Logística & Distribuição

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Logística & Distribuição"

Transcrição

1 ESTE SUPLEMENTO FAZ PARTE INTEGRANTE DO DIÁRIO ECONÓMICO Nº 6118 DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 E NÃO PODE SER VENDIDO SEPARADAMENTE Logística & Distribuição SeongJoon Cho / Bloomberg Os custos de operação logística continuam altos devido aos preços dos combustíveis, às portagens e à electricidade. Estes são desafios que as empresas de logística e transporte enfrentam e que devem ser ultrapassados, diz Nuno Rangel, vice-presidente do grupo Rangel. Mesmo assim, as empresas têm conseguido evoluir a sua performance logística, aproximando-se dos níveis de qualidade praticados na Europa. O que falta é mais investimento no cumprimento dos prazos de entrega, no nível de serviço, e nas infra-estruturas tecnológicas, defende, aconselhando a uma maior aposta na formação especializada em transportes e logística. O bom desempenho está dependente do equilíbrio conseguido pelas empresas no que respeita à relação entre qualidade e preço praticado. Mas se os custos forem elevados, o equilíbrio pode ser posto em causa. Os desafios deste sector vão muito mais além disso. Christoph Atz, country manager da UPS para Portugal e Espanha não tem dúvidas que os principais desafios para o comércio internacional estão relacionadas com questões de documentação e de conformidade. Diz ser essencial» Tecnologia tem melhorado o serviço logístico

2 II Diário Económico Quarta-feira 25 Fevereiro 2015 LOGÍSTICA & DISTRIBUIÇÃO A logística da Amazon é uma das maiores a nível internacional. Na Europa, a empresa está a investir num parque logístico na República Checa, mesmo no centro da Europa. Chris Ratcliffe / Bloomberg» garantir a simplificação de processos para que os produtos dos clientes passem através das fronteiras nacionais, o mais rapidamente possível e sem problemas. Christoph Atz frisa que acordos de livre comércio, modernização das alfândegas e políticas que abram fronteiras são cruciais para o crescimento contínuo do comércio. Para o responsável, a proposta Transatlantic Trade and Investment Partnership (TTIP) entre a Europa e os EUA é um exemplo de um acordo que traria enorme valor para as empresas, grandes e pequenas, sendo urgente incentivar mais as PME e grandes empresas para exportar os seus produtos. O que será possível com menos burocracia alfandegária. Outros desafios a que as empresas deverão estar atentas prendem-se com as alterações à legislação, frisa Rui Gomes, coutry manager da DHL Supply Chain, nomeadamente algumas restrições técnicas e ambientais com tendência crescente. Outro desafio diz respeito ao momento que o mercado atravessa, verificando-se uma pressão global e cross-sectorial para redução de custos, e exigência, flexibilidade e qualidade acrescidos. Rui Gomes fala da necessidade em obter ganhos de eficiência contínuos num contexto de crescente competitividade. E lembra o facto de haver um número maior de players no mercado, o que o torna mais atomizado do ponto de vista da flexibilidade e serviço. O que é certo é que todos concordam num ponto. As empresas de transportes e logística Comércio electrónico com potencial O segmento B2C (empresa para consumidor) e o comércio electrónico parecem ser uma grande tendência de futuro. Christoph Atz, da UPS, diz que quer um quer outro vão crescer. E Rui Gomes, da DHL refere o o grande potencial do B2C. Vítor Enes, da Luis Simões, aponta o e-commerce como um canal cada vez mais utilizado no processo de compra. E Nuno Rangel refere-o como um desafio e oportunidade para as empresas. têm que saber adaptar a sua oferta à constante evolução tecnológica. Para Nuno Rangel, a multiplicidade de canais é uma realidade que não deve ser esquecida e que só implica uma especialização e uma aposta maior em tecnologias que permitirão melhorar a qualidade e eficiência do serviço. O responsável considera que a tecnologia é um factor diferenciador e acredita que uma mais- -valia resultante das novas tecnologias é a monitorização das cargas em tempo real. Qualquer cliente pode agendar, rastrear e automatizar os envios e consultar informações actualizadas, diz. A isto está naturalmente ligada a agregação de valor à cadeia de abastecimento que é, para Vítor Enes, director geral ibérico de Logística da Luis Simões, o maior desafio das empresas do sector. Para tal é preciso desenvolver e implementar soluções competitivas que se traduzam em ganhos de produtividade e eficiência para o cliente. E isso só é possível com um investimento grande em tecnologia. Vítor Enes garante que o desafio tecnológico para o sector é uma oportunidade de competitividade, visto simplificar processos e representar uma janela de oportunidades de negócio na cadeia de distribuição. A aposta em tecnologia parece ser fundamental quer para as empresas de distribuição e logística, quer para as empresas que as contratam (ver texto da página 6). Rui Gomes, country manager da DHL Suplly Chain está certo disso. A tecnologia passou a ser fundamental para o êxito de qualquer organização, garante, afirmando já não ser vista apenas como suporte administrativo, mas sim como vector estratégico, constituindo uma importante fonte de vantagem competitiva. Quem utiliza tecnologias está mais perto do sucesso, pois o seu uso eficaz e a sua integração com os processos logísticos trouxe um conjunto de vantagens às empresas, quer ao nível da standardização de processos e automatização de determinadas tarefas, quer ao nível da eficiência, diz Rui Gomes. E as empresas estão cada vez mais conscientes dessa realidade. Por exemplo, a Abreu Carga tem vários clientes de diferentes áreas de negócio cujo suporte tecnológico é crucial para as suas actividades, diz Francisco Barbosa, director coordenador, que está convicto que a optimização e crescimento do negócio é maior se as empresas optarem por terem armazéns inteligentes e apostarem no intercâmbio electrónico de dados. Francisco Barbosa frisa a existência de uma série de soluções tecnológicas que conferem competitividade acrescida. E as mais valias, são, desde logo, permitir satisfazer as necessidades do clientes, de forma mais rápida, organizada e económica. Daí a empresa oferecer soluções tecnológicas que muito têm influenciado positivamente a gestão logística. RAQUEL CARVALHO

3 Quarta-feira 25 Fevereiro 2015 Diário Económico III Por onde passa a estratégia das empresas de logística e distribuição CHRISTOPH ATZ Country Manager da UPS para Portugal e Espanha A estratégia da UPS passa por aumentar os negócios em todos os segmentos, continuar a fazer investimentos na rede de transporte, produtos e tecnologia, continuar a desenvolver os seus pontos fortes e tirar o máximo proveito das tendências de mercado existentes, diz Christph Atz. O responsável garante que a UPS estará atenta ao crescimento do comércio electrónico, à gestão just-in-time do inventário e ao crescente uso da Internet. Mas não só. O gestor para Portugal e Espanha diz que a empresa quer criar condições para ter serviços de transporte ainda mais confiáveis e eficazes, e que estará atenta à terceirização da gestão da cadeia de abastecimento, que permite diminuir custos aos clientes. VÍTOR ENES Director geral ibérico de logística da Luís Simões 2014 foi positivo para a Luís Simões, que angariou novos clientes em particular no mercado espanhol, como a Monster Energy, Estrella Galicia, Schweppes PVL e a Procter & Gamble (P&G). O ano passado ficou marcado pela ampliação de serviços contratualizados com clientes de longa data (como as marcas Heineken e Nestlé, Sogenave e Telepizza) epelaaberturadonovocentro logístico e de operações da multinacional P&G, no parque empresarial La Quinta, criado para dar resposta às suas necessidades e que veio alargar a nossa capacidade de oferta e consolidar a nossa operação na capital espanhola, diz Vitor Enes. Em 2015, o objectivo é a consolidação e aposta no nosso principal mercado xterno: Espanha. NUNO RANGEL Vice Presidente da Rangel Com um volume de negócios de 150 milhões de euros em 2014, a Rangel quer em breve alargar os serviços que presta no Brasil, onde já está em São Paulo, ao começar a operar também nas regiões do Rio de Janeiro, Recife e Manaus. Uma das grandes apostas da empresa é a unidade Rangel Pharma, que deverá ver cresceroseupesopara5%da facturação já em Nuno Rangel frisa a aposta na solução one-stop-shop que vai desde o despacho aduaneiro, transporte terrestre europeu, transporte aéreo e marítimo, transporte expresso doméstico e internacional, gestão de stocks e serviços de valor acrescentado. Com este serviço, a empresa está presente em sectores como o da electrónica, automotive e aeronáutica, farmacêutica, industrial, moda e acessórios. RUI GOMES Country Manager DHL A DHL Supply Chain é uma das três divisões do grupo alemão Deutsche Post DHL. Está presente em 220 países e oferece soluções à medida das necessidades das empresas, tanto no transporte de carga, armazenagem e distribuição, como na cadeia de fornecimentos. Rui Gomes destaca a aposta na tecnologia para tornar o negócio dos clientes mais competitivo. E refere que o sucesso passa por oferecer serviços que permitem uma integração plena com os processos logísticos. O responsável destacaaindaaofertaanível de classificadores automáticos e sistemas de picking automático. De frisar que a DHL fornece expresso internacionais, frete global aéreo, marítimo, rodoviário e ferroviário, bem como soluções de armazenagem. FRANCISCO BARBOSA Director coordenador da Abreu Carga A Abreu Carga está muito focada nas empresas exportadoras. São elas as suas principais clientes, garante Francisco Barbosa, que não tem dúvidas em afirmar que o maior desafio da empresa, na conjuntura económica actual, é dar apoio às empresas portuguesas com vocação exportadora, numa lógica de serviços cuja competitividade em razão do preço e da agregação de competências nos diferentes modos de transporte - é determinante, uma vez que, explica, muitas empresas dependem das importações. A dupla vertente importação- -exportação é um desafio competitivo à actividade da Abreu Carga em Angola, onde tem uma filial há quatro anos. A empresa tem vários clientes de diferentes áreas e aposta muito em tecnologia e num sistema informático integrado. PUB

4 IV Diário Económico Quarta-feira 25 Fevereiro 2015 LOGÍSTICA & DISTRIBUIÇÃO Associações unem-se pela competitividade As exportações nacionais e a competitividade de Portugal pode estar em causa com novas medidas protecionistas e anti-concorrenciais. RAQUEL CARVALHO ALCIBÍADES PAULO GUEDES Presidente da Associação Portuguesa de Logística A não suspensão destas medidas vai contribuir para reduzir anossa competitividade logística. As associações em protesto As sete associações que subscreveram o documento são a Associação Portuguesa de Logística (APLOG), a Associação Portuguesa de Operadores Logísticos (APOL), a Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM), a Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP), a Associação dos Transitários de Portugal (APAT), e a Associação Industrial Portuguesa (AIP). As exportações portuguesas para o centro da Europa podem sair prejudicadas com as alterações feitas em França, Bélgica e Alemanha relativamente às regras relacionadas com o transporte internacional de mercadorias. Para tentar boicotar o seu avanço, sete associações portuguesas (APLOG, APOL, AN- TRAM, ANTP, APAT, AIP, CPC, subscreveram um documento que luta pela competitividade do transporte internacional rodoviário de mercadorias. As medidas em causa têm que ver com a proibição de condutores de transporte rodoviário terem um descanso semanal regular de 45 horas a bordo das viaturas, sendo obrigados a dormir em unidades hoteleiras daqueles três países, e a aplicação do salário mínimo por hora na Alemanha para os condutores de veículos rodoviários de empresas domiciliadas fora desse país. Para as associações estas são medidas altamente proteccionistas e anti-concorrenciais que configuram a criação de barreiras ao livre comércio, penalizando os produtos provenientes dos países periféricos e protegendo os produtos originários do centro da Europa. A persistência destas alterações, são, dizem no documento, um grave ataque à economia nacional, prejudicando fortemente o sector exportador, tão importante para a recuperação que se pretende que continue. Ao Diário Económico, Alcibíades Paulo Guedes, presidente da direcção da Associação Portuguesa de Logística (APLOG), mostrou- -se preocupado com as consequências para Portugal, como país periférico que é. Lembra que Portugal está a sair da crise e que as exportações foram e são fundamentais para o nosso país continuar o caminho de sucesso, tendo a logística contribuído por obter uma maior produtividade, eficiência e competitividade, pelo que acredita que a permanência destas medidas pode levar a um retrocesso. Na sua opinião, a sua não suspensão vai contribuir para reduzir a nossa competitividade logística. Realçando que o potencial acréscimo de custo inerente a ambas as medidas resulta, essencialmente, da necessidade de descanso de muitos motoristas de transporte rodoviário ter de ser efectuado, em França e Bélgica, em unidades hoteleiras e não a bordo das suas viaturas como é habitual. Fonte oficial do Conselho Português de Carregadores (CPC) revelou as mesmas preocupações, frisando que as medidas vão prejudicar as exportações nacionais para o centro da Europa, onde o transporte marítimo não é competitivo e para onde não existem soluções ferroviárias a partir de Portugal. Frisa ainda serem medidas proteccionistas e anti- -concorrenciais e menciona o aumento dos custos para transportadores e carregadores. Para os carregadores, além do potencial aumento de custo, poderá verificar-se um incremento do tempo de trânsito entre a origem e o destino do produto, com implicações no serviço prestado pelos exportadores aos seus clientes europeus, diz fonte da CPC. Alcibíades Paulo Guedes enumera o mesmo facto, e acrescenta o potencial aumento de roubos de produtos transportados nos veículos. O presidente da APLOG frisa que os motoristas de transporte rodoviário não são colaboradores que estão destacados em trabalho em determinado país, mas sim temporariamente e por esta razão, não faz sentido que a legislação seja aplicada ao transporte rodoviário. E revela não entender medidas proteccionistas no seio da União Europeia. Mas se é o transporte rodoviário o mais prejudicado, a CPC acredita que estas medidas vão afectar todo o transporte de Portugal para a Alemanha por serem cargas com uma origem e apenas um destino. Como podem as empresas combater estas medidas? Unirem-se e bloquearem na União Europeia (UE) a sua aplicação, diz Alcibíades Paulo Guedes. Daí o manifesto a que várias associações se juntaram. Quanto aos desafios que as empresas do sector enfrentam, o presidente da APLOG diz estarem associados à localização periférica de Portugal e a questões estruturais, sendo importante a criação de condições para reduzir custos de periferia, ao nível de transporte ferroviário/marítimo e apostar numa maior integração europeia, por forma a aproveitar as condições logísticas de Portugal, quer na ligação África/América, quer no hub de ligação à Ásia (Sines). Já a CPC afirma que os desafios concentram-se na busca incessante de maior eficiência, produtividade e competitividade, considerando necessário fazer alterações legislativas em todos os meios de transporte de mercadorias para tornar o país cada vez mais competitivo.

5 Quarta-feira 25 Fevereiro 2015 Diário Económico V Transporte rodoviário será prejudicado pelas regras francesas, alemãs e belgas. Associações portuguesas dizem que também para as exportações nacionais as alterações serão negativas. Empresas atentas à extensão do porto para o Barreiro Competitividade pode aumentar com maior movimentação. As empresas portuguesas estão atentas à possibilidade do porto de Lisboa se expandir para o Barreiro através de um novo terminal de contentores. Em função das notícias que têm surgido, muitas empresas estão a reposicionar-se face à eventual construção do porto, que irá incrementar a procura e dinamizar os parques industriais da região, garante Leonardo Peres, responsável pelo departamento industrial da consultora imobiliária CBRE. A expansão do porto de Lisboa para o Barreiro está a ser analisada, mas a própria presidente da Administração do Porto de Lisboa, Marina Ferreira, tem vindo a defender a opção. Em entrevista ao Económico, disse que uma das suas vantagens é a possibilidade de ter uma zona logística e tecnológica associada, propriedade do Estado. Bernardo Mota, responsável de logística e serviço ao cliente da Fisipe, vê a extensão como positiva para a empresa. A proximidade iria aumentar a competitividade na entrega de contentores cheios para exportação. Leonor Afonso, directora de logística da Auchan, antevê que poderá permitir maior movimentação de cargas. E, caso se aumente a capacidade de acessos ferroviários de mercadorias com ligação directa ao pólo logístico de Azambuja, acredita que as valências poderão ser realmente relevantes, diz. I.M. e R.C. PUB Chris Ratcliffe / Bloomberg

6 VI Diário Económico Quarta-feira 25 Fevereiro 2015 LOGÍSTICA & DISTRIBUIÇÃO Como organizam as empresas a sua logística Através de outsourcing, com recurso a transportes marítimos, rodoviários ou por avião. IRINA MARCELINO E RAQUEL CARVALHO Para exportar, importar, receber ou distribuir os seus produtos, as empresas têm de organizar a sua logística da melhor forma. Conheça como o fazem algumas das empresas contactadas pelo Diário Económico. SOGRAPE VINHOS Transporte marítimo é o mais utilizado A logística na Sogrape Vinhos está integrada na área de operações para optimizar os meios e recursos nos centros de armazenagem e de distribuição dos dois pólos de produção, em Avintes e em Santa Marinha. O serviço comporta a logística de recepção, com os armazéns de matérias-primas e abastecimentos às linhas, e a logística de saída, com o armazéns de produto acabado e as distribuições. A distribuição internacional é feita directamente a partir dos dois pólos produtivos e a nacional em armazém próprio, em Avintes. Todo o planeamento e gestão dos meios logísticos das operações e transportes são centralizados neste serviço, informa Paulo Manso Preto, director de operações. Nas importações, a Sogrape Vinhos utiliza em 80% das vezes o transporte marítimo, e nos restantes 20% o rodoviário. Para exportar a via marítima pesa 65% das cargas totais, tendo ganho terreno ao rodoviário nos últimos três anos. BOSCH referências recebidas por dia A logística na Bosch em Aveiro coordena todo o fluxo de materiais na cadeia de valor através de três áreas. A primeira está relacionada com o planeamento dos clientes e gestão dos respectivos stocks de produto final nos armazéns em todo o mundo. A segunda trata do planeamento de quantidades com fornecedores. E a terceira do fluxo de materiais. O departamento de logística da Bosch em Aveiro é responsável pela distribuição dos seus produtos a todos os clientes no mercado nacional e pela exportação para mais de 50 países. Por dia, entrega e recebe cerca de referências de produtos para distribuição. 130 colaboradores da área trabalham para dar resposta atempada a todos os pedidos. O facto de grande parte do negócio ser europeu contribuiu para que o principal meio de transporte utilizado pela Bosch em Aveiro ser o rodoviário. Mas o crescimento e aposta da Bosch Termotecnologia noutros mercados, como o México ou o Norte de África, tem vindo a impulsionar o desenvolver o transporte marítimo, disse ao Económico Anabela Rodrigues, directora de Logística da Bosch Termotecnologia. FUJITSU Meios terrestre e aéreo sãoosmaisusados A actividade da Fujitsu em Portugal ao nível da armazenagem, recepção, stockagem, expedição, circuito de transporte, etc. é assegurada por um operador em regime de outsourcing. Mas existe uma estrutura interna que assegura a gestão e a supervisão do operador. Geograficamente, temos um armazém central e mais cinco pólos logísticos no continente. Nas ilha, a logística é assegurada por parceiros locais, conta António Enes, da Fujitsu Portugal. A maioria das importações feitas pela empresa vêm pela via terrestre, optando-se por vezes pelo drop- -shipment. Em situações de urgência, recorrem ao transporte aéreo, que também é utilizado por alguns dos seus fornecedores que têm acordos com couriers. A via marítima é raramente utilizada e acontece apenas em situações em que a mercadoria seja volumosa,pesadaequevenhadaásiaouda América. Nas exportações em que éafujitsu em Portugal a tratar, depende do destino e do tempo disponível para o transporte, sendo que por vezes pode passar pelos meios terrestre e aéreo. Por norma, recorremos a transitários que nos organizam os envios. A Fujitsu é o maior empregador japonês no nosso país, com mais de mil colaboradores. FISIPE Outsourcing para produto acabado Com logística própria, a Fisipe recorre a transportadores, transitários, agentes de navegação e armadores para transportar os seus produtos até aos clientes. Utiliza o outsourcing no armazém de produto acabado e o transporte marítimo é o que mais utiliza. AUCHAN Cinco plataformas A logística da Auchan divide-se em cinco plataformas especializadas por tipologia de mercadoria, todas num raio de 100 quilómetros da Grande Lisboa. Para as transacções intracomunitárias, a empresa utiliza o transporte rodoviário. Já nas importações e nas transacções extra comunitárias, o transporte marítimoéomaisutilizado, logo seguido do aéreo, rodoviário e intermodal. Mais de 130 pessoas trabalham na logí daboschemaveiro. Em defesa das tecnologias A utilização de tecnologias na logística empresarial é já uma realidade e tem trazido grandes benefícios às empresas. Bernardo Mota, da Fisipe, reconhece que os avanços tecnológicos têm ajudado de forma significativa a operação logística. Paulo Manso Preto, da Sogrape, fala de um aumento de eficiência administrativa, da eficácia do planeamento, da diminuição de erros, do controlo e visibilidade de todo o processo, aumentando o nível de serviço prestado ao cliente. A racionalização de custos e a diminuição de erros nas operações são as mais-valias trazidas pelas tecnologias ao serviço de logística da Auchan, frisa Leonor Afonso, directora daquele serviço, levando a um aumento do volume das operações, diz. Paa a Fujitsu Portugal, a tecnologia tem sido crucial no aumento de eficiência e produtividade logística, e a empresa reconhece estar permanentemente atentos no sentido da adopção de novas soluções tecnológicas nesta área, cuja aplicação tem resultados em ganhos substanciais para toda a nossa operação. O mesmo acontece com a Bosch, para quem as tecnologias de informação e comunicação, juntamente com as tecnologias de automação, têm aumentado a rapidez da identificação, recolha, processamento, análise e transmissão de dados, garantindo um elevado nível de confiança e precisão nesta área e sendo essenciais para garantir a gestão de informação e a eficácia e eficiência numa cadeia logística, disse ao Económico fonte da empresa. Foto cedida pela Fujitsu

7 Quarta-feira 25 Fevereiro 2015 Diário Económico VII Suportaria 24 horas a organizar a logística de uma empresa? O desafio é lançado a profissionais de vários sectores. Este ano vai ser na Sonae, na Maia. stica A organização dos produtos frescos da Auchan em imagem de Foto cedida pela Bosch Paulo Alexandre Coelho A 10ª edição do 24 horas de Logística está programada para acontecer este ano a 27 e 28 de Junho. O local escolhido são as instalações da Sonae na Maia (Entreposto Maia). Alexandre Real, partner da SFORI, a empresa que organiza, desde sempre, o desafio, disse ao Diário Económico esperar que a edição deste ano seja competitiva. Uma competitividade que será potenciada pela grande capacidade dos armazéns da Sonae a nível tecnológico. Com o objectivo desenvolver as competências relacionais e potenciar o trabalho em equipa, as 24 horas de logística têm uma vertente prática muito grande. Alexandre Real destaca o facto de, em 2005, quando surgiu, apenas existir formação técnica na área em Portugal. Esta formação, que acontece uma vez por ano, veio trabalhar vertentes até então desacompanhadas: o comportamento e a liderança. A formação é levada a cabo através da experiência das 24 horas, durante as quais vários desafios intelectuais, físicos e relacionais são lançados. Os participantes terão de reagir como se de uma situação real - e limite - se tratasse. O evento é, por isso, difícil. E as empresas reconhecem-no. Até os responsáveis pela logística do F16, uma equipa vinda da Força Aérea Portuguesa, consideraram a iniciativa dura, lembra o partner. E a partir da 12ª hora mais complicada se torna. A partir da 12ª hora começa a ser bastante cansativo. Deixamos de ter filtros. Há uma entropia na comunicação e é difícil gerir conflitos.esta fase é, no entanto, muito importante para perceber de que forma trabalham as equipas sob cansaço e em situações de stress. No final do dia, ganha quem comunicou e liderou melhor, sendo que a parte da partilha é fundamental: é tão importante a comunicação como a liderança partilhada, confirma Real. Cada empresa pode inscrever um grupo de entre três a cinco pessoas. Os participantes podem vir de áreas diferentes dentro da empresa (do líder à pessoa com experiência em dirigir um empilhador), compondo assim equipas mistas e polivalentes. Não podem participar equipas da empresa onde vai decorrer o evento. Este ano, a Sonae fica de fora. Ao final de um mês, são distribuídos os troféus. No ano passado, a grande vencedora da edição que decorreu no Porto de Sines, foi a S-LOG, uma empresa do grupo Entreposto Logística. Há dois anos a vencedora foi o Instituto Politécnico de Setúbal e, há três, a Autoeuropa. Mas a empresa que venceu maior número de edições foi a Luis Simões. I.M. ALEXANDRE REAL Partner da SFORI, a empresa que organiza as 24 horas de logística. EQUIPAS Casa empresa pode inscrever as suas equipas, que devem ter entre três e cinco pessoas. Para se inscrever Vá ao site sfori.com e inscreva a sua equipa a partir do formulário ali disponibilizado, anexando à inscrição o pagamento.

8 VIII Diário Económico Quarta-feira 25 Fevereiro 2015 LOGÍSTICA & DISTRIBUIÇÃO A região Norte tem mostrado dinâmica no último ano. A Leica contribuiuparaisso comassuasnovas instalações em Famalicão. ANA GOMES Cushman & Wakefield Bruno Barbosa LEONARDO PERES CBRE Procura por imobiliário industrial está a recuperar Procura ainda é moderada. Inquilinos têm tentado renegociar as suas condições. IRINA MARCELINO PRINCIPAIS EIXOS INDUSTRIAIS As perspectivas para o desenvolvimento do imobiliário industrial -eosseus segmentos industrial e logística - em 2015 estão optimistas, ainda que de forma moderada. Depois de alguns anos de estagnação total, a melhoria chegou pelo menos no último trimestre de 2014 e a tendência é para continuar em 2015, confirma Ana Gomes, responsável pelo departamento industrial da consultora imobiliária Cushman & Wakefield. Espaços que estavam vazios há algum tempo começam agora a ser ocupados mas, mesmo havendo ainda mais oferta do que procura, a oferta de qualidade é cada vez mais reduzida, afirma a especialista. Leonardo Peres, senior consultant no departamento industrial de outra consultora, a CBRE, confirma a tendência de crescimento, mas avisa que ainda é muito moderada e com tomadas de decisão longas. O especialista destaca alguns projectos industriais na zona Norte do país, entre os quais as novas unidades industriais da Leica em Vila Nova de Famalicão e da Borg-Warner em Viana do Castelo. Tem existido um fluxo muito interessante do sector industrial na região Norte, onde assistimos a uma procura relevante para a instalação de novos projectos no nosso país. Com o aumento da actividade industrial é expectável uma procura mais activa no médio-prazo. Também Ana Gomes confirma a dinâmica a Norte, antevendo o seu potencial de desenvolvimento sobretudo para o A procura só atingiu o estado moderado nos eixos Alverca-Azambuja e Grande Porto Eixo Zonas Intervalo Oferta Procura de rendas ( /m2/mês) Alverca-Azambuja Póvoa de Santa Iria, Alverca, Vila Franca de Xira, Azambuja e Carregado 3,25-3,75 Elevada Moderada Almada-Setúbal Almada, Seixal, Quinta do Anjo, Palmela e Setúbal 2,0-2,75 Elevada Reduzida Loures Loures, Odivelas, São Julião do Tojal e MARL 3,50-3,75 Moderada Reduzida Montijo-Alcochete Montijo e Alcochete 3,00-3,50 Moderada Reduzida Sintra-Cascais Sintra, Cascais, Oeiras e Amadora 3,50-3,75 Reduzida Reduzida Grande Porto 3,50-3,75 Reduzida Moderada Fonte: Cushman & Wakefield segmento industrial que tem crescido muito nos últimos anos. No entanto, não deixa de fora a Grande Lisboa entre as zonas com potencial. Leonardo Peres é mais específico na área que considera poder vir a crescer dentro da Grande Lisboa, destacando o facto da procura estar a ser especialmente crescente no Norte da capital, de onde se consegue aceder de forma rápida e com o menor custo possível ao centro urbano de Lisboa. O consultor refere ainda o facto do crescimento do negócio B2C ( business to consumer ) estar a afunilar a procura para zonas mais próximas do centro. Por isso, acredita, podem vir a existir alguns desenvolvimentos nessas zonas a prazo. Uma eventual recuperação económica do país terá bastante importância para o imobiliário industrial. O incremento das exportações e, também, das importações, poderá despoletar a necessidade de mais espaço de armazenagem de qualidade. Hoje, em geral, a procura por parte das empresas continua muito focada na redução de custos e nos ganhos na eficiência. Nos últimos 15 anos muitas empresas foram obrigadas a crescer para localizações dispersas, afirma Ana Gomes. Mas agora procuram concentrar operações por forma a rentabilizar meios e a tirar partido das condições mais vantajosas do mercado. A renegociação de contratos tem sido por isso uma constante. A procura existente tem um misto de necessidades de operação com ocupantes a tirarem partido das condições de mercado para procurarem melhores instalações a valores competitivos, confirma Leonardo Peres. Do lado dos senhorios parece haver flexibilidade para a renegociação. Ana Gomes explica porquê: a procura que vai existindo vem principalmente de ocupantes actuais e menos de novas empresas a entrar no mercado. Leonardo Peres deixa, no entanto, um conselho às empresas que querem ter menos custos com os seus espaços industriais: consultem profissionais do sector. Isto porque um imóvel e um contrato de arrendamento não se resumem a um valor m2 eaumaduração contratual. Há, garante, um conjunto de factores importantíssimos numa negociação que muitas vezes são desvalorizados em detrimento de uma análise mais simplista, conclui.

LOGÍSTICA. Exportações e internacionalização de empresas potenciam crescimento

LOGÍSTICA. Exportações e internacionalização de empresas potenciam crescimento ESTE SUPLEMENTO FAZ PARTE INTEGRANTE DO DIÁRIO ECONÓMICO Nº 5871 DE 26 DE FEVEREIRO DE 2014 E NÃO PODE SER VENDIDO SEPARADAMENTE Paulo Alexandre Coelho PUB O I.Log - Indicador de Actividade Logística,

Leia mais

7 e 8 de Abril de 2010

7 e 8 de Abril de 2010 Edição 2010 O Ponto de Encontro Anual dos Profissionais do Sector 7 e 8 de Abril de 2010 Centro de Congressos do Estoril www.ife.pt Os resultados falam por si, o seu cliente visita o logitrans! OS DECISORES

Leia mais

REDE DE MERCADORIAS E ALTA VELOCIDADE

REDE DE MERCADORIAS E ALTA VELOCIDADE REDE DE MERCADORIAS E ALTA VELOCIDADE Com a criação da CEE, as trocas comerciais entre membros sofreram enormes aumentos de tráfego, tendo as empresas a oportunidade de aceder a um mercado muito mais vasto.

Leia mais

ANA AEROPORTOS DE PORTUGAL, SA

ANA AEROPORTOS DE PORTUGAL, SA ANA AEROPORTOS DE PORTUGAL, SA 8º CICLO DE SEMINÁRIOS TRANSPORTES & NEGÓCIOS O PAPEL DO SISTEMA AEROPORTUÁRIO NAS SOLUÇÕES LOGÍSTICAS Outubro 2006 Preâmbulo Atendendo ao modelo económico de desenvolvimento

Leia mais

e.newsletter Abril_2014 .01 .02 .03 .calendário de Formação GS1 CONGRESSO NACIONAL GS1 PORTUGAL 2014 Comissão organizadora

e.newsletter Abril_2014 .01 .02 .03 .calendário de Formação GS1 CONGRESSO NACIONAL GS1 PORTUGAL 2014 Comissão organizadora CONGRESSO NACIONAL GS1 PORTUGAL 2014 Comissão organizadora.01 A GS1 Portugal vai realizar este ano a segunda edição do seu Congresso Nacional será no dia 23 de outubro, no Museu do Oriente, em Lisboa.

Leia mais

INQUÉRITO AOS OPERADORES LOGÍSTICOS 2010

INQUÉRITO AOS OPERADORES LOGÍSTICOS 2010 INQUÉRITO AOS OPERADORES LOGÍSTICOS 2010 MARÇO 2011 1 Sumário Executivo 2 Introdução 3 Análise 4 Conclusões 5 Contactos Cushman & Wakefield Av. da Liberdade, 131 2º 1250-140 Lisboa, Portugal www.cushmanwakefield.com

Leia mais

Salário de E-commerce Director pode chegar aos 75.000

Salário de E-commerce Director pode chegar aos 75.000 Salário de E-commerce Director pode chegar aos 75.000 Outras conclusões: Recrutamento na área de Marketing Digital registou crescimento de 15%. Área de E- commerce cresceu 6% Remuneração dos profissionais

Leia mais

Seminário Internacional Cooperação Internacional e Inovação em Logística. Feira de Valladolid

Seminário Internacional Cooperação Internacional e Inovação em Logística. Feira de Valladolid Seminário Internacional Cooperação Internacional e Inovação em Logística Feira de Valladolid Copyright 2011 APLOG All Rights Reserved. 1 Desde 1991 20 anos de existência É uma associação de conhecimento,

Leia mais

COMPRAS LOGÍSTICA COMPRAS LOGÍSTICA

COMPRAS LOGÍSTICA COMPRAS LOGÍSTICA COMPRAS LOGÍSTICA í n d ic e COMPRAS Gestão e optimização de p. 134 Aprovisionamento e gestão de p. 134 Técnicas avançadas de de p. 135 Selecção e avaliação de p. 135 LOGÍSTICA Optimizar a gestão logística

Leia mais

A Cidade Logística. Plataforma Logística do Poceirão

A Cidade Logística. Plataforma Logística do Poceirão A Cidade Logística Plataforma Logística do Poceirão Póvoa de Santa Iria, 03 de Dezembro 2009 1 1. Apresentação Integrado na rede de plataformas nacionais definida pelo Portugal Logístico será desenvolvido

Leia mais

PHC Logística CS. A gestão total da logística de armazém

PHC Logística CS. A gestão total da logística de armazém PHC Logística CS A gestão total da logística de armazém A solução para diminuir os custos de armazém, melhorar o aprovisionamento, racionalizar o espaço físico e automatizar o processo de expedição. BUSINESS

Leia mais

NOVOS INVESTIMENTOS NA FERROVIA ESTRATÉGIAS E ARTICULAÇÃO INTERMODAL 9 DE NOVEMBRO DE 2015

NOVOS INVESTIMENTOS NA FERROVIA ESTRATÉGIAS E ARTICULAÇÃO INTERMODAL 9 DE NOVEMBRO DE 2015 NOVOS INVESTIMENTOS NA FERROVIA ENQUADRAMENTO DA IMPLEMENTAÇÃO DA REDE TRANSEUROPEIA DE TRANSPORTES E DO MECANISMO INTERLIGAR A EUROPA JOSÉ VALLE / CEETVC ORIENTAÇÕES BASE DO PROGRAMA DA CEETVC PARA O

Leia mais

Seminário. Investimento e Financiamento às Empresas. Uma Ideia para Mudar Portugal. 16 de Junho de 2015. Porto Business School

Seminário. Investimento e Financiamento às Empresas. Uma Ideia para Mudar Portugal. 16 de Junho de 2015. Porto Business School Seminário Investimento e Financiamento às Empresas Uma Ideia para Mudar Portugal 16 de Junho de 2015 Porto Business School Novas soluções para incentivar o IDE em Portugal A possibilidade de desenvolver

Leia mais

A intermodalidade e o transporte marítimo

A intermodalidade e o transporte marítimo Ana Paula Vitorino Secretária de Estado dos Transportes A intermodalidade e o transporte marítimo 27 A dinâmica da política de transportes, global e europeia, e a posição geoestratégica de Portugal justificam

Leia mais

ITIL v3 melhora Gestão de Serviço de TI no CHVNG/Espinho

ITIL v3 melhora Gestão de Serviço de TI no CHVNG/Espinho Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho ITIL v3 melhora Gestão de Serviço de TI no CHVNG/Espinho Sumário País Portugal Sector Saúde Perfil do Cliente O Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho envolve

Leia mais

Problemática da Logística e interoperabilidade

Problemática da Logística e interoperabilidade Workshop Stakeholders Lisboa Problemática da Logística e interoperabilidade João Soares Lisboa, 9 de Maio de 2012 O Sistema Logístico e a sua permanente otimização Workshop Lisboa 2012.05.09 2 Objectivos

Leia mais

A FERROVIA E A COMPETITIVIDADE DAS EMPRESAS

A FERROVIA E A COMPETITIVIDADE DAS EMPRESAS ADFERSIT 2011 A FERROVIA E A COMPETITIVIDADE DAS EMPRESAS Eng.º António de Melo Pires Diretor Geral da Volkswagen Autoeuropa 21 de junho de 2011 1 Agenda 1. O papel dos transportes na competitividade das

Leia mais

Condições do Franchising

Condições do Franchising Condições do Franchising ÍNDICE Introdução 1. Vantagens em entrar num negócio de franchising 2. O que nos distingue como sistema de franchising 2.1. vantagens para o franchisado face a outras redes 2.2.

Leia mais

Formação: Distribuição & Logística Melhoria e aperfeiçoamento do sistema de distribuição da empresa.

Formação: Distribuição & Logística Melhoria e aperfeiçoamento do sistema de distribuição da empresa. Formação: Distribuição & Logística Melhoria e aperfeiçoamento do sistema de distribuição da empresa. A Distribuição e a Gestão Logística é uma actividade que emprega um elevado e intenso volume de recursos

Leia mais

Primeira Unidade Empresarial de Serviços Partilhados em Saúde arranca em Portugal

Primeira Unidade Empresarial de Serviços Partilhados em Saúde arranca em Portugal Primeira Unidade Empresarial de Serviços Partilhados em Saúde arranca em Portugal É hoje apresentada publicamente a primeira Unidade Empresarial de Serviços Partilhados em Saúde a funcionar em Portugal.

Leia mais

GESTÃO DE FROTAS E LOGÍSTICA DA DISTRIBUIÇÃO

GESTÃO DE FROTAS E LOGÍSTICA DA DISTRIBUIÇÃO 3ª EDIÇÃO CURSO Desenvolver e implementar GESTÃO DE FROTAS E LOGÍSTICA DA DISTRIBUIÇÃO Optimize Custos e estabeleça Métricas de Performance LUANDA 9 e 10 de JULHO de 2014 Planifique de forma integral a

Leia mais

MERCADO INDUSTRIAL E LOGÍSTICO DA GRANDE LISBOA

MERCADO INDUSTRIAL E LOGÍSTICO DA GRANDE LISBOA MERCADO INDUSTRIAL E LOGÍSTICO DA GRANDE LISBOA MAIO 2010 1 Sumário Executivo 2 Introdução 3 Zonas Mercado Industrial e Logístico da Grande Lisboa 4 Zona 1 Alverca-Azambuja 5 Zona 2 Almada-Setúbal 6 Zona

Leia mais

10º Fórum da Indústria Têxtil. Que Private Label na Era das Marcas?

10º Fórum da Indústria Têxtil. Que Private Label na Era das Marcas? Que Private Label na Era das Marcas? Vila Nova de Famalicão, 26 de Novembro de 2008 Manuel Sousa Lopes Teixeira 1 2 INTELIGÊNCIA TÊXTIL O Sector Têxtil e Vestuário Português e o seu enquadramento na Economia

Leia mais

INDUSCRIA. PLATAFORMA PARA AS INDÚSTRIAS CRIATIVAS Um Contributo para as Novas Geografias Cosmopolitas

INDUSCRIA. PLATAFORMA PARA AS INDÚSTRIAS CRIATIVAS Um Contributo para as Novas Geografias Cosmopolitas OS CONSULTORES Instituicões & Empresas Associadas: GAB. COORDENADOR da ESTRATÉGIA DE LISBOA e do PLANO TECNOLÓGICO CEDRU_Centro de Estudos e Desenvolv. Regional e Urbano McKINSEY & Company PLMJ ASSOCIADOS_Sociedade

Leia mais

BENCHMARKING 2014. Estudo dos niveis de serviço

BENCHMARKING 2014. Estudo dos niveis de serviço BENCHMARKING 2014 Estudo dos niveis de serviço Objetivo do estudo BENCHMARKING 2014 O objectivo deste estudo é conhecer o nível de serviço oferecido pelos fabricantes do grande consumo aos distribuidores,

Leia mais

MEIOSTEC, S.A. RELATÓRIO E CONTAS 2008

MEIOSTEC, S.A. RELATÓRIO E CONTAS 2008 MEIOSTEC, S.A. RELATÓRIO E CONTAS 2008 MEIOSTEC, S.A. RELATÓRIO E CONTAS 2008 ÍNDICE 01 Relatório de Gestão... 1 02 Conjuntura Económica... 2 03 A Empresa... 3 04 Análise Financeira... 9 1 MEIOSTEC S.A.

Leia mais

PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA

PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA Introdução Nesta edição do Catálogo de Serviços apresentamos os vários tipos de serviços que compõe a actual oferta da Primavera na área dos serviços de consultoria.

Leia mais

LOGÍSTICA E EXPORTAÇÃO

LOGÍSTICA E EXPORTAÇÃO Eduardo Rangel LOGÍSTICA E EXPORTAÇÃO Os custos da logística e as empresas exportadoras Porto, 18 de Maio de 2012 LOGÍSTICA / EVOLUÇÃO DO CONCEITO DE LOGÍSTICA 1916 Surge o Camião reboque 1952 Invenção

Leia mais

TRANSPORTE INTERMODAL. Os diferentes modos de transporte deverão funcionar como peças de um puzzle, que se encaixam harmoniosamente

TRANSPORTE INTERMODAL. Os diferentes modos de transporte deverão funcionar como peças de um puzzle, que se encaixam harmoniosamente TRANSPORTE INTERMODAL Os diferentes modos de transporte deverão funcionar como peças de um puzzle, que se encaixam harmoniosamente Rui Rodrigues Site: www.maquinistas.org (Ver Opinião) Email rrodrigues.5@netcabo.pt

Leia mais

Informática Embarcada XtraN & Luís Simões

Informática Embarcada XtraN & Luís Simões Vitor Daniel Ferreira Lopes / CESI vtr_lps@hotmail.com RESUMO Este documento é realizado no âmbito da disciplina de Gestão e Sistemas de Informação e tem como principal objectivo o enquadramento de uma

Leia mais

A Indústria Portuguesa de Moldes

A Indústria Portuguesa de Moldes A Indústria Portuguesa de Moldes A Indústria Portuguesa de Moldes tem vindo a crescer e a consolidar a sua notoriedade no mercado internacional, impulsionada, quer pela procura externa, quer por uma competitiva

Leia mais

SOBRE OS PRESSUPOSTOS SUBJACENTES AO PLANO

SOBRE OS PRESSUPOSTOS SUBJACENTES AO PLANO No âmbito do procedimento de consulta pública do Plano Estratégico de Transportes 2008-2020 (PET), vem a Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza apresentar o seu parecer. SOBRE OS PRESSUPOSTOS

Leia mais

O que fazemos vai do simples contentor até ao seu dia-a-dia. Soluções Logísticas Multimodais. www.spc.sapec.pt

O que fazemos vai do simples contentor até ao seu dia-a-dia. Soluções Logísticas Multimodais. www.spc.sapec.pt O que fazemos vai do simples contentor até ao seu dia-a-dia. Soluções Logísticas Multimodais www.spc.sapec.pt Um líder com resultados. A SPC é, a nível nacional, líder em serviços de parqueamento, reparação

Leia mais

O controlo sobre os custos e utilizadores da frota

O controlo sobre os custos e utilizadores da frota PHC Frota CS O controlo sobre os custos e utilizadores da frota A solução para o controlo total sobre os custos e utilizadores da frota, a sua manutenção e o seu estado. BUSINESS AT SPEED Visite www.phc.pt

Leia mais

PHC Dashboard CS. Diversidade de análises de dados pré-configuradas. Representação gráfica da informação do sistema

PHC Dashboard CS. Diversidade de análises de dados pré-configuradas. Representação gráfica da informação do sistema PHC Dashboard CS Um novo nível de gestão A gestão da informação empresarial de forma sintética, visual e abrangente, possibilitando uma tomada de decisão mais rápida, correcta e precisa. BUSINESS AT SPEED

Leia mais

Negócios Internacionais

Negócios Internacionais Negócios Internacionais Capítulo IX Produção e Logística Global Carina Viveiros Carla Pereira Ruben Dias Rui Ponte Produção e Logística Global Objectivos: Descrever as diferentes dimensões da estratégia

Leia mais

Avaliação de Investimentos Logísticos e. Outsourcing Logístico

Avaliação de Investimentos Logísticos e. Outsourcing Logístico APLOG Centro do Conhecimento Logístico Avaliação de Investimentos Logísticos e Outsourcing Logístico Guilherme Loureiro Cadeia de Abastecimento- Integração dos processos de gestão Operador Logístico vs

Leia mais

O Futuro do Transporte de Mercadorias

O Futuro do Transporte de Mercadorias O Futuro do Transporte de Mercadorias A diminuição dos custos de transacção na economia portuguesa é fundamental para o aumento de nossa competitividade. Tal diminuição joga-se fundamentalmente no transporte

Leia mais

O Concelho Nacional de Carregadores (CNC) tem por Missão:

O Concelho Nacional de Carregadores (CNC) tem por Missão: 1 O Concelho Nacional de Carregadores (CNC) tem por Missão: O CNC CONSELHO NACIONAL DE CARREGADORES é um Instituto Público que tem por Missão, a coordenação e o controlo das operações de comércio e transporte

Leia mais

App Banif Trader. Um canal de educação financeira. 8 de Outubro de 2015. Frederico Xavier da Costa Luís Sepulveda Catarina Santos

App Banif Trader. Um canal de educação financeira. 8 de Outubro de 2015. Frederico Xavier da Costa Luís Sepulveda Catarina Santos App Banif Trader Um canal de educação financeira Frederico Xavier da Costa Luís Sepulveda Catarina Santos 8 de Outubro de 2015 Banif - Banco de Investimento, SA Banif Trader Quem Somos - Banif 2014 Empreendedorismo:

Leia mais

A Indústria Portuguesa de Moldes

A Indústria Portuguesa de Moldes A Indústria Portuguesa de Moldes A Indústria Portuguesa de Moldes tem vindo a crescer e a consolidar a sua notoriedade no mercado internacional, impulsionada, quer pela procura externa, quer pelo conjunto

Leia mais

Nota introdutória. PME em Números 1 IAPMEI ICEP

Nota introdutória. PME em Números 1 IAPMEI ICEP PME em Números PME em Números 1 Nota introdutória De acordo com o disposto na definição europeia 1, são classificadas como PME as empresas com menos de 250 trabalhadores cujo volume de negócios anual não

Leia mais

Luís Magalhães Presidente, UMIC - Agência para a Sociedade do Conhecimento

Luís Magalhães Presidente, UMIC - Agência para a Sociedade do Conhecimento A Internet,os computadores, os telefones móveis, a TV digital estão a transformar profundamente a maneira como as pessoas vivem - como aprendem, trabalham, ocupam os tempos livres e interagem, tanto nas

Leia mais

Imposições legais e qualidade dinamizam rastreabilidade De Fátima Caçador/Casa dos Bits Semana nº 863 de 14 a 20 de Dezembro 2007

Imposições legais e qualidade dinamizam rastreabilidade De Fátima Caçador/Casa dos Bits Semana nº 863 de 14 a 20 de Dezembro 2007 Imposições legais e qualidade dinamizam rastreabilidade De Fátima Caçador/Casa dos Bits Semana nº 863 de 14 a 20 de Dezembro 2007 As empresas estão mais despertas para a necessidade de adoptarem soluções

Leia mais

A Indústria Portuguesa de Moldes

A Indústria Portuguesa de Moldes A Indústria Portuguesa de Moldes A Indústria Portuguesa de Moldes tem vindo a crescer e a consolidar a sua notoriedade no mercado internacional, impulsionada, quer pela procura externa, quer por uma competitiva

Leia mais

PLANEAMENTO ESTRATÉGICO DE SI/TI

PLANEAMENTO ESTRATÉGICO DE SI/TI (1) PLANEAMENTO ESTRATÉGICO DE SI/TI Docente: Turma: T15 Grupo 5 Mestre António Cardão Pito João Curinha; Rui Pratas; Susana Rosa; Tomás Cruz Tópicos (2) Planeamento Estratégico de SI/TI Evolução dos SI

Leia mais

Entrevista com Omnitrade, Revestimentos Metálicos, SA. Diogo Osório Administrador Patrícia Carvalho Administradora. www.omnitrade.

Entrevista com Omnitrade, Revestimentos Metálicos, SA. Diogo Osório Administrador Patrícia Carvalho Administradora. www.omnitrade. Entrevista com Omnitrade, Revestimentos Metálicos, SA Diogo Osório Administrador Patrícia Carvalho Administradora www.omnitrade.pt Quality Media Press O que representa a empresa o mercado português? R.

Leia mais

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010 Técnicas de Secretariado Departamento Comercial e Marketing Módulo 23- Departamento Comercial e Marketing Trabalho realizado por: Tânia Leão Departamento

Leia mais

CURSO DE CRIAÇÃO E DINAMIZAÇÃO DE EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICA (EBT)

CURSO DE CRIAÇÃO E DINAMIZAÇÃO DE EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICA (EBT) CURSO DE CRIAÇÃO E DINAMIZAÇÃO DE EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICA (EBT) MÓDULO: Logística e Supply Chain Management Susana Garrido Azevedo, P.h.D sazevedo@ubi.pt UBI FORMAÇÃO CURSO DE CRIAÇÃO E DINAMIZAÇÃO

Leia mais

Transportes: projectos prioritários até 2020

Transportes: projectos prioritários até 2020 Alameda dos Oceanos, Lote 1.02.1.1. Z17 1990-302 Lisboa Telef: 210140312 E-Mail: geral@adfersit.pt Site: www.adfersit.pt Transportes: projectos prioritários até 2020 A ADFERSIT (Associação Portuguesa para

Leia mais

47% em I&D duplicou. numa década. Portugal investe 1,52% do PB em Investigação e Desenvolvimento Investimento. última década" e lembra que "é preciso

47% em I&D duplicou. numa década. Portugal investe 1,52% do PB em Investigação e Desenvolvimento Investimento. última década e lembra que é preciso Portugal investe 1,52% do PB em Investigação e Desenvolvimento Investimento numa década em I&D duplicou I&D, a sigla que sintetiza a expressão Investigação e Desenvolvimento é hoje, e mais do que nunca,

Leia mais

Apoio à Internacionalização. CENA 3 de Julho de 2012

Apoio à Internacionalização. CENA 3 de Julho de 2012 Apoio à Internacionalização CENA 3 de Julho de 2012 Enquadramento Enquadramento Comércio Internacional Português de Bens e Serviços Var. 13,3% 55,5 68,2 57,1 73,4 48,3 60,1 54,5 66,0 67,2 61,7 Exportação

Leia mais

Entrevista ao Engº José Carlos Ramos, Director de Franchising da Explicolândia Centros de Estudo

Entrevista ao Engº José Carlos Ramos, Director de Franchising da Explicolândia Centros de Estudo Entrevista ao Engº José Carlos Ramos, Director de Franchising da Explicolândia Centros de Estudo Criada em Setembro de 2005 em Sacavém, a Explicolândia Centros de Estudo tem sido ao longo dos anos, uma

Leia mais

Rentabilize a sua assistência pós-venda e, em simultâneo, surpreenda os seus clientes com o seu profissionalismo

Rentabilize a sua assistência pós-venda e, em simultâneo, surpreenda os seus clientes com o seu profissionalismo PHC Suporte CS DESCRITIVO O PHC Suporte CS permite a qualquer empresa com assistência a clientes pós-venda, gerir todo o seu parque instalado, a actividade de suporte ao público e a performance e produtividade

Leia mais

INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP ****

INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP **** INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP **** Gostaria de começar por agradecer o amável convite da CIP para participarmos nesta conferência sobre um tema determinante para o

Leia mais

PHC Dashboard CS. Diversidade de análises de dados pré-configuradas. Representação gráfica da informação do sistema

PHC Dashboard CS. Diversidade de análises de dados pré-configuradas. Representação gráfica da informação do sistema PHC Dashboard CS Um novo nível de gestão A gestão da informação empresarial de forma sintética, visual e abrangente, possibilitando uma tomada de decisão mais rápida, correcta e precisa. BUSINESS AT SPEED

Leia mais

SISTRADE MOBILIDADE, INOVAÇÃO & TECNOLOGIA SisTrade Sistemas de Informação Angulusridet Informática, S.A. sistrade.pt BdoisB MIS ERP 100% WEB SISTRADE - Angulusridet Informática, S.A. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

Leia mais

Controle todos os custos e utilizadores da frota

Controle todos os custos e utilizadores da frota PHC Frota CS DESCRITIVO O módulo PHC Frota CS contém ferramentas para o controlo total sobre os custos da frota, manutenção e estado da mesma. PHC Frota CS Controle todos os custos e utilizadores da frota

Leia mais

Regulamento. de Funcionamento e Utilização do Terminal RO-RO. do Porto de Setúbal

Regulamento. de Funcionamento e Utilização do Terminal RO-RO. do Porto de Setúbal Regulamento de Funcionamento e Utilização do Terminal RO-RO do Porto de Setúbal Decorridos que estão mais de 2 anos desde o início da exploração, por concessionários, dos Terminais Multiusos, Zonas 1 e

Leia mais

Senhor Presidente do Instituto da Mobilidade e dos. Senhor Vereador da Câmara Municipal de Lisboa. Senhor Vereador da Câmara Municipal do Porto

Senhor Presidente do Instituto da Mobilidade e dos. Senhor Vereador da Câmara Municipal de Lisboa. Senhor Vereador da Câmara Municipal do Porto Senhor Presidente do Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres Senhor Vereador da Câmara Municipal de Lisboa Senhor Vereador da Câmara Municipal do Porto Senhores representantes das associações

Leia mais

Gestão do armazém: organização do espaço, artigos, documentos

Gestão do armazém: organização do espaço, artigos, documentos 1 1 2 A gestão do armazém está directamente relacionada com o processo de transferência de produtos para os clientes finais, e têm em conta aspectos como a mão-de-obra, o espaço, as condições do armazém

Leia mais

SAÚDEGLOBAL. AON Portugal

SAÚDEGLOBAL. AON Portugal SAÚDEGLOBAL AON Portugal Breve Apresentação do Negócio DADOS DE CARACTERIZAÇÃO Designação Comercial Saúdeglobal N.º Colaboradores N.º de Estabelecimentos Dispersão Geográfica Nacional Facturação em 2010

Leia mais

Transporte Marítimo e Portos

Transporte Marítimo e Portos Transporte Marítimo e Portos Disposição de Terminais num Porto - 1 Disposição geral do porto de Leixões. 1 Disposição de Terminais num Porto - 2 Porto de Rotterdam (Holanda), o maior porto europeu. Disposição

Leia mais

APEX- APOIO À PROMOÇÃO DA EXPORTAÇÃO DAS PME 2012

APEX- APOIO À PROMOÇÃO DA EXPORTAÇÃO DAS PME 2012 APEX- APOIO À PROMOÇÃO DA EXPORTAÇÃO DAS PME 2012 A aposta no apoio à internacionalização tem sido um dos propósitos da AIDA que, ao longo dos anos, tem vindo a realizar diversas acções direccionadas para

Leia mais

REDES DE DISTRIBUIÇÃO

REDES DE DISTRIBUIÇÃO REDES DE DISTRIBUIÇÃO De uma maneira geral, as redes de distribuição são constituídas por: 1. Um conjunto de instalações que fazem a recepção, armazenagem e expedição de materiais; 2. Um conjunto de rotas

Leia mais

A Formação do Tradutor e as Necessidades do Mercado de Tradução em Portugal

A Formação do Tradutor e as Necessidades do Mercado de Tradução em Portugal 1 A Formação do Tradutor e as Necessidades do Mercado de Tradução em Portugal Luís Almeida Espinoza info@linguas.com Resumo da Comunicação Nesta intervenção são abordados os problemas dos jovens tradutores

Leia mais

VATWorld - Consultores Fiscais, S.A. Av. António Augusto de Aguiar, 130. 5º 1050-020 Lisboa. Portugal T. (+351) 213 104 040 F. (+351) 213 104 045 portugal@vatcompany.com vatcompany.com ESPECIALISTAS EM

Leia mais

No entanto, antes de ser financeira, a crise tem uma natureza económica.

No entanto, antes de ser financeira, a crise tem uma natureza económica. INTERVENÇÃO DO PRESIDENTE DA AEP - ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE PORTUGAL, JOSÉ ANTÓNIO BARROS, NA CONFERÊNCIA «O QUE FAZER POR PORTUGAL? MEDIDAS PARA ULTRAPASSAR A CRISE», SOB O TEMA «AS PESSOAS E AS EMPRESAS

Leia mais

Banco Popular, Espanha

Banco Popular, Espanha Banco Popular, Espanha Tecnologia avançada de automação do posto de caixa para melhorar a eficiência e beneficiar a saúde e segurança dos funcionários O recirculador de notas Vertera contribuiu para impulsionar

Leia mais

O GRUPO AITEC. Breve Apresentação

O GRUPO AITEC. Breve Apresentação O GRUPO AITEC Breve Apresentação Missão Antecipar tendências, identificando, criando e desenvolvendo empresas e ofertas criadoras de valor no mercado mundial das Tecnologias de Informação e Comunicação

Leia mais

Click to edit Master title style

Click to edit Master title style Complementaridade Ferroviária Um MAR de Oportunidades Sessão : Transporte Internacional de Mercadorias ADFERSIT Lisboa 11 de Dezembro de 2012 1 Peso do grupo nas exportações nacionais (2011) A Portucel

Leia mais

O SECTOR A SOLUÇÃO Y.make Num mundo cada vez mais exigente, cada vez mais rápido e cada vez mais competitivo, o papel dos sistemas de informação deixa de ser de obrigação para passar a ser de prioridade.

Leia mais

O aumento da força de vendas da empresa

O aumento da força de vendas da empresa PHC dcrm O aumento da força de vendas da empresa O enfoque total na actividade do cliente, através do acesso remoto à informação comercial, aumentando assim a capacidade de resposta aos potenciais negócios

Leia mais

O QUE É A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE?

O QUE É A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE? 1 O QUE É A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE? A globalização dos mercados torna cada vez mais evidente as questões da qualidade. De facto a maioria dos nossos parceiros económicos não admite a não qualidade.

Leia mais

Serviço de Apoio à Criação de Emprego e estágios

Serviço de Apoio à Criação de Emprego e estágios Serviço de Apoio à Criação de Emprego e estágios Outubro de 2009 Agenda EM DESTAQUE Estágios e Suplemento ao Diploma- uma aposta no futuro! Índice Nota Editorial Eventos/Notícias Na Primeira Pessoa Manz

Leia mais

PHC Logística BENEFÍCIOS. _Redução de custos operacionais. _Inventariação mais correcta

PHC Logística BENEFÍCIOS. _Redução de custos operacionais. _Inventariação mais correcta PHCLogística DESCRITIVO O módulo PHC Logística permite fazer o tracking total de uma mercadoria: desde a sua recepção, passando pelo seu armazenamento, até à expedição. PHC Logística A solução para diminuir

Leia mais

Soluções de análise preditiva para optimizar os processos de negócio. João Pequito. Director Geral da PSE

Soluções de análise preditiva para optimizar os processos de negócio. João Pequito. Director Geral da PSE Soluções de análise preditiva para optimizar os processos de negócio João Pequito Director Geral da PSE Soluções de análise preditiva para optimizar os processos de negócio Qualquer instituição tem hoje

Leia mais

Tendências. Membro. ECOPROGRESSO, SA tel + 351 21 798 12 10 fax +351 21 798 12 19 geral@ecotrade.pt www.ecotrade.pt

Tendências. Membro. ECOPROGRESSO, SA tel + 351 21 798 12 10 fax +351 21 798 12 19 geral@ecotrade.pt www.ecotrade.pt 30 27 Evolução do Preço CO2 Jan 06 - Fev 07 Spot Price Powernext Carbon Jan de 2006 a Fev 2007 Spot CO2 (30/01/07) Preço Δ Mensal 2,30-64.50% 2007 2,35-64,4% 2008 15.30-16,16% Futuro Dez 2009 2010 15.85

Leia mais

VISÃO E MISSÃOECR services

VISÃO E MISSÃOECR services VISÃO E MISSÃOECR services VISÃO Ser promotora da excelência nas relações eficazes e eficientes ao longo da cadeia de valor. MISSÃO Liderar o desenvolvimento e implementação de standards e de boas práticas

Leia mais

CURSO GESTÃO DA MOBILIDADE E DESLOCAÇÕES

CURSO GESTÃO DA MOBILIDADE E DESLOCAÇÕES CURSO GESTÃO DA MOBILIDADE E DESLOCAÇÕES NAS EMPRESAS PLANEAR PARA A REDUÇÃO DE CUSTOS E OPTIMIZAÇÃO DE SOLUÇÕES 19 e 20 Fevereiro 2013 Auditório dos CTT- Correios de Portugal Lisboa Horário Laboral: 09h30

Leia mais

Transportar mais com menos

Transportar mais com menos Transportar mais com menos Transportar mais com menos Para a Bosch Termotecnologia, líder internacional no fabrico e exportação de sistemas de aquecimento e de água quente, a eficiência logística das cadeias

Leia mais

A PHC atingiu recentemente os 400 clientes Licença Garantida. No mercado há pouco mais de um ano, a modalidade que permite os clientes PHC renovarem a licença do seu software por três anos já representa

Leia mais

O aumento da qualidade e eficiência das vendas

O aumento da qualidade e eficiência das vendas PHC dfront O aumento da qualidade e eficiência das vendas A solução Business-to-Business que permite a introdução das encomendas directamente no próprio sistema, bem como a consulta, pelo cliente, de toda

Leia mais

IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com

IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com CADERNO IDC Nº 53 IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com ROI - Retorno do Investimento OPINIÃO IDC Os anos 90 permitiram a inclusão das tecnologias

Leia mais

PHC dcrm. Aumente o potencial da força de vendas da sua empresa, ao aceder remotamente à informação comercial necessária à sua actividade

PHC dcrm. Aumente o potencial da força de vendas da sua empresa, ao aceder remotamente à informação comercial necessária à sua actividade O módulo PHC dcrm permite aos comerciais da sua empresa focalizar toda a actividade no cliente, aumentando a capacidade de resposta aos potenciais negócios da empresa. PHC dcrm Aumente o potencial da força

Leia mais

Gestão Integral de Recuperação de Créditos Imobiliários - GIRCI

Gestão Integral de Recuperação de Créditos Imobiliários - GIRCI Gestão Integral de Recuperação de Créditos Imobiliários - GIRCI A atual conjuntura do mercado imobiliário é uma janela de oportunidade para criar novas soluções. Soluções que tragam eficiência e optimização.

Leia mais

Business analytics conquista terreno

Business analytics conquista terreno Business analytics conquista terreno Surge como uma evolução natural do business inteliigence e alimenta-se da necessidade de as empresas obterem respostas cada vez mais exactas. O business analytics acaba

Leia mais

Apresentação Overseas 2008. Preparado por Overseas Internacional

Apresentação Overseas 2008. Preparado por Overseas Internacional Apresentação Overseas 2008 Preparado por Overseas Internacional 2008 arnaudlogis - CRESCER EM SEGURANÇA Na linha da estratégia delineada pela sua Administração, a Arnaud Logis viu consolidada a sua liderança

Leia mais

Vantagem Garantida PHC

Vantagem Garantida PHC Vantagem Garantida PHC O Vantagem Garantida PHC é um aliado para tirar maior partido das aplicações PHC A solução que permite à empresa rentabilizar o seu investimento, obtendo software actualizado, formação

Leia mais

PHC Suporte CS. A rentabilização da assistência pós-venda

PHC Suporte CS. A rentabilização da assistência pós-venda PHC Suporte CS A rentabilização da assistência pós-venda A solução para qualquer empresa com assistência pós-venda, permitindo gerir o parque instalado, a actividade de suporte ao público e a performance

Leia mais

Índice de Risco de 2011 PORTUGAL

Índice de Risco de 2011 PORTUGAL Índice de Risco de PORTUGAL Índice de Pagamentos Índice de Risco Explicação dos valores do Índice de Risco 190 180 170 160 150 140 130 120 110 100 2004 2005 2006 2007 2008 100 Nenhuns riscos de pagamento,

Leia mais

Eng.ª Ana Paula Vitorino. por ocasião da

Eng.ª Ana Paula Vitorino. por ocasião da INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA A SECRETÁRIA DE ESTADO DOS TRANSPORTES Eng.ª Ana Paula Vitorino por ocasião da Sessão de Encerramento do Colóquio PORTO DE AVEIRO: ESTRATÉGIA E FUTURO, Ílhavo Museu Marítimo

Leia mais

Barómetro Travelstore American Express 2011 Sergio Almeida

Barómetro Travelstore American Express 2011 Sergio Almeida Barómetro Travelstore American Express 2011 Sergio Almeida Director de Negócio Travelstore American Express Um estudo cujas respostas das empresas que participaram gerou uma doação à 1. Amostra 2. Caracterização

Leia mais

A experiência no domínio dos Serviços Partilhados em Saúde

A experiência no domínio dos Serviços Partilhados em Saúde A experiência no domínio dos Serviços Partilhados em Saúde Joaquina Matos Vilamoura, 23 Maio 2009 Quem Somos O que Somos? Visão Missão Ser referência como entidade de Serviços Partilhados na área da Saúde,

Leia mais