Laudo de avaliação do patrimônio líquido contábil apurado por meio dos livros contábeis

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1 KPMG Auditores Independentes R. Paraíba, º andar - Funcionários Belo Horizonte, MG - Brasil Caixa Postal Belo Horizonte, MG - Brasil Central Tel 55 (31) Fax 55 (31) Internet Laudo de avaliação do patrimônio líquido contábil apurado por meio dos livros contábeis Aos Conselheiros e Acionistas da Companhia de Locação das Américas São Paulo - SP Dados da firma de auditoria KPMG Auditores Independentes, sociedade estabelecida na cidade de Belo Horizonte, na Rua Paraíba, 550, Funcionários, Belo Horizonte - MG, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda sob o nº / , registrada no Conselho Regional de Contabilidade do Estado de Minas Gerais sob o nº. SP /O-6 F-MG, representada pelo seu sócio infra-assinado, Sr. Wagner Bottino, contador, portador do RG nº , inscrito no CPF sob o nº e no Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo sob o nº 1SP196907/O-7, residente e domiciliado cidade de São Paulo - SP, com escritório no mesmo endereço da representada, nomeada pela administração da Companhia de Locação das Américas ( Companhia ) para proceder à avaliação do patrimônio líquido contábil da Locarvel Locadora de Veículos Ltda. ( Empresa ) em 31 de outubro de 2014, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, apresenta a seguir o resultado de seus trabalhos. Objetivo da avaliação A avaliação do patrimônio líquido contábil em 31 de outubro de 2014 da Locarvel Locadora de Veículos Ltda. tem por objetivo a incorporação da referida Empresa pela Companhia de Locação das Américas. Responsabilidade da administração sobre as informações contábeis A administração da Empresa é responsável pela escrituração dos livros e elaboração de informações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos relevantes que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de tais informações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. O resumo das principais práticas contábeis adotadas pela Empresa está descrito no Anexo II do laudo de avaliação. Alcance dos trabalhos e responsabilidade do auditor independente Nossa responsabilidade é a de expressar uma conclusão sobre o valor contábil do patrimônio líquido da Empresa em 31 de outubro de 2014, com base nos trabalhos conduzidos de acordo com o Comunicado Técnico CTA 20, aprovado pelo CFC, que prevê a aplicação de procedimentos de exame de auditoria no balanço patrimonial. Assim, efetuamos o exame do referido balanço patrimonial da Empresa de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, que requerem o cumprimento de exigências éticas pelo auditor e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que o patrimônio 1 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade simples brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International Cooperative ( KPMG International ), uma entidade suíça. KPMG Auditores Independentes, a Brazilian entity and a member firm of the KPMG network of independent member firms affiliated with KPMG International Cooperative ( KPMG International ), a Swiss entity.

2 líquido contábil apurado para a elaboração de nosso laudo de avaliação está livre de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores contabilizados. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante no patrimônio líquido, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração do balanço patrimonial da Empresa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a efetividade desses controles internos da Empresa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa conclusão com ressalva. Ajustes considerados para apuração do saldo final ajustado do patrimônio líquido 1. Em 31 de outubro de 2014, o saldo de Caixa e equivalentes de caixa, apresentado no ativo circulante, está a maior em R$19.968,00 (dezenove mil novecentos e sessenta e oito reais) referente a diferença em relação aos controles auxiliares, a qual foi ajustada ao valor do patrimônio líquido contábil avaliado, conforme indicado no Anexo I. 2. Em 31 de outubro de 2014, o saldo de Contas a receber de clientes, apresentado no ativo circulante está a maior em R$ ,00 (um milhão, duzentos e trinta e sete mil, quatrocentos e dezesseis reais). Deste montante, R$ ,00 (trezentos e três mil, setecentos e oitenta e quatro reais) e R$ ,00 (novecentos e trinta e três mil, seiscentos e trinta e dois reais) referem-se, respectivamente, as diferenças em relação aos controles auxiliares do Contas a receber de clientes e da Provisão estimada para créditos de liquidação duvidosa, as quais foram ajustadas ao valor do patrimônio líquido contábil avaliado, conforme indicado no Anexo I. 3. Em 31 de outubro de 2014, o saldo de Impostos a recuperar, apresentado no ativo circulante está a maior em R$ ,00 (um milhão, cento e sessenta e sete mil, trezentos e cinquenta e um reais). Deste montante, R$ ,00 (quatrocentos e quarenta e um mil, cento e sessenta e cinco reais) referem-se as diferenças em relação aos controles auxiliares e R$ ,00 (setecentos e vinte e seis mil, cento e oitenta e sete reais) referem-se as atualizações financeiras de saldos, as quais foram ajustadas ao valor do patrimônio líquido contábil avaliado, conforme indicado no Anexo I. 4. Em 31 de outubro de 2014, o saldo de Imobilizado, apresentado no ativo não circulante, está a maior em R$ ,00 (um milhão, cento e sessenta e quatro mil e cento e noventa e seis reais) referente aos ativos anteriormente vendidos para sua controladora, Companhia de Locação das Américas, e não baixados dos registros contábeis, a qual foi ajustada ao valor do patrimônio líquido contábil avaliado, conforme indicado no Anexo I. 5. Em 31 de outubro de 2014, o saldo de Provisão para contingências, apresentado no passivo não circulante, está a menor em R$ ,00 (trezentos e trinta e oito mil, trezentos e trinta e cinco reais) referente a diferença em relação aos controles auxiliares, a qual foi ajustada ao valor do patrimônio líquido contábil avaliado, conforme indicado no Anexo I. 2

3 Conclusão Com base nos trabalhos efetuados e considerando os ajustes descritos no parágrafo Ajustes considerados para apuração do saldo final ajustado do patrimônio líquido que montam e reduzem o patrimônio líquido em R$ ,00 (três milhões, novecentos e vinte e sete mil, duzentos e sessenta e seis reais), concluímos que o valor de R$ ,00 (quatro milhões, novecentos e doze mil, oitocentos e noventa e seis reais), conforme Balanço Patrimonial em 31 de outubro de 2014 ajustado aos livros contábeis para atender às práticas contábeis adotadas no Brasil e resumido no Anexo I, representa, em todos os aspectos relevantes, o patrimônio líquido contábil da Locarvel Locadora de Veículos Ltda., avaliado de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Outros assuntos 1. Em atendimento aos requisitos da Comissão de Valores Mobiliários, informamos que: a) De acordo com as normas profissionais estabelecidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, não temos conhecimento de conflito de interesse, direto ou indireto, tampouco de qualquer outra circunstância que represente conflito de interesse em relação aos serviços que foram por nós prestados e que estão acima descritos; e b) Não temos conhecimento de nenhuma ação do controlador ou dos administradores da companhia com objetivo de direcionar, limitar, dificultar ou praticar quaisquer atos que tenham ou possam ter comprometido o acesso, a utilização ou o conhecimento de informações, bens, documentos ou metodologias de trabalho relevantes para a qualidade das respectivas conclusões. Belo Horizonte, 1 de dezembro de 2014 KPMG Auditores Independentes CRC SP /O-6 F-MG Wagner Bottino Contador CRC 1SP196907/O-7 3

4 Anexo(s) Companhia de Locação das Américas Laudo de avaliação do patrimônio líquido contábil apurado por meio dos livros contábeis

5 Anexo I - Resumo do Balanço Patrimonial da Empresa Ativos Saldo em 31/10/2014 conforme registro contábil Ajustes Saldo ajustado em 31/10/2014 Caixa e equivalentes de caixa (19.968) Contas a receber de clientes ( ) - Impostos a recuperar ( ) Outros ativos circulantes Total do ativo circulante ( ) Realizável a longo prazo Imobilizado ( ) - Total do ativo não circulante ( ) Total do ativo ( ) Passivos Saldo em 31/10/2014 conforme registro contábil Ajustes Saldo ajustado em 31/10/2014 Total do passivo circulante Provisão para contingências Total do passivo não circulante Total do passivo Total do patrimônio líquido ( ) Total do passivo e patrimônio líquido ( )

6 Anexo II - Resumo das principais práticas contábeis adotadas pela Empresa a) Instrumentos financeiros i. Ativos financeiros não derivativos A Empresa reconhece recebíveis e depósitos inicialmente na data em que foram originados. Todos os outros ativos financeiros são reconhecidos inicialmente na data da negociação na qual a Empresa se torna uma das partes das disposições contratuais do instrumento. A Empresa desreconhece um ativo financeiro quando os direitos contratuais aos fluxos de caixa do ativo expiram, ou quando a Empresa transfere os direitos ao recebimento dos fluxos de caixa contratuais sobre um ativo financeiro em uma transação no qual essencialmente todos os riscos e benefícios da titularidade do ativo financeiro são transferidos. Eventual participação que seja criada ou retida pela Empresa nos ativos financeiros são reconhecidos como um ativo ou passivo individual. Os ativos ou passivos financeiros são compensados e o valor líquido apresentado no balanço patrimonial quando, somente quando, a Empresa tem o direito legal ou a intenção de liquidar os valores em uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. ii. Passivos financeiros não derivativos A Empresa reconhece títulos de dívida emitidos e passivos subordinados inicialmente na data em que são originados. Todos os outros passivos financeiros são reconhecidos inicialmente na data de negociação na qual a Empresa se torna uma parte das disposições contratuais do instrumento. A Empresa baixa um passivo financeiro quando tem suas obrigações contratuais retiradas, canceladas ou vencidas. Os ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido é apresentado no balanço patrimonial quando, e somente quando, a Empresa tenha o direito legal de compensar os valores e tenha a intenção de liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e quitar o passivo simultaneamente. b) Imobilizado i. Reconhecimento e mensuração Itens do imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção, deduzido de depreciação acumulada e perdas de redução ao valor recuperável (impairment) acumuladas. O custo inclui gastos que são diretamente atribuíveis à aquisição de um ativo. Quando partes de um item do imobilizado têm diferentes vidas úteis, elas são registradas como itens individuais (componentes principais) de imobilizado. Ganhos e perdas na alienação de um item do imobilizado são apurados pela comparação entre os recursos advindos da alienação com o valor contábil do imobilizado, e são reconhecidos líquidos dentro de outras receitas (despesas) operacionais no resultado.

7 ii. Custos subsequentes O custo de reposição de um componente do imobilizado é reconhecido no valor contábil do item caso seja provável que os benefícios econômicos incorporados dentro do componente irão fluir para a Empresa e que o seu custo pode ser medido de forma confiável. O valor contábil do componente que tenha sido reposto por outro é baixado. Os custos de manutenção no dia-a-dia do imobilizado são reconhecidos no resultado conforme incorridos. iii. Depreciação A depreciação é calculada sobre o valor depreciável, que é o custo de um ativo, ou outro valor substituto do custo, deduzido do valor residual. Valor residual de um ativo é o valor que a Companhia obteria com a venda do Ativo, após deduzir as despesas de vendas. A depreciação é reconhecida no resultado, a partir da data em que estão disponíveis para uso, baseando-se no método linear com relação às vidas úteis estimadas de cada parte de um item do imobilizado, já que esse método é o que mais perto reflete o padrão de consumo dos benefícios econômicos futuros incorporados no ativo. Ativos arrendados são depreciados pelo período que for mais curto entre o prazo do arrendamento e as suas vidas úteis, a não ser que esteja razoavelmente certo de que o Grupo irá obter a propriedade ao final do prazo do arrendamento. As vidas úteis estimadas para os bens do ativo imobilizado são de 2 a cinco anos para veículos e acessórios, 5 anos para equipamentos de informática e 10 anos para Móveis e utensílios. Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais são revistos a cada exercício financeiro e eventuais ajustes são reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. c) Redução ao valor recuperável i. Ativos financeiros não derivativos (incluindo recebíveis) Um ativo financeiro não mensurado pelo valor justo por meio do resultado é avaliado a cada data de apresentação para apurar se há evidência objetiva de que tenha ocorrido perda no seu valor recuperável. Um ativo tem perda no seu valor recuperável se uma evidência objetiva indica que um evento de perda ocorreu após o reconhecimento inicial do ativo, e que aquele evento de perda teve um efeito negativo nos fluxos de caixa futuros projetados que podem ser estimados de uma maneira confiável. A evidência objetiva de que os ativos financeiros perderam valor pode incluir o nãopagamento ou atraso no pagamento por parte do devedor, a reestruturação do valor devido ao Grupo sobre condições de que o Grupo não consideraria em outras transações, indicações de que o devedor ou emissor entrará em processo de falência, ou o desaparecimento de um mercado ativo para um título. Além disso, para um instrumento patrimonial, um declínio significativo ou prolongado em seu valor justo abaixo do seu custo é evidência objetiva de perda por redução ao valor recuperável.

8 A Empresa considera evidência de perda de valor para recebíveis no nível individualizado. Todos os recebíveis individualmente significativos são avaliados quanto a perda de valor específico. Todos os recebíveis individualmente significativos identificados como não tendo sofrido perda de valor individualmente são então avaliados coletivamente quanto a qualquer perda de valor que tenha ocorrido, mas não tenha sido ainda identificada. Uma perda por redução ao valor recuperável em relação a um ativo financeiro mensurado pelo custo amortizado é calculada como a diferença entre o valor contábil e o valor presente dos futuros fluxos de caixa estimados descontados à taxa de juros efetiva original do ativo. As perdas são reconhecidas no resultado e refletidas em uma conta de provisão contra recebíveis. Os juros sobre o ativo que perdeu valor continuam sendo reconhecidos através da reversão do desconto. Quando um evento subsequente indica reversão da perda de valor, a diminuição na perda de valor é revertida e registrada no resultado. ii. Ativos não financeiros Os valores contábeis dos ativos não financeiros do Grupo como imobilizado, carros em desativação para renovação da frota, intangível e imposto de renda e contribuição social diferidos ativos, são revistos a cada data de apresentação para apurar se há indicação de perda no valor recuperável. Caso ocorra tal indicação, então o valor recuperável do ativo é estimado. O valor recuperável de um ativo ou unidade geradora de caixa é o maior entre o valor em uso e o valor justo menos despesas de venda. Ao avaliar o valor em uso, os fluxos de caixa futuros estimados são descontados aos seus valores presentes através da taxa de desconto antes de impostos que reflita as condições vigentes de mercado quanto ao período de recuperabilidade do capital e os riscos específicos do ativo. Para a finalidade de testar o valor recuperável, os ativos que não podem ser testados individualmente são agrupados juntos no menor grupo de ativos que gera entrada de caixa de uso contínuo que são em grande parte independentes dos fluxos de caixa de outros ativos ou grupos de ativos (a unidade geradora de caixa ou UGC ). Os ativos corporativos da Empresa não geram entradas de caixa individualmente. Caso haja a indicação de que um ativo corporativo demonstre uma redução no valor recuperável, então o valor recuperável é alocado para a UGC ou grupo de UGCs à qual o ativo corporativo pertence numa base razoável e consistente. Uma perda por redução ao valor recuperável é reconhecida caso o valor contábil de um ativo ou sua UGC exceda seu valor recuperável estimado. Perdas de valor são reconhecidas no resultado. Perdas por redução ao valor recuperável relacionadas a ativos reconhecidas em períodos anteriores são avaliadas a cada data de apresentação para quaisquer indicações de que a perda tenha aumentado, diminuído ou não mais exista. Uma perda de valor é revertida caso tenha havido uma mudança nas estimativas usadas para determinar o valor recuperável. Uma perda por redução ao valor recuperável é revertida somente na condição em que o valor contábil do ativo não exceda o valor contábil que teria sido apurado, líquido de depreciação ou amortização, caso a perda de valor não tivesse sido reconhecida.

9 (d) Provisões Uma provisão é reconhecida, em função de um evento passado, se a Empresa tem uma obrigação legal ou construtiva que possa ser estimada de maneira confiável, e é provável que um recurso econômico seja exigido para liquidar a obrigação.

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