Mercado. de Seguros DESEMPENHO EM

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3 A ESCOLA NACIONAL DE SEGUROS A Escola Nacional de Seguros foi fundada em 1971, com a missão de desenvolver o mercado de seguros através da geração e difusão de conhecimento e da capacitação de profissionais. A princípio com um ensino voltado para a parte técnica, a Escola elaborou o curso para formação e habilitação de corretores de seguros o mais requisitado entre os oferecidos pela instituição e outros programas educacionais, como palestras, workshops, seminários e apoio a pesquisa, atividade que hoje se dá sob a competência do Centro de Pesquisa e Economia do Seguro (CPES). Com a crescente demanda por qualificação de nível superior, em 2005, a Escola foi autorizada pelo Ministério da Educação (MEC) a ministrar, no Rio de Janeiro, a graduação em Administração de Empresas com ênfase em Seguros e Previdência, a primeira do Brasil com tais características. Desde 2009, o curso também é dado em São Paulo. Em menos de uma década, a Escola tornou-se a terceira melhor faculdade de Administração das cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, considerando o ranking do Índice Geral de Cursos (IGC), medido pelo Inep/MEC. Por sua excelência na área de administração, seguros e previdência, a instituição fundou, em 2014, o Centro de Pesquisa e Economia do Seguro (CPES), com o objetivo de analisar os caminhos da indústria de seguros nacional, provendo-a de novos conhecimentos e tecnologias sobre os principais temas que afetam esse mercado: mudanças climáticas, mortalidade no trânsito e aspectos da demografia brasileira. A Escola Nacional de Seguros tem sede no Rio de Janeiro, conta com outras doze unidades regionais e está presente em cerca de 80 cidades de todo o país, através de parcerias, atendendo a mais de 10 mil alunos por ano, por meio de aulas e eventos presenciais e também à distância. Consegue, assim, manter e expandir o elevado padrão de qualidade que é sua marca, bem como ratificar sua condição de maior e melhor escola de seguros do Brasil. Escola Nacional de Seguros

4 Arrecadação das seguradoras (área da Susep) Os dados divulgados pela Susep mostram que, em janeiro/dezembro de 2014, o faturamento do mercado regulado pela autarquia atingiu quase R$ 194 bilhões, o que representou aumento nominal de 9,2% sobre o volume no mesmo período de Esse percentual se compara desfavoravelmente com os 13,4% de acréscimo da mesma variável em jan./dez. de 2013 sobre jan./dez. de Como a inflação no período com base no IPCA foi de 6,4%, infere-se que houve aumento real da receita de 2,8%. Como porcentagem do PIB, a arrecadação dos produtos regulados pela Susep foi de 3,8% em jan./dez. de 2014, com aumento de 0,1 ponto percentual sobre o dado correlato de O faturamento dos seguros de pessoas mostrou, em jan./dez. de 2014, alta de 11,6% sobre jan./dez. de Tal percentual mostrou-se acima do verificado em jan./dez. de 2013 sobre jan./dez. de 2012, quando a alta foi de 7,9%. Vale destacar a recuperação das contribuições do VGBL individual no período, que subiram 14,9% em jan./dez. de 2014 sobre igual período de No início de 2014, as taxas de variação dessas contribuições chegaram a ser negativas. Os prêmios de seguros de vida individual, vida coletivo e prestamista tiveram variações de 16,7%, 0,4% e 12,4%, nessa ordem. Apesar do bom desempenho do seguro de vida individual, a taxa representa desaceleração, tendo-se em conta que, no mesmo período de 2013, a variação da receita correspondente foi de +23,2% sobre As contribuições a planos tradicionais exibiram alta de 3,5% no período. Assim, os produtos de risco do ramo vida tiveram alta da receita de apenas 6,8% em jan./dez. de 2014, frente a jan./dez. de A alta nos produtos de acumulação foi de 13,2%. Extraindo-se o efeito inflacionário, observa-se que a arrecadação dos seguros de pessoas/produtos de risco permaneceu quase estável em relação a 2014 (+0,4%), enquanto a de seguros de pessoas/produtos de acumulação cresceu 6,8%, em termos reais. A arrecadação de prêmios de seguros gerais cresceu 6,8% em jan./dez. de 2014 sobre jan./ dez. de 2013, expansão bem abaixo daquela verificada em jan./dez. de 2013 contra jan./dez. de 2012: esta foi de 19,3%, e pouco acima da inflação anual de 6,4%, refletindo o baixo desempenho da economia. Nesse grupo, o faturamento do seguro de automóveis cresceu 6,9% sobre jan./dez. de 2013, percentual que se compara desfavoravelmente aos 18,7% em jan./dez. de 2013 sobre jan./dez. de O faturamento do seguro patrimonial também mostrou aceleração, com crescimento de 7,1% em jan./dez. de 2014, frente a jan./dez. de A receita das empresas de capitalização manteve desempenho nominal positivo, aumentando 4,3% em jan./dez. de 2014 em relação a jan./dez. de Porém, esse dado está bem abaixo dos 26,5% obtidos em jan./dez. de 2013 sobre jan./dez. de 2012, exibindo perda relativa (frente à inflação de 6,4%). Os dados atestam o impacto desfavorável da desaceleração do PIB e do aumento da inflação sobre o mercado de seguros nacional. É importante mencionar que o mercado, como um todo, ainda assim conseguiu manter taxa de expansão real positiva (acima da inflação) de sua receita total. 4 MERCADO DE SEGUROS DESEMPENHO EM 2014

5 FATURAMENTO DO MERCADO DE SEGUROS PRIVADOS (EM R$ MILHÕES) JAN-DEZ 2013 JAN-DEZ 2014 VAR. (13-14) Seguros de pessoas: ,6% Produtos de acumulação: ,2% PGBL ,7% VGBL individual ,9% VGBL coletivo ,8% Planos tradicionais ,5% EAPP ,8% Produtos de risco: ,8% Vida individual ,7% Vida coletivo ,4% Prestamista ,4% Acidentes Pessoais individual ,7% Acidentes Pessoais coletivo ,9% Outros seguros de pessoas ,3% Seguros gerais: ,8% Automóvel ,9% DPVAT ,3% Responsabilidade Civil ,2% Patrimonial ,1% Transportes ,7% Habitacional ,6% Riscos Financeiros, dos quais: ,6% Garantias ,3% Crédito ,7% Outros seguros gerais ,5% Capitalização ,3% Total Mercado Seguros, Previdência complem. aberta e Capitalização / Susep ,2% FONTE DOS DADOS PRIMÁRIOS: SUSEP 18/03/2015. MERCADO DE SEGUROS DESEMPENHO EM

6 Saúde Suplementar (ANS) As receitas de contraprestações das operadoras médico-hospitalares foram de R$ 93 bilhões no terceiro trimestre de 2014, o que representa 16,0% a mais em relação à receita do terceiro trimestre de 2013, quando a mesma atingiu R$ 80,2 bilhões. As despesas assistenciais avançaram 16,0%, ao passarem de R$ 67,4 bilhões para R$ 78,2 bilhões. Com isso, a sinistralidade das operadoras de saúde manteve-se no mesmo patamar de 84,0% no período. SAÚDE SUPLEMENTAR (R$ MILHÕES) JAN-SET 2013 JAN-SET 2014 VARIAÇÃO Operadoras médico-hospitalares Receitas ,0% Despesas ,0% Sinistralidade 84,0% 84,0% 0,0% DADOS DISPONÍVEIS ATÉ SETEMBRO DE FONTE: ANS 25/11/2014. Sinistralidade e despesas de comercialização dos seguros privados regulados pela Susep A sinistralidade do mercado de seguros subiu fortemente em 2014, se comparada a No grupo de seguros de pessoas, exceto VGBL, a variável passou de 30,8%, em jan./dez. de 2013, para 31,8%, em jan./dez. de 2014, portanto, com alta de 1,0 ponto percentual. O índice de despesas de comercialização (IDC), exceto VGBL, teve um acréscimo de 1,4 ponto percentual no mesmo período de comparação. Nesse grupo, foram destaques: o seguro de vida coletivo, com alta de 1,5% na sinistralidade entre jan./ dez. de 2013 e jan./dez. de 2014, e de 0,7% no IDC entre essas datas; acidentes pessoais individual, que teve queda de 13,1% na sinistralidade e de 2,1% no IDC; e prestamista, com alta na sinistralidade de 2,1% e queda de 0,6% no IDC. Os outros produtos de risco de tal grupo vida individual e AP coletivo mostraram, respectivamente, variação na sinistralidade (+7,9% e -0,1%) e no IDC (+16,4% e +0,5%). No grupo de seguros gerais, a sinistralidade subiu de 49,9%, em jan./dez. de 2013, para 57,8%, em jan./dez. de O índice de despesas de comercialização (IDC) caiu 0,3 ponto percentual entre esses dois períodos. O principal produto do grupo seguro de automóveis experimentou pequena alta na sinistralidade (+1,5%) e no IDC (+0,3%). O segundo produto mais negociado seguros patrimoniais operou com forte alta na sinistralidade (+13,2%), porém exibiu queda no IDC (-6,6%), entre jan./dez. de 2013 e jan./dez. de MERCADO DE SEGUROS DESEMPENHO EM 2014

7 No total do mercado de seguros, a sinistralidade subiu fortemente (6,4 pontos percentuais), passando de 44,0%, em jan./dez. de 2013, para 50,3%, em jan./dez. de O alto grau de competição no mercado e o temor de elevar preços num período de baixo crescimento da economia podem explicar esse resultado. O índice de despesas de comercialização se manteve no mesmo patamar (23,1%), no mesmo período de comparação. SINISTRALIDADE E ÍNDICE DE DESPESAS DE COMERCIALIZAÇÃO DO MERCADO DE SEGUROS PRIVADOS Jan-dez 2013 SINISTRALIDADE Jan-dez 2014 Variação absoluta (13-14) Jan-dez 2013 IDC Jan-dez 2014 Variação absoluta (13-14) Seguros de pessoas: 30,8% 31,8% 1,0% 29,5% 30,9% 1,4% Vida individual 13,0% 20,9% 7,9% 20,9% 37,3% 16,4% Vida coletivo 49,0% 50,5% 1,5% 25,4% 26,1% 0,7% Prestamista 15,6% 17,7% 2,1% 37,0% 36,4% -0,6% Acidentes pessoais individual 36,8% 23,8% -13,1% 14,3% 12,2% -2,1% Acidentes pessoais coletivo 16,5% 16,4% -0,1% 35,4% 35,8% 0,5% Outros seguros de pessoas 32,0% 28,3% -3,7% 22,0% 25,3% 3,4% Seguros gerais: 49,9% 57,8% 7,9% 20,3% 20,0% -0,3% Automóvel 62,7% 64,3% 1,5% 19,2% 19,5% 0,3% DPVAT 86,8% 87,6% 0,8% 1,6% 1,9% 0,3% Responsabilidade civil 48,1% 59,4% 11,2% 17,1% 15,1% -2,0% Patrimonial 33,0% 46,1% 13,2% 40,6% 34,1% -6,6% Transportes 58,4% 67,7% 9,3% 19,7% 20,3% 0,6% Habitacional 26,7% 14,2% -12,5% 7,5% 6,9% -0,7% Riscos financeiros, dos quais: 27,6% 35,7% 8,0% 11,4% 18,2% 6,8% Garantias 16,2% 20,6% 4,4% 9,8% 19,4% 9,7% Crédito 47,7% 71,0% 23,3% 14,2% 15,3% 1,2% Outros seguros gerais 34,4% 42,5% 8,1% 8,0% 12,9% 4,9% Total Mercado Seguros 44,0% 50,3% 6,4% 23,2% 23,1% 0,0% FONTE DOS DADOS PRIMÁRIOS: SUSEP 18/03/2015 MERCADO DE SEGUROS DESEMPENHO EM

8 Demais índices de desempenho das seguradoras reguladas pela Susep ÍNDICES MÉDIOS DE DESEMPENHO DAS SEGURADORAS (R$ MILHÕES) JAN-DEZ 2013 JAN-DEZ 2014 VAR. (13-14) Seguros Sinistralidade 44,0% 50,3% 14,4% Índice de Despesas Comerciais 23,2% 23,1% -0,1% Resultado com Seguros (PG - SR - DC)* ,4% Previdência Receitas de Contribuições e Prêmios de VGBL (líquidas) ,1% Rendas com taxas de gestão ,5% Resultado com Previdência (C + TG - VP - CA - RR)** ,3% Geral Despesas Administrativas ,2% Resultado Financeiro ,0% Resultado Patrimonial ,0% Despesas com Tributos + IR + Contribuição Social ,2% Outras Receitas/Despesas ,5% Lucro Líquido ,4% Patrimônio Líquido ,4% Rentabilidade do Patr. Líq. (%) (anualizada) 22,0% 23,7% 1,7% (*) PRÊMIOS GANHOS - SINISTROS OCORRIDOS - CUSTOS DE AQUISIÇÃO. (**) CONTRIBUIÇÕES + TAXA DE GESTÃO - VARIAÇÃO PROVISÕES - CUSTO AQUISIÇÃO + RESULTADO RESSEGURO. FONTE: SUSEP 18/03/ MERCADO DE SEGUROS DESEMPENHO EM 2014

9 No total das seguradoras, o resultado das operações com seguro mostrou alta de 5,4% entre jan./dez. de 2013 e jan./dez. de Nas suas operações com previdência, as receitas de contribuições e prêmios caíram 4,1% no mesmo período de comparação, passando de R$ 867 milhões para R$ 831 milhões. Já as rendas com taxas de gestão aumentaram 10,5%. Com isso, o resultado com previdência aumentou 5,3%, passando de R$ 4,95 bilhões, em jan./dez. de 2013, para R$ 5,21 bilhões, em jan./dez. de Tal resultado está abaixo da inflação e influenciado pelo já comentado aumento na sinistralidade. As despesas administrativas tiveram crescimento de 12,2% entre jan./dez. de 2013 e jan./dez. de 2014, portanto, acima da inflação. Contudo, o resultado financeiro e o resultado patrimonial mostraram aumentos expressivos de 70,0% e 12,0%, respectivamente, compensando os demais fatores problemáticos e fazendo com que o lucro agregado do setor tivesse aumento de 12,4% em termos nominais e, dada a inflação de 6,4% no período (IPCA), subiu 6,0%, em termos reais. Já o patrimônio líquido médio das seguradoras, entre janeiro e dezembro de 2014, cresceu 4,4% em relação ao mesmo período de Assim, a rentabilidade do patrimônio líquido das seguradoras manteve-se elevada, passando de 22,0%, em jan./dez. de 2013, para 23,7%, em jan./dez. de Os gráficos 1 e 2 abaixo mostram a evolução, em 12 meses em termos reais, dos resultados financeiro e patrimonial, do lucro líquido das seguradoras bem como da taxa de retorno do patrimônio líquido das mesmas. Vê-se que, no final de 2014, o acréscimo do resultado financeiro não foi suficiente para evitar pequena queda no lucro líquido e na rentabilidade do patrimônio líquido. SEGURADORAS (ÁREA DA SUSEP): LUCRO LÍQUIDO E RESULTADOS FINANCEIRO E PATRIMONIAL (R$ MILHÕES CONSTANTES DE DEZ. 2014; DEFLATOR IPCA) DEZ-11 ABR-12 AGO-12 DEZ-12 ABR-13 AGO-13 DEZ-13 ABR-14 AGO-14 DEZ-14 Res. financeiro Res. patrimonial Lucro líquido FONTE: SUSEP. MERCADO DE SEGUROS DESEMPENHO EM

10 SEGURADORAS (ÁREA DA SUSEP): RENTABILIDADE DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (%) 30,0% 25,0% 20,0% 15,0% 10,0% 5,0% 0,0% DEZ-11 FEV-12 ABR-12 JUN-12 AGO-12 OUT-12 DEZ-12 FEV-13 ABR-13 JUN-13 AGO-13 OUT-13 DEZ-13 FEV-14 ABR-14 JUN-14 AGO-14 OUT-14 DEZ-14 FONTE: SUSEP Índices de desempenho das EAPC Nas EAPC, os custos de aquisição tiveram crescimento de 47,8%, e as despesas administrativas, de 4,0%, entre jan./dez. de 2013 e jan./dez. de O resultado financeiro foi de R$ 81,4 milhões (alta de 65,0%), e o resultado patrimonial ficou negativo em jan./dez. de 2013 e de O lucro líquido agregado do setor foi de R$ 30,2 milhões, em jan./dez. de A rentabilidade do patrimônio líquido ficou em 4,6%, no período de jan./dez INDICADORES DE DESEMPENHO DAS EAPC (R$ MILHÕES) JAN-DEZ 2013 JAN-DEZ 2014 VAR. (13-14) Custo de Aquisição 37,9 56,0 47,8% Despesas Administrativas 110,1 114,5 4,0% Resultado Financeiro 49,3 81,4 65,0% Resultado Patrimonial -6,9-5,9 - Lucro Líquido -7,6 30,2 - Patrimônio Líquido + Patrimônio Social 593,2 651,7 9,9% Rentabilidade do Patr. Líq. (%) (anualizada) -1,3% 4,6% - FONTE: SUSEP 18/03/ MERCADO DE SEGUROS DESEMPENHO EM 2014

11 Índices de desempenho das empresas de capitalização Os custos de aquisição das empresas de capitalização tiveram alta de 2,1%, entre jan./dez. de 2013 e jan./dez. de As despesas administrativas se elevaram em 11,4% no mesmo período de comparação. O resultado financeiro subiu 91,3%, e o resultado patrimonial caiu 51,7%. O lucro agregado do setor aumentou 35,6%, bem acima dos 4,3% de expansão do faturamento. A rentabilidade do patrimônio líquido cresceu de 24,7%, em jan./dez. de 2013, para 37,6%, em jan./dez. de INDICADORES DE DESEMPENHO DAS EMPRESAS DE CAPITALIZAÇÃO (R$ MILHÕES) JAN-DEZ 2013 JAN-DEZ 2014 VAR. (13-14) Custo de Aquisição ,1% Despesas Administrativas ,4% Resultado Financeiro ,3% Resultado Patrimonial ,7% Lucro Líquido ,6% Patrimônio Líquido ,7% Rentabilidade do Patr. Líq. (%) (anualizada) 24,7% 37,6% 12,9% FONTE: SUSEP 18/03/2015. MERCADO DE SEGUROS DESEMPENHO EM

12 Índice de desempenho das resseguradoras locais Os prêmios de resseguro das resseguradoras locais, brutos de comissões, tiveram alta de 17,6% entre jan./dez. de 2013 e jan./dez. de A sinistralidade caiu no mesmo período de comparação, indo de 88,3% para 78,0%. Idem para o índice combinado, que diminuiu de 103,1% para 99,0%. O resultado financeiro foi excelente: houve alta de 74,8% entre os dois anos, fato que contrasta com o resultado patrimonial, que caiu 18,4%. Desse modo, o setor passou de um lucro de R$ 261 milhões, em jan./dez. de 2013, para um lucro de R$ 685 milhões, em jan./dez. de A rentabilidade do patrimônio líquido médio anual apresentou melhora significativa, saindo de 5,5%, em jan./dez. 2013, para 12,9%, no mesmo intervalo de Os prêmios de resseguros do mercado brasileiro (auferidos pelas locais, admitidas e eventuais) cresceram 10,4% entre jan./dez e jan./dez Com isso, a retenção geral de prêmios no mercado de seguros diminuiu, caindo de 90,4% para 90,1%. INDICADORES DE DESEMPENHO DAS RESSEGURADORAS LOCAIS (R$ MILHÕES) JAN-DEZ 2013 JAN-DEZ 2014 VAR. (13-14) Prêmios de Resseguro ,6% Sinistralidade 88,3% 78,0% -11,6% Índice Combinado 103,1% 99,0% -4,0% Resultado Financeiro ,8% Resultado Patrimonial 56,7 46,3-18,4% Lucro Líquido ,8% Patrimônio Líquido ,2% Rentabilidade do Patr. Líq. (%) (anualizada) 5,5% 12,9% 134,3% Memo: Prêmios de Resseguro (locais, eventuais e admitidas) ,4% Prêmios Diretos de Seguros (sem VGBL) ,1% Retenção geral (1-PDR/PDS) 90,4% 90,1% -0,3% FONTE: SUSEP 18/03/ MERCADO DE SEGUROS DESEMPENHO EM 2014

13 Ativos garantidores das seguradoras reguladas pela Susep As aplicações dos ativos garantidores das provisões continuam fortemente concentradas em cotas de fundos de investimento e em títulos de renda fixa. As aplicações de curto prazo (ativo circulante) cresceram 18,5%, entre dez e dez. 2014, e as de longo prazo (ativo não circulante), 17,5%. No primeiro caso, destacam-se o aumento nas aplicações em títulos de renda fixa de 38,0% e a alta de 17,9% das cotas de fundos de investimentos. No segundo caso, sobressaem a alta de 30,1% nas aplicações em títulos de renda fixa e a alta de 1,9% das cotas em fundos de investimentos. ATIVOS GARANTIDORES DAS SEGURADORAS (R$ MILHÕES) DEZ/13 DEZ/14 VARIAÇÃO I.a) Ativo circulante Aplicações ,5% Títulos de renda fixa ,0% Títulos de renda variável ,4% Quotas de fundos de investimentos ,9% Aplicações no exterior 5,8 6,6 13,7% Outras aplicações 120,8 75,3-37,6% Redução ao valor recuperável 77,1 85,9 11,4% I.b) Ativo não circulante Aplicações ,5% Títulos de renda fixa ,1% Títulos de renda variável 14,2 6,4-55,1% Quotas de fundos de investimentos ,9% Aplicações no exterior 0,0 0,0 - Outras aplicações ,1% Redução ao valor recuperável 77,2 52,9-31,5% FONTE: SUSEP 18/03/2015. MERCADO DE SEGUROS DESEMPENHO EM

14 Provisões do mercado segurador regulado pela Susep Em dezembro de 2014, as provisões do mercado segurador regulado pela Susep atingiram R$ 550,9 bilhões, com crescimento de 17,2% sobre dezembro de O destaque de alta foram as provisões de longo prazo de seguros de vida com cobertura de sobrevivência (+25,0%) e as provisões de seguros, exceto os VGs, com +16,2%. As provisões das empresas de capitalização cresceram 11,9%, e as das EAPP subiram 1,5% em relação ao mesmo mês de PROVISÕES DAS SEGURADORAS (R$ BILHÕES) DEZ/13 DEZ/14 VARIAÇÃO I.a) Passivo circulante Provisões técnicas de seguros (sem VGs) 64,2 71,9 12,1% Provisões técnicas de seguros de vida com cobertura por sobrevivência 49,4 58,4 18,3% Provisões técnicas de previdência complementar 22,2 25,1 13,0% I.b) Passivo não circulante Provisões técnicas de seguros (sem VGs) 13,5 15,7 16,2% Provisões técnicas de seguros de vida com cobertura por sobrevivência 194,4 243,1 25,0% Provisões técnicas de previdência complementar 99,0 106,2 7,3% I. Provisões de seguros e previdência (Ia + Ib) 442,6 520,5 17,6% II. Provisões das EAPP 0,50 0,51 1,5% III. Provisões de capitalização 26,8 29,9 11,9% IV. Total das provisões 469,9 550,9 17,2% FONTE: SUSEP 18/03/ MERCADO DE SEGUROS DESEMPENHO EM 2014

15 Provisões das seguradoras versus poupança financeira As provisões das seguradoras atingiram 10,9% do saldo da poupança financeira em dezembro de 2014, mostrando acréscimo de 1,9% sobre a mesma variável em dezembro de 2013, o que atesta a crescente importância do mercado de seguros no sistema financeiro nacional. POUPANÇA FINANCEIRA (R$ BILHÕES) DEZ/13 DEZ/14 VARIAÇÃO Poupança financeira (M4) ,0% Participação provisões seguradoras / Poupança financeira 10,7% 10,9% 1,9% POUPANÇA FINANCEIRA = M4 = PAPEL MOEDA EM PODER DO PÚBLICO + DEPÓSITOS À VISTA + DEPÓSITOS ESPECIAIS REMUNERADOS + DEPÓSITOS DE POUPANÇA + TÍTULOS EMITIDOS POR INSTITUIÇÕES DEPOSITÁRIAS + QUOTAS DE FUNDOS DE RENDA FIXA + OPERAÇÕES COMPROMISSADAS REGISTRADAS NO SELIC + TÍTULOS PÚBLICOS DE ALTA LIQUIDEZ. FONTE: SUSEP E IPEADATA 18/03/2015. MERCADO DE SEGUROS DESEMPENHO EM

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