Prova de Direito Civil Comentada Banca FUNDATEC

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1 Prova de Direito Civil Comentada Banca FUNDATEC 2014) QUESTÃO 54 Analise as seguintes assertivas sobre as causas de exclusão de ilicitude no Direito Civil: I. A legítima defesa de terceiro não atua como causa de exclusão de ilicitude. II. O exercício da legítima defesa putativa não atua como causa de exclusão de ilicitude. III. A deterioração ou destruição de coisa alheia, ou a lesão à pessoa, a fim de remover perigo iminente, exclui a ilicitude, mas por si só não afasta o dever de indenizar. O item I está errado. Qualquer bem jurídico pode ser objeto de resguardo através da legítima defesa, seja este bem disponível ou indisponível, pessoal ou impessoal. A classificação da legítima defesa em própria ou de terceiro depende da titularidade do bem jurídico que sofre a ofensa ilegítima. É denominada legítima defesa própria quando o indivíduo age para defender bem jurídico se sua titularidade. A legítima defesa de terceiro é aquela que ocorre quando o indivíduo age para salvaguardar bem jurídico de outrem. Em qualquer dessas situações (própria ou de terceiro) a legítima defesa atua com excludente de ilicitude, tanto no âmbito penal como na órbita cível. O item II está correto. A legítima defesa putativa é instituto mais ligado ao Direito Penal. Consiste no fato do agente supor a ocorrência de uma excludente de criminalidade que, se existisse, tornaria sua ação legítima. Ou seja, trata-se de um erro sobre a situação fática em que pode ocorrer a eliminação da culpabilidade do agente ou uma causa de diminuição da pena. A situação de perigo existe tão somente no imaginário daquele que supõe repelir legitimamente um injusto. Ocorre que ela é tratada de forma diferente no Direito Civil. A eventual exclusão da culpabilidade no âmbito penal não exclui a 1

2 culpa na esfera cível, consequentemente não retira o dever de reparar o dano causado. O item III está correto. De fato, estabelece o art. 188, II, CC que não constitui ato ilícito a deterioração ou destruição da coisa alheia, ou a lesão a pessoa, a fim de remover perigo iminente. No entanto esse dispositivo deve ser combinado com os arts. 929 e 930, CC. Art Se a pessoa lesada, ou o dono da coisa, no caso do inciso II do art. 188, não forem culpados do perigo, assistir-lhes-á direito à indenização do prejuízo que sofreram. Art No caso do inciso II do art. 188, se o perigo ocorrer por culpa de terceiro, contra este terá o autor do dano ação regressiva para haver a importância que tiver ressarcido ao lesado. Assim, o lesado pode acionar a pessoa que praticou a conduta, sendo que esta tem direito de regresso contra quem foi realmente o autor da situação de perigo. Gabarito: E (somente os itens II e III estão corretas). 2014) QUESTÃO 55 A sucessão legítima é aquela que decore da lei, seguindo-se a ordem de vocação hereditária, prevista no Código Civil. Sobre esse assunto, analise as seguintes assertivas: I. No regime da comunhão universal de bens, haverá concorrência do cônjuge sobrevivente com os descendentes do falecido. II. No regime da separação obrigatória de bens, o cônjuge sobrevivente não poderá assumir a condição de herdeiro. III. Na concorrência do cônjuge sobrevivente com os ascendentes do falecido, não será levado em consideração o regime de bens do casamento. O item I está errado. Dispõe o art , I, CC: A sucessão legítima deferese na ordem seguinte: I. aos descendentes, em concorrência com o cônjuge sobrevivente, salvo se casado este com o falecido no regime da comunhão universal, ou no da separação obrigatória de bens; ou se, no regime da comunhão parcial, o autor da herança não houver deixado bens particulares. O item II está errado. Não havendo descendentes e nem ascendentes, o cônjuge é chamado a suceder, sendo que nesta hipótese não importa o regime de bens adotado. Prevê o art , III, CC: A sucessão legítima defere-se na ordem seguinte: (...) ao cônjuge sobrevivente;. Acrescente-se que o cônjuge sobrevivente, não importa o regime de bens adotado, é considerado 2

3 como herdeiro necessário. Dispõe o art , CC: São herdeiros necessários os descendentes, os ascendentes e o cônjuge. O item III está correto. Estabelece o art , II, CC: A sucessão legítima defere-se na ordem seguinte: (...) aos ascendentes, em concorrência com o cônjuge;. Portanto, não há qualquer menção ao regime de bens quando o cônjuge concorrer com os ascendentes do falecido. Gabarito: C (somente o item III está correto). 2014) QUESTÃO 56 O usucapião representa uma forma especial de aquisição de propriedade. Analise as seguintes assertivas sobre o tema: I. O usucapião extraordinário de bens imóveis exige o exercício de posse pelo prazo de vinte anos. II. No usucapião ordinário não existe limitação da área a ser usucapida. III. O Direito Brasileiro veda a ocorrência do usucapião entre cônjuges. O item I está errado. Segundo o art , CC: Aquele que, por quinze anos, sem interrupção, nem oposição, possuir como seu um imóvel, adquirelhe a propriedade, independentemente de título e boa-fé; podendo requerer ao juiz que assim o declare por sentença, a qual servirá de título para o registro no Cartório de Registro de Imóveis. Parágrafo único. O prazo estabelecido neste artigo reduzir-se-á a dez anos se o possuidor houver estabelecido no imóvel a sua moradia habitual, ou nele realizado obras ou serviços de caráter produtivo. O item II está correto. Tanto a usucapião extraordinária como a ordinária não há limitação de área a ser usucapida. Essa limitação só ocorre nas espécies de usucapião especial. A rural prevista nos arts. 191, CF/88 e 1.239, CC (área não superior a 50 hectares) A urbana prevista nos arts. 183, CF/88 e 1.240, CC (área não superior a 250 m²). O item III está errado, pois a Lei n /11 acrescentou ao Código Civil o art A: Aquele que exercer, por 2 (dois) anos ininterruptamente e sem oposição, posse direta, com exclusividade, sobre imóvel urbano de até 250m² (duzentos e cinquenta metros quadrados) cuja propriedade divida com excônjuge ou ex-companheiro que abandonou o lar, utilizando-o para sua 3

4 moradia ou de sua família, adquirir-lhe-á o domínio integral, desde que não seja proprietário de outro imóvel urbano ou rural. Gabarito: B (somente o item II está correto). 2014) QUESTÃO 57 Analise as seguintes assertivas sobre a condição jurídica do pródigo: I. O pródigo, de acordo com o grau de comprometimento da sua compreensão da vida civil, poderá ser considerado absoluta ou relativamente incapaz. II. A condição de prodigalidade dependerá de reconhecimento judicial, após regular processo de interdição, mas poderá cessar a qualquer momento, independentemente de declaração judicial. III. A interdição do pródigo só o privará de, sem curador, emprestar, transigir, dar quitação, alienar, hipotecar, demandar ou ser demandado, e praticar, em geral, os atos que não sejam de mera administração. O item I está errado, pois não há gradação em relação ao grau de comprometimento do pródigo. Pelo atual Código Civil ele será sempre considerado relativamente capaz (art. 4, inciso V, CC). O item II está errado. Tanto a declaração de prodigalidade, quanto a cessação desta somente pode ocorrer por meio de declaração judicial. Sobre a cessação da prodigalidade, estabelece o art , do Código de Processo Civil que: Levantar-se-á a interdição, cessando a causa que a determinou. 1 O pedido de levantamento poderá ser feito pelo interditado e será apensado aos autos da interdição. O juiz nomeará perito para proceder ao exame de sanidade no interditado e após a apresentação do laudo designará audiência de instrução e julgamento. O item III está correto, nos exatos termos do art , CC: A interdição do pródigo só o privará de, sem curador, emprestar, transigir, dar quitação, alienar, hipotecar, demandar ou ser demandado, e praticar, em geral, os atos que não sejam de mera administração. 2 Acolhido o pedido, o juiz decretará o levantamento da interdição e mandará publicar a sentença, após o trânsito em julgado (...) seguindo-se a averbação no Registro de Pessoas Naturais. Gabarito: C (somente o item III está correto). 4

5 2014) QUESTÃO 58 Analise as seguintes assertivas sobre o inventário e a partilha, conforme o regramento previsto no Código Civil: I. Desde a assinatura do compromisso até a homologação da partilha, a administração da herança será exercida pelo inventariante. II. A herança responde pelo pagamento das dívidas do falecido, porém, após realizada a partilha, a responsabilidade pelas dívidas em questão passa aos herdeiros, de forma solidária, mas no limite da herança que lhe couber. III. Se um dos herdeiros for devedor do espólio, sua dívida será extinta em sua totalidade, face à ocorrência da confusão, não podendo a sua dívida ser partilhada entre os herdeiros ou imputada no quinhão do devedor. O item I está correto nos exatos termos do art , CC. O item II está errado. Estabelece o art , CC: A herança responde pelo pagamento das dívidas do falecido; mas, feita a partilha, só respondem os herdeiros, cada qual em proporção da parte que na herança lhe coube (ou seja, a responsabilidade não é solidária). O item III está errado. Estabelece o art , CC: Se o herdeiro for devedor ao espólio, sua dívida será partilhada igualmente entre todos, salvo se a maioria consentir que o débito seja imputado inteiramente no quinhão do devedor. Gabarito: A (somente o item I está correto). 2014) QUESTÃO 59 Os fatos jurídicos em sentido amplo representam os acontecimentos sociais relevantes que ingressam no mundo jurídico. Dentre es es, tem destaque os negócios jurídicos. Analise as seguintes assertivas sobre os negócios jurídicos, de acordo com as disposições previstas no Código Civil: I. É nulo o negócio jurídico simulado, mas subsistirá o que se dissimulou, se válido for na substância e na forma. 5

6 II. A prática de negócio jurídico, em fraude a credores, propicia a sua anulabilidade, que poderá ser pleiteado em juízo no prazo decadencial de quatro anos, a partir da data da formação do negócio. III. O Direito Brasileiro não contempla a possibilidade de conversão substancial do negócio jurídico nulo. O item I está certo nos exatos termos do art. 167, CC. O item II está correto. Estabelece o art. 158, CC: Os negócios de transmissão gratuita de bens ou remissão de dívida, se os praticar o devedor já insolvente, ou por eles reduzido à insolvência, ainda quando o ignore, poderão ser anulados pelos credores quirografários, como lesivos dos seus direitos. Completa o art. 178, II, CC: É de quatro anos o prazo de decadência para pleitear-se a anulação do negócio jurídico, contado: (...) II. no de erro, dolo, fraude contra credores, estado de perigo ou lesão, do dia em que se realizou o negócio jurídico. O item III está errado, pois o art. 170, CC prevê a possibilidade de conversão do negócio jurídico nulo: Se, porém, o negócio jurídico nulo contiver os requisitos de outro, subsistirá este quando o fim a que visavam as partes permitir supor que o teriam querido, se houvessem previsto a nulidade. Gabarito: D (estão corretos somente os itens I e II). 6

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