RELATÓRIO MENSAL DE CONJUNTURA ECONÔMICA ABRIL 2005

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1 MINISTÉRIO DA FAZENDA SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS SUSEP RELATÓRIO MENSAL DE CONJUNTURA ECONÔMICA ABRIL 2005 Rio de Janeiro, 13 de abril de 2005.

2 1. Conjuntura atual O objetivo deste Relatório Mensal é manter um acompanhamento do cenário econômico com que as empresas supervisionadas se deparam, especificamente em relação ao comportamento do mercado financeiro e seu impacto no Resultado do mercado e nas vendas esperadas em função do nível de atividade econômica. Sendo assim, comentamos neste relatório a última reunião do COPOM, os comportamentos recentes do mercado de ações, juros e câmbio; apresentamos as projeções do mercado para PIB, inflação, juros e câmbio; e apresentamos nossas projeções e comentários sobre a dinâmica do mercado supervisionado COPOM O COPOM em sua reunião de número 106, realizada nos dias 15 e 16/03 decidiu por unanimidade mais uma vez elevar a taxa SELIC em 0,5%, de 18,75% ªª para 19,25% ªª. A ata da reunião em seu item 25 e 26 comenta que o cenário de referência do COPOM aponta para uma inflação em 2005 superior à meta de 5,1%. Entretanto, para 2006 e para os próximos 12 meses, de acordo com o modelo interno do BC, a projeção é que o IPCA convirja para a meta do CMN. Assim, o ata conclui que o ciclo de aperto monetário iniciado em set/04 já se reflete em resultados mais favoráveis para a inflação. Apesar do tom otimista em relação à inflação, a Ata alerta para os riscos de focos localizados de pressão na inflação e da deterioração recente do cenário externo, que envolvem a evolução dos preços do petróleo e a condução da política monetária americana. Provavelmente, pelo tom da Ata, teremos uma estabilização da SELIC nos próximos meses, caso o cenário externo não apresente uma evolução muito desfavorável. O mercado de renda-fixa tem estado pessimista com a evolução do cenário externo e acusa um deslocamento das curvas de juros nos últimos dias, conforme se verifica na figura Renda Variável Depois da forte valorização de fevereiro, de 15,5%, o índice IBOVESPA, em março, acumulou queda de 5,43%, fechando o mês aos pontos. No acumulado do ano a valorização é de 1,71%. Os investidores estrangeiros, em março, retiraram recursos da bolsa. A alta dos juros nos EUA seguida de uma declaração de que o FED estaria preocupado com possíveis pressões inflacionárias e novas altas do petróleo aumentaram a percepção de risco no mercado, o que somado a um movimento de realização de lucros derrubaram as cotações do Ibovespa. 2

3 Ibovespa /1/ /1/ /1/ /1/ /1/2005 7/2/ /2/ /2/ /2/2005 7/3/ /3/ /3/ /3/2005 4/4/2005 Figura 1 IBOVESPA Fonte: Banco Central do Brasil 1.3. Renda Fixa Há um deslocamento das curvas mais recentes, em função da nova alta da SELIC, em 16/3. Ademais os juros futuros ficam pressionados por conta de uma visão mais pessimista em relação à inflação. A expectativa em relação aos preços do petróleo tem grande responsabilidade nesse pessimismo. Estrutura da Taxa de Juros /2/ /3/ /3/2005 Figura 2 Estrutura a termo Fonte: ANDIMA 1.4. Câmbio Depois de cair 2,8% em dezembro/04; 1,11% em janeiro e 1,14% em fevereiro, o dólar, em março, se recupera subindo 2,74%. Em 2005, o dólar acumula ligeira alta de 0,44%. No dia 15/3, o câmbio atinge um pico de R$2,76, mas acaba fechando o mês em R$2,66. Contribuiu para essa reversão de tendência a entrada do Banco Central no mercado comprando dólar à vista e realizando operações de swap de câmbio X CDI. Sem a atuação compradora do BC, a tendência é continuar a depreciação do dólar, vide sucessivos e fortes superávits comerciais elevadas taxas de juros domésticas vis a vis as taxas internacionais. 3

4 Câmbio (R$/US$) /12/ /12/ /12/ /1/ /1/2005 9/2/ /2/2005 9/3/ /3/2005 6/4/2005 Figura 3 Taxa de câmbio Fonte: Banco Central do Brasil 2. Projeções do Mercado De acordo com o último Relatório de Mercado (01/04/2005) divulgado pelo BACEN, as projeções para 2005 de inflação, PIB, câmbio e juros básicos são as seguintes: IPCA de 5,88% (5,72% há 4 semanas); crescimento do PIB de 3,69% (3,69% há 4 semanas); SELIC média de 18,83% (18,50% há 4 semanas); SELIC fim de período de 17,5% (17% há 4 semanas) e câmbio a R$2,80 por dólar (R$2,80 há 4 semanas). As expectativas inflacionárias subiram da faixa dos 5,7% há um mês para 5,88%. Além do reajuste dos preços das passagens de ônibus em São Paulo, a quebra de safra de alguns produtos agrícolas está impactando as expectativas de inflação. A última alta da SELIC elevou as expectativas de juros. 3. Impacto no mercado supervisionado 3.1. Projeções para o Mercado Para 2005, estamos estimando o faturamento em R$ 40,4 bilhões (R$30,2 bilhões para os ramos tradicionais e R$ 10,2 bilhões para o VGBL), distribuídos entre ramos e trimestres da seguinte forma: Total Auto Vida (s/vgbl) VGBL Demais ramos 1trim trim trim trim Tot Tabela 1 Faturamento do mercado Em fevereiro, o faturamento de VGBL ficou em R$ 522 milhões, contra R$ 652 milhões no mês passado. Em relação ao primeiro bimestre de 2004 a queda foi de 23%. 4

5 O VGBL, assim como o PGBL parece estar sofrendo uma retração nas vendas com a entrada em vigor das novas regras de tributação em Temos observado nos últimos relatórios que o perfil dos investidores de PGBL deve se alterar frente às novas regras de tributação deste produto implantadas a partir deste ano. O investidor deverá ter uma perspectiva de mais longo prazo e isso deverá se refletir em um menor índice de resgate sobre aplicações. No entanto, não é isso que ocorreu nos dois primeiros meses de Em janeiro, tivemos um resgate de R$ 342 milhões (97% das contribuições) e em fevereiro de R$ 236 milhões (82% das contribuições). A média mensal em 2004 foi de R$ 165 milhões (47% das contribuições). O faturamento de fevereiro, de R$289 milhões, representou queda de 18% em relação a fev/04 e; 20% em relação ao primeiro bimestre de A evolução do faturamento do PGBL e do número de contratos existentes nos últimos 3 anos é ilustrada a seguir na figura 4. Contribuições e Contratos de PGBL R$ 700,000, ,000, ,000, ,000, ,000, ,000, ,000,000-4,000,000 3,500,000 3,000,000 2,500,000 2,000,000 1,500,000 1,000, ,000 - N. contratos jan/02 abr/02 jul/02 out/02 jan/03 abr/03 jul/03 out/03 jan/04 abr/04 jul/04 out/04 jan/05 Contribuições Contratos Figura 4 Contribuições e Contratos de PGBL 5

6 3.2. Indicadores Financeiros Indicadores consolidados para Seguradoras Indicadores do Mercado (fev/2005) dez/03 Mercado 10 Maiores Mediana Margem de lucro operacional de seguros 2.1% 3.1% -1.3% Margem de lucro operacional de previdência 4.0% 1.0% 0.0% Margem de lucro operacional com RF 20.7% 20.8% 10.8% Margem Líquida 40.4% 33.7% 6.1% Lucratividade Patrimonial 6.5% 7.9% 1.3% Resultado de Investimentos / Lucro Líquido 69.6% 65.2% 0.0% Prêmios Retidos / PL 18.4% 25.7% 23.2% Aplicações / Prêmios Ganhos % % 566.4% Indicadores do Mercado (fev/2004) dez/04 Mercado 10 Maiores Mediana Margem de lucro operacional de seguros 0.7% 2.9% -2.4% Margem de lucro operacional de previdência -6.1% -29.1% 0.0% Margem de lucro operacional com RF 21.5% 24.6% 10.5% Margem Líquida 18.2% 18.5% 5.3% Lucratividade Patrimonial 3.0% 2.9% 1.3% Resultado de Investimentos / Lucro Líquido 44.1% 48.7% 0.0% Prêmios Retidos / PL 22.7% 19.8% 29.8% Aplicações / Prêmios Ganhos % % 635.0% Tabela 2 Indicadores do mercado de seguros O mercado apresenta seu faturamento bastante concentrado (56,7% dos prêmios ganhos originados nas 10 maiores em fev/05, contra 56,4% das 10 maiores em fev/04), fazendo com que os indicadores das 10 maiores sejam semelhantes ao apresentado pelo mercado de modo agregado. Com esse fato em mente passemos a analisar a tabela acima. Conforme já foi visto no relatório passado, em 2005 há uma melhora nas margens operacionais tanto em seguros quanto em previdência. No caso específico deste último ramo de operação, o ano de 2004 foi impactado por provisionamentos extraordinários de grandes empresas, o que tornou as margens muito negativas. O resultado financeiro foi menor, apesar do aumento das receitas, por conta de despesas financeiras expressivamente mais elevadas entre as maiores, o que levou a margem operacional com RF a declinar em fev/05. A margem líquida e a lucratividade patrimonial aumentaram expressivamente por conta de forte aumento do Lucro Líquido, que por sua vez tem sua origem no resultado de investimentos de controladas e coligadas, de R$ 1,08 bilhão em fev/05 contra R$ 269 milhões em fev/04. O indicador Resultado de Investimentos / Lucro Líquido sai de 44,1% em fev/04 para 69,6% em fev/05, denotando o fato anteriormente descrito. Os prêmios retidos / PL sobem quase 6% entre as maiores e caem 6,6% na mediana do mercado. No geral, há uma queda de 4,3%, denotando aumento de folga na 6

7 solvência do mercado. As razões para tal fato são o aumento do PL de 18% (fev/05 x fev/04) e queda de 4% dos Prêmios Retidos Indicadores Consolidados para Empresas de Capitalização Indicadores do Mercado (fev/2005) dez/03 Mercado 3 Maiores Mediana Margem de lucro operacional 4% 21% -11% Margem de lucro operacional com RF 107% 157% 108% Margem Líquida 18% 23% 11% Lucratividade Patrimonial 6% 8% 2% Resultado de Investimentos / Lucro Líquido 35% 41% 0% Aplicações / Receitas Líquidas 1220% 1253% 1023% Indicadores do Mercado (fev/2004) dez/04 Mercado 3 Maiores Mediana Margem de lucro operacional -32% -125% 1% Margem de lucro operacional com RF 114% 301% 40% Margem Líquida 11% 13% 15% Lucratividade Patrimonial 4% 5% 2% Resultado de Investimentos / Lucro Líquido 10% 6% 0% Aplicações / Receitas Líquidas 1165% 1230% 986% Tabela 3 Indicadores do mercado de capitalização O mercado de capitalização também se apresenta bastante concentrado. As 3 maiores empresas representam 57% das Receitas Líquidas. Quanto aos indicadores de margem de lucro, observamos uma divergência na direção dos mesmos, pois enquanto as margens operacionais das maiores e do mercado melhoram, cai a margem da mediana. E ao mesmo tempo, considerando o Resultado Financeiro, as margens caem entre as maiores e no mercado, subindo na mediana. Isso se deve a um aumento muito maior da Receita Líquida em relação às despesas de resgate entre as maiores, o que faz aumentar a margem operacional e ao mesmo tempo as maiores vêem reduzida sua receita financeira em 5% e aumentadas as despesas financeiras em 11%. Nas demais empresas o Resultado Financeiro aumentou em 37%, fruto de um aumento de 19% nas receitas financeiras e estabilidade nas despesas. O resultado dos investimentos, assim como no mercado de seguros, representou grande parte do Lucro Líquido em fev/05, diferente de fev/04. A lucratividade patrimonial cresce em função do resultado de investimentos, uma vez que as margens operacionais com Resultado Financeiro decresceram no mercado. A margem líquida apresenta melhora também em função dos resultados de investimentos, os quais não estão presentes na mediana do mercado, que apresenta queda nesse indicador. 3.3 Margens por ramo de seguro A partir deste relatório estaremos exibindo as margens de lucro (ou margem de contribuição) dos principais ramos da indústria e sua evolução no tempo. 7

8 Apresentamos abaixo as margens para o ramo Automóvel (31 e 53), Vida (91, 93 e 97) e Patrimonial (11,12,13,14,15,16,17,18,41,42,43,67,71,73,76,96) no acumulado do ano de 2005 comparando com o ano de Ramo fev/05 fev/04 Automóvel 11,94% 9,72% Vida (s/vgbl) 27,41% 25,34% Patrimonial 32,61% 32,79% Como vemos, as margens melhoram nos ramos Automóvel e Vida e ficam praticamente constantes no ramo Patrimonial. Nos relatórios subseqüentes segmentaremos as margens por ramos e tamanho de empresa. Responsável pela elaboração deste relatório: André Silva Oliveira SUSEP/DECON/GEACO Divisão de Estudos Econômicos - DIEEC 8

9 Glossário dos indicadores usados: Margem de Lucro Operacional de Seguros (Prêmios Ganhos Despesas Administrativas Despesas de Comercialização Sinistros Retidos Outras Despesas Operacionais + Outras Receitas Operacionais) / Prêmios Ganhos Margem de Lucro Operacional (Capitalização) (Receitas Líquidas de Capitalização Despesas Administrativas - Despesas com Tributos Despesas de Comercialização Despesas com Títulos Resgatados e Sorteados Outras Despesas Operacionais + Outras Receitas Operacionais) / (Receitas Líquidas de Capitalização - Despesas com Títulos Resgatados e Sorteados) Margem de Lucro Operacional (Previdência) (Rendas de Contribuições Retidas + Variação das Provisões Técnicas Despesas com Benefícios e Resgates Despesas Administrativas Despesas de Comercialização Outras Despesas Operacionais + Outras Receitas Operacionais) / Rendas de Contribuições Retidas Margem de Lucro Operacional de Seguros com Resultado Financeiro (Prêmios Ganhos Despesas Administrativas Despesas de Comercialização Sinistros Retidos Outras Despesas Operacionais + Outras Receitas Operacionais + Receitas Financeiras Despesas Financeiras) / Prêmios Ganhos Margem de Lucro Operacional com Resultado Financeiro (Capitalização) (Receitas Líquidas de Capitalização Despesas Administrativas Despesas de Comercialização Despesas com Títulos Resgatados e Sorteados Outras Despesas Operacionais + Outras Receitas Operacionais + Receitas Financeiras Despesas Financeiras) / (Receitas Líquidas de Capitalização - Despesas com Títulos Resgatados e Sorteados) Margem Líquida (Seguros) Lucro Líquido / Prêmios Ganhos Margem Líquida (Capitalização) Lucro Líquido / Receitas Líquidas Lucratividade Patrimonial Lucro Líquido / Patrimônio Líquido Resultado de Investimentos / Lucro Líquido (Seguros) Ajustes de Investimentos em Coligadas e Controladas / Lucro Líquido Resultado de Investimentos / Lucro Líquido (Capitalização) Resultado Patrimonial / Lucro Líquido Aplicações / Prêmios Ganhos (Seguros) Aplicações Financeiras de Curto e Longo Prazo / Prêmios Ganhos Aplicações / Receita Líquida (Capitalização) Aplicações Financeiras de Curto e Longo Prazo / Receita Líquida 9

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