Prof. Ricardo Brauer Vigoderis, D.S.

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO UNIDADE ACADÊMICA DE GARANHUNS Prof. Ricardo Brauer Vigoderis, D.S.

2 Permitir possível expansão Evitar obstrução do ar por outras construções Aproveitar a ventilação natural Sistema modular vertical Sistema modular horizontal

3 Declividade suave, topografia plana ou levemente ondulada (permitir boa ventilação) Ventos dominantes devem ser levados em conta, principalmente no período de inverno, prevendo-se barreiras naturais

4 Largura Influência no acondicionamento térmico interior das instalações Relaciona-se principalmente com... Comprimento depende do planejamento da produção N o de animais, dimensões, disposição das baias e clima Climas quentes e secos de 10 a 14 m Climas quentes e úmidos até 10 m Largura

5 Pé-direito Elemento importante para favorecer a ventilação e reduzir a carga de radiação Quanto maior o pé=direito maior a cobertura Altura recomendada de 3,0 a 3,5m

6 Deve ter elevada resistência térmica, alta refletividade, baixa transmissividade e baixa absorvidade... Material de cobertura O telhado recebe a radiação proveniente principalmente do Sol

7 Clima Material Outros de materiais cobertura Tabela 2. Largura, pé-direito e beiral em função do clima para telhas de barro Largura (m) Pé-direito (m) Beiral (m) Quente seco ,8-3,0 1,2-1,5 Quente úmido 6-8 2,5-2,8 1,2-1,5

8 Circunvizinhança, sombreamento e ventilação natural Arborização Grama Orientação das instalações Distância entre galpões Plantio de árvores fase norte e oeste

9 Pré-cobrição e gestação Maternidade Creche Crescimento Terminação Os aspectos construtivos diferem em cada fase de criação Adequar-se às características físicas, fisiológicas e térmicas

10 Fêmeas de reposição até o primeiro parto Coletivas Porcas a partir do 21 o a 24 o dia de gestação Baias Desmamadas Individuais Machos Baias para acasalamento

11 Piso cimentado Muretas com 1 m de altura 25 cm lineares para cada 3 cabeças situado no sentido do comprimento da baia Bebedouro - concha (25 cm do chão) chupeta (10 a 15 cm acima do dorso)

12 Piso compacto ou ripado (1/3) Mureta - 1 m

13 Bebedouro - concha 25 cm do chão chupeta 15 a 20 cm do dorso Comedouro com divisórias: 50 cm profundidade 60 cm de largura

14 Baias Área (m 2 /animal) Leitoas em baias coletivas 2,0 a 2,2 Baias Animais/baia Gestação coletiva/reposição/pré-cobrição 6 a 10

15 Boxes - piso compacto ou parcialmente ripado Bebedouro - 15 a 20 cm do dorso ou 25 cm do chão (concha) Vazão - 2,0 L/minuto Mureta - 1,20 m Área - 6 m 2 Declividade 2,0%

16 Piso da gaiola - 3 partes distintas: 1) Local da porca 2) Local dos leitões 3) Laterais da baia - leitões ficam para se amamentar

17 1) Local da porca Cela parideira Área da cela Superior a 3,96 m 2 (1,8 x 2,2) Espaço para porca 0,60 m x 2,20 m (1,32) Espaço para leitões 0,60 m cada lado x 2,20 m de comp. (2,64) Altura da cela 1,10 m Altura das divisórias 0,40 a 0,50 m Parte dianteira - 1,30 m (piso compacto) Parte de traseira - 90 cm (ripado - concreto ou metal)

18 1) Local da porca

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22 Comedouro p/ fêmea - parte da frente (largo e profundo) Bebedouro Vazão - 2,5 L/minuto Comedouro p/ leitões - parte lateral Bebedouro p/ leitões - parte posterior Vazão - 600mL/minuto

23 2) Local dos leitões Escamoteador - Em concreto ou madeira entre duas gaiolas ou baias individuais (parte frontal)

24 Comedouro p/ fêmea - parte da frente (largo e profundo) Bebedouro Vazão - 2,5 L/minuto Comedouro p/ leitões - parte lateral Bebedouro p/ leitões - parte posterior Vazão - 600mL/minuto

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26 MATERNIDADE

27 MATERNIDADE 3) Laterais da baia - leitões ficam para se amamentar

28 MATERNIDADE Baias Baia convencional Área mínima do piso 6 m 2 (2,0 m x 3,0 m) Altura do protetor (evitar esmagamento) 0,20 m Distância do protetor da parede 0,12 m

29 CRECHE Leitões desmamados Cortinas nas laterais (25ºC) Piso ripado ou parcialmente ripado (1/3) Divisórias - 0,8 m Comedouro automático Bebedouro - 1,0 L/minuto 3 animais/m 2

30 CRECHE Leitões desmamados Divisórias - 0,8 m Comedouro automático Bebedouro - 1,0 L/minuto 2,5 animais/m 2

31 CRECHE Área recomendada por leitão Piso totalmente ripado 0,30 m 2 Piso parcialmente ripado 0,35 m 2 Altura das paredes das baias 0,50 a 0,70 m Declividade do piso 5%

32 CRECHE Sistema de aquecimento (elétrico, gás ou lenha) - primeiras semanas As instalações podem ser abertas com cortinas laterais

33 CRESCIMENTO E TERMINAÇÃO Piso compacto, ripado ou 1/3 ripado Totalmente ripado: + indicado p/ regiões quentes (custo alto) Área recomendada por animal Piso totalmente compacto 1,0 m 2 Piso parcialmente ripado 0,80 m 2 Piso totalmente ripado 0,70 m 2 Declividade do piso 3 a 5%

34 EQUIPAMENTOS

35 EQUIPAMENTOS Bebedouros tipo concha

36 EQUIPAMENTOS Leitões Crescimento/terminação

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38 Considere um rebanho composto por 100 porcas em produção, 15 leitoas de reposição, 5 porcas a serem substituídas e 6 cachaços, totalizando 126 animais no plantel de reprodução.

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41 Detalhes construtivos Fundação (fundação direta contínua e descontínua com concreto simples 1:3:5) Piso (contrapiso 6 a 8 cm em concreto 1:3:5 e revestimento em argamassa 1:4 ou 1:3 em areia média) Divisórias (externas com 0,20 m em ½ tijolo e internas com 1,00 m de altura de ¼ tijolo) Pilares (15 a 20 cm para seção quadrada ou 15 a 20 cm em madeira ou concreto armado)

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56 Embrapa suínos e aves sistemas de produção Vídeo CPT Manejo de leitões do nascimento ao abate e Criação de suínos Manejo de reprodutores e matrizes Apostila Manual de construções rurais de JORGE LUIZ MORETTI DE SOUZA (www.vigoderis.hol.es)

57 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO UNIDADE ACADÊMICA DE GARANHUNS PLANEJAMENTO ZOOTÉCNICO OBRIGADO PELA ATENÇÃO! Prof. Ricardo Brauer Vigoderis, D.S. website:

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