PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO, POLÍTICAS PÚBLICAS E PRÁTICA DE ENSINO EM GEOGRAFIA NO BRASIL, UMA APROXIMAÇÃO NECESSÁRIA

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1 Prof. Me. Rangel Lima Garcia PUC-SP PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO, POLÍTICAS PÚBLICAS E PRÁTICA DE ENSINO EM GEOGRAFIA NO BRASIL, UMA APROXIMAÇÃO NECESSÁRIA INTRODUÇÃO Este trabalho é um relato que tem origem nas nossas práticas como professor e pesquisador, em um esforço de dar forma escrita à combinação que tentamos materializar. É uma combinação exigente quando se pretende excelência nos resultados, tanto de retorno às nossas próprias metas, quanto na formação das crianças, jovens e famílias para os quais trabalhamos. E sabemos, tudo isso se melhora na medida em que nos lançamos às tentativas. Delas colhemos os frutos e criamos a chance de identificar o que é preciso mudar nas nossas práticas, sobretudo diante da possibilidade da desalienação, como alerta Ruy Moreira (2009), e do mundo como ele pode vir a ser, segundo Milton Santos (2001). Para tanto, é preciso relatar e contar aos pares o que temos feito nesse sentido, e se colocar de prontidão para receber e responder às críticas e sugestões, sobretudo na forma de reinventadas práticas. Dividimos o conteúdo deste relato em três partes, sendo a primeira dirigida à descrição do contexto brasileiro deste início de milênio a partir do PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E das POLÍTICAS PÚBLICAS NO BRASIL. Nela apresentamos um panorama da geopolítica do Brasil que vive(re)mos (GARCIA, 2012), onde se aplicam políticas pautadas no e sobre o território, as quais corroboram com o planejamento estatal contemporâneo e em consonância às estratégias e aos estratagemas antevistos em outros estudos (OLIVEIRA, 2008; e MOREIRA, 2013), fazendo delas políticas de terreno privado mas denominadas de políticas públicas. Daí partimos para a segunda parte, onde falamos sobre a PRÁTICA DE ENSINO EM GEOGRAFIA, sobretudo para indicar como ela pode e deve ganhar novos

2 significados diante da emergência do saber e do saber agir nos novos/velhos modos de se fazer política NO BRASIL. Depois vem a terceira, onde se trata a respeito de um Trabalho de Campo, na forma de um ESTUDO DE CASO, cujo intuito é atribuir os significados à prática realizada e assim contribuir aos objetivos deste trabalho. Sabemos que o caminho começa com a tomada de consciência à respeito dessa aproximação necessária. Tendo como referência as nossas próprias práticas, tecemos alguns apontamentos sobre as tentativas que fizemos nessa direção. Esses apontamentos estão distribuídos aleatoriamente e aparecem na forma de escolhas, sugestões, situações e exemplos, que no conjunto e de algum modo, fortalecem o sentido, o significado e a consciência tanto em relação às práticas quanto em relação à aproximação necessária. É a partir do trabalho dirigido a melhorar a cada nova tentativa, que nasce o que queremos ver se realizar em uma escala sempre crescente de abrangência e realização. A questão que nos lança para o desafio é: De que modo podemos aproximar a prática de ensino em geografia do conteúdo estratégico e ligado às políticas públicas no Brasil? É no esforço de responder e fomentar o debate sobre essa questão que acreditamos dar nossa contribuição à novas e reformuladas práxis em geografia. OBJETIVO Este trabalho é um relato que encampa o desafio de unir teoria e prática em geografia. O foco está em integrar e interagir o conhecimento desenvolvido na pesquisa de mestrado com a prática pedagógica no Ensino Médio, tecendo algumas possibilidades e apresentando o conteúdo de uma práxis dirigida à formação de jovens e à preparação de quem vive e viverá no Brasil. METODOLOGIA O trabalho se deu a partir da seleção, organização e sistematização de conteúdos e práticas as quais estivemos empenhados no período entre 2007 e Primeiro

3 cuidamos do conteúdo acerca do planejamento estratégico e das políticas públicas o qual nos auxilia a apresentar um contexto de Brasil. Depois, partimos para a prática de ensino em geografia que estamos falando. Por último, descrevemos alguns procedimentos e experiências do Trabalho de Campo que selecionamos como Estudo de Caso. No meio desses três movimentos da redação fomos apontando as ideias que corroboram com a afirmação apontada no título do texto. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E POLÍTICAS PÚBLICAS NO BRASIL Apesar do distinto conjunto de ideias, interpretações e projetos de Brasil, é comum encontrar como meta de trabalho, querer trazer alguma contribuição à vida das pessoas, direta ou indiretamente. Hoje, o Estado também os apresenta. Vimos que nada se compara ao poder e à força como seu projeto de país se coloca em, e na relação com a sociedade. É daí que surge o panorama geopolítico que forma o contexto brasileiro identificado na pesquisa do mestrado. Falamos da dissertação cujo título é O BRASIL QUE VIVE(RE)MOS (2012) e nela apresentamos uma interpretação do arranjo espacial do país, considerando duas referências principais: o discurso geográfico da obra de Ruy Moreira e o discurso oficial do Estado. Este último, fundamentado no Estudo da Dimensão Territorial para o Planejamento (BRASIL, 2008), elaborado pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP), lançado no segundo mandato do presidente Lula, e que denominamos de ESTUDO. O ESTUDO é indicativo do que vai ou deve ser feito no Brasil até o ano de 2027, com o intuito de melhorar as condições de vida no país e de diminuir as desigualdades econômicas regionais. Este documento oficial de planejamento indica a lógica de desenvolvimento pautada no território, a qual está na montagem e na justificativa dos voluptuosos investimentos feitos pelo governo federal a partir de 2008, e pelo capital privado sobretudo a partir de Atualmente, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) é o representante maior dessa lógica de desenvolvimento na escala federal. É o PAC criando um Brasil de oportunidades,

4 como assina o comitê gestor no resumo do último balanço divulgado em fevereiro deste 2014 (na página eletrônica: O país passa por uma séria e próspera transformação, onde os investimentos certamente farão do Brasil um país melhor para se viver. No entanto, para uma parcela diminuta de brasileiros e estrangeiros, e na maioria dos lugares, apenas por certo e curto período de tempo. O que se tem é uma geopolítica ancorada na lógica da acumulação do capital, desprendida do retorno efetivo que se espera ao bem-estar de todas as pessoas que residem, trabalham e vivem no Brasil, mesmo agora nos quadros de um governo mais inclinado a tal direção. Vale o destaque da seguinte passagem do ESTUDO: Neste país de grandes contrastes, os avanços em termos de coesão social e econômica estão ligados aos processos que viabilizam a redução de desigualdades sociais e regionais. É imprescindível manter a visão de conjunto, em que as orientações emanadas para uma determinada fração territorial sejam pensadas em harmonia com as definidas para os outros territórios. Almeja-se construir um resultado para todo o território nacional e isso tem seu preço (BRASIL, 2008, Vol. II, p. 36). No segundo capítulo da dissertação apresentamos o conteúdo e as linhas de ação do planejamento estratégico brasileiro de modo mais completo. Aqui, vale destacar que a principal linha de ação prevista é a formulação de uma carteira de investimentos, estrategicamente dividida por setores e territórios. Dentre os setores, destaque para o de Ciência e Tecnologia, presente em todos os segmentos e localizações que se pretende investir. O investimento anual total previsto gira em torno dos R$ 270 bilhões de reais, e é público federal sobretudo na fase inicial (até 2015). Não entra nessa conta os investimentos dos governos estaduais e municipais. Tais investimentos referem-se à construção de infraestruturas de transporte, geração e transmissão de energia, entre outras grandes obras dirigidas à inserção e à consolidação dos novos polos e das atividades produtivas posicionadas nos territórios adjacentes à rede dos lugares citados nos mapas do ESTUDO. É o chamado investimento induzido, ou seja, investimentos feitos pelo governo e que fortalecem as ligações entre os polos e destes com os pontos estratégicos dos fluxos e das redes do mercado nacional e global que, posteriormente,

5 induzirão a realização de investimentos por parte do capital privado, revitalizando o todo da economia regional e local. Isso, na tese do planejamento. E é justamente a esta lógica que se alinham as 10 maiores obras do PAC2. Vale destacar que o território é fundamento, ou seja, base inicial e final dos desenhos do planejamento. Inicial, porque serve de referência e parâmetro para os desenhos do plano, bem como das políticas dirigidas à desconcentração dos investimentos e atividades econômicas, hoje concentradas na região sul-sudestina do país. E, final porque é sobre o território que se materializarão as proposições do Estado. O objetivo é construir um Brasil policêntrico, dotado de regiões mais dinâmicas economicamente falando, as quais se constituirão por influência e proximidade dos polos (cidades) selecionados que se espraiam estrategicamente pelo território nacional. Além disso, está no foco à interligação com as demais nações sul-americanas, fazendo aparecer alguns novos polos estratégicos e de fronteira. A cidade e seu aspecto nodal de estruturas, tanto produtivas quanto de circulação, é matéria importante dessa geopolítica. No ESTUDO, ela é denominada de polo quando possui relevância na dinâmica econômica do presente ou do futuro do país. Tal documento traz consigo um conjunto de mapas sobre tais polos e localizações, bem como a indicação dos setores estratégicos do investimento para cada nova região desenhada. Apesar disso, chega-se à conclusão de que não serão nem mesmo diminuídas as desigualdades sociais e regionais internas à cidade onde moramos, por exemplo. Aí entra o peso político das Unidades Federativas e de cada um dos Municípios, tanto na relação de proximidade e vínculo com o governo federal, quanto no jogo de forças travado internamente em cada Assembleia Legislativa e em cada Câmara Municipal. Os governos alinhados e informados desse planejamento farão suas políticas públicas de acordo com tal desenho de médio e longo prazo. Seguir politicamente um caminho autônomo e de desacordo ao plano federal é um caminho arriscado e temeroso à economia local e regional, pois grande parte da arrecadação dos Municípios e dos Estados provém da União. Isso tem a ver com o preço que se tem a pagar quando o foco do planejamento está na escala territorial nacional. Nessa ordem, promove-se as

6 investidas necessárias para um novo processo de concentração e centralização econômica, agora no entorno dos novos polos estratégicos selecionados, bem como nos seus eixos de ligação das regiões do centro-oeste, norte, nordeste interiorano e litorâneo. Tivemos a possibilidade de inferir quão contemporâneo e antigo é o planejamento territorial estatal que se projeta para o Brasil neste século XXI. É contemporâneo porque, principalmente, se faz a partir do avançado estágio alcançado pelo aparato estatal, munido de especialistas de diferentes áreas, de tecnologias e meios de informação capazes de produzir leituras e projeções sobre a territorialidade a serviço do planejamento. Quem sabe nesses ambientes não se fortaleça um movimento de mobilização em direção à possibilidade indicada por Milton Santos (2001), no sentido de se fazer a apropriação e o uso desses aparatos à serviço das classes urbanas e rurais (MOREIRA, 2013) mais desamparadas, distantes do foco das políticas públicas e das linhas de ação que se vê implementar. É também um planejamento antigo, pois nele se assiste a ampliação do raio territorial de alcance da acumulação do capital, a partir da manutenção da exploração do trabalho e da estrutura fundiária existentes no Brasil. Assistimos também a manutenção da baixa tributação sobre o lucro e sobre a renda obtida a partir da posse, seja de papéis no mercado financeiro, seja de terras, seja de estruturas produtivas, ou ainda da posse de todas as anteriores, pois é a isso que leva o desenvolvimento desigual e combinado que se vê implementar e aprofundar. Aí reside a ligação com o aspecto da alienação e da desalienação apontado no livro O QUE É GEOGRAFIA, pois: O fato é que o capital nasce na história subvertendo o modo de vida comunitário dos homens, à base da dissolução das suas relações para as construir dependentes do seu mundo mercantil. Assim, alienada, a existência humana reproduz-se ao ritmo da reprodução do capital. A mercantilização do verde, do lazer e do ar puro, obtida em diferentes escalas de pedaços de espaço e oferecida sob alardes propagandísticos como a

7 venda de qualidade de vida, ilustra o grau de separação do homem e da natureza a que levou (MOREIRA, 2009, p. 88). Para fazer com que nossa prática vá em direção à desalienação, devemos trabalhar para a mudança de nossa própria concepção de mundo, de vontades e de necessidades sobretudo materiais. E depois, também na conscientização de nossos pares, famílias, vizinhos, colegas de trabalho, alunos e alunas, categorias, associações da sociedade civil, no maior número de pessoas possível a fim de construirmos um movimento consciente e popular rumo às mudanças necessárias para a quebra de tal lógica capitalista, atuando no seio do Estado, principal garantidor do processo. Pois este, é: [...] a expressão jurídico-política das alianças de classes vitoriosas sobre os projetos não vingados das demais alianças de classes. [...] o bloco de poder que empolga o Estado Nacional é o agente da transfiguração do imperialismo em formação econômico-social, e da formação econômico-social em forma particular de realização do imperialismo (MOREIRA, 1985, p. 34). Justamente o que queremos e trabalhamos para mudar através da prática de ensino de geografia, reforçada pela aproximação de todo esse conteúdo geopolítico nacional. PRÁTICA DE ENSINO EM GEOGRAFIA NO BRASIL A prática de ensino no intuito de formar jovens no e para o mundo em que vivemos e viveremos, realiza-se dia após dia, ano após ano, na interação entre colegas, alunos, ações e conhecimento. Há um arcabouço teórico por trás e à frente dessa prática, sendo tanto o das pedagogias quanto o da geografia. Munido desse conteúdo que organiza, reconta e reinventa a experiência dos mais velhos, o trabalho do professor de hoje se dá em uma práxis que une teoria e prática na busca por melhorar e contribuir de alguma forma ao sucesso dessa união, a qual ganha aprimorada forma a cada nova

8 experiência. Nos apoiamos em algumas obras (MOREIRA, 2007 e 2012) para tecer tais afirmativas, bem como para formular os relatos e ponderações a seguir. Diante do contexto brasileiro, a partir dos fundamentos e das bases da visão estratégica do planejamento estatal e das políticas públicas adotadas a partir de 2008, perguntamos: De que modo podemos aproximar a prática de ensino em geografia desse conteúdo estratégico ligado às políticas públicas no Brasil? Primeiramente, acreditamos ser importante trabalhar o conteúdo do planejamento estratégico em sala de aula. Sugerimos a preparação do plano de aulas com procedimentos de leitura, interpretação e análise dos mapas do ESTUDO, os colocando frente a outras cartografias, como a das bacias hidrográficas, da densidade demográfica, da distribuição espacial da indústria, só para citar alguns exemplos, permitindo a apropriação de um significado geopolítico e mais contextualizado do Brasil que vivemos e iremos viver. Há uma vasta bibliografia sobre a diversidade de práticas pedagógicas nesse sentido (CASTROGIOVANNI, 1998; e, PONTUSCHKA, PAGANELLI, CACETE, 2007), e vale o trabalho de se debruçar à pesquisa e às tentativas de execução. O trabalho pontual de cada professor também se dá no esforço para inserir o que há de específico em sua escala de ação, que pode ser a do bairro-escola, a do Município e da Unidade Federativa onde atua, com o contexto brasileiro e a geopolítica estatal. É também importante frisar que quanto mais o professor reconhece as suas próprias características e necessidades pessoais, mais ele se torna capaz de reconhecer a dos seus alunos e alunas, se apropriando de um conhecimento absolutamente importante e necessário para preparar qualquer tipo de projeto e trabalho de formação rumo à desalienação. Pois, Se é do trabalho que nascem pão, garrafa, prato, facão, gamela, banco, enxerga, caldeirão, vidro, janela, casa, cidade, nação, nasce também a possibilidade do seu poder sobre o patrão. Mas a reunificação do saber e do poder espacial nas mãos de quem os produz é a condição necessária à retotalização orgânica de todos os homens, rumo à realização do problema da vida e da felicidade como proclamava Estrabão. [...] De uma geografia

9 de homens para o capital para a geografia dos homens para si mesmos (MOREIRA, 2009, p. 91). Além disso, a prática de ensino possibilita a criação de projetos e atividades que aproximam a comunidade escolar da criação de um projeto próprio de Brasil, através de situações pedagógicas onde professores, gestores, alunos e famílias possam atuar a partir de responsabilidades específicas e coletivas rumo à formação de crianças e jovens (VESENTINI, 2001). É o caso do que fizemos no Projeto VIDAS, resumidamente relatado a seguir. ESTUDO DE CASO: PROJETO VIDAS ( ) - EWRS O Projeto VIDAS (Viagem Interativa de Arquitetura Social) é fruto de um esforço coletivo iniciado no ano de 2007, por parte de professores, alunos e pais da EWRS (Escola Waldorf Rudolf Steiner), localizada na cidade de São Paulo. O principal do projeto está no Trabalho de Campo realizado anualmente em Brasília-DF e na Chapada dos Veadeiros-GO. Em Campo, o plano prático é realizar procedimentos de observação, análise e representação das paisagens, além de intervenções artísticas e sociais na interação com moradores e estudantes locais. Os conteúdos sobre a formação natural, social, econômica, política e cultural, tanto da região da capital federal quanto da região da Chapada, são estudados antes, durante e depois da viagem, principalmente nas disciplinas de Artes, Geografia, Sociologia, Literatura, História e Biologia, dando caldo interdisciplinar ao projeto. Por se tratar de um contexto específico de pedagogia, de escola e de alunos no último ano escolar (GUERRA e outros, 2006), a Estética é o principal eixo de articulação entre as disciplinas. Além disso, é também importante fazer com que os estudantes reconheçam a funcionalidade e a monumentalidade daquilo que está no foco da observação e da leitura. Isso aprendemos no contexto da pedagogia Waldorf e na montagem do primeiro projeto de pesquisa para o mestrado, quando reconsultamos os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) do Ensino Médio.

10 Ao se deparar com os diversos monumentos de Brasília e no desafio de reproduzir artisticamente tais paisagens no papel, o estudante traça as perspectivas de um tempo passado sobre um espaço presente, para assim aprimorar o traçado que virá a reproduzir no seu próprio futuro. A mesma prática pode se realizar em qualquer lugar, variando o poder e a força de como o projeto pedagógico se constrói e se realiza. Os inúmeros encontros necessários para se fazer um projeto como esse, colocam os diversos participantes diante da necessidade de superar as diferenças existentes entre si, nos mais variados planos. Esse exercício de encontrar pontos de convergência à realização de um bem-estar maior que é a formação, calibra e fortalece toda a comunidade no exercício de superar as diferenças para a montagem de um plano futuro comum. Assim, a geografia e a prática de ensino apresentam condições de colaborar efetivamente com o desenho de um projeto de país e de mundo, a começar pelo entorno do qual somos capazes de operar. Há ainda o ponto específico da localização do Trabalho de Campo, principalmente no que se refere à Brasília. Conhecer, observar, ler, interpretar e refletir a partir daquela geograficidade de cidade planejada, fruto de antigas estratégias, planos e decisões políticas, é algo bastante significativo no que se refere à aproximação indicada no título deste trabalho. Também o é, quando levamos nossos jovens para aprimorar os traços e perspectivas de seus próprios desenhos, tendo como base os monumentos, as cores e os odores da capital federal. Isso porque possibilita ao participante a interpretação e a representação da cidade polo de onde se desenha o país que se quer ter, bem como de onde se tomam as decisões políticas determinantes ao seu presente e futuro. Contudo, realçam-se de grandeza as descobertas e os desenhos produzidos pelos jovens, os fazendo perceber que conhecer a capital federal é por si só uma questão estratégica, caso consideremos um dia voltar para reivindicar por um projeto de país mais condizente com as necessidades de quem está distante do bloco histórico dono do poder do Estado. Pena não termos mais espaço para dividir o enorme conjunto de considerações que ficaram de fora deste relato, tanto no que se refere ao Projeto VIDAS em específico

11 quanto nas demais situações relacionadas à prática de ensino em geografia, às políticas públicas e ao planejamento estratégico, que no conjunto dos seus movimentos, julgamos ser necessário aproximar. Criaremos espaço para expor e dividir com o mundo o que mais temos feito. Pude perceber a lógica da alienação e também da desalienação (MOREIRA, 2009) em minha própria vida, no meu cotidiano como professor e pesquisador, atuando com o intuito de que cada trabalhador (o estudante também trabalha) se perceba como alienado, e assim crie em si próprio a possibilidade da desalienação. Mas só isso não basta, é preciso convencer quem detém o poder (sobre as relações e sobre os territórios) a reestruturar seus planos de desenvolvimento em favor de cada lugar e de todos os lugares e necessidades em rede. BIBLIOGRAFIA BRASIL. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos - SPI. Estudo da Dimensão Territorial para o Planejamento Brasília: MP, CASTROGIOVANNI, Antônio Carlos et al (orgs.). Geografia em sala de aula: práticas e reflexões. Porto Alegre: Associação dos Geógrafos Brasileiros Seção Porto Alegre, GARCIA, R. L. O BRASIL QUE VIVE(RE)MOS - Dissertação de mestrado defendida no Programa de Estudos Pós-Graduados em Geografia da PUC/SP, GUERRA, M. M., RHEINGANTZ, A. e outros [Coord.]. A PEDAGOGIA WALDORF: 50 ANOS NO BRASIL. São Paulo: Escola Waldorf Rudolf Steiner, 2006.

12 MOREIRA, Ruy. O MOVIMENTO OPERÁRIO E A QUESTÃO CIDADE-CAMPO NO BRASIL, Estudo sobre Sociedade e Espaço. 1ª Edição. Petrópolis: Vozes, E 2ª edição. Rio de Janeiro: Consequência, O QUE É GEOGRAFIA 2ª Ed.. São Paulo: Brasiliense Pensar e Ser em Geografia. Campinas: Contexto, Geografia e práxis: a presença do espaço na teoria e na prática geográficas Campinas: Contexto, PARÂMETROS Curriculares Nacionais. Ensino Médio. Ciências Humanas e suas Tecnologias. Brasília: MEC, PONTUSCHKA, Nídia N; PAGANELLI, Tomoko I; CACETE, Núria H. Para Aprender e Ensinar Geografia. São Paulo, Cortez, SANTOS, M. Por uma outra globalização do pensamento único à consciência universal São Paulo: Record, VESENTINI, José William. Para uma geografia crítica na escola. São Paulo: Ática, 2001.

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