ESTUDO SOBRE A CARGA TRIBUTÁRIA DOS COMBUSTÍVEIS

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1 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE DE RIBEIRÃO PRETO NÚCLEO DE ESTUDOS EM CONTROLADORIA E CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA ESTUDO SOBRE A CARGA TRIBUTÁRIA DOS COMBUSTÍVEIS CIDE, PIS, COFINS, ICMS e ICMS SUB. TRIBUTÁRIA Equipe: Amaury José Rezende Silvio Hiroshi Nakao Gustavo Abrão Julho

2 Este relatório apresenta uma síntese dos resultados do estudo realizado, pelo Núcleo de Estudos em Controladoria e Contabilidade Tributária, relativo à carga tributária sobre os combustíveis: GASOLINA C, ÁLCOOL HIDRATADO E ÓLEO DIESEL. Os dados, as informações, as recomendações e as conclusões, constantes deste relatório, são frutos de dados públicos, todavia, havendo interesse em utilização dos mesmos ou de partes, os interessados devem solicitar autorização da FUNDACE e/ou do Núcleo de Estudos em Controladoria e Contabilidade Tributária da FEA- RP/USP.

3 O NÚCLEO DE PESQUISA O estudo sobre a carga tributária dos combustíveis foi realizada pelo NÚCLEO DE ESTUDOS EM CONTROLADORIA E CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto - Universidade de São Paulo. O Núcleo é composto por professores, alunos da pós-graduação e graduação, exalunos e profissionais de mercado, que tem como objetivo o desenvolvimento de atividades de pesquisas, ensino e extensão. As atividades são coordenadas pelos professores Dr. Amaury José Rezende e Dr. Silvio Hiroshi Nakao. O desenvolvimento do ÍNDICE DE CARGA TRIBUTÁRIA SOBRE OS COMBUSTÍVEIS ICTC compreende um projeto financiado pela FUNDACE Fundação de Desenvolvimento em Administração, Contabilidade e Economia, coordenado e executado pelos professores Amaury José Rezende e Silvio Hiroshi Nakao e pelo aluno Gustavo Abrão. Este projeto representa uma das pesquisas do PROJETO OBSERVATÓRIO DE TRIBUTOS, que é realizada pelo Núcleo. O período para desenvolvimento da pesquisa foi de 8 meses, dentre os seus produtos, destaca-se a edição de boletins trimestrais sobre os tributos e os seus efeitos sobre os combustíveis. CARACTERÍSTICAS DA CADEIA DE VALOR DOS COMBUSTÍVEIS BRASILEIROS. A cadeia de combustíveis (Gasolina, Álcool, e Óleo Diesel), no Brasil, compreendeu as seguintes características, em 2010: 64,8 milhões de veículos automotores; R$75,3 bilhões de receita bruta interna 1 ; pontos de vendas (postos de combustíveis); 501 distribuidores de combustíveis líquidos (derivados de petróleo e etanol automotivo); barris - importação de petróleo; barris - exportação de petróleo; e m³ - exportação de etanol. 1 As estimativas foram realizadas com base nos preços de bomba 2011.

4 Para a realização das análises, foram consideradas as variáveis relacionadas ao ambiente econômico, operacional, contábil e tributário da cadeia de valor dos combustíveis. Em relação à produção de gasolina, foram considerados os seguintes elos econômicos, conforme ilustrado na figura 1. Figura 1: Cadeia de Valor - Gasolina Produção Gasolina Distribuição Postos Consumidor Produção Álcool Anidro Em relação à produção de óleo diesel, foram considerados os seguintes elos econômicos, conforme ilustrado na figura 2. Figura 2: Cadeia de Valor Óleo Diesel Produção Distribuição Postos Consumidor Em relação à produção de álcool (Hidratado e Anidro), foram considerados os seguintes elos econômicos, conforme ilustrado na figura 3. Figura 3: Cadeia de Valor Álcool (Hidratado e Anidro) Produtor Rural Produção Usinas Distribuição Postos Consumidor

5 A PESQUISA SOBRE CARGA TRIBUTÁRIA O objetivo do índice ICTC compreende a identificação dos pesos dos tributos sobre os preços dos combustíveis. Na composição do índice, foram considerados os seguintes fatores econômicos, operacionais e tributários: elos da cadeia de valor; custos de produção; tributos (ICMS, ICMS-ST, PIS, COFINS E CIDE); custos logísticos; e políticas tributárias estaduais. O índice ICTC compreende três subgrupos de análises: a) Índice de Carga Tributária sobre a Gasolina; b) Índice de Carga Tributária sobre o Álcool; c) Índice de Carga Tributária sobre o Óleo Diesel. Os dados utilizados no estudo, tais como: preços dos combustíveis com e sem tributos referentes aos estados brasileiros foram obtidos junto aos sítios do CEPEA e da ANP, entre os dias 28/06/2011 a 07/07/2011. Com exceção dos preços de realização dos produtores para à Gasolina A e o Óleo Diesel, que foram coletados no dia 23/05/2011, junto ao sitio da ANP. O MODELO DE CÁLCULO DE CARGA TRIBUTÁRIA Para a realização das estimativas, simulações e apuração dos custos tributários sobre os preços dos combustíveis, baseou-se o modelo proposto pela ANP Agência Nacional de Petróleo, que considera um conjunto de modelos para apuração dos tributos incidentes: Modelo 1 Gasolina C ; Modelo 2 Etanol hidratado combustível; e Modelo 3 Óleo diesel. VARIÁVEIS DOS MODELOS

6 Para aplicação do modelo, é necessária a coleta de um conjunto de dados. a) Categoria de preços dos insumos: preço de realização dos produtos (pelo produtor); preço do álcool anidro; preço dos produtos sem ICMS; preço de pauta dos produtos, e preço na bomba dos produtos. b) Tributos: CIDE, PIS/COFINS do produtor; ICMS do produtor; ICMS sobre álcool anidro; ICMS do distribuidor; e ICMS do Varejo (postos); c) Produtos envolvidos: gasolina A, gasolina C, álcool hidratado, álcool anidro, diesel e biodiesel; e d) Outros itens: custos logísticos, MVA margem de valor agregado e outros encargos. ALÍQUOTAS Na tabela 1, se encontram as alíquotas incidentes para o ICMS, conforme região, produto e operação (interna ou interestadual). Tabela 1: Alíquotas ICMS por produto e região. Estados Gasolina C AEHC AEHC AEAC Óleo diesel Acre (AC) 25% 25% 25% 25% Alagoas (AL) 27% 27% 27% 17% Amapá (AP) 25% 25% 25% 17% Amazonas (AM) 25% 25% 25% 17% Bahia (BA) 25% 17% 25% 25% Ceará (CE) 27% 25% 25% 25% Distrito Federal (DF) 25% 25% 25% 12% Espírito Santo (ES) 27% ou 30% 30% 27% 27% 12% Goiás (GO) 27% 29% 29% 18% Maranhão (MA) 25% 25% 25% 25% Mato Grosso (MT) 25% 25% 25% 17% Mato Grosso do Sul (MS) 25% 25% 25% 17% Minas Gerais (MG) 27% 12% 22% 25% e 12% 12% Pará (PA) 28% 26% 26% 17% Paraíba (PB) 27% 25% 25% 17% Paraná (PR) 28% 18% 28% 12% Pernambuco (PE) 27% 25% 25% 17% Piauí (PI) 25% 17% 17% 17% Rio de Janeiro (RJ) 30% 30% 30% 12% Rio Grande do Norte (RN) 25% 25% 25% 17% Rio Grande do Sul (RS) 25% 25% 25% 12% Rondônia (RO) 25% 25% 25% 25% Roraima (RR) 25% 25% 25% 17% Santa Catarina (SC) 25% 25% 25% 12% São Paulo (SP) 25% 12% 25% 12%

7 Sergipe (SE) 25% 25% 25% 18% Tocantins (TO) 25% 25% 25% 17% Fonte: SEFAZ Secretária da Agência Fazendária dos Estados. Conforme demonstrado, na tabela1, a incidência do ICMS sobre os combustíveis varia entre 12% a 30%, pois depende da região, do produto e do tipo de operação. ALÍQUOTAS PIS/COFINS E CIDE Na tabela 2, são especificadas as alíquotas do PIS/COFINS e CIDE, conforme os produtos; região; e tipo de operação (interna ou interestadual). Tabela 2: PIS/COFINS e CIDE por produto. Produtos/ Tributos PIS (% e m³) COFINS (% e m³) CIDE (R$/ Litro) Álcool produtor ou importador 1,50% 6,90% 0,0 Álcool distribuidor 3,75% 17,25% 0,0 Álcool produtor ou importador R$ 23,38 R$ 107,52 0,0 Álcool distribuidor R$ 58,45 R$ 268,80 0,0 Óleo diesel 4,21% 19,42% 0,07 R$ 26,36 R$ 121,64 0,07 Biodiesel 6,15% 28,32% 0,07 R$ 31,75 R$ 146,21 0,07 Gasolina 5,08% 23,44% 0,23 R$ 46,58 R$ 215,02 0,23 Fonte: Secretaria da Receita Federal do Brasil Na tabela 2, observam-se as formas de incidência das contribuições: PIS, CONFINS e CIDE. Sendo que o PIS/COFINS pode ser cobrado de duas maneiras: I. por m3; ou b) ad valorem (%), sendo que o contribuinte poderá realizar a escolha da forma de tributação, no momento do cálculo, conforme dispostos nas seguintes Decretos e Leis: - Decreto n 5.059, de 30/04/04; Lei nº , de 23/06/08 e Decreto nº 6.573, de 19/09/08; Lei nº , de 30 de abril de 2004 e Decreto n 5.059, de 30/04/04; Lei n , de 12/12/01 e Decreto n 5060, de 30 de Abril de 2004; e Lei nº , de 18/05/05 e Decreto n 5.297, de 06/12/04.

8 A Contribuição de Intervenção de Domínio Econômico é cobrada por m3 de combustíveis, que, neste estudo, foi convertido em centavos por litro. PREMISSAS UTILIZADAS PRODUTOR: GASOLINA E DIESEL Premissas: I. Para o cálculo carga tributária da gasolina A e do óleo diesel, em cada Estado, foram considerados os preços médios de cada região (Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste). Os dados foram obtidos junto à ANP (preço do produtor sem ICMS); II. Em relação ao álcool anidro, que é adicional à gasolina A para a produção da gasolina C, foram utilizados os preços médios praticados nos estados de São Paulo e Goiás; III. Para o cálculo do ICMS do produtor (gasolina C e do óleo diesel), foram utilizadas as alíquotas internas de cada Estado; IV. Para o cálculo do ICMS ST, da gasolina C e do diesel foram utilizados os preços PMPF Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final, obtidos junto às Secretarias de Fazendas Estaduais; V. Para o cálculo do ICMS ST, da gasolina C e do diesel, para os Estados da BA, SP e RS, utilizou-se o MVA Margem de Valor Agregado, obtido junto às Secretarias de Fazendas Estaduais; VI. Para o cálculo do PIS/COFINS, utilizou-se o valor apurado entre m3 e percentual (%) dos dois o menor. VII. O valor obtido em relação à Carga Tributária Total representa a soma dos tributos incidentes (CIDE, ICMS- produtor; ICMS ST- distribuidora e postos; PIS/COFINS monofásico-produtor), deduzidos das compensações permitidas, dividido pelo preço de comercialização nos postos de combustíveis de cada Estado, preços obtidos junto a ANP.

9 DISTRIBUIDORA/ POSTOS Premissas: I. Não há incidência de ICMS, pois as operações são tributadas por substituição tributária; e II. Não há incidência de PIS/COFINS, pois é tributado pelo método monofásico no produtor. PRODUTOR (USINAS): ÁLCOOL HIDRATADO E ANIDRO Premissas: I. Para o cálculo carga tributária do álcool hidratado, em cada Estado, foram considerados os preços médios de produtor das regiões de Alagoas, São Paulo e Goiás. Os dados foram obtidos junto ao CEPEA Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (preço do produtor sem Impostos); II. Para o cálculo do ICMS do produtor (álcool hidratado), foram utilizadas as alíquotas interna de cada Estado; III. Não há incidência de CIDE; IV. Para o cálculo do PIS/COFINS, utilizou-se o valor apurado entre m3 e percentual (%) dos dois o menor. DISTRIBUIDORA/ POSTOS Premissas: I. Para o cálculo do ICMS do distribuidor (álcool hidratado ), foram utilizadas as alíquotas internas de cada Estado; II. Para o cálculo do ICMS ST, do álcool hidratado, foi utilizado o PMPF Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final, obtido junto às Secretarias de Fazendas Estaduais;

10 III. IV. Para o cálculo do ICMS ST, do álcool hidratado, para os Estados da BA, SP e RS, utilizou-se o MVA Margem de Valor Agregado, obtido junto às Secretarias de Fazendas Estaduais; Para o cálculo do PIS/COFINS, utilizou-e o valor apurado entre m3 e percentual (%) dos dois o menor. MODELOS ANP CÁLCULO DOS TRIBUTOS SOBRE COMBUSTÍVEIS Os dados, utilizados na exemplificação dos modelos, referem-se às operações e tributos incidentes nos Estado de São Paulo e Minas Gerais, os quais são especificados, nos quadros 1, 2 e 3. Quadro 1: Modelo ANP Cálculo dos tributos sobre a GASOLINA C Gasolina C SP MG Preço de realização (1) 1,07 1,07 B. Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico Cide (2) 0,23 0,23 C. PIS/PASEP e Cofins (3) 0,26 0,26 C. PIS/PASEP e Cofins (3) 0,65 0,68 D. Preço de faturamento sem ICMS D = A + B + C 1,56 1,56 E. ICMS produtor E = [(D / (1 ICMS%)] D (6) 0,52 0,58 F. Preço de faturamento com ICMS (sem o ICMS da Substituição Tributária) F = D + E 2,08 2,13 G. (i) ICMS da Substituição Tributária (com PMPF) G = (PMPF x ICMS% / ( 1 MIX (9)) E (7) 0,46 G. (ii) ICMS da Substituição Tributária (na ausência do PMPF) G = F x % MVA x ICMS% (8) 0,29 H. Preço de faturamento do produtor sem frete (ex refinaria) com ICMS H = F + G (i) ou + G (ii) 2,37 2,60 Composição do preço do etanol anidro combustível (EAC) a ser misturado à gasolina A I. Preço do etanol anidro combustível (1) 1,30 1,30 J. Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico Cide (2) - K. PIS/PASEP e Cofins (4) - L. Preço de faturamento do produtor sem frete e sem ICMS (O ICMS incidente sobre o etanol anidro foi cobrado na etapa de produção da gasolina A na proporção da mistura para formação da gasolina C, conforme item G acima) L = I + J + K + L (5) 1,30 1,30 Composição do preço da gasolina C (mistura de gasolina A e etanol anidro combustível) a partir da distribuidora M. Frete da gasolina A até a base de distribuição N. Frete do EAC até a base de distribuição (frete de coleta) O. Custo de aquisição da distribuidora O = M + N + (H x (1- MIX (9)) + (L x MIX (9)) 2,10 2,27 P. Margem da distribuidora 0,16 Q. Frete da base de distribuição até o posto revendedor R. Preço de faturamento da distribuidora R = O + P + Q 2,26 0,17 2,45 Composição do preço final de venda da gasolina C no posto revendedor

11 S. Custo de aquisição do posto revendedor S = R 2,26 2,45 T. Margem da revenda 0,42 0,41 U. Preço bomba de gasolina C U = S + T 2,67 2,86 Total de tributos 0,98 1,15 % Tributos 36,58% 40,20% Referências: Preço FOB (sem fretes e tributos) Lei n , de 12/12/01, e suas alterações, combinada com o Decreto n 5.060, de 30/04/04, e suas alterações Lei n , de 30/04/04, e suas alterações, combinada com o Decreto n 5.059, de 30/04/04, e suas alterações (para os contribuintes que optaram pela alíquota específica) Lei n , de 23/06/08, e suas alterações, combinada com o Decreto n 6.573, de 19/09/08, e suas alterações (para os contribuintes que optaram pela alíquota específica) Em geral, diz-se que há diferimento tributário, quando o recolhimento de determinado tributo é transferido para uma etapa posterior da cadeia. No caso do etanol anidro combustível, o produtor ou importador de gasolina A recolhe o tributo incidente sobre a etapa de produção de anidro (usina), nos casos em que este seja utilizado para composição da gasolina C. Alíquotas estabelecidas pelos governos estaduais (com reduções das bases de cálculo, se houver) e acrescidas do Fundo de Pobreza (se houver). Preço Médio ao Consumidor Final (PMPF) estabelecido por Ato Cotepe / PMPF Margem de Valor Agregado (MVA) estabelecido por Ato Cotepe / MVA (apenas na ausência do PMPF) (7) MIX: Lei n 8.723, de 28/10/93, e suas alterações, combinada com a Resolução Cima n 1, de 11/01/10, que define o percentual (%) de mistura obrigatória de etanol anidro combustível na gasolina A demonstração dos cálculos apresentados no modelo de cálculo dos preços da Gasolina C refere-se aos dados dos estados de São Paulo e Minas Gerais. Os exemplos apresentados utilizam dados para o cálculo do ICMS ST baseado no PMPF (MG) e MVA (SP). Quadro 2: Modelo ANP Cálculo dos tributos sobre o ÁLCOOL HIDRATADO Álcool Hidratado combustível SP MG Preço de realização (1) 1,14 1,14 B. Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico - Cide (3) - C. PIS/Pasep e Cofins (4) 0,05 0,05 C. PIS/Pasep e Cofins (4) 0,12 0,12 D. Preço de faturamento sem ICMS D = A + B + C 1,19 1,19 E. ICMS produtor E = [(D / (1 - ICMS%)] - D (5) 0,16 0,16 F. Preço de faturamento do produtor com ICMS F = D + E 1,35 1,35 Composição do preço a partir da distribuidora G. Frete do EAC até a base de distribuição (frete de coleta) H. Custo de aquisição da distribuidora H = F + G 1,35 1,35 I. Frete da base de distribuição até o posto revendedor - J. Margem da distribuidora - K. PIS/Pasep e Cofins 0,12 0,12 L. Preço da distribuidora sem ICMS L = H + I + J + K E 1,31 1,31 M. ICMS da distribuidora M = [(L / (1 - ICMS%)] - L - E (5) 0,02 0,21 N. Preço da distribuidora com ICMS e sem Substituição Tributária da revenda N = M + L + E 1,48 1,67 O. (i) ICMS da Substituição Tributária da revenda (com PMPF) O = (PMPF x ICMS%) - E - M (6) 0,12 O. (ii) ICMS da Substituição Tributária da revenda (na ausência do PMPF) O = % MVA x (E + M) (7) 0,04 0,11 P. Preço de faturamento da distribuidora P = N + O (i) ou P = N + O (ii) 1,55 1,85

12 Composição do preço final de venda do etanol hidratado no posto revendedor Q. Preço de aquisição da distribuidora Q = P 1,54 1,85 R. Margem da revenda 0,27 0,29 S. Preço bomba do etanol hidratado combustível S = Q + R 1,81 2,14 Total de tributos 0,39 0,65 % tributos 21,6% 30,4% Referências: Preço FOB (sem fretes e tributos) Frete até a base de distribuição (quando cobrados separadamente) Lei nº , de 12/12/01 e suas alterações, combinada com o Decreto nº 5.060, de 30/04/04 e suas alterações Lei nº , de 23/06/08 e suas alterações combinada com o Decreto nº 6.573, de 19/09/08 e suas alterações (para os contribuintes que optaram pela alíquota específica) Alíquotas estabelecidas pelos governos estaduais (com reduções das bases de cálculo, se houver) e acrescidas do "Fundo de Pobreza" (se houver). Algumas legislações estaduais diferem o ICMS para a distribuidora ou antecipam para o produtor Preço Médio ao Consumidor Final (PMPF) estabelecido por Ato Cotepe / PMPF Margem de Valor Agregado (MVA) estabelecido por Ato Cotepe / MVA (apenas na ausência do PMPF) (6) A demonstração dos cálculos apresentados no modelo para o cálculo dos preços do Álcool refere-se aos dados dos estados de São Paulo e Minas Gerais. Os exemplos apresentados utilizam dados para o cálculo do ICMS ST baseado no PMPF (MG) e MVA (SP). Quadro 3: Modelo ANP Cálculo dos tributos sobre Óleo diesel Óleo diesel SP MG A. Preço de realização (1) 1,14 1,14 B. Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico - Cide (3) 0,07 0,07 C. PIS/PASEP e Cofins (4) 0,15 0,15 C. PIS/PASEP e Cofins (4) 0,42 0,42 D. Preço de faturamento sem ICMS D = A + B + C 1,36 1,36 E. ICMS produtor E = [(D / (1 - ICMS%)] - D (6) 0,19 0,19 F. Preço de faturamento com ICMS (sem o ICMS da Substituição Tributária) F = D + E 1,55 1,55 G. (i) ICMS da Substituição Tributária (com PMPF) G (i) = (PMPF x ICMS% / ( 1 - MIX (9)) - E (7) 0,07 G. (ii) ICMS da Substituição Tributária (na ausência do PMPF) G (ii) = % MVA x ICMS% (8) 0,05 0,05 H. Preço de faturamento do produtor (ex refinaria) com ICMS H = F + G (i) ou G (ii) 1,55 1,61 Composição do preço do biodiesel (B100), a ser misturado ao óleo diesel ( a partir do produtor de óleo diesel) I. Preço do biodiesel a ser adquirido, pela distribuidora, do produtor de óleo diesel (1) 1,61 1,61 J. PIS/Pasep e Cofins (5) 0,18 0,18 J. PIS/Pasep e Cofins (5) 1,04 0,85 K. Preço de faturamento do produtor de óleo diesel sem ICMS K = I + J 1,79 1,79 Composição do preço do diesel BX (mistura de diesel com biodiesel - B100) a partir da distribuidora L. Frete do óleo diesel até a base de distribuição (2) M. Frete do biodiesel até a base de distribuição (Frete de coleta usina) (2)

13 N. Custo de aquisição da distribuidora N = (H x (1- MIX (9)) + (K x MIX (9)) + L + M 1,56 1,62 O. Margem da distribuidora P. Frete da base de distribuição até o posto revendedor Q. Preço de faturamento da distribuidora Q = N + O + P 1,56 1,62 Composição do preço final de venda do diesel BX no posto revendedor R. Custo de aquisição do posto revendedor R = Q 1,72 1,77 S. Margem da revenda 0,23 T. Preço bomba do diesel T = S + R 1,98 1,99 Total de tributos 0,44 0,46 % tributos 22,26% 22,85% Referências: (1) Preço FOB (sem fretes e tributos) (2) Frete até a base de distribuição (quando cobrados separadamente) (3) Lei n , de 12/12/01, e suas alterações, combinada com o Decreto nº 5.060, de 30/04/04, e suas alterações (4) Lei nº , de 30/04/04, e suas alterações, combinada com o Decreto n 5.059, de 30/04/04, e suas alterações (para os contribuintes que optaram pela alíquota específica) (5) Lei nº , de 18/05/05, e suas alterações, combinada com o Decreto n 5.297, de 06/12/04, e suas alterações (para os contribuintes que optaram pela alíquota específica) (6) Preço Médio ao Consumidor Final (PMPF) estabelecido por Ato Cotepe / PMPF (7) Margem de Valor Agregado (MVA) estabelecido por Ato Cotepe / MVA (apenas na ausência do PMPF) (7) (8) MIX: Lei n , de 14/01/05, combinada com a Resolução CNPE n 6, de 16/09/09, que define o percentual (%) de mistura obrigatória de biodiesel (B100) ao diesel A demonstração dos cálculos apresentados no modelo de cálculo dos preços do Óleo Diesel refere se aos dados dos estados de São Paulo e Minas Gerais. Os exemplos utilizam dados para o cálculo do ICMS ST baseado no PMPF (MG) e MVA (SP) RESULTADOS E CONSIDERAÇÕES A partir da realização de simulações, apurou-se o índice de carga tributária por tipo de combustível: Gasolina; Álcool hidratado e Diesel, demonstrado na tabela 3. Tabela 3 Estimativa da Carga Tributária sobre os Combustíveis (%) - julho de 2011) Grandes Regiões e Unidades da Federação ESTIMATIVA DA CARGA TRIBUTÁRIA SOBRE COMBUSTÍVEIS (%) Gasolina Álcool Diesel Média - Brasil 38,61% 31,36% 27,28% Região Norte 37,25% 31,97% 28,49% Rondônia 0,373 0,329 0,349 Acre 0,360 0,307 0,325 Amazonas 0,356 0,304 0,259 Roraima 0,397 0,328 0,262

14 Pará 0,384 0,329 0,261 Amapá 0,356 0,304 0,259 Tocantins 0,381 0,336 0,279 Região Nordeste 38,95% 30,59% 30,84% Maranhão 0,380 0,331 0,360 Piauí 0,376 0,246 0,276 Ceará 0,392 0,302 0,351 Rio Grande do Norte 0,376 0,298 0,272 Paraíba 0,418 0,324 0,280 Pernambuco 0,404 0,324 0,281 Alagoas 0,404 0,336 0,280 Sergipe 0,385 0,328 0,288 Bahia 0,370 0,264 0,388 Região Sudeste 40,40% 31,32% 22,57% Minas Gerais 0,402 0,304 0,229 Espírito Santo 0,421 0,355 0,224 Rio de Janeiro 0,427 0,377 0,228 São Paulo 0,366 0,216 0,223 Região Sul 38,65% 29,70% 22,20% Paraná 0,417 0,275 0,231 Santa Catarina 0,383 0,319 0,225 Rio Grande do Sul 0,359 0,297 0,210 Região Centro-Oeste 38,39% 33,29% 25,71% Mato Grosso do Sul 0,381 0,305 0,258 Mato Grosso 0,377 0,335 0,260 Goiás 0,402 0,372 0,290 Distrito Federal 0,376 0,320 0,220 A partir dos resultados obtidos observa-se que a carga tributária incidente sobre a gasolina apresenta percentuais maiores nos estados da região sudeste comparativamente com as outras regiões. Dentre os possíveis fatores motivadores destas diferenças estão: I. EXISTÊNCIA DE POLÍTICAS FISCAIS ESTADUAIS diminuição da base de cálculo do ICMS-ST pela opção PMPF ou MVA;

15 II. Para os Estados em que os PREÇOS FINAIS DA GASOLINA são maiores, possivelmente, estas variações são decorrentes dos custos logísticos (transporte); III. As VARIAÇÕES DE PERCENTUAL DE CARGA TRIBUTÁRIA entre os Estados podem se decorrentes da incidência de tributos federais, sobre os combustíveis, que são calculados e cobrados por m3. Tendo em vista que os valores dos tributos são fixos por litro de combustíveis e os preços variam entre os estados, assim o impacto destes tributos sobre a carga torna-se menores nos estados com maiores preços finais. IV. A região CENTRO-OESTE apresenta maior percentual de carga tributária comparativamente com as demais regiões. Isto é decorrente dos Estados possuírem alíquotas de ICMS maiores, por exemplo, o Estado de Goiás tem uma alíquota 29% para Álcool Hidratado. Ademais, destaca-se que há diferenças significativas entre os estados brasileiros, pois a alíquota de ICMS varia entre 12 a 29%. V. A Carga Tributária incidente sobre o Óleo diesel é a que apresenta os menores percentuais comparativamente com outros combustíveis pesquisados (álcool e gasolina). A explicação de tais diferenças pode estar relacionados à existência de incentivos tributários federais (CIDE, PIS e COFINS) e efeito das menores alíquotas de ICMS praticadas nos diversos estados. Os maiores incentivos tributários estão no Óleo Diesel, pois este combustível é a principal fonte de enérgica dos transportes comerciais no Brasil (caminhões, navios e trens).

16 ANÁLISE DO MIX DE ÁLCOOL ANIDRO NA GASOLINA C Elaborou-se uma análise que tem como objetivo demonstrar os efeitos do MIX de álcool anidro na gasolina C. Tabela 4: Efeito do Mix na Gasolina C Análise do MIX de Álcool Anidro na Gasolina C MIX - Álcool Anidro 18% Variação 22% Variação 25% Média / Brasil 40,06% 1,45% 39,23% 0,62% 38,61% Região Norte 38,40% 1,16% 37,74% 0,50% 37,25% Região Nordeste 40,45% 1,49% 39,59% 0,64% 38,95% Região Sudeste 42,14% 1,74% 41,15% 0,75% 40,40% Região Sul 40,60% 1,95% 39,48% 0,84% 38,65% Região Centro-Oeste 39,59% 1,21% 38,90% 0,52% 38,39% Observa-se, na tabela 4, se mantidos os preços de venda ao consumidor, que quanto menor o percentual de mix de álcool anidro na gasolina maior o impacto tributário, ou seja, 1,45 % de aumento na carga tributária (média Brasil). Sendo que a região sul é a região que maior efeito com 1,95% na carga tributária. ANÁLISES DOS FATORES QUE COMPÕEM OS PREÇOS DOS COMBUSTÍVEIS Elaborou-se uma análise que tem como objetivo demonstrar os fatores que compõem o preço de venda ao consumidor por litro de combustível. Na Tabela 5, apresenta-se a composição do preço da gasolina. Tabela 5: Carga Tributária Média da Gasolina (BRASIL) Composição do Preço da Gasolina C Preço (Postos) 2,85 100% Custo (produtor) 0,79 27,7% Custo etanol anidro 0,32 11,4% CIDE 0,17 6,1% PIS/COFINS 0,20 6,9% ICMS produtor 0,41 14,3% ICMS ST (Distribuição/Posto) 0,33 11,6% Margem de lucro Distribuidor Margem de lucro Postos 0,63 22,1% 38,873%

17 Numa análise da composição dos tributos sobre o preço médio da Gasolina C consta-se que os impostos federais correspondem por 13% do preço e os impostos estaduais compreendem 25,9% respectivamente. Na Tabela 6, apresenta-se a composição do preço do Álcool. Tabela 6: Carga Tributária Média do Álcool (BRASIL) Composição do Preço do Álcool Hidratado Preço (Postos) 2,22 100,0% Custo e ML do Produtor (álcool) 1,24 55,7% ICMS ST (Posto) 0,08 3,5% ICMS Distribuidor 0,04 2,0% PIS/COFINS Distribuidor 0,12 5,4% ICMS produtor 0,40 18,2% PIS/COFINS - Prod. 0,05 2,2% Margem de lucro Distribuidora Margem de lucro Postos 0,29 13,0% 31,298% Numa análise da composição dos tributos sobre o preço médio do Álcool Hidratado consta-se que os impostos federais correspondem por 7,6% do preço e os impostos estaduais compreendem 23,7% respectivamente. Na Tabela 7, apresenta-se a composição do preço do óleo diesel. Tabela 7: Carga Tributária Média do Óleo Diesel (BRASIL) Composição do Preço do Óleo Diesel Preço (Postos) 2,11 100,0% Custo (produtor-diesel) 1,13 53,9% Custo (produtor-biodiesel) 0,08 3,8% PIS/Cofins 0,14 6,7% CIDE 0,07 3,2% ICMS produtor 0,27 12,7% PIS/COFINS Biodiesel 0,01 0,4% ICMS ST - Distribuição/Postos 0,09 4,0% Margem de lucro Distribuidor Margem de lucro Postos 0,32 15,3% 27,023% Numa análise da composição dos tributos sobre o preço médio do Óleo Diesel Hidratado consta-se que os impostos federais correspondem por 10,3 % do preço e os impostos estaduais compreendem 16,7% respectivamente.

18 ESTIMATIVA DO PIB DO SETOR 2010 Elaborou-se um conjunto de estimativas que compreendem a receita potencial do setor de combustíveis no Brasil. Para a realização das estimativas considerou os preços praticados pelos postos de combustíveis, multiplicado pela quantidade de combustível comercializado por estado. Para o cálculo da carga tributária em valores (R$) multiplicou o percentual de carga tributária de cada Estado pela receita total por combustível pesquisado. Na Tabela 8, apresenta-se uma estimativa do PIB (Receita e Carga Tributária) da Gasolina C. Tabela 8: Estimativa do PIB da Gasolina C (Receita e Carga Tributária) Vendas de gasolina C pelas distribuidoras (mil m3) Grandes Regiões e Qtde Receita bruta = Vendas 2010 CT * Receita bruta Unidades da Federação (em litros) * preço gasolina (mil R$) (mil R$) Brasil , ,82 Região Norte , ,85 Rondônia , ,80 Acre , ,34 Amazonas , ,93 Roraima , ,51 Pará , ,24 Amapá , ,74 Tocantins , ,29 Região Nordeste , ,84 Maranhão , ,26 Piauí , ,25 Ceará , ,60 Rio Grande do Norte , ,20 Paraíba , ,76 Pernambuco , ,60 Alagoas , ,43 Sergipe , ,54 Bahia , ,20 Região Sudeste , ,58 Minas Gerais , ,52 Espírito Santo , ,77

19 Rio de Janeiro , ,39 São Paulo , ,91 Região Sul , ,05 Paraná , ,74 Santa Catarina , ,80 Rio Grande do Sul , ,52 Região Centro-Oeste , ,50 Mato Grosso do Sul , ,80 Mato Grosso , ,49 Goiás , ,09 Distrito Federal , ,13 Conforme demonstrado acima, a receita total estimada com a comercialização de Gasolina C no Brasil é de aproximadamente R$ 83,3 bilhões, sendo que a carga tributária (tributos federais e estaduais) corresponde a R$ 32,1 bilhões. Na Tabela 9, apresenta-se uma estimativa do PIB (Receita e Carga Tributária) do Álcool Hidratado. Grandes Regiões e Unidades da Federação Tabela 9: Estimativa do PIB do Álcool Hidratado (Receita e Carga Tributária) Vendas de álcool hidratado pelas distribuidoras (mil m3) Receita bruta = Vendas Qtde 2010 * preço do álcool (em litros) hidratado (mil R$) CT * Receita bruta (mil R$) Brasil , ,03 Região Norte , ,11 Rondônia , ,20 Acre , ,46 Amazonas , ,15 Roraima , ,36 Pará , ,88 Amapá , ,40 Tocantins , ,66 Região Nordeste , ,07 Maranhão , ,76 Piauí , ,94 Ceará , ,00 Rio Grande do Norte , ,23 Paraíba , ,31 Pernambuco , ,90 Alagoas , ,15 Sergipe , ,35

20 Bahia , ,43 - Região Sudeste , ,55 Minas Gerais , ,91 Espírito Santo , ,22 Rio de Janeiro , ,51 São Paulo , ,92 Região Sul , ,37 Paraná , ,08 Santa Catarina , ,96 Rio Grande do Sul , ,33 Região Centro-Oeste , ,92 Mato Grosso do Sul , ,16 Mato Grosso , ,76 Goiás , ,69 Distrito Federal , ,31 Conforme demonstrado acima, a receita total estimada com a comercialização de Gasolina C no Brasil é de aproximadamente R$ 29 bilhões, sendo que a carga tributária (tributos federais e estaduais) corresponde a R$ 7,7 bilhões. Na Tabela 10, apresenta-se uma estimativa do PIB (Receita e Carga Tributária) do Óleo Diesel. Tabela 10: Estimativa do PIB do Óleo Diesel (Receita e Carga Tributária) Vendas de óleo diesel pelas distribuidoras (mil m3) Grandes Regiões e Unidades da Federação Qtde (em litros) Receita bruta = Vendas 2010 * preço do óleo diesel (mil R$) CT * Receita bruta (mil R$) Brasil , ,69 - Região Norte , ,37 Rondônia , ,17 Acre , ,62 Amazonas , ,75 Roraima , ,05 Pará , ,24 Amapá , ,24 Tocantins , ,29 Região Nordeste , ,91 Maranhão , ,97 Piauí , ,51

21 Ceará , ,18 Rio Grande do Norte , ,00 Paraíba , ,09 Pernambuco , ,99 Alagoas , ,07 Sergipe , ,80 Bahia , ,30 Região Sudeste , ,68 Minas Gerais , ,89 Espírito Santo , ,85 Rio de Janeiro , ,81 São Paulo , ,13 Região Sul , ,45 Paraná , ,26 Santa Catarina , ,54 Rio Grande do Sul , ,65 Região Centro-Oeste , ,29 Mato Grosso do Sul , ,59 Mato Grosso , ,57 Goiás , ,63 Distrito Federal , ,50 Conforme demonstrado acima, a receita total estimada com a comercialização de Óleo Diesel no Brasil é de aproximadamente R$ 100 bilhões, sendo que a carga tributária (tributos federais e estaduais) corresponde a R$ 25,3 bilhões. REFERÊNCIAS Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP): Disponível em: CAVALCANTI, M. C. B. Análise Dos Tributos Incidentes Sobrecombustíveis Automotivos No Brasil. Dissertação de Mestrado do Programa de pós-graduação de Engenharia da Universidade Federal do Rio De Janeiro, CENTRO DE ESTUDOS AVANÇADOS EM ECONOMIA APLICADA - ESALQ/USP - CEPEA - Disponível em: Decreto n 5.059, de 30/04/04;

22 Departamento Nacional de Trânsito. Disponível em: Lei n , de 12/12/01 e Decreto n 5060, de 30 de Abril de 2004; e Lei nº , de 30 de abril de 2004 e Decreto n 5.059, de 30/04/04; Lei nº , de 18/05/05 e Decreto n 5.297, de 06/12/04. Lei nº , de 23/06/08 e Decreto nº 6.573, de 19/09/08; Ministério da fazenda: Disponível em:

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