Comércio Externo: Continuação do abrandamento da Exportação. CINEL: Um quarto de século de Formação Profissional

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1 325 - MAIO JUNHO 2013 Periodicidade: Bimestral Preço de capa: 1,50 Comércio Externo: Continuação do abrandamento da Exportação IEP lança um novo site dedicado à Formação CINEL: Um quarto de século de Formação Profissional CERTIEL recebeu em Portugal 16 países membros da FISUEL

2 O SOL É A ENERGIA QUE MOVE O MUNDO. CABOS PARA INSTALAÇÕES DE ENERGIA FOTOVOLTAICA. Os cabos Exzhellent Solar foram concebidos para resistirem às condições ambientais extremas a que as instalações fotovoltaicas são submetidas, sejam instalações fixas ou móveis, aplicadas nas coberturas ou integradas na arquitectura. Exzhellent Solar Exzhellent Solar Connecting the World

3 325 - Maio Junho 2013 ficha técnica Revista Bimestral (6 números por ano) Propriedade e Edição: ANIMEE Associação Portuguesa das Empresas do Sector Eléctrico e Electrónico Av. Guerra Junqueiro, 11, 2. o Esq LISBOA Telef.: Fax: Contribuinte n. o : Director: J. Marques de Sousa Redacção, Administração e Distribuição ANIMEE - Delegação Norte Edifício do Instituto Electrotécnico Português Rua de S. Gens, CUSTÓIAS Telef. / Fax: Execução Gráfica: Gráfica Maiadouro Rua Padre Luís Campos, 686 Vermoim Apartado MAIA N. o de Depósito Legal: 93844/2002 NROCS N. o sumário 22 Comércio Externo Janeiro Março IEP Faça uma auditoria energética à sua empresa e fique isento de pagamento do imposto sobre produtos petrolíferos (ISP) IEP lança no mercado um novo site exclusivamente dedicado à área de Negócio da Formação 19 CINEL CINEL: Um quarto de século de Formação Profissional 24 ANREEE Porque deve um registo nacional ser certificado? Tiragem: 2000 exemplares 27 CERTIEL Segurança eléctrica dos cidadãos é preocupação do sector em todo o mundo MAIO JUNHO 2013 Periodicidade: Bimestral Preço de capa: 1,50 Comércio Externo: Continuação do abrandamento da Exportação IEP lança um novo site dedicado à Formação CINEL: Um quarto de século de Formação Profissional 29 Empresas Notícias sobre várias empresas 53 Calendário Fiscal Julho e Agosto 2013 CERTIEL recebeu em Portugal 16 países membros da FISUEL 55 Cotações Câmbios e cotações de metais (Março / Abril de 2013) A anterior edição da Revista Animee (n. o 324) refere-se aos meses de Março/Abril apesar de, por erro, a capa indicar Maio/Junho Respeitando a forma de escrever de cada autor, a Revista ANIMEE publica os artigos seguindo os Acordos Ortográficos, o antigo ou o novo, neste período de transição.

4 comércio externo Análise ao Comércio Externo de Equipamento Eléctrico e Electrónico Janeiro Março Análise global Sector Eléctrico e Electrónico O ano de 2013 inicia-se com uma menor taxa de crescimento das Exportações (+ 3%) face ao trimestre homólogo, confirmando uma diminuição no ritmo de crescimento das exportações sentida ao longo de todo o ano de Já a Importação assinala uma taxa menos negativa (-4%), em termos de variação homóloga, face a 2012 (-7%). A taxa de cobertura da Importação pela Exportação (+87,5%) melhorou ligeiramente face a 2012 (84%), reflectindo mais uma vez o incremento das exportações e a redução da Importação, em níveis de oscilação muito semelhantes Balança Comercial Portuguesa A Exportação Portuguesa de Mercadorias (+0,3%) apresenta uma taxa de crescimento inferior à do Sector (+3%), ambas reflectindo o impacto da crise no comércio intra-comunitário (-1,4%), apesar do bom comportamento fora deste mercado (+4,7%). O agravar da taxa negativa da importação (-7,2%) reflecte também uma maior contracção da actividade económica, com maior foco nos bens importados da UE (-9%). Total UE Jan-Mar Jan-Mar 2013 % Exportação (Saídas) ,3% Importação (Entradas) ,2% Exportação ,4% Importação % 3. os Países Exportação ,7% Importação ,4% Nota valores em milhões de Euros Fonte: INE Instituto Nacional de Estatística IP (N. os preliminares de Com o Ext o ) Numa análise ao comércio internacional a nível dos principais Grupos de Produtos (1. o trimestre 2013/1. o trimestre 2012), destacam-se: Grupos de Produtos com melhor comportamento: Grupos de Produtos Combust. e Lubrif. (P. Transf) Bens NE noutra categoria Máq, O. Bens de Capital e Acess Export. Grupos de Import. % Produtos % +23,9 Prod. Alimentares e Bebidas +4,4 +9,1 Forneciment. Industriais NE -4,5 +5,6 Bens de Consumo NE n. cat -8,3 O grupo com melhor comportamento a nível de exportação é Combustíveis e Lubrificantes (Produtos Transformados) (+23,9%), uma forte recuperação face ao último trimestre de Registe-se ainda as variações em Bens não especificados (NE) noutra categoria mantém um bom comportamento positivo (+9,1%), tal como Máq, O. Bens de Capital e Acess. (+5,6%), embora com taxas de crescimento inferiores à do trimestre anterior. A nível das importações, de assinalar o aumento da taxa de crescimento de Prod. Alimentares e Bebidas face ao trimestre anterior (+1,6%), enquanto as restantes categorias apresentam taxas negativas. Grupos de Produtos com pior comportamento: Grupos de Produtos Material Transp e Acessór Forneciment. Industriais NE Bens consumo NE n. categ Export. Grupos de Import. % Produtos % -15,9 Bens NE noutra categ -48,7-0,9 Material Transp e Acessór -14,2 +3,4 Combust.e Lubrif. - 12,7 2 n. o Maio / Junho 2013

5 comércio externo A quebra em Material de Transporte e Acessórios quer nas exportações (-15,9%) quer nas importações (-14,2%) mantém-se, reflectindo valores muito semelhantes aos do trimestre anterior. Bens NE noutra categ. (-48,7%) é o grupo mais afectado no que toca à diminuição das importações Exportação de Equipamento Eléctrico e Electrónico Vejamos quais os subsectores com melhor comportamento: Componentes Electrónicos (+35%) assinalável aumento da taxa de crescimento neste 1. o trimestre (+7%), atribuível não só aos Relés de tensão <60V e Intensid > 2A, mas sobretudo a Processadores e Controladores combinados c/ memória. Boas perspectivas num segmento com peso no sector. Telecomunicações, Electrónica Profissional e Informática (+27%) aumento da taxa de crescimento face ao período anterior (22%), onde se destacam Máq Aut. Proc. dados portáteis (+43,9%), telefones para redes celulares sem fio (52%) e O.Painéis indicadores c/ dispôs. LCD ou LED (28,18%). Aparelhagem Ligeira de Instalação (+19%) as taxas de crescimento, quer do grupo como um todo (+35% em 2012), quer a nível dos produtos em geral, são menores. O. Quados de Tensão <1000V (+29,9%) e Disjuntores < 63A (+28,5%) têm agora ritmo de crescimento semelhante. Máquinas, Equipamentos e Aparelhagem Industrial (+13%) a taxa de crescimento homóloga mantém-se positiva, mas bastante menor, uma vez que o termo de comparação é agora 2012, ano de forte abrandamento. A quebra nos Transformadores de Dieléctrico Líquido > KVA é significativa (-49%), mantendo-se no entanto taxas elevadas na exportação dos transformadores < 650 KVA e nos Equipamentos para Energias Renováveis. As Cablagens (-19%) apresentam quebra mais acentuada face ao trimestre anterior, enquanto que Fios e Cabos Isolados (-4%) e Electrónica de Consumo (-16%) mantêm níveis semelhantes, este último devido sobretudo à descida nas vendas de Auto-rádios. A quebra mais acentuada, apesar de pouco representativa no sector, verifica-se em Aparelhagem e Sistemas de Medida, Controlo e Automatismo (-57%), na sequência da desaceleração do crescimento ao longo de 2012, a variação homóloga é agora negativa, conforme o atestam as variações nas vendas dos principais produtos: Armários de Comando Numérico (-79,5%) e Contadores de electricidade p/ corrente alterna polifásica (-25%) Importação de Equipamento Eléctrico e Electrónico Verifica-se o desagravamento de taxas negativas em vários segmentos, uma inversão à tendência do ano anterior (-7%) e visível na variação do sector como um todo (-4%) neste 1. o trimestre de A recuperação de taxas negativas para positivas dá-se nos segmentos Máquinas, Equipamentos e Aparelhagem Industrial (+1%), Cablagens (8%), Telecomunicações, Electrónica Profissional e Informática (variação quase nula) e Acumuladores e Pilhas (+19%) e Electrodomésticos (4%). Mais representativas do abrandamento do sector são as variações das importações de Electrónica de Consumo (-25%) e de Componentes Electrónicos (-3%). 2. Exportação por Zonas Económicas e Países Clientes Verifica-se a estabilização de peso da União Europeia (+69%) e dos PALOPs (+11%) enquanto principais destinos das exportações portuguesas. A perda de peso em um ponto percentual do Sudeste Asiático (-11%) e dos EUA (-18%) é em parte compensada pelo aumento de Países 3. os (+10%) em um ponto percentual. Dentro dos Principais Países da UE, destaque-se o aumento de peso relativo da Alemanha (+37%) e do Reino Unido (+13%) em quatro e um pontos percentuais, respectivamente. Note-se, por outro lado, as perdas de peso da França (-10%) e da República Checa (-32%) em dois pontos percentuais cada. Revista Animee 3

6 comércio externo 3. Importação por Zonas Económicas e Países Fornecedores A perda de peso em dois pp da UE (-5%) no conjunto das importações, reflecte a diminuição das importações como um todo (-7%). As restantes zonas económicas tendem a estabilizar no peso relativo, excepção feita a Países 3. os (+27,8%), cujo peso aumenta em um ponto percentual. Dentro dos países da UE com maior peso, destacam-se ainda a Alemanha (+11%), cujo peso relativo aumentou 4 pontos percentuais, ao invés da Espanha (-13%), que diminuiu três pp. França e Holanda aumentaram o seu peso em um ponto percentual, mas as variações não foram significativas. 4. Perspectivas As revisões de crescimento em baixa para a Economia Mundial divulgadas em Abril pelo FMI fazem prever uma retoma mais lenta da economia em geral, incluindo o crescimento do comércio mundial em volume. Ao dinamismo das economias emergentes opõe-se o abrandamento das economias avançadas, onde os indícios de recuperação são para já mais visíveis nos EUA do que na Europa. A aceleração do consumo e investimento estão na base de boas perspectivas para aquele país. Na zona euro, as políticas generalizadas de austeridade reflectem-se ainda numa saída demorada da recessão; a recuperação do sistema financeiro permanece dissociada da melhoria da vida das famílias e das empresas e o desemprego continua a aumentar, pelo que o índice de confiança vivido nesta zona tende a baixar. Apenas o alargamento dos prazos para reduzir o défice na Espanha, e das maturidades dos empréstimos dos fundos europeus a Portugal e Irlanda surgem como factores positivos. Previsão para as taxas de variação do PIB em nalguns países e na UE: Mundo 3,3% 4% EUA 1,9% 3% UE Zona Euro - 0,3% 1,1% Portugal - 2,3% 0,6% Fontes: Banco de Portugal e FMI Os dados do comércio externo deste primeiro trimestre e a conjuntura indiciam, assim, nove meses de uma lenta e difícil recuperação na Zona Euro. ANIMEE Serviço de Economia SAÍDAS E ENTRADAS POR RAMOS DE ACTIVIDADE JANEIRO / MARÇO DE 2013 RAMOS DE ACTIVIDADE SAIDAS (EXPORTAÇÃO) % ENTRADAS (IMPORTAÇÃO) % Máquinas, Equipamentos e Aparelhagem Industrial % % Fios e Cabos Isolados % % Cablagens % % Aparelhagem e Sistemas de Medida, Controlo e Automatismo % % Telecomunicações, Electrónica Profissional e Informática % % Componentes Electrónicos % % Acumuladores e pilhas % % Lâmpadas e material p/iluminação % % Aparelhagem Ligeira de Instalação % % Electrónica de Consumo % % Electrodomésticos % % TOTAL % % Fonte: INE- Nºs Provisórios 4 n. o Maio / Junho 2013

7 comércio externo Saídas Áreas Económicas - Jan/Mar /2012 Exports Economic Areas - Jan/Mar /2012 REST. PAISES JAPÃO U.S.A SUDASIA PALOPS EFTA UNIÃO EUROPEIA Valores em Milhões de Euros Values in Million Euros Saídas Áreas Económicas - Jan/Mar Repartição % Exports Economic Areas - Jan/Mar % Breakdown UNIÃO EUROPEIA 69% EFTA 1% PALOPS 11% U.S.A 3% JAPÃO 1% SUDASIA 3% REST. PAÍSES 12% Revista Animee 5

8 comércio externo Saídas Países UE - Jan/Mar Repartição % Export EU Countries - Jan/Mar % Breakdown REP. CHECA 2% POLÓNIA HUNGRIA 3% 2% OUTROS 6% ALEMANHA 36% R.UNIDO 10% ITÁLIA 5% HOLANDA 3% FRANÇA 11% BÉLGICA 5% ESPANHA 17% Saídas Países UE - Jan/Mar /2012 Exports EU Countries - Jan/Mar /2012 OUTROS POLÓNIA HUNGRIA REP CHECA R.UNIDO ITÁLIA HOLANDA FRANÇA ESPANHA BÉLGICA ALEMANHA Valores em Milhões de Euros Values in Million Euros 6 n. o Maio / Junho 2013

9 comércio externo Entradas Áreas Económicas - Jan/Mar /2012 Imports Economic Areas - Jan/Mar /2012 REST. PAISES JAPÃO U.S.A SUDASIA PALOPS EFTA UNIÃO EUROPEIA Valores em Milhões de Euros Values in Million Euros Entradas Áreas Económicas - Jan/Mar Repartição % Imports Economic Areas - Jan/Mar % Breakdown EFTA 0% SUDASIA 10% U.S.A. 1% JAPÃO 1% REST. PAISES 5% UNIÃO EUROPEIA 83% Revista Animee 7

10 comércio externo Entradas Países UE - Jan/Mar Repartição % Imports EU Countries - Jan/Mar % Breakdown POLÓNIA 2% REP. CHECA 2% R.UNIDO 5% OUTROS 6% ALEMANHA 25% ITÁLIA 7% IRLANDA 3% BÉLGICA 2% HOLANDA 11% FRANÇA 8% ESPANHA 29% Entradas Países UE - Jan/Mar /2012 Imports EU Countries - Jan/Mar /2012 OUTROS POLÓNIA REP CHECA R.UNIDO ITÁLIA IRLANDA HOLANDA FRANÇA ESPANHA BÉLGICA ALEMANHA Valores em Milhões de Euros Values in Million Euros 8 n. o Maio / Junho 2013

11 comércio externo SAÍDAS (Exportação) JANEIRO / MARÇO DE 2013 (por ramos de actividade e principais produtos) RAMOS DE ACTIVIDADE P. PAUTAL DESIGNAÇÃO VALOR EUROS %2013/12 Máquinas e Equipamentos e Aparelhagem Industrial O. Partes das pos.8501 e 85.02, excepto e ,5% Transformadores dieléctrico líquidos < 650 KVA ,4% Transformadores dieléctrico líquidos > KVA ,2% Dsitribuidores e bobinas de ignição ,7% Quadros de comando eléct/distrib > 72,5 KV ,6% Fios e Cabos Isolados Outros Condutores Eléctricos < 80 Volts P/ Telecomunicações ,7% Outros Condutores Eléctricos < 80 Volts ,3% Outros Condutores Eléctricos > 80 V < 1000 V ,4% Outros Condutores Eléctricos p/ tensão de 1000 V ,3% Outros Condutores > 1000 V c/ out. condutores ,7% Cablagens Conexões e Elementos de Contacto para Fios e Cabos ,5% Jogos de Fios p/ Velas de Ignição e para Veículos Automóveis ,6% Outros Condutores Eléctricos < 80 V c/peças de conexão ,8% Aparelhos de Medida, Controlo e Automatismo Armários Comando Numérico p/máq. Aut.Proc.Dados < 1000 V ,6% Aparelhos de comando de memória programável ,3% Contadores de electricidade p/ corrente alterna polifásica ,0% Telecomunicações, Electrónica Profissional e Informática Máqs Aut Proc Dados digit. portáteis, <10kg, c/ pelo menos 1 CPU, teclado e ecrã ,0% Telefones p/ redes celeulares e outras redes sem fio ,2% Receptores de radionavegação ,7% O. Paineis indicadores c/ dispositivo LCD ou LED ,2% O.partes de máq. e aparelhos eléctr. c/ função pp ,2% Componentes Electrónicos Condensadores Fixos de Tântalo ,3% Relés Tensão < 60 V p/ Intensidade > 2 Amperes ,9% Discos, excepto fotodíodos e díodos emissores de luz O. Dispositivos Fotosensíveis Semicondutores ,5% Pocessadores e controladores, mm comb c/ memór, conv.o. circ Revista Animee 9

12 comércio externo RAMOS DE ACTIVIDADE P. PAUTAL DESIGNAÇÃO VALOR EUROS %2013/12 Acumuladores e Pilhas O. Pilhas e baterias de pilhas ,7% Acumulad. de Chumbo de arranque c/ electrólito líquido ,8% Outros Acumuladores de Chumbo ,1% Desperdíc, resíduos de pilhas, baterias e acumul n cont chumbo ,4% Lâmpadas e Material para Iluminação Apar.de Ilumin de o.mater.p/ lâmp. e tubos de incandescência ,2% Outros Aparelhos Iluminação p/ lâmpadas de descarga ,6% O. Candeeiros de plástico e matárias cerâmicas ,9% Projectores ,3% Outros Apar. Eléctricos de Iluminação de outras Matérias ,8% Aparelhagem Ligeira de Instalação Disjuntores < 63 A ,5% O. Interruptores Seccionadores e Comutadores ,0% Outras Tomadas de Corrente ,1% O. Quadros de tensão < 1000 V ,0% Isoladores de plástico ,0% Electrónica de Consumo Apar.emiss/transm p/ radiodifusão/televisão incorp apar. receptor ,3% O. Câmaras de Televisão ,4% Ap. Recep/Radiodif, c/ fonte ext.energia, util. automóv., capaz descodificar sinais RDS e c/ sist. Leitura p/ raio laser ,9% Ap. Recep/Radiodif, c/ fonte ext.energia, util. em automóv, capaz descod.sinais RDS comb. c/ ap. reprod/grav. som ,6% Cjtos electrón p/ apar. emiss, recept de câmaras de video, etc ,8% Electrodomésticos Congeladores /freezers horizontais < 400L ,6% Ferros eléctricos de passar ,7% Fornos Micro-Ondas ,1% Aparelhos para Preparação de Café ou Chá ,7% Partes de Apar. Electrotérmicos ,6% Fonte: INE - Instituto Nacional de Estatística I.P. Dados Estatísticos de Comércio Externo (Jan-Dez 12) 10 n. o Maio / Junho 2013

13 comércio externo ENTRADAS (Importação) JANEIRO / MARÇO DE 2013 (por ramos de actividade e principais produtos) RAMOS DE ACTIVIDADE P. PAUTAL DESIGNAÇÃO VALOR EUROS %2013/12 Máquinas e Equipamentos e Aparelhagem Industrial Elevadores e monta-cargas eléctricos ,03% Partes de elevadores monta-cargas e escadas rolantes ,77% O. Partes das Pos e 85.02, excepto a da e ,25% Apar. de Iluminação / Sinaliz. Visual eléctr. utilizados em automóveis ,88% Quadros, Painéis, consolas e o. Suportes da pp ,38% Fios e Cabos Isolados Fios p/ bobinar de cobre envernizados/esmaltados ,77% O.Fios p/ bobinar de cobre ,90% O. Condut. Eléctricos > 80 V < 1000 V, c/ diâmetro de fio > 0,51mm ,26% Outros Condutores Eléctricos < 80 V ,37% Outros Condutores Eléctricos p/ tensão de 1000 V ,89% Cablagens Conexões Elementos de Contacto p/ Fios e Cabos ,16% Jogos de Fios p/ Velas de Ignição p/ Aeronaves Civis ,38% Out.Condutores Eléctricos < 80 V c/ Peças de Conexão ,69% Aparelhos de Medida, Co trolo e Automatismo Aparelhos de Comando Memória Programável ,49% O. Inst. p/ medida ou controle tensão, etc. c/ dispositivo de registo ,73% O. Termóstatos não electrónicos ,74% Telecomunicações, Electrónica Profissional e Informática Máq. Aut. Process.Dados Digitais Portáteis Pe0so < 10K, Contendo Pelo Menos 1 CPU, 1 Teclado e 1 Écran (Tela) ,65% Unidades de memória de disco rígido p/ máq. aut.digitais proc dados ,51% Telefones para redes celulares e outras redes sem fio ,61% Apar. p/ recepção, conversão e transmissão ou regeneração de voz, imagens e dados, incluindo aparelhos de comutação e encaminhamento ,60% O. Painéis Indicadores c/ dispos. LCD ou LED ,09% Componentes Electrónicos Circuitos Impressos de camada múltipla ,44% Díodos emissores de luz, incluindo díodos laser ,84% O. Disp. Fotosensíveis semicondutores ,92% O. process. e controladores, mm comb. c/ memór, conv ou o.circ ,89% Outros circuitos integrados electrónicos ,93% Revista Animee 11

14 comércio externo RAMOS DE ACTIVIDADE P. PAUTAL DESIGNAÇÃO VALOR EUROS %2013/12 Acumuladores e Pilhas Pilhas Cilíndricas Biox.Manganês Alcalinas ,29% Acumuladores Chumbo Arranque c/electrólito Líquido ,59% O. Acumuladores Chumbo Arranque ,00% O. Acumuladores Chumbo que funcionem c/electrólito Líquido ,32% O. Acumuladores Chumbo ,74% Lâmpadas e Material para Iluminação Lâmpadas incandescentes halogéneo tensão > 100V ,87% Lâmpadas Fluorescentes c/ 2 casquilhos ,99% Out. Lâmpadas Fluorescentes ,44% O. Ap. de Iluminação p/ lâmpadas de descarga ,95% Out. Aparelhos eléctricos de Iluminação de outras matérias ,40% Aparelhagem Ligeira de Instalação Out. Aparelhos p/ protecção de Circuitos Eléctricos ,37% Out. Interruptores Seccionadores e Comutadores ,78% O. Tomadas de Corrente ,51% O. Quadros de tensão < 1000V ,12% Quadros, painéis, consolas deprovidos dos seus elementos ,38% Electrónica de Consumo Partes e Acess. p/ Apar. de Reprod.e Gravação de Som ,37% O. Apar. Recep de tv, mm c/ apar recept. radiodif ou ap. grav/reprod de som/imagem ,27% Aparelhos TV c/ ecrã de cristais líquidos ,49% O. Ptes de câm. TV das posições , e aparelh das poições.8527 e ,01% O. Ptes ,89% Electrodomésticos Frigoríficos Congeladores (Freezers) c/ Porta Ext. Separadas > 340 L ,00% Partes de Frigoríficos e Congeladores e Apar. Prod. Frio ,90% Máq.de Lavar Louça tipo doméstico ,21% Máq.de Lavar automáticas < 6 Kg carregar p/ frente ,46% Partes de Apar. Electrotérmicos ,34% Fonte: INE - Instituto Nacional de Estatística I.P. Dados Estatísticos de Comércio Externo (Jan-Dez 12) 12 n. o Maio / Junho 2013

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17 Faça uma auditoria energética à sua empresa e fique isento de pagamento do imposto sobre produtos petrolíferos (ISP) i e p Não sabemos se já terá conhecimento mas, recentemente, foi alterada a legislação relativa ao Imposto sobre produtos Petrolíferos e Energéticos (ISP), tendo sido alargado o regime de isenção também para o consumo do Gás Natural por parte das indústrias. Assim, para além dos combustíveis já abrangidos pelo regime de isenção (Carvão, Coque, Fuelóleo, Gases de petróleo), também o Gás Natural passa a estar isento de imposto para as empresas que optem por realizar uma Auditoria Energética e consequentemente estabelecer um Acordo de Racionalização dos Consumos de Energia (ARCE) com a Direção Geral de Energia. Como os custos associados à realização das auditorias energéticas é, hoje em dia, extremamente competitivo, torna-se extremamente compensador para as empresas enveredar por este processo e obter um regime de isenção de 6 ou 8 anos do referido imposto. Como se pode verificar, e não considerando os benefícios gerados pela auditoria em si ao nível da poupança energética, a simples isenção do ISP revela um elevado retorno do investimento na realização de uma auditoria energética no âmbito do SGCIE. Concretizando, o IEP, enquanto entidade reconhecida pela ADENE para a realização de auditorias energéticas no âmbito do SGCIE, está à disposição das empresas para proceder a uma avaliação do custo/benefício da realização de uma auditoria energética e respetivo plano de racionalização da sua unidade industrial, quer em termos da isenção do ISP quer da poupança energética efetiva que possa vir a ser alcançada. Abaixo apresentamos um pequeno quadro com a poupança gerada por este regime para vários escalões do consumo de gás natural: Factura Poupança e e % , , , , ,1 Ligue já e obtenha benefícios para a V/ empresa! Revista Animee 15

18 i e p IEP lança no mercado um novo site exclusivamente dedicado à área de Negócio da Formação Atuando há mais de 20 anos no âmbito da formação, a estratégia de desenvolvimento do iep passa pela continuidade da sua atuação como um polo dinamizador de boas práticas, e de formação em áreas estratégicas para o desenvolvimento organizacional, fornecendo serviços integrados, que incluem ações de formação, nos domínios da Qualidade, do Ambiente, da Eletricidade e Energia, das Telecomunicações e da Segurança e Saúde do Trabalho. assim, um maior destaque no mercado e permitindo ao visitante efetuar uma consulta rápida de novos cursos, parcerias, campanhas e promoções. Assim, e após uma análise de mercado e tendo como principio a melhoria da prestação dos serviços aos seus clientes, o iep acaba de lançar, no mercado digital, um novo site exclusivamente dedicado à área da Formação: Uma das novidades é a possibilidade de os clientes passarem a ser membros integrantes do training team solução de fidelização de clientes na área da formação iep, que lhes dá várias vantagens nos cursos que venham a integrar. Existem, ainda, diversas formas de interação com o utilizador: o fale connosco, criado para conhecer a opinião de quem nos visita, e o pedido de proposta, que permite ao utilizador solicitar uma proposta de forma rápida e eficiente. Este novo site apresenta toda a informação mais organizada e com funcionalidades user friendly, reunindo num único sítio da internet, todas as informações desta área de negócio, ganhando, Obviamente que este site não é um objeto estático, pelo que não ficarão por aqui as novidades. O iep irá regularmente atualizar e melhorar as informações e metodologias de navegação e acesso à informação, no sentido de poder servir melhor quem nos visita. 16 n. o Maio / Junho 2013

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21 CINEL: Um quarto de século de Formação Profissional c i n e l Na última edição da, demos conhecimento da cerimónia de homenagem que o CINEL prestou ao Dr. Rui Sobral Costa por ter cessado as suas funções como membro do Conselho de Administração. O Eng. Luís Morazzo, primeiro Diretor do CINEL, foi convidado a proferir algumas palavras alusivas à homenagem e aproveitou para apresentar uma breve história sobre este Centro de Formação Profissional, em cuja origem e desenvolvimento o homenageado teve uma participação de destaque. Da sua intervenção transcrevemos, de seguida, alguns excertos: Minhas senhoras, meus senhores, caros instrutores e formandos desta escola: Sinto-me muito contente neste momento em que vos dirijo a palavra, pelo privilégio, que me foi concedido pela digníssima directora deste estabelecimento de ensino, a Sr. a Dr. a Conceição Matos, na altura em que esta casa está a prestar uma justa homenagem de reconhecimento e apreço, a uma pessoa que muito trabalhou em seu benefício, desde a sua primeira hora de existência, o meu amigo de longa data, o Dr. o Rui Sobral Costa, que agora deixa a sua administração por força da lei da limitação imposta pela idade da aposentação. E, simultaneamente esta casa está a comemorar um quarto do seu primeiro século, ou seja, os 25 anos passados após a data da ministração das primeiras aulas que nela tiveram lugar, nas suas instalações na Amadora, no edifício da Rua das Indústrias, 27, na Venda Nova, a 29 de Fevereiro de Tenho a preocupação de apontar o local na região de Lisboa, pois é mister lembrar que por razões circunstanciais directamente ligadas às dificuldades então sentidas para encontrar instalações adequadas aos fins em vista, as primeiras aulas do CINEL foram realizadas, não em Lisboa, mas sim na sua delegação do Porto, na Rua de S. Rosendo, 377, num edifício de 3 andares que, ainda na fase de construção, tinha sido adquirido pela administração do CINEL, a que pertencia o Dr. o Sobral Costa, aqui presente. A sua inauguração, foi presidida pelo então ministro do Trabalho e da Segurança Social, o Sr. Eng. o Mira Amaral, no dia 23 de Junho de 1987, embora as primeiras aulas nele dadas, já tivessem tido lugar desde o anterior mês de Março de A criação de uma delegação do CINEL no Porto, resultou de uma imposição dos empresários da região Norte do país, associados da ANIMEE, que fizeram sentir que as suas carências de mão-de- -obra especializada eram similares às da região de Lisboa. A falta de mão-de-obra qualificada no mundo do trabalho na área da electrotecnia, que se vinha sentindo profundamente nos primeiros anos da década de 80, levou em 1985, a ANIMEE e o IEFP, a criar um centro protocolar de formação profissional, na conclusão de conversações iniciadas no ano anterior, através de um protocolo outorgado a 9 de Janeiro de 1985, mais tarde regulamentado pela portaria n. o 361/87, promulgada pelo então Ministro do Trabalho e da Segurança Social, o Eng. o Mira Amaral, de acordo com o regime de formação em cooperação, que entretanto fora já instituído pelo Decreto- Lei n. o 165/87. Eram então Ministro do Trabalho e da Segurança Social o Eng. o Mira Amaral, como já atrás disse, e presidentes da Comissão Executiva do IEFP e da ANIMEE, respetivamente, o Dr. o Álvaro Martins e o Eng. o Pinheiro Torres. Ao encarar o ambiente deste estabelecimento de ensino e aprendizagem, ao olhar para os sem- Revista Animee 19

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