativos (Parte Geral) 17 de Novembro 2008 Regime substantivo dos Contratos Administrativos (Parte Geral) Raul Mota Cerveira Raul.cerveira@mirandalawfirm.com ntrodução Parte III, Título I do CCP: Contratos regulados: (i) Empreitada

Leia mais

DECRETO N.º 37/XIII. Artigo 1.º Objeto. Artigo 2.º Alteração à Lei n.º 32/2006, de 26 de julho

DECRETO N.º 37/XIII. Artigo 1.º Objeto. Artigo 2.º Alteração à Lei n.º 32/2006, de 26 de julho DECRETO N.º 37/XIII Regula o acesso à gestação de substituição, procedendo à terceira alteração à Lei n.º 32/2006, de 26 de julho (procriação medicamente assistida) A Assembleia da República decreta, nos

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Faculdade Mineira de Direito - Núcleo Barreiro

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Faculdade Mineira de Direito - Núcleo Barreiro PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Faculdade Mineira de Direito - Núcleo Barreiro Henrique Gustavo Guimaraes Jose Isaias Fonseca Rafael Moreira Campos Gomes Ronaldo José Santana ANÁLISE CASO

Leia mais

Decreto n.º 4/82 Convenção Europeia sobre o Reconhecimento Académico de Qualificações Universitárias

Decreto n.º 4/82 Convenção Europeia sobre o Reconhecimento Académico de Qualificações Universitárias Decreto n.º 4/82 Convenção Europeia sobre o Reconhecimento Académico de Qualificações Universitárias O Governo decreta, nos termos da alínea c) do artigo 200.º da Constituição, o seguinte: Artigo único.

Leia mais

CONVENÇÃO SOBRE O RECONHECIMENTO E A EXECUÇÃO DE SENTENÇAS ARBITRAIS ESTRANGEIRAS, CELEBRADA EM NOVA IORQUE AOS 10 DE JUNHO DE 1958

CONVENÇÃO SOBRE O RECONHECIMENTO E A EXECUÇÃO DE SENTENÇAS ARBITRAIS ESTRANGEIRAS, CELEBRADA EM NOVA IORQUE AOS 10 DE JUNHO DE 1958 CONVENÇÃO SOBRE O RECONHECIMENTO E A EXECUÇÃO DE SENTENÇAS ARBITRAIS ESTRANGEIRAS, CELEBRADA EM NOVA IORQUE AOS 10 DE JUNHO DE 1958 Artigo I 1 A presente Convenção aplica-se ao reconhecimento e à execução

Leia mais

PARECER ACERCA DA ANÁLISE DE CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CORRESPONDENTE

PARECER ACERCA DA ANÁLISE DE CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CORRESPONDENTE PARECER ACERCA DA ANÁLISE DE CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CORRESPONDENTE OBJETIVO: Análise do Contrato de Prestação de Serviços de Correspondente a ser firmado entre o Banco Safra S/A e Bereta

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br (Artigos) como funciona a revisão dos contratos administrativos? Maiana Vaz do Amaral Barbosa 1. INTRODUÇÃO A revisão é um instituto de direito administrativo que prevê o re-equilíbrio

Leia mais

SUMÁRIO. Parte I NOÇÕES GERAIS

SUMÁRIO. Parte I NOÇÕES GERAIS SUMÁRIO Parte I NOÇÕES GERAIS I Noção de contrato 25 2 Origens e evolução histórica do direito dos contratos 31 2 I Historicidade do contrato 32 22 O direito romano 33 23 O direito inglês medieval 34 3

Leia mais

INFORMAÇÃO Nº 111/07/PDPE

INFORMAÇÃO Nº 111/07/PDPE INFORMAÇÃO Nº 111/07/PDPE SECRETARIA DA SAÚDE. FDRH. CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE PLANEJAMENTO E EXECUÇÃO DE CONCURSOS PÚBLICOS: ALTERAÇÃO. Número de candidatos inscritos muito superior àquele

Leia mais

MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO. SEGURANÇA JURÍDICA.

MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO. SEGURANÇA JURÍDICA. Flávio Tartuce. Professor do programa de mestrado e doutorado da Faculdade Autônoma de Direito (SP). Professor dos cursos de graduação e pós-graduação da Escola Paulista de Direito (SP). Doutor em Direito

Leia mais

Contratos de Planos de Saúde: Princípios Básicos da Atividade

Contratos de Planos de Saúde: Princípios Básicos da Atividade Contratos de Planos de Saúde: Princípios Básicos da Atividade 305 Márcio Olmo Cardoso 1 O contrato é um acordo de vontade que gera obrigações (efeitos jurídicos) de natureza jurídica bilateral; ou seja,

Leia mais

Os 10 Anos do Código Civil

Os 10 Anos do Código Civil Os 10 Anos do Código Civil 273 Viviane Tovar de Mattos Abrahão 1 INTRODUÇÃO A primeira questão que se coloca é a de se saber se, na verdade, temos um novo Código Civil ou se, ao contrário, uma atualização

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA SEÇÃOA CRIMINAL AÇÃO PENAL nº ACUSADO: JOAQUIM JOSE DOS SANTOS ALEXANDRE

TRIBUNAL DE JUSTIÇA SEÇÃOA CRIMINAL AÇÃO PENAL nº ACUSADO: JOAQUIM JOSE DOS SANTOS ALEXANDRE TRIBUNAL DE JUSTIÇA SEÇÃOA CRIMINAL AÇÃO PENAL nº. 0034199-92.2013.8.19.0000 ACUSADO: JOAQUIM JOSE DOS SANTOS ALEXANDRE EMENTA: AÇÃO PENAL PORTE DE ARMA POLICIAL MILITAR INCREMENTO DO RISCO ATIPICIDADE

Leia mais

Lei /16 e Licitações

Lei /16 e Licitações Lei 13.303/16 e Licitações Rafael Da Cás Maffini Mestre e Doutor em Direito pela UFRGS, Professor de Direito Administrativo na UFRGS, Advogado, Sócio Diretor do escritório Rossi, Maffini, Milman & Grando

Leia mais

Política de Alçadas. a) Acionistas Controladores: grupo composto pela Votorantim Industrial S.A. e BNDES Participações S.A. BNDESPAR.

Política de Alçadas. a) Acionistas Controladores: grupo composto pela Votorantim Industrial S.A. e BNDES Participações S.A. BNDESPAR. Fibria Celulose S.A. Política de Alçadas 1. OBJETIVO Esta Política de Alçadas ( Política ) tem como objetivo fixar os limites de alçadas para aprovação pela Diretoria e pelo Conselho de Administração da

Leia mais

Negócio jurídico processual e a privatização do processo civil

Negócio jurídico processual e a privatização do processo civil Negócio jurídico processual e a privatização do processo civil Fernando da Fonseca Gajardoni Professor Doutor Faculdade de Direito da USP Ribeirão Preto (FDRP-USP). Juiz de Direito/TJSP Modelos de flexibilização

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO PARA A CESSÃO DE EXPLORAÇÃO DO ESTABELECIMENTO DA PADARIA DO CORVO, PARA EFEITOS DA ACTIVIDADE DE PANIFICAÇÃO

CONCURSO PÚBLICO PARA A CESSÃO DE EXPLORAÇÃO DO ESTABELECIMENTO DA PADARIA DO CORVO, PARA EFEITOS DA ACTIVIDADE DE PANIFICAÇÃO MUNICÍPIO DO CORVO CONCURSO PÚBLICO PARA A CESSÃO DE EXPLORAÇÃO DO ESTABELECIMENTO DA PADARIA DO CORVO, PARA EFEITOS DA ACTIVIDADE DE PANIFICAÇÃO CADERNO DE ENCARGOS QUADRO LEGAL Artigos 4º/2, alínea c),

Leia mais

PERDAS, DANOS E LUCROS CESSANTES. 210 páginas Publicado em: 14/10/2010 Editora: Juruá Editora

PERDAS, DANOS E LUCROS CESSANTES. 210 páginas Publicado em: 14/10/2010 Editora: Juruá Editora PERDAS, DANOS E LUCROS CESSANTES 210 páginas Publicado em: 14/10/2010 Editora: Juruá Editora 1 Regime principiológico Publicidade Impessoalidade CF Art. 37 Eficiência Moralidade Legalidade Perito Servidor

Leia mais

AJUSTE DIRECTO/2014/18

AJUSTE DIRECTO/2014/18 CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS E ALUGUER DE PALCOS, CAMARINS E OUTROS EQUIPAMENTOS PARA INICIATIVA "CAIS DE FADO" A INSTALAR NA SERRA DO PILAR E MARGINAL DE GAIA AJUSTE DIRECTO/2014/18 CONTRAENTES:

Leia mais

HAMILTON LANE INVESTIMENTOS LTDA. POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO PESSOAL. Rio de Janeiro, Junho de SP v1

HAMILTON LANE INVESTIMENTOS LTDA. POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO PESSOAL. Rio de Janeiro, Junho de SP v1 HAMILTON LANE INVESTIMENTOS LTDA. POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO PESSOAL Rio de Janeiro, Junho de 2016. POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO PESSOAL 1.1. Introdução O objetivo desta política é descrever as normas e procedimentos

Leia mais

ANEXO 6. Reajustes e Cálculos das Contraprestações Públicas Mensais de Amortização Fixa e Variável e Penalidades

ANEXO 6. Reajustes e Cálculos das Contraprestações Públicas Mensais de Amortização Fixa e Variável e Penalidades ANEXO 6 Reajustes e Cálculos das Contraprestações Públicas Mensais de Amortização Fixa e Variável e Penalidades 1 1. OBJETIVO O objetivo deste anexo é detalhar a forma de cálculo e de reajustes da receita

Leia mais

REVISÃO E EXTINÇÃO DO CONTRATO REVISÃO TEORIA DA IMPREVISÃO

REVISÃO E EXTINÇÃO DO CONTRATO REVISÃO TEORIA DA IMPREVISÃO AULA 11 PONTOS: 13. 14. 15 Objetivo da aula: Teoria geral dos contratos. Teoria geral dos contratos. Perfil e princípios. Formação defeito e extinção. Classificação e interpretação. Garantias legais específicas.

Leia mais

Proteção Contratual. Contratos no CDC Princípios dos contratos Cláusulas Abusivas Garantia contratual

Proteção Contratual. Contratos no CDC Princípios dos contratos Cláusulas Abusivas Garantia contratual Proteção Contratual Contratos no CDC Princípios dos contratos Cláusulas Abusivas Garantia contratual Contratos de adesão Nas últimas décadas, a produção em massa e a comercialização em grande escala geraram

Leia mais

EXERCÍCIO 1. EXERCÍCIO 1 Continuação

EXERCÍCIO 1. EXERCÍCIO 1 Continuação Direito Civil Contratos Aula 1 Exercícios Professora Consuelo Huebra EXERCÍCIO 1 Assinale a opção correta com relação aos contratos. a) O contrato preliminar gera uma obrigação de fazer, no entanto não

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo Registro: 2012.0000111145 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Agravo de Instrumento nº 0260447-87.2011.8.26.0000, da Comarca de, em que são agravantes DENISSON MOURA DE FREITAS e MARIA

Leia mais

A Adesão Informada. José Carlos Maldonado de Carvalho Desembargador do TJ/RJ.

A Adesão Informada. José Carlos Maldonado de Carvalho Desembargador do TJ/RJ. A Adesão Informada José Carlos Maldonado de Carvalho Desembargador do TJ/RJ. 1. INTRODUÇÃO A celeridade com que o mercado de consumo vem se desenvolvendo neste Século inaugural de um terceiro milênio,

Leia mais

REVISÃO ECONÔMICA DO CONTRATO ADMINISTRATIVO

REVISÃO ECONÔMICA DO CONTRATO ADMINISTRATIVO REVISÃO ECONÔMICA DO CONTRATO ADMINISTRATIVO RONNY CHARLES Advogado da União (AGU). Professor/Palestrante Mestre em Direito Econômico. Pós-graduado em Direito tributário. Pós-graduado em Ciências Jurídicas.

Leia mais

OS DIREITOS E OBRIGAÇÕES DOS SÓCIOS

OS DIREITOS E OBRIGAÇÕES DOS SÓCIOS OS DIREITOS E OBRIGAÇÕES DOS SÓCIOS O contrato social é o regulador das relações obrigacionais entre os sócios, alicerçada na Constituição Federal, nas leis e nos princípios gerais do Direito, sendo os

Leia mais

ORGANISATION DES NATIONS UNIES POUR L ALIMENTATION ET L AGRICULTURE ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA AGRICULTURA E ALIMENTAÇÃO

ORGANISATION DES NATIONS UNIES POUR L ALIMENTATION ET L AGRICULTURE ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA AGRICULTURA E ALIMENTAÇÃO ET L - 1 - ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES AGRICULTURA E ALIMENTAÇÃO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Nº XXX Entre a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, no âmbito do Projeto UTF/BRA/XXX/BRA,

Leia mais

DA POSSIBILIDADE DE REVISÃO DE CONTRATOS EXTINTOS EM FACE DA NOVA REALIDADE CONTRATUAL

DA POSSIBILIDADE DE REVISÃO DE CONTRATOS EXTINTOS EM FACE DA NOVA REALIDADE CONTRATUAL DA POSSIBILIDADE DE REVISÃO DE CONTRATOS EXTINTOS EM FACE DA NOVA REALIDADE CONTRATUAL Carlos José Cordeiro * Josiane Araújo Gomes ** Resumo: Objetiva o presente estudo discorrer a respeito da possibilidade

Leia mais

1 - PROCESSO COLETIVO E SUAS PECULIARIDADES

1 - PROCESSO COLETIVO E SUAS PECULIARIDADES RESUMO DE EMENTAS 1 - PROCESSO COLETIVO E SUAS PECULIARIDADES 1. Análise das principais ações coletivas e sua aplicabilidade no cotidiano Forense. 2. As ações coletivas e a sua legitimidade. 3. As ações

Leia mais

Anderson Nogueira Oliveira Material de Aula Direito Civil IV Obrigações II Aula 2 e 3 (Cessão de Crédito e Débito)

Anderson Nogueira Oliveira Material de Aula Direito Civil IV Obrigações II Aula 2 e 3 (Cessão de Crédito e Débito) AULA 02 CESSÃO DE CRÉDITO CESSÃO DE CRÉDITO 1. Conceito Negócio jurídico bilateral ou sinalagmático, gratuito ou oneroso, pelo qual o credor, sujeito ativo de uma obrigação, transfere a outrem, no todo

Leia mais

garante: respeito/consideração implica: direitos/deveres

garante: respeito/consideração implica: direitos/deveres 1 UNIDADE II PRINCÍPIOS DO DIREITO CONTRATUAL P R I N C Í P I O S 1) PRINCÍPIO DA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA 2) PRINCÍPIO DA AUTONOMIA DA VONTADE 3) PRINCÍPIO DO CONSENSUALISMO 4) PRINCÍPIO OBRIGATORIEDADE

Leia mais

REVISÃO E RESOLUÇÃO JUDICIAL DOS CONTRATOS COM BASE NAS TEORIAS ADOTADAS PELO CÓDIGO CIVIL DE 2002 E PELO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR 1

REVISÃO E RESOLUÇÃO JUDICIAL DOS CONTRATOS COM BASE NAS TEORIAS ADOTADAS PELO CÓDIGO CIVIL DE 2002 E PELO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR 1 1 REVISÃO E RESOLUÇÃO JUDICIAL DOS CONTRATOS COM BASE NAS TEORIAS ADOTADAS PELO CÓDIGO CIVIL DE 2002 E PELO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR 1 ANA PAULA BOHN THEWES 2 RESUMO O presente trabalho visa analisar

Leia mais

Dec. nº 4.339, de 22/08/2002

Dec. nº 4.339, de 22/08/2002 POLÍTICA NACIONAL DA BIODIVERSIDADE Dec. nº 4.339, de 22/08/2002 Os princípios estabelecidos na PNBio (20 ao todo) derivam, basicamente, daqueles estabelecidos na Convenção sobre Diversidade Biológica

Leia mais

Tópico do plano de ensino: Classificação dos contratos. CLASSIFICAÇÃO DOS CONTRATOS O QUE PODEMOS CONCEITUAR COMO CLASSIFICAÇÃO

Tópico do plano de ensino: Classificação dos contratos. CLASSIFICAÇÃO DOS CONTRATOS O QUE PODEMOS CONCEITUAR COMO CLASSIFICAÇÃO AULA 08 PONTO: 08 Objetivo da aula: Teoria geral dos contratos. Teoria geral dos contratos. Perfil e princípios. Formação defeito e extinção. Classificação e interpretação. Garantias legais específicas.

Leia mais

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA... CÍVEL DO FORO...

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA... CÍVEL DO FORO... EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA... CÍVEL DO FORO... ª VARA PROCEDIMENTO ORDINÁRIO Proc. nº...... (nome da parte), por seu Advogado e procurador abaixo assinado, nos autos da presente ação

Leia mais

Contratualismo e Teoria Geral dos Contratos Privados Prof. Darcy Paulo Gonzales de Moraes

Contratualismo e Teoria Geral dos Contratos Privados Prof. Darcy Paulo Gonzales de Moraes Contratualismo e Teoria Geral dos Contratos Privados Prof. Darcy Paulo Gonzales de Moraes Ante certas peculiaridades do texto, poder existir certa dificuldade em distinguir o que seja a noção contratualista

Leia mais

I Aspectos Gerais da Metodologia Jurídica

I Aspectos Gerais da Metodologia Jurídica Introdução ao Estudo do Direito II 1.º Ano Noite, 2016 Programa da disciplina I Aspectos Gerais da Metodologia Jurídica 1. Decisão do caso à luz da lei 1.1 A distinção entre «interpretação» e «aplicação»

Leia mais

Atendimento. Curso de ATENDIMENTO. 1 Aula. Item 1 - Introdução

Atendimento. Curso de ATENDIMENTO. 1 Aula. Item 1 - Introdução Atendimento Atendimento Curso de ATENDIMENTO Item 1 - Introdução 1 Aula Atendimento Curso de ATENDIMENTO Item 1 - Introdução Item 2 - Marketing Atendimento Curso de ATENDIMENTO Item 1 - Introdução Item

Leia mais

FONTES DO DIREITO DIREITO DO TRABALHO FONTES FORMAIS DO DIREITO DO TRABALHO FONTES FORMAIS DO DIREITO DO TRABALHO 2

FONTES DO DIREITO DIREITO DO TRABALHO FONTES FORMAIS DO DIREITO DO TRABALHO FONTES FORMAIS DO DIREITO DO TRABALHO 2 FONTES DO DIREITO Fontes materiais referem-se aos fatores sociais, econômicos, políticos, filosóficos e históricos que deram origem ao Direito, DIREITO DO TRABALHO influenciando na criação das normas jurídicas;

Leia mais

Faculdade Novos Horizontes EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO ADMINISTRAÇÃO/CONTÁBEIS INSTITUIÇÕES DE DIREITO PÚBLICO E PRIVADO - IDPP TAÍS CRUZ HABIBE

Faculdade Novos Horizontes EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO ADMINISTRAÇÃO/CONTÁBEIS INSTITUIÇÕES DE DIREITO PÚBLICO E PRIVADO - IDPP TAÍS CRUZ HABIBE Faculdade Novos Horizontes EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO CURSO: DISCIPLINA: PROFA.: ALUNO (A): ADMINISTRAÇÃO/CONTÁBEIS INSTITUIÇÕES DE DIREITO PÚBLICO E PRIVADO - IDPP TAÍS CRUZ HABIBE Primeiro Questionário Introdução,

Leia mais

Djalma Campos Guimarães Filho

Djalma Campos Guimarães Filho Palestra CREA-SP Djalma Campos Guimarães Filho CREA-SP Para acessar o sistema CREANet, é necessário que seu navegador (browser) não restrinja a exibição de Popups. Clique aqui para saber como configurar

Leia mais

DIREITO DO CONSUMIDOR

DIREITO DO CONSUMIDOR DIREITO DO CONSUMIDOR Graduação www.universo.edu.br 1 UNIDADE 1 TEORIA GERAL DO DIREITO DO CONSUMIDOR O CDC será aplicado em toda relação consumerista. Desta forma, devemos estudar quais são essas relações

Leia mais

DIREITO PREVIDENCIÁRIO. Professora: Renata Salles Mesquita

DIREITO PREVIDENCIÁRIO. Professora: Renata Salles Mesquita DIREITO PREVIDENCIÁRIO Professora: Renata Salles Mesquita EMPREGADO, TRABALHADOR AVULSO E EMPREGADO DOMÉSTICO: ESSES CONTRIBUEM COM UM PERCENTUAL SOBRE OS SEUS SALÁRIOS-DE-CONTRIBUIÇÃO, DEVENDO SER RESPEITADOS

Leia mais

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 510 ÍNDICE

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 510 ÍNDICE Directriz de Revisão/Auditoria 510 PROVA DE REVISÃO/AUDITORIA Abril de 1998 ÍNDICE Parágrafos Introdução 1-3 Prova de Revisão/Auditoria 4-18 Considerações Gerais 4-6 Tipos de Prova 7-14 Apreciação da Prova

Leia mais

TIPOS DE PROCESSO. Os processos são classificados de acordo. com o tipo de provimento jurisdicional. pretendido / depende do tipo de

TIPOS DE PROCESSO. Os processos são classificados de acordo. com o tipo de provimento jurisdicional. pretendido / depende do tipo de TIPOS DE PROCESSO Os processos são classificados de acordo com o tipo de provimento jurisdicional pretendido / depende do tipo de resultado esperado pela parte Processo de Conhecimento é aquele em que

Leia mais

Interpretação Bíblica

Interpretação Bíblica IGREJA ALIANÇA EVANGÉLICA MISSIONÁRIA Interpretação Bíblica Disciplina 17/03/2011 Este material didático, é de grande importância para o estudo em seminário, visando a formação dos futuros líderes e obreiros

Leia mais

1. PRINCÍPIOS E FONTES DO DIREITO DO TRABALHO

1. PRINCÍPIOS E FONTES DO DIREITO DO TRABALHO 1. PRINCÍPIOS E FONTES DO DIREITO DO TRABALHO (AJAJ TRT da 19ª Região FCC 2014) 001 A relação objetiva evidenciada pelos fatos define a verdadeira relação jurídica estipulada pelos contratantes, ainda

Leia mais

Março/2011. Prof a. Mestre Helisia Góes

Março/2011. Prof a. Mestre Helisia Góes DIREITO CIVIL III - CONTRATOS TEORIA GERAL DOS CONTRATOS Extinção dos Contratos (Desfazimento da Relação Contratual) Março/2011 Prof a. Mestre Helisia Góes TRANSITORIEDADE CONTRATO EXTINÇÃO como toda obrigação,

Leia mais

ABCE XIII SIMPÓSIO JURÍDICO BRASÍLIA CONTRATOS ENTRE PARTES RELACIONADAS RESOLUÇÃO 22/99 PROPOSTAS DE ALTERAÇÃO.

ABCE XIII SIMPÓSIO JURÍDICO BRASÍLIA CONTRATOS ENTRE PARTES RELACIONADAS RESOLUÇÃO 22/99 PROPOSTAS DE ALTERAÇÃO. ABCE XIII SIMPÓSIO JURÍDICO BRASÍLIA - 2007 CONTRATOS ENTRE PARTES RELACIONADAS RESOLUÇÃO 22/99 PROPOSTAS DE ALTERAÇÃO. Manoel Negrisoli SUMÁRIO Resolução ANEEL nº 022/1999 Principais alterações sugeridas

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS PESSOAIS E NEGOCIAÇÃO COM VALORES MOBILIÁRIOS SUMÁRIO

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS PESSOAIS E NEGOCIAÇÃO COM VALORES MOBILIÁRIOS SUMÁRIO POLÍTICA DE INVESTIMENTOS PESSOAIS E NEGOCIAÇÃO COM VALORES MOBILIÁRIOS SUMÁRIO I - Objetivo... 2 II - Aplicação... 2 III - Regras de Conduta... 3 IV - Disposições Gerais... 6 ANEXO A - Declaração Anual

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 4.282, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013

RESOLUÇÃO Nº 4.282, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 RESOLUÇÃO Nº 4.282, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 Estabelece as diretrizes que devem ser observadas na regulamentação, na vigilância e na supervisão das instituições de pagamento e dos arranjos de pagamento

Leia mais

DECRETO N.º 27/XIII. Artigo 1.º Objeto. Artigo 2.º Alteração à Lei n.º 32/2006, de 26 de julho

DECRETO N.º 27/XIII. Artigo 1.º Objeto. Artigo 2.º Alteração à Lei n.º 32/2006, de 26 de julho DECRETO N.º 27/XIII Regula o acesso à gestação de substituição, procedendo à terceira alteração à Lei n.º 32/2006, de 26 de julho (procriação medicamente assistida) A Assembleia da República decreta, nos

Leia mais

Critérios de avaliação Geometria Descritiva A 10º/11º

Critérios de avaliação Geometria Descritiva A 10º/11º 1. Finalidades da Disciplina Segundo o programa da disciplina de Geometria Descritiva: http://sitio.dgidc.minedu.pt/recursos/lists/repositrio%20recursos2/attachments/235/geometria_desc_a_10_11.pd f Desenvolver

Leia mais

DOCUMENTO SOBRE A POLÍTICA DE PREÇOS DO MEO ARENA EM MATÉRIA DE ESPETÁCULOS

DOCUMENTO SOBRE A POLÍTICA DE PREÇOS DO MEO ARENA EM MATÉRIA DE ESPETÁCULOS DOCUMENTO SOBRE A POLÍTICA DE PREÇOS DO MEO ARENA EM MATÉRIA DE ESPETÁCULOS 1. Enquadramento O presente documento descreve os principais critérios da determinação do preço de aluguer do MEO Arena e os

Leia mais

LEGALE CURSO DE EXECUÇÃO TRABALHISTA. Sujeito Passivo / Grupo de Empresas / Sucessão

LEGALE CURSO DE EXECUÇÃO TRABALHISTA. Sujeito Passivo / Grupo de Empresas / Sucessão LEGALE CURSO DE EXECUÇÃO TRABALHISTA Sujeito Passivo / Grupo de Empresas / Sucessão Professor: Rogério Martir Doutorando em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidad Del Museo Social Argentino, Advogado

Leia mais

Direito Empresarial. Prof. Dr. Érico Hack

Direito Empresarial. Prof. Dr. Érico Hack Direito Empresarial Aula 7 Empresário e estabelecimento empresarial Prof. Dr. Érico Hack PUCPR Evolução - Empresa Teoria subjetiva Corporações de ofício Teoria objetiva atos de comércio lista taxativa

Leia mais

Estado da Paraíba Poder.judiciárin Tribunal de Justiça Gabinete do Des. Marcos A. Souto Maior

Estado da Paraíba Poder.judiciárin Tribunal de Justiça Gabinete do Des. Marcos A. Souto Maior Estado da Paraíba Poder.judiciárin Tribunal de Justiça Gabinete do Des. Marcos A. Souto Maior DECISÃO AGRAVO - N. 200.2005.018810-7/001 JOÃO PESSOA RELATOR : Dr. José Ferreira Ramos Júnior Juiz Convocado

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PROCURADORIA-GERAL DO ESTADO PARECER N

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PROCURADORIA-GERAL DO ESTADO PARECER N PARECER N 14.376 CEDIC. Vínculo empregatício. Estabilidade. Reconhecimento judicial. Ato de demissão nulo. Efetividade. Efeitos da sentença. Reiteração do Parecer 13417/02. Vem a esta Equipe de Consultoria

Leia mais

- Identificar as características da norma, as fontes de Direito, sua vigência e hierarquia;

- Identificar as características da norma, as fontes de Direito, sua vigência e hierarquia; FUNDAMENTOS DO DIREITO [11111] GERAL Regime: Semestre: OBJETIVOS A unidade curricular de Fundamentos do Direito visa fornecer aos alunos uma introdução ao conceito, problemas e método do Direito, construindo

Leia mais

Direito do Consumidor

Direito do Consumidor Direito do Consumidor Cláusulas Abusivas Professora Tatiana Marcello www.acasadoconcurseiro.com.br www.estudaquepassa.com.br Direito do Consumidor LEI Nº 8.078, DE 11 DE SETEMBRO DE 1990 CÓDIGO DE DEFESA

Leia mais

Atividade Associativa

Atividade Associativa Atividade Associativa Circular n.º 35/2013 12 de abril de 2013 Assunto: Sessão de Esclarecimento REVITALIZAÇÃO/ RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS Caro Associado, A AICOPA irá promover no próximo dia 23 de abril,

Leia mais

O DIREITO E A MORAL GUSTAVO GUSMÃO

O DIREITO E A MORAL GUSTAVO GUSMÃO O DIREITO E A MORAL GUSTAVO GUSMÃO O DIREITO E A MORAL Um dos temas mais interessantes abordados pela Filosofia Jurídica abrange a questão da relação entre o direito e a moral, permitindo uma infinita

Leia mais

ÍNDICE GERAL. Abreviaturas utilizadas Considerações gerais... 15

ÍNDICE GERAL. Abreviaturas utilizadas Considerações gerais... 15 Abreviaturas utilizadas........................................... 11 1. Considerações gerais.......................................... 15 1.1. Conceitos de caducidade e prescrição.........................

Leia mais