Atuação do Psicólogo na Radioterapia. Psicóloga: Alyne Lopes Braghetto

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Atuação do Psicólogo na Radioterapia. Psicóloga: Alyne Lopes Braghetto"

Transcrição

1 Atuação do Psicólogo na Radioterapia Psicóloga: Alyne Lopes Braghetto

2 Hospital Israelita Albert Einstein 650 leitos

3 História Década de 50: nascimento da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein (SBIBAE),resultou do compromisso da comunidade judaica em oferecer à população de nosso país uma referência em qualidade da prática médica. Inauguração em Tornou-se referência em tratamentos com tecnologia de ponta e atendimento humanizado e expandiu suas fronteiras com ações de responsabilidade social e atividades de ensino e pesquisa.

4 Centro de Oncologia e Hematologia Hospital Israelita Albert Einstein

5 Centro Oncológico Família Dayan Daycoval

6 Centro Oncológico Inaugurado em 09/12/2013 Idealizado em parceria com o MD Anderson Cancer Center, uma das maiores instituições de combate ao câncer do mundo. Atendimento humanizado e multidisciplinar, conceito exclusivo das Clínicas Integradas. Em uma mesma consulta o paciente é atendido simultaneamente por pelo menos três médicos, dependendo da necessidade e características de cada caso. Além disso, durante todo atendimento o paciente é acompanhado por um enfermeiro navegador, que atua como um facilitador para agendamento de consultas, exames etc.

7 Caracterização do centro Oncológico Internação Oncológica Internação Hematológica e TMO Ambulatório de Quimioterapia Ambulatório de Radioterapia

8 Ambulatório de Radioterapia

9 Caracterização da Equipe Médicos Físicos Técnicos em Radioterapia Enfermeiros Técnicos em Enfermagem Nutricionista Psicólogo

10 CFP(2003) Nível de atenção na saúde: secundário e terciário Av Psicológica Interconsulta Consultoria Atendimento Psicológico Psicólogo Hospitalar Psicodiagnóstico Grupos psicoeducativ os Psicoprofilátic os UTI Ambulatório Enfermarias

11 Psicólogo Hospitalar Para (Alamy, 1991) podemos conceituar Psicologia hospitalar como o ramo da Psicologia destinado ao atendimento de pacientes portadores de alguma alteração orgânico-física, que seja responsável pelo desequilíbrio em uma das instâncias bio-psico-social, bem como uma Psicologia dirigida a pacientes internados em hospitais gerais sem deixar de se estender aos ambulatórios e consultórios, com sua atenção voltada para as questões emergenciais advindas da doença e/ou hospitalização, do processo do adoecer e do sofrimento causado por estas, visando o minimizar da dor emocionaldo paciente e de sua família.

12 Biológico Social Ser Humano Psicológico Espiritual

13 Psicólogo Hospitalar A inserção do psicólogo no contexto hospitalar tem a possibilidade de atuar no contexto de trabalho nas equipes inter e multidisciplinares, promovendo a humanização, qualidade de vida e assistência psicológica ao sujeito hospitalizado, a família e a equipe de saúde.

14 Atuação do Psicólogo na Radioterapia Paciente Família Equipe Multiprofissional

15 Equipe Multiprofissional

16 Como solicitar a psicologia? Pedido médico Médico solicita através de evolução no prontuário ou prescrição médica. Solicitação paciente e/ou família Paciente e ou familiar solicita atendimento psicológico. Há necessidade de anuência médica. Avaliação de Risco da enfemagem Enfermagem preenche formulário de Risco Psicológico. Alterações de humor, comportamento,dificuldade de relacionamento, falha de adesão a tratamentos/orientações.

17 Avaliação de Risco Psicológico É um protocolo de avaliação, preenchido pelo Enfermeiro, semanalmente, no qual o profissional observa vários aspectos a respeito do paciente, dentre eles, o risco psicológico.

18 Risco Psicológico O Enfermeiro deve observar os seguintes aspectos: 1) Impacto negativo frente ao diagnóstico recebido. 2) Alteração importante de comportamento: medo, irritabilidade, impaciência, hostilidade 3) Alteração de humor: ansiedade, desânimo, apatia, tristeza. 4) Dificuldade em aderir ou falha na adesão ao tratamento; necessidade de auxílio no preparo de procedimento. 5) Dificuldade de compreensão das orientações. 6) Impacto de conflitos familiares ou com a equipe no tratamento.

19 Atuação do Psicólogo junto a equipe Auxiliar na identificação de fatores de risco psicológicos que impactem no tratamento e reabilitação. Discernir o que é normal, o que é esperado e o que é psiquicamente patológico na vigência de doença física ou, no caso de familiares, em momentos de estresse. Propor estratégias de manejo ambiental para estímulo adequado do paciente. Explicitar não somente os sintomas emocionais, mas o sofrimento psíquico envolvido no adoecimento. Responder questões e propor soluções para viabilizar o cuidado.

20 Atuação do Psicólogo junto a equipe Alcance das intervenções Manejo de situações psicologicamente difíceis; Atendimento direto ao paciente e familiares; Assistência à equipe com discussões de caso e organização da comunicação com paciente e familiares Instrumentalização da equipe, no que diz respeito aos aspectos psíquicos do paciente e familiares.

21 Pacientes

22 Paciente Oncológico A etiologia do câncer constitui, até o momento, um enigma para o conhecimento científico. Embora sejam admitidos fatores de risco que, de acordo com estudos epidemiológicos, podem favorecer o surgimento da doença, a ciência ainda não descobriu um fator comum a todas as formações neoplásicas malignas que possa ser tomado como elemento causal da doença. Ao mesmo tempo, a busca por esse elemento-chave se dá de uma forma que exclui o sujeito como possibilidade, estabelecendo a possível causalidade do câncer de um ponto de vista puramente orgânico.

23 Paciente Oncológico Evidentemente, não fazemos aqui uma apologia da determinação psicológica do câncer, a qual, a nosso ver, não difere em sua essência do posicionamento organicista da ciência médica. No entanto, sugerimos que esse espaço deixado vazio pela ciência, no tocante ao que há do próprio sujeito no adoecimento oncológico, é o campo onde deve intervir o psicólogo. A ausência de um fator causal para o câncer promove a emergência de uma lacuna, que favorece a criação de sentido singulares para o câncer.

24 Paciente Oncológico A partir de uma perspectiva psicanalítica, pode-se falar não de um processo analítico, mas de uma escuta analítica, em que há um sujeito de um suposto saber e um desejo do analista, que pode levar o paciente a elaborar e a lidar melhor com a situação traumática vivida. No âmbito hospitalar, a transferência, inicialmente, é com o saber médico, assim o psicólogo no hospital, talvez surpreenda o paciente, quando lhe pede para falar de si, e eles o fazem, porque ali existe uma demanda que se cria como oferta a uma escuta (MORETTO, 2008).

25 Paciente na Radioterapia A indicação da Radioterapia, pode acontecer em diferentes momentos do tratamento e tipos de neoplasias tratadas, sendo assim, alguns pacientes apresentam: - Questões psíquicas relacionadas a finitude e transitoriedade - Mudanças referentes à auto imagem - mudanças corporais decorrentes do tratamento. - Alterações significativas em hábitos prévios: dieta; medicamentos. - Perda da autonomia. - Angústia frente à falta de controle (progressão da doença versus remissão), - Insegurança frente à retomada da rotina, já que muitos pacientes relatam sentirem-se protegidos pelo tratamento

26 Familiares

27 Familiares O contexto familiar sofre mudanças significativas quando um dos membros adoece, o que pode trazer uma série de implicações em níveis físico, emocional, afetivo, profissional, financeiro para o sujeito doente. Assim como comprometer as relações familiares, desencadeadores de estresse, tensão e conflito. Além das questões emocionais, a rotina e os papéis desempenhados por cada membro familiar mudam muito, uma vez que o tratamento do câncer comumente exige uma atenção integral ao paciente.

28 Familiares Pesquisas na área médica e psicológica mostram que o câncer é uma das doenças em que o envolvimento da família e amigos dos pacientes é fundamental para o sucesso do tratamento.

29 Atuação do Psicólogo Avaliação e Assistência psicológica aos familiares, a partir de demanda. Orientação familiar. Instrumentalização do cuidador, no que diz respeito aos cuidados com o paciente.

30 O cuidado psíquico é atribuição do profissional de Saúde Mental, mas o cuidado emocional é de responsabilidade de todos os envolvidos no cuidado.

31 OBRIGADA! Contato:

A ESPIRITUALIDADE DA FAMÍLIA AO TER UM FAMILIAR INTERNADO POR DOENÇA CRÔNICA: RELATO DE VIVÊNCIA 1

A ESPIRITUALIDADE DA FAMÍLIA AO TER UM FAMILIAR INTERNADO POR DOENÇA CRÔNICA: RELATO DE VIVÊNCIA 1 A ESPIRITUALIDADE DA FAMÍLIA AO TER UM FAMILIAR INTERNADO POR DOENÇA CRÔNICA: RELATO DE VIVÊNCIA 1 ROSSATO, Karine 2 ; GIRARDON-PERLINI, Nara Marilene Oliveira 3, MISTURA, Claudelí 4, CHEROBINI, Márcia

Leia mais

pós-graduação 2014 aperfeiçoamento em cuidados paliativos

pós-graduação 2014 aperfeiçoamento em cuidados paliativos pós-graduação 2014 aperfeiçoamento em cuidados paliativos CADERNO DO CURSO pós-graduação 2014 aperfeiçoamento em cuidados paliativos CADERNO DO CURSO Autores Daniel Neves Forte Valéria Delponte Luis Alberto

Leia mais

Critérios de Contratação de Pessoas e Serviços no Mercado da Saúde. GV Saúde 21/10/2009

Critérios de Contratação de Pessoas e Serviços no Mercado da Saúde. GV Saúde 21/10/2009 Critérios de Contratação de Pessoas e Serviços no Mercado da Saúde GV Saúde 21/10/2009 ICESP FFM OSS -SES Projeto ICESP: Dez-2007 Planejamento e Execução: 4 meses Inauguração: 05-Maio-2008 Vinculo HCFMUSP/convênio

Leia mais

O modelo biomédico da medicina pode ser entendido partir do nível das respostas que dá às seguintes questões:

O modelo biomédico da medicina pode ser entendido partir do nível das respostas que dá às seguintes questões: Ogden, J.(1999). Psicologia da Saúde. Lisboa: Climepsi Editores, Capitulo 1. Capítulo 1. Uma Introdução a Psicologia da Saúde Antecedentes da Psicologia da Saúde O século XIX Foi no decorrer do século

Leia mais

Conheça o SUS e seus direitos e deveres, como usuário da saúde

Conheça o SUS e seus direitos e deveres, como usuário da saúde Conheça o SUS e seus direitos e deveres, como usuário da saúde O Escritório de Projetos de Humanização do ICESP desenvolveu esta cartilha para orientar os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) sobre

Leia mais

Trabalho voluntário na Casa Ronald McDonald

Trabalho voluntário na Casa Ronald McDonald Trabalho voluntário na Casa Ronald McDonald Em junho deste ano, comecei um trabalho voluntário na instituição Casa Ronald McDonald, que tem como missão apoiar e humanizar o tratamento de crianças e adolescentes

Leia mais

respectivamente, do Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto USP, SP - Brasil; E-mail: marcelarb.to@gmail.

respectivamente, do Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto USP, SP - Brasil; E-mail: marcelarb.to@gmail. A ATUAÇÃO DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL DO AMBULATÓRIO DE NEUROCIRURGIA ONCOLÓGICA DO HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO USP. Marcela dos Reis Bigatão 1 ; Marysia M. R. Prado

Leia mais

Estado do Espírito Santo CÂMARA MUNICIPAL DE VILA VELHA "Deus seja Louvado"

Estado do Espírito Santo CÂMARA MUNICIPAL DE VILA VELHA Deus seja Louvado PROJETO DE LEI Nº /2015 EMENTA: INSTITUI A CAMPANHA MUNICIPAL DE COMBATE E CONSCIENTIZAÇÃO A SÍNDROME DE BURNOUT A SER REALIZADA ANUALMENTE NA SEMANA DO DIA 15 DE OUTUBRO, E DA OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A Câmara

Leia mais

Serviço de Psicologia do Instituto de Neurologia e Cardiologia de Curitiba:

Serviço de Psicologia do Instituto de Neurologia e Cardiologia de Curitiba: Serviço de Psicologia do Instituto de Neurologia e Cardiologia de Curitiba: Tem por objetivo prestar atendimento aos pacientes internados ou de forma ambulatorial no Hospital, bem como aos seus familiares,

Leia mais

Diretrizes Assistenciais. Avaliação e Monitorização do Paciente em Cuidados Paliativos

Diretrizes Assistenciais. Avaliação e Monitorização do Paciente em Cuidados Paliativos Diretrizes Assistenciais Avaliação e Monitorização do Paciente em Cuidados Paliativos Versão eletrônica atualizada em mar/2012 Esta política descreve as ações a serem realizadas para a identificação, avaliação

Leia mais

Cybelle Maria Costa Diniz Universidade Federal de São Paulo Escola Paulista de Medicina Disciplina de Geriatria e Gerontologia DIGG

Cybelle Maria Costa Diniz Universidade Federal de São Paulo Escola Paulista de Medicina Disciplina de Geriatria e Gerontologia DIGG VIII Seminário de Pesquisa em Geriatria e Gerontologia Compartilhando experiências de sucesso na Avaliação Geriátrica Ampla (AGA) em ambiente hospitalar Cybelle Maria Costa Diniz Universidade Federal de

Leia mais

PLANO DE TRABALHO 2013

PLANO DE TRABALHO 2013 PLANO DE TRABALHO 2013 1- Identificação Grupo de Pesquisa e Assistência ao Câncer Infantil (GPACI) Rua Antônio Miguel Pereira, 45 Jardim Faculdade Sorocaba São Paulo CEP: 18030-250 Telefone: (15) 2101-6555

Leia mais

TRAUMA PSÍQUICO ORIENTAÇÕES GERAIS AOS MÉDICOS NÚCLEO DE ESTUDOS E TRATAMENTO DO TRAUMA (NET-TRAUMA)

TRAUMA PSÍQUICO ORIENTAÇÕES GERAIS AOS MÉDICOS NÚCLEO DE ESTUDOS E TRATAMENTO DO TRAUMA (NET-TRAUMA) TRAUMA PSÍQUICO ORIENTAÇÕES GERAIS AOS MÉDICOS NÚCLEO DE ESTUDOS E TRATAMENTO DO TRAUMA (NET-TRAUMA) SERVIÇO DE PSIQUIATRIA HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE (HCPA) DEPARTAMENTO DE PSIQUIATRIA UNIVERSIDADE

Leia mais

Alzheimer: o paciente e o cuidador do ponto de vista da Psicologia. Mário Amore Cecchini mario.cecchini@crinorte.org.br

Alzheimer: o paciente e o cuidador do ponto de vista da Psicologia. Mário Amore Cecchini mario.cecchini@crinorte.org.br Alzheimer: o paciente e o cuidador do ponto de vista da Psicologia Alzheimer Doença progressiva Alterações cognitivas e comportamentais Três estágios: leve, moderado e grave Gradativa perda de autonomia

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 5. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento.

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 5. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento. SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento Etapas do Processo Seletivo Pág. 5 Matrícula Cronograma de Aulas Pág. PÓS-GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA HOSPITALAR Unidade Dias

Leia mais

GESTÃO EM SAÚDE. cuidando de você, onde quer que você esteja!

GESTÃO EM SAÚDE. cuidando de você, onde quer que você esteja! GESTÃO EM SAÚDE cuidando de você, onde quer que você esteja! Editorial Royal Life É com muito orgulho que a Royal Life apresenta ao mercado de emergências médicas a sua frota. São ambulâncias montadas

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES EM SAÚDE COORDENAÇÃO ESTADUAL DE DE SAÚDE MENTAL

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES EM SAÚDE COORDENAÇÃO ESTADUAL DE DE SAÚDE MENTAL ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES EM SAÚDE COORDENAÇÃO ESTADUAL DE DE SAÚDE MENTAL NOTA TÉCNICA Assunto: Registro das Ações e Processos de Trabalho dos Centros

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 5. Cronograma de Aulas Pág. 8. Coordenação Programa e metodologia; Investimento

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 5. Cronograma de Aulas Pág. 8. Coordenação Programa e metodologia; Investimento 1 SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento 3 3 5 Etapas do Processo Seletivo Pág. 5 Matrícula 7 Cronograma de Aulas Pág. 8 2 PÓS-GRADUAÇÃO EM DOR Unidade Dias e Horários

Leia mais

Implante de Silicone nos Seios. 8 Questões frequentes

Implante de Silicone nos Seios. 8 Questões frequentes Implante de Silicone nos Seios 8 Questões frequentes Dr. JOÃO CARLOS CORREA ESCHILETTI Médico formado pela UFRGS em 1980. Membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, é mestre em Medicina

Leia mais

O PEP como Instrumento de Otimização Clinica Marcos Sobral

O PEP como Instrumento de Otimização Clinica Marcos Sobral O PEP como Instrumento de Otimização Clinica Marcos Sobral São Paulo, 19 de setembro de 2005 Agenda Introdução Desafios MVPEP Formas de acessos Funcionalidades Formulários eletrônicos Índices clínicos

Leia mais

Tabela de Procedimentos, Medicamentos e OPM do SUS

Tabela de Procedimentos, Medicamentos e OPM do SUS Ministério da Saúde Sistema Único de Saúde Tabela de Procedimentos, Medicamentos e OPM do SUS Grupo: 03 PROCEDIMENTOS CLINICOS SubGrupo: 01 CONSULTAS / ATENDIMENTOS / ACOMPANHAMENTOS Forma de Organização:

Leia mais

BIOÉTICA E CUIDADOS PALIATIVOS

BIOÉTICA E CUIDADOS PALIATIVOS Universidade de São Paulo Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto e Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto BIOÉTICA E CUIDADOS PALIATIVOS Profª Drª Marysia Mara Rodrigues do Prado

Leia mais

Saúde M ent en al t --Álco Ál o co l o le Dro Dr g o as

Saúde M ent en al t --Álco Ál o co l o le Dro Dr g o as Saúde Mental-Álcool e Drogas Atenção Básica O nosso modelo tem como proposta a superação da lógica hospitalocêntrica, pressupondo a implantação de serviços substitutivos ao hospital psiquiátrico, quer

Leia mais

EXERCÍCIO FÍSICO: ESTRATÉGIA PRIORITÁRIA NA PROMOÇÃO DA SAÚDE E DA QUALIDADE DE VIDA.

EXERCÍCIO FÍSICO: ESTRATÉGIA PRIORITÁRIA NA PROMOÇÃO DA SAÚDE E DA QUALIDADE DE VIDA. 1 EXERCÍCIO FÍSICO: ESTRATÉGIA PRIORITÁRIA NA PROMOÇÃO DA SAÚDE E DA QUALIDADE DE VIDA. Tales de Carvalho, MD, PhD. tales@cardiol.br Médico Especialista em Cardiologia e Medicina do Esporte; Doutor em

Leia mais

CÃNCER DE MAMA X PADRÃO DE COMPORTAMENTO

CÃNCER DE MAMA X PADRÃO DE COMPORTAMENTO 1 Resumo CÃNCER DE MAMA X PADRÃO DE COMPORTAMENTO Maria das Graças Vilas Boas É uma observação clinica nas mulheres com câncer de mama que apresentam padrões comportamentais semelhantes. Gostam de fazer

Leia mais

Dor física e dor psíquica

Dor física e dor psíquica Dor crônica A causa desse fenômeno é tão vasta e complexa como a própria dor. Questões socioculturais, as formas de trabalho e os avanços da Medicina que proporcionam sobrevida mesmo em casos de doenças

Leia mais

AUTOVIOLÊNCIA. Dalila Santos Daniela Soares Colombi

AUTOVIOLÊNCIA. Dalila Santos Daniela Soares Colombi AUTOVIOLÊNCIA Dalila Santos Daniela Soares Colombi Automutilação Conceito: Comportamento autolesivo deliberado, causando dano tissular, com a intenção de provocar lesão não fatal para obter alívio de tensão.

Leia mais

Como falar com uma pessoa poderá me ajudar?

Como falar com uma pessoa poderá me ajudar? Como falar com uma pessoa poderá me ajudar? Aline Cerdoura Garjaka Encontrei, no seminário de 1976-77, Como viver junto, de Roland Barthes, a seguinte passagem (cito): Portanto, eu dizia É com essas palavras

Leia mais

LEI Nº 10.216, DE 6 DE ABRIL DE 2001

LEI Nº 10.216, DE 6 DE ABRIL DE 2001 LEI Nº 10.216, DE 6 DE ABRIL DE 2001 Dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço

Leia mais

CUIDADOS PALIATIVOS DIRECIONADOS A PACIENTES ONCOLÓGICOS EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

CUIDADOS PALIATIVOS DIRECIONADOS A PACIENTES ONCOLÓGICOS EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA CUIDADOS PALIATIVOS DIRECIONADOS A PACIENTES ONCOLÓGICOS EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA Júlio César Coelho do Nascimento (Enfermeiro Pós-graduando em Oncologia Clínica- Centro de Especialização em Enfermagem

Leia mais

TERMINALIDADE NORMA Nº 643

TERMINALIDADE NORMA Nº 643 Página: 1/7 1- OBJETIVO 1.1- Garantir os Direitos dos pacientes relacionados aos seus valores pessoais, preservando sua individualidade e sua dignidade humana, tais como: 1.2- Diminuir o sofrimento do

Leia mais

MUSICOTERAPIA NA HUMANIZAÇÃO UMA PROPOSTA DE TRABALHO EM HOSPITAL ONCOLÓGICO

MUSICOTERAPIA NA HUMANIZAÇÃO UMA PROPOSTA DE TRABALHO EM HOSPITAL ONCOLÓGICO MUSICOTERAPIA NA HUMANIZAÇÃO UMA PROPOSTA DE TRABALHO EM HOSPITAL ONCOLÓGICO Marly Chagas Oliveira Pinto marlychagas@alternex.com.br Lara Gazaneo Mônica Lamas Conservatório Brasileiro de Música Centro

Leia mais

Manual do Usuário. Cuidados com o prontuário

Manual do Usuário. Cuidados com o prontuário Manual do Usuário Este manual foi feito para orientar os usuários dos serviços de internação domiciliar da HN Home Care Home Care, tanto para a modalidade de plantão de enfermagem de 12h, quanto para o

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC: Rodrigues de Abreu Código: 135 Município: Bauru Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnica de Nível médio de Técnico em Enfermagem

Leia mais

NÚCLEO DE ASSISTÊNCIA VOLUNTÁRIA ESPIRITUAL MS / INCA / HCI. José Adalberto F. Oliveira (ilhaterceira@hotmail.com) Secretaria do NAVE 32071718

NÚCLEO DE ASSISTÊNCIA VOLUNTÁRIA ESPIRITUAL MS / INCA / HCI. José Adalberto F. Oliveira (ilhaterceira@hotmail.com) Secretaria do NAVE 32071718 NÚCLEO DE ASSISTÊNCIA VOLUNTÁRIA ESPIRITUAL MS / INCA / HCI José Adalberto F. Oliveira (ilhaterceira@hotmail.com) Secretaria do NAVE 32071718 COMO TUDO COMEÇOU: Demanda da Coordenadora do Voluntariado

Leia mais

CURSO DE PSICOTERAPIA FUNDAMENTAL. (Complemento à especialização em Psicoterapia)

CURSO DE PSICOTERAPIA FUNDAMENTAL. (Complemento à especialização em Psicoterapia) 1 CURSO DE PSICOTERAPIA FUNDAMENTAL (Complemento à especialização em Psicoterapia) OBJETIVOS Fundamentar ao profissional de saúde os atos psicoterápicos, implícitos na relação profissional de saúde-paciente,

Leia mais

UM OLHAR PARA O HOMEM IDOSO. Fabio Garani 17 Regional de Saude

UM OLHAR PARA O HOMEM IDOSO. Fabio Garani 17 Regional de Saude UM OLHAR PARA O HOMEM IDOSO Fabio Garani 17 Regional de Saude 1 ESPERANÇA DE VIDA AO NASCER : 7,4anos

Leia mais

Doenças Graves Doenças Terminais

Doenças Graves Doenças Terminais MINISTÉRIO DA SAÚDE Comissão Nacional de Ética em Pesquisa - CONEP Universidade Federal de Minas Gerais Doenças Graves Doenças Terminais José Antonio Ferreira Membro da CONEP/ MS Depto de Microbiologia

Leia mais

Dez Passos para o Sucesso do Aleitamento Materno

Dez Passos para o Sucesso do Aleitamento Materno Dez Passos para o Sucesso do Aleitamento Materno 1 Ter uma política de aleitamento materno escrita, que seja rotineiramente transmitida a toda a equipe de cuidados da saúde. 2 Capacitar toda equipe de

Leia mais

Appendix N. CAHPS Survey for Accountable Care Organizations (ACOs) Participating in Medicare Initiatives. ACO-12 Survey Version (Portuguese)

Appendix N. CAHPS Survey for Accountable Care Organizations (ACOs) Participating in Medicare Initiatives. ACO-12 Survey Version (Portuguese) Appendix N CAHPS Survey for Accountable Care Organizations (ACOs) Participating in Medicare Initiatives ACO-12 Survey Version (Portuguese) Pesquisa sobre a Experiência com Prestadores de Cuidados de Saúde

Leia mais

FÓRUM DE HUMANIZAÇÃO HOSPITALAR E VOLUNTARIADO

FÓRUM DE HUMANIZAÇÃO HOSPITALAR E VOLUNTARIADO FÓRUM DE HUMANIZAÇÃO HOSPITALAR E VOLUNTARIADO A IMPORTÂNCIA DO VOLUNTARIADO NO PROCESSO DO HUMANIZAR FERNANDO BASTOS fernandobastosmoura@yahoo.com.br HUMANIZAÇÃO HOSPITALAR E PROFISSIONAIS DE SAÚDE DIAGNÓSTICO

Leia mais

PORTARIA CRN-3 nº 0112/2000

PORTARIA CRN-3 nº 0112/2000 PORTARIA CRN-3 nº 0112/2000 A Presidente do Conselho Regional de Nutricionistas 3ª Região, no uso de suas atribuições legais, que lhe conferem a Lei Federal nº 6583/78 e o Decreto Federal nº 84444/80 e,

Leia mais

Aulas de Saúde Mental para Equipes do Programa de Saúde da Família

Aulas de Saúde Mental para Equipes do Programa de Saúde da Família Aulas de Saúde Mental para Equipes do Programa de Saúde da Família Coordenadoria de Educação Permanente - CEP Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais Elaboração: Ana Marta Lobosque 2007 AULA

Leia mais

Aspectos externos: contexto social, cultura, rede social, instituições (família, escola, igreja)

Aspectos externos: contexto social, cultura, rede social, instituições (família, escola, igreja) Lembretes e sugestões para orientar a prática da clínica ampliada e compartilhada Ampliar a clínica significa desviar o foco de intervenção da doença, para recolocá-lo no sujeito, portador de doenças,

Leia mais

A visão da Academia sobre a Política de Saúde Mental Vigente no País. Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira Departamento de Psiquiatria da UNIFESP

A visão da Academia sobre a Política de Saúde Mental Vigente no País. Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira Departamento de Psiquiatria da UNIFESP A visão da Academia sobre a Política de Saúde Mental Vigente no País Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira Departamento de Psiquiatria da UNIFESP Tópicos Transtorno Mental vs Sofrimento Psíquico Redução do investimento

Leia mais

NORMA PROCEDIMENTAL CONTROLE DE VISITA HOSPITALAR / ACOMPANHANTES

NORMA PROCEDIMENTAL CONTROLE DE VISITA HOSPITALAR / ACOMPANHANTES 30.01.006 1/13 1. FINALIDADE Estabelecer procedimentos para controlar a entrada de visitas aos clientes internados e de seus respectivos acompanhantes. 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO Todos os colaboradores, clientes,

Leia mais

GUIA DO USUÁRIO - MSM

GUIA DO USUÁRIO - MSM GUIA DO USUÁRIO - MSM Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro Versão 2 Maio/2013 1 Índice O que é o MSM e qual o seu objetivo?... 03 Requisitos de acesso ao MSM... 03 Perfis de acesso ao MSM...

Leia mais

SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA

SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA Romaldo Bomfim Medina Jr 1 Luciane Silva Ramos 2 Fernanda Franceschi de Freitas 3 Carmem Lúcia Colomé Beck 4 O movimento

Leia mais

PRÁTICAS EMERGENTES E INOVADORAS DE PSICÓLOGOS (AS)

PRÁTICAS EMERGENTES E INOVADORAS DE PSICÓLOGOS (AS) Plenário responsável pela publicação Conselho Federal de Psicologia XV Plenário Gestão 2011-2013 PRÁTICAS EMERGENTES E INOVADORAS DE PSICÓLOGOS (AS) NO CAMPO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE CENTROS DE ATENÇÃO

Leia mais

O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O HIPOTIREOIDISMO

O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O HIPOTIREOIDISMO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O HIPOTIREOIDISMO 2 Introdução Se você ou alguém que você conhece sofre de hipotireoidismo, provavelmente vai achar este folheto muito útil. Ele foi elaborado para informar

Leia mais

QUESTIONÁRIO DOS PROFISSIONAIS QUE ATUAM NAS INSTITUIÇÕES DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS ILPIS

QUESTIONÁRIO DOS PROFISSIONAIS QUE ATUAM NAS INSTITUIÇÕES DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS ILPIS QUESTIONÁRIO DOS PROFISSIONAIS QUE ATUAM NAS INSTITUIÇÕES DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS ILPIS NDF IN PROFISSIONAIS Entrevistador (a): Supervisor(a): Data da entrevista: Nome da Instituição (fantasia):

Leia mais

Projetos desenvolvidos para o Hospital e Maternidade Municipal de Uberlândia e a o Hospital Escola de Uberlândia - UFU

Projetos desenvolvidos para o Hospital e Maternidade Municipal de Uberlândia e a o Hospital Escola de Uberlândia - UFU Projetos desenvolvidos para o Hospital e Maternidade Municipal de Uberlândia e a o Hospital Escola de Uberlândia - UFU AMBULATÓRIO Cadastro de paciente ( caso o paciente já tenha consultado no hospital

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 6. Cronograma de Aulas Pág. 10. Coordenação Programa e metodologia; Investimento

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 6. Cronograma de Aulas Pág. 10. Coordenação Programa e metodologia; Investimento 1 SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento 3 4 5 Etapas do Processo Seletivo Pág. 6 Matrícula 8 Cronograma de Aulas Pág. 10 2 PÓS-GRADUAÇÃO EM ONCOLOGIA Unidade Dias

Leia mais

Lidando com o paciente oncológico C A M I L A M A N O S S O F U N E S J É S S I C A D E O L I V E I R A S T O R R E R

Lidando com o paciente oncológico C A M I L A M A N O S S O F U N E S J É S S I C A D E O L I V E I R A S T O R R E R Lidando com o paciente oncológico C A M I L A M A N O S S O F U N E S J É S S I C A D E O L I V E I R A S T O R R E R As fases do câncer ANTERIOR AO DIAGNÓSTICO RECUPERAÇÃO OU MORTE DIAGNÓSTICO A FASE

Leia mais

INTRODUÇÃO (WHO, 2007)

INTRODUÇÃO (WHO, 2007) INTRODUÇÃO No Brasil e no mundo estamos vivenciando transições demográfica e epidemiológica, com o crescente aumento da população idosa, resultando na elevação de morbidade e mortalidade por doenças crônicas.

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP GEFIS Nº 29 / 2010 Abordagem Sindrômica. Participação Legal do Enfermeiro. Programa de Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis. Programa de Atenção Integral em Doenças Prevalentes

Leia mais

ANEXO ROTEIRO DE INSPEÇÃO DO PROGRAMA DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR

ANEXO ROTEIRO DE INSPEÇÃO DO PROGRAMA DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR 1 OBJETIVO: ANEXO ROTEIRO DE INSPEÇÃO DO PROGRAMA DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR Este Roteiro estabelece a sistemática para a avaliação do cumprimento das ações do Programa de Controle de Infecção

Leia mais

Estado: ESPIRITO SANTO RESPONSABILIDADES GERAIS DA GESTAO DO SUS

Estado: ESPIRITO SANTO RESPONSABILIDADES GERAIS DA GESTAO DO SUS PLANILHA DE PACTUAÇÃO DAS - TCG Data da Validação: 31/03/2010 Data da Homologação: 12/04/2010 Revisão Nº:001 Pedido de Revisão: 30/03/2010 Portaria: 2.846 Data da Publicação: 25/11/2008 Estado: ESPIRITO

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS / 2014. Convênio Municipal Secretaria de Desenvolvimento Social

RELATÓRIO ANUAL DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS / 2014. Convênio Municipal Secretaria de Desenvolvimento Social RELATÓRIO ANUAL DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS / 2014 Convênio Municipal Secretaria de Desenvolvimento Social Entidade: Grupo de Pesquisa e Assistência ao Câncer Infantil Endereço: Rua Antônio Miguel Pereira

Leia mais

Política de humanização no estado de São Paulo

Política de humanização no estado de São Paulo Artigo Política de humanização no estado de São Paulo Por Eliana Ribas A autora é psicanalista e doutora em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Atua como coordenadora

Leia mais

1. INTRODUÇÃO. 2. Preparação para sua discussão com seu médico

1. INTRODUÇÃO. 2. Preparação para sua discussão com seu médico 1. INTRODUÇÃO Artrite reumatoide (AR) é uma doença inflamatória crônica que pode afetar diferentes áreas da vida.1 Como parte do controle de longo prazo da AR, seu médico* irá ajudá-lo a controlar melhor

Leia mais

Isso marca o início de uma nova e importante era para os pacientes, cuidadores e seus familiares.

Isso marca o início de uma nova e importante era para os pacientes, cuidadores e seus familiares. 1 Manual do Paciente Você não está sozinho Qualquer pessoa pode vir a desenvolver algum tipo de câncer ao longo da vida. No ano passado de 2008, mais de 1,3 milhões de novos cânceres foram diagnosticados

Leia mais

Procedimento Operacional Padrão (POP) Núcleo de Segurança do Paciente - COSEP - NUVISAH Título: Segurança na prescrição de medicamentos.

Procedimento Operacional Padrão (POP) Núcleo de Segurança do Paciente - COSEP - NUVISAH Título: Segurança na prescrição de medicamentos. Procedimento Operacional Padrão (POP) Núcleo de Segurança do Paciente - COSEP - NUVISAH Título: Segurança na prescrição de medicamentos. POP nº 05 - NUVISAH/HU Versão: 01 Próxima revisão: 11/12/2015 Elaborado

Leia mais

PALHAÇADA E LOUCURA: RELATO DE EXPERIÊNCIA DA ATUAÇÃO DE PALHAÇOS CUIDADORES EM UM HOSPITAL PSIQUIÁTRICO

PALHAÇADA E LOUCURA: RELATO DE EXPERIÊNCIA DA ATUAÇÃO DE PALHAÇOS CUIDADORES EM UM HOSPITAL PSIQUIÁTRICO PALHAÇADA E LOUCURA: RELATO DE EXPERIÊNCIA DA ATUAÇÃO DE PALHAÇOS CUIDADORES EM UM HOSPITAL PSIQUIÁTRICO CARVALHO, Lucas Emmanuel 1 COSTEIRA, Aldenildo A. M. F. 2 DIAS, Gustavo Vieira 3 NASCIMENTO, Janine

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 6. Cronograma de Aulas Pág. 9. Coordenação Programa e metodologia; Investimento

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 6. Cronograma de Aulas Pág. 9. Coordenação Programa e metodologia; Investimento 1 SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento 3 3 5 Etapas do Processo Seletivo Pág. 6 Matrícula 8 Cronograma de Aulas Pág. 9 2 PÓS-GRADUAÇÃO EM ACONSELHAMENTO GENÉTICO

Leia mais

A interconsulta de Terapia Ocupacional no Hospital Geral: Um convite feito há mais de 10 anos

A interconsulta de Terapia Ocupacional no Hospital Geral: Um convite feito há mais de 10 anos Artigos A interconsulta de Terapia Ocupacional no Hospital Geral: Um convite feito há mais de 10 anos Maria Gabriela J. P. Barboza Gomes Resumo Introdução Os objetivos deste trabalho são identificar quem

Leia mais

Pesquisa sobre atuação da Psicologia junto aos Planos de Saúde no Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 24 de abril de 2015

Pesquisa sobre atuação da Psicologia junto aos Planos de Saúde no Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 24 de abril de 2015 Pesquisa sobre atuação da Psicologia junto aos Planos de Saúde no Rio Grande do Sul Porto Alegre, 24 de abril de 2015 Organização COMISSÃO DE PSICOTERAPIA CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE

Leia mais

PARECER Nº 02 / 2010

PARECER Nº 02 / 2010 PARECER Nº 02 / 2010 ASSUNTO: Adequação técnico-científica da admissão das pessoas com demência nas unidades de dia e promoção da autonomia da RNCCI (art.º 21 do Dec. Lei. 101/2006 de 6 de Junho) 1. A

Leia mais

CUIDADOS PALIATIVOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA EM PACIENTES TERMINAIS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

CUIDADOS PALIATIVOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA EM PACIENTES TERMINAIS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA CUIDADOS PALIATIVOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA EM PACIENTES TERMINAIS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA Jéssyka Cibelly Minervina da Costa Silva (NEPB/UFPB) jessykacibelly@gmail.com Maria Andréa Fernandes

Leia mais

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL Das Atribuições dos Profissionais dos Recursos Humanos Atribuições comuns a todos os profissionais que integram a equipe: Conhecer a realidade das famílias pelas

Leia mais

A Interdisciplinaridade na Clínica do Autismo: onde está o sujeito?

A Interdisciplinaridade na Clínica do Autismo: onde está o sujeito? 1 A Interdisciplinaridade na Clínica do Autismo: onde está o sujeito? Introdução Este trabalho tem como objetivo apresentar discussões preliminares da pesquisa em andamento na Universidade Federal do Pará

Leia mais

APRESENTAÇÃO DIRETORIA

APRESENTAÇÃO DIRETORIA APRESENTAÇÃO Com mais de 50 anos de dedicação á SAÚDE, o Hospital São Marcos se tornou referência no assunto. Aliamos a vanguarda tecnológica com a tradição do maior e melhor corpo de profissionais do

Leia mais

(A) distúrbios endócrinos que resultam na produção de prolactina (ginecomastia, lactação e mamas doloridas);

(A) distúrbios endócrinos que resultam na produção de prolactina (ginecomastia, lactação e mamas doloridas); 1- Os neurolépticos são fármacos antipsicóticos usados normalmente nas alterações psiquiátricas. Devem ser administrados sob a supervisão e o acompanhamento da enfermagem uma vez que apresentam importantes

Leia mais

PROVA DE RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM CANCEROLOGIA CLINICA EM ÃREA DA SAÚDE: PSICOLOGIA PROCESSO SELETIVO Nº 01/2014 DATA: 17/02/2014 HORÁRIO:

PROVA DE RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM CANCEROLOGIA CLINICA EM ÃREA DA SAÚDE: PSICOLOGIA PROCESSO SELETIVO Nº 01/2014 DATA: 17/02/2014 HORÁRIO: PROVA DE RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM CANCEROLOGIA CLINICA EM ÃREA DA SAÚDE: PSICOLOGIA PROCESSO SELETIVO Nº 01/2014 DATA: 17/02/2014 HORÁRIO: das 8h30min às 11h30min INSTRUÇÕES CADERNO DE QUESTÕES

Leia mais

Estudo de caso: Hospital Albert Einstein. Mirian do Carmo Branco da Cunha Diretora de Recursos Humanos, SBIB Hospital Albert Einstein

Estudo de caso: Hospital Albert Einstein. Mirian do Carmo Branco da Cunha Diretora de Recursos Humanos, SBIB Hospital Albert Einstein Saúde e produtividade: o valor de uma força de trabalho saudável para o sucesso nos negócios Estudo de caso: Hospital Albert Einstein Mirian do Carmo Branco da Cunha Diretora de Recursos Humanos, SBIB

Leia mais

SERVIÇO FARMACÊUTICO EM UMA UNIDADE DE EMERGÊNCIA

SERVIÇO FARMACÊUTICO EM UMA UNIDADE DE EMERGÊNCIA SERVIÇO FARMACÊUTICO UMA UNIDADE DE ERGÊNCIA Junior André da Rosa Blumenau, 23 de maio de 2014 DECLARAÇÃO DE CONFLITO DE INTERESSES Declaro não haver nenhum conflito de interesse nesta apresentação. Parte

Leia mais

DOENÇA RENAL CRÔNICA E SUBJETIVIDADE: IMPLICAÇÕES CLÍNICAS DA DIFERENÇA ENTRE SER E TER UMA DOENÇA

DOENÇA RENAL CRÔNICA E SUBJETIVIDADE: IMPLICAÇÕES CLÍNICAS DA DIFERENÇA ENTRE SER E TER UMA DOENÇA DOENÇA RENAL CRÔNICA E SUBJETIVIDADE: IMPLICAÇÕES CLÍNICAS DA DIFERENÇA ENTRE SER E TER UMA DOENÇA Priscila Rodrigues da Silva * Prof. Ms. Clovis E. Zanetti ** RESUMO: A doença renal crônica é considerada

Leia mais

Tratamentos para a alma Médicos e hospitais começam a adotar a espiritualidade e a esperança como recursos para o combate de doenças

Tratamentos para a alma Médicos e hospitais começam a adotar a espiritualidade e a esperança como recursos para o combate de doenças Medicina & Bemestar Tratamentos para a alma Médicos e hospitais começam a adotar a espiritualidade e a esperança como recursos para o combate de doenças ADRIANA PRADO E GREICE RODRIGUES Colaborou Cilene

Leia mais

Clinicamente o autismo é considerado uma perturbação global do desenvolvimento.

Clinicamente o autismo é considerado uma perturbação global do desenvolvimento. Autismo: Definição Causas Conceitos centrais Diagnóstico O QUE É O AUTISMO? O autismo é uma disfunção no desenvolvimento cerebral que tem origem na infância e persiste ao longo de toda a vida. Pode dar

Leia mais

Programa de Apoio a Pacientes Oncológicos e

Programa de Apoio a Pacientes Oncológicos e Programa de Apoio a Pacientes Oncológicos e Família Secretaria Municipal de Saúde CASC - Centro de Atenção a Saúde Coletiva Administração Municipal Horizontina RS Noroeste do Estado Distante 520 Km da

Leia mais

Rede de Atenção Psicossocial

Rede de Atenção Psicossocial NOTA TÉCNICA 60 2011 Rede de Atenção Psicossocial Minuta de portaria que aprova as normas de funcionamento e habilitação do Serviço Hospitalar de Referência para atenção às pessoas com sofrimento ou transtorno

Leia mais

A CLÍNICA PSICANALÍTICA NO HOSPITAL GERAL: UMA ESCUTA POSSÍVEL

A CLÍNICA PSICANALÍTICA NO HOSPITAL GERAL: UMA ESCUTA POSSÍVEL 1 A CLÍNICA PSICANALÍTICA NO HOSPITAL GERAL: UMA ESCUTA POSSÍVEL Jamile Luz Morais Vivian Anijar Fragoso Rei Roseane Freitas Nicolau O método clínico psicanalítico, quando inserido no contexto institucional

Leia mais

PREMISSAS DE ORIENTAÇÃO DAS DCN

PREMISSAS DE ORIENTAÇÃO DAS DCN DOCUMENTO CONSOLIDADO ABEF/COMENSINO/CAEF PREMISSAS DE ORIENTAÇÃO DAS DCN As Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Farmácia (DCNs) constituem orientações para a elaboração dos currículos

Leia mais

MODELO DE GESTÃO DO CONHECIMENTO (GC) PARA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA BRASILEIRA

MODELO DE GESTÃO DO CONHECIMENTO (GC) PARA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA BRASILEIRA MODELO DE GESTÃO DO CONHECIMENTO (GC) PARA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA BRASILEIRA 9º Fórum de Planejamento e Gestão Prof. Dr. Fábio Ferreira Batista Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Universidade

Leia mais

História da Psiquiatria

História da Psiquiatria Saúde Mental História da Psiquiatria Na Europa, até o século XVIII,os hospitais não possuíam finalidade médica. Eram instituições filantrópicas destinadas a abrigar os indivíduos considerados indesejáveis

Leia mais

Cuidados paliativos ao fim da vida. Finitude e morte. Silvana de Araújo Silva Médica Geriatra CIAPE 2008

Cuidados paliativos ao fim da vida. Finitude e morte. Silvana de Araújo Silva Médica Geriatra CIAPE 2008 Cuidados paliativos ao fim da vida. Finitude e morte. Silvana de Araújo Silva Médica Geriatra CIAPE 2008 INTRODUÇÃO Envelhecimento populacional como fenômeno mundial Novas condições clínicas Mudanças na

Leia mais

DEPRESSÃO: UM TRANSTORNO DE HUMOR

DEPRESSÃO: UM TRANSTORNO DE HUMOR DEPRESSÃO: UM TRANSTORNO DE HUMOR Antonia Viviane Rodrigues Moreira 1 Maria Rivonilda Pereira Dos Santos¹ Jamires Laurentino Dos Santos Maryldes Lucena Bezerra De Oliveira² INTRODUÇÃO Depressão é um transtorno

Leia mais

Oficinas de tratamento. Redes sociais. Centros de Atenção Psicossocial Álcool e drogas

Oficinas de tratamento. Redes sociais. Centros de Atenção Psicossocial Álcool e drogas Oficinas de tratamento Redes sociais Centros de Atenção Psicossocial Álcool e drogas Irma Rossa Médica Residência em Medicina Interna- HNSC Médica Clínica- CAPS ad HNSC Mestre em Clínica Médica- UFRGS

Leia mais

FAMÍLIA E EQUIPE DE ENFERMAGEM: DESAFIOS NO CENTRO DE TRATAMENTO INTENSIVO. Autor Responsável por apresentar o Trabalho: FABÍOLA SOARES DA SILVA.

FAMÍLIA E EQUIPE DE ENFERMAGEM: DESAFIOS NO CENTRO DE TRATAMENTO INTENSIVO. Autor Responsável por apresentar o Trabalho: FABÍOLA SOARES DA SILVA. FAMÍLIA E EQUIPE DE ENFERMAGEM: DESAFIOS NO CENTRO DE TRATAMENTO INTENSIVO. Autor Responsável por apresentar o Trabalho: FABÍOLA SOARES DA SILVA. Enfermeira Intensivista do Hospital Vital; Mestranda de

Leia mais

Procedimento Operacional Padrão (POP) Divisão de Nutrição e Dietética. Atendimento de Nutrição nas Unidades de Internação

Procedimento Operacional Padrão (POP) Divisão de Nutrição e Dietética. Atendimento de Nutrição nas Unidades de Internação UFSC Hospital Universitário Prof. Polydoro Ernani de São Thiago da Universidade Federal de Santa Catarina Elaborado por: Nutricionistas clínicas Revisado por: Nutricionistas clínicas Aprovado por: Gisele

Leia mais

Programa de Residência em Cirurgia Vascular (SBACV) Hospital Geral de Carapicuíba / OSS São Camilo

Programa de Residência em Cirurgia Vascular (SBACV) Hospital Geral de Carapicuíba / OSS São Camilo Programa de Residência em Cirurgia Vascular (SBACV) Hospital Geral de Carapicuíba / OSS São Camilo Dados cadastrais: Serviço de Cirurgia Vascular do Hospital Geral de Carapicuíba Endereço: Rua da Pedreira,

Leia mais

Tomar a medicação ARV: Droga correta Frequência correta Dose correta. Horário recomendado Obedecer dieta/jejum Tempo indeterminado

Tomar a medicação ARV: Droga correta Frequência correta Dose correta. Horário recomendado Obedecer dieta/jejum Tempo indeterminado Crianças e Adolescentes Vivendo Com HIV/Aids e Adesão Mariliza Henrique da Silva CRT DST/AIDS- SP O que é adesão? Adesão é... O quanto o comportamento de uma pessoa corresponde às recomendações acordadas

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 5. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento.

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 5. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento. SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento Etapas do Processo Seletivo Pág. 5 Matrícula Cronograma de Aulas Pág. PÓS-GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA CLÍNICA Unidade Dias e Horários

Leia mais

ANEXO I Descrição dos Cargos

ANEXO I Descrição dos Cargos ANEXO I Descrição dos Cargos DESCRIÇÃO: 1. - Auxiliar de Enfermagem: Prestar cuidados diretos de enfermagem ao paciente, por delegação e sob a supervisão do enfermeiro e do médico. Administrar medicação

Leia mais

Cruz Azul de São Paulo

Cruz Azul de São Paulo Cruz Azul de São Paulo RUZ AZUL DE SÃO PAULO GERENCIAMENTO DE RISCO Ações preventivas, corretivas, análises e gerenciamento! Patrícia Mara Molina Gerente da Qualidade Cruz Azul de São Paulo RUZ AZUL DE

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SERAFINA CORRÊA ANEXO I - ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS E EMPREGOS

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SERAFINA CORRÊA ANEXO I - ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS E EMPREGOS ANEXO I - ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS E EMPREGOS CARGO: ALMOXARIFE a) Descrição Sintética: Zelar pelo Patrimônio Público. b) Descrição Analítica: Controlar as mercadorias de uso da administração municipal;

Leia mais