Direito Penal III. Aula 07 21/03/ DA PERICLITAÇÃO DA VIDA E DA SAÚDE Introdução

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1 Aula 07 21/03/ DA PERICLITAÇÃO DA VIDA E DA SAÚDE Introdução a) Crime de perigo os da periclitação da vida e da saúde são denominados como crimes de perigo, cuja consumação se dá com a exposição do valor protegido a uma situação de perigo (isto é, uma probabilidade de dano). Este se divide em: Crime de perigo abstrato (ou presumido) quando na lei se presume ser o fato perigoso, independentemente da comprovação do risco no caso concreto, tendo em vista que a experiência demonstrou ser ele um fator de criação de probabilidade de lesão ao bem jurídico. Crime de perigo concreto (ou real) o qual exige a demonstração de ter o fato causado realmente a situação de probabilidade de dano. Crime de perigo individual quando o fato se relaciona a uma ou mais pessoas determinadas. Crime de perigo coletivo (ou comum) quando o fato se refere ao risco corrido por um número indeterminado de pessoas. No caso da periclitação da vida e da saúde tratam-se de crimes de perigo individual e concreto, ou seja, somente haverá a verdadeira subsunção entre a conduta e a norma penal quando se demonstrar, não só a conduta praticada pelo agente, mas também o efetivo perigo sofrido pelo bem. b) Dolo todos os crimes da periclitação da vida e da saúde são de dolo de perigo, ou seja, com a vontade de expor a vida e a saúde a um risco. c) Subsidiariedade todos os crimes do art. 130 a 136 são, se regra, subsidiários em relação a outros delitos, sendo assim, se da conduta gerar crime mais grave, este último absorverá o crime subsidiário Perigo de contágio venéreo art. 130 Expor colocar em perigo ou deixar descoberto. Moléstia venérea doença transmitida através de contato sexual. Sífilis, gonorreia, cancro mole, linfogranulomatose inguinal. A AIDS não é considerada venérea, pois a relação sexual não é a única forma de propagação do vírus. Trata-se de crime de perigo concreto, pois necessita de comprovação de que o ato praticado era capaz, efetivamente, de gerar o perigo de contágio venéreo. Quando dentro do casamento, aplica-se a agravante do art. 61, II, e. Profª Tâmisa Fleury Página 32

2 Relação sexual ou ato libidinoso trata-se de crime de forma vinculada, ou seja, o seu meio de execução está discriminado no tipo penal. c) Tipo Subjetivo Caput: dolo de perigo. Saiba = dolo direto Deva saber = dolo eventual 1º: dolo de dano d) Sujeito ativo pessoa contaminada pela doença sexualmente transmissível. e) Sujeito passivo qualquer pessoa. Quando cometido com menor de 14 anos, doente ou deficiente mental com falta de discernimento sexual ou que não tem condições de oferecer resistência, será estupro de vulnerável em concurso formal com o art. 130, se houver a contaminação, responde por estupro de vulnerável com o aumento de pena do art. 234-A. Consentimento da vítima parte da doutrina defende que o consentimento da vítima tornaria atípica a conduta descrita no tipo penal, principalmente pelo fato de que para a persecução penal faz-se necessária a representação da vítima. f) Consumação é crime de mera conduta, assim ocorre com a prática da relação sexual ou outro ato libidinoso, independentemente do resultado naturalístico. Se houver a contaminação, responde por lesões corporais. h) Forma qualificada - 1º - se a intenção do agente é transmitir a doença. i) Curiosidades Havendo o contágio, ocorrerá lesão corporal. Se grave ou gravíssima responderá pela lesão corporal, se de natureza leve, esta fica absorvida pelo crime em estudo, por ser mais grave Perigo de contágio de moléstia grave art. 131 Praticar efetuar fazer, realizar atos tendentes à propagação de alguma doença. Moléstia grave moléstia séria, que inspira preciosos cuidados, sob pena de causar sequelas ponderáveis ou mesmo a morte do portador. Profª Tâmisa Fleury Página 33

3 É um crime de forma livre, pois pode ser cometido por qualquer meio ou modo, desde que idôneo à transmissão do mal. É um crime de dano, pois possui finalidade específica de lesionar a saúde da vítima. Se a moléstia é considerada letal, não havendo perspectiva de cura, pode se reconhecer o crime de homicídio, tentado ou consumado. AIDS HC STF. c) Tipo Subjetivo dolo direto de dano (com o fim de transmitir a outrem). d) Sujeito ativo pessoa contaminada pela doença grave contagiosa. É necessária a ciência da moléstia. e) Sujeito passivo qualquer pessoa. f) Consumação ocorre com a prática do ato capaz de transmitir a doença, independentemente do resultado naturalístico Perigo para a vida ou saúde de outrem art. 132 Exemplos: dono do circo que retira a rede de proteção durante a apresentação do equilibrista, sem o conhecimento deste, para tornar a atração mais perigosa. Expor colocar em perigo, fazer passar por um risco. Perigo direto e iminente real e diretamente aferível ao tempo do ato. Risco palpável de dano voltado a pessoa determinada. Havendo risco real e circunstância muito próxima ao dano. c) Tipo subjetivo dolo de perigo. Se o dolo for de lesionar será crime de lesões corporais, ou tentativa de homicídio. d) Sujeito ativo qualquer pessoa. e) Sujeito passivo qualquer pessoa, desde que seja determinada. f) Consumação com a prática do ato capaz de expor a vida ou a saúde, independentemente de resultado naturalístico. Profª Tâmisa Fleury Página 34

4 h) Causas de aumento de pena parágrafo único combate o transporte de boias-frias, maiores vítimas dessa espécie de crime de perigo. i) Curiosidades Detentores do dever legal de enfrentar o perigo como nos casos de policiais e bombeiros, estes não podem figurar como vítima do crime. Comportamentos socialmente adequados (riscos permitidos) não haverá o crime quando o risco for permitido, ou seja, quando ele é parte de comportamento da vítima, como nos casos de lutas marciais, profissionais da área de saúde, esportes radicais. Conflito aparente de normas Disparo de arma de fogo em via pública ou adjacências art. 15 da lei /07. Quando feito fora dos padrões da lei especial e somente causar perigo, cometerá o crime do art Crimes de trânsito Lei 9.503/97, arts. 306 (embriaguez ao volante), 308 (Racha), 309 (Direção sem habilitação), 311 (alta velocidade) todos estes quando cometidos de acordo com os tipos especiais, afastam a aplicação do art. 132 do CP. Estatuto do Idoso lei /03, art. 99, a diferença é que é crime de forma vinculada, e exige que a vítima seja de idade maior ou igual a sessenta anos Abandono de incapaz art. 133 Abandonar deixar só, sem devida assistência. O abandono é físico. A conduta pode ser positiva ou negativa. Será positiva, por exemplo, quando o agente leva o incapaz para fora do local onde estaria protegido, e negativa, quando deixa-o onde está, mas o agente é quem se retira, deixando o incapaz à própria sorte. c) Tipo subjetivo dolo de perigo. Se a intenção era de provocar lesões ou a morte da vítima será lesões corporais ou homicídio (tentado ou consumado). d) Sujeito ativo quem detém a guarda, proteção, autoridade da vítima. e) Sujeito passivo qualquer pessoa que se encontre sob cuidado, guarda, vigilância ou autoridade de alguém. Profª Tâmisa Fleury Página 35

5 f) Consumação com o abandono por tempo juridicamente relevante, independentemente do resultado naturalístico. h) Formas qualificadas - 1º e 2º - preterdolo. Estes resultados devem ser atribuídos ao agente quando forem previsíveis, em circunstâncias concretas. Se houver dolo de lesionar ou matar ocorrerá homicídio ou lesões corporais. i) Causas de aumento de pena - 3º São aplicáveis à forma simples ou nas qualificadas. Lugar ermo deserto. Companheiro não recebe o aumento de pena analogia in malam partem. j) Curiosidades Conflito aparente de normas Estatuto do Idoso art Exposição ou abandono de recém-nascido art. 134 b) Tipo objetivo Expor neste caso será no sentido de colocar em perigo. Abandonar deixar só, sem devida assistência. Recém-nascido é o neonato, ou seja, criança, desde o início do parto até os momentos que lhe são imediatamente posteriores. Desonra gravidez adulterina, incestuosa, decorrente do dever de castidade etc. c) Tipo subjetivo dolo de perigo (específico para ocultar desonra própria). d) Sujeito ativo os pais. Há doutrinadores que mencionam não ser a prostituta autora deste delito por esta não ter honra sexual a ser preservada. e) Sujeito passivo recém-nascido filho do sujeito ativo. f) Consumação com a exposição ou abandono. h) Formas qualificadas 1º e 2º Profª Tâmisa Fleury Página 36

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