Atuação do Psicólogo na Radioterapia. Psicóloga: Alyne Lopes Braghetto

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1 Atuação do Psicólogo na Radioterapia Psicóloga: Alyne Lopes Braghetto

2 Hospital Israelita Albert Einstein 650 leitos

3 História Década de 50: nascimento da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein (SBIBAE),resultou do compromisso da comunidade judaica em oferecer à população de nosso país uma referência em qualidade da prática médica. Inauguração em Tornou-se referência em tratamentos com tecnologia de ponta e atendimento humanizado e expandiu suas fronteiras com ações de responsabilidade social e atividades de ensino e pesquisa.

4 Centro de Oncologia e Hematologia Hospital Israelita Albert Einstein

5 Centro Oncológico Família Dayan Daycoval

6 Centro Oncológico Inaugurado em 09/12/2013 Idealizado em parceria com o MD Anderson Cancer Center, uma das maiores instituições de combate ao câncer do mundo. Atendimento humanizado e multidisciplinar, conceito exclusivo das Clínicas Integradas. Em uma mesma consulta o paciente é atendido simultaneamente por pelo menos três médicos, dependendo da necessidade e características de cada caso. Além disso, durante todo atendimento o paciente é acompanhado por um enfermeiro navegador, que atua como um facilitador para agendamento de consultas, exames etc.

7 Caracterização do centro Oncológico Internação Oncológica Internação Hematológica e TMO Ambulatório de Quimioterapia Ambulatório de Radioterapia

8 Ambulatório de Radioterapia

9 Caracterização da Equipe Médicos Físicos Técnicos em Radioterapia Enfermeiros Técnicos em Enfermagem Nutricionista Psicólogo

10 CFP(2003) Nível de atenção na saúde: secundário e terciário Av Psicológica Interconsulta Consultoria Atendimento Psicológico Psicólogo Hospitalar Psicodiagnóstico Grupos psicoeducativ os Psicoprofilátic os UTI Ambulatório Enfermarias

11 Psicólogo Hospitalar Para (Alamy, 1991) podemos conceituar Psicologia hospitalar como o ramo da Psicologia destinado ao atendimento de pacientes portadores de alguma alteração orgânico-física, que seja responsável pelo desequilíbrio em uma das instâncias bio-psico-social, bem como uma Psicologia dirigida a pacientes internados em hospitais gerais sem deixar de se estender aos ambulatórios e consultórios, com sua atenção voltada para as questões emergenciais advindas da doença e/ou hospitalização, do processo do adoecer e do sofrimento causado por estas, visando o minimizar da dor emocionaldo paciente e de sua família.

12 Biológico Social Ser Humano Psicológico Espiritual

13 Psicólogo Hospitalar A inserção do psicólogo no contexto hospitalar tem a possibilidade de atuar no contexto de trabalho nas equipes inter e multidisciplinares, promovendo a humanização, qualidade de vida e assistência psicológica ao sujeito hospitalizado, a família e a equipe de saúde.

14 Atuação do Psicólogo na Radioterapia Paciente Família Equipe Multiprofissional

15 Equipe Multiprofissional

16 Como solicitar a psicologia? Pedido médico Médico solicita através de evolução no prontuário ou prescrição médica. Solicitação paciente e/ou família Paciente e ou familiar solicita atendimento psicológico. Há necessidade de anuência médica. Avaliação de Risco da enfemagem Enfermagem preenche formulário de Risco Psicológico. Alterações de humor, comportamento,dificuldade de relacionamento, falha de adesão a tratamentos/orientações.

17 Avaliação de Risco Psicológico É um protocolo de avaliação, preenchido pelo Enfermeiro, semanalmente, no qual o profissional observa vários aspectos a respeito do paciente, dentre eles, o risco psicológico.

18 Risco Psicológico O Enfermeiro deve observar os seguintes aspectos: 1) Impacto negativo frente ao diagnóstico recebido. 2) Alteração importante de comportamento: medo, irritabilidade, impaciência, hostilidade 3) Alteração de humor: ansiedade, desânimo, apatia, tristeza. 4) Dificuldade em aderir ou falha na adesão ao tratamento; necessidade de auxílio no preparo de procedimento. 5) Dificuldade de compreensão das orientações. 6) Impacto de conflitos familiares ou com a equipe no tratamento.

19 Atuação do Psicólogo junto a equipe Auxiliar na identificação de fatores de risco psicológicos que impactem no tratamento e reabilitação. Discernir o que é normal, o que é esperado e o que é psiquicamente patológico na vigência de doença física ou, no caso de familiares, em momentos de estresse. Propor estratégias de manejo ambiental para estímulo adequado do paciente. Explicitar não somente os sintomas emocionais, mas o sofrimento psíquico envolvido no adoecimento. Responder questões e propor soluções para viabilizar o cuidado.

20 Atuação do Psicólogo junto a equipe Alcance das intervenções Manejo de situações psicologicamente difíceis; Atendimento direto ao paciente e familiares; Assistência à equipe com discussões de caso e organização da comunicação com paciente e familiares Instrumentalização da equipe, no que diz respeito aos aspectos psíquicos do paciente e familiares.

21 Pacientes

22 Paciente Oncológico A etiologia do câncer constitui, até o momento, um enigma para o conhecimento científico. Embora sejam admitidos fatores de risco que, de acordo com estudos epidemiológicos, podem favorecer o surgimento da doença, a ciência ainda não descobriu um fator comum a todas as formações neoplásicas malignas que possa ser tomado como elemento causal da doença. Ao mesmo tempo, a busca por esse elemento-chave se dá de uma forma que exclui o sujeito como possibilidade, estabelecendo a possível causalidade do câncer de um ponto de vista puramente orgânico.

23 Paciente Oncológico Evidentemente, não fazemos aqui uma apologia da determinação psicológica do câncer, a qual, a nosso ver, não difere em sua essência do posicionamento organicista da ciência médica. No entanto, sugerimos que esse espaço deixado vazio pela ciência, no tocante ao que há do próprio sujeito no adoecimento oncológico, é o campo onde deve intervir o psicólogo. A ausência de um fator causal para o câncer promove a emergência de uma lacuna, que favorece a criação de sentido singulares para o câncer.

24 Paciente Oncológico A partir de uma perspectiva psicanalítica, pode-se falar não de um processo analítico, mas de uma escuta analítica, em que há um sujeito de um suposto saber e um desejo do analista, que pode levar o paciente a elaborar e a lidar melhor com a situação traumática vivida. No âmbito hospitalar, a transferência, inicialmente, é com o saber médico, assim o psicólogo no hospital, talvez surpreenda o paciente, quando lhe pede para falar de si, e eles o fazem, porque ali existe uma demanda que se cria como oferta a uma escuta (MORETTO, 2008).

25 Paciente na Radioterapia A indicação da Radioterapia, pode acontecer em diferentes momentos do tratamento e tipos de neoplasias tratadas, sendo assim, alguns pacientes apresentam: - Questões psíquicas relacionadas a finitude e transitoriedade - Mudanças referentes à auto imagem - mudanças corporais decorrentes do tratamento. - Alterações significativas em hábitos prévios: dieta; medicamentos. - Perda da autonomia. - Angústia frente à falta de controle (progressão da doença versus remissão), - Insegurança frente à retomada da rotina, já que muitos pacientes relatam sentirem-se protegidos pelo tratamento

26 Familiares

27 Familiares O contexto familiar sofre mudanças significativas quando um dos membros adoece, o que pode trazer uma série de implicações em níveis físico, emocional, afetivo, profissional, financeiro para o sujeito doente. Assim como comprometer as relações familiares, desencadeadores de estresse, tensão e conflito. Além das questões emocionais, a rotina e os papéis desempenhados por cada membro familiar mudam muito, uma vez que o tratamento do câncer comumente exige uma atenção integral ao paciente.

28 Familiares Pesquisas na área médica e psicológica mostram que o câncer é uma das doenças em que o envolvimento da família e amigos dos pacientes é fundamental para o sucesso do tratamento.

29 Atuação do Psicólogo Avaliação e Assistência psicológica aos familiares, a partir de demanda. Orientação familiar. Instrumentalização do cuidador, no que diz respeito aos cuidados com o paciente.

30 O cuidado psíquico é atribuição do profissional de Saúde Mental, mas o cuidado emocional é de responsabilidade de todos os envolvidos no cuidado.

31 OBRIGADA! Contato:

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