Controle de Constitucionalidade Difuso EFEITOS:

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1 EFEITOS: - Para as partes: inter partes e ex tunc, mas o STF já admitiu efeito em nunc e pro futuro (ver RE Informativo 34/STF). - Para terceiros (art. 5, X, CF): suspensão da execução da lei declarada inconstitucional em decisão definitiva do STF pelo SF através de resolução; efeitos erga omnes e ex nunc. Obs: Destaca-se o art., parag., do Decreto 346/97, que fixa o efeito ex tunc para a resolução do SF em relação, exclusivamente, à Administração Pública Federal, direta ou indireta. RECAPITULANDO RECAPITULANDO - Caso Marbury v. Madison, Sessão de fev. de 803; - Ampla legitimidade: qualquer pessoa física ou jurídica, no caso concreto; - Ampla competência: qualquer juízo ou tribunal. Obs: )Juízo monocrático: o próprio juiz, de modo incidental, decide. )Juízo colegiado (tribunal): art. 97, CF (maioria absoluta do tribunal ou órgão especial). A NOVA INTERPRETAÇÃ O DO STF QUANTO AOS DECLARAÇÃO DE INCONSTITUCIO NALIDADE NO CONTROLE DIFUSO ) Mutação Constitucional do art. 5, X, CF; ) Decisão do STF: mesmo no controle difuso possui inconteste vocação expansiva; 3) Aproximação das duas vias de controle; 4) Principais argumentos a justificar a adoção de tal tese. ) Mutação Constitucional do art. 5, X, CF: Mutação constitucional consiste numa alteração da Constituição, sem que suas palavras tenham sofrido modificação alguma. O texto permanece idêntico, mas o LEMBRE-SE sentido que lhe é atribuído é outro. Segundo Miguel Reale as palavras das leis conservam-se imutáveis, mas a sua acepção sofre um processo de erosão ou, ao contrário, de enriquecimento (...) ) Mutação Constitucional do art. 5, X, CF: ) Mutação Constitucional do art. 5, X, CF: TEXTO Compete, privativamente ao SF, suspender a execução, no todo ou em parte, de lei declarada inconstitucional por decisão definitiva do Supremo Tribunal Federal INTERPRETAÇÃO ANTERIOR A função de estender para todos os efeitos de uma decisão judicial proferida em um caso concreto, que num primeiro momento alcançava tão somente as partes do processo, é do Senado Federal. TEXTO Compete, privativamente ao SF, suspender a execução, no todo ou em parte, de lei declarada inconstitucional por decisão definitiva do Supremo Tribunal Federal INTERPRETAÇÃO ATUAL A função de estender para todos os efeitos de uma decisão judicial proferida em um caso concreto, que num primeiro momento alcançava tão somente as partes do processo, PASSA A SER DO STF.

2 ) Mutação Constitucional do art. 5, X, CF: NOVA LEITURA No atual estágio de nossa legislação (...) é INEVITÁVEL QUE SE PASSE A ATRIBUIR SIMPLES EFEITO DE PUBLICIDADE ÀS RESOLUÇÕES DO SENADO PREVISTAS NO ART. 5, X DA CONSTITUIÇÃO (Ministro Teori Zavascki) ) Decisão do STF: mesmo no controle difuso possui inconteste vocação expansiva: A atuação do SF, introduzida em 934 e mantida pela constituição de 988 perdeu grande parte de seu significado, sofrendo mesmo um processo de obsolescência. Tem hoje importância meramente histórica. Argumenta-se que se a decisão foi tomada pela mais alta corte do judiciário do país, a todos deve se estender. ) Decisão do STF: mesmo no controle difuso possui inconteste vocação expansiva: QUESTIONA-SE: Se o STF pode em suspender, em liminar, a eficácia de uma lei, até mesmo de uma EC, como aceitar que a declaração proferida pelo mesmo tribunal, só porque numa análise de um caso concreto, tenha efeito somente para as partes? 3) Aproximação das duas vias de controle: De acordo com Gilmar Mendes, a natureza idêntica do controle de constitucionalidade, quanto às suas finalidades e aos procedimentos comuns dominantes para os modelos difuso e concentrado, não mais parece legitimar a distinção quanto aos efeitos das decisões proferidas no controle direto e no controle incidental. 4) Principais argumentos a justificar a adoção de tal tese: Força Normativa da Constituição 3 Aplicação uniforme da Constituição a todos os seus destinatários Princípio da Supremacia da Constituição STF como guardião da Constituição 4 Difuso ALGUMA CONCLUSÃO! ATUAÇÃO DO SENADO FEDERAL (Texto da CF/88) Exclusiva no controle difuso; Inexistência de obrigação ou prazo para a atuação; Atuação irretratável; Impossibilidade de alterar os termos da decisão do STF; Suspensão expressa por meio de resolução; Competência do SF alcança leis federais, estaduais e municipais.

3 Difuso- O Recurso Extraordinário RECURSO EXTRAORDINÁRIO: É o meio adequado, no controle difuso, para a parte interessada discutir perante o STF, controvérsia envolvendo matéria constitucional, suscitada nos juízos inferiores. Difuso- O Recurso Extraordinário Art. 0, III, CF Art. 0. Compete ao Supremo Tribunal Federal, precipuamente, a guarda da Constituição, cabendo-lhe: III - julgar, mediante recurso extraordinário, as causas decididas em única ou última instância, quando a decisão recorrida: a) contrariar dispositivo desta Constituição; b) declarar a inconstitucionalidade de tratado ou lei federal; c) julgar válida lei ou ato de governo local contestado em face desta Constituição. d) julgar válida lei local contestada em face de lei federal. Difuso- O Recurso Extraordinário Duas relevantes inovações foram inseridas no que tange ao cabimento do RE por meio da Emenda Constitucional 45/004: Ampliação das hipóteses de cabimento; Exigência de demonstração da repercussão geral; Difuso- O Recurso Extraordinário INOVAÇÃO - Ampliação das hipóteses de cabimento: A EC 45 transferiu antiga competência do STJ para o STF, acrescentando a alínea d ao art. 0, III, CF: Art. 0. Compete ao Supremo Tribunal Federal, precipuamente, a guarda da Constituição, cabendo-lhe: III - julgar, mediante recurso extraordinário, as causas decididas em única ou última instância, quando a decisão recorrida: d) julgar válida lei local contestada em face de lei federal. Difuso- O Recurso Extraordinário INOVAÇÃO Passou-se a reconhecer que o conflito entre lei local e federal é, em verdade, uma controvérsia constitucional, já que refere-se à repartição constitucional de competências. É matéria que deve ser, pois, analisada pelo STF. Se o conflito envolver atos administrativos praticados pelo governo local, em face de uma lei federal, a competência permanece com o STJ, art. 05, III, b, CF. CUIDADO!! Difuso- O Recurso Extraordinário INOVAÇÃO REPERCUSSÃO GERAL - Exigência da demonstração da repercussão geral: A EC 45 criou um requisito de admissibilidade para o recurso extraordinário: este somente será recebido se o recorrente demonstrar a repercussão geral da questão constitucional discutida no caso. Requisitos de admissibilidade constituem-se em verdadeiros filtros, ou seja, cabe a eles a tarefa de limitar, cada vez mais, a subida dos recursos para os Tribunais Superiores. 3

4 Difuso- O Recurso Extraordinário INOVAÇÃO Art. 0, par.3, CF REPERCUSSÃO GERAL No recurso extraordinário o recorrente deverá demonstrar a repercussão geral das questões constitucionais discutidas no caso, nos termos da lei, a fim de que o Tribunal examine a admissão do recurso, somente podendo recusá-lo pela manifestação de dois terços de seus membros Difuso- O Recurso Extraordinário INOVAÇÃO REPERCUSSÃO GERAL A RG foi introduzida no ordenamento pela EC 45/004, regulamentada pela lei.48/06, mas somente implementada após a ER, que estabeleceu a seguinte redação ao art. 3 do RISTF: Art. 3. O Tribunal recusará recurso extraordinário cuja questão constitucional não oferecer repercussão geral, nos termos deste capítulo. Parágrafo único. Para efeito da repercussão geral, será considerada a existência, ou não, de questões que, relevantes do ponto de vista econômico, político, social ou jurídico, ultrapassem os interesses subjetivos das partes. Difuso- O Recurso Extraordinário INOVAÇÃO REPERCUSSÃO GERAL Em outras palavras: a exigência da repercussão geral impõe ao recorrente que demonstre que o tema discutido no recurso tem uma relevância que transcende aquela do caso concreto, revestindo-se de interesse geral, institucional. Haverá repercussão em determinada causa/questão quando os reflexos da decisão a ser prolatada não se limitarem apenas aos litigantes, mas também à coletividade. Não necessariamente a toda coletividade (todo o país), mas de uma forma não individual, não limitado às partes. Difuso- O Recurso Extraordinário INOVAÇÃO REPERCUSSÃO GERAL A Repercussão Geral deverá ser demonstrada em preliminar de recurso e será apreciada exclusivamente pelo STF. A recusa deverá ser firmada por /3 dos membros (8 ministros). Existência de RG: pode ser decidida pela Turma. Inexistência de RG: só pode ser decidida pela Plenário. Difuso- O Recurso Extraordinário INOVAÇÃO ATENÇÃO! REPERCUSSÃO GERAL Se negada a existência do requisito repercussão geral (pelo Plenário, claro), tal decisão valerá para todos os recursos versando sobre matéria idêntica. Estes últimos serão indeferidos liminarmente, salvo superação da tese. Decisão do STF no controle difuso MULTIPLICAÇÃO DE PROCESSOS IDÊNTICOS CONGESTIONAMENTO DA FUNÇÃO JURISDICIONAL MOROSIDADE NA PRESTAÇÃO JURISDICIONAL Produzem efeitos entre as partes do processo, não vinculando os demais órgãos do judiciário, nem mesmo à Administração Pública Ausência de vinculação das decisões proferidas pelo STF no controle difuso 4

5 Para evitar os efeitos nefastos apontados a EC 45 introduziu a SV do STF na CF: Art. 03-A, CF Art. 03-A. O Supremo Tribunal Federal poderá, de ofício ou por provocação, mediante decisão de dois terços dos seus membros, após reiteradas decisões sobre matéria constitucional, aprovar súmula que, a partir de sua publicação na imprensa oficial, terá efeito vinculante em relação aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública direta e indireta, nas esferas federal, estadual e municipal, bem como proceder à sua revisão ou cancelamento, na forma estabelecida em lei. OBJETIVOS AFASTAR EVITAR Grave insegurança jurídica Multiplicação de processos sobre questão idêntica COLISÃO DE VALORES - EFETIVIDADE DO PROCESSO -DIREITO À PRESTAÇÃO JURISDICIONAL CÉLERE - JUSTIÇA - VERDADE DOS FATOS - TRATAMENTO ISONÔMICO (REALIZAÇÃO DA IGUALDADE) Para evitar os efeitos nefastos apontados a EC 45 introduziu a SV do STF na CF: Art. 03-A, CF Art. 03-A. O Supremo Tribunal Federal poderá, de ofício ou por provocação, mediante decisão de dois terços dos seus membros, após reiteradas decisões sobre matéria constitucional, aprovar súmula que, a partir de sua publicação na imprensa oficial, terá efeito vinculante em relação aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública direta e indireta, nas esferas federal, estadual e municipal, bem como proceder à sua revisão ou cancelamento, na forma estabelecida em lei. REQUISITOS STF de ofício ou por provocação 3 Reiteradas decisões sobre matéria constitucional REQUISITOS 4 Efeito vinculante 5 Possibilidade de revisão ou cancelamento Decisão de /3 dos seus membros 6 Tudo, na forma estabelecida em lei. 5

6 STF de ofício ou por provocação O STF poderá APROVAR, REVER ou CANCELAR SV: -De ofício (por iniciativa própria); por iniciativa dos legitimados pela Constituição e pela lei.47/06. São eles: Art. 03, CF: o Presidente da República; - a Mesa do Senado Federal; - a Mesa da Câmara dos Deputados; - a Mesa de Assembléia Legislativa ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal; - O Governador de Estado ou do Distrito Federal; - o Procurador-Geral da República; o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil; partido político com representação no Congresso Nacional; - confederação sindical ou entidade de classe de âmbito nacional. Art. 3 da Lei.47/06: - o defensor público geral da união; - os tribunais superiores, os tribunais de justiça de Estados ou do distrito Federal e Territórios, os Tribunais Regionais Federais, os Tribunais Regionais do Trabalho, os Tribunais Regionais Eleitorais e os Tribunais Militares. Decisão de /3 dos seus membros 3 Reiteradas decisões sobre matéria constitucional A aprovação, a revisão ou mesmo o cancelamento de súmula vinculante exige que a decisão seja tomada em sessão plenária, por oito ministros, isto é, /3 dos membros. Para que seja aprovada uma SV exige-se a presença de alguns requisitos: -Que a matéria objeto de discussão seja constitucional; - Que o STF já tenha se pronunciado sobre essa questão constitucional em diversas hipóteses ( reiteradas decisões ); Que exista grave e ATUAL controvérsia entre os órgãos do judiciário (e por vezes a Ad. Pública) envolvendo tal matéria; Que tal controvérsia instaurada no âmbito do judiciário seja apta a gerar a indesejável multiplicação de processos, bem como insegurança jurídica acerca da aplicabilidade de determinada norma. 4 EFEITO VINCULANTE Significa que a decisão é capaz de gerar obrigatoriedade de observância para os demais órgãos do judiciário, bem como à administração pública, direta e indireta, nas três esferas (federal, estadual e municipal) 6

7 EFEITO VINCULANTE Organograma do Poder Judiciário STF Juízos e tribunais inferiores VINCULADOS STJ TST TSE STM STF Poder Executivo Poder Legislativo NÃO VINCULADO! VINCULADO NÃO VINCULADO! Colé gios TJ s recur sais Juízes estaduais, do DF e Territórios Juizados Especiais TJM ou TJ Juízes de Direito (juiz auditor) e conselhos de justiça (auditorias militares estaduais, do DF e Territórios TRF s Juízes Federais TRT s Juízes do Trabalho TRE s Juízes e juntas eleitorais Conselhos de Justiça (Auditorias Militares da União) Controle Difuso Controle Busca-se garantir direitos subjetivos, permitindo que sujeitos determinados não cumpram uma lei inconstitucional Busca-se examinar a validade da lei frente à constituição, sem qualquer vinculação a caso concreto Controle Tutelar a ordem constitucional Garantir a supremacia constitucional OBJETIVOS Preservar a coerência do sistema jurídico Finalidade Objetivo Defesa do ordenamento Constitucional contra leis incompatíveis com a Constituição Extirpar do sistema jurídico a lei ou o ato inconstitucional Origem: Europa Surgimento no direito Constituição da comparado Áustria de 90 Elaboração: Hans Kelsen Surgimento no direito brasileiro EC 6 de 965 7

8 ADPF AÇÕES DO CONTROLE CONCENTRADO ADO 3 4 AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE ADO POR OMISSÃO AÇÃO DECLARATÓRIA DE CONSTITUCIONALIDADE ARGUIÇÃO DE DESCUMPRIMENTO DE PRECEITO FUNDAMENTAL ADPF LEGITIMAÇÃO LEGITIMIDADE- Art. 03, CF Podem propor a ação direta de inconstitucionalidade e a ação declaratória de constitucionalidade: I - o Presidente da República; II - a Mesa do Senado Federal; III - a Mesa da Câmara dos Deputados; IV - a Mesa de Assembléia Legislativa ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal; LEGITIMAÇÃO LEGITIMIDADE- Art. 03, CF V - O Governador de Estado ou do Distrito Federal; VI - o Procurador-Geral da República; VII - o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil; VIII - partido político com representação no Congresso Nacional; IX - confederação sindical ou entidade de classe de âmbito nacional. LEGITIMAÇÃO ATÉ CF/88 LEGITIMAÇÃO EXCLUSIVA DO PRG PÓS CF/88 LEGITIMAÇÃO AMPLIADA DE MODO SIGNIFICATIVO LEGITIMAÇÃO MAIOR NÚMERO DE AÇÕES NO STF GEROU A CRIAÇÃO (JURISPRUDENCIAL) DO CONCEITO DE PERTINÊNCIA TEMÁTICA NÚMERO DE AÇÕES? AUMENTOU! DEMONSTRAÇÃO DO INTERESSE DE AGIR 8

9 LEGITIMADOS ATIVOS UNIVERSAIS ESPECIAIS Não precisam comprovar interesse, podem impugnar qualquer matéria Só podem impugnar a matéria em relação a qual comprovem o interesse de agir LEGITIMAÇÃO I - o Presidente da República; U II - a Mesa do Senado Federal; U III - a Mesa da Câmara dos Deputados; U IV - a Mesa de Assembléia Legislativa ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal; E V - O Governador de Estado ou do Distrito Federal: E LEGITIMAÇÃO LEGITIMAÇÃO VI - o Procurador-Geral da República; U VII - o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil; U VIII - partido político com representação no Congresso Nacional; U IX - confederação sindical ou entidade de classe de âmbito nacional. E LEGITIMAÇÃO LEGITIMAÇÃO E CAPACIDADE POSTULATÓRIA: Art. 03 incisos I a VII: possuem capacidade postulatória; Não precisam de advogado para representá-los Art. 03, incisos VIII e IX: NÃO possuem capacidade postulatória. Precisam de advogado para ajuizamento da ação OBJETO Art. 0. Compete ao Supremo Tribunal Federal, precipuamente, a guarda da Constituição, cabendo-lhe: I - processar e julgar, originariamente: a) a ação direta de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo federal ou estadual e a ação declaratória de constitucionalidade de lei ou ato normativo federal ou estadual; (Alínea alterada pela Emenda Constitucional nº 45, de 08//004) E AS LEIS EDITADAS PELO DF? DF Art. 3, parágrafo, CF OBJETO No exercício da competência legislativa ESTADUAL No exercício da competência legislativa MUNICIPAL 9

10 OUTROS REQUISITOS: OBJETO )SER PÓS CONSTITUCIONAL; )POSSUIR ABSTRAÇÃO, GENERALIDADE; ATENÇÃO: 4048/008 3) POSSUIR NATUREZA AUTÔNOMA; 4)ESTAR EM VIGOR. AINDA QUE EM VACATIO LEGIS. MEDIDA CAUTELAR MEDIDA LIMINAR- Art.0, I, p, CF PROVIMENTO JURISDICIONAL COM O INTUITO DE ASSEGURAR E GARANTIR A UTILIDADE DA FUTURA DE MÉRITO PRESSUPOSTOS FUMUS BONI IURIS PERICULUM IN MORA MEDIDA CAUTELAR 3 MEDIDA CAUTELAR FORÇA DA MEDIDA SUSPENDE A EFICÁCIA DA NORMA QUE ESTÁ SENDO IMPUGNADA ATÉ A DE MÉRITO SUSPENDE O JULGAMENTO DOS PROCESSOS QUE ENVOLVAM A NORMA IMPUGNADA TORNA APLICÁVEL A LEGISLAÇÃO ANTERIOR, ACASO EXISTENTE, SALVO MANIFESTAÇÃO DO STF EM SENTIDO CONTRÁRIO. EFEITO REPRISTINATÓRIO Art., parag., Lei 9868/99 REPRISTINAÇÃO Art., parag. 3, LICC MEDIDA CAUTELAR EFEITOS MEDIDA CAUTELAR REGRA GERAL: EX NUNC MAS: POR DETERMINAÇÃO DO STF PODE SER EX TUNC EFICÁCIA ERGA OMNES EFEITO VINCULANTE ATENÇÃO PARA A HIPÓTESE DE INDEFERIMENTO: A não concessão da medida cautelar não gera efeitos vinculantes. 0

11 MEDIDA CAUTELAR AMICUS CURIAE DELIBERAÇÃO: SALVO OS PERÍODOS DE RECESSO A SERÁ TOMADA PELA MAIORIA ABSOLUTA DO TRIBUNAL INICÍO DA PRODUÇÃO DE MEDIDA CAUTELAR: DATA DA PUBLICAÇÃO DA ATA DE JULGAMENTO NO DIÁRIO OFICIAL. IMPOSSIBILIDADE DE INTERVENÇÃO DE TERCEIROS EM (Art. 7, caput Lei 9868/99) MAS ADMITE-SE A ATUAÇÃO DO AMICUS CURIAE: ART 7, PARAG., DA LEI 9868/99. FINALIDADE: PLURALIZAR O DEBATE, PERMITINDO QUE A PROFERIDA PELO STF POSSUA MAIOR LEGITIMAÇÃO SOCIAL. AMICUS CURIAE PGR (X) AGU MECANISMOS DE PLURALIZAÇÃO DO DEBATE ATUAÇÃO DO PGR ART. 03, PARAG., CF/88 AMICUS CURIAE ATUAÇÃO DO AGU ATUAÇÃO DO AGU ART. 03, PARAG. 3, CF/88 DEFINITIVA Erga omnes Contra todos No controle difuso a decisão opera efeitos inter partes ; a extensão da decisão para todos requer participação do Senado Federal LEMBRAR!! DEFINITIVA Ex tunc LEMBRAR!! Retroativo Esse efeito retira do ordenamento jurídico o ato normativo ou a lei incompatível com a Constituição

12 DEFINITIVA Ex nunc Pro futuro Não Retroativo Não Retroativo Esses efeitos retiram o ato ou a lei do ordenamento jurídico a partir da decisão ou de outro momento a ser fixado DEFINITIVA Ex nunc Pro futuro REQUISITOS Não Retroativo Não Retroativo Segurança jurídica Excepcional interesse social Maioria qualificada de /3 Art. 7 Lei 9868/99 DEFINITIVA CARÁTER DÚPLICE OU AMBIVALENTE Vinculante em relação aos órgãos do Poder Judiciário e da Administração pública federal, estadual, municipal e distrital PROCE DENTE IMPROCE DENTE NORMA É INCONSTITU CIONAL NORMA É CONSTITUCIO NAL RECLAMAÇÃO: RECLAMAÇÃO Para garantir a autoridade da decisão do STF; ver Art. 0, I, l CF Legitimidade para propositura: todos aqueles que forem atingidos por decisões contrárias ao entendimento firmado pela corte suprema no julgamento de mérito proferido na. INTRODUÇÃO Introdução: EC 3/93 Legitimidade: Art. 03, CF (a partir da EC 45/04) Competência: STF (Art. 0, I, a, CF) Objeto: Lei ou ato normativo FEDERAL

13 INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO Finalidade: afastar o nefasto quadro de insegurança jurídica ou incerteza acerca da validade ou aplicação de lei ou ato normativo federal, preservando a ordem constitucional Princípio da presunção de constitucionalidade das leis Utilização da Recebimento da Requisito de Admissibilidade para propositura da : RELEVANTE CONTROVÉRSIA JUDICIAL MEDIDA CAUTELAR MEDIDA LIMINAR- Art.0, I, p, CF PROVIMENTO JURISDICIONAL COM O INTUITO DE ASSEGURAR E GARANTIR A UTILIDADE DA FUTURA DE MÉRITO Art. 4, III Lei 9868/99 MEDIDA CAUTELAR PRESSUPOSTOS FUMUS BONI IURIS PERICULUM IN MORA ATENÇÃO!! 3 MEDIDA CAUTELAR FORÇA DA MEDIDA EM SUSPENDE A EFICÁCIA DA NORMA QUE ESTÁ SENDO IMPUGNADA ATÉ A DE MÉRITO SUSPENDE O JULGAMENTO DOS PROCESSOS QUE ENVOLVAM A NORMA IMPUGNADA TORNA APLICÁVEL A LEGISLAÇÃO ANTERIOR, ACASO EXISTENTE, SALVO MANIFESTAÇÃO DO STF EM SENTIDO CONTRÁRIO. 3

14 3 MEDIDA CAUTELAR FORÇA DA MEDIDA EM SUSPENDE A EFICÁCIA DA NORMA QUE ESTÁ SENDO IMPUGNADA ATÉ A DE MÉRITO SUSPENDE O JULGAMENTO DOS PROCESSOS QUE ENVOLVAM A NORMA IMPUGNADA TORNA APLICÁVEL A LEGISLAÇÃO ANTERIOR, ACASO EXISTENTE, SALVO MANIFESTAÇÃO DO STF EM SENTIDO CONTRÁRIO. MEDIDA CAUTELAR EFEITOS REGRA GERAL: EX NUNC MAS: POR DETERMINAÇÃO DO STF PODE SER EX TUNC EFICÁCIA ERGA OMNES EFEITO VINCULANTE ATENÇÃO PARA A HIPÓTESE DE INDEFERIMENTO! MEDIDA CAUTELAR AMICUS CURIAE DELIBERAÇÃO: SALVO OS PERÍODOS DE RECESSO A SERÁ TOMADA PELA MAIORIA ABSOLUTA DO TRIBUNAL INICÍO DA PRODUÇÃO DE MEDIDA CAUTELAR: DATA DA PUBLICAÇÃO DA ATA DE JULGAMENTO NO DIÁRIO OFICIAL. IMPOSSIBILIDADE DE INTERVENÇÃO DE TERCEIROS EM. MAS ATUAÇÃO DO AMICUS CURIAE: ART 8, PARAG., DA LEI 9868/99. POSSÍVEL? Sim, mas por analogia ao artigo 7, parag. da Lei 9868/99 AMICUS CURIAE IMPOSSIBILIDADE DE INTERVENÇÃO DE TERCEIROS EM. AMICUS CURIAE EM ART 8, PARAG., DA LEI 9868/99 DEFINITIVA (RG) Erga omnes Ex tunc Contra todos Retroativo Vinculante ART 7, PARAG., DA LEI 9868/99 4

15 CARÁTER DÚPLICE OU AMBIVALENTE PROCE DENTE IMPROCE DENTE NORMA É CONSTITU CIONAL NORMA É INCONSTI TUCIONAL ADO INTRODUÇÃO Introdução: CF/88 Legitimidade: Art. 03, CF (a partir da EC 45/04) Competência: STF (Art. 03, par., CF) Objeto: Omissão de medida (omissão de cunho normativo- mais ampla que a de cunho legislativo) ADO INTRODUÇÃO ADO INTRODUÇÃO Obs.: Legitimidade: Art. 03, CF (a partir da EC 45/04); atenção à alguns legitimados! Falta de cuidado do constituinte, tanto na legitimidade, quanto na competência do STF. ALGUMA CONCLUSÃO! Finalidade: combater uma doença chamada pela doutrina de síndrome de inefetividade das normas constitucionais. Obs: Tornar efetiva norma constitucional, isto é, normas constitucionais de eficácia limitada. ADO Separação de Poderes. Caráter Mandamental. EFEI TOS PODER COMPETEN TE ÓRGÃO ADMINIS TRATIVO SERÁ DADA CIÊNCIA AO PODER, NÃO HÁ PZ PARA PRODUÇÃO DEVERÁ FAZER A LEI NO PZ D, SOB PENA DE RESPONSABILIDA DE ADO COMBATER O VÍCIO OMISSIVO: PO MI 5

16 ADO ADPF INTRODUÇÃO Mandado de Injunção EFEITOS TEORIA CONCRE TISTA INTERMEDIÁRIA GERAL INDIVIDUAL DIRETA Introdução: CF/88 Legitimidade: Art. 03, CF (a partir da EC 45/04) Competência: STF (Art. 0, par., CF) Lei 988/99 TEORIA NÃO CONCRETISTA ADPF INTRODUÇÃO CABIMENTO (Art., Lei 988/99) Ação autônoma Para prevenir ou reparar lesão a preceito fundamental Ação subsidiária Para dirimir controvérsia judicial relevante 6

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