CÓDIGO DE OBRAS DO RESIDENCIAL (C.O.R)

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1 CÓDIGO DE OBRAS DO RESIDENCIAL (C.O.R) A ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DO RESIDENCIAL ITATIBA COUNTRY CLUB, a seguir simplesmente designada como Associação, conforme disposto no artigo 74 do Capítulo XXII Das Disposições Gerais de seu Estatuto Social, vem através do presente apresentar aos titulares de direitos aquisitivos e proprietários de lotes o C.O.R. para as edificações dentro do empreendimento. CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Artigo 1º - Este C.O.R. institui normas para os projetos, licenciamentos, edificações e sua utilização intramuros do RESIDENCIAL ITATIBA COUNTRY CLUB. Artigo 2º - As obras que os proprietários vierem a executar em seus lotes estão sujeitas às cláusulas e condições constantes do seu compromisso de venda e compra com as restrições impostas pela loteadora do empreendimento, pelas normas do presente C.O.R., pela Prefeitura do Município de Itatiba e pelas demais disposições legais sendo que o efetivo início da construção está sujeito à emissão da Liberação de Início de Obras por parte da Associação e de Alvará de Licença para Construção expedido pela Prefeitura do Município de Itatiba. Artigo 3 - A Associação adverte que houve aprovação na 25ª Sessão Extraordinária da Câmara Municipal de Itatiba, realizada em 13 de outubro de 2009, a seguinte alteração no caput do artigo 23 da Lei Complementar Municipal 2.965/97 e que após sanção e promulgação entrará em vigor na data da sua publicação revogando as disposições contrárias com o seguinte teor: O caput do artigo 23 da Lei Complementar nº 2.965, de 17 de dezembro de 1997, que instituiu o Código de Obras e Edificações do Município, passa a contar com a letra r', a saber: Art r) comprovação, com a juntada do contrato padrão, pelo proprietário, possuidor ou profissional responsável pela obra, de que o projeto respeita as restrições urbanísticas convencionais constantes do registro do loteamento. Artigo 4 - Antes da emissão da liberação de início de obras pela Associação somente poderão ser realizados os serviços de sondagem e levantamento topográfico planialtimétrico no lote, sendo expressamente proibido o início de qualquer outro serviço, assim como, o depósito de terra, materiais e equipamentos de obra. Artigo 5º - O fiscal da Associação terá livre acesso às obras particulares que estiverem em andamento dentro do residencial; a fim de verificar o cumprimento deste C.O.R, face ao projeto apresentado junto a mesma. Artigo 6º - O horário do plantão técnico para atendimento pessoal e protocolo de projetos deverá ser consultado junto ao departamento de obras da Associação ou no seu quadro de aviso. Artigo 7º - Todas as comunicações referentes a assuntos de construção objeto deste C.O.R. deverão ser devidamente protocoladas pelo interessado junto a Departamento de Obras da Associação. 1

2 CAPÍTULO II DAS RESPONSABILIDADES E ISENÇÕES DE RESPONSABILIDADES Artigo 8 - Cabe ao proprietário: a) A responsabilidade quanto ao cumprimento de todas as normas regulamentares da ABNT (EPI s, Segurança de trabalho, etc) e constantes no C.O.R. b) Acatar as determinações da Associação, inclusive as decisões e avisos especiais que dele emanarem, para os casos omissos no C.O.R. c) Cuidar para que eventual construção ou reforma em seu lote não traga transtornos para os demais proprietários e/ou áreas de uso comum do loteamento. d) Toda vez que por ventura houver troca de funcionários, empregados e/ou prestadores de serviços ou estes terminarem os serviços, fica sob responsabilidade do proprietário do lote comunicar imediatamente por escrito a Associação para que seja dada baixa na permissão de entrada dos mesmos. e) Cuidar para que seus empregados, fornecedores e prestadores de serviços não prejudiquem a tranqüilidade dos demais proprietários e do dia a dia do loteamento. f) Se responsabilizar e responder por todos os problemas de segurança, higiene, destruição de bens comuns, etc; causados pelos seus empregados, fornecedores e prestadores de serviços. g) Se responsabilizar pela manutenção das condições de estabilidade, segurança e salubridade do imóvel, suas edificações e equipamentos assegurando todas as informações cadastradas relativas ao imóvel, assim como pelas dimensões, áreas e funções dos compartimentos das edificações. h) Comunicar expressamente à Associação o nome, a qualificação do novo responsável e apresentar cópia da ART desse profissional se houver, durante o período de obra, para substituição do responsável técnico. Artigo 9 - Cabe aos responsáveis técnicos: a) O correto dimensionamento, especificação e emprego dos materiais e elementos construtivos a serem aplicados nos projetos e nas obras. b) Assegurar que a edificação siga os quesitos de estabilidade, segurança e salubridade em conformidade com as Normas Técnicas da ABNT e outras normas técnicas aplicáveis, com a legislação federal, estadual, municipal e com a boa técnica garantindo o desempenho adequado a sua finalidade. c) A responsabilidade quanto à execução das obras e ao cumprimento de todas as normas constantes no C.O.R. d) A qualidade da execução das obras, o respeito às dimensões contidas no projeto são de inteira responsabilidade do proprietário e do responsável técnico e deverão obedecer as Legislações, Normas Técnicas aplicáveis e o C.O.R. Artigo 10 - A Associação do Residencial Itatiba Country Club e seus membros não assumem quaisquer responsabilidades quanto: a) À adequação das medidas e áreas internas, construções inadequadas, erros de implantação das residências, itens estes que são de inteira responsabilidade do Proprietário, do Profissional Autor do projeto e do Responsável Técnico pela Obra; b) À responsabilidade técnica, civil ou criminal pelas obras do loteamento, sejam elas de uso privado ou comum; 2

3 c) Acidentes, danos de ordem pessoal ou material, civis e criminais, bem como extravios, estragos, quebra de instalações, objetos ou infra-estruturas que em qualquer circunstância ou ocasião, sofram os proprietários, visitantes, funcionários, empregados e/ou prestadores de serviços. d) Qualquer tipo de furto nas obras. e) A Associação se exime do reconhecimento de direitos autorais e pessoais decorrentes da aceitação de transferência de responsabilidade técnica ou da solicitação de alteração do projeto. CAPÍTULO III DO PROJETO, LICENÇA DE OBRA, UTILIZAÇÃO E MODIFICAÇÃO Artigo 11º - Qualquer construção, reconstrução, reforma, acréscimo ou demolição somente poderá ser iniciada no loteamento se o interessado tiver previamente o projeto verificado e sua obra liberada junto à Associação e obtido o respectivo alvará junto à Prefeitura Municipal de Itatiba. Artigo 12º - Para a obtenção da Liberação de Início de Obra, o interessado deverá aprovar junto à Associação o seu projeto devendo, para tanto, apresentar os seguintes documentos: a) 02 vias do requerimento conforme anexo 02. b) 02 vias da declaração conforme anexo 03. c) 01 via do levantamento topográfico planialtimétrico na escala 1:100 apresentado de acordo com o artigo 14 deste C.O.R. d) 03 vias do projeto de acordo com o artigo 15º deste C.O.R. e) 01 via do relatório de sondagem do lote. f) 01 cópia da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) dos responsáveis técnicos (projeto arquitetônico, projeto estrutural, projeto de instalações elétricas e hidráulicas, sondagem e levantamento topográfico planialtimétrico) com o respectivo comprovante de pagamento. g) Todas as documentações mencionadas nos itens: e, f ; não serão analisados e/ou receberão qualquer tipo de aprovação por parte da Associação. h) 01 cópia da matrícula do imóvel. i) 01 cópia do contrato de compra e venda, e/ou escritura pública do terreno. j) 02 vias do memorial descritivo da construção e da piscina conforme anexo 04. Artigo 13º - Os projetos só serão aceitos pela Associação quando legíveis e elaborados de acordo com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT, conforme o modelo do anexo 01. a) O Plantão Técnico somente protocolará e procederá à análise do projeto se todas as documentações exigidas neste C.O.R. estiverem completas; bem como, se o proprietário estiver devidamente cadastrado e quite com as contribuições devidas junto à Associação. Artigo 14º - O Levantamento Topográfico Planialtimétrico deverá ser elaborado por profissional habilitado e constar as seguintes informações: a) Quadro padrão do loteamento (vide anexo 01) devidamente preenchido e assinado em todos os campos solicitados, sendo numerado como folha 01/x. b) Desenho das curvas de nível a cada metro. 3

4 c) Constar à orientação do lote em relação ao Norte Magnético. d) Indicação das medidas de cada segmento ou perímetro que define o imóvel. e) Demarcação de árvores, córregos, águas e faixas de galeria, se houver. f) Indicação dos ângulos entre os segmentos que definem o perímetro do imóvel e seus rumos. g) Indicação de cotas de nível nos vértices e na guia da calçada. h) Indicação dos postes de energia elétrica, caixas de passagem de águas pluviais, energia, etc. i) Indicação do passeio (calçada) com suas dimensões. Artigo 15º - Do projeto devem constar: a) Planta de cada um dos pavimentos que comportar o edifício devidamente locado nas linhas limítrofes do lote, porão, sótão e suas respectivas dependências bem como toda construção tal como canil, abrigo para gás, quiosque e áreas similares, conforme artigo 36 deste C.O.R,cotas de nível internas e externas, largura do passeio público, orientação norte-sul, localização da faixa de servidão de esgoto e águas pluviais, muros de arrimo e de vedação com suas respectivas alturas. b) 01 fachada frontal com indicação do perfil da rua. Em caso de residência em lote de esquina, apresentar as fachadas para ambas as ruas. c) Um corte transversal e um corte longitudinal de toda obra, inclusive demais dependências, constando cotas de pé-direito, altura total da construção, altura dos muros de arrimo e de divisa, perfil natural do terreno, calçada em nível e local do rebaixamento da guia. d) Planta da cobertura com indicação das caídas de águas, em escala 1:200. Artigo 16º - É reservado à Associação o direito de indagação sobre os destinos das obras em conjunto e seus elementos componentes e recusar, justificadamente, aqueles que forem julgados inadequados ou inconvenientes sobre os aspectos de segurança, higiene e salubridade. Artigo 17º - Os projetos deverão ser elaborados nas escalas: a) 1:100 para plantas, cortes e fachadas. b) 1:200 para coberturas. c) A escala não dispensa o emprego de cotas para dimensões dos diversos compartimentos, pés-direito e posições de linhas limítrofes. d) A diferença entre cotas e escala poderá ser de, no máximo, três por cento (3%), prevalecendo sempre o valor da cota, em caso de divergência. Artigo 18º - A Associação terá o prazo de quinze dias úteis para fazer a análise do projeto. Se os projetos não estiverem completos ou apresentarem pequenas inexatidões ou equívoco, o proprietário ou o responsável técnico será notificado para prestar esclarecimentos no prazo de quinze dias (úteis), contados da data de recebimento da notificação cuja falta de atendimento implicará no arquivamento do processo. Artigo 19º - Somente após verificação do projeto pela Associação e apresentação da aprovação do mesmo junto à prefeitura municipal por parte do proprietário, este deverá solicitar o início da obra, devendo protocolar para tanto os seguintes documentos: a) 02 vias da solicitação de início de obras conforme anexo 05. 4

5 b) 01 cópia do Alvará de Construção emitido pela Prefeitura Municipal de Itatiba. c) 01 cópia da planta aprovada pela Prefeitura Municipal de Itatiba. d) 02 vias da declaração conforme anexo 06. e) 01 cópia da ART dos responsáveis pela execução da obra e das instalações elétricas e hidráulicas. Parágrafo Único: Para a liberação do início de obra o proprietário do lote deverá participar da reunião de liberação de obras realizada pela associação. Artigo 20º - Para modificação em projetos já verificados, será necessária à apresentação de projeto substitutivo, com as modificações respectivas devendo ser apresentados os mesmos documentos previstos nos artigos 12º e 19º deste C.O.R Artigo 21 - O prazo para início das obras será de 06 meses a contar da data de emissão do documento de liberação de obra pela Associação. Parágrafo único: Após esse prazo o projeto deverá ser reapresentado para nova verificação por parte da Associação, afim de aferir o cumprimento das normas constantes do C.O.R. em vigor. Artigo 22º - Caracteriza como obra iniciada para fins de validade de projeto, a conclusão de baldrames, sapatas e estaqueamento da construção, a demolição de paredes nas reformas com acréscimo ou não de área ou a demolição de, pelo menos, metade das paredes, em caso de reconstrução. Parágrafo único: Toda obra que tiver iniciado qualquer serviço e permanecer parada por mais de 03 meses, fica o proprietário responsável por qualquer tipo de limpeza, demolição do barraco de obra, instalação e manutenção de tapumes para fechamento da mesma. CAPÍTULO IV DAS RESTRIÇÕES QUANTO À CONSTRUÇÃO, RECUO E AFASTAMENTO DE DIVISAS Artigo 23º - As construções deverão ser executadas obrigatoriamente em alvenaria, blocos de concreto ou material similar, totalmente revestidos externamente, ficando expressamente proibidas as construções de madeira, pau-a-pique, choupanas, casas de madeira pré-fabricadas ainda que a título provisório. Artigo 24º - Não será permitida a construção de mais de uma residência por lote, sendo que esta residência se destinará exclusivamente à habitação e moradia de uma única família e seus dependentes. Artigo 25º - Não será permitida construção de prédio não residencial tais como: prédios para fins comerciais, industriais ou escritórios, de forma a nunca exercerem no loteamento atividades de comércio, indústria, hospitais, consultórios, clínicas, colégios, ateliês para prestação de serviços, templos, cinemas, teatros, hotéis e outras construções destinadas a fins estranhos ao da moradia. Artigo 26º - Com relação às alturas e números de pavimentos: a) A habitação poderá ter 2 (dois) pavimentos (térreo e superior) acima do nível da rua, com exceção de caixa d água, a qual deverá ter tratamento arquitetônico compatível com o da construção principal e possuir no máximo 10% da área do pavimento térreo. 5

6 b) Além dos dois pavimentos mencionados no item acima, serão tolerados um porão e um sótão quando aquele for necessário pela topografia do terreno e este por estilo arquitetônico. Caracteriza sótão o aproveitamento do telhado para um ambiente onde seu pé direito seja variável, no máximo de 2,50m de altura no ponto médio, portanto sem laje, caracterizando um ambiente de curta permanência. c) O porão e o sótão farão parte do Índice de Aproveitamento e sua metragem não poderá ultrapassar 25% do pavimento térreo para o porão e 25% do pavimento superior para o sótão. d) Em todos os casos o nível do pavimento térreo deverá estar no mesmo nível da rua no ponto mais alto entre a divisa do lote e a calçada e o porão enterrado totalmente em relação a este nível. Artigo 27º - Em lotes com desníveis maiores de 6,00m entre o alinhamento frontal e de fundos, a habitação poderá ter 3 (três) pavimentos acima do nível da rua, sendo que o terceiro pavimento deve estar recuado 5,00m (cinco metros) do alinhamento frontal do lote. Para lotes de esquina, além de respeitar o recuo frontal de 5,00m (cinco metros) para a via principal, deverá respeitar um recuo de 3,00m (três metros) do alinhamento frontal do lote para a rua secundária. Artigo 28 - A altura da construção, que corresponde à cota de nível da guia, no ponto médio do lote, até a cumeeira do telhado não poderá ultrapassar 10 metros. Com a caixa d água poderão atingir 11 metros. Artigo 29º - A área construída deverá ter nas quadras 01 à 36, 82 e 83: a) No mínimo 100,00m2 (cem metros quadrados) para edificações principais, não contabilizando área para edícula; varanda(s) e terraço(s), mesmo que sejam cobertos. b) No máximo 1,5 (uma vez e meia) a área total do lote, isto é, coeficiente de aproveitamento igual a 1,5 (um e meio). c) Taxa de ocupação no máximo igual a 70% (setenta por cento) da área do lote. Artigo 30º - A área construída deverá ter nas quadras 40 à 72, 74 à 81, 85 à 92: a) No mínimo 100,00m2 (cem metros quadrados) para edificações principais, não contabilizando área para edícula; varanda(s) e terraço(s), mesmo que sejam cobertos; b) No máximo 1 (uma vez) a área total do lote, isto é, coeficiente de aproveitamento igual a 1 (um); c) Taxa de ocupação no máximo igual a 50% (cinquenta por cento) da área do lote; Artigo 31º - As edículas e piscinas não poderão ser edificadas antes do início da construção principal. a) As edículas somente poderão ser térreas não podendo ultrapassar a altura de 4,00m (Quatro Metros) entre o piso e a cumeeira. e a profundidade máxima de 5,00m (Cinco Metros), tendo sua metragem no máximo de 12% da área do lote e afastamento mínimo de 2,00m (dois metros) da construção principal. Devem ser destinadas à churrasqueira, banheiro, depósito, e salão de festas e não poderão ter dormitórios e nem serem utilizadas como garagens. b) As edículas poderão ocupar os recuos de fundo e lateral. Artigo 32º - As ligações externas de luz, energia elétrica, telefone, campainha ou similares serão obrigatoriamente subterrâneas entre a entrada de energia (casa de força) e a construção principal. Artigo 33º - A construção da casa de força, ligação de água e esgoto, canteiro de obra com instalação de um banheiro para funcionários ligado à rede de esgoto, deverão obrigatoriamente anteceder ao início das obras no lote. 6

7 Artigo 34 o - A caixa de entrada de energia deverá ser construída perpendicularmente à frente do lote, estar junto ao poste particular de entrada de energia elétrica e deverá ter no máximo 2 (dois) metros de altura, 2 (dois) metros de comprimento junto a divisa lateral do lote e 45 (quarenta e cinco) centímetros de largura, medidas estas acabadas. Parágrafo único: A casa de força não poderá ser alongada para composição de depósito ou casa para abrigo de botijão de gás. Artigo 35 o - A construção deverá obedecer aos seguintes recuos mínimos, respeitando o passeio público: a) Recuo de frente: para os lotes das quadras 01 à 36, 82 e 83 será de 3,00 m a partir do alinhamento do lote; já para os lotes das quadras 40 à 72, 74 à 81, 85 à 92 será de 4,00 m a partir do alinhamento do lote. b) Recuo de fundo: conforme tabela do Código de Obras da Prefeitura Municipal de Itatiba que abaixo segue, sendo que para os lotes das quadras 40 à 72, 74 à 81, 85 à 92 deverá ser respeitado o mínimo de 3,00 m. PROFUNDIDADE DO LOTE RECUO MÍNIMO Mais de 30,00 m 4,00 m Mais de 25,00 m até 30,00 m inclusive 3,00 m Mais de 20,00 m até 25,00 m inclusive 2,50 m Mais de 15,00 m até 20,00 m inclusive 2,00 m Mais de 12,50 m até 15,00 m inclusive 1,50 m Até 12,50 m inclusive 0,00 m c) Recuos laterais: para lotes com frente igual ou inferior a 16,00 m os recuos serão de 1,50 m de um dos lados e 1,00 m do outro; já para os lotes com frente superior a 16,00 m serão de 2,00 m em ambos os lados, estes contados a partir do alinhamento do lote. 1) No tocante, aos recuos laterais menores de 1,50 m não poderá haver abertura de vãos iluminantes. d) Em lotes de esquina, a construção principal obedecerá aos seguintes recuos mínimos obrigatórios, sempre respeitando o passeio público, ou seja, a partir do alinhamento do lote: 1) Para a rua principal será de acordo com o item a acima. 2) Para a rua secundária será de 2,00 m. 3) Fundos será de acordo com a tabela exposta no item b acima; 4) Lateral oposto a rua secundária será de 2,00 m. 5) Lateral oposto a rua principal será de acordo com o item c acima. e) Entende-se por rua principal a de menor testada do lote e por rua secundária aquela voltada para a maior dimensão do lote; f) O lote que possuir frente para duas ruas e não for lote de esquina deverá ter o recuo de frente para as duas ruas. g) Todos os recuos mencionados serão contados a partir da alvenaria externa da construção até a divisa do lote. Após a alvenaria só haverá o beiral do telhado ou marquise (laje em balanço sem uso como piso na parte superior), com largura máxima igual a 0,70m (setenta centímetros). Caso estas projeções horizontais excedam a largura de 0,70m, os recuos deverão ser medidos a partir do limite da referida projeção horizontal, com decréscimo de 0,70m. h) Recuos são as distâncias mínimas e obrigatórias entre as projeções horizontais dos perímetros externos das edificações e as divisas, medidas perpendicularmente a estas. Os recuos mínimos são definidos por linhas paralelas às mesmas. i) No caso de existência de abrigo para automóveis em ambiente aberto, sem portas, portões ou grades frontais, sua construção poderá encostar-se a uma das divisas laterais respeitando-se o alinhamento 7

8 frontal de contrato, devendo ter no máximo 6m de profundidade, 3,50m de altura e possuir floreira de 1,00m de largura na cobertura se a mesma for utilizada como varanda; j) No caso de existência de abrigo para automóveis em ambiente fechado com grades ou portão frontal, o mesmo deverá respeitar os recuos obrigatórios deste C.O.R.; k) A faixa de recuo frontal e da via pública secundária, após o passeio público só poderá ser usada como jardim, não podendo ter outra utilização; e l) O passeio público deverá acompanhar o perfil da rua e ser nivelado entre lotes lindeiros, não sendo permitida a construção de rampas e escadas no passeio público. m) A guia deverá ser rebaixada no local de acesso à garagem, sendo proibida a construção de rampas na via pública. n) As tampas de boca de lobo existentes no passeio público deverão ser mantidas desobstruídas para possibilitar o acesso de pessoas para limpeza. Artigo 36º - Toda construção, habitável ou não, tais como cascatas, canil, abrigo para gás, lareira, casa de bonecas, etc., deverão constar em projeto e podem estar locados no espaço destinado a recuo obrigatório (exceto recuo frontal) desde que tenham dimensões máximas estabelecidas neste artigo: a) Quiosques (obra executada em estrutura de madeira e cobertura vegetal). A área do quiosque entrará na taxa de ocupação e no aproveitamento. Área máxima construída de 9,00 m2, com dimensão máxima de 3,00x3,00 m e altura de 3,00 m, contada a partir do chão até o topo da cobertura. b) Canil e casa de bonecas: área máxima construída 4,00 m2 com dimensão máxima de 2,00 m e altura de 1,80 m contada a partir do chão até a cumeeira do telhado; c) Casa de máquinas: poderá ser subterrânea. Caso não seja subterrânea, não poderá exceder a 3,00 m2 de área construída e à altura de 2,00 m, contada a partir do chão até a cumeeira do telhado; d) Cascata: sua altura limitar-se-á à 2,00 m. e) Duto de Lareira: não poderá ter mais de 0,50 m de largura por 1,00 m de comprimento e deverá garantir uma distância mínima da divisa lateral do lote de 1,00 m. f) Abrigo de Gás: deverá respeitar a altura máxima de 1,80 m, largura máxima de 0,60 m e comprimento máximo de 1,20 m e deverá garantir uma distância mínima da divisa lateral do lote de 0,90 m, não podendo estar invadindo o recuo frontal. g) Pergolado poderá haver pérgolas descobertas junto à divisa lateral e de fundos, sendo utilizadas apenas como efeito estético. h) A lixeira metálica com dimensão máxima de 0,60x0,60 m e altura máxima de 1,20 m poderá ser instalada no alinhamento do lote com a calçada, devendo estar totalmente para dentro do lote, não podendo invadir a calçada. i) A caixa de correio poderá ser instalada no alinhamento do lote com a calçada, devendo estar totalmente para dentro do lote, não podendo invadir a calçada. Artigo 37º - Não será permitida a construção e/ou instalação, ainda que a título de uso familiar, de chiqueiros, galinheiros, estrebarias ou qualquer outro tipo semelhante que tire a tranqüilidade do local, que produzam odores desagradáveis ou que prejudiquem a higiene e/ou tranqüilidade da área. A construção de canil é permitida, conforme disposto no artigo 36º, item b deste C.O.R. e desde que não seja para fins comerciais. Parágrafo único: A construção e/ou instalação de viveiros de pássaros será permitida, dentro dos preceitos deste artigo, até as dimensões máximas de 2,00x2,00 m e altura máxima de 2,50 m. 8

9 CAPÍTULO V DAS PISCINAS Artigo 38º - O projeto de construção ou reforma de piscina deverá ser previamente verificado pela Associação. Artigo 39º - A água proveniente da limpeza e esgotamento da piscina deverá ser conduzida para a galeria de águas pluviais. Parágrafo único: A água da piscina deverá ser mantida limpa e tratada para evitar a proliferação de insetos. Artigo 40º - O recuo mínimo para piscina é de 1,50 m a contar das linhas limítrofes do lote, exceto na frente do mesmo, onde deverá ser respeitado o recuo frontal disposto no artigo 35º, item a deste C.O.R. Artigo 41º - A piscina e casa de máquinas deverão constar em projeto bem como suas medidas, áreas e dimensões. Artigo 42º - A casa de máquinas poderá ser subterrânea e não poderá estar locada nos recuos frontal e da via pública secundária. Caso não seja subterrânea, e estiver locada nos recuos laterais e de fundo, não poderá exceder a 3,00 m2 de área construída e à altura de 2,00 m, contada a partir do chão até a cumeeira do telhado. CAPÍTULO VI DO FUNCIONAMENTO DO CANTEIRO DE OBRAS E DEMAIS PROVIDÊNCIAS Artigo 43º - Após o efetivo início das obras, os proprietários deverão colocar, em lugar apropriado e com caracteres bem visíveis, placa voltada para a via pública com a indicação do nome dos profissionais responsáveis pelo projeto e execução das obras contendo o seu registro, telefone e endereço comercial tendo as dimensões mínimas de 1,00x0,50 m e máximas de 2,00x1,50 m devendo tal placa permanecer no local do início ao fim da obra. a) Não será permitida a instalação de placas de prestadores de serviço e fornecedores diversos, tais como: sondagem, terraplenagem, gesso, telhas, lajes, paisagismo, materiais para obra, marcenaria, móveis, etc. b) Não será permitida a instalação no lote de qualquer tipo de placa antes do início da obra. c) Seja nos lotes vagos, assim como, durante a obra e após o término da mesma (casa pronta) não será permitida a instalação de qualquer tipo de placa relativa à venda ou aluguel do imóvel. Artigo 44 - No canteiro de obras será permitida, por uso temporário, a instalação nos recuos de escritório de campo, depósitos e instalação sanitária, ambos com paredes e telhados leves, sendo obrigatório à remoção destes ao término das obras. Artigo 45 - É obrigatória a execução de banheiros para funcionários no canteiro de obras que deverá ser ligado a rede de esgoto. Estes não poderão usar os sanitários da área comum do loteamento e nem dos lotes vizinhos. A construção deste banheiro deverá anteceder a construção da residência e muros. Poderá ser instalado banheiro químico. 9

10 Artigo 46º - O canteiro de obras de cada lote deverá se limitar às linhas de divisa do mesmo; a utilização de lote vizinho para guarda de materiais de construção só será possível em lotes que faz divisa com a obra e somente com autorização escrita do proprietário deste conforme anexo 07, devendo ainda, manter a área sempre limpa, visando à segurança e saúde dos moradores. É proibida a entrada de caminhões nos lotes de apoio para descarga de materiais de obra. Artigo 47º - Os lotes de apoio só poderão ser utilizados desde que a obra esteja em andamento. Artigo 48º - Entulho de material de construção não é considerado como material de obra e deverá ser acondicionado no lote da obra e em caçamba própria para tal. É proibida a colocação de caçamba na via pública. Artigo 49º - É terminantemente proibido jogar qualquer tipo de lixo em qualquer área do loteamento, sendo obrigatório o devido acondicionamento do lixo em sacos plásticos para coleta da empresa pública. Artigo 50º - É proibido fazer a queima de materiais ou de lixo de obra dentro do residencial, assim como, lavar as ferramentas e caminhões betoneiras nas vias públicas. Artigo 51º - A obra que tenha residência e/ou outra obra como vizinhos lindeiros deve obrigatoriamente instalar tela de vedação e proteção nas respectivas divisas até altura de sua construção. Artigo 52º - O horário de funcionamento das obras restringir-se-á das 7:00 às 17:00hs, de segunda a sexta-feira, não sendo permitida a permanência de pessoas na obra além do período de trabalho estabelecido. É terminantemente proibido o trabalho em obras aos sábados, domingos e feriados. Artigo 53º - A entrada de caminhões para carga e descarga de materiais será permitida somente até as 16:00hs. Caminhões betoneiras, bate-estacas e máquinas para terraplenagem poderão entrar até as 15:00hs. Não será permitida a entrada de caminhões aos sábados, domingos e feriados. Os caminhões betoneiras poderão estar carregados com no máximo 5,00 m³ de concreto. Artigo 54º - O proprietário do lote deverá encaminhar antecipadamente a autorização por escrito para entrada de funcionários em sua obra, contendo nome completo e RG. Artigo 55º - Para a saída de materiais da obra, o proprietário deverá enviar autorização por escrito para a Associação, contendo especificação do material e nome da pessoa autorizada. Artigo 56º - A Associação não se responsabiliza por danos e roubos ocorridos no canteiro de obra. CAPÍTULO VII DO MOVIMENTO DE TERRA E FECHAMENTO DA OBRA Artigo 57º - Não será permitida a realização de qualquer obra de terraplenagem no lote sem que haja projeto de construção devidamente verificado pela associação e liberação para início de obras, devendo os serviços de terraplenagem atender aos requisitos da construção a ser erguida. Artigo 58º - Quando realizar edificação no lote, respeitadas todas as demais condições e exigências previstas no C.O.R., o proprietário obriga-se também a: 10

11 a) Manter a via pública, guias e sarjetas em frente ao lote totalmente limpas, sendo expressamente proibida à lavagem na via pública de: betoneira, materiais de pintura, ferramentas, equipamentos diversos, etc. b) Manter os taludes de aterro e corte, bem como os locais potencialmente erodíveis com cobertura vegetal, de forma a impedir a erosão. c) Iniciar a construção de muros de arrimo imediatamente sob responsabilidade e custas do proprietário do lote. d) Quando houver necessidade da terraplenagem invadir o lote vizinho para possibilitar a construção do muro de arrimo, o proprietário deverá reconstituir a topografia do lote vizinho imediatamente após a conclusão dos muros de arrimo. Artigo 59º - Para os serviços de movimentação de terra, o proprietário da obra deverá aprovar o projeto como um todo, sendo o mesmo obrigado a proteger os prédios lindeiros, vias e logradouros públicos por meio de obras de proteção contra deslocamento de terra e infiltração de águas, assumindo toda e qualquer responsabilidade pelos danos que vierem a ocorrer. a) Caso a terra retirada seja mantida no próprio lote, ou em lote vizinho, mediante autorização por escrito do proprietário do lote, para uso futuro na obra, a mesma deverá estar contida para que não esparrame, sujando o passeio e a via pública. b) Qualquer obra que tenha repercussão nos lotes vizinhos ou em áreas de uso comum (praças, ruas, jardins, leitos de ruas, calçadas e canaletas) e particularmente nos casos de movimentação de terra, mesmo executada nos limites do lote ora compromissado, deverá ser previamente autorizada pela Associação que, por sua vez, poderá requerer também previamente o parecer municipal a respeito. A inobservância por parte do proprietário possibilitará, quando essas obras ocasionarem danos em áreas públicas, participação ativa da Associação e/ou conjuntamente com órgão público a fim de que seja providenciado o imediato embargo das obras e adotem as medidas punitivas pertinentes. Artigo 60º - Após a conclusão dos serviços de terraplenagem deverá ser realizado o fechamento da obra com tapumes na cor verde musgo, com altura entre 1,80 m e 2,20 m, podendo os mesmos serem instalados junto à guia e devendo serem mantidos em bom estado de conservação. Artigo 61 - Os fechamentos de tapume nas laterais e no fundo do lote poderão ser substituídos pela construção do muro de divisa. CAPÍTULO VIII DO DIRECIONAMENTO DAS ÁGUAS PLUVIAIS E ESGOTO Artigo 62º - Os lotes em aclive deverão dirigir suas águas pluviais através de rede subterrânea passando sob o passeio público até a sarjeta. Deverão prever outra tubulação para a passagem das águas pluviais provenientes do lote a montante, conforme previsto no contrato de compra e venda da incorporadora devidamente registrado em cartório. Artigo 63º - Os lotes em declive deverão canalizar suas águas pluviais através de tubulação até a sarjeta do lote a jusante, estando ou não este lote edificado, conforme previsto no contrato de compra e venda da incorporadora devidamente registrado em cartório. Artigo 64 - Não é permitido o lançamento de águas pluviais em redes coletoras de esgoto, sujeito às penalidades previstas neste C.O.R. e demais órgãos públicos. 11

12 Artigo 65 As tubulações de águas pluviais deverão ser executadas ao lado das tubulações de esgoto, conforme projeto entregue pela empreendedora à associação. Artigo 66 - Todas as tubulações deverão ser independentes, desde o lote de origem até a interligação na rede coletora no caso do esgoto, ou na sarjeta no caso de água pluvial. Artigo 67 - A associação não se responsabiliza por qualquer erro de locação dos ramais de esgoto ou ramal de água potável constante no projeto entregue pela incorporadora à associação ou pela ausência dos mesmos nos lotes. CAPÍTULO IX DOS MUROS Artigo 68 - Não será permitida a construção de qualquer tipo de muro, cerca, gradil, arames ou portões no recuo de frente ou da via pública secundária dos lotes, sendo permitida apenas cerca viva; Artigo 69 - Não é permitido o uso do muro de divisa do loteamento como arrimo. Artigo 70 - Em lotes com aclive superior a 6,00 m de desnível entre a calçada e os fundos, serão permitidas as construções de muros de arrimo nas divisas frontais e laterais com altura máxima de 2,50 m, acima do nível da calçada. O comprimento total dos muros não poderá ultrapassar 50% das testadas do lote. Artigo 71 - Em lotes com declive superior a 6,00 m de desnível entre a calçada e os fundos, serão permitidas a construção de muros de arrimo nas divisas de fundo e lateral com altura máxima de 2,50 m a partir da cota de nível mais baixa do perfil natural do lote. Artigo 72 - A construção do muro de arrimo deverá ser usada única e exclusivamente para contenção do terreno e não poderá ser usado para suporte de laje substituindo o solo, devido essa laje ser considerada como construção no recuo, sendo isso proibido. Artigo 73 - Os muros de arrimo deverão ser devidamente impermeabilizados e possuir drenos, encaminhando as águas do lençol freático e águas pluviais para a via pública. CAPÍTULO X DA CONCLUSÃO DA OBRA Artigo 74 - Todas as alvenarias externas aparentes deverão ter acabamentos em todas as faces e deverão ser devidamente pintados, exceto paredes com outros tipos de revestimentos, tais como: tijolo a vista, pedras, etc. Artigo 75 - Os muros de divisa deverão estar construídos com altura mínima de 0,40 m e ter as faces chapiscadas ou rebocadas. Artigo 76 - O lote vizinho utilizado como apoio deverá ser entregue limpo e desobstruído de quaisquer materiais ou entulhos e com a topografia e vegetação recompostas. 12

13 Artigo 77 - A faixa do recuo frontal do lote deverá ser no mínimo gramada para configurar a finalização da obra. Artigo 78º - A efetiva habitação do imóvel somente será permitida após a liberação pela Associação. O proprietário deverá encaminhar requerimento (anexo 8) à Associação informando da conclusão da obra e solicitando tal liberação. A Associação efetuará a vistoria final no prazo máximo de 7 (sete) dias corridos e emitirá documento liberatório ou comunique-se sobre eventuais problemas que impeçam a habitação. Nesse caso, o proprietário deverá atender ao mesmo e notificar após o cumprimento ou justificar-se cabendo à Associação a análise da justificativa. Parágrafo único: Será permitida a habitação do imóvel sem a conclusão da pintura com o compromisso tácito do proprietário em concluí-la no prazo máximo de 90 (noventa) dias. Transcorridos os 90 (noventa) dias sem a conclusão será entendida como infração e sujeito as penalidades prevista no Estatuto Social em conformidade com art. 79 deste C.O.R. Demais pendências serão analisadas pela Associação. CAPÍTULO XI DIVERSOS Artigo 79º - O descumprimento das disposições do C.O.R. sem a devida aprovação ou em desacordo com o mesmo constitui infração sujeita à aplicação de penalidades pecuniárias mensais e sucessivas até a efetiva reparação da irregularidade, conforme previsto no Estatuto Social. a) A gravidade das infrações serão definidas como disposto na tabela do anexo 09, as não previstas na mesma serão avaliadas e definidas pela Comissão de Obras e Diretoria. b) Se não tiver sido observada fielmente a planta verificada pela Associação, o proprietário será intimado a substituir o projeto arquivado na Associação sofrendo as penalidades deste C.O.R., quanto ao processamento de multas. c) Se as modificações executadas no percorrer da obra infringirem em algum ponto este C.O.R., o proprietário será notificado a adequar o imóvel às normas vigentes. Artigo 80º - Quaisquer incidências não previstas no C.O.R. estarão sujeitas à apreciação pela Associação e, na eventualidade de rejeição da solicitação, caberá recurso à Assembléia Geral. Na decisão final, tal resolução poderá será incluída no C.O.R. 13

14 ANEXO 01 14

15 15

16 ANEXO 02 Ao Presidente da Associação do Residencial Itatiba Country Club REQUERIMENTO Assunto: APROVAÇÃO DE PROJETO DE UMA RESIDÊNCIA JUNTO AO RESIDENCIAL ITATIBA COUNTRY CLUB. Endereço da Obra: Quadra nº: Lote nº: Nome Proprietário: Endereço: nº Bairro CEP Fone , vem, mui respeitosamente, requerer deferimento do assunto acima no imóvel de minha propriedade. Nome do Resp. Técnico pelo Projeto: Endereço: n Bairro CEP Fone Autorizamos ainda O fiscal da Associação a ter livre acesso à minha obra e dependências; a fim de verificar o cumprimento do C.O.R., face ao projeto apresentado junto a mesma. Temos ciência e nos comprometemos a iniciar a construção somente após a liberação da Solicitação de Início de Obras. Itatiba, de de. assinatura proprietário RG resp. técnico pelo projeto CREA 16

17 ANEXO 03 DECLARAÇÃO Eu, portador do RG, proprietário do lote nº, da quadra nº do RESIDENCIAL ITATIBA COUNTRY CLUB e Sr. (a), portador (a) do CREA nº arquiteto/engenheiro, responsável técnico pelo projeto, vimos através desta declarar para os devidos fins, que temos pleno conhecimento e aceitamos todas as normas constantes no CÓDIGO DE OBRAS DO RESIDENCIAL e nos comprometemos à cumpri-lo. Sem mais Para o momento Atenciosamente Assinatura Proprietário RG Resp. Técnico pelo Projeto CREA Itatiba, de de

18 ANEXO 04 MEMORIAL DESCRITIVO Proprietário(s) : Endereço da obra : Quadra nº : Lote nº : 01. MOVIMENTO DE TERRA: 02. TIPO DE FUNDAÇÃO: 03. PAREDES INTERNAS: 04. PAREDES EXTERNAS: 05. COBERTURA : 06. BARRA IMPERMEÁVEL: 07. PISOS : 08. PORTAS : 09. JANELAS : 10. ÁGUAS PLUVIAIS: 11. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS: 12. INST. HIDRÁULICAS: 13. CALHAS E CONDUTORES: 15. FORROS : 16. PINTURA : 17. LIMPEZA : 18. Outros (especificar): Itatiba, de de. Assinatura Proprietário RG Assinatura do Responsável Técnico Titulo e nome CREA ART 18

19 ANEXO 05 Ao Presidente da Associação do Residencial Itatiba Country Club SOLICITAÇÃO PARA INICIO DE OBRAS Endereço da Obra: Quadra nº: Lote nº: Nome Proprietário: Endereço: nº Bairro CEP Fone ,vem, mui respeitosamente, solicitar a autorização para início de obra. Nome do Resp. Técnico pelo Projeto: Fone Devo liberar para foto no sistema de segurança do loteamento e apresentar junto à portaria do Residencial o RG de todos os funcionários que irão trabalhar no referido lote. Estando de acordo que a não apresentação de tais documentos impedirá a entrada das pessoas no Loteamento. Devo também enviar autorização, por escrito, para a associação para a saída de materiais da obra. Me comprometo a efetuar a mudança somente com a casa acabada externamente, conforme consta no CÓDIGO DE OBRAS DO RESIDENCIAL. Itatiba, de de assinatura proprietário RG resp. técnico pelo projeto CREA 19

20 ANEXO 06 DECLARAÇÃO Eu, arquiteto/engenheiro, portador do CREA nº, responsável técnico pela obra do Lote da Quadra, venho através desta declarar para os devidos fins, que tenho pleno conhecimento e aceito todas as normas constantes no CÓDIGO DE OBRAS DO RESIDENCIAL e me comprometo à cumpri-la. Declaro também que: a tubulação de esgoto será executada totalmente independente da tubulação de águas pluviais; concluirei os muros de arrimo, em situações de aterro e/ou rebaixo do terreno, de acordo com o C.O.R., evitando desta forma, prejuízo a terceiros pelos quais assumo inteira responsabilidade. Conforme prevê os artigos 186, 927 a 954 do Código Civil Brasileiro; o Residencial Itatiba Country Club não tem nenhuma responsabilidade pela falta de uso de EPI s na obra e por eventuais acidentes que possam vir a ocorrer. Estou ciente que o não cumprimento de tais procedimentos descritos acima e nos descritos no C.O.R., acarretará no embargo da obra em questão.. Itatiba, de de 200. Resp. Técnico CREA nº 20

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