Tópico do plano de ensino: Formação dos contratos: proposta e aceitação (teorias). FORMAÇÃO DOS CONTRATOS

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1 AULA 06 PONTO: 06 Objetivo da aula: Teoria geral dos contratos. Perfil e princípios. Formação defeito e extinção. Classificação e interpretação. Garantias legais específicas. Tópico do plano de ensino: Formação dos contratos: proposta e aceitação (teorias). Roteiro de aula FORMAÇÃO DOS CONTRATOS (art CC): O contrato é espécie do qual negocio jurídico é gênero. Em síntese: contrato é o acordo de duas ou mais vontades com vistas a produzir efeitos jurídicos de natureza patrimonial com eficácia obrigacional. Logo, é fonte de obrigações. Instrumento a dar validade e eficácia às manifestações de vontade, pela livre convenção das partes, inserto nas relações intersubjetivas, configurado no ato de consenso entre das partes pactuantes com a função proeminente de fazer circular riquezas. É a demonstração jurídica suprema das relações entre sujeitos de direitos e, como tal, deve obedecer a requisitos essenciais de validade contidos nos critérios de justiça e valores abarcados na sociedade em que foram formulados. Utilizado como meio idôneo e eficaz de fomentar a economia como mola propulsora dos negócios jurídicos, representando o interesse prático das pessoas, com intuito pecuniário, disciplinando direitos e deveres entre os particulares. Não obstante a livre convenção das partes, os acordos são disciplinados no ordenamento jurídico com requisitos e pressupostos a serem observados, como a capacidade dos agentes em realizarem atos na esfera privada assim como a licitude do objeto contratual, sua formalidade, quando houver uma, pois como geradores de riquezas devem guardar conformidade com a ordem jurídica. Portanto, por seu cunho econômico, repercute diretamente na sociedade. Deverá ser concebido e permeado pelos princípios basilares da boa-fé, da eticidade, sociabilidade e, especialmente, pelo princípio da operabilidade, pois devem ser avençados com escopo de poderem ser executados.

2 Não obstante a prevalência da autonomia da vontade contratual, esta deve se adequar aos requisitos essenciais para sua validade, assim como não pode contrariar os preceitos de ordem pública diante dos valores jurídicos, sociais, econômicos e morais, abarcados pela sociedade em que será inserta. (ALMEIDA, Patricia Martinez. Teoria da imprevisão: a revisão dos contratos pelo judiciário. Trabalho de Conclusão de Curso Direito. Uninove, 2009). FASES DA CONTRATAÇÃO Negociações preliminares: fase da puntuação, consubstanciada na fase de sondagens, apresentação de orçamentos, minutas, projetos. Nesta fase não há contratação, mas tão somente a verificação da possibilidade de contratar, razão pela qual não possui força vinculante. Responsabilidade pré-contratual: em atenção ao princípio da boa-fé objetiva, nesta fase os negociantes são sujeitos à responsabilidade civil aquiliana ou extracontratual, pois ocorrendo o dano de confiança haverá o dever de indenizar (arts. 186 e 927 do CC). Dano de confiança consiste no ato de recusa ou desistência de contratar após tratativas suficientes que levaram a crer que o contrato aconteceria. Descumprimento de preceito legal que não admite a violação de direito alheio (boa-fé objetiva e liberdade de contratar). Em regra o ônus da prova do dano de confiança incumbe ao credor. PROPOSTA OU OFERTA (POLICITAÇÃO) Força vinculante da proposta: É a primeira fase de um contrato, na qual a manifestação e emissão de vontade de contratar com outra pessoa, determinada prestação, vinculam o proponente (art. 427 e seguintes do CC). Desta maneira, o proponente ou policitante deve emitir sua vontade e o conteúdo da proposta deve ser claro e objetivo, trazendo todos termos da proposta, notadamente, o preço, prazo, condições e partes, para que o aceitante ou oblato possa aderir integralmente ao proposto.

3 Espécies de proposta: a) a proposta será entre presentes se feita com interação da outra parte, ou seja, diretamente com o aceitante pessoalmente, por meio eletrônico (telefone, bate-papo online) ou por intermédio de representante (legal ou convencional); b) a proposta será entre ausente se feita indiretamente ao aceitante por intermédio de mensageiro, correspondência ou intermediários sem poderes de representação. Proposta não vinculante (art. 428 CC): como regra a proposta ter força vinculante e obriga o proponente, entretanto, em alguns casos ela deixará de ser obrigatória: a) se feita entre presentes não for aceita imediatamente, liberará o proponente; b) se feita entre ausentes com prazo para manifestar a aderência e não houver manifestação dentro do prazo convencionado; c) se entre ausentes sem prazo para aderência já tiver transcorrido tem suficiente para a manifestação de vontade (segurança jurídica); d) retratação: se antes ou simultaneamente à proposta chegar a retratação do proponente, também perderá o caráter vinculante. Proposta feita ao público (art. 429 CC): a proposta aberta ao público segue as mesmas regras da proposta feita a determinado contratante, salvo as exceções previstas no termo da proposta (limitação de tempo, estoque e condições peculiares da oferta). ACEITAÇÃO OU OBLAÇÃO (ARTS. 430/434 CC) O contrato, enquanto espécie de negócio jurídico, só se aperfeiçoará com a convergência de duas vontades ou mais vontades, neste sentido, com a manifestação da intenção de contratar (proposta) e a aderência (aceitação) aos termos contratuais propostos. Desta forma, a aceitação é aderência integral de todos os termos da proposta, pois a formulação de novos termos ao negócio jurídico conduz à uma nova proposta (art. 431 CC). Uma vez manifestada a vontade em aderir aos termos da proposta, a aceitação se torna vinculante e obrigatória. Formas de aceitação: a) a aceitação pode se dar expressamente (verbal ou por escrito); b) ou tacitamente, nos casos em que a lei permita o silêncio como manifestação de vontade ou se as partes houverem dispensado a aceitação expressa (art. 111 e 432 do CC).

4 Momento da formação do contrato: Força obrigatória do contrato Para vincular o aceitante, a aceitação deve ser manifestada pela formas permitidas, assim, se feita entre presentes o contrato estará formado incontinenti à declaração de aceitação. Se a contratação se der entre ausentes temos 2 teorias: a) teoria da cognição ou informação, por essa teoria a contratação somente se aperfeiçoa no momento em que o proponente toma conhecimento da aceitação do oblato. Problemática: deixa ao arbítrio do proponente tomar ou não conhecimento da resposta (não abrir o ou carta); b) teoria da agnição ou declaração, por essa teoria o contrato somente se aperfeiçoará com a emissão da vontade do aceitante (declaração), ou seja, com a exteriorização da vontade de aceitar, mas não basta a simples declaração, é preciso que a aceitação saia da esfera de poder do aceitante, para vincular o proponente, ou seja, na efetiva expedição da manifestação de vontade (teoria da declaração + expedição, art. 434 caput CC). Aceitação não vinculante: a) atraso involuntário: se a aceitação, por fatores imprevistos, chegar com muito atraso do prazo estipulado, ainda que expedida no prazo convencionado, desobrigará o proponente, eis que ele pode ter realizado outro negócio acreditando que o oblato não manifestara vontade, caso em que deverá o proponente avisar o aceitante imediatamente; b) direito de retrato: caso a retratação do aceitante chegar ao proponente antes ou concomitante à aceitação, considera-se inexistente a manifestação do aceitante (art. 433 CC); c) Se feita proposta com prazo para aceitação e esta não for expedida no tempo proposto. LUGAR DA CELEBRAÇÃO DO CONTRATO Pertinência: o local da celebração do contrato se demonstra importante para apuração da competência territorial para dirimir os conflitos advindos da contratação, e, como regra, reputa-se celebrado o contrato no local em que ele foi proposto (art. 435 CC), mas poderá ser eleito pelas partes, foro de eleição, se assim melhor atender as necessidades dos contratantes (art. 78 CC), ou será o do domicilio do consumidor, nas contratações de consumo, visando a defesa do consumidor, por ser uma questão de ordem pública (arts. 1º, 4º e 101 do CDC).

5 CONTRATAÇÃO TELEMÁTICA (por meio da rede mundial de computadores) O Comércio Eletrônico surgiu para acompanhar a crescente globalização dos negócios e responder ao caráter dinâmico e evolutivo da sociedade à escala mundial. Define-se Comércio Eletrônico como a utilização de tecnologias de informação avançadas para aumento de eficiência de relações entre parceiros comerciais, visando o desenvolvimento de vendas de bens e prestações de serviços, quer entre empresas, quer seja com o consumidor final. Entende-se por comércio eletrônico como qualquer transação comercial através de um ambiente eletrônico, por exemplo, a Internet. Comércio Eletrônico ou e-commerce engloba todas as transações comerciais realizadas por uma empresa com o objetivo de atender aos clientes mediante a internet, ou seja, com a utilização do computador. É a negociação realizada por via eletrônica, através do processamento e transmissão eletrônicos de dados, incluindo texto, som e imagens. Neste sentido, aplicamse todas as regras da contratação não telemática, quer seja de natureza civil, utilizando as regras de Direito Civil, quer seja de consumo, nas quais incidirão as regras consumeiristas.

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