MUNDO TECNOLÓGICO. Faculdade Norte Capixaba de São Mateus MULTIVIX v.4 n.5 julho/dezembro Semestral

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2 2 MUNDO TECNOLÓGICO Faculdade Norte Capixaba de São Mateus MULTIVIX v.4 n.5 julho/dezembro Semestral Diretor Executivo Tadeu Antônio de Oliveira Penina Diretora Acadêmica Eliene Maria Gava Ferrão Diretor Geral Fernando Bom Costalonga Coordenadora Financeiro Célia Maria Pertel Coordenadora Acadêmica/de Graduação Elen Karla Trés Coordenadores de Curso: Administração Análise Desenvolvimento de Sistemas Engenharia de Produção Mecânica Engenharia Civil Engenharia Química Pedagogia Letras Petróleo e Gás Serviço Social Presidente da Comissão Editorial Eliene Maria Gava Ferrão Comissão Editorial Allan Costa Jardim Bárbara Lorentz Melgaço Elen Karla Trés Eliene Maria Gava Ferrão Fernanda Ribeiro Souza Iosana Aparecida Recla de Jesus Jefferson Duarte Pacheco Josete Pertel Tereza Barbosa Rocha Endereço para correspondência Rod. Othovarino Duarte, s/nº, Bairro Park Washington, São Mateus-ES, CEP.: Capa Ary José Fernandes Junior

3 3 M965 Mundo Tecnológico/ Faculdade Norte Capixaba de São 2013 São Mateus: MULTIVIX, Mateus v.4, n.5, Semestral ISSN Pesquisa acadêmica periódicos. 2. Gestão. 3. Exatas. I. Faculdade Norte Capixaba de São Mateus CDD CDU: (05)

4 4 EDITORIAL A revista científica Mundo Tecnológico é uma iniciativa da Faculdade Norte Capixaba de São Mateus que possibilita a divulgação de artigos e resumos de contribuições relevantes para a comunidade científica das diversas áreas de estudo que abrange a Instituição. Portanto, tratase de um veículo de publicação acadêmica semestral, cujo público-alvo são professores e alunos de graduação e pós-graduação. Diante disso, a Instituição almeja que a revista científica Mundo Tecnológico contribua para o fomento contínuo da prática da investigação, e promova o crescimento educacional.

5 5 MUNDO TECNOLÓGICO SUMÁRIO A R T I G O S Estudo bibliográfico de desenvolvimento de um ambiente sistêmico de apoio cartorário à polícia civil do município de São Mateus...6 Paulo Victor Leite de Souza Roque Wudson Piona Frassi Thayron Filvoch Nunes Implantação de um protótipo de sistema web para...26 Rafaga Queiroz Santos Tássio Neri Santos BI: um estudo sobre os benefícios alcançados com sua implementação...46 George Steferson Almeida Melo Estudo de caso de análise de falha de um redutor mecânico...66 Alessandra dos Santos Quartezani Lorraine Gobbi da Silva Maurício Eugênio da Silva ISSN 2238-

6 6 ESTUDO BIBLIOGRÁFICO DE DESENVOLVIMENTO DE UM AMBIENTE SISTÊMICO DE APOIO CARTORÁRIO À POLÍCIA CIVIL DO MUNICÍPIO DE SÃO MATEUS - ES Paulo Victor Leite de Souza 1 Roque Wudson Piona Frassi 2 Thayron Filvoch Nunes 3 RESUMO O desenvolvimento deste trabalho tem como objetivo encetar esforços no sentido de se estudar meios para a criação de um ambiente sistêmico, com a finalidade de dar agilidade aos trabalhos cartorários elaborados nos gabinetes das delegacias do Departamento de Polícia Judiciária do município de São Mateus ES. A criação desse ambiente, que neste caso é projeto de estudo, auxiliará os agentes policiais no momento da lavratura de um Auto de Prisão em Flagrante Delito, diminuindo o tempo gasto no ato desta autuação. Palavras-chaves: Análise De Sistemas; Banco De Dados; Informação; Interface; Protótipo; Software; Tecnologia; Telas; Usuário. ABSTRACT The development of this paper aims to initiate efforts to explore ways to create a systemic environment, in order to give flexibility to elaborate cartographic work in the offices of the police department of the Judicial Police of São Mateus ES. The creation of this environment, which in this case is a study project will assist police officers at the time of issuance of a Self Arrest Caught in Crime, decreasing the time spent upon this assessment. KEYWORDS: Systems Analysis. Database. Information. Interface. Prototype. Software. Technology. Screens. User. 1 INTRODUÇÃO Considerando o excessivo aumento da violência no meio social, com o planejamento e execução dos mais variados tipos de crimes, desde os banais até os mais bárbaros, nota-se que é urgente à utilização de meios que venham a coibir as ações cometidas pelos criminosos contra a sociedade. Com a utilização cada vez mais frequente da tecnologia para combater o crime, nos departamentos de polícia, uma vez que ela acelera os resultados das pesquisas levantadas 1 Graduando do Curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas da Faculdade Norte Capixaba de São Mateus - Multivix 2 Graduando do Curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas da Faculdade Norte Capixaba de São Mateus - Multivix 3 Graduando do Curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas da Faculdade Norte Capixaba de São Mateus - Multivix

7 7 sobre os dados pessoais dos infratores da lei, bem como auxilia na confecção de um ofício ou de um laudo, é que se encetou este trabalho acadêmico. O objetivo desta pesquisa é de começar um estudo, focado na informática, objetivando defender a necessidade e a criação de um ambiente sistêmico que poderá ser um somatório no enfrentamento à criminalidade, auxiliando o agente policial a lavrar um Auto de Prisão em Flagrante Delito, tornando assim mais ágil este processo de formalizar a prisão de um indivíduo que se encontra à margem da lei. 2 METODOLOGIA O caminho a ser trilhado neste projeto terá como condutores as Pesquisas Exploratória e Descritiva, visando identificar, registrar e analisar as características do nosso futuro protótipo de sistema. De acordo com Cervo; Belvian; Silva (2007, p. 60): A pesquisa descritiva observa, registra, analisa e correlaciona fatos ou fenômenos (variáveis) sem manipulá-los. Procura descobrir, com a maior precisão possível, a frequência com que um fenômeno ocorre, sua relação e conexão com outros, sua natureza e suas características. Busca conhecer as diversas situações e relações que ocorrem na vida social, política, econômica e demais aspectos do comportamento humano tanto do indivíduo tomado isoladamente como de grupos e comunidades mais complexas. A finalidade desta pesquisa é a de expor as minúcias dos fenômenos, buscando detalhar, correlacionar, registrar, observar e analisar as suas características, sem, contudo, manipular estes dados. A pesquisa Exploratória, de acordo com Gil (2010, p. 27), tem como intuito proporcionar maior familiaridade com o problema, com vistas a torná-lo mais explícito ou a construir hipóteses. O autor ainda afirma que essa pesquisa tem como base revelar o conteúdo e as ideias a serem estudadas. Os métodos a serem utilizados para a coleta de dados no estudo de pesquisa serão a Pesquisa Bibliográfica, Pesquisa Documental. De acordo com Fachin (2006, p. 47) a Pesquisa Documental é explanada da seguinte forma: A pesquisa documental corresponde a toda a informação coletada, seja de forma oral, escrita ou visualizada. Ela consiste na coleta, classificação, seleção difusa e utilização de toda a espécie de informações, compreendendo também as técnicas e os métodos que facilitam a sua busca e a sua identificação. Para a Pesquisa Documental, serão juntados todos os documentos jurídicos, laudos, autos, ofícios dentre outros provindos dos cartórios do Departamento e os quais são abrangidos pelo Auto de Prisão em Flagrante Delito, que venham a contribuir para dar forma aos impressos gerados pelo protótipo de sistema. Andrade (2006, p. 134) expõe que a Pesquisa Bibliográfica:

8 8 [...] é obrigatória nas pesquisas exploratórias, na delimitação do tema de um trabalho ou pesquisa, no desenvolvimento de um assunto, nas citações, na apresentação das conclusões. Portanto, se é verdade que nem todos os alunos realizarão pesquisas de laboratório ou de campo, não é menos verdadeiro que todos, sem exceção, para elaborar os diversos trabalhos solicitados, deverão empreender pesquisas bibliográficas. Para a pesquisa documental, foram utilizados documentos específicos do Departamento de Polícia Judiciária do Município de São Mateus - ES, que servirão de modelo para o desenvolvimento dos estudos para as futuras telas de formulários, relatórios, etc. Foi utilizado também um questionário, elaborado com perguntas especificas para o entendimento dos trabalhos que são executados no Departamento de Polícia Judiciária do Município de São Mateus. Segundo Cervo; Belvian; Silva (2007, p. 53) O questionário é a forma mais usada para coletar dados, pois possibilita medir com mais exatidão o que se deseja, que será confeccionado com o intuito de responder a perguntas técnicas de como se desenvolvem os serviços cartorários, e que após devidamente analisado servirá de bússola para o desenvolvimento do molde de Ambiente Sistêmico pretendido. 3 DESENVOLVIMENTO 3.1 AUTO DE PRISÃO EM FLAGRANTE DELITO APFD O ser humano, ao viver em sociedade necessita que essa convivência seja harmônica, para tanto, necessita saber respeitar os direitos individuais uns dos outros, não permitindo que algo ou alguém altere a ordem social. O Estado, para garantir a segurança social, conta com suas forças policiais, que trabalham em conjunto com o Poder Judicial. As forças de Segurança Pública devem prevenir e reprimir, mesmo que de forma coercitiva, potenciais delitos que estejam por decorrer, pois todo cidadão brasileiro de bem possui, assegurado por lei, o direito da proteção de sua dignidade moral e física, direito de ir e vir, ou seja, direito a sua liberdade. E liberdade, que é assunto dos mais discutidos em países democráticos tem pela máxima: Greco (2010, p. 22) o direito a liberdade é a regra, sendo exceção a sua privação. (Grifo nosso). No Brasil não seria diferente, em sua Constituição Federal, mais precisamente no inciso LXI do artigo 5º, diz que: Art. 5º, inciso LXI ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente, salvo nos casos de transgressão militar ou crime propriamente militar, definidos em lei. (CASAGRANDE, 2009, p.20). Então, para deter ou prender um cidadão, privando-o de sua liberdade, é necessário que se tenha bem definido a motivação para justificar sua prisão, e um dos meios de se oficializar uma prisão, de acordo com o texto constitucional, é através da autuação de um flagrante delito. Assim sendo, qualquer pessoa que presencie um fato delituoso, está apto a dar voz de prisão ao infrator, interrompendo o ilícito e o conduzindo á autoridade policial, ressaltando-se que qualquer pessoa pode, mas não é obrigada a fazê-lo.

9 9 O artigo 304 do Código Processo Penal descreve os passos que a autoridade policial deverá seguir para confeccionar o Auto de Prisão em Flagrante Delito, sendo necessário reduzir a termo as declarações do condutor, em seguida proceder à oitiva das testemunhas e da vítima, bem como do interrogatório do conduzido. Também deverá efetuar algumas providências específicas referentes às peças do auto, quais sejam, comunicar imediatamente, através de ofício, à Autoridade Judiciária da comarca, bem como ao Promotor e Defensoria Pública, expedir Nota de Culpa e de Ciência dos Direitos Constitucionais ao Conduzido. O auto de prisão é um esboço do fato ocorrido, donde todas as informações sobre o referido acontecimento com todas as circunstâncias são juntadas e descritas em declarações conforme se segue: a) declaração do condutor; b) oitiva das testemunhas e vítima(s); c) interrogatório do (s) conduzido(s). Estes são os autores de um flagrante delito, quanto à falta de testemunhas, não impede da lavratura de um auto de prisão em flagrante. O prazo estipulado por lei para o fim da autuação é de 24 horas após a prisão, bem como a nota de culpa assinada pela autoridade, deve ser dada ao preso no mesmo prazo depois de efetuada a prisão, conforme determina o artigo 306 do Código Processo Penal. Art [...] 1º Dentro em 24 (vinte e quatro horas) depois da prisão, será encaminhado ao juiz competente o auto de prisão em flagrante acompanhado de todas as oitivas colhidas e, caso o autuado não informe o nome do seu advogado, cópia integral para a Defensoria Pública. 2º No mesmo prazo, será entregue ao preso, mediante recibo, a nota de culpa, assinada pela autoridade, com o motivo da prisão, o nome do condutor e o das testemunhas. (ANGHER, 2008, p. 438). A nota de culpa é um documento pertencente ao APFD, onde a autoridade informa ao conduzido, dando-lhe ciência dos motivos e alegações pelo qual o mesmo está sendo preso, bem como, o nome do condutor que o apresentou á autoridade policial e das testemunhas, se houver, que presenciaram a prática do ato ilícito. Este documento é assinado pela Autoridade Policial em cumprimento ao mandamento constitucional do artigo 5º, inciso LXIV, onde está assegurado este direito. Sobre este inciso, o mesmo é referenciado por Casagrande (2009, p. 20) em sua Coletânea Básica Penal, conforme se segue: LXIV o preso tem direito à identificação dos responsáveis por sua prisão ou por seu interrogatório policial. 3.2 SISTEMA DE INFORMAÇÃO Em toda a história da humanidade aconteceram fatos que de alguma forma mudaram o seu rumo, muitos que atuaram na história da vida planejaram algum ideal que facilitava a vida dos cidadãos e muitos outros, porém as dificultavam. Mas a chave de todo planejamento passa de alguma forma pela informação. Para esta organização da informação, existe uma denominação simples, ou seja, pode-se denominá-la de Sistema de Informação, que nada mais é que um sistema automatizado ou manual; sendo o automatizado denominado Sistema de Informação Computadorizado que automaticamente e através da tecnologia, coleta, processa os dados que irá representar uma informação ao usuário. Pode-se definir então que um Sistema de Informação é basicamente um grupo de componentes que se relacionam e que trabalham com o objetivo de coletar, recuperar,

10 10 processar, armazenar e distribuir dados, para se obter um controle e análise de decisões de processos em organizações. Sobre este conceito, Laudon e Laudon (2007, p. 09) assim expõe: Um sistema de informação pode ser definido tecnicamente como um conjunto de componentes inter-relacionados que coletam (ou recuperam), processam, armazenam e distribuem informações destinadas a apoiar a tomada de decisões, a coordenação e o controle de uma organização. Além de dar apoio à tomada de decisões, à coordenação e ao controle, esses sistemas também auxiliam os gerentes e trabalhadores a analisar problemas, visualizar assuntos complexos e criar novos produtos. O sistema de informação é composto por três atividades, que juntas produzem as informações necessárias às empresas quando na tomada de decisões, quando necessitam controlar operações, quando precisam solucionar problemas ou criar novos produtos e serviços; estas atividades são denominadas de entrada, processamento e saída. 3.3 ANÁLISE DE SISTEMA A análise de sistemas é a primeira atividade a ser desenvolvida, quando se pretende criar ambientes sistêmicos, e também à atividade mais critica por ser o inicio de todos os trabalhos. Nesta etapa inicial é importante que ao se obtiver os requisitos, estes sejam os mais precisos possíveis, uma vez que se houver falhas em sua captação, haverá efeitos negativos em todas as etapas subsequentes e também em sua finalização. 3.4 MODELOS TRADICIONAIS DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE Os modelos tradicionais de desenvolvimento de software são um grupo de atividades que objetiva a criação de um sistema. Esse grupo de atividades é denominado processos tradicionais, que por sua vez são representações abstratas apresentando descrições do próprio processo. Dentre os modelos existentes, pode-se citar o Modelo Cascata (Waterfall) trata-se do modelo mais antigo, clássico; o Modelo Incremental ou Evolutivo; Modelo Interativo; Modelo Espiral e Modelo Prototipação, sendo este último modelo, aquele que mais se adapta ao projeto e do qual, ao final do estudo bibliográfico do ambiente sistêmico, se lançará mão. 3.5 PROTOTIPAÇÃO O projeto se baseou no estudo de Modelo Prototipação, pertencente ao conjunto denominado modelos tradicionais de desenvolvimento de software, o qual deverá trazer uma visão futura do desenvolvimento do ambiente sistêmico, envolvendo a produção de uma versão inicial do sistema pretendido. De acordo com Dennis (2005, p. 5), um Protótipo de Sistema é basicamente a construção de um programa rápido e sujo, descrevendo sobre o assunto da seguinte forma: Protótipo A metodologia de protótipo executa as fases de análise, projeto e implementação de modo simultâneo, e todas as três fases são executadas repetidamente em ciclo até que o sistema esteja concluído. Com essa abordagem, os fundamentos básicos de análise e projeto são executados e começa imediatamente o

11 11 trabalho sobre um protótipo do sistema, um programa rápido e sujo que fornece uma quantidade mínima de recursos. O Modelo de Prototipação ilustra o comportamento e interação do sistema com o usuário, apresentando uma ideia inicial de como ocorrerão os processos dessa interação, bem como das possíveis características que o sistema apresentará. 3.6 UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS DA ANÁLISE DE SISTEMAS Para que se obtenha um sistema que atenda as necessidades do usuário, é imprescindível que o analista lance mão dos modelos de analise de sistemas. Estes são ferramentas que tornam latentes as abstrações do que necessariamente venha a se tornar a ligação entre hardware, software e o usuário. O Modelo de Fluxo de Dados é utilizado com o objetivo de permitir, de forma intuitiva, a transparência de como são processados os dados, da sequência de passos realizados, por esses dados, durante o processamento. Trata-se de um modelo que tem como grande vantagem o de ser simples e intuitivo, facilitando dessa forma a interação com os usuários do sistema. 3.7 UML UNIFIELDEMODELINGLANGUAGE A UML (UnifieldeModelingLanguage) que segundo os autores, é uma linguagem padrão, visual de modelagem de sistemas orientado a objeto. Sua principal finalidade é a especificação, visualização, construção e documentação de um sistema. É uma linguagem que auxilia na compreensão do sistema, além de poder ser usada em qualquer processo de desenvolvimento. Sobre este assunto, Lobo (2009, p. 18), define: A UML é uma linguagem para modelagem de software orientado a objetos. Ela permite criar modelos abstratos de qualquer software, permitindo uma grande flexibilidade e customização por parte de quem a utiliza como ferramenta de modelagem. Para este protótipo de ambiente sistêmico, serão empregados os Diagramas de Casos de Uso, Diagrama de Classes, Diagrama de Sequência, Diagrama de Estado. 3.8 SOFTWARE O software é um produto abstrato, que não se submete ao controle das leis da física, não se limita a materiais físicos ou ainda a processos de industrialização, é altamente complexo e de difícil compreensão. Essas características, no início da década de 60, faziam o mesmo se apresentar custoso, de difícil manutenção e desempenho medíocre. Nessa época seu desenvolvimento estava em crise. Com o passar do tempo, o software amadureceu, foram desenvolvidos novos sistemas os quais possuem o poder de gerenciar grandes empresas, controlar outros produtos de tecnologia, ou ainda capacitar sistemas complexos. Um software bem desenvolvido, com interfaces amigáveis ao ser humano (human-friendly), o distingue de outros produtos que

12 12 possuem os mesmos aspectos, fazendo-o ser superior ao concorrente, a persistência em tornálo cada vez mais desenvolvido. 3.9 BANCO DE DADOS O banco de dados também conhecido por sua abreviatura BD ou em inglês DB por Database, que por si é um gerenciador de arquivos possível de armazenar dados de maneira estruturada e com a menor redundância possível donde os dados podem ser manuseados através de aplicativos e usuários diversos. Sobre o banco de dados, Date (2004, p. 03) descreve da seguinte forma: [...] Um sistema de banco de dados é apenas um sistema computadorizado de manutenção de registros. podendo fazer diversos tipos de operações tais como inserir dados em arquivos já pertencentes ao banco, acrescentar novos arquivos, pesquisar informações sobre cadastros ou alterar arquivos, ou ainda, remover dados de cadastros existentes. Os componentes constituintes de um banco de dados são denominados conforme se segue: Dados - os bancos de dados existentes no mercado estão disponíveis em máquinas que variam de pequenos computadores a grandes máquinas de alto porte. De modo geral os dados em um banco, são divididos em dois aspectos distintos, a saber, integração e compartilhamento dos mesmos. Hardware - Os hardwares são toda parte física pertencente a um computador, desde sistemas e componentes eletroeletrônicos, como por exemplo: circuitos de fios e luz, placas, entradas e saídas, cabos de energia e qualquer outro material em estado físico, que seja necessário para que um computador funcione. Software - Entende-se por software uma sequência de instruções/comandos escritos em uma linguagem destinada a uma máquina com capacidade de interpretar e atender a essas instruções/comandos. Usuários - Já em se tratando de banco de dados, podem ser consideradas três classes de usuários: Programadores de aplicações, usuários finais, administrador de banco de dados. Os usuários programadores de aplicação são os que utilizam de linguagens de programação para desenvolverem escritas de programas, as quais serão utilizadas, aplicadas, no sistema de banco de dados. Os usuários finais são aqueles que interagem com o banco de dados, acessando o mesmo, através de aplicações especificas para este propósito, ou através de interfaces que integram o software do sistema BANCO DE DADOS RELACIONAIS Assim é descrito o banco de dados relacional por Silberschatz, Korth, Sudarshan (2006, p. 07): Este tipo de banco de dados é baseado no modelo relacional e usa um conjunto de tabelas para representar os dados e as relações entre eles. O banco em si se caracteriza por um conjunto de relações ou tabelas, possibilitando armazenar dados em diversas tabelas que se relacionam de algum modo com o objetivo de retornar uma informação necessária a um departamento, seção, empresa, etc. Essas tabelas constituintes de um banco, nada mais são que estruturas de linhas e colunas que se associam através de regras (métodos) de relacionamentos. Assim sendo, trata-se de um banco caracterizado teoricamente por modelo relacional de dados, e é constituído basicamente por três aspectos fundamentais, a saber: Aspecto

13 13 Estrutural: os dados são construídos e apresentados em formato de tabelas; Aspecto de Integridade: as tabelas constituintes do Banco de Dados satisfazem a certas restrições de integridade; Aspecto Manipulador: são operadores que estão à disponibilidade do usuário para manipular as tabelas do banco. 4 APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DOS DADOS/ESTUDO DE CASO 4.1 ANÁLISE DOS DADOS DIAGRAMA DE CASOS DE USO Utiliza-se do Diagrama de Casos de Uso, com o objetivo de se ter um conceito das funcionalidades que o sistema deverá apresentar; a observação dessas funcionalidades se dá de modo externo ao sistema. Segundo Wazlawick (2011, p. 36) descreve a finalidade deste Diagrama da seguinte forma: O objetivo de listar os casos de uso é levantar informações sobre como o sistema interage com possíveis usuários e quais consultas e transformações da informação são necessárias para que processos completos de interação sejam executados. É, portanto, uma forma de sistematizar e organizar os requisitos. Nota-se então que o Diagrama de Casos de Uso é um conjunto de Caso de Uso, ou seja, um evento, um processo, que o sistema deverá executar trazendo um resultado qualquer para uma função, um ator. O Ator ou Atores são os elementos que externamente estão interagindo com o sistema e que recebem o resultado em andamento, ou final, de processamento do sistema e em uma representação gráfica, representados por um diagrama, são denominados função ou ator. Com o Diagrama de Casos de Uso construído, pode-se através do mesmo obter a captura dos requisitos dos trabalhos laborados no DPJ Departamento de Policia Judiciaria, e ainda com a latente a mostra da interação entre os usuários externos e o sistema, consegue-se descrever cada um desses requisitos com o objetivo de auxiliar no desenvolvimento do protótipo de sistemas a que se propõe. Essa descrição é apresentada conforme se segue: Autenticar no Sistema: O objetivo é que todos os policiais que vierem a interagir com o sistema, sejam previamente cadastrados no sistema para adquirir autorização, para o manuseio do mesmo. O Ator que interage com o sistema: Policial Civil. Cadastrar dados/declarante: Esta funcionalidade tem como objetivo o cadastro de novos declarantes. Atores interagindo com o Sistema: Policial Civil e Declarante. Cadastrar Autoridade Policial: Tem por finalidade cadastrar o nome da Autoridade Policial, alimentando o banco de dados do sistema. Ator que interage com o sistema: Policial Civil. Cadastrar Tipo Delegacia: Todo termo de declaração em APFD, deve apresentar qual o nome da delegacia a qual dará origem ao APFD. Ator que interage com o sistema: Policial Civil.

14 14 Cadastrar Tipo De Infração Penal / Tipificação: Todo Auto de Prisão em Flagrante Delito, deve apresentar em sua capa de autuação, qual a tipificação do artigo infringido. Ator que interage com o sistema: Policial Civil. Coletar Fatos da Ocorrência/Oitiva: Tem por finalidade relatar os fatos que aconteceram segundo a versão do Declarante, aqui o declarante irá narrar todos os detalhes do que aconteceu, o dia, a hora, se conhece o autor dos fatos, o local, se foi coação por arma de fogo, em fim, todos os detalhes de que tomou conhecimento. Ator que interage com o sistema: Policial Civil e Declarante DIAGRAMAS DE CLASSES O objetivo de se criar um Diagrama de Classes é o de apresentar as classes e os relacionamentos necessários ao conjunto de casos de uso envolvidos em um sistema. O diagrama, como o próprio nome refere, é em seu desenvolvimento, constituído de classes, que são as responsáveis pelo armazenamento e gerenciamento de informações do sistema. Ainda durante a fase de análise, as classes representam pessoas, locais, eventos e demais fatos com o qual o sistema irá capturar informação; porém durante as demais fases do projeto e implementação, essas classes poderão sofrer alterações e referenciar elementos específicos da implementação, tais como formulários, janelas dentre outros objetos empregados na edificação do sistema. A formatação de cada classe se dá da seguinte forma: utiliza-se de um retângulo dividido em três partes sendo que a primeira é destinada ao nome da classe, a parte do meio para os atributos, e a parte inferior para os métodos. A figura número 1 descreve graficamente o formato de uma classe conforme se vê: Figura 1: Representação Gráfica de uma Classe. Fonte: Roque WudsonPionaFrassi. A figura que se segue é a representação gráfica do Diagrama de Classes do modelo do ambiente sistêmico proposto para o Departamento de Polícia Judiciária do Município de São Mateus, e esse Diagrama de Classes demonstra como é o formato do banco de dados que será desenvolvido, após os devidos estudos.

15 15 Figura 2: Representação Gráfica do Diagrama de Classes do Protótipo do Ambiente Sistêmico/DPJ. Fonte: Diagrama extraído do banco de dados/dpj desenvolvido pela Ferramenta MySQL Workbench DIAGRAMAS DE SEQUÊNCIA O Diagrama de Sequência é utilizado para representar a sequência de mensagens passadas, durante um processo, entre os objetos de um programa. Dentro de um único projeto pode haver diversos métodos em diferentes classes, dificultando a sequência geral do comportamento do sistema. É de encontro a essa dificuldade que se utiliza um Diagrama de Sequência, uma vez que o mesmo consegue demonstrar essa sequência de forma simples e lógica. De uma forma concisa, pode-se conceituar o Diagrama de Sequência como sendo uma ferramenta UML usada para apresentar como os objetos de um cenário interagem entre si, através de operações e métodos (procedimentos ou funções). A figura que se segue, mostra a interação do usuário com o sistema, por meio da interface gráfica, no momento da inclusão no banco de dados de um novo cadastro:

16 16 Figura 3: Representação Gráfica do Diagrama de Seqüência - Inclusão. Fonte: Aluno Roque WudsonPionaFrassi DIAGRAMAS DE ESTADO É o Diagrama que torna latente uma condição durante uma sequência de eventos entre os objetos de um sistema. O Diagrama de Estado é uma representação gráfica, descrevendo o comportamento dos objetos abrangidos por cada classe do sistema. Dennis (2005, p. 449), descreve o objetivo deste diagrama assim: Os diagramas de estado são desenhados para representar apenas uma classe do diagrama de classes. Seguem os Diagramas de Estados das Classes: dados_civis, tipo_agente, unidade_federetiva, endereço. Na representação do Diagrama de Estado abaixo, o mesmo mostra a condição imposta pelo sistema para a inclusão de dados, referente às tabelas dados_civis, tipo_agente, unidade_federetiva, endereço. Figura 4: Representação Gráfica do Diagrama de Estado Condição para inclusão. Fonte: Aluno Roque WudsonPionaFrassi. 4.2 APRESENTAÇÃO DO ESTUDO DE CRIAÇÃO DAS TELAS INTERFACE GRÁFICA

17 17 A Interface Gráfica do Usuário é o meio que permite a interação do usuário com o sistema, seja este qual for, permitindo a comunicação do usuário, através dos campos devidamente formatados, com o sistema com o objetivo de alimentá-lo, ou de receber do mesmo as informações que ali estão armazenadas. Neste modelo não será diferente, através dos elementos gráficos do tipo: botões, menus de escolha, campos de formulários, entre outros, os quais estarão disponíveis na tela do monitor, o Policial poderá interagir com o sistema cadastrando, pesquisando, com o intuito de oficializar a prisão de um conduzido. Partindo desse princípio, é necessário que as telas possuam um formato que atenda às necessidades do sistema e que também busque atender às solicitações dos usuários que estarão interagindo com o mesmo. A partir daqui, serão apresentados os estudos das telas que foram elaboradas com as finalidades e características acima descritas, conforme seguem TELA LOGIN Figura 5: Representação Gráfica Tela login Tela de Acesso ao Sistema. Fonte:Protótipo de Ambiente Sistêmico/DPJ do Município de São Mateus. Aqui se apresenta a tela que inicia o sistema, o Policial deverá digitar o seu nome de usuário logon e senha; evidentemente que o usuário deverá estar cadastrado no sistema, e após deverá clicar no botão Entrar, para que o sistema valide seu Logon e senha, autorizando-o para ter acesso às informações de que necessita. Em caso de não haver dados armazenados no sistema que correlacionam com os dados introduzidos na tela, abrirá uma caixa de diálogo com a seguinte frase: nome de usuário ou senha incorreto. Se os dados verificados forem coincidentes com os cadastrados, o usuário terá acesso imediato ao sistema TELA PRINCIPAL

18 18 Figura 6: Representação Gráfica Tela Principal Tela de Acesso aos menus do Sistema. Fonte: Protótipo de Ambiente Sistêmico/DPJ do Município de São Mateus. Nesta tela se apresentam os menus que estarão à disposição do usuário. O usuário poderá, no momento que lhe for oportuno, fazer uso desses menus para interagir com o sistema, pois o mesmo o conduzirá as demais telas que compõem o ambiente de acordo com as suas necessidades e escolhas. Conforme se pode observar, esses menus estão assim denominados: Cadastros, Atendimento, Relatórios, Ferramentas e Ajuda. Eles darão ao usuário acesso às demais telas do protótipo, conforme sua necessidade, para a conclusão da instauração do Auto de Prisão em Flagrante Delito TELA PRINCIPAL/ MENU CADASTRO Interface Gráfica desenvolvida com o objetivo de apresentar o menu e links do sistema disponíveis na área de trabalho, que dão acesso aos demais documentos necessários para a instauração de uma Prisão em Flagrante Delito. Esta tela apresenta o Menu Cadastro, o qual se divide nos seguintes links: Endereços e CEPs, Cargos, Condutores (Policial Civil, Policial Militar, Outros), Conduzidos e Vitimas, esses links conduzirão, cada um em sua especificação as telas de cadastro, as quais são o portal para a alimentação de dados no banco de dados do protótipo; esses dados servirão para compor os procedimentos realizados no Departamento de Polícia Judiciária do Município de São Mateus TELA PRINCIPAL/ MENU ATENDIMENTO Dando prosseguimento se apresenta Tela Principal Menu Atendimento, nesta tela estão dispostos dois links a saber:

19 19 Link Auto de Prisão em Flagrante Delito, apresenta um sublink Declarações e este por sua vez é responsável pela apresentação de uma tela Declarações, nessa tela é que o usuário do sistema irá colher as informações a cerca dos fatos acontecidos. Link Laudo de Lesão Corporal, neste link se poderá ter acesso ao documento denominado laudo de Lesão Corporal, documento este pertencente ao Auto de Prisão em Flagrante Delito. Trata-se de um documento muito utilizado no meio policial para atendimento a vítimas que sofreram algum tipo de violência física TELA PRINCIPAL/ MENU RELATÓRIOS Esta tela apresenta o Menu Relatórios o qual é composto pelos seguintes links e sublinks: LinkAPFDSublink Completo trata-se da visualização do Auto de Prisão em Flagrante Delito para conferência e impressão; Sublink Capa de Autuação é um sublink para compor a Capa de Autuação do APFD; Sublinks Declaração de Vitima, Condutor e Conduzido local para a devida redação dos fatos acontecidos. Link Autos aqui se apresentam os sublinksapresensão, Eficiência, Entrega, Nota de Culpa são documentos que compõem o Auto de Prisão em Flagrante Delito. Link Ofícios este link a acesso aos sublinks Comunicação Juiz, Comunicação Polinter, Comunicação Promotor e Comunicação Defensoria Pública. Estas comunicações são ofícios encaminhados as respectivas autoridades dando pleno conhecimento de que se instaurou um APFD em desfavor de alguém. Link Laudos Lesão Corporal link de apresentação dos laudos concluídos TELA DE CADASTRO DE CONDUTOR POLICIA CIVIL Figura 7: Representação Gráfica Tela Cadastro Condutor Policial Civil. Fonte: Protótipo de Ambiente Sistêmico/DPJ do Município de São Mateus. Essa Tela apresenta os campos de preenchimento de cadastro do responsável pela apresentação do conduzido a presença da Autoridade Policial (Delegado), que presidirá a autuação, é importante ressaltar que o Condutor, nem sempre será um Policial Civil, o Código de Processo Penal descreve em seu artigo 301 que qualquer pessoa poderá prender quem quer que esteja sob flagrante delito, sendo este então o condutor apresentador do Conduzido a

20 20 Autoridade Policial. Nesta tela serão incluídos todos os dados pessoais do Policial Civil Condutor, bem como de sua localização, Cargo para alimentar o banco com esses dados e posteriormente será colhida a oitiva desse policial onde ele fará a narração dos fatos acontecidos a cerca do ato ilícito, o qual tomou conhecimento, cometido por aquele que apresentou a Autoridade Policial. É importante observar que nas telas de cadastro, foram inseridos os botões de novo cadastro (Novo), de gravação de dados (Gravar) de Cancelamento (Cancelar) de Pesquisa (Pesquisar), os quais se apresentam em todas as Telasde cadastro do modelo de ambiente sistêmico. Da mesma forma que a Tela Cadastro Policial Civil, este formulário é a interface gráfica que será utilizada para manter os dados deste tipo de condutor no momento da instauração de um Auto de Prisão em Flagrante Delito. O Policial Militar, por ser o policial que pratica o policiamento ostensivo, é que na grande maioria das vezes, será o condutor que apresentará a Autoridade Policial o Conduzido para que se proceda a autuação do APFD. Importante sublinhar que o campo Cargo/Patente só são visíveis nas telas de cadastro do Policial Civil e do Policial Militar, uma vez que é importante especificar o cargo e a corporação de cada agente policial condutor TELA DE CADASTRO DE VÍTIMAS Figura 8: Representação Gráfica Tela Cadastro de Vítimas. Fonte: Protótipo de Ambiente Sistêmico/DPJ do Município de São Mateus. Este formulário tem por objetivo de manter a inserção dos dados da vítima. Esse ator nem sempre é necessário para a instauração de um Auto de Prisão em Flagrante Delito, haja vista que em alguns crimes não existe vítima e por vezes o próprio Estado Federativo (a sociedade) é que toma forma de vítima. Ele possui campos necessários para a qualificação da vítima, apresenta-se aqui nesta tela o endereço completo da vítima, dados necessários para compor os documentos voltados para este ator no ambiente pretendido. Esses dados serão inseridos na base e estarão disponíveis para futuras consultas.

21 TELACADASTRO DE CONDUZIDOS Figura 9: Representação Gráfica Tela Cadastro de Conduzidos. Protótipo de Ambiente Sistêmico/DPJ do Município de São Mateus. Esse formulário foi desenvolvido para apresentar os campos para se cadastrar os dados do Conduzido. Seus dados e declarações ficarão armazenados na base do sistema, para eventuais consultas, assim como os dados dos demais atores do Auto de Prisão em Flagrante Delito. Posteriormente à inclusão desses dados no banco, com o devido cadastramento, este ator deverá ser ouvido, momento em que fará o relato do ato praticado, bem como dos motivos que o levaram a prática delituosa. Nesse momento em que o mesmo dará sua versão dos fatos, a Autoridade Policial deverá informar ao mesmo os direitos a que tem assegurado pela Lei, bem como do artigo penal que lhe será imputado. Poderá se criar, através destes dados, relatórios de passagens anteriores pelo DPJ, donde se observará o ato infracional, data, entre outras informações, cometidas por este Conduzido TELA DECLARAÇÕES

22 22 Figura 10: Representação Gráfica Tela Declarações. Protótipo de Ambiente Sistêmico/DPJ do Município de São Mateus. Essa é a tela que se desenvolveu com o intuito de se colher a oitiva dos atores que fazem parte do Auto de Prisão em Flagrante Delito. Esses atores, depois de devidamente qualificados e cadastrados, seus dados cadastrais serão conduzidos para esta tela através do botão de pesquisa ao lado do campo Nome Completo. Apresenta-se também uma barra de escolha de cada ator: Condutor e 1º Testemunha, Segunda Testemunha, Vítima e Conduzido; os parâmetros de identificação da pessoa, e a data de nascimento e o nome da mãe que se apresentam na tela para comprovação. Observa-se também o campo denominado Declaração, local específico para a descrição dos fatos que culminaram na detenção do conduzido e a realização do procedimento de autuação da prisão em flagrante delito TELA DE PESQUISA CONDUTOR Figura 11: Representação Gráfica Tela de Pesquisa. Fonte: Protótipo de Ambiente Sistêmico/DPJ do Município de São Mateus. Essa tela foi desenvolvida com o intuito de pesquisar dados de Condutores incluídos em APFDs anteriores; se caso houver cadastro do Condutor, o Policial, utilizador do sistema, após a devida análise desses dados e verificando serem os dados do Condutor em questão, poderá através do botão OK, fazer uso desses dados no novo APFD.

23 23 Os dados serão conduzidos às telas de cadastro, para que se atualize o cadastro já existente. Como é tradicional, a pesquisa tem como parâmetro o tipo de ator e o nome, e depois de concluída a pesquisa se apresentará no campo de retorno da pesquisa os dados, que serão analisados pelo agente policial usuário e se houver no resultado a pessoa a quem procura, fará a devida seleção transferindo os dados para as telas de cadastro TELA CADASTRO DE ENDEREÇOS E CEPS Figura 12: Representação Gráfica Tela Cadastro de Endereços e CEP. Fonte: Protótipo de Ambiente Sistêmico/DPJ do Município de São Mateus. Essa tela apresenta um cadastro de endereço e CEP. O objetivo é dar celeridade no momento do cadastramento dos atores do sistema. Deve-se utilizar desta tela para efetuar um cadastramento de endereços e CEPs a parte, alimentando o banco de dados, e quando se estiver cadastrando os atores, ao se informar o CEP, o sistema fará, de forma automática, o devido preenchimento dos campos relativos ao endereço TELA CADASTRO DE CARGOS Figura 13: Representação Gráfica Tela Cadastro de Cargos. Fonte: Protótipo de Ambiente Sistêmico/DPJ do Município de São Mateus. O objetivo da presente tela é o de cadastrar os cargos e as patentes de cada corporação, facilitando a seleção no campo Cargos/Patentes, no momento da inclusão de dados nas telas de cadastros dos Atores Condutores Policial Civil e Policial Militar. O agente policial usuário do sistema deverá descrever o nome do cargo e especificar a corporação ao qual o cargo pertence, incluindo este cargo no banco de dados que o apresentará nas telas de cadastro dos Condutores Policial Civil e ou Militar.

24 24 5 CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÃO 5.1 CONCLUSÃO Para o desenvolvimento do ambiente sistêmico pretendido, buscou-se os conhecimentos específicos sobre o assunto, com o objetivo de estudá-los, através dos livros, artigos, e outros; ou seja, foi efetuado um estudo bibliográfico e analítico para se atingir esta finalidade. Os Levantamentos de requisitos foram fundamentais na apresentação dos problemas e das necessidades que o ambiente sistêmico deverá enfrentar. Essas necessidades foram detectadas, para serem aplicadas soluções no momento da construção das funcionalidades do ambiente sistêmico. Assim, para se detectar essas necessidades do trabalho desenvolvido pelo Departamento de Polícia Judiciária de São Mateus, desenvolveu-se um estudo junto aos policiais do Departamento através de questionários e perguntas especificas, com o objetivo de se compreender o funcionamento dos serviços daquela corporação, especificando quais atores iriam atuar no ambiente sistêmico, necessário para a construção de um possível protótipo. Após o devido conhecimento e análise desse funcionamento laboral, elaborou-se Diagramas dos Casos de Uso e por seguimento, os Diagramas de Sequência, Estado, não sem antes a devida construção do Banco de Dados e suas tabelas relacionais, apresentando-se por consequência o Diagrama de Classes. Todos de suma importância para o entendimento lógico do ambiente sistêmico. O principal objetivo do estudo é o de solucionar a deficiência atual de uma ferramenta que auxilie no controle existente em relação à falta das informações relativas aos dados das instaurações de Auto de Prisão em Flagrante Delito APFD; procedimento praticado no Departamento de Polícia Judiciária de São Mateus. Assim sendo, após todos os levantamentos acima descritos, os responsáveis pelo trabalho em tela, concluíram que é possível, sim, o desenvolvimento de um sistema que seja capaz de solucionar todos os contratempos existentes durante a instauração de um Auto de Prisão em Flagrante Delito. Concluíram ainda que a implantação do Ambiente Sistêmico facilitará a obtenção das informações sobre os dados de todos os envolvidos na instauração do APFD, contribuindo para tornar hábeis os trabalhos elaborados no Departamento de Policia Judiciária de São Mateus. 5.2 RECOMENDAÇÕES Recomenda-se por tudo que já foi exposto neste trabalho de conclusão de curso, a iminente e imprescindível importância deste projeto para o Departamento de Polícia Civil do Município de São Mateus, que é dispor de uma ferramenta que venha de encontro às necessidades gerenciais, uma ferramenta de agregação de valores à força de enfrentamento sobre aqueles que insistem em ir de encontro aos preceitos da lei. Deixando, portanto, de ser um estudo bibliográfico para se tornar um modelo de desenvolvimento do ambiente sistêmico.

25 25 6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à Metodologia do Trabalho Cientifico. 7. Ed. São Paulo: Editora Atlas, ANGHER, Anne Joyce. VadeMecum acadêmico de direito. 6. Ed. São Paulo: Rideel, (Coleção de leis Rideel). 3. CASAGRANDE, Renato. Coletânea Básica Penal. Brasília: Senado Federal, CERVO, Amado L.; BERVIAN, Pedro A.; DA SILVA, Roberto. Metodologia Cientifica. 6. Ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, DENNIS, Alan; WIXOM, Barbara Haley. Análise e Projeto de Sistemas. 2. Ed. Rio de Janeiro: LTC, DATE, C. J. Introdução a Sistemas de Bancos de Dados. 8. Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, FACHIN, Odília. Fundamentos de Metodologia. 5. Ed. São Paulo: Saraiva, GIL, Antonio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisas. 5. Ed. São Paulo: Editora Atlas, GRECO, Rogério. Atividade Policial. 2. Ed.Niterói, RJ:EditoraImpetus, LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane P. Sistemas de Informação Gerenciais.7 Ed. São Paulo: Editora Pearson Prentice Hall, LOBO, Edson Junio Rodrigues. Guia Prático de Engenharia de Software. São Paulo: Editora Universo dos Livros, SILBERSCHATZ, Abrahan; KORTH Henry F.; SUDARSHAN, S.; Sistema de Banco de Dados. 5. Ed. Rio de Janeiro: Editora Elsevier, WAZLAWICK, Raul Sidnei; Análise e Projeto de Sistemas de Informação Orientados a Objetos. 2. Ed. Rio de Janeiro: Editora Elsevier, 2011.

26 26 IMPLANTAÇÃO DE UM PROTÓTIPO DE SISTEMA WEB PARA ACADEMIA Rafaga Queiroz Santos 4 Tássio Neri Santos 5 RESUMO O desenvolvimento deste trabalho objetiva a construção de um protótipo de sistema web que faça com que processos internos sejam automatizados, proporcionando dessa maneira a diminuição do trabalho manual na empresa J.R. Academia. Para isso foi utilizado o emprego de uma pesquisa exploratória, descritiva, bibliográfica e estudo de caso para abstração dos resultados. Como forma de análise de dados, foi utilizado o método de observação em conjunto com diálogo estabelecido com o responsável pela academia. Através dos dados obtidos, foi possível documentar o sistema de forma apropriada usando diagramas da UML 6 e desenvolver o protótipo utilizando OO 7 por meio da linguagem de programação PHP 8 em conjunto com o armazenamento de informação via banco de dados por intermédio do SGBD MySQL. 9 Palavras-chave: Protótipo; Informatização; Programação; Armazenamento. ABSTRACT The development of this work aims at the construction of a prototype web-based system that will make internal processes automated, thus providing a reduction of manual labor in the company J.R. Academia. For this, the use of an exploratory and descriptive literature and case study for abstraction of the results was used. As a form of data analysis, we used the method of observation together with dialogue with the responsible facility. Through the data obtained, it was possible to document the system appropriately using UML diagrams and develop the prototype by using OO PHP programming language together with the storage of information via the database via the MySQL DBMS. Keywords: Prototype; computerization; programming; Storage. 1 INTRODUÇÃO 4 Graduando do Curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas da Faculdade Norte Capixaba de São Mateus - Multivix 5 Graduando do Curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas da Faculdade Norte Capixaba de São Mateus - Multivix 6 Unified Modeling Language (Linguagem de Modelagem Unificado). 7 Orientação a Objetos. 8 PHP: Hypertext Preprocessor. Uma das mais conceituadas linguagens de programação web da atualidade. 9 Sistema Gerenciador de Banco de Dados MySQL, responsável por gerenciar o armazenamento de informações via banco de dados.

27 27 Deparando-se com a forma como o mundo encontra-se globalizado nos tempos atuais, trabalhar com muitos papéis para fazer cadastros e fichas já não é mais uma boa ideia. Baseando-se na ascensão da Tecnologia da Informação e na crescente implantação de sistemas de gerenciamento de informações, é incompreensível que uma empresa não se dê o direito de evoluir e utilizar das novas tecnologias para aperfeiçoamento de suas atividades. Até mesmo uma academia que detém tarefas simples necessita de informatização para agilização dos processos, e esse foi o estopim para a geração de uma ideia que provê a progressão de uma academia que está sustentada por tarefas manuais. Com este trabalho, pretende-se realizar um estudo que resultará na elaboração de um projeto para o desenvolvimento de um sistema web capaz de informatizar a academia em questão. 2 METODOLOGIA Um ponto bastante importante para desenvolvimento deste trabalho é saber lidar com a forma como a pesquisa será realizada. Para Gil (2002), a pesquisa é um procedimento racional e sistemático a fim de prover respostas aos problemas propostos. Com a ideia centrada por Gil e com o problema estabelecido, o que resta é delinear qual a melhor forma de fazer uma pesquisa que solucione o problema exposto. É necessário definir de que maneira a pesquisa é classificada para que haja um caminho a ser seguido ao realizar o estudo em questão. Estão disponíveis três classificações: exploratória, descritiva e explicativa. As pesquisas exploratórias proporcionam maior familiaridade com o problema, com vistas a torna-lo mais explícito ou a constituir hipóteses (SELLTIZ et al., apud GIL, 2002, p. 41). O seu nome já deixa evidente do que trata esse tipo de pesquisa, ou seja, o seu caráter é exploratório e visa utilizar de artifícios para levantamentos de dados a fim de tornar o ambiente mais familiar ao pesquisador. As pesquisas descritivas descrevem as características de determinada população ou fenômeno ou, então, o estabelecimento de relações entre variáveis (GIL, 2002, p. 42). Esse tipo de pesquisa também utiliza de técnicas de levantamento de dados nas quais são mais comuns questionário e observação sistemática. Ainda seguindo a ideia de Gil (2002), as pesquisas descritivas juntamente com as exploratórias são realizadas, habitualmente, por pesquisadores que tem certa preocupação pela atuação prática. As pesquisas explicativas são as que mais aproximam o pesquisador do conhecimento da realidade cuja, ideia central é explicar o motivo, a razão das coisas através da identificação de fatores que levam à ocorrência dos fenômenos (GIL, 2002, p. 42). Através da análise das classificações de pesquisa e da análise desse trabalho, verificou-se que esse estudo se adéqua melhor à pesquisa exploratória, pois é necessário que haja um estudo que possibilite uma maior familiarização com o problema, fazendo com que ele possa ser resolvido devidamente. A definição da classificação das pesquisas marca o pontapé inicial para traçar o caminho a ser seguido no estudo e é de grande utilidade, porém, torna-se necessário traçar, também, um

28 28 modelo conceitual e operativo da pesquisa que será utilizado para analisar os fatos do ponto de vista empírico, confrontando a visão teoria com os dados da realidade (GIL, 2002, p. 43). Segundo Gil (2002, p. 44), a pesquisa bibliográfica é desenvolvida com base em material já elaborado, constituído principalmente de livros e artigos científicos. [...] Boa parte dos estudos exploratórios pode ser definida como pesquisas bibliográficas. Portanto, para este trabalho será definida como técnica para coleta de dados a pesquisa bibliográfica, por ser baseado em obras de vários gêneros para a construção da base teórica que é de grande importância para o projeto no geral. Para a coleta de dados, foram utilizadas as fontes secundárias. Segundo Andrade (apud 2001) diz que: [...] as fontes secundárias referem-se a determinadas fontes primarias, isto é, são constituídas pela literatura originada de determinada fontes primárias e constituem-se em fontes de pesquisa bibliográfica, são as obras nas quais as informações já foram elaboradas (livros, apostilas, teses, monografias etc.). Seguindo a ideia de Andrade, verifica-se que as fontes utilizadas neste trabalho devem ser secundárias, pois os dados são oriundos de livros, artigos, teses, entre outras publicações disponíveis para coleta de dados. 3 REFERENCIAL TEÓRICO Nesta seção foram abordados vários conceitos baseados na disponibilização de conhecimento de diversos autores como meio de resposta aos objetivos propostos e ao problema especificado. Os assuntos descritos são embasados principalmente em áreas envolvidas com a Tecnologia da Informação. É notável que os níveis tecnológicos são bem mais avançados e extremos a cada dia que passa. Diversas empresas estão se baseando em novas tecnologias e buscando esse novo mundo tecnológico para poderem se autodeclararem informatizadas. Para Agrasso e Abreu (2000, p. 100) diz que: O esboço da era da inteligência em rede é marcado por diversas tendências relativas a TI. Essa nova era caracteriza-se por uma crescente interpenetrabilidade dos computadores nas organizações; pela convergência entre a mídia, computadores e redes de telecomunicações; automoção da organização; processo de trabalho com maior agregação de valor proporcionado pela TI; aceleração da competição global e difusão e adoção de padrões tecnológicos globais. Verifica-se então que a Tecnologia da Informação engloba todos os processos que podem ser caracterizados como informatizados, com tendências tecnológicas e soluções realizadas através de recursos de computação e baseia-se em cima do desenvolvimento que as instituições adquiriram ao longo do tempo através dos avanços tecnológicos que ocorreram e ocorrem até hoje. 3.1 INTERNET

29 29 É praticamente impossível nos dias atuais não ter nenhum contato com a famosíssima Internet. Pode-se defini-la como uma rede constituída por várias redes que se encontram interligadas, criando uma comunidade virtual de utilizadores de grande dimensão (COSTA, 2007, p. 5). No entanto, para Kurose e Ross (2006), não é possível definir o que é Internet em uma única frase que pudesse ser repassada para familiares e amigos, pois ela é muito complexa e está sempre sofrendo alterações tratando-se tanto de seus componentes de hardware e software quanto dos serviços que são oferecidos. Até os anos 90, só tinham acesso à Internet (de forma restrita), acadêmicos, pesquisadores e estudantes universitários, ou seja, pessoas que estavam estritamente ligadas ao meio tecnológico/científico. Eles utilizavam esse serviço para transferir arquivos, enviar e receber notícias e para trocarem s através do correio eletrônico (ações bastante utilizadas até hoje). Foi então que surgiu, no início da década de 90, a revolucionária World Wide Web [Berners-Lee, 1994]. Assim como o telefone, o rádio, a televisão e outras incríveis criações humanas, a Internet causou um imenso impacto. Com a Web e o correio eletrônico (duas das aplicações mais populares) houve uma revolução que alterou toda a forma de visão tecnológica das pessoas. Com a Internet, as pessoas puderam deslumbrar de um mundo novo, de uma nova capacidade intelectual, uma ferramenta que mudou de vez a vida de cada usuário de computadores, porque a Web funciona por demanda e os usuários podem ter acesso a qualquer tipo de dado requisitado quando ele quiser e onde ele quiser. É notável que a Internet cativou as pessoas. Elas podem interagir com o resto do mundo, podem contribuir fornecendo dados, podem resolver problemas imediatos e têm noção de que novas ferramentas são implementadas a cada dia para melhorar cada vez mais a navegação. 3.2 WEB BROWSER Basicamente, um Web Browser é um agente de usuário para a Web (KUROSE e ROSS, 2006, p. 69). É uma aplicação, um programa, ou um software instalado em um computador (no qual faz papel de cliente) que é responsável por reter e tratar a escrita de uma página web (advinda de um servidor) e exibir o conteúdo na tela do usuário. Para que isso seja possível, é necessária a utilização de um protocolo de transferência de hipertexto, conhecido como HTTP e que será descrito no próximo tópico. Os Web Browsers (ou Browsers) são norteados de ferramentas que possibilitam ao usuário adquirir as informações de maneira rápida e prática. Podemos considerar como tais funcionalidades favoritar páginas, acessar histórico de acesso, , impressão de dados por meio de impressoras, pesquisa, opções, etc.

30 30 Figura 1 - Porcentagem de uso de navegadores Fonte: Acesso em: 10 nov Figura 2 - Porcentagem de uso de versões de navegadores Fonte: Acesso em: 10 nov As Figuras 1 e 2 demonstram através de gráficos que atualmente, o browser mais utilizado é o Internet Explorer, que vem mantendo certo monopólio há muito tempo, porém, outros navegadores como o Firefox e o Chrome cresceram bastante nos últimos anos, deixando a

31 31 hipótese de que o IE será passado para trás em pouco tempo. É tanto que, a versão 18 do Chrome tornou-se o browser mais utilizado atualmente, seguido do Firefox 11 e do IE SERVIDOR WEB Um Servidor Web é um software que responde aos requisitos de HTTP do browser (COSTA, 2007, p. 7). Segundo Kurose e Ross (2006) ele é responsável por abrigar objetos Web, que são endereçados por um URL, mas também implementa o lado servidor do HTTP, ou seja, aceita pedidos HTTP de clientes e retorna dados (páginas web, documentos HTML) através de respostas HTTP. 3.4 HTTP O HTTP (HyperText Transfer Protocol), Protocolo de Transferência de Hipertexto, é um protocolo de camada de aplicação da Web. É o que está entre os programas cliente e servidor cujas conversas entre um e outro acontecem através da troca de mensagens HTTP. A estrutura dessas mensagens e a forma como o cliente e o servidor as trocam são definidas pelo HTTP. Ele define também como a requisição de páginas Web é feita por clientes e como os servidores transferem aos mesmos. Quando há uma requisição de uma página Web executada por um usuário, o browser envia ao servidor (através de mensagens de requisição HTTP) os dados necessários. Ao receber as requisições, o servidor responde com mensagens de resposta HTTP. Essa operação pode ser exemplificada através da Figura 3. Figura 3 - Troca de mensagens entre cliente e servidor Fonte: Acesso em: 10 nov O TCP (Transmission Control Protocol) é o protocolo de transporte utilizado pelo HTTP. Ele inclui um serviço orientado para conexão e um serviço confiável de transferência de dados (KUROSE; ROSS, 2006, p. 65). Entre as vantagens desse protocolo estão a confiabilidade e o controle de congestionamento que consiste na limitação da capacidade de transmissão de dados via cliente-servidor quando a rede torna-se congestionada. Em contrapartida, o TCP não garante uma taxa de transmissão mínima, que é controlada pelo controle de congestionamento e que pode fazer com que o remetente envie dados a uma taxa média baixa. 3.5 ARQUITETURA CLIENTE-SERVIDOR Uma rede de computadores constitui de uma ou mais máquinas que são denominados servidores e ficam responsáveis por fornecer recursos para outras máquinas que são

32 32 chamadas de clientes. Servidores podem ser definidos como equipamentos com maior capacidade de armazenamento e processamento enquanto clientes são geralmente máquinas (computadores) ligadas em rede. A Figura 4 demonstra como a arquitetura cliente-servidor trabalha, com um servidor que fica responsável por trocar informações com os clientes. Figura 4 - Modelo Cliente-Servidor Fonte: Acesso em: 10 nov Cliente e servidor são duas categorias que são subdividas de sistemas finais, que não passam de computadores conectados à Internet e que estão na periferia da internet. Como exemplo de sistemas finais, tem-se computadores de mesa, servidores e dispositivos móveis. Segundo Kurose e Ross (2006), em uma arquitetura cliente-servidor existe a todo o momento um hospedeiro (que também pode ser chamado de sistema final) que esteja em funcionamento e que é denominado um servidor, pois trata requisições de outros hospedeiros que são os clientes. Então é interessante salientar que, ao contrário dos servidores, os clientes podem estar em funcionamento somente em alguns momentos ou sempre. Além disso, um servidor precisa ter um endereço fixo (IP) e que seja bem conhecido. Juntando essa característica ao fato de que o servidor deve estar sempre disponível, é possível entender que um cliente sempre pode contatá-lo, enviando pacotes de dados. Através de uma aplicação cliente-servidor, um determinado website pode enfrentar um número alto de conexões e saturar o servidor que passa a ser incapaz de atender a todas as requisições enviadas pelo cliente. Por isso, muitas vezes são implantados conjuntos de servidores (denominados em alguns momentos como server farm) para que haja um servidor virtual poderoso capaz de suprir as necessidades existentes. Web, transferência de arquivos, login remoto e o são conhecidos exemplos de aplicações que utilizam dessa arquitetura cliente-servidor.

33 ORIENTAÇÃO A OBJETOS Para a correta construção de código orientado a objetos deve-se conhecer as técnicas de delegação e distribuição de responsabilidades, que levam a código reusável e baixo acoplamento, de acordo com padrões de projeto. (WAZLAWICK, 2011). A Orientação a Objetos tem como principal foco a reutilização, o reuso. Isso implica na existência de um mundo totalmente organizado, uma ferramenta que se for bem utilizada, poderá elevar o desenvolvimento de um sistema a um nível bem maior e bem mais consistente. No entanto, como o próprio Wazlawick (2011) cita, Comprar um martelo não transforma você em um arquiteto; pode ser necessário, mas não suficiente. Ou seja, se há uma ferramenta em mãos, não significa que ela será bem utilizada de tal forma a construir o melhor dos melhores projetos. O autor explica que é necessário adquirir conhecimento para poder compreender, e compreender é um dos pontos principais para lidar com Orientação a Objetos. Anselmo (2005) deixa claro que para entrar no mundo OO e aprender essa nova ferramenta, é necessário baseia-se no ideia de voltar a ser criança, ou seja, pensar com extrema simplicidade. É que define um conjunto de instruções que o computador deverá executar (ANSELMO, 2005). Uma classe é uma implementação lógica, é a estrutura que armazena os dados que serão utilizados através de métodos quando um objeto instanciado estiver em ação. Na OO, tudo é tratado com um objeto, tudo é trabalhado em cima do comportamento deles. Um objeto é instanciado, então há a utilização de uma classe para criar um novo controle de dados que definirá as ações a serem executadas no programa. Estruturas que substituíram as variáveis que são utilizadas na Programação Linear e que têm o objetivo de armazenar dados de podem ser de quatro tipos: Tipo lógico armazena valores boolean, verdadeiro ou false (true ou false). Tipo inteiro armazena números inteiros não fracionados. Tipo numérico armazena números inteiros fracionados. Tipo caractere armazena caracteres do tipo alfanuméricos. Em Orientação a Objetos, é necessário entender a ideia de abstração que é de extrema importância para um melhor desenvolvimento. Anselmo (2005, p. 62) relata que: Abstrair é a capacidade de isolar os aspectos que sejam importantes a um determinado propósito e suprimir (descartar sem dó nem piedade) os que não forem. A palavra Invenção fica totalmente proibida. Todas as dúvidas que houver, sobre quaisquer passos, devem ser acertadas e fechadas com o usuário. Ele passará a ser o mentor e consultar do projeto. Então, é possível analisar que a técnica de abstração enfoca definir o que o sistema irá tratar e do que ele precisa através das recomendações do usuário que requisitou o desenvolvimento da aplicação. Programar orientado a objetos é mais do que reutilizar o código e mantê-lo

34 34 organizado. É saber proteger os dados, de forma que eles não possam ser acessados pelo usuário de forma simples e instável, mas de forma que haja segurança na obtenção das informações. Segundo Anselmo (2005), o encapsulamento envolve o uso da chamada Interface, que é um módulo seguro e visível, sem apresentar os perigos envolvidos no processo de uso. Para a maioria das pessoas, que já ouviram sobre herança, imaginam que esse conceito seja baseado na hereditariedade, ou seja, na transmissão pai para filho. E herança na Orientação a Objetos, propicia justamente isso, a transmissão de dados entre pai e filho, entre classes pai e classes filha. Essa é considerada outra funcionalidade importantíssima na prática de Orientação a Objetos. Com ela é possível criar uma classe principal que terá toda a informação necessária e que será comum a um determinado objeto. A partir dessa classe pai serão criadas classes filha que herdarão os dados da classe superior e poderá implementar novas funcionalidades a fim de melhorar o que o objeto faz. A Figura 5 exemplifica como uma herança é atribuída. A partir da ilustração é possível ter noção de como uma classe filha pertence a uma classe pai herdando informações comuns. Figura 5 - Demonstração de herança Fonte: Acesso em: 10 Dez POLIMORFISMO Segundo Filho (2010), usar operadores ou funções de formas diferentes, dependentes do que eles estão operando, é denominado polimorfismo (isto é, uma coisa com várias formas distintas). A ideia do Polimorfismo é tornar possível a implementação de vários métodos, com diferentes tratamentos, mas sem precisar mudar o nome. É geralmente utilizado quando há herança, pois na classe filha poderá haver um método com o mesmo nome do método na classe pai, porém com um tratamento diferenciado, uma

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