PROPOSTA DE SÚMULA VINCULANTE N. 69

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1 PROPOSTA DE SÚMULA VINCULANTE N. 69 O que é: O enunciado da súmula terá por objeto a validade, a interpretação e a eficácia de normas determinadas, acerca das quais haja, entre órgãos judiciários ou entre esses e a administração pública, controvérsia atual que acarrete grave insegurança jurídica e relevante multiplicação de processos sobre idêntica questão. ( 1º do art. 2º da Lei /2006). Ou seja, é a jurisprudência que, quando votada e aprovada pelo STF, por pelo menos 2/3 do plenário (8 de 11), se torna um entendimento obrigatório ao qual todos os outros tribunais juízes, bem como a Administração Pública, Direta e Indireta, terão que seguir. Na prática, adquire força de lei, criando um vínculo jurídico e possuindo efeito erga omnes (sobre todos). Até o momento, desde sua instituição com a EC 45, o STF aprovou 32 Súmulas Vinculantes sobre diversos temas. A quem não se dirige: Todavia, não vincula o Poder Legislativo, sob pena de criar uma indesejável petrificação legislativa, nem o próprio STF, que pode alterar o seu entendimento esposado em súmula vinculante, através de votação que obedeça o mesmo quórum necessário à sua aprovação inicial (2/3 dos seus membros). Como é o procedimento de aprovação: Feita a Proposta de Súmula Vinculante (PSV), estabelece a Resolução n. 388/08 do STF que abre-se edital com prazo de 20 dias, para que todos aqueles que desejarem, manifestem seu interesse ou discordância com relação a edição da Súmula em um prazo de 5 dias (ou seja, prazo de ). Após o processo é encaminhado a Comissão de Jurisprudencia que analisa a questão da pertinência e adequação da Proposta. Vai então ao Procurador Geral da República que emite seu parecer, para então ser levada a Plenário onde deve ser aprovada

2 pelo voto de 2/3 dos ministros (8 de 11), para então ser publicada no Diário da Justiça Eletrônico e no DOU. A tramitação é inteiramente virtual. O que acontece em caso de descumprimento: Diz o Art. 7 o da Lei /06: Da decisão judicial ou do ato administrativo que contrariar enunciado de súmula vinculante, negar-lhe vigência ou aplicá-lo indevidamente caberá reclamação ao Supremo Tribunal Federal, sem prejuízo dos recursos ou outros meios admissíveis de impugnação. 1 o Contra omissão ou ato da administração pública, o uso da reclamação só será admitido após esgotamento das vias administrativas. 2 o Ao julgar procedente a reclamação, o Supremo Tribunal Federal anulará o ato administrativo ou cassará a decisão judicial impugnada, determinando que outra seja proferida com ou sem aplicação da súmula, conforme o caso. Quais são nossas armas: Do ponto de vista técnico: A Constituição da República é clara: o objetivo de uma súmula vinculante se limita à "validade, a interpretação e a eficácia de NORMAS DETERMINADAS". O verbete proposto ("Qualquer isenção, incentivo, redução de alíquota ou de base de cálculo, crédito presumido, dispensa de pagamento ou outro benefício fiscal relativo ao ICMS, concedido sem prévia aprovação em convênio celebrado no âmbito do CONFAZ, é inconstitucional") não respeita essa singela mas importantíssima regra que preserva a separação dos poderes. Regras gerais e abstratas devem advir do Poder Legislativo. Ou seja, o STF deve proceder a análise objetiva dentro do controle de constitucionalidade das normas, já o Legislativo, faz a lei como norma abstrata, se dirige a todos que a ela se enquadram. Ao definir que qualquer norma, o STF não está fazendo a aplicação do controle de constitucionalidade objetivamente, mas sim, fazendo-a em abstrato, genericamente, o que não lhe é permitido fazer. Do ponto de vista estratégico:

3 Conseguir o maior número possível de interessados para peticionar na PSV. Tanto para mostrar ao Supremo a imbricação do tema, que tem reflexos sobre os Estados, os Municipios, o Desenvolvimento Regional, a Federação, as empresas, aos empregos, a produção nacional, ao desenvolvimento da industria, a balança comercial, ao abastecimento do mercado, a inflação, e, até mesmo sobre a segurança pública (já quem sem emprego, o crime passa a ser uma solução). Ou seja, mostrar que o tema desenvolvimento não se resolve na canetada. Mas também, fazer a PSV se tornar tão grande e volumosa, que ganhemos tempo para que a solução venha do Poder Legislativo e não do Judiciário, como deve ser. Outra, é pedir que o STF analise primeiramente a ADPF 198, já que, por se tratar de um preceito fundamental saber se a unanimidade do Confaz atende aos ditames do regime democrático, não pode a Suprema Corte decidir que tudo tem que passar pelo Confaz, sem antes decidir se sua forma de aprovação de matéria é constitucional ou não. Nossa última cartada No mesmo diploma diz: Art. 4 o - A súmula com efeito vinculante tem eficácia imediata, mas o Supremo Tribunal Federal, por decisão de 2/3 (dois terços) dos seus membros, poderá restringir os efeitos vinculantes ou decidir que só tenha eficácia a partir de outro momento, tendo em vista razões de segurança jurídica ou de excepcional interesse público. É a última carta que teremos para o caso das demais estratégias de impedir ou retardar a aprovar a súmula falharem. É o chamado efeito prospectivo, a decisão só valerá daquela data para frente. Atinge o Produzir e o Fomentar Depende!!!! E neste caso depende mesmo. O verbete da súmula não fala especificamente dos incentivos financeiros, o que defenderemos até o fim. Mas fala de qualquer forma de dispensa de pagamento (sic), onde pode o mesmo ser enquadrado. O Fomentar é de 1984, anterior portanto a CF de 88, logo, em tese, não poderia ser atingido pela norma posterior.

4 Mas, enfim, argumentos temos, contudo, não são eles sólidos o suficiente para darmos um prognóstico mais confiante, que nos autorize dizer que não temos riscos, ou mesmo que estes riscos são mínimos. Riscos existem e são consideráveis. FLÁVIO RODOVALHO Advogado OAB/GO O texto completo da Lei é: LEI Nº , DE 19 DE DEZEMBRO DE Regulamenta o art. 103-A da Constituição Federal e altera a Lei n o 9.784, de 29 de janeiro de 1999, disciplinando a edição, a revisão e o cancelamento de enunciado de súmula vinculante pelo Supremo Tribunal Federal, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1 o Esta Lei disciplina a edição, a revisão e o cancelamento de enunciado de súmula vinculante pelo Supremo Tribunal Federal e dá outras providências. Art. 2 o O Supremo Tribunal Federal poderá, de ofício ou por provocação, após reiteradas decisões sobre matéria constitucional, editar enunciado de súmula que, a partir de sua publicação na imprensa oficial, terá efeito vinculante em relação aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública direta e indireta, nas esferas federal, estadual e municipal, bem como proceder à sua revisão ou cancelamento, na forma prevista nesta Lei. 1 o O enunciado da súmula terá por objeto a validade, a interpretação e a eficácia de normas determinadas, acerca das quais haja, entre órgãos judiciários ou entre esses e a administração pública, controvérsia atual que acarrete grave insegurança jurídica e relevante multiplicação de processos sobre idêntica questão. 2 o O Procurador-Geral da República, nas propostas que não houver formulado, manifestar-se-á previamente à edição, revisão ou cancelamento de enunciado de súmula vinculante. 3 o A edição, a revisão e o cancelamento de enunciado de súmula com efeito vinculante dependerão de decisão tomada por 2/3 (dois terços) dos membros do Supremo Tribunal Federal, em sessão plenária.

5 4 o No prazo de 10 (dez) dias após a sessão em que editar, rever ou cancelar enunciado de súmula com efeito vinculante, o Supremo Tribunal Federal fará publicar, em seção especial do Diário da Justiça e do Diário Oficial da União, o enunciado respectivo. Art. 3 o São legitimados a propor a edição, a revisão ou o cancelamento de enunciado de súmula vinculante: I - o Presidente da República; II - a Mesa do Senado Federal; III a Mesa da Câmara dos Deputados; IV o Procurador-Geral da República; V - o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil; VI - o Defensor Público-Geral da União; VII partido político com representação no Congresso Nacional; VIII confederação sindical ou entidade de classe de âmbito nacional; IX a Mesa de Assembléia Legislativa ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal; X - o Governador de Estado ou do Distrito Federal; XI - os Tribunais Superiores, os Tribunais de Justiça de Estados ou do Distrito Federal e Territórios, os Tribunais Regionais Federais, os Tribunais Regionais do Trabalho, os Tribunais Regionais Eleitorais e os Tribunais Militares. 1 o O Município poderá propor, incidentalmente ao curso de processo em que seja parte, a edição, a revisão ou o cancelamento de enunciado de súmula vinculante, o que não autoriza a suspensão do processo. 2 o No procedimento de edição, revisão ou cancelamento de enunciado da súmula vinculante, o relator poderá admitir, por decisão irrecorrível, a manifestação de terceiros na questão, nos termos do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal. Art. 4 o A súmula com efeito vinculante tem eficácia imediata, mas o Supremo Tribunal Federal, por decisão de 2/3 (dois terços) dos seus membros, poderá restringir os efeitos vinculantes ou decidir que só tenha eficácia a partir de outro momento, tendo em vista razões de segurança jurídica ou de excepcional interesse público. Art. 5 o Revogada ou modificada a lei em que se fundou a edição de enunciado de súmula vinculante, o Supremo Tribunal Federal, de ofício ou por provocação, procederá à sua revisão ou cancelamento, conforme o caso. Art. 6 o A proposta de edição, revisão ou cancelamento de enunciado de súmula vinculante não autoriza a suspensão dos processos em que se discuta a mesma questão. Art. 7 o Da decisão judicial ou do ato administrativo que contrariar enunciado de súmula vinculante, negar-lhe vigência ou aplicá-lo indevidamente caberá reclamação ao Supremo Tribunal Federal, sem prejuízo dos recursos ou outros meios admissíveis de impugnação.

6 1 o Contra omissão ou ato da administração pública, o uso da reclamação só será admitido após esgotamento das vias administrativas. 2 o Ao julgar procedente a reclamação, o Supremo Tribunal Federal anulará o ato administrativo ou cassará a decisão judicial impugnada, determinando que outra seja proferida com ou sem aplicação da súmula, conforme o caso. Art. 8 o O art. 56 da Lei n o 9.784, de 29 de janeiro de 1999, passa a vigorar acrescido do seguinte 3 o : Art o Se o recorrente alegar que a decisão administrativa contraria enunciado da súmula vinculante, caberá à autoridade prolatora da decisão impugnada, se não a reconsiderar, explicitar, antes de encaminhar o recurso à autoridade superior, as razões da aplicabilidade ou inaplicabilidade da súmula, conforme o caso. (NR) Art. 9 o A Lei n o 9.784, de 29 de janeiro de 1999, passa a vigorar acrescida dos seguintes arts. 64-A e 64-B: Art. 64-A. Se o recorrente alegar violação de enunciado da súmula vinculante, o órgão competente para decidir o recurso explicitará as razões da aplicabilidade ou inaplicabilidade da súmula, conforme o caso. Art. 64-B. Acolhida pelo Supremo Tribunal Federal a reclamação fundada em violação de enunciado da súmula vinculante, dar-se-á ciência à autoridade prolatora e ao órgão competente para o julgamento do recurso, que deverão adequar as futuras decisões administrativas em casos semelhantes, sob pena de responsabilização pessoal nas esferas cível, administrativa e penal. Art. 10. O procedimento de edição, revisão ou cancelamento de enunciado de súmula com efeito vinculante obedecerá, subsidiariamente, ao disposto no Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal. Art. 11. Esta Lei entra em vigor 3 (três) meses após a sua publicação. Brasília, 19 de dezembro de 2006; 185 o da Independência e 118 o da República. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Márcio Thomaz Bastos

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