EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE

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1 RETROATIVIDADE DA LEI QUE NÃO MAIS CONSIDERA O FATO COMO CRIMINOSO ART. 107, III ABOLITIO CRIMINIS O CRIME É APAGADO CONSIDERA-SE INEXISTENTE PRESCRIÇÃO ART. 107, IV CP PRESCRIÇÃO LIMITAÇÃO TEMPORAL DO JUS PUNIENDI PERDA DO DIREITO DE PUNIR EM FACE DO NÃO-EXERCÍCIO DELE DURANTE O PRAZO LEGAL DESAPARECE O DIREITO DE BUSCAR PUNIÇÃO JUDICIALMENTE OU DE EXECUTAR PENA PRESCRIÇÃO ANTES DA SENTENÇA CONDENATÓRIA TRANSITADA EM JULGADO AFASTA A REINCIDÊNCIA, JÁ QUE O SUJEITO NÃO PODERÁ SER CONDENADO PRESCRIÇÃO NÃO OCORRE EM CRIMES DE RACISMO, CONTRA A ORDEM CONSTITUCIONAL E O ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO OU REFERENTES À AÇÃO DE GRUPOS ARMADOS - MILÍCIAS PRESCRIÇÃO DA PRETENSÃO PUNITIVA APLICA-SE O DISPOSTO NO ART. 109 CP PENA IN ABSTRATO PRESCRIÇÃO DA PRETENSÃO EXECUTÓRIA ART. 110 PENA IN CONCRETO DECADÊNCIA ART. 107, IV NÃO EXERCÍCIO DO DIREITO DE QUEIXA OU DE REPRESENTAÇÃO NO PRAZO LEGAL PASSADOS 6 MESES SEM QUE O OFENDIDO TENHA REPRESENTADO, O MP NÃO PODE MAIS AJUIZAR AÇÃO PENAL, AINDA QUE O PRAZO PRESCRICIONAL NÃO TENHA SE ESGOTADO PEREMPÇÃO: DESÍDIA, FALTA DE CUIDADO DO QUERELANTE COM A AÇÃO PENAL EXCLUSIVA DA AÇÃO PENAL PRIVADA. NÃO OCORRE NA AÇÃO PENAL PRIVADA SUBSIDIÁRIA DA PÚBLICA ABANDONO DA AÇÃO PENAL 1

2 OCORRE QUANDO: 1) O QUERELANTE DEIXA DE PROMOVER A AÇÃO PENAL SEM JUSTIFICATIVA POR MAIS DE 30 DIAS CONSECUTIVOS 2) COM O FALECIMENTO DO QUERELANTE OU DECRETAÇÃO DE INCAPACIDADE, OS SUCESSORES NÃO SE MANIFESTAREM OCORRE QUANDO: 3) O QUERELANTE DEIXAR DE COMPARECER A ATO DO PROCESSO SEM JUSTIFICAR 4) O QUERELANTE FOR PESSOA JURÍDICA E ELA SE EXTINGUIR SEM DEIXAR SUCESSOR RENÚNCIA ART. 107, V A AÇÃO PENAL PRIVADA É REGIDA PELO PRINCÍPIO DA OPORTUNIDADE O AUTOR PODE OU NÃO INGRESSAR EM JUÍZO BUSCANDO A PUNIÇÃO DO ACUSADO QUANDO DECIDE NÃO EXERCER ESSE DIREITO, O TITULAR RENUNCIA DECLARAÇÃO DE VONTADE PELA QUAL O TITULAR DA AÇÃO PENAL PRIVADA DESISTE DE EXERCER SEU DIREITO DE AÇÃO PODE SER TÁCITA OU EXPRESSA DISPENSA ACEITAÇÃO DO ACUSADO DEVE OCORRER ANTES DO INÍCIO DA AÇÃO PENAL EXTINGUE A PUNIBILIDADE É INDIVISÍVEL A RENÚNCIA COM RELAÇÃO A UM AUTOR DA INFRAÇÃO SE ESTENDE AOS DEMAIS O RECEBIMENTO DE INDENIZAÇÃO CIVIL NÃO É RENÚNCIA TÁCITA ART. 104 P.U CP NO JUIZADO ESPECIAL, A COMPOSIÇÃO CIVIL HOMOLOGADA ACARRETA RENÚNCIA ART. 74 LEI 9.099/95 2

3 PERDÃO DO OFENDIDO ART. 107, V CP: ATO PELO QUAL, APÓS INICIADA A AÇÃO PENAL PRIVADA, O OFENDIDO DESISTE DE SEU PROSSEGUIMENTO NÃO SE CONFUNDE COM PERDÃO JUDICIAL NÃO É VÁLIDO NA AÇÃO PENAL PRIVADA SUBSIDIÁRIA DA PÚBLICA O MP DEVE CONDUZIR A AÇÃO PERDÃO ART. 107, V CP: AUTOR DESISTE DA AÇÃO PENAL APÓS SUA PROPOSITURA DEPENDE DA ACEITAÇÃO DO RÉU PODE SER EXPRESSO OU TÁCITO INDIVISÍVEL PERDÃO DO OFENDIDO ART. 107, V O PERDÃO NÃO PRODUZ EFEITOS SE RECUSADO A RECUSA DE UM DOS QUERELADOS É EXCESSÃO AO PRINCÍPIO DA INDIVISIBILIDADE ACEITAÇÃO PROCESSUAL PODE SER TÁCITA RETRATAÇÃO DO AGENTE ART. 107, VI CP RETRATAR-SE SIGNIFICA DESDIZER, RETIRAR O QUE FOI DITO, ASSUMIR O ERRO VIA DE REGRA NÃO POSSUI RELEVÂNCIA JURÍDICA. PORÉM HÁ CASOS EM QUE A LEI LHE CONFERE FORÇA EXTINTIVA DA PUNIBILIDADE EX: ART. 143 CP O QUERELADO QUE, ANTES DA SENTENÇA, SE RETRATA CABALMENTE DA CALÚNIA OU DA DIFAMAÇÃO, FICA ISENTO DE PENA COMUM TAMBÉM NA LEI DE IMPRENSA PERDÃO JUDICIAL ART. 107, IX O JUIZ, APESAR DE COMPROVADA A PRÁTICA DA INFRAÇÃO PENAL PELO SUJEITO, DEIXA DE APLICAR A PENA POSSUI APLICAÇÃO RESTRITA NÃO É APLICÁVEL A TODAS AS INFRAÇÕES 3

4 LEI DEFINE AS POSSIBILIDADES DE SUA APLICAÇÃO EXS: ART. 121, 5º; 129, 8º; 140, 1º I E II; 176, P.U; 180, 3º PRESENTES OS PRESSUPOSTOS O JUIZ DEVE APLICAR O PERDÃO NÃO DEPENDE DE ACEITE O JUIZ DEVE CONDENAR O AGENTE E DEIXAR DE APLICAR A PENA VINDO A COMETER NOVA INFRAÇÃO, SERÁ CONSIDERADO REINCIDENTE TIPO É A DESCRIÇÃO DO COMPORTAMENTO ILÍCITO ELEMENTOS: 1) TIPO OBJETIVO CONDUTA (AÇÃO OU OMISSÃO), VERBO CENTRAL DO TIPO 2) TIPO SUBJETIVO: DOLO OU CULPA 3) SUJEITO ATIVO: QUEM PRATICA O DELITO, SEJA COMO AUTOR, CO-AUTOR OU PARTÍCIPE 4) SUJEITO PASSIVO: TITULAR DO BEM JURÍDICO AMEAÇADO PELA CONDUTA CRIMINOSA PODE HAVER MAIS DE UM SUJEITO PASSIVO O ESTADO É SEMPRE SUJEITO PASSIVO DENOMINADO SUJEITO PASSIVO CONSTANTE OU FORMAL SUJEITO PASSIVO MATERIAL OU EVENTUAL É O TITULAR DO INTERESSE PENALMENTE PROTEGIDO NÃO CONFUNDIR SUJEITO PASSIVO COM PREJUDICADO PELA AÇÃO CRIMINOSA 5) CONSUMAÇÃO QUANDO SE REÚNEM TODOS OS ELEMENTOS DA DEFINIÇÃO LEGAL DO 6) TENTATIVA: CRIME INICIADO QUE NÃO SE CONSUMA POR CIRCUNSTÂNCIAS ALHEIAS À VONTADE DO AGENTE 4

5 7) OBJETIVIDADE JURÍDICA: O QUE O ESTADO VISA TUTELAR COM A CRIAÇÃO DO VIOLÊNCIA: PREVISTA COMO ELEMENTO CONSTITUTIVO DO CRIME (ART. 146) OU COMO CIRCUNSTÂNCIA QUALIFICADORA (150, 1 ) É O USO DA FORÇA PARA VENCER RESISTÊNCIA REAL OU SUPOSTA. EMPREGO DE FORÇA MATERIAL VIOLÊNCIA: NÃO RECAI APENAS SOBRE A PESSOA. PODE RECAIR SOBRE COISA. EX: TIRAR DO CADEIRANTE SUA CADEIRA DE RODAS IMPEDINDO SUA LOCOMOÇÃO, OU ATIRAR NOS PNEUS DE VEÍCULO IMPEDINDO A LOCOMOÇÃO VIOLÊNCIA FÍSICA VIS CORPORALIS VIOLÊNCIA MORAL VIS COMPULSIVA VIOLÊNCIA IMPRÓPRIA EMPREGO DE SUBSTÂNCIAS INEBRIANTES/HIPNOSE VIOLÊNCIA NA OMISSÃO NÃO DAR ALTA A DOENTE VIOLÊNCIA PRESUMIDA DECORRE DE LEI AMEAÇA: VIOLÊNCIA MORAL PROMESSA DE PRÁTICA DE UM MAL A ALGUÉM PERTURBANDO A LIBERDADE PSÍQUICA DO AGENTE O MAL PRENUNCIADO DEVE SER CERTO (NÃO PODE SER VAGO), VEROSSÍMIL, IMINENTE E INEVITÁVEL 5

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