LEITE EM PÓ INTEGRAL

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1 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DO PRODUTO LEITE EM PÓ INTEGRAL 1. DESCRIÇÃO DO OBJETO Entende-se por leite em pó o produto obtido por desidratação do leite de vaca integral, desnatado ou parcialmente desnatado e apto para a alimentação humana, mediante processos tecnologicamente adequados. O produto deverá estar de acordo com a legislação vigente, especialmente a Portaria Nº 146 de 07 de março de 1996, ANEXO XI - Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade de Leite Em Pó Ministério da Agricultura Secretaria de Defesa Agropecuária - Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal DIPOA - D.O.U. de 11/03/ CARACTERÍSTICAS GERAIS O leite em pó integral (maior ou igual a 26,0%) de matéria, gorda CARACTERÍSTICAS ORGANOLÉPTICAS - Aspecto: Pó uniforme sem grumos. Não conterá substâncias estranhas macro e microscopicamente visíveis - Cor: Branco amarelado - Sabor e odor: agradável não rançoso, semelhante ao leite fluido 2.2. CARACTERÍSTICAS FISICO-QUÍMICAS O leite em pó deverá conter somente as proteínas, açúcares, gorduras e outras substâncias minerais do leite e nas mesmas proporções relativas, salvo quando ocorrem modificações originadas por um processo tecnologicamente adequado.

2 2.3. ADITIVOS E COADJUVANTES DE TECNOLOGIA/ELABORAÇÃO Aditivos Serão aceitos como aditivos unicamente: A lecitina como emulsionante, para a elaboração de leites instantâneos, em uma proporção máxima de 5g/kg. Antíumectantes para a utilização restrita ao leite em pó a ser utilizado em máquina de venda automática. Silicatos de alumínio, cálcio Fosfato tricálcico Dióxido de silício Carbonato de cálcio Carbonato de magnésio Máximo de 10g/kg separados ou em combinação Coadjuvantes de tecnologia/elaboração. Não são autorizados CONTAMINANTES Os contaminantes orgânicos e inorgânicos não devem estar presentes em quantidades superiores aos limites estabelecidos pela legislação especifica.

3 2.5. CARACTERÍSITICA MICROBIOLÓGICAS MICROORGANISMO Microorganismos aeróbicos mesófilos estáveis/g CRITÉRIO DE ACEITAÇÃO (CODEX, Vol H CAC/RPC 31/1983) n=5 c=-2 m= M= CATEGO RIA I.C.M.S.F MÉTODOS DE ENSAIO 5 FIL 100A: 1987 Coliformes a 30º C/g n= 5 c = 2 m= 10 M= FIL 73A: 1985 Coliforme a 45º C/g n= 5 c = 2 m < 3 M= 10 5 APHA 1992 (Cap. 24) (*) Estafilococos coag.pos./g n= 5 c = 2 M= 10 m= FIL 60A: 1978 Salmonella (25g) n = 10 c = 0 m = 0 11 FIL 93A: 1985 (*) Competium of Metheds for the Microbiological Examination of Foods PESOS E MEDIDAS Deve ser aplicada a legislação específica. 2. PRAZO DE FABRICAÇÃO O produto deverá ser entregue até 30 (trinta) dias da data de fabricação. 3. PRAZO DE VALIDADE De acordo com o fabricante. 4. EMBALAGEM 4.1. EMBALAGEM PRIMÁRIA

4 A embalagem primária do produto deverá ser do tipo saco aluminizado de 200 grs hermeticamente fechada EMBALAGEM SECUNDÁRIA A embalagem secundária deverá ser caixa de papelão reforçada, adequada ao empilhamento recomendado, lacrada e identificada com o nome da empresa, resistente a danos durante o transporte e armazenamento, garantindo a integridade do produto durante todo o seu período de validade. A embalagem deverá ser dimensionada de forma a não permitir a existência de espaços vazios entre as embalagens primárias e os limites da embalagem secundária. Será considerada imprópria e será recusada a embalagem defeituosa ou inadequada, que exponha o produto à contaminação e / ou deterioração. 5. ROTULAGEM O produto deverá ser rotulado de acordo com as legislações vigentes, especialmente, a Resolução RDC nº 359, de 23 de dezembro de 2003 da ANVISA/MS, Resolução RDC nº 360, de 23 de dezembro de 2003 da ANVISA/MS e Resolução RDC nº 259, de 20 de setembro de 2002 da ANVISA/MS. No rótulo da embalagem primária e secundária deverão constar principalmente, de forma clara e indelével, as seguintes informações: 1. Identificação do produto, inclusive a marca; 2. Nome e endereço do fabricante; 3. Lista de ingredientes; 4. Data de fabricação; 5. Data de validade ou prazo máximo para consumo; 6. Número do lote; 7. Informação nutricional. 6. VEÍCULOS DE ENTREGA Os veículos para transporte e entrega dos gêneros alimentícios deverão apresentar CERTIFICADO DE VISTORIA, que deverá ser emitido no município ou Estado que o veículo esteja cadastrado, sendo o mesmo expedido pela respectiva autoridade da área de vigilância sanitária a nível municipal ou a nível estadual, em atendimento a Lei

5 6.437/77 e o Decreto Estadual nº , de 10/08/98, que aprova o regulamento do código sanitário do Estado de Pernambuco em seus dispositivos nos Art. 275 caput, 1º e Art Os meios de transporte de alimentos destinados ao consumo humano, refrigerados ou não, devem garantir a integridade e a qualidade a fim de impedir a contaminação e deterioração do produto. (Portaria CVS 15, de NORMAS PARA TRANSPORTE DE ALIMENTOS PARA CONSUMO HUMANO). Domingos Sávio Dornelas de Andrade Gerente do NUEPA

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