Produzido pela Ciência Química. Presente nos Parques. Presente nos Museus de Ciências. Presente nos livros didáticos. Presente nas escolas ...

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4 Como é o Conhecimento Químico? Produzido pela Ciência Química Presente nos Parques Presente nos Museus de Ciências Presente nos livros didáticos Presente nas escolas...

5 A transposição didática põe em evidência o fato de que a disciplina escolar não é o conhecimento científico, mas uma parte dele e, além disso, modificada. Transformação do saber

6 Transposição Didática MICHEL VERRET Formulou o conceito na década de 1970 YVES CHEVALARD Introduziu na didática da Matemática na década de 1980 Posteriormente, a Didática das Ciências apropriou-se do conceito

7 Transposição Didática SABER SÁBIO SABER A ENSINAR SABER ENSINADO Objeto do saber: o conhecimento gerado pela comunidade científica (um cientista ou grupo de cientistas) que, na busca por uma resposta ou solução de um problema, delinearam um raciocínio para, por meio de instrumentos e procedimentos próprios, realizarem as pesquisas que geraram a descoberta.

8 Transposição Didática SABER SÁBIO SABER A ENSINAR SABER ENSINADO O Saber Sábio reestruturado numa linguagem mais simples que a sua de origem e organizado por meio de livros e manuais de ensino. Nessa reestruturação e organização, o conhecimento é descontextualizado, gerando um saber diferente do original.

9 Transposição Didática SABER SÁBIO SABER A ENSINAR SABER ENSINADO O conhecimento sofre uma contextualização para o ambiente em que ocorrerá o ensino. O educador aparece como protagonista, que realiza a transformação do saber a ensinar (determinado normalmente por um cronograma) para o saber ensinado. É influenciado pelas características pessoais do educador, pelo ambiente no qual ocorrerá o ensino e pelas características intrínsecas dos educandos.

10 4. 2. Transposição Didática SABER SÁBIO SABER A ENSINAR SABER ENSINADO Transposição didática externa Transposição didática interna manter o saber ensinado legítimo e atualizado tornar o conceito compreensível aos educandos e suprimir as dificuldades de aprendizagem

11 4. 2. Transposição Didática Noosfera Encontro de pessoas/instituições ligadas ao sistema educacional e representantes da sociedade, cada qual com seus interesses; O centro dos conflitos, negociações e soluções: a esfera onde se pensa segundo modalidades talvez muito diferentes- o funcionamento didático Chevallard (1991)

12 4. 2. Algumas Críticas à Transposição Didática Legitimação exagerada do saber sábio A teoria da Transposição Didática, como foi formulada por Chevallard, tem um domínio limitado à Matemática, no qual o Saber Sábio é a única referência¹, o que nem sempre é o caso, já que o conhecimento escolar pode ser definido a partir de uma demanda social (por exemplo: conteúdos sobre educação social pode ser inserido no currículo escolar devido ao grande número de adolescentes grávidas precocemente num determinado município e não porque o conhecimento sobre educação social possui uma legitimação científica. O que, neste caso, determinou a escolha do conteúdo foram as práticas sociais das adolescentes do município. ¹Caillot (1996), ²Marandino (2004)

13 Estudo da transposição didática por meiodo Modelo KVP Conhecimento, valores e práticas sociais Para Pierre Clemént (2010): Os conhecimentos científicos devem ser aprendidos para as diversas práticas da vida cotidiana, e para os negócios nos quais a mobilização desse conhecimento pode ser útil. Os conhecimentos são suportados por valores e práticas sociais.

14 Modelo KVP Pierre Clément dedicou-se ao estudo da transposição didática principalmente no aspecto das relações entre o conhecimento, os valores e as práticas sociais Conhecimento científico K a informação proveniente da comunidade científica Valores V opiniões, crenças e ideologias C P Práticas sociais relacionadas às ações dos atores do sistema educacional (as práticas de ensino dos professores e as práticas dos autores e editores de manuais escolares)

15 Modelo KVP Por meio deste modelo de transposição didática, é possível analisar desde a concepção inicial do conhecimento científico, no próprio meio científico, até as concepções construídas pelos estudantes.

16 O CONTEÚDO É SELECIONADO OU RECORTADO DE ACORDO COM QUE O PROFESSOR CONSIDERA RELEVANTE, SIGNIFICATIVO OU PERTINENTE PARA DESENVOLVER DETERMINADAS COMPETÊNCIAS DOS ALUNOS Temas a serem discutidos: Seleção (por importância ou preferência) Tipos de reação química x conceito de transformação química

17 ALGUNS ASPECTOS OU TEMAS SÃO MAIS ENFATIZADOS, REFORÇADOS OU DIMINUÍDOS Temas a serem discutidos: Ênfases (por importância ou preferência) Termoquímica Conteúdos que mais caem em vestibular

18 O CONHECIMENTO É DIVIDIDO PELO PROFESSOR PARA FACILITAR A SUA COMPREENSÃO MAS, DEPOIS, VOLTA A ESTABELECER A RELAÇÃO ENTRE AQUILO QUE FOI DIVIDIDO Temas a serem discutidos: Funções orgânicas Modelos atômicos

19 Distribui-se o conteúdo no tempo para organizar uma sequência, um ordenamento, uma série linear ou não linear de conceitos e relações Temas a serem discutidos: Relações Lineares e não lineares entre os conteúdos químicos.

20 DETERMINA-SE UMA FORMA DE ORGANIZAR E APRESENTAR OS CONTEÚDOS, COMO POR MEIO DE TEXTOS, GRÁFICOS, TABELAS, ESQUEMAS ETC Temas a serem discutidos: Uso de representações gráficas e esquemáticas

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