COBRAS PEÇONHENTAS E NÃO PEÇONHENTAS Prof. Evandro Marques

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1 COBRAS PEÇONHENTAS E NÃO PEÇONHENTAS Prof. Evandro Marques Classificar as cobras como venenosas ou não venenosas é um equívoco, já que todas apresentam veneno, sendo este sua saliva capaz de degradar a presa, já que estes animais não mastigam. A diferença entre as cobras tidas como venenosas é a presença da peçonha (presa inoculadora de veneno), capaz de injetar sua saliva (veneno) diretamente na corrente sanguínea de suas presas. Assim, é correto classificá-las como peçonhentas ou não peçonhentas, devido à presença ou ausência de peçonha, e não presença ou ausência de veneno.

2

3 Quanto à dentição, as serpentes são classificadas em: ÁGLIFAS (AGLIFODONTES) : Não possuem dente inoculador de peçonha; normalmente matam por constricção. Ex.: jiboia. OPISTÓGLIFAS: Possuem dentes inoculadores de veneno na parte posterior do maxilar superior; praticamente não oferecem risco ao homem. Ex.: cobra cipó. PROTERÓGLIFAS: Possuem dentes inoculadores de veneno, não retráteis, sulcados, na região anterior da boca. Ex.: Coral verdadeira. SOLENÓGLIFAS: Possuem dentes inoculadores de veneno, retráteis, canalizados, na região anterior da boca. É uma característica da família Viperidae. Ex.: jararaca.

4 Bothropoides jararaca Detalhe da fosseta loreal e da pupila em fenda vertical cobra: jararaca Fosseta loreal

5 Coral verdadeira Detalhe da cabeça de uma coral verdadeira Cascavel Urutu cruzeiro Surucucu

6 Falsa coral Cobra cipó muçurana Jararacuçu do papo amarelo Limpa pasto

7 PICADAS DE COBRAS VENENOSAS As cobras são comuns em locais onde existem muitos ratos e preás. Nem todas as cobras são venenosas. Observar detalhes nos olhos (pupila vertical como a dos gatos), narinas (presença de dois furos laterais, as fossetas lacrimais), cabeça (formato triangular), cauda (afunila rapidamente), hábitos (noturno), padrão da cor (na coral verdadeira, os anéis coloridos dão a volta completa) e outros. No Brasil, a maioria dos acidentes ofídicos é devido a serpentes dos gêneros: Botrópico (jararaca, urutu e jararacuçu); Crotálico (cascavel); Laquésico (surucucu); e Elapídico (coral verdadeira).

8 Em caso de picada de cobra: não perca tempo em procurar ajuda, pois o tratamento deve ser feito em até 30 minutos após a picada; deitar e acalmar a vítima; o acidentado não deve locomover-se com os próprios meios; lavar o local da picada apenas com água ou com água e sabão; aplicar compressa de gelo no local; transportar (em maca) a vítima ao médico mais próximo, para tratamento (aplicação do soro); e levar junto a cobra (viva ou morta) para identificação.

9 Nunca fazer em casos de picada de cobras: Torniquete ou garrote; Cortar ou perfurar o local (ou próximo da) picada; Colocar folhas, pó de café ou qualquer substância que possa contaminar a ferida; Oferecer bebidas alcoólicas, querosene ou qualquer outro líquido tóxico; Fazer uso de qualquer prática caseira que possa retardar o atendimento médico. Reprodução: Todas apresentam fecundação interna. A maioria é ovípara. Há, contudo, espécies ovovivíparas (serpentes peçonhentas) e, recentemente, foi descoberta a ocorrência de viviparidade em algumas espécies.

10 CROCODILIANOS Representantes: Crocodilos, jacarés, gavial. Possuem escamas, placas córneas e placas ósseas dérmicas revestindo o corpo. Podem ser encontrados na água doce e no mar. Primeiro grupo de animais com coração tetracavitário.

11 Crocodilo Gavial Crocodilo saindo do ovo Jacaré-açu Crocodilo Todos os crocodilianos estão adaptados para a vida em terra e na água: eles têm quatro poderosas pernas para os movimentos em terra; uma forte cauda para natação; e seus olhos e narinas localizam-se em porções altas da cabeça, de forma a permanecerem fora da água enquanto o restante do corpo está submerso

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