LUIZ ARMANDO FERNANDES MEDEIROS COMÉRCIO ELETRÔNICO: O PROCESSO DE COMPRA E VENDA PELA INTERNET

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1 LUIZ ARMANDO FERNANDES MEDEIROS COMÉRCIO ELETRÔNICO: O PROCESSO DE COMPRA E VENDA PELA INTERNET Trabalho de Conclusão de Estágio Apresentado à Coordenação do Serviço de Estágio Supervisionado em Administração, do Curso de Graduação em Administração, do Centro de Ciências Sociais Aplicadas da Universidade Federal da Paraíba, em cumprimento às Exigências para a Obtenção do Grau de Bacharel em Administração. Orientador: Prof. Jorge de Oliveira Gomes, Ms João Pessoa PB Outubro de 2007

2 Ao Professor Orientador Jorge de Oliveira Gomes Solicitamos examinar e emitir parecer no Trabalho de Conclusão de Estágio do aluno Luiz Armando Fernandes Medeiros. João Pessoa, 19 de Outubro de Prof. Rosivaldo de Lima Lucena Coordenador do SESA Parecer do Professor Orientador:

3 LUIZ ARMANDO FERNANDES MEDEIROS COMÉRCIO ELETRÔNICO: O PROCESSO DE COMPRA E VENDA PELA INTERNET Trabalho de Conclusão de Estágio Aprovado em: 19 de Outubro de Banca Examinadora Prof. Jorge de Oliveira Gomes, Ms Examinador Examinador

4 DEDICATÓRIA Dedico este trabalho a meus pais Armando Hélio Medeiros e Elba Fernandes Medeiros, a meus irmãos, parentes, amigos, a minha namorada Danielly e principalmente a Deus.

5 AGRADECIMENTOS Ao meu orientador, Professor Jorge de Oliveira Gomes, que soube compreender minhas dificuldades, ensinando-me os caminhos mais inteligentes na condução deste trabalho. A Washington Lierbeth Chaves pelo apoio prestado durante o estágio na BC10 Criação de Sites. Aos amigos que contribuíram direta e indiretamente para elaboração deste trabalho.

6 MEDEIROS, Luiz Armando Fernandes. Comércio Eletrônico: O processo de compra e venda pela Internet. 41f. Monografia (Curso de Graduação em Administração), Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, RESUMO O objetivo deste trabalho é analisar a tecnologia do Comércio Eletrônico no que se refere ao processo de compra e venda por meios digitais. Nos dias de hoje, o Comércio Eletrônico deixou de ser uma novidade e se tornou hábito de muitos usuários que cada vez mais procuram efetuar suas compras de uma forma mais cômoda, rápida e econômica. As empresas por sua vez, também buscam cada vez mais se adequar a este modelo de negócio. Este trabalho abordou diversos pontos, como a Internet, que é a base para o funcionamento do Comércio Eletrônico, também as três principais categorias do Comércio Eletrônico, que são: B2C, B2B e C2C. Foram mostradas também as principais vantagens e desvantagens do Comércio Eletrônico, bem como abordados alguns aspectos sobre a segurança das informações nas transações on-line. Por último foram abordados alguns dados sobre o Comercio Eletrônico no Brasil, visando mostrar o seu rápido crescimento no Brasil. Palavras-Chave: Internet. Comércio Eletrônico. Vantagens. Desvantagens. Segurança. Brasil.

7 MEDEIROS, Luiz Armando Fernandes. E-Commerce: The process of buying and selling through the Internet. 41f. Monograph (Graduate Course in Administration), Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, ABSTRACT The objective of this work is to analyze the technology of E-Commerce in the buying and selling process on digital media. In present-day, the E-commerce is no longer a novelty and has become habit of many users who increasingly seek to make their purchases on a more comfortable, fast and economical way. The companies also seek ever more suited to this business model. This work raised several points, as the Internet, which is the basis for the operation of E-commerce, also the three main categories of E-commerce, which are: B2C, C2C and B2B. There were also shown the main advantages and disadvantages of E- commerce, and discussed some aspects of its security. Lastly we raised some data about E- commerce in Brazil, aiming to show its rapid growth. Keywords: Internet. E-Commerce. Advantages. Disadvantages. Security. Brazil.

8 LISTA DE SIGLAS ARPA Advanced Research Projects Agency B2B Business to Business B2C Business to Consumer C2C Consumer to Consumer CD Compact Disc CPF Cadastro de Pessoas Físicas DVD Digital Video Disc E-Commerce Eletronic Commerce Eletronic Mail

9 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Lista de Figuras Figura 01 Modelo B2C Figura 02 Modelo B2B Figura 03 Modelo C2C Lista de Gráficos Gráfico 01 Faturamento anual do varejo em bilhões Gráfico 02 Meios de pagamento na compra de bens de consumo na Internet em Gráfico 03 Evolução do nº de e-consumidores Lista de Tabelas Tabela 01 Campeões de vendas Tabela 02 Fusão submarino e americanas.com... 33

10 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO Delimitação do Tema e Formulação do Problema de Pesquisa Justificativa Objetivos Objetivo geral Objetivos especificos FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A Internet Comércio Eletrônico Categorias de comércio eletrônico Business to consumer (B2C) Business to business (B2B) Consumer to consumer (C2C) Vantagens e Desvantagens do Comércio Eletrônico Vantagens para empresas Vantagens para consumidores Desvantagens para empresas Desvantagens para consumidores Segurança no Comércio Eletrônico Comércio Eletrônico no Brasil Faturamento anual do varejo virtual Produtos mais vendidos Principais meios de pagamento Evolução dos e-consumidores Movimentações do mercado Fusão submarino e americanas.com PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Delineamento da Pesquisa Definição da Área Método de Coleta de Dados Tratamento dos Dados ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS DADOS CONCLUSÃO Considerações Finais Sugestões Para Pesquisas Futuras REFERÊNCIAS... 40

11 1. INTRODUÇÃO 1.1 Delimitação do Tema e Formulação do Problema da Pesquisa No início da década de 60, foi criada uma rede de computadores com propósitos militares. Com o passar do tempo e o fim da guerra fria, esta rede passou também a ser utilizada pelo público em geral. Nascia assim a Internet, que foi um dos acontecimentos que tiveram maior influência dentro da nossa sociedade. Além de tornar muito mais ágil e eficiente a forma com a qual as pessoas se comunicam, procuram por informações e adquirem conhecimentos, a Internet possibilitou dentre os inúmeros serviços, o surgimento de um novo canal de comercialização, que é o Comércio Eletrônico ou E-Commerce em inglês. Tanto para os comerciantes tradicionais quanto para os empreendedores da nova economia, o Comércio Eletrônico representa novos desafios e, principalmente, novas oportunidades de se chegar ao cliente de forma mais rápida, ágil, eficiente e com um custo bem menor (BOGO, 2000). De maneira geral, Comércio Eletrônico é compra e venda de produtos e serviços pela Internet, uma tecnologia que se refere à realização de negócios através de meios digitais. Está tecnologia até pouco tempo era apenas mais uma inovação do meio computacional e tecnológico. No entanto hoje, o Comércio Eletrônico deixou de ser uma novidade e se tornou hábito de muitos usuários que cada vez mais procuram realizar suas compras de uma forma mais cômoda e rápida, já que podem efetuar suas compras diretamente do seu computador pessoal, sem se deslocar de sua casa. As empresas por outro lado, procuram cada vez mais se adequar a esse novo modelo de comércio, buscando novas formas de otimizar as suas operações, comercialização e distribuição dos seus bens e serviços de forma a garantir ganhos de produtividade e a redução de custos, para competir em um mercado cada dia mais globalizado. É através dessa globalização da economia, que este fenômeno vem conquistando cada vez mais espaço em vários países, inclusive no Brasil. Depois de passados todos estes pontos, chegamos a seguinte questão: De que forma o Comércio Eletrônico ajuda consumidores e empresas como uma ferramenta eficaz durante o processo de compra e venda?

12 1.2 Justificativa O Comércio Eletrônico é uma nova forma de fazer negócio, onde uma rápida e segura troca de informações é fundamental para o seu sucesso. Ele vem crescendo rapidamente nos últimos anos em todo mundo e inclusive no Brasil, onde ocorreu segundo pesquisas da publicação WebShoppers (2006) um aumento de 76% nas vendas de bens de consumo no ano de 2006 em relação ao ano de 2005, com um faturamento total de R$ 4,4 bilhões, com um número total de 14,8 milhões de pedidos realizados e um número de 7 milhões de e- consumidores. Esse contínuo fortalecimento do Comércio Eletrônico é conseqüência da expansão do acesso à Internet pelo Brasil, bem como da descoberta, por parte dos clientes, da comodidade, agilidade e economia representada pelas compras on-line. Este trabalho foi realizado a fim de melhor conhecer o Comércio Eletrônico de uma forma geral, caracterizando suas principais formas de funcionamento, identificando e descrevendo suas vantagens e desvantagens, tanto para consumidores quanto para empresas, mostrando aspectos relativos à segurança das informações nas transações on-line e descrevendo dados do Comércio Eletrônico no Brasil. Este estudo tem grande importância considerando a grande influência que o Comércio Eletrônico tem nos dias de hoje na vida de todos os seus consumidores e organizações, e bem como pelo seu inegável crescimento pelo Brasil e pelo mundo, que ocorre em grande velocidade. 1.3 Objetivos Sabendo que o Comércio Eletrônico vem ocasionando mudanças no modo como os consumidores e empresas realizam negócios, este estudo tem os seguintes objetivos: Objetivo geral Analisar a tecnologia do Comércio Eletrônico no que se refere ao processo de compra e venda por consumidores e empresas.

13 1.3.2 Objetivos específicos Caracterizar os principais tipos de Comércio Eletrônico. Identificar e descrever as vantagens e desvantagens do Comércio Eletrônico para empresas e consumidores. Descrever aspectos relativos à segurança das transações no Comércio Eletrônico. Descrever dados do Comércio Eletrônico no mercado brasileiro.

14 2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2.1 A Internet Nos primórdios da Internet, não se tinha muita preocupação com segurança da informação da forma como é encarada hoje. A utilização a ser feita da rede de computadores era a de simplesmente tornar mais fácil e ágil a comunicação entre as pessoas, além de disponibilizar informações de uma forma mais amigável do que os recursos existentes na época em que foi criada. A história da Internet começa na década de 60, quando o mundo vivia em turbulência devido à guerra fria. Ela foi criada com fins militares, projetada de modo que não pudesse ser destruída por ataques destrutivos dos soviéticos, uma vez que todos os pontos da rede assumiriam o mesmo status, diferentemente da arquitetura existente na época, que dependia de um computador que centralizava todas as tarefas. Assim, se poderiam ligar pontos estratégicos sem receio de que um único ataque destruísse toda a inteligência militar dos Estados Unidos, pois como a informação poderia percorrer inúmeras vias entre seus destinos, mesmo que se destruísse um dos pontos, a informação continuava trafegando entre os pontos não afetados (BOGO, 2000; BEZERRA, 2007). O projeto desta rede de computadores foi liderado por nomes importantes da área da computação como Robert Taylor e J. C. R. Licklider e foi financiado pela Advanced Research Projects Agency (ARPA). A grande mudança ocorrida neste projeto é que os dados caminhariam dentro da rede em diversas rotas que podiam variar O primeiro ambiente de Internet interligava quatro pontos, dentre os quais a Universidade de Utah e a Universidade da Califórnia e o primeiro teste foi realizado em 21 de Novembro de 1969, quando pesquisadores da Universidade da Califórnia enviaram uma mensagem para o Instituto de Pesquisas de Stanford, localizado a 450 quilômetros da Universidade (MENDES, 2007; BEZERRA, 2007). As conexões à rede de computadores cresceram bastante, tendo em 1971 interligado cerca de vinte e quatro redes, e em 1974, cerca de sessenta e duas redes. Contudo, durante muito tempo o acesso à Internet ficou restrita às instituições de pesquisa e às universidades. Apenas na década de 80, quando os computadores passaram a ter um custo mais acessível, qualquer pessoa interessada podia conectar-se à rede desde que se ligasse a um provedor de acesso a rede (BOGO, 2000).

15 Segundo Bezerra (2007) a Internet até então era unicamente um meio de troca de informações entre computadores. A partir da década de 90, a rede passou também a ter propósitos comerciais, o que ampliou bastante seus horizontes. Já que se podiam realizar trocas de mensagens entre os usuários da rede, por que não realizar transações comerciais através do mesmo canal? Ocorreu que a Internet estava deixando o mundo acadêmico um pouco de lado e então, no ano de 1993, o número pontos ligados à Internet com oferta de serviços comerciais já era maior que o número de pontos acadêmicos. Com o crescimento da rede de computadores e com o avanço tecnológico, a exploração comercial do meio teve início. Foi uma grande revolução quando as pessoas puderam à distância, sem contato verbal explícito, comprar os mais variados itens, ou então efetuar movimentações financeiras em suas contas bancárias. 2.2 Comércio Eletrônico O Comércio Eletrônico, assim como uma loja comum, é um conjunto de atividades, onde existe um vendedor com a finalidade de vender um produto ou serviço, assim como um comprador que está interessado por este produto ou serviço e a partir desses interesses será dado início a uma negociação comercial. Definimos e-commerce como a compra e venda por meios digitais (O BRIEN, 2004, p. 205). Todas as transações comerciais efetuadas por uma empresa são englobadas pelo Comércio Eletrônico, visando atender diretamente todos seus clientes, utilizando para isso as facilidades de comunicação e de transferência de dados que a Internet proporciona (O BRIEN, 2004). Blumenschein (2000) afirma que o Comércio Eletrônico já é realizado a mais tempo do que se imagina, mesmo com as pessoas e empresas não estando cientes disto, pois ao se realizar uma compra e efetuar o seu pagamento através de caixas eletrônicos, cartão de crédito ou qualquer outro meio digital, essa atividade pode ser considerada como uma forma de Comércio Eletrônico. Da mesma forma, quando se faz uma encomenda ou se recebe uma encomenda por fax, também se está realizando Comércio Eletrônico. Portanto, não se pode dizer que o Comércio Eletrônico está inventando um novo tipo de comércio, pois ele apenas está aproveitando as novas tecnologias como a de informática e a de comunicação para

16 realizar as tarefas tradicionais de compra e venda, de uma forma mais rápida, segura e barata do que até então eram realizados sem estes recursos. O Comércio Eletrônico é o suporte para qualquer tipo de transações de negócios, a partir da utilização de uma infra-estrutura digital, tendo sido trazido para nosso dia a dia através da popularização da Internet. É importante ressaltar que vários autores enfatizam o ponto de que o Comércio Eletrônico não significa apenas outra forma de vender e comprar, mas possibilita transformações significativas no modo como às empresas operam seus negócios (TREPPER, 2001; SIEGEL, 2000). Esse novo recurso que é o Comércio Eletrônico transformou as empresas, aumentando a velocidade, exatidão e a eficiência com que as transações financeiras são efetuadas. Isso ocasionou mudanças em processos e relacionamentos comerciais tradicionais, fazendo com que as empresas desenvolvam estratégias com as quais se possam obter vantagens competitivas Categorias de comércio eletrônico Segundo O Brien (2004), atualmente existem três categorias básicas de aplicações de Comércio Eletrônico: a de empresa-a-consumidor (B2C), a de empresa-a-empresa (B2B) e a de consumidor-a-consumidor (C2C). Nos tópicos a seguir iremos caracterizar estes três principais tipos de Comércio Eletrônico Business to consumer (B2C) Esse é o tipo de transação em que uma organização vende seus produtos ou serviços para as pessoas que navegam pela Internet. Segundo Silva, Romani e Melo (2004, p.9), [...] o modelo de business to consumer está a maior parte das vezes relacionado com esquema de vendas ou estabelecimento de lojas virtuais. A demanda por este tipo de solução está crescendo de forma assustadora em todo o mundo, devido à facilidade de localização do item a ser adquirido, à facilidade de obtenção de informações técnicas e também em relação à comodidade e liberdade que o processo dá a quem está exercendo a compra.

17 Seu enfoque é voltado para a interface com o usuário, tentando desenvolver um site em que o consumidor se sinta interessado em comprar o produto ou serviço. Devem ter alta capacidade de resposta às exigências do consumidor, incluindo tempo de entrega, disponibilidade dos produtos e preços competitivos, sistemas seguros de pagamento eletrônico, suporte on-line ao cliente, entre outros pontos. Um exemplo de site que utiliza o modelo B2C é o da empresa Americanas.com que tem sua página inicial apresentada na Figura 01. Figura 01 Modelo B2C Fonte: (2007) O site Americanas.com é um portal que realiza transações diretas com o consumidor, ele comercializa milhares de itens, como CD s, DVD s, livros, eletrônicos, eletrodomésticos, brinquedos, entre outros, visando atender diretamente o consumidor final O foco principal para as empresas que atuam no Comércio Eletrônico B2C é: atrair compradores potenciais, negociar bens e serviços e fortalecer a fidelidade do cliente por meio de um tratamento cortês individual (O BRIEN, 2004, p. 257). O B2C é a forma mais usada de Comércio Eletrônico atualmente, a qual é realizada na forma de varejo entre o cliente e a empresa. Sua principal vantagem é poupar recursos da empresa, como por exemplo, gastos com instalações físicas para as vendas, e também, é muito

18 vantajoso para o cliente, pois evita transtornos típicos tais como filas, dificuldades para encontrar estacionamento, lojas cheias, etc. Pela Internet, o consumidor realiza suas compras com extrema facilidade e comodidade, além de receber seus produtos ou serviços comprados diretamente em casa (O BRIEN, 2004; ALBERTIN, 2004). Nessa categoria de comércio eletrônico, as empresas precisam desenvolver sites que chamem a atenção do consumidor fazendo com que o mesmo se sinta interessado em comprar o produto Business to business (B2B) Esse é o tipo de transação que é feita entre duas empresas. Neste segmento não existe a figura do consumidor pessoa física. Normalmente, são construídos com apoio de tecnologias ligadas a Internet, onde compradores e fornecedores encontram-se e transacionam em tempo real. Sites de Comércio Eletrônico do tipo B2B proporcionam inúmeras vantagens tanto para vendedores como para compradores. Uma de suas vantagens para os compradores é de tornar as decisões de compra das empresas mais rápidas, mais simples e mais eficientes, uma vez que as empresas podem utilizar os sistemas da Internet para pesquisar e negociar com muitos vendedores. Já para os vendedores, um grande beneficio é o fácil acesso aos clientes em todo o mundo, ou seja, simplificam os processos de cotação, pedidos e aprovação de compra (ALBERTIN, 2004; PINNA 2001). Segundo Felipini (2006a), o uso do Comércio Eletrônico B2B é uma tendência natural das empresas, devido a grande produtividade trazida por ele. Benefícios como à redução de custos, maior agilidade nos procedimentos de escolha de fornecedores ou compradores, o maior controle dos processos licitatórios e, conseqüentemente, a redução de erros nesses processos, tornarão o Comércio Eletrônico B2B quase uma necessidade nos mercados competitivos. Um exemplo de site que utiliza o modelo B2B é o Mercado Eletrônico, empresa que tem sua página inicial apresentada na Figura 02.

19 Figura 02 Modelo B2B Fonte: (2007) O portal Mercado Eletrônico auxilia empresas de todos os portes, em múltiplos segmentos, a realizarem negócios de forma estruturada, proporcionando significativa redução de custos, maior eficiência operacional e transparência na realização das transações comerciais. Através do portal da empresa, diversas empresas cadastradas, dos mais diversos ramos, realizam milhares de transações diárias Consumer to consumer (C2C) Dentre as principais categorias de Comércio Eletrônico ainda existe o C2C, que é uma importante estratégia de negócios e representa as relações comerciais entre duas pessoas físicas, sem que hajam empresas diretamente envolvidas na negociação. O Comércio Eletrônico C2C é a transação on-line em que um indivíduo negocia bens com outros indivíduos, é uma espécie de terceira onda do Comércio Eletrônico Os primeiros negócios na rede eram predominantemente entre empresas, em um segundo momento ocorreu um grande crescimento dos negócios entre empresas e consumidores e agora esta se destacando o Comércio Eletrônico entre pessoas físicas (FELIPINI, 2006b).

20 De acordo com Felipini (2006b), o Comércio Eletrônico C2C é realizado através de uma plataforma eletrônica na Internet e intermediado por uma empresa que oferece a base tecnológica e administrativa. Ambos, comprador e vendedor, devem estar cadastrados no sistema e podem ser avaliados por todos os membros da comunidade de negócios pela quantidade de transações que já realizaram e pelas notas que receberam em cada transação, estabelecendo assim, um ranking dos bons negociadores. Conforme Pinna (2001), as vantagens do C2C on-line são: abrangência internacional, atualização constante de produtos e possibilidade de uma infinidade de ofertas, dos mais diversos tipos de produtos. Além disso, é possível achar em sites de C2C itens raros ou fora de catálogo, que não poderiam ser encontrados em lojas comuns. Os sites de C2C lucram da venda de espaços publicitários, além de cobrarem uma taxa, que varia de acordo com o valor total do produto, para que ele seja comercializado através do site (PINNA, 2001). Um exemplo de site que utiliza o modelo C2C é o da empresa Mercado Livre, que tem sua página inicial apresentada na Figura 03. Figura 03 Modelo C2C Fonte: (2007)

21 O site da empresa Mercado Livre é o maior mercado de compra e venda da Internet brasileira. Seu objetivo é oferecer uma plataforma de negociação fácil e segura para todos os seus associados. 2.3 Vantagens e Desvantagens do Comércio Eletrônico O Comércio Eletrônico tem atingido altos índices de utilização no ambiente empresarial, cada vez mais, empresas fazem do Comércio Eletrônico um meio de aumentar seus ganhos e manter uma relação mais próxima com seus clientes. Apesar de todo esse crescimento na utilização do Comércio Eletrônico, muito tem se falado sobre as vantagens e desvantagens dessa modalidade de comércio. Esta tecnologia ocasionou inúmeras vantagens tanto para as empresas quanto para os usuários desta tecnologia, como por exemplo: maior comodidade para o cliente, segurança e rapidez no pagamento das mercadorias, diminuição dos impostos, aumento dos lucros da empresa, pesquisa de preço do produto, redução da mão-de-obra e comercialização em âmbito global (MONTEAGUDO, 2006). O Comércio Eletrônico trouxe também desvantagens não só para as empresas, mas também para os clientes e para a sociedade; questões como aumento do número de desemprego, diminuição da qualidade dos produtos entregues aos clientes, são alguns dos exemplos mais comuns das desvantagens do Comércio Eletrônico (MONTEAGUDO, 2006; ALBERTIN, 2004). Nos tópicos a seguir serão identificadas e descritas várias vantagens e desvantagens do Comércio Eletrônico tanto para empresas como para os consumidores Vantagens para empresas Algumas das vantagens disponibilizadas para as empresas são custos mais baixos para alcançar um público maior, aberto 24 horas por dia, novos métodos de distribuição, contato direto com o cliente, mais informações sobre os consumidores e marketing personalizado. (ANDRADE, 2001, p. 45). Outro ponto importante para as empresas de entrar no Comércio Eletrônico é apresentar e disponibilizar os seus produtos e serviços para usuários de todas as partes do

22 mundo, isso foi possível graças à utilização da Internet, onde a empresa monta uma loja virtual permitindo que pessoas e empresas do mundo inteiro conheçam os seus produtos e serviços e os adquiram através da rede mundial de computadores (PINNA, 2001; ALBERTIN, 2004). Segundo Chleba (2000), os custos fixos para se manter uma loja virtual funcionando 24 horas são baixos, a sua estrutura enxuta e as novas tecnologias e sistemas possibilitam que um grupo pequeno de funcionários possa atender a um altíssimo nível de demanda. Com dois ou três funcionários já é possível fazer todo o atendimento. Feito o pedido, as outras etapas, como faturamento e entrega, acabam sendo absorvidas pelo quadro tradicional da empresa. Com a criação do Comércio Eletrônico, algumas das ações que faziam com que os preços das mercadorias se elevassem, foram eliminadas, pois antes existiam intermediários que compravam as mercadorias para revendê-las ao comércio e só a partir de então seria repassada ao consumidor final. Com o Comércio Eletrônico a função do intermediário foi eliminada, pois as empresas montam sites que vendem direto para o consumidor final (D ÉLIA, 2004; ALBERTIN, 2004). Empresas que utilizam o Comércio Eletrônico pagam menos impostos do que empresas tradicionais, contribuindo assim para a diminuição dos altos índices de inflação existentes no país. A relação de compra e venda que as empresas passam a ter com os seus fornecedores também é facilitada, pois através do Comércio Eletrônico as empresas aumentam a sua área de atuação, conseguindo assim atender um mercado maior, desta forma as mercadorias são compradas em maior quantidade permitindo que as empresas negociem com seus fornecedores melhores preços, o que acaba sendo repassado para os consumidores finais (AMOR, 2000; CHLEBA, 2000; MONTEAGUDO 2006). De acordo com Albertin (2004), outra vantagem do Comércio Eletrônico é a segurança para a empresa, pois os pagamentos são feitos por meios eletrônicos, o que diminui, consideravelmente, os roubos, pois não existem volumes de dinheiro físico dentro da empresa; todas as transações realizadas são através das contas bancárias, ou seja, quando o cliente compra alguma mercadoria, ela é paga através de cartão de crédito ou de boleto bancário, o dinheiro automaticamente é depositado na conta da empresa, tornando a transação mais rápida e segura. Para as empresas, o Comércio Eletrônico traz uma grande redução nos custos, pois vendas que antes eram feitas face a face agora passam a ser feita através do computador o que reduz os custos com mão-de-obra. Com isso, ocorre um aumento dos seus lucros e elas passam a ter capital para investir em tecnologia, em meios para cada vez mais reduzir seus

23 custos, o que acaba se tornando um ciclo lucrativo, e assim se sobressair em relação às empresas tradicionais (OSSAMU, 2005; FELIPINI, 2005). O comércio eletrônico acaba se tornando uma ferramenta de suma importância para as empresas que querem crescer no mercado que se torna cada dia mais competitivo, o cliente deseja preço baixo, rapidez e conforto, através da utilização do comércio eletrônico as empresas conseguem proporcionar tudo isso para os seus clientes com a vantagem de ainda conseguirem reduzir seus custos, tendo um lucro maior do que as empresas que vendem da forma tradicional Vantagens para consumidores Os principais benefícios que o Comércio Eletrônico trouxe para os consumidores são: proporcionar compras mais eficientes, oferecendo um maior leque de escolhas, preços mais baixos e um alto nível de serviços personalizados. Também oferece novos tipos de produtos e serviços com novas maneiras de adquiri-los. (ANDRADE, 2001, p. 42). Com a criação do Comércio Eletrônico, o consumidor ganhou, pois, passou a existir uma competitividade maior entre as empresas na busca do estabelecimento de um preço melhor para atender o mercado consumidor. Outra vantagem são as pesquisas que o consumidor pode fazer antes de comprar um determinado produto; sem sair de casa o indivíduo pode acessar várias lojas virtuais, obtendo os preços dos produtos desejados, desta forma é possível verificar qual empresa tem um preço menor, para só depois efetuar a compra. Depois de realizada a compra, o cliente recebe sua mercadoria em sua casa, o que lhe trás um grande conforto (PINNA, 2001; ALBERTIN, 2004). O consumidor passa a ter uma fonte de informação constante sobre novos tipos de produtos, podendo comparar preços, prazos de entrega, encontrar informações sobre as empresas, produtos e concorrentes, gerando a possibilidade de verificar suas vantagens, características, preços, rede de assistência técnica e outros benefícios que cada empresa venha a oferecer, disponibilizando produtos mais personalizados ou até mesmo lançamentos de produtos. A facilidade dos mecanismos de pesquisas tais como os sites de busca Buscapé e Bondfaro, faz com que os consumidores tenham uma grande gama de fornecedores, e procurem sempre o melhor negócio.

24 Comprando pela Internet se evita contratempos como acidentes de trânsito durante o percurso até a loja, horas perdidas para encontrar vagas de estacionamento, filas, vendedores inconvenientes e até o perigo de assalto. Outro fator que impulsiona esse comércio é o tempo perdido durante uma compra. O varejo virtual oferece a conveniência de comprar durante 24 horas por dia, sete dias por semana. Tem ainda, a capacidade de oferecer um rico conjunto de informações. Outra grande vantagem da Internet é a facilidade de como se obtêm informações sobre os produtos e até mesmo sobre as empresas (PINNA, 2001; ALBERTIN, 2004; ANDRADE, 2001). As possibilidades do mercado eletrônico são infindáveis. A facilidade de encontrar todos os tipos de produtos e serviços na Internet é gigantesca, isso atrai as pessoas e esta novidade é que faz surgir cada vez mais negócios on-line. Hoje em dia, pode-se comprar desde equipamentos de informática até pacotes turísticos sem sair de casa Desvantagens para empresas Conforme Andrade (2001), lojas virtuais são suscetíveis a ataques de pessoas malintencionadas que tentam ter acesso a dados confidenciais de clientes e parceiros da empresa e também tentam aplicar golpes com números de cartões de crédito roubados, causando prejuízos muitas vezes arcados pelas próprias lojas virtuais. Determinadas compras, como a escolha de bens alimentares frescos (frutas, legumes, peixes, carnes, etc.), ainda não são confiados a uma loja virtual. E também a compra de bens como, casas, carros, terrenos e outros de valores elevados ainda não conseguiu ser totalmente transferida para a Internet, devido à burocracia (ALBERTIN, 2004). O clima de insegurança que muitos ainda sentem na Internet faz com que muitas empresas existentes ou prestes a existirem não entrem no mundo dos negócios on-line, o que retarda um maior crescimento dessa modalidade de comércio. A empresa também pode ficar vulnerável a novas formas de concorrência vindas de empresas de outros estados e até do exterior. Aqueles que não se ocuparem de tais desafios correm o risco de ficar fora do mercado (MONTEAGUDO, 2006; ALBERTIN, 2004). Apesar de suas desvantagens, cada vez mais empresas ingressam todos os anos neste mercado que vem crescendo de forma assustadora no Brasil e no mundo tentando explorar todas as suas vantagens e minimizar seus possíveis problemas.

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