ECONOMIA DO MEIO AMBIENTE 2003/2004

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1 ECONOMIA DO MEIO AMBIENTE 2003/2004 Faculdade de Economia da Universidade do Porto ANA CRISTINA GOMES DA SILVA RUI PINTO FERREIRA

2 AGRADECIMENTOS Queremos agradecer à Prof.ª Dr.ª Cristina Chaves, por toda a sua disponibilidade e empenho na orientação do nosso trabalho. Sem nos impor qualquer tipo de solução ou abordagem, deixou-nos sempre liberdade de escolha nos assuntos e perspectivas adoptadas. O seu espírito crítico enriqueceu muito este trabalho.

3 ÍNDICE ÍNDICE... 4 ÍNDICE DE ILUSTRAÇÕES INTRODUÇÃO A QUALIDADE AMBIENTAL COMO FACTOR DE DESENVOLVIMENTO O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) Cálculo do índice de esperança de vida Cálculo do índice de educação Cálculo do Índice do PIB Cálculo do IDH Proposta de um IDH ambiental Percentagem da área terrestre coberta por florestas Rácio entre a área protegida e a superfície terrestre PIB por unidade de energia utilizada Cálculo do IQA Cálculo do IDH Ambiental (IDHA) Análise empírica para os vários países do mundo: repercussões no ranking mundial Percentagem de área terrestre coberta por florestas Rácio entre a área protegida e a superfície terrestre PIB por unidade de energia utilizada O Índice de Qualidade Ambiental (IQA) O Índice de Desenvolvimento Humano Ambiental (IDHA) O caso português Considerações finais O AMBIENTE E O CRESCIMENTO ECONÓMICO A Curva de Kuznets Ambiental Estudo empírico CKA exclusão dos principais países exportadores de petróleo A UE e os aderentes uma análise sincrónica Análise dinâmica para alguns países O caso português Uma nova abordagem da Curva de Kuznets Ambiental Considerações finais CONCLUSÃO GERAL BIBLIOGRAFIA ANEXOS... 70

4 ÍNDICE DE ILUSTRAÇÕES Figura 2.1: Os 10 mais da área relativa de florestas Figura 2.2: Os 10 menos da área florestal relativa ao território Quadro 2.1: Os 10 países com maior aumento da área florestal (em pontos percentuais) Quadro 2.2: Os 10 países com maior redução de área florestal (pontos percentuais) Quadro 2.3: O desempenho dos países classificados como 10 mais em termos de área florestal em 2000 (Figura 2.1) Figura 2.3: A percentagem de área florestal nos países da UE Figura 2.4: Os 10 mais do rácio de área protegida Figura 2.5: Os 16 menos do rácio de área protegida Figura 2.6: A proporção de área protegida nos países da UE Quadro 2.4: Exemplo da análise PIB/Energia utilizada: China e Itália Figura 2.7: Os 10 mais eficientes na utilização de energia Quadro 2.5: Análise sectorial do produto dos 10 mais eficientes Figura 2.8: Os 10 menos eficientes no uso da energia Quadro 2.6: A composição das exportações dos 10 menos eficientes no uso da energia Figura 2.9: O uso da energia na UE Figura 2.10: Os 10 melhores do IQA Quadro 2.7: Desvio-padrão dos índices parciais do IQA de Jamaica e Venezuela Quadro 2.8: Matriz de coeficientes de correlação das variáveis e índices ambientais Figura 2.11: Os 10 piores do IQA Figura 2.12: A evolução do PIBpc $PPC dos países extremos do ranking do IQA Figura 2.13: O IQA dos países da UE Quadro 2.9: O IQA dos potenciais aderentes à UE Figura 2.14: Os 10 mais desenvolvidos Quadro 2.10: As maiores quedas no ranking Quadro 2.11: As maiores subidas no ranking Quadro 2.12: Os 10 menos desenvolvidos Quadro 2.13: A UE e as alterações no ranking Figura 2.15: A UE na passagem do IDH para o IDHA Figura 3.1: Os 10 maiores países emissores de CO2pc em Quadro 3.1: Sumário dos resultados da regressão através do MMQ para os dados seccionais Figura 3.2: Curva de Kuznets Ambiental 1999 dados seccionais Figura 3.3: CKA dados seccionais 1999, sem os exportadores de petróleo Figura 3.4: A nova UE, dados para o CO2pc e PIBpc Figura 3.5: A CKA na nova UE abordagem sincrónica Figura 3.6: CKA na Alemanha Figura 3.7: CKA nos Estados Unidos Figura 3.8: CKA no Luxemburgo Figura 3.9: CKA na Áustria Figura 3.10: CKA no Gabão Figura 3.11: CKA na Jamaica Figura 3.12: A CKA na Itália Figura 3.13: A CKA na Austrália "

5 Quadro 3.2 Portugal no contexto da amostra e da UE Figura 3.14: A CKA em Portugal Figura 3.15: Uma nova abordagem da CKA aplicada à UE Figura 4.1: O círculo do desenvolvimento sustentável INTRODUÇÃO No âmbito das crescentes preocupações com o conceito de desenvolvimento sustentável, torna-se imperativo aos países, aos continentes e ao mundo alargarem as suas prioridades para além das questões económicas (crescimento económico) e sociais (saúde, longevidade, educação, equidade,...), passando a eleger igualmente como fundamentais as questões ambientais. Não obstante os fenómenos ambientais estarem intimamente interligados com variáveis sociais, como por exemplo a relação entre poluição e saúde, eles têm muitas outras vertentes bastante importantes como a protecção da biodiversidade e preservação paisagística que não se correlacionam perfeitamente com variáveis sociais, até porque não têm quantificação objectiva. Ou seja, o valor, a utilidade de determinada espécie ou paisagem não é directamente quantificável e poucos são os mercados que os tomam em consideração. Associada às falhas de mercado surge a necessidade de intervenção pública. Assim, procuraremos através de uma revisão ao já consensual Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) construído pelas Nações Unidas, incluir algumas variáveis ambientais (e esta escolha é obviamente subjectiva e não reflecte concerteza toda a importância e todas as dimensões da questão ambiental) na definição de desenvolvimento dos diferentes países. Numa segunda fase elaboraremos um estudo empírico para vários países dos quatro cantos do mundo, usando como instrumental a polémica Curva de Kuznets na sua vertente ambiental, procurando equacionar a problemática da relação crescimento económico e ambiente. Os dois capítulos deste trabalho manifestarão uma atenção especial pela análise mais exaustiva do nosso país, bem como o respectivo enquadramento na União Europeia (UE), tendo, sempre que possível, presente o anunciado alargamento a leste. Sabemos que a nossa tarefa de tentar relacionar teórica e empiricamente o desenvolvimento, crescimento e ambiente é hercúlea e não poderá passar, no nosso caso, de uma breve e modesta apreciação, de tão complexa relação. #

6 De seguida enunciaremos a exposição do capítulo relativo à dicotomia desenvolvimento e ambiente, procurando averiguar da importância da componente ambiental como factor de desenvolvimento da humanidade. 2. A QUALIDADE AMBIENTAL COMO FACTOR DE DESENVOLVIMENTO A definição de desenvolvimento sustentável envolve a maximização dos benefícios líquidos do desenvolvimento económico (repare-se na utilização do termo desenvolvimento económico e não apenas crescimento económico) sujeita à restrição da manutenção da qualidade ambiental ao longo do tempo. Esta manutenção assenta na utilização de recursos renováveis a uma taxa inferior ou igual à da sua renovação natural e optimização da eficiência com que os recursos não renováveis são utilizados não descurando a substituição entre recursos e progresso técnico. 1 Esta visão normativa consagra o princípio de que o crescimento constitui condição necessária mas não suficiente para o desenvolvimento. Neste capítulo procuraremos captar as restrições ambientais no processo de desenvolvimento através da quantificação objectiva destas no Índice de Desenvolvimento Humano das Nações Unidas. 2.1 O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) O conceito de desenvolvimento humano proposto pelas Nações Unidas no início da década de 1990 é sintetizado na seguinte citação: O desenvolvimento humano é um processo que conduz ao alargamento da gama de possibilidades que se oferecem a cada um. Em princípio, elas são ilimitadas e podem evoluir com o tempo. Mas qualquer que seja o estádio de desenvolvimento, implicam que três condições essenciais sejam realizadas: viver muito tempo e de boa saúde, adquirir um saber e ter acesso aos recursos necessários para usufruir de um nível de vida conveniente. (...) Mas o conceito de desenvolvimento humano não se limita a isto. Engloba igualmente noções tão cruciais como a liberdade política, económica ou social e também tão importantes como a 1 Pearce e Turner (1990), pp $

7 criatividade, a produtividade, o respeito por si próprio e a garantia dos direitos humanos fundamentais. (traduzido de: PNUD, Rapport mondial sur le dévelopment humain, 1990, p.10, encadre 1.1) O IDH constitui um instrumento que procura quantificar a definição anteriormente citada. De seguida apresentamos sucintamente a sua forma de cálculo. O IDH é formado pelos seguintes 3 índices parciais Cálculo do índice de esperança de vida O índice de esperança de vida (IEV) mede a realização relativa de um país na esperança de vida à nascença (EVN). IEV i = EVN EVN i máxima EVN EVN mínima mínima EVN i Esperança de vida à nascença para o país i; EVN mínima 25 anos; EVN máxima 85 anos. Os valores apresentados como máximo e mínimo estão de acordo com o pressuposto adoptado pelas Nações Unidas no documento referido Cálculo do índice de educação O índice de educação (IE) mede a realização relativa de um país tanto na alfabetização de adultos como na escolarização bruta combinada do primário, secundário e superior. Primeiro, são calculados os índices de alfabetização de adultos (IAA) e da escolarização bruta combinada (IEBC). Depois, estes dois índices são combinados para criar o índice da educação, atribuindo uma ponderação de dois terços à alfabetização de adultos e de um terço à escolarização combinada. IAA i TxAAi = TxAA máxima TxAA TxAA mínima mínima TxAA i Taxa de alfabetização de adultos do país i; 1 A fórmulas de cálculo e pressupostos são os constantes em PNUD, Relatório de Desenvolvimento Humano (2002), p.253 %

8 TxAA mínima 0; TxAA máxima 100. IEBC i TxEBC = TxEBC i máxima TxEBC mínima TxEBC mínima TxEBC i Taxa de escolarização bruta combinada para o país i; TxEBC mínima 0; TxEBC máxima 100. Os máximos e mínimos são as fixados institucionalmente pelas Nações Unidas, e neste caso, a atribuição é um pouco frustrante, pois os limites deveriam ter uma maior aproximação à realidade: nenhum país apresenta 0% de alfabetização, nem nenhum país apresentará algum dia 100% de taxa de escolarização bruta combinada. Índice da Educação = 2/3 (Índice de alfabetização de adultos) + 1/3 (Índice de escolarização bruta combinada) Cálculo do Índice do PIB O índice do PIB (IPIB) é calculado utilizando o PIB per capita ajustado (dólares PPC). No IDH, o rendimento entra como um substituto para todas as dimensões do desenvolvimento humano não reflectidas numa vida longa e saudável e no conhecimento. O rendimento é ajustado porque para alcançar um nível elevado de desenvolvimento humano não é necessário um rendimento ilimitado. Por isso, utiliza-se o logaritmo do rendimento. IPIB i log( PIBi ) log( PIB = log( PIB ) log( PIB máximo mínimo ) mínimo ) PIB i Produto interno bruto per capita à paridade do poder de compra do país i; PIB mínimo 100 dólares PPC; PIB máximo dólares PPC. Mais uma vez, mínimo e máximo são fixados pelas Nações Unidas. Este método de cálculo do IPIB é o actualmente utilizado nos relatórios do PNUD, no entanto, existem outras formas de cálculo possíveis mais complexas. Para &

9 mais informações sobre fórmulas de cálculo alternativas consultar Chaves et al. (1999), pp. 78 a Cálculo do IDH Uma vez calculados os índices de dimensão, a determinação do IDH é muito fácil. É um média simples dos três indicadores de dimensão. IDH = 1/3 (índice da esperança de vida) + 1/3 (índice da educação) + 1/3 (índice do PIB) Devido às suas propriedades de construção, o IDH situa-se entre os valores 0 e 1 (bem como os seus índices de dimensão), correspondendo um maior valor a um elevado desenvolvimento humano. Aliás, nas suas publicações, as Nações Unidas consideram um desenvolvimento humano elevado, quando o IDH supera os 0,8; um desenvolvimento humano médio quando o IDH se situa entre os 0,8 e os 0,5 e baixo quando inferior a 0,5. Existem outros índices de desenvolvimento humano calculados pelas Nações Unidas, nomeadamente o Índice de pobreza humana (IPH), o índice de desenvolvimento ajustado ao sexo (IDG) e outros. No entanto, nenhum considera explicitamente a dimensão ambiental no seu cálculo. 2.2 Proposta de um IDH ambiental A qualidade ambiental é um factor de desenvolvimento e deve ser considerada na hierarquização dos países segundo a medida do seu IDH. No sentido de colmatar a lacuna da inexistência de um índice que consagre explicitamente a dimensão ambiental como factor de desenvolvimento, decidimos propor a construção de um IDH ambiental. As três dimensões do IDH original mantêm-se, mas iremos incluir um quarto índice denominado de Índice de Qualidade Ambiental (IQA). O IQA é formulado com uma restrição muito forte, a saber: a impossibilidade de quantificar objectivamente a qualidade ambiental e sobretudo a falta de estatísticas ambientais. No entanto, este problema é comum a todas as dimensões do desenvolvimento humano. Assim, temos de nos reportar aos dados publicados pelas Nações Unidas, que são manifestamente insuficientes para retratar toda a importância do ambiente. '

10 O cálculo do IQA obedece às regras dos índices de dimensão anteriormente explicados e contempla as seguintes variáveis: Percentagem da área terrestre coberta por florestas Esta variável permite captar um stock de recursos importantíssimo do ponto de vista da manutenção da biodiversidade e qualidade ambiental, sobretudo ao nível da regeneração do ar. Também consagra a importância da paisagem como parte integrante da relação entre o Homem e a natureza. De notar que a variável mede face à superfície terrestre total, a parte desta que está coberta por florestas. Índice de cobertura por florestas i = IA1 i CFi = CF máxima CF CF mínima mínima CF i percentagem de área terrestre coberta por florestas; CF mínima 0,5; CF máxima 85. Os valores mínimos e máximos foram determinados com base nos valores concretos assumidos pelos países da amostra em Foi calculada uma pequena margem face ao mínimo (Arábia Saudita 0,7%) e máximo (Gabão 84,7%) dos dados, de modo a que os limites fossem números mais redondos ; não resultasse um IA1 = 0 para a Arábia Saudita, nem um IA1 = 1 para o Gabão (ainda se podem atingir percentagens mais elevadas); e para que os limites tivessem alguma flexibilidade para análises futuras Rácio entre a área protegida e a superfície terrestre De acordo com o Relatório de Desenvolvimento Humano da ONU 1 este rácio refere-se às áreas protegidas total ou parcialmente, de pelo menos 1000 hectares, que foram definidas como parques nacionais, monumentos naturais, reservas naturais ou santuários de reserva de vida selvagem, paisagens e marinhas protegida, ou reservas científicas com acesso público limitado. Os dados não incluem sítios protegidos por lei 1 PNUD, Relatório de Desenvolvimento Humano (2003), pp. 351 ''

11 local ou provincial. Esta variável é de extrema importância para perceber o nível de preocupação de um país com a sua diversidade biológica. Índice de área protegida i = IA2 i = RAPSTi RAPST máximo RAPST RAPST mínimo mínimo RAPST i rácio entre a área protegida e a superfície terrestre do país i; RAPST mínimo 0; RAPST máximo 0,85. Os valores mínimo e máximo foram determinados por nós, com base nos dados da amostra de países em Julgamos que a fixação de um mínimo em 0 é bastante razoável, já que há vários países com rácios próximos deste valor. Quanto ao limite superior, foi elevado face ao máximo da amostra, de modo a defender os argumentos já enunciados no ponto anterior (flexibilidade face a análises de outros períodos, não atribuir a nenhum país um IA2 = 1) PIB por unidade de energia utilizada Rácio entre o PIB (dólares PPC) e a energia comercial utilizada medida em quilogramas de equivalente petróleo. Este rácio fornece uma medida de eficiência da energia, mostrando estimativas comparáveis e consistentes do PIB real entre países relativamente aos inputs físicos (unidades de utilização de energia). 1 A inclusão desta variável como factor que contribui positivamente para a qualidade ambiental é porventura a que pode suscitar mais dúvidas. No nosso entender, ela tem razão de ser pois como medida de eficiência na utilização de recursos energéticos (na sua maioria não renováveis e poluentes) permite-nos comparar o desempenho dos países a este nível: um valor mais elevado do PIB por unidade de energia utilizado significa que para um mesmo nível de produto originado, é necessário um consumo de energia inferior, logo, potencialmente são necessárias menores emissões de poluentes relativas em comparação com um outro país nas mesmas condições (de estrutura sectorial e produto), mas com um índice superior. Obviamente 1 Idem, pp. 353 '

12 que, pelo contrário, a um valor da variável mais baixo, corresponderá um nível de emissões relativas superior. A priori, daqui poderão surgir importantes consequências ao nível da análise da estrutura sectorial das economias: é de esperar que um país fortemente industrializado, necessite de grandes consumos energéticos para obtenção do seu PIB pelo que apresentará um rácio penalizador em termos de qualidade ambiental; já um país maioritariamente terciário deverá observar um valor alto do rácio, na medida em que os serviços não são grandes consumidores relativos de energia; quanto aos países em que o sector agrícola ainda domina, eles serão sobretudo países em vias de desenvolvimento e portanto com estruturas pouco mecanizadas e métodos de produção pouco utilizadores de energia mas também muito pouco produtivos, o que poderá conduzir a rácios baixos de PIB por unidade de energia. Índice de eficiência da energia i = IA3 i = PIB / E PIB / E PIB / E i máximo mínimo PIB / E mínimo PIB/E i rácio entre o PIB (dólares PPC) e quilogramas de energia consumida equivalente a petróleo no país i; PIB/E mínimo 1 USD PPC por kg; PIB/E máximo 13 USD PPC por kg. Os valores mínimo e máximo foram por nós determinados de acordo com os dados da amostra para o ano Mais uma vez, foram consideradas pequenas margens face ao mínimo e máximo da amostra Cálculo do IQA O IQA é obtido através de uma média ponderada dos 3 índices ambientais supraindicados. No entanto achamos conveniente atribuir ponderadores diferenciados a cada um deles. Por considerarmos que o índice de área protegida (IA2) espelha de forma mais vincada as preocupações ambientais de cada país, optamos por atribuir-lhe uma ponderação de 50%. Atribuímos 1/3 ao índice de cobertura por florestas (IA1), na medida em que capta o património natural que o país ainda conserva. Por fim, e fruto do '

13 eventual menor consenso já referido, atribuímos apenas 1/6 de ponderação ao índice de eficiência da energia (IA3) no contributo para o IQA. IQA = 1/3 IA1 + 1/2 IA2 + 1/6 IA3 Convém estarmos cientes das limitações do IQA, relacionadas quer com a construção do índice no que concerne às variáveis incluídas, quer com os ponderadores aplicados. Estamos abertos a eventuais alternativas quanto a novas variáveis a incluir e ao respectivo peso, relembrando no entanto a escassez de informação estatística disponível sobre o ambiente e da necessidade de garantir a operacionalidade e simplicidade do IQA Cálculo do IDH Ambiental (IDHA) Mais uma vez numa atribuição subjectiva e seguindo a metodologia de ponderadores utilizada pelas Nações Unidas quanto ao IDH original, apresentamos em seguida a fórmula de cálculo do IDHA: IDHA = ¼ IPIB + ¼ IE + ¼ IEV + ¼ IQA 2.3 Análise empírica para os vários países do mundo: repercussões no ranking mundial Para este estudo empírico, foram recolhidos dados para operacionalizar o IDHA nos Relatórios de Desenvolvimento Humano do PNUD, relativos aos anos de 2000, 2001 e O estudo é elaborado com referência ao ano 2000, pois é o último ano para o qual existem informações sobre as variáveis ambientais presentes na nossa análise, à excepção da variável rácio entre a área protegida e a superfície terrestre que é relativa a 2003 (este é o primeiro ano de publicação de dados face a esta variável nos referidos relatórios); assumimos portanto, sem outra alternativa, que não terá existido uma grande variação desta variável entre 2000 e Os países considerados são todos aqueles para os quais existem dados publicados relativamente às variáveis incluídas na nossa análise. '

14 A operacionalização do estudo consta nos anexos 1 a 3, pelo que nos cingiremos à explicação mais exaustiva dos resultados relativos aos países que considerarmos mais pertinentes. No que toca à análise da distribuição das variáveis do IDH (esperança de vida à nascença, escolaridade e PIB pc), remetemos o leitor mais interessado para os vários relatórios do PNUD já referidos, uma vez que o nosso trabalho incidirá sobretudo na interpretação das variáveis ambientais e sua implicação no nível de desenvolvimento do país. De seguida comentaremos em pormenor os países que apresentem valores interessantes para cada uma destas variáveis: Percentagem de área terrestre coberta por florestas Em primeiro lugar apresentamos um gráfico com os 10 países com maior valor da variável, tendo como referência a média dos 102 países considerados na amostra, bem como o valor observado para Portugal (cujo tratamento mais pormenorizado será efectuado no ponto seguinte). 84,7 83,9 72,0 Os 10 mais 65,9 64,6 64,3 64,0 63,3 59,6 58,8 40,1 31,4 Gabão Brunei Finlândia Suécia Congo Brasil Japão Coreia do Sul Congo, Rep. Dem. Paraguai Portugal Média Figura 2.1: Os 10 mais da área relativa de florestas O Gabão é o país da amostra com o valor mais elevado: 84,7% da sua área terrestre encontrava-se em 2000 coberta por florestas. O Brunei também apresenta um rácio acima dos 80%, logo seguido da Finlândia e da Suécia, países do Norte da Europa bastante desenvolvidos. De referir a inclusão do Brasil em 6º lugar muito por força da vasta área ainda ocupada pela floresta Amazónia, mas que fruto do seu desbaste '"

15 incontrolado, poderá no futuro acarretar uma queda da posição do Brasil neste ranking. Outro representante da América Latina é o Paraguai com um valor de 58,8%, ocupando o 10º lugar. Japão, Coreia do Sul e Brunei merecem destaque devido ao facto de conseguirem aliar a preservação de uma vasta área florestal, a taxas de crescimento económico elevadas na última década bem características dos tigres da região Ásia Oriental e Pacífico. O Congo e a República Democrática do Congo constituem, juntamente com o Gabão, representantes do continente Africano que à partida esperávamos que tivesse uma grande representatividade neste grupo fruto da quase inexistente industrialização. Somente como indicação, Portugal ocupa o 33º lugar do ranking, 8,7 pontos percentuais acima da média da amostra. Em seguida mostraremos a face oposta à apresentada, ou seja, os 10 países com mais baixa percentagem de florestas nos seu território. Os 10 menos 2,8 3,1 3,3 4,2 4,5 4,5 5,2 0,7 0,9 1,0 Arábia Saudita Argélia Jordânia Tajiquistão Paquistão Singapura Etiópia Irão Cazaquistão Quirguistão Figura 2.2: Os 10 menos da área florestal relativa ao território Os países com percentagens menores ou iguais a 1%, são países Árabes com óbvias limitações de acesso a água e que naturalmente não poderão ter áreas florestais pois situam-se em zonas áridas. O único país representante da África Subsariana é a Etiópia com graves obstáculos à sobrevivência de todos os seres vivos. Temos 3 países situados na Europa de Leste, mais propriamente membros da ex-urss (Tajiquistão, Cazaquistão e Quirguistão) cujos valores rondam os 5%. O Paquistão está no 5º pior lugar da lista com cerca de 3% de área florestal, que juntamente com o Irão (4,5%) representam os piores países da Ásia do Sul nesta matéria. De lamentar a péssima '#

16 situação de Singapura, o pior dos países da Ásia Oriental e Pacífico que têm todos valores acima dos 17%. Uma melhor compreensão da situação destes países exigiria um estudo profundo da geografia inerente a cada território e das políticas históricas seguidas. A herança do recurso florestas depende obviamente das constantes de localização 1 de cada país/região, entre elas o solo, o clima, a água, etc., constantes estas que são recursos imóveis. O argumento da path dependency, da irreversibilidade do percurso histórico aliado à não ubiquidade do território determina o ranking dos países acima referido. Existe portanto aqui um argumento crítico válido que se prende com a melhor validade de uma análise dinâmica da variável área coberta por florestas, para aferir sobre as preocupações ambientais dos países. Não obstante, a ideia da construção do IDHA obedece a critérios de dotação, dado que todas as variáveis consideradas, quer as do IDH original (PIBpc, EVN e stock de educação), quer as de natureza ambiental por nós propostas, se reportam a um determinado momento, consubstanciando numa análise estática. Por outro lado, uma comparação dinâmica é possível baseando-nos em IDHA s de diferentes períodos de tempo. Abrimos aqui um parêntesis no sentido de complementar então esta análise. Dado o enorme interesse da questão, fomos em busca de dados para procedermos a uma avaliação dinâmica do desempenho dos diversos países em termos da manutenção ou não da sua percentagem de área florestal. Os quadros seguintes, retirados do anexo 4 com base no cd-rom de 2002 do World Development Indicators (de referir que esta base de dados integra um maior n.º de países que a análise original da base de dados do PNUD), dão-nos conta das situações mais extremas em relação à variação da percentagem de área florestal entre 1990 e Quadro 2.1: Os 10 países com maior aumento da área florestal (em pontos percentuais) País 1990 (%) 2000 (%) (p.p.) Cape Verde 8,68 21,09 12,41 Belarus 32,97 45,32 12,35 Liechtenstein 37,50 43,75 6,25 Portugal 33,84 40,07 6,23 Gambia, The 43,60 48,10 4,50 Swaziland 26,98 30,35 3,37 1 Godinho, Isabel Maria, 2002, Os modelos de Richardson e de von Böventer, in Costa, J.S., Compêndio de Economia Regional, Coimbra, APDR, pp. 201 a 204. '$

17 Estonia 45,78 48,73 2,96 Uruguay 4,52 7,38 2,86 Cuba 18,86 21,38 2,52 Ireland 7,10 9,57 2,47 Quadro 2.2: Os 10 países com maior redução de área florestal (pontos percentuais) País 1990 (%) 2000 (%) (p.p.) Belize 74,74 59,12-15,61 Zambia 53,48 42,03-11,45 Nicaragua 36,66 27,00-9,65 Samoa 45,94 37,10-8,83 Cote d'ivoire 30,71 22,38-8,33 Zimbabwe 57,49 49,22-8,27 St. Lucia 22,95 14,75-8,20 Liberia 44,03 36,14-7,89 Myanmar 60,21 52,34-7,86 Guinea-Bissau 85,46 77,77-7,68 Quadro 2.3: O desempenho dos países classificados como 10 mais em termos de área florestal em 2000 (Figura 2.1) País 1990 (%) 2000 (%) (p.p.) Gabão 85,10 84,71-0,39 Brunei 85,77 83,87-1,90 Finlândia 71,75 72,01 0,26 Suécia 65,91 65,92 0,01 Congo 65,11 64,60-0,51 Brasil 65,60 62,97-2,63 Japão 65,97 66,07 0,09 Coreia do Sul 63,84 63,34-0,50 Congo, Rep. Dem. 61,99 59,64-2,35 Paraguai 61,92 58,83-3,10 Média 30,73 29,64-1,10 Apesar de em 2000 estes países serem aqueles cuja percentagem de área florestal é superior, nota-se que grande parte deles viu esse valor reduzir-se na década de 90 do século passado. Aliás, é com grande preocupação que apontamos uma média negativa na evolução desta variável, significando que os 185 países considerados na tabela do anexo 4 registaram uma redução padrão de 1,10 pontos percentuais da sua área florestal no período considerado. Apenas 58 países conseguiram aumentar a sua área florestal, 39 conseguiram mantê-la e 88 não evitaram o desbaste florestal. '%

18 Fechamos assim o parêntesis da análise dinâmica da variável florestal, com a triste conclusão de que este recurso está a caminhar lentamente para a sua destruição. Voltando à dimensão estática, é motivo de interesse analisar agora os países parceiros de Portugal no âmbito da União Europeia, comparando a média da UE com a média da amostra. O Luxemburgo é um país para o qual não foi possível obter todos os dados para o nosso estudo, pelo que nos cingiremos à apresentação dos restantes 14 países da UE. A UE 72,0 65,9 47,0 40,1 34,0 30,7 28,8 27,9 27,9 31,39 31,44 22,2 11,6 11,1 10,7 9,6 Finlândia Suécia Áustria Portugal Itália Alemanha Espanha França Grécia Bélgica Reino Unido Holanda Dinamarca Irlanda Média UE Média Figura 2.3: A percentagem de área florestal nos países da UE Já tínhamos referido a situação privilegiada da Finlândia e da Suécia enquanto membros do grupo dos 10 mais. Seguem-se a Áustria com um valor bastante inferior aos dois países nórdicos e Portugal, ambos com valores acima dos 40%. Com percentagens de área florestal muito baixas encontram-se o Reino Unido, a Holanda, a Dinamarca e a Irlanda com valores que rondam os 10%. No patamar entre os 20 e os 35% estão os outros 6 países da UE considerados. De salientar que a média destes 14 países quase coincide com a média da amostra dos Rácio entre a área protegida e a superfície terrestre Seguindo a lógica já apresentada começaremos por observar os 10 mais. Este indicador é bastante exigente, como já foi descrito no ponto 2.2 pois apenas considera '&

19 áreas protegidas com dimensão superior a 1000 ha e consideradas como tal pelos governos nacionais. Os 10 mais 0,80 0,62 0,37 0,34 0,31 0,31 0,29 0,28 0,22 0,22 0,07 0,11 Jamaica Venezuela Nova Zelândia Arábia Saudita Zâmbia Alemanha Áustria Tanzânia Eslováquia Costa Rica Portugal Média Figura 2.4: Os 10 mais do rácio de área protegida A Jamaica tem 80% do seu território coberto por áreas protegidas, o que reflecte uma enorme preocupação ambiental que se consubstancia na protecção de recursos naturais aliada concerteza a objectivos de atracção e especialização turística. No posto seguinte está a vizinha Venezuela com um valor também ele muito acima da média: 62%. Fechando o top 10 encontra-se um outro país da América Latina, a Costa Rica com mais de 20% de área protegida, um valor modesto quando comparado com os dois anteriores mais ainda assim o dobro da média da amostra. Do grupo dos países da OCDE de rendimento elevado temos aqui presentes a Nova Zelândia, a Alemanha e a Áustria com percentagens situadas entre os 30 e os 40%, o que revela que parecem ter sido os pioneiros na adopção de políticas ambientais proteccionistas ao mesmo tempo que encetavam processos amadurecidos de crescimento económico. Apesar de na variável anterior, a Arábia Saudita fazer parte dos 10 menos, não é de estranhar a sua inclusão no 4º lugar desta lista, visto que as suas enormes reservas petrolíferas justificam a adopção de políticas protectoras das mesmas. Situadas na África Subsariana, a Tanzânia e a Zâmbia têm áreas protegidas que rondam os 30% do seu território. A Eslováquia, proveniente da Europa de Leste ocupa o 9º lugar da lista.

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