Elaboração. Realização. Acionistas

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2 Elaboração Realização Acionistas

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4 Autores André Barcellos Silveira André de Mendonça Lima Carla Elisabete Steffler Dagoberto Port Fabiana Teixeira de Castro Fernanda Trierveiler Giovanni Vinciprova Nelson Jorge Esquivel Silveira Produção Coordenação: Fábrica de Comunicação Ellen Sezerino Projeto Gráfico e Capa: Rodrigo Lóssio Diagramação: Márcio Labes Fukuda

5 Apresentação A Usina Hidrelétrica Campos Novos está localizada no rio Canoas, no planalto de Santa Catarina, na divisa dos municípios de Campos Novos e Celso Ramos. A região atingida pelo lago da usina engloba os municípios de Campos Novos, Celso Ramos, Abdon Batista e Anita Garibaldi. A ENERCAN - Campos Novos Energia S.A. - é a empresa responsável pela construção do empreendimento, que tem uma potência instalada de 880 MW fornecida por três turbinas de 293 MW cada uma. A energia gerada pela hidrelétrica é equivalente a 1/4 do consumo do Estado de Santa Catarina Com relação à vegetação, a área do empreendimento é abrangida pela Mata Atlântica que, pela destruição do hábitat e elevado grau de endemismo, é uma das florestas mais importantes para a conservação mundial. Nas páginas a seguir encontram-se informações, características (descrição física, alimentação, reprodução, hábitat) e curiosidades sobre algumas espécies de vertebrados de interesse popular e que podem ser encontradas nas áreas de influência do empreendimento. Muitos destes aspectos podem ser facilmente observados pela população, despertando o interesse da mesma pela preservação dos animais e dos ambientes em que eles ocorrem. O guia destina-se à população em geral, servindo como subsídio para pesquisas, trabalhos escolares e de turismo ambiental.

6 Localização

7 Índice anfíbios répteis aves 16 Flamenguinho 17 Sapo-cururu 18 Perereca-chica 19 Perereca-do-banheiro 20 Perereca-verde-do-brejo 21 Sapo-martelo 22 Rã-cachorro 23 Rã-crioula 24 Sapo-guarda 25 Rã-touro 28 Cobra-de-vidro 29 Lagartixa-preta 30 Lagarto-teiú 31 Cobra-cega 32 Boipeva 33 Boipeva-serrana 34 Cobra-coral-verdadeira 35 Cobra-d água 36 Cobra-lisa 37 Jararaca 38 Jararaca-pintada 42 Gavião-carijó 43 Carrapateiro 44 Marreca-piadeira 45 Seriema 46 Rolinha-roxa 47 Pariri 48 Tiriba-de-testa-vermelha 49 Corujinha-do-mato 50 Beija-flor-de-topete 51 Tucano-de-bico-verde 52 Picapauzinho-verde-barrado 53 Arapaçu-verde 54 Choca-da-mata 55 Bem-te-vi-rajado 56 Suiriri 57 Dançador 58 Sabiá-laranjeira mamíferos 59 Sabiá-coleira 60 Tico-tico 61 Trinca-ferro 62 Cabecinha-castanha 63 Papo-preto 64 Tiê-preto 65 Saíra-viúva 66 Pula-pula-assobiador 70 Gambá 71 Tamanduá-mirim 72 Tatu-galinha 73 Morcego-vampiro 74 Morcego-fruteiro 75 Bugio-ruivo 76 Graxaim-do-mato 77 Quati 78 Mão-pelada 79 Irara 80 Gato-maracajá 81 Jaguatirica 82 Onça-parda 83 Veado-mateiro 84 Glossário 88 Dicas e locais de observação 89 Bibliografia sugerida

8 Como usar o guia Organização do guia As espécies estão organizadas seguindo a sua classificação zoológica, ou seja, agrupadas conforme o parentesco. Cada espécie está ilustrada por uma fotografia. Para cada espécie são fornecidas informações sobre aspectos gerais de sua vida. Esses aspectos, na ordem em que aparecem no texto, são: descrição física (cor, formato, tamanho), distribuição geográfica, ambiente, alimentação, reprodução e curiosidades. Que tal tentarmos conhecer mais estes bichos e assim aumentar nossa compreensão sobre eles? Até que não é tão difícil, afinal, eles são nossos vizinhos; só requer um pouco de tempo e paciência. Principais características dos vertebrados Dos vertebrados, há dois grupos considerados de sangue frio os anfíbios e os répteis. Nesses animais, o controle da temperatura do corpo é feito através do comportamento: o animal fica sob o sol para se esquentar ( lagarteando ), e vai para a sombra e para a água quando a temperatura corporal sobe muito. Como diferenciar anfíbios de répteis? É fácil. Os anfíbios possuem duas fases de vida bem distintas. O jovem é aquático (girino) e se parece com um pequeno peixe, sem patas e com guelras. À medida que cresce, ele sofre metamorfose, isto é, adquire patas, perde a cauda e as guelras e passa a ser um adulto, que vive em terra e respira através de pulmões. Quanto aos répteis,

9 sua pele é seca e possui escamas, ao contrário da dos anfíbios, que é lisa e úmida. As aves e os mamíferos são considerados animais de sangue quente, ou seja, a temperatura do corpo se mantém estável independente do ambiente estar muito quente ou muito frio. Distinguir as aves dos mamíferos também é muito fácil. As aves possuem penas, se reproduzem por ovos e a maioria é voadora. Já os mamíferos possuem o corpo coberto por pêlos, e as mães alimentam seus filhotes com leite. Essas são características exclusivas dos mamíferos, que nenhum outro tipo de animal possui. Glossário No glossário é dada a definição dos termos utilizados no texto. Essas palavras fazem parte do vocabulário científico, e são originadas de outras palavras em outras línguas, principalmente o grego e o latim. Chave de símbolos Junto com a foto de cada animal, encontram-se os símbolos representando, respectivamente: período de atividade, aspecto comportamental, ambiente preferido e hábito alimentar. Esses símbolos são generalizações, e maiores detalhes sobre a espécie podem ser encontrados no respectivo texto. Em alguns casos, pode aparecer uma tarja vermelha sobre a foto, com o significado de que aquela espécie está ameaçada de extinção segundo a Lista de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção (IBAMA 2003). O significado dos símbolos está representado nas páginas seguintes.

10 Período de atividade Diurno: animal que exerce suas atividades, ou a maior parte delas, durante o dia. Noturno: animal que exerce suas atividades, ou a maior parte delas, durante a noite. Diurno-noturno: animal que exerce suas atividades independente do período. Aspecto comportamental Solitário: espécie que tem hábitos solitários a maior parte do tempo. Em pares: espécie que anda em duplas. Gregário: espécie que anda em grupos ou bandos.

11 Ambiente preferido Aquático: animal que habita o meio líquido ou ambientes com bastante água. Semi-aquático: animal que utiliza ambientes terrestres e aquáticos, na zona de transição entre estes. Terrícola: animal que habita o ambiente terrestre. Arborícola: organismo que vive nas árvores, ou passa a maior parte da vida sobre elas. Aéreo: animal que utiliza o espaço aéreo a maior parte do tempo. Status de conservação Ameaçada

12 Hábito alimentar Carnívoro: animal que se alimenta quase exclusivamente de carne. Insetívoro: animal que se alimenta quase exclusivamente de insetos. Onívoro: animal que se alimenta de uma variedade de itens, incluindo plantas, frutos, grãos e outros animais. Frugívoro: animal que se alimenta predominantemente de frutos. Granívoro: animal que se alimenta predominantemente de grãos e sementes. Folívoro: animal que se alimenta quase exclusivamente das folhas das plantas. Hematófago: animal que se alimenta quase exclusivamente de sangue.

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15 Anfíbios

16 Flamenguinho Melanophryniscus gr. tumifrons Espécie de pequeno porte, mede de 2 a 3 cm. Tem coloração escura, geralmente preta, com manchas vermelhas ou alaranjadas na barriga e nas palmas das mãos e pés. O corpo é coberto de verrugas, com um tubérculo grande na ponta do focinho entre os olhos. Sabe-se que ocorre no RS e SC. É comum na área do reservatório durante a época reprodutiva. São noturnos, vocalizando na beira de córregos e banhados com água corrente. Alimentam-se de insetos, em especial de formigas. São avistados somente durante a época de reprodução (agosto e setembro). As fêmeas são maiores que os machos, sendo comum encontrar vários machos agarrados a uma única fêmea. Quando manuseados, assumem uma postura defensiva: ficam imóveis, encolhendo-se e mostrando as partes coloridas das patas e do ventre (veja detalhes na figura acima). 16 anfíbios

17 Sapo-cururu Bufo ictericus Mede entre 10 a 15 cm. Corpo coberto por verrugas, com duas grandes glândulas paratóides de veneno dos lados da cabeça. Os machos podem ser castanhos ou amarelados; as fêmeas são manchadas; nos dois sexos o ventre é claro com manchas castanhas. Ocorrem desde o nordeste até o sul do Brasil, em regiões serranas, sendo muito comuns na área do reservatório. São animais terrestres, ocorrendo em áreas florestadas ou abertas. São encontrados em banhados, córregos e lagoas. Fora do período de atividade escondem-se sob pedras e troncos caídos. Comem insetos, minhocas e até pequenos mamíferos. Reproduzem-se principalmente de julho a janeiro. O veneno desta espécie pode causar alguns problemas para o homem, sendo afetado se, após o manuseio dos animais, colocam as mãos na boca ou nos olhos sem lavá-las. É um veneno cumulativo, podendo não causar reações no primeiro contato, e sim após vários manuseios. anfíbios 17

18 Perereca-chica Hyla minuta Perereca de pequeno porte, mede de 2 a 3 cm. O dorso é castanhoalaranjado, castanho ou bege, algumas vezes esbranquiçado, com duas listras longitudinais paralelas mais escuras; o ventre é claro, com saco vocal amarelo vivo nos machos. Distribuem-se pelo sudeste e sul do Brasil, sendo a espécie mais comum da área do reservatório. São animais subarborícolas, mas geralmente ocupam as bordas das lagoas, banhados e poças, onde ficam sobre a vegetação aquática. Alimentam-se de pequenos insetos. Durante os meses de setembro a fevereiro ocorre o período reprodutivo, quando a fêmea coloca de 150 a 350 ovos sobre as plantas aquáticas. Nessa época, os numerosos machos que ocupam um determinado corpo d água vocalizam em conjunto, realizando concertos ruidosos. O canto é estridente, que apresenta variações. 18 anfíbios

19 Perereca-do-banheiro Scinax fuscovarius Mede de 3,5 a 5 cm. O corpo é de coloração castanho-escura ou castanho-acinzentada, com um padrão de estrias escuras e claras, que varia em cada indivíduo. O ventre é claro com manchas escuras; o saco vocal, nos machos, é negro. Apresentam uma cor amarela viva, com manchas escuras na parte interna das coxas. São comuns no sudeste e sul do Brasil, assim como na área do reservatório. São animais de áreas abertas, podem ser encontrados nas margens dos banhados, lagoas, poças e qualquer outro corpo d água parada. Ficam, geralmente, sobre o solo, mas podem ocupar os arbustos. Alimentam-se de insetos. As fêmeas colocam cerca de a ovos sobre a vegetação aquática, nos meses de primavera e verão. Causam muitos sustos quando encontradas nos banheiros das casas. Dizem que a secreção líquida que esse animal ejeta quando molestado causa cobreiro, mas isso é lenda. anfíbios 19

20 Perereca-verde-do-brejo Sphaenorhynchus surdus Espécie de pequeno porte, medindo de 2 a 4 cm. De coloração verde vivo, com listras claras e escuras laterais e, geralmente, pequenos pontos pretos no dorso. O ventre é verde claro. São endêmicos da Mata Atlântica, ocorrem no sudeste e sul do Brasil, sendo raras na área do reservatório. Ocorrem em corpos d água como açudes, banhados e lagoas, sempre nas partes mais profundas, onde ocupam a vegetação aquática. Alimentam-se de insetos. É uma espécie ameaçada de extinção no Rio Grande do Sul. Como são animais raros, existe pouca informação sobre eles, o que torna muito importante seu registro na região. 20 anfíbios

21 Sapo-martelo Hyla faber Mede de 8 a 10 cm. Possui o dorso bege, alaranjado ou castanho, com uma listra vertebral que inicia no focinho e se estende até o final do corpo; o ventre é branco. Os machos possuem saco vocal negro. Distribui-se desde o nordeste até o sul do Brasil. Na época de reprodução, podem ser encontradas em corpos d água grandes e permanentes, em áreas florestadas ou áreas abertas. Fora do período reprodutivo, ficam sobre as árvores. Alimentam-se de insetos. As fêmeas colocam de a ovos nos meses de dezembro a fevereiro. Na época reprodutiva os machos ficam dentro d água, nas bordas das lagoas ou banhados, fazendo ali um ninho em forma de bacia. Eles vocalizam de dentro dos ninhos chamando as fêmeas para o amplexo. São territoriais, sendo comum terem cicatrizes obtidas em brigas. O nome popular se deve ao canto semelhante a marteladas em objeto metálico. anfíbios 21

22 Rã-cachorro Physalaemus cuvieri Mede de 2,5 a 3,5 cm. A coloração dorsal é variável, de bege a castanho escuro, podendo ser acinzentada, com manchas de formato variado. Apresentam uma faixa escura larga nas laterais, desde o focinho até a cintura. O ventre é branco, manchado de escuro no peito e na garganta; o saco vocal dos machos é preto. Ocorrem desde o nordeste até o sul do Brasil, sendo comuns na área do reservatório. É uma espécie de áreas abertas, podendo ser encontrada em bordas de mato, sob troncos e pedras fora do período de atividade. À noite vocalizam nas bordas das lagoas, açudes e banhados. Alimentam-se de insetos. As fêmeas colocam de 400 a 700 ovos, em ninho de espuma, flutuante, preso à vegetação, durante os meses de setembro a fevereiro. Quando vocalizam, inflam o corpo, boiando em posição característica. Seu canto é semelhante ao latido de um cachorro, o que lhe confere o nome popular. 22 anfíbios

23 Rã-crioula Leptodactylus ocellatus Mede até 13 cm. O dorso é castanho ou castanho-esverdeado, com listras escuras e manchas castanhas, arredondadas, marginadas de branco. Possuem uma mancha (ocelo) maior entre os olhos, que lhes dá o nome ocellatus. O ventre é branco. Os machos apresentam os membros anteriores muito grossos e fortes, com um espinho preto no primeiro dedo. Ocorrem em todo o Brasil. Habitam áreas florestadas e abertas, ocupando as margens dos corpos d água. São carnívoras, comendo desde insetos até outros anuros, além de pequenos mamíferos e filhotes de aves aquáticas. As fêmeas colocam milhares de ovos em um ninho de espuma, e cuidam dos girinos, podendo atacar um predador ferozmente. Produzem uma secreção escorregadia, que é liberada quando manipuladas, favorecendo a fuga. É uma espécie comestível. anfíbios 23

24 Sapo-guarda Elachistocleis ovalis Espécie de porte pequeno, mede de 2 a 4,5 cm. A coloração dorsal é castanha, ou castanho-amarelada. O corpo possui forma triangular, com cabeça curta e pontuda. O ventre é amarelado ou amarelo vivo, e o saco vocal dos machos é preto. Ocorrem no sul do Brasil e são comuns na área do reservatório. Habitam campos abertos, e possuem hábitos subterrâneos. Alimentamse de cupins e formigas. A fêmea deposita de 300 a 700 ovos na superfície da água, durante os meses de outubro a fevereiro. O canto desses animais é um assovio estridente. 24 anfíbios

25 Rã-touro Rana catesbeiana Espécie exótica e de grande porte, medindo de 9 a 20 cm, e chegando a pesar mais de 1 kg. Sua coloração é marrom esverdeada, com ou sem manchas escuras. O ventre é claro, com algumas manchas castanhas. Essa espécie foi introduzida no país por criadouros comerciais e hoje pode ser encontrada em toda a região sul, sendo incomum na área do reservatório. É uma espécie aquática, habitando lagoas, açudes e banhados. São carnívoras e podem comer desde insetos até outros anfíbios, peixes, répteis, aves e mamíferos. As fêmeas colocam cerca de ovos, envoltos em uma massa gelatinosa. A grande quantidade de ovos produzidos, o tamanho corporal e a agressividade desses animais facilitam sua dispersão. Podem causar danos à fauna nativa, pois, como são carnívoras, podem auxiliar na extinção local de algumas espécies de vertebrados. São rãs comestíveis. anfíbios 25

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27 Répteis

28 Cobra-de-vidro Ophiodes cf. striatus Espécie de porte médio, mede até 40 cm. O corpo é alongado, sem membros, possuindo dois apêndices vestigiais próximo à cloaca. A cauda é muito mais longa que o corpo, e possui muitos pontos de autotomia (de quebra). Sua forma geral lembra uma serpente, por isso são chamados de cobras. A coloração do corpo é verde brilhante, com estrias longitudinais escuras. Distribuem-se no sul do Brasil. Ocorre nos campos e matas, com hábitos semi-fossoriais. Comem principalmente insetos, mas podem predar minhocas e outros animais subterrâneos. São vivíparos. Possuem a habilidade de quebrar quando capturados, ou seja, soltam a cauda quando segurados por ela (habilidade de alguns lagartos). Como a cauda é muito longa, e as pessoas não conseguem definir o limite entre ela e o corpo, acreditam que esse lagarto quebra o corpo ao meio. 28 répteis

29 Lagartixa-preta Tropidurus torquatus Espécie de porte pequeno, mede até 30 cm de comprimento, incluindo a cauda. Possui coloração escura com manchas mais claras. Ocorre em todo o Brasil, exceto na Amazônia, sendo comuns na área do reservatório. Estão sempre associados a formações rochosas expostas, geralmente em borda de mata. Também são comuns em áreas alteradas pelo homem. Alimentam-se de artrópodes, principalmente formigas, vespas, aranhas, besouros e larvas de insetos. Os exemplares maiores podem comer vegetais. São ovíparos. As fêmeas colocam de 6 a 8 ovos, uma vez por ano, durante a estação chuvosa. Podem ser encontrados nos muros de casas e nas taipas. Fogem ao menor sinal de perigo, sendo difíceis de capturar. Costumam ser encontrados em grandes grupos sobre a mesma pedra, tomando sol nas horas mais quentes do dia durante o inverno, e no início da manhã e final da tarde durante os meses mais quentes. répteis 29

30 Lagarto-teiú Tupinambis merianae Espécie de grande porte, mede até 2 m de comprimento, sendo a cauda maior que o restante do corpo. Possuem o corpo escuro, com manchas claras; a cauda é anelada de preto e branco. Os filhotes apresentam coloração mais viva, verde manchada de preto. Ocorrem em quase todo o Brasil, sendo comuns na área do reservatório. Habitam as matas, saindo para áreas abertas em busca de alimento. São onívoros, comendo vegetais, frutos, insetos, anfíbios, pequenos mamíferos e outros répteis, não desprezando nem mesmo carcaças de animais mortos. São ovíparos. São animais agressivos quando molestados, podem morder e desferem chicotadas com a longa cauda, causando ferimentos doloridos. É comum lutarem com cachorros. Além disso, são famosos ladrões de galinheiro, comendo ovos e pintos. Por isso, muitas vezes, são mortos pelos homens do campo. 30 répteis

31 Cobra-cega Amphisbaena sp. Espécie de porte pequeno a médio, medindo desde 10 até 50 cm. Seu corpo é alongado, sem patas. A coloração é parda-rosada, uniforme, podendo ser mais clara na região ventral. Ocorrem em todo o Brasil, sendo comuns em toda a área do reservatório. São animais subterrâneos, podendo ser encontrados sob pedras e troncos, principalmente depois de alguma chuva. Alimentamse de insetos e minhocas. São ovíparas. Podem ser encontradas nas hortas, pelos agricultores, que as confundem com serpentes. Costumam ser agressivas, mordendo quando manipuladas; suas mordidas são inofensivas, não passando de um beliscão. répteis 31

32 Boipeva Waglerophis merremii Espécie de porte médio, mede até 1,5 m. Possui coloração parda com manchas laterais mais escuras imitando o grupo das jararacas, principalmente as cruzeiras. Distribuem-se desde o Brasil central até o Sul, extremamente comuns na área do reservatório onde são conhecidas como urutus-amarelas. Habitam as matas, mas podem ser encontradas em campo aberto e nas bordas de banhados. Alimentam-se de anfíbios, principalmente sapos, sendo uma das únicas espécies imunes ao veneno desses anuros. São ovíparas, podendo colocar mais de 30 ovos. Apresentam comportamento agressivo, achatandose no chão para parecerem maiores, abrem a boca e dão muitos botes. Possuem um par de dentes grandes no fundo da boca, que usam para perfurar os pulmões dos sapos, esses dentes se assemelham às presas das jararacas, e são visíveis quando o animal escancara a boca para assustar os predadores. Apesar de tudo isso, são completamente inofensivas. 32 répteis

33 Boipeva-serrana Xenodon neuwied Mede de 30 a 80 cm. O corpo tem coloração parda com manchas oblíquas, claras e escuras, imitando as jararacas. Ocorrem associadas às matas com Araucária, no Sul e Sudeste do Brasil. São comuns na área do reservatório. Percorrem o solo das matas que habitam em busca de anfíbios, principalmente sapos, dos quais se alimentam. São imunes ao veneno desses anfíbios. São ovíparas. Podem apresentar um comportamento semelhante às boipevas-comuns, achatando-se no chão, triangulando a cabeça, e dando botes. Mesmo assim, são inofensivas. Os sapos costumam inflar o corpo quando abocanhados, enchendo os pulmões de ar. Como as boipevas-serranas possuem dentes desenvolvidos no fundo da boca, os utilizam para perfurar os pulmões dos sapos e assim poder engoli-los. Em função desses dentes maiores, sua mordida é bastante dolorida. répteis 33

34 Cobra-coral-verdadeira Micrurus altirostris Espécie de pequeno porte, medindo de 40 cm a 1 m. Tem coloração viva, com o corpo coberto por anéis vermelhos, amarelos e pretos. Espécie típica do sul do Brasil e muito comum na área do reservatório. Apresenta hábitos subterrâneos, alimentandose de animais serpentiformes, inclusive outras serpentes, mesmo as peçonhentas. Costumam colocar ovos no interior de formigueiros e cupinzeiros. As corais possuem o veneno mais tóxico entre as serpentes brasileiras, mas os acidentes são raros, devido ao seu tamanho e comportamento. São calmas, não dão botes e sempre procuram fugir. Dizem que as corais picam com o rabo, o que é uma lenda. Isso pode ser explicado pelo comportamento dos machos que, quando incomodados, costumam erguer a cauda formando uma argola. Essa argola permite mostrar os órgãos sexuais, chamados hemipênis, cheios de espinhos. Os espinhos assustam as pessoas, que os consideram venenosos, mas na realidade são inofensivos. 34 répteis

35 Cobra-d água Helicops infrataeniatus Espécie de porte pequeno, medindo entre 30 e 80 cm. A coloração do dorso é escura, com listras longitudinais, o ventre pode ser branco, amarelo ou vermelho, com listras ou padrão xadrez preto. Distribuem-se desde o sudeste até o sul do Brasil, e extremamente comuns na área do reservatório. São facilmente encontradas nos açudes, banhados, campos alagados e em quase qualquer corpo d água. Alimentam-se principalmente de peixes, mas também podem comer pequenas rãs. São vivíparas, podendo parir cerca de 25 filhotes por gestação. Muito agressivas quando molestadas, mas suas mordidas são inofensivas. Essas serpentes costumam abocanhar os peixes presos em redes e anzóis, assim, é comum serem encontradas por pescadores que acabam por matá-las desnecessariamente. répteis 35

36 Cobra-lisa Liophis miliaris Serpente de médio porte, medindo até 1 m. A coloração varia de verde azulado a verde musgo escuro. As escamas são muito brilhantes, dando um aspecto úmido à serpente. O ventre pode ser branco ou amarelo vivo, com bordas negras nas escamas. Os filhotes possuem coloração diferenciada dos adultos, sendo verdes com pequenas manchas pretas e cabeça toda negra. Ocorrem em quase todo o Brasil e são muito comuns na área do reservatório. Ocupam tanto o ambiente aquático como o terrestre, podendo ser encontradas em banhados, lagoas e poças de água parada. Alimentam-se de anfíbios e peixes, não sendo incomum tentarem comer animais grandes demais. São ovíparas. Não costumam morder, e são inofensivas. Quando molestadas, exalam um cheiro fétido, assustando os predadores. Além disso, os filhotes costumam achatar a parte anterior do corpo para parecerem maiores. 36 répteis

37 Jararaca Bothrops jararaca Serpente de porte médio, em torno de 1,5 m. Tem coloração que varia do cinza ao preto, com manchas nas laterais do corpo. São comuns em todo o Brasil, do nordeste ao sul, e ocorrem em todo o reservatório. Habita principalmente as matas, mas pode ser encontrada em campos e lavouras. Alimenta-se basicamente de roedores, mas pode comer rãs, lagartos e até algumas aves. São vivíparas. As jararacas são agressivas, possuem dentes grandes, e dão botes que geralmente alcançam a distância máxima de um terço do comprimento da serpente. Seus filhotes possuem a ponta da cauda branca. São peçonhentas, podendo causar acidentes graves para o homem e para outros animais. Elas se camuflam entre as folhas do chão da mata e movimentam a cauda, como se fosse uma minhoca, a fim de atrair suas presas. répteis 37

38 Jararaca-pintada Bothrops neuwiedi Serpente de porte médio, medindo 1,5 m. Possui coloração parda, clara ou escura, muitas vezes com tons rosados ou alaranjados e manchas nas laterais em forma triangular. Ocorrem em todos os Estados brasileiros, onde a cor e o tamanho podem variar de acordo com a região. São raras na área do reservatório. São animais de campo, mas também podem ser encontradas nas matas. Alimentam-se principalmente de roedores. São vivíparas. Desferem botes, estando entre as mais agressivas do grupo das jararacas. São peçonhentas, e seu veneno causa muita dor e sangramento, podendo haver perda do membro afetado, efeito comum em acidentes com jararacas. Seus filhotes possuem a ponta da cauda branca, que usam como isca para capturar seu alimento, principalmente rãs e lagartos. 38 répteis

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41 Aves

42 Gavião-carijó Buteo magnirostris Pode ser considerado uma ave de rapina de porte médio, com cerca de 40 cm. Possui listras na parte de baixo do corpo, horizontais no ventre e verticais no peito. A cabeça e o dorso são marrom-escuros. É comum em todo o Brasil. Habita bordas de matas, campos pouco ou bastante arborizados, áreas rurais e capoeiras. Pode ser visto só ou aos pares, pousado em algum ponto panorâmico ou executando vôos de exibição, quando é possível ouvir seu som característico. Alimenta-se de lagartos, cobras, ratos, pássaros e sapos, não dispensando insetos como gafanhotos e cupins. O ninho geralmente é em um local alto, onde o casal se reveza para cuidar dos filhotes. Apesar da acusação de matar pintos e galinhas, os benefícios exercidos pelo gavião-carijó são maiores do que eventuais danos aos animais domésticos. Com sua atividade predatória, eles controlam a quantidade de animais que podem representar prejuízo ao homem, como roedores e insetos. 42 aves

43 Carrapateiro Milvago chimachima Mede cerca de 40 cm, apresentando aparência mais esguia do que o gavião-carijó. Possui o dorso e as asas marrom-escuros e o restante do corpo amarelo-claro. É um falcão habitante de áreas abertas (campo, pastagens, áreas agrícolas) de quase toda a América do Sul. Os falcões se distinguem dos gaviões principalmente pelas asas mais estreitas e pontiagudas, o que lhes confere maior poder de manobra em vôo. Alimentam-se de roedores, répteis, insetos, frutos e carniça. O ninho é uma plataforma, onde a fêmea deposita 1 ou 2 ovos de cor branca. Pode ser visto em pares mesmo fora da época reprodutiva, ou acompanhados de filhotes crescidos, que se distinguem dos pais pela coloração estriada. O nome carrapateiro vem do hábito de pousar junto ou sobre o dorso de bois e cavalos, eventualmente retirando algum parasita da pele, como carrapatos e pulgas. É oportunista, podendo ser encontrado na beira de estradas, à procura de algum pequeno animal morto ou moribundo. aves 43

44 Marreca-piadeira Dendrocygna viduata Possui cerca de 50 cm. A combinação de preto e branco na cabeça e as listras finas nos flancos a distinguem de qualquer outra ave aquática. É encontrada em todo o Brasil, não sendo muito comum na área da UHE Campos Novos. Vive em banhados e outros tipos de águas paradas. Possui pés palmados, adaptados à vida aquática, e bico especializado para filtrar a água e colher pequenas plantas e animais dos quais se alimenta. Nidifica entre as palhas no banhado, e pode colocar até 12 ovos. Costuma realizar vôos noturnos, a grandes alturas, deslocando-se de um corpo d água para outro. Nestas ocasiões, é possível ouvir o seu assovio vi-vi-ví. Como é muito procurada pelos caçadores por sua carne, deve-se ressaltar que seu abate é considerado um crime ambiental. 44 aves

45 Seriema Cariama cristata É uma ave alta, chegando a medir cerca de 90 cm, pois possui pernas e pescoço longos. Possui um topete na frente do bico e os olhos são protegidos por cílios grossos. É encontrada em quase toda a América do Sul abaixo da Amazônia. Vive nos campos, de capim alto ou baixo, nativos ou alterados pelo homem. É um animal carnívoro, alimentando-se de serpentes, lagartos, insetos, ratos e outros pequenos mamíferos. Apesar de viver a maior parte do tempo no solo, a seriema constrói o ninho protegido no alto de árvores. Encontrada em casais ou pequenos grupos que se comunicam entre si por meio de uma voz alta e lamentosa, tão forte que pode ser ouvida a quilômetros de distância. aves 45

46 Rolinha-roxa Columbina talpacoti Atinge no máximo 18,5 cm. Como todas as pombas, possui uma cabeça pequena comparada com o tamanho do corpo, patas curtas e corpo compacto, de vôo veloz. Macho e fêmea apresentam dimorfismo sexual: ambos possuem plumagem cor-de-vinho, a qual é a inspiração de seu nome popular; a fêmea é mais acinzentada e o macho possui cabeça cinza-azulada. Ocorre em todo o Brasil. Vive em capoeiras, borda de florestas, parques, jardins, áreas cultivadas e áreas urbanas. Alimenta-se de sementes e pequenas frutas que coleta no chão. O ninho é um entrelaçado de gravetos, onde são depositados 2 ovos de cor branca. A incubação dura mais ou menos dez dias. Os pais produzem um líquido nutritivo no papo com o qual alimentam seus filhotes. Este líquido lembra o leite e é chamado leite-de-pomba. 46 aves

47 Pariri Geotrygon montana Mede cerca de 25 cm de comprimento. Possui coloração pardoavermelhada, além de uma linha branca característica abaixo do olho, mais marcada no macho. A cauda é curta. Pode ser encontrada em praticamente todo o Brasil, sendo rara na área do reservatório. Habita o interior de florestas com vegetação densa. Alimenta-se geralmente no solo, onde procura frutos caídos, comendo tanto a polpa quanto a semente. Também come artrópodes. Geralmente coloca 2 ovos brancos em um ninho feito de gravetos. A voz lembra a da juriti-pupu, porém é mais simples ( pú ). A pariri se desloca em silêncio no solo da floresta, e quando empoleira, sempre o faz baixo. aves 47

48 Tiriba-de-testa-vermelha Pyrrhura frontalis É um periquito de médio porte medindo cerca de 25 cm, de cauda longa, colorido geral verde, face cinza-escura e ventre cor-de-ferrugem. Na testa há uma mancha vermelha, que originou seu nome popular. É uma ave endêmica da Mata Atlântica, sendo encontrada em matas do sul e sudeste do Brasil. Na área do reservatório é uma espécie comum. Alimentam-se de frutos, folhas e sementes; no inverno, os pinhões de araucária são um importante alimento. Como todos os psitacídeos, são inteligentes e rapidamente descobrem novas fontes de comida, freqüentando pomares e plantações de eucalipto (comem as flores) e de pinheiro-americano (comem as sementes). São monogâmicos e nidificam em ocos de árvores, depositando de 2 a 5 ovos brancos, incubados durante 30 dias. Ambos os pais se revezam na alimentação dos filhotes. As tiribas são aves sociáveis, formando bandos de até 40 exemplares. 48 aves

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