A IMAGEM FOTOGRÁFICA COMO FONTE PARA A PESQUISA EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO i

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1 A IMAGEM FOTOGRÁFICA COMO FONTE PARA A PESQUISA EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO i Maria Augusta Martiarena de Oliveira ii Elomar Antonio Callegaro Tambara iii UFPel Introdução Traçar métodos para a utilização das fontes, especialmente quando se trata de fontes iconográficas, é uma necessidade, pois disso dependerá a própria qualidade da pesquisa. O presente artigo refere-se a uma pesquisa maior, realizada no Curso de Mestrado em Educação da Fae/UFPel, cujo tema é a Educação durante o Governo de Augusto Simões Lopes ( ), intendente da Cidade de Pelotas, pelo Partido Republicano Rio-Grandense (PRR). Para a realização desta pesquisa estão sendo utilizadas fontes escritas e iconográficas (fotografias). Em se tratando de uma pesquisa, a metodologia utilizada no trabalho com as fontes torna-se fundamental. Além disso, a fotografia está começando a povoar as pesquisas em História da Educação, mostrando-se como uma fonte bastante rica para trabalhos que envolvam arquitetura escolar, cotidiano escolar e, também, memórias de alunos e professores. Porém, essa fonte continua a ser bastante questionada. Dessa forma, este artigo pretende traçar as problemáticas referentes à utilização da fotografia como fonte para a pesquisa em História da Educação, aplicada à temática da dissertação. A Imagem Fotográfica: sua incorporação aos documentos de pesquisa Até os primeiros trinta anos do século XX considerava-se fonte apenas os documentos escritos vistos como confiáveis. Lucien Febvre trouxe uma outra visão. Para ele se pode fazer história com tudo o que, sendo do homem, depende do homem, serve para o homem, exprime o homem, significa a presença, a atividade, os gostos e as maneiras de ser do homem (e da mulher também). Além disso, foi Febvre que também trouxe a dúvida sobre a veracidade dos documentos, pois só toma-se conhecimento daquilo que o passado quis que fosse memorável. Dessa forma, os fundadores da revista Annales d histoire économique et sociale (1929,) pioneiros de uma história nova, insistiram na necessidade de ampliar a noção de documento. Para eles, a história faz-se com documentos escritos, quando eles existem, mas sem eles, quando não existem.

2 Foi nesse momento de revolução documental, ocorrido especialmente na década de 1960, que uma das fontes utilizadas nesta pesquisa, a fotografia, ganhou espaço no campo da História da Educação. É possível dizer que nesse período foram assimiladas pela história, de acordo com Le Goff (1992), as massas dormentes e, com elas, inaugurada a era da documentação de massa. A fotografia, portanto, demorou a encontrar o seu lugar entre as fontes históricas, tendo sido incorporada especialmente desde Marc Bloch, um dos fundadores da Revista dos Annales. Segundo Mauad (1995), o texto para essa geração de historiadores ganhou contornos mais amplos e passou a incluir toda a produção material e espiritual humana. Para esta autora, o que permeou esta nova perspectiva documental foi uma total transformação da ótica tradicional da história, a qual deixou de ser uma história individual, das singularidades de uma época, sintetizada na narrativa dos grandes fatos e dos grandes vultos. Ainda hoje é possível dizer que existe um certo preconceito com a utilização da fotografia como documento de pesquisa. Para Kossoy (1989), dois motivos levam a isso: um aprisionamento à tradição escrita e as próprias dificuldades que o pesquisador encontra, entre as quais pode-se falar das questões envolvendo a realidade fotográfica, das diferentes visões originadas pelas diferentes formações dos pesquisadores e da necessidade de outras fontes para complementar a pesquisa. Mauad (1995) enumerou alguns desses problemas, que, segundo ela, envolvem tanto a natureza técnica da imagem fotográfica, como o próprio ato de fotografar, apreciar e consumir fotografias, além dos problemas relacionados com a análise do conteúdo da mensagem fotográfica. Para essa autora, os problemas relativos ao conteúdo referem-se, especialmente, às questões específicas dos elementos constitutivos da imagem. A partir de então, passou-se a buscar métodos para a realização de pesquisas que utilizam a imagem fotográfica. Mesmo assim, a bibliografia sobre a interpretação da fotografia não era extensa e, o que se tinha, foi sugerido, notadamente, por modelos de teoria literária e crítica das artes plásticas. Em geral, a bibliografia detinha-se na história da técnica, nos fotógrafos, em possibilidades multiplicadoras da arte fotográfica ou da recuperação da verdade. A compreensão do significado de algumas imagens e o motivo pelo qual foram construídas altera o conteúdo das imagens e amplia a sua visão. Ainda que a década de 1980 tenha assistido a uma intensificação do gosto e dos esforços de conservação, organização e inclusão da fotografia na apresentação de resultados de

3 pesquisas históricas, isso vem sendo feito de maneira independente da análise do texto fotográfico. As fotografias, muitas vezes, limitam-se a ilustrar a análise verbal. Quando bem escolhidas, funcionam como manchetes de jornais diários, com a finalidade de sintetizar ou ampliar o que o texto escrito exprimiu. Por ter caráter diferente da documentação escrita, a imagem acaba servindo como mostruário do texto, ocultando informações e interpretações próprias, alheias ou complementares do texto escrito. Segundo Leite (1998), é possível, por dedução e síntese, obter informações que não se encontram diretamente visíveis na fotografia. Após uma leitura inicial, que seria um exercício de identificação, a fotografia admite a interpretação, que resulta de um esforço analítico, dedutivo e comparativo. Segundo Mauad (1995): a imagem fotográfica compreendida como documento revela aspectos da vida material, de um determinado tempo do passado, que a mais detalhada descrição verbal não daria conta, (MAUAD, 1995, p.25). Kossoy (1999) nos diz que milhões de imagens foram destruídas desde o advento da fotografia. Inúmeras em virtude de catástrofes e guerras, mas a maioria, certamente, pela própria vontade do homem. Desaparecidos os referentes, ficam apenas as representações. A fotografia conecta-se a uma realidade primeira que a gerou em algum lugar e época. Mas, em caso de perdas de dados sobre este passado, ou melhor, não existindo informações acerca do referente que a originou, resta apenas uma imagem perdida, sem identidade e sem história. Nesse momento o pesquisador deve ter em conta a importância da conservação de acervos, tanto fotográficos quanto de documentação escrita. Para a realização de pesquisas em História da Educação, faz-se necessária a utilização de fontes primárias, as quais devem estar em um devido estado de conservação. Quanto à sua utilização, é correto dizer que imagens fotográficas de outras épocas, na medida que identificadas e analisadas objetiva e sistematicamente a partir de metodologias adequadas, se constituem em fontes insubstituíveis para a reconstituição histórica dos cenários, das memórias de vida (individuais e coletivas), de fatos do passado centenário como do mais recente. A reconstituição através da fotografia, não se esgota apenas na análise iconográfica, na qual apenas são descritos os dados visíveis na imagem, pois requer uma sucessão de construções imaginárias. O estudo da imagem contribui grandemente para o entendimento dos múltiplos pontos de vista que os homens constroem a respeito de si mesmos e dos outros, de seus comportamentos, seus pensamentos, seus sentimentos e suas emoções em diferentes tempo e espaço.

4 A contextualização baseada em outras fontes é fundamental para que se possa penetrar as concepções dos agentes implicados na criação do documento em questão. A fotografia teria, portanto, uma face relacionada à realidade exterior (o que se pode ver na foto) e outra, à realidade interior (passível de múltiplas interpretações). Deve-se admitir que ela pode se prestar a utilizações interesseiras, devido a sua credibilidade enquanto registro visual neutro dos fatos. A fotografia contém elementos de representação do real, mas não é ele em si. Deve-se estar ciente de que ela é uma construção elaborada cultural, estética e tecnicamente. Para Leite (1998), uma análise sistemática de fotografias implica uma ordenação e um tempo de observação para uma legibilidade visual adequada. As imagens fotográficas são consideradas, habitualmente, como provas incontroversas (reproduções verdadeiras da realidade), contudo, surge em sua leitura, a apreensão das deformações impostas pelo fotógrafo, pelos recursos técnicos e pelos valores sociais e culturais. A fotografia é permeada por uma teia de construções ideológicas, que abarcam desde a casa publicadora e os diferentes receptores entre os quais estão incluídos os pesquisadores. Pois nem mesmo estes são isentos, visto que possuem uma trajetória, uma origem, as quais irão compor as suas interpretações, direcionando-as para determinados caminhos. Sendo assim, entre a imagem e a realidade que representa, existe uma série de mediações que fazem com que, ao contrário do que pensa habitualmente, a imagem não seja restituição, mas reconstrução, sofrendo sempre uma alteração voluntária ou involuntária da realidade. Segundo Le Goff (1992): O documento não é inócuo. É, antes de mais nada, o resultado de uma montagem, consciente ou inconsciente, da história, da época, da sociedade que o produziu, mas também das épocas sucessivas durante as quais continuou a viver, talvez esquecido, durante as quais continuou a ser manipulado, ainda que pelo silêncio, (LE GOFF, 1992, p. 547). Samain (1998) nos fala de um artigo publicado em 1972, por Ernst Gombrich, um historiador da arte que se propôs a refletir sobre a imagem visual, segundo ele: A significação de uma imagem permanece em grande parte, tributária da experiência e do saber que a pessoa que a contempla adquiriu anteriormente. Nesse tocante, a imagem visual não é uma simples representação da realidade, e sim um sistema simbólico, (SAMAIN, 1998, p.56).

5 Mas, por mais abstrata que pareça, a fotografia é sempre imagem de alguma coisa, além de que, tudo o que se vê parece estar ao alcance, pelo menos, diante do olhar de quem vê. Ainda assim, é mister lembrar que não só os fotógrafos manipulam as fotografias como, em certa medida, os pesquisadores estabelecem o que deve ser visto. Apesar de todas as construções e recriações presentes na imagem fotográficas, não se pode negar que ela é uma inscrição, uma marca, uma pequena queimadura de luz sobre nitratos de prata; sempre o índice de um real, e que não existiria sem o seu referente. Posso tocar uma imagem fotográfica, apalpá-la. Ela tem uma textura, um peso, uma materialidade, mesmo se ela é, também, achatada, bidimensional, corte e golpe no tempo e no espaço. Sendo assim, a sua materialidade volta-se para um referente presente em algum momento ou espaço, o que nos leva a esse lado tão paradoxal da imagem, pela busca das suas representações. Logo, como afirma Bittencourt: Fotografias apresentam o cenário no qual as atividades diárias, os atores sociais e o contexto sociocultural são articulados e vividos. Existem estudos sobre os detalhes tangíveis representados em fotografias que permitem a elucidação de comunicações não verbais tais como um olhar, um sentimento, um sistema de atitudes, assim como mensagens de expressões corporais, faciais, movimentos e significados de relações espaciais entre pessoas e padrões de comportamento através do tempo. Imagens fotográficas retratam a história visual de uma sociedade, documentam situações, estilos de vida, gestos, atores sociais e rituais, e aprofundam a compreensão da cultura material, sua iconografia e suas transformações ao longo do tempo, (BITTENCOURT, 1998, p.199). Tal como as fontes escritas, os documentos fotográficos requerem uma crítica externa e uma metodologia de trabalho. Existem dois pontos que devem ser ressaltados em um documento fotográfico: a sua procedência e a sua trajetória. O desvendamento do primeiro requer o registro com exatidão da sua existência e a descoberta de seu conteúdo; investigando, desta forma, a sua origem. O segundo ponto deve ser passível de análise, pois assim como outros documentos, a fotografia possui uma história por detrás, a qual deve ser pesquisada. Após a localização e seleção das fontes inicia-se um longo processo. Kossoy (1989) nos fala de dois tipos de análise pelas quais o documento fotográfico deve passar: análise técnica e análise iconográfica. A primeira consiste na análise do material, do artefato. Através dela pode-se descobrir a técnica utilizada, o fotógrafo, o período de tempo em que foi produzida a fotografia, ou seja, é a reconstrução do processo que gerou o artefato, de

6 seus elementos construtivos. Já a segunda concentra-se na informação visual e no conteúdo presente na fonte. A análise iconográfica tem o intuito de inventariar e classificar o conteúdo da imagem, permanecendo no aspecto literal e descritivo. Podem ser extremamente úteis no apoio a esta análise as informações escritas de diferentes naturezas, tais como periódicos da época (no caso jornais da época e os próprios relatórios), literatura, etc. A utilização de história oral, embora também seja recomendada, nesta pesquisa torna-se praticamente impossível, por se tratar dos anos 1924 até O processo interpretativo da imagem insere-se no campo da análise iconológica, através da qual, pode-se desvendar, partindo-se do assunto registrado no documento (segunda realidade), a situação que envolveu o referente no contexto da vida passada (primeira realidade). Para que se possa realizar esta interpretação, deve-se estar ciente de que uma única imagem pode conter inúmeras informações sobre um determinado momento passado, porém ela continua sendo um fragmento do real visível, destacado do contínuo da vida. As múltiplas dimensões de significados que orientam a interpretação da imagem dependem da reconstrução do sistema cultural, do contexto em que o ato fotográfico ocorreu e das identidades dos sujeitos envolvidos naquele evento. Em se desconsiderando a análise do contexto original de sua criação, seu alcance fica restrito aos índices incompletos da realidade apresentados pela imagem. Ao preservar um instante no tempo, a imagem aponta para uma memória que é intrínseca a ela própria, mas envolve, também, uma memória externa, a memória do espectador. Depois dessa breve apresentação da incorporação da imagem às fontes de pesquisa, passa-se a discutir um pouco das questões que envolvem a pesquisa maior que originou este artigo: as imagens referentes à educação do governo Simões Lopes, principalmente as inseridas nos Relatórios Intendenciais, para as quais se busca parâmetros que possibilitem a sua análise. As Imagens nos Relatórios Intendenciais produzidos no governo de Augusto Simões Lopes Para Kossoy (1989): o mundo a partir da alvorada do século XX, se viu, aos poucos, substituído por sua imagem fotográfica. O mundo tornou-se, assim, portátil e ilustrado, (KOSSOY, 1989, p.15). Inserido neste momento em que a imagem visual passou a ocupar um lugar de destaque, os Relatórios Intendenciais passaram a utilizar

7 fotografias com o intuito de mostrar o que foi realizado durante o período de governo. As imagens utilizadas na pesquisa realizada no mestrado são, até o presente momento, em número de 27. Esse número está sendo ampliado devido à presença de imagens referentes a práticas escolares e ao cotidiano escolar, encontradas na Revista Illustração Pelotense e no Almanaque de Pelotas, as quais se apresentam em um número bastante grande. Nem todas as imagens incluídas nesta pesquisa foram produzidas entre 1924 e 1928, algumas delas são anteriores, mas demonstram muito do contexto que envolvia a educação na Primeira República, notadamente na década de Além disso, nem todas as imagens utilizadas tratam-se de fotografias, havendo reproduções de plantas e fachadas. Para facilitar a análise desses documentos, essas imagens dos Relatórios foram divididas em três grandes grupos: fachadas e plantas; fotografias de escolas e fotografias do cotidiano escolar. O primeiro grupo inclui quatro imagens, dentre as quais três são de fachadas e uma de fachada e planta. No segundo inserem-se 17 imagens. E no terceiro, seis. Esta divisão em grupos será transposta para as outras imagens, retiradas da Illustração e do Almanaque, as quais podem ser incluídas nas mesmas divisões, visto que possuem características semelhantes e tratam-se dos mesmos temas. Entre várias imagens de diferentes obras, o Relatório Intendencial de 1928 (último ano do governo do Dr. Augusto Simões Lopes), por exemplo, inclui 13 fotografias de escolas, as quais estavam localizadas, em sua maioria, na zona rural. Isso demonstra o caráter intencional de mostrar apenas um lado, selecionado previamente, cujos pontos positivos são reafirmados. Para Le Goff (1992): O documento não é qualquer coisa que fica por conta do passado, é um produto da sociedade que o fabricou segundo as relações de forças que aí detinham o poder. Só a análise do documento enquanto monumento permite à memória coletiva recuperá-lo e ao historiador usá-lo cientificamente, isto é, com pleno conhecimento de causa, (LE GOFF, 1992, p.545). Devido ao que foi acima afirmado por Le Goff, cabe ao pesquisador que utiliza imagens traçar parâmetros para a análise do conjunto documental que pretende trabalhar. Durante o governo de Augusto Simões Lopes, por exemplo, foram criadas, formas de assistência ao aluno, como as caixas beneficentes, a assistência médico-escolar, o Pelotão da Saúde e o Cópo de Leite. Algumas dessas formas de assistência foram apresentadas

8 nos Relatórios, como se pode ver na figura abaixo, retratando a entrega do Cópo de Leite. Entrega do Cópo de Leite em uma escola municipal A imagem acima possui um grande conteúdo ideológico. Nela vê-se retratado um grupo de crianças, estudantes de uma escola municipal em Pelotas, os quais se encontram todos uniformizados, cada um com seu copo de leite na mão, enquanto, em primeiro plano, uma menina, também uniformizada, recebe um copo de leite de uma funcionária negra. Nesta cena percebe-se, também, a presença da professora, que, ao lado dos alunos, segura um livro em suas mãos. Os alunos seguem uma ordem, encontram-se em semi-círculo, em torno da funcionária que entrega o copo de leite, formando várias fileiras, as quais sobem uma pequena escada, chegando na porta (provavelmente a porta de entrada da escola). Pode-se mencionar, além disso, a presença de poucos alunos negros e da funcionária negra. Esta fotografia foi, evidentemente, pousada, o que fica claro especialmente quando se depara com a menina que recebe o copo de leite, olhando diretamente para o espectador (ou melhor, para o fotógrafo), parada, estendendo a mão para recebê-lo. Dependendo do enfoque que for dado à imagem, ela pode prestar-se para diversas interpretações, visto que muitos elementos são encontrados nesta fotografia. Pode-se escolher analisar a presença de alunos negros, a fotografia pousada, o número de alunos, a professora, a funcionária, etc. Pode-se, até mesmo, questionar se a diferença entre os calçados dos alunos não denota uma diferença de classe social, demonstrando a presença

9 de pessoas de diferentes grupos sociais nas escolas municipais, ou se isso é apenas uma questão pessoal de preocupação dos pais com as vestimentas dos alunos. Escola Garibaldi, na Vila Maciel Um outro tipo de imagem característico dos Relatórios Intendenciais do governo de Augusto Simões Lopes, são as fotografias das escolas, especialmente das escolas rurais. Esse intendente mostrou-se muito interessado no ensino elementar, que foi difundido, principalmente, através da criação de grupos escolares, urbanos ou rurais. Embora a implantação destes tenha iniciado-se no governo anterior ao do intendente pesquisado neste trabalho, foi neste governo que esta prática encontrou o seu ápice, verificado através do grande número de escolas construídas durante esse governo. A fotografia da Escola Garibaldi, representada acima, é uma das 13 imagens encontradas no Relatório de A fotografia é escolha, assim como a memória. Logo, o que deve ser lembrado vai corresponder ao que o sujeito contratante deseja. Um intendente, provavelmente, espera ter seu governo lembrado por suas glórias, não por seus fracassos. A imagem fotográfica presente nos Relatórios possuía um vínculo com os ideais que se encontravam envolvidos com o governo da época. Embora não se possa negar a existência das escolas, o que demonstra, de certa forma, o interesse do governo no que tange a educação, notadamente o ensino primário, pode-se questionar se as escolas construídas condizem com o discurso do intendente, visto que se apresentavam em tamanho reduzido, seguindo o modelo apresentado no Relatório de 1926 (modelo do grupo escolar do typo rural, apresentado pela 3.ª Directoria, de obras

10 e saneamento ). Existe uma diferença bastante grande entre os grupos escolares rurais e os urbanos, percebida, notadamente, pela disparidade entre as construções. Cabe, então, questionar se houve uma primazia da cidade em relação ao campo ou se o grupo escolar do typo rural foi uma solução econômica viável para a difusão do ensino elementar pelo campo. Considerações Finais Esta investigação retomou a problemática da utilização de fontes iconográficas na pesquisa em História da Educação, com o intuito de mostrar a fotografia como uma possibilidade aberta para a reconstrução de memórias e histórias. Procurou-se mostrar os problemas envolvidos nesse tipo de pesquisa, as metodologias desenvolvidas na apreensão das fontes iconográficas e o aprimoramento de métodos de interpretação de imagens. Em sendo a fotografia interpretação, para compreendê-la deve-se entender as entrelinhas. E isso só é possível através da conexão com as mais diversificadas fontes que informam sobre o passado e o conhecimento do contexto social, político, econômico, bem como dos costumes e da cultura da época, encontrando-se elementos que possibilitem o seu entendimento. Além disso, na pesquisa maior que gerou este texto, referente à educação durante o governo Simões Lopes, a fotografia abre espaço para a análise da arquitetura escolar e do cotidiano escolar, desvendando através destes, os símbolos transmitidos através da educação, durante a Primeira República. O conteúdo presente nas imagens é bastante vasto e pode servir para pesquisas que tenham enfoques bastante diferenciados. Através destas imagens, podemos perceber o que se pensava sobre difusão de escolas pelas zonas rurais, sobre a higiene escolar, sobre trabalhos manuais, sobre formas de assistência aos alunos, sobre o ensino feminino, sobre escolas mistas, solenidades, etc. Embora existam dificuldades na utilização de fontes iconográficas, notadamente, com a fotografia, as possibilidades que este tipo de documento oferece são inúmeras e fecundas.

11 Referências Bibliográficas: BARTHES, Roland. A Câmara Clara: nota sobre a fotografia. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, BAURET, Gabriel. A Fotografia: história, estilos, tendências e aplicações. Lisboa: Edições 70, BITTENCOURT, Luciana Aguiar. Algumas considerações sobre o uso da imagem fotográfica na pesquisa antropológica. In: FELDMAN-BIANCO, Bela; LEITE, Mirian L. Moreira (orgs.). Desafios da Imagem: fotografia, iconografia e vídeo nas ciências sociais. Campinas, SP: Papirus, Diário Popular, 2 de setembro de ESSUS, Ana Maria Mauad de Sousa Andrade. Através da Imagem: Possibilidades Teórico-metodológicas para a Análise de Fotografias como Fonte Histórica. In: Anais do Seminário Pedagogia da Imagem Imagem da Pedagogia, Universidade Federal Fluminense, Faculdade de Educação, junho de GHIRALDELLI JR., Paulo. História da Educação. 2.ed. São Paulo: Cortez, p.15 a 35. KOSSOY, Boris. Fotografia e História. São Paulo: Editora Ática, Realidades e Ficções na Trama Fotográfica. Cotia, SP: Ateliê Editorial, LE GOFF, Jacques. História e Memória. Campinas, SP: Editora da UNICAMP, LEITE, Mirian Moreira. Retratos de Família: Leitura de Fotografia Histórica. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, (Texto & Arte; vol. 9).. Texto Visual e Texto Verbal. In: FELDMAN-BIANCO, Bela; LEITE, Mirian L. Moreira (orgs.). Desafios da Imagem: fotografia, iconografia e vídeo nas ciências sociais. Campinas, SP: Papirus, MICHELON, Francisca. O realismo fotográfico como qualidade inerente da foto enquanto documento. In: HISTÓRICA: Revista da Associação dos Pós-Graduandos em História da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, n.º 2, 1997 Porto Alegre: Associação dos Pós-Graduandos em História da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Reflexões sobre fotografia e morte: atemporalização do ser pela de substancialização do espaço. In: HISTÓRICA: Revista da Associação dos Pós-Graduandos em História da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, n.º 3, 1998 Porto

12 Alegre: Associação dos Pós-Graduandos em História da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, NAGLE, Jorge. Educação e Sociedade na Primeira República. 2. ed. Rio de Janeiro: DP&A, SAMAIN, Etienne. Questões heurísticas em torno do uso das imagens nas Ciências Sociais. In: FELDMAN-BIANCO, Bela; LEITE, Mirian L. Moreira (orgs.). Desafios da Imagem: fotografia, iconografia e vídeo nas ciências sociais. Campinas, SP: Papirus, WOLFF, Silvia Ferreira Santos. A Arquitetura Escolar Documentada e Interpretada através de Imagens. In: Anais do Seminário Pedagogia da Imagem Imagem da Pedagogia, Universidade Federal Fluminense, Faculdade de Educação, junho de i Este artigo foi apresentado, anteriormente, no X Encontro Sul-Rio-Grandense de Pesquisadores em História da Educação. Esta é, porém, uma versão revisada e ampliada. ii Aluna do Mestrado em Educação da Fae/UFPel linha de pesquisa em História da Educação Pesquisadora do CEIHE Centro de Investigações em História da Educação. iii Professor do Curso de Mestrado em Educação da Fae/UFPel. Orientador da presente pesquisa.

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