Missão cumprida no 65º Congresso Brasileiro

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1 Set/Out 2010 Ano XVII Número 101 Publicação da Sociedade Brasileira de Cardiologia - Diretor de Comunicação: Miguel Antonio Moretti - Editor: Ibraim Masciarelli Inscrições para pós-doutorado em Harvard até 3 de janeiro Pág. 56 Foto: Fabiano Domingues/SBC SBC inaugura Centro de Simulação e Treinamento Pág. 58 Congresso Europeu de Cardiologia rende parcerias à SBC Págs. 10 a 12 Missão cumprida no 65º Congresso Brasileiro Nova formatação da programação científica atrai recorde de participantes registrado pela SBC Págs. 26 a 29 Luta contra fator de risco ganha força de 100 mil agentes da CNBB Pág. 15 I Diretriz de Cardio-Oncologia é lançada Documento de temática inédita quer uniformizar condutas frente aos efeitos cardiovasculares dos pacientes com câncer Págs. 6 e 7 Artigo mais citado também será homenageado no VI Prêmio ABC Pág. 49 Assinado convênio para realização dos registros SBC dá início a dois levantamentos desenvolvidos em parceria com Instituto de Ensino e Pesquisa do HCor Pág. 20 Destaque: Resultados da bolsa de pesquisa e da prova do TEC. Pág. 57 e 60

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3 sumário índice Jornal SBC é o boletim informativo da Sociedade Brasileira de Cardiologia, uma publicação bimestral com tiragem de 11 mil exemplares. Presidente da SBC Jorge Ilha Guimarães Diretor de Comunicação Miguel Antonio Moretti Editor Ibraim Masciarelli Co-editores Antonio Sergio Cordeiro da Rocha (RJ) Nabil Ghorayeb (SP) Oscar Pereira Dutra (RS) Redação Av. Marechal Câmara, 160/330 Centro - CEP: Rio de Janeiro - RJ Telefone: (21) Departamento Comercial Telefone: (11) Jornalista Responsável José Roberto Luchetti, Mtb Produção Editorial e Edição de Textos SBC - Núcleo Interno de Publicações Projeto Gráfico e Diagramação SBC - Núcleo Interno de Design Os artigos assinados não refletem necessariamente a opinião do jornal. Impressão Prol Editora Gráfica Sociedade Brasileira de Cardiologia Av. Marechal Câmara, 160/330 Centro - CEP: Rio de Janeiro - RJ Telefone: (21) Filiada à Associação Médica Brasileira 06 diretoria 25 informes amb 26 cbc 31 selo 32 regionais 35 departamentos 40 sbc na mídia 44 cardiologia na imprensa 45 cardionautas 46 cardiol 48 arquivos brasileiros de cardiologia 51 biblioteca 52 jovem cardiologista 53 fora do consultório 56 educação 61 minha cidade 62 calendário Jornal SBC Set/Out

4 palavra do presidente Jorge Ilha Guimarães Presidente da SBC Biênio Prezados amigos, Na área científica, vamos muito bem. Constituímos um board científico, formado pelos departamentos, que nos ajudou muito, principalmente na elaboração do programa do 65º Congresso Brasileiro de Cardiologia. No evento, tivemos sessões inovadoras muito interessantes e inúmeros simpósios internacionais, mostrando o alto grau de internacionalização de nossa sociedade. O livro está bem adiantado. Será o livro texto para a prova de título da SBC e deverá se tornar o livro da Cardiologia Brasileira. A primeira edição do Brasil Prevent foi um sucesso e já o colocamos no calendário oficial da SBC. Também estamos programando outros eventos internacionais para serem realizados aqui no Brasil, visando a facilitar a presença dos nossos associados. A programação da educação continuada mostra a força dessa iniciativa. Montamos uma web station na sede da SBC do Rio de Janeiro, onde já estamos gravando aulas e programas que serão disponibilizadas a todos os sócios. Estaremos inaugurando a Universidade Corporativa da SBC, que alavancará todos os programas educacionais que realizamos. O programa dos Registros já se encontra em ação. Hoje contamos com mais centros engajados do que inicialmente planejamos. Este é, certamente, um excelente indicativo para o sucesso dos Registros brasileiros. Nossa relação com os órgãos governamentais está excelente. Estamos participando muito intensamente do programa Saúde do Homem. Também vamos iniciar um enorme programa epidemiológico com o exército brasileiro, sob orientação dos pesquisadores da SBC e patrocínio do Ministério da Saúde. Estamos trabalhando junto à Anvisa, em todos os assuntos que se relacionam com a cardiologia. Também mantemos excelentes relações com o Conselho Federal de Medicina. Nosso intercâmbio internacional está muito forte. Mantivemos a tradicional relação com a Sociedade Portuguesa e com o American College. Fechamos parcerias e convênios com as sociedades Europeia, Espanhola, Sulamericana e Interamericana. Nossos associados estão sendo mais chamados a participarem dos eventos dessas instituições. Desde antes de nossa posse, afirmávamos que uma sociedade como a nossa deveria ter relações e compromissos sociais com a comunidade brasileira. Nossos programas sociais estão mostrando essa preocupação. Entre muitas ações, destacaria o Eu sou 12 x 8, realizado pelo Departamento de Hipertensão, que é um sucesso. Também nosso compromisso com a restrição de sal nos alimentos é forte e já entramos com Projeto de Lei na Câmara Federal para restringir o uso de sal nos alimentos industriais. O programa da Pesquisa também foi iniciado e, até o próximo ano, teremos muitos novos pesquisadores no Brasil. Um grande abraço a todos. 4 Jornal SBC Set/Out 2010

5 VI Prêmio ABC de Publicação Científica Premiação dos 5 melhores artigos originais publicados na Revista Arquivos Brasileiros de Cardiologia entre janeiro e dezembro de Visite o site e confira o regulamento: Realização Apoio

6 diretoria Lançada I Diretriz de Cardio-Oncologia A I Diretriz de Cardio-Oncologia, em fase de elaboração, foi lançada no dia 24 de outubro Instituto do Coração, com a presença do ministro da Saúde José Gomes Temporão. A iniciativa, que irá abordar as duas doenças que lideram o índice de mortalidade no Brasil, é uma parceria entre as sociedades brasileiras de Cardiologia e de Oncologia e o Instituto do Câncer de São Paulo. O documento de temática inédita em nível mundial, segundo o coordenador de Normatizações e Diretrizes da SBC, Jadelson Andrade, preenche uma lacuna de informação científica clara e acessível. Está sendo preparado, diz, para orientar os médicos sobre a melhor forma de prevenir, diagnosticar precocemente e tratar as complicações cardiovasculares dos pacientes em tratamento de câncer. O problema é que a quimioterapia pode afetar o sistema cardiovascular, justifica. Ele acrescenta que os quimioterápicos modernos melhoraram em muito o tratamento do câncer. As taxas de cura hoje são elevadas, o que não ocorria no passado. E, por isso, é necessário identificar as complicações cardiovasculares tardias do tratamento, lembrando que a quimioterapia pode também levar ao agravamento de doenças do coração pré-existentes e que se mantinham estáveis. O problema é que a quimioterapia pode afetar o sistema cardiovascular. Ministro da Saúde José Gomes Temporão (ao lado), na apresentação da nova diretriz que irá abordar temática inédita em nível mundial. Fotos: Sebastião José dos Santos/InCor 6 Jornal SBC Set/Out 2010

7 diretoria Sobre o documento Será de significativa importância para uniformização das condutas frente aos efeitos cardiovasculares dos pacientes com câncer submetidos a tratamento quimioterápico. Coordenação editorial Roberto Kalil, Fernando Bacal e Paulo Hoff. Entidades parceiras Sociedade Brasileira de Cardiologia, Sociedade Brasileira de Oncologia e Instituto do Câncer de São Paulo. EUA interessados na publicação do documento A iniciativa das sociedades brasileiras de Cardiologia e de Oncologia e do Instituto do Câncer de São Paulo para a elaboração da I Diretriz de Cardio-Oncologia já está repercutindo nos Estados Unidos. O documento também deverá ser publicado lá pela excelência cientifica e pela importância prática entre os médicos norte-americanos. Palestrante da sessão Efeitos da Quimioterapia no Coração no 65º Congresso Brasileiro de Cardiologia, o chefe do serviço de miocardiopatias do MD Anderson Cancer Center, Jean Bernard Durand, demonstrou interesse em participar da I Diretriz de Cardio-Oncologia, visando estabelecer o projeto de sua publicação nos Estados Unidos. Durante sua presença no Brasil, o corpo editorial da nova diretriz, sob a coordenação de Roberto Kalil, Fernando Bacal (presidente do Grupo de Estudos em Insuficiência Cardíaca, recém promovido a departamento) e Paulo Hoff aproveitou a oportunidade para estreitar o contato com o grupo norte-americano, baseado em Houston e especializado no tratamento e na pesquisa do câncer. A I Diretriz de Cardio-Oncologia irá reunir as mais importantes evidências científicas sobre o assunto e será de significativa importância para uniformização das condutas frente aos efeitos cardiovasculares dos pacientes com câncer submetidos a tratamento quimioterápico. Jornal SBC Set/Out

8 diretoria Educação continuada da SBC para América Latina Os cardiologistas da América Latina, que enfrentam certa dificuldade para montar programas de alto nível de educação continuada, poderão se beneficiar de um curso intensivo organizado e ministrado por uma força-tarefa da SBC. A equipe brasileira dará aulas teóricas durante três dias, inicialmente, em Quito, levando todo o material de apoio e os participantes farão jus a certificado conjunto da SBC e da Sociedade Equatoriana de Cardiologia. O programa está sendo organizado a pedido do presidente da Sociedade Equatoriana e será uma espécie de piloto, pois outros países também estão interessados, explica José Antônio Ramires que, com Antonio Felipe Simão, responde pela Coordenação Relações Internacionais da SBC. Segundo, Ramires, na avaliação do presidente da SBC, Jorge Ilha Guimarães, o Brasil, com sua cardiologia muito avançada e desenvolvida, tem obrigação de ajudar os países irmãos, que enfrentam problemas semelhantes aos nossos mas que, por terem população menor e, logicamente, menor número de serviços, universidades e cardiologistas, não têm condições de promover a educação continuada do nível de que gostariam. Modelo de gestão também é referência Não é apenas na transmissão do conhecimento profissional que a SBC pode ajudar. De acordo com o coordenador de Relações Internacionais da SBC, José Antônio Ramires a entidade brasileira é exemplo também de organização administrativa, de estrutura, tem um número recorde de associados, imensa experiência na realização de congressos e no uso da comunicação e da informática em benefício dos cardiologistas. Esse know-how também chama atenção das demais sociedades hispano-americanas, enfatiza. Elas têm grande admiração pelos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, único periódico cardiológico da América Latina presente em indexadores internacionais. Além disso, há imenso interesse em relação ao sistema de gestão comercial da SBC e na maneira como o Brasil viabiliza congressos de alto custo. Os projetos em gestação são mais ambiciosos ainda, dizem os coordenadores da área internacional. É que, como a SBC cresceu muito, atingiu outro patamar, inclusive com presença marcante nos congressos realizados no exterior, a diretoria, segundo eles, estuda a possibilidade de transformar o congresso anual da entidade em um evento continental, no qual os cardiologistas de toda a América do Sul sintam-se à vontade para trazerem e apresentarem suas pesquisas, abrindo caminho para trabalhos conjuntos e para uma frutífera troca de experiências. 8 Jornal SBC Set/Out 2010

9 diretoria Revista da Sociedade Europeia traz artigo sobre Brasil O European Heart Journal publicou, com destaque, matéria sobre a cardiologia no Brasil. O artigo mostra o recente desenvolvimento econômico e divulga gráficos da SBC sobre mortalidade e fatores de risco. Segundo o periódico, a prevenção é a maior prioridade para o Brasil, onde as moléstias cardiovasculares lideram em mortalidade, com 32%, mas lembra que é imensa a tarefa dos cardiologistas, num país onde um avião leva mais tempo voando sobre um único estado, do que leva num voo entre França e Inglaterra. Depois de destacar as diferenças regionais e socioeconômicas, a revista cita os problemas enfrentados no país: diz que há pobre controle da hipertensão, muitas pessoas obesas, pouco controle da dislipidemia e a diabetes é um problema comum. Cita também os problemas decorrentes da febre reumática e das consequências cardíacas da mesma em A prevenção é a maior prioridade para o Brasil, onde as moléstias cardiovasculares lideram em mortalidade, com 32%. certas regiões e conta que, recentemente, a SBC desencadeou uma campanha para prevenção da doença reumática. O artigo inclui informações do ex-presidente da SBC Antonio Carlos Palandri Chagas (biênio 2008/2009) sobre os desafios da cardiologia no Brasil a doença de Chagas, entre eles e a conclusão de que, embora na maioria dos estados haja recursos de atendimento comparáveis aos do primeiro mundo, essas facilidades ainda não atingem a população de todo o território nacional, mas apenas 80% dos habitantes As in the UK and the USA, Brazil needs to see more progress on prevention. Chagas says: We were very good in terms of prevention of smoking but we need to be as successful in terms of control for hypertension, dyslipidaemia, and also diabetes. Economic development has brought its own problems. As the country has developed, people have moved from the rural areas to the big cities, and subsequent to the move, they become obese. The big cities have particular problems with obesity, since people eat too much fatty food, spend a lot of time on public transportation, and do not take time to exercise. It s the price that you pay for development, unfortunately, says Chagas. Overview of Brazil risk factors Brazil has achieved a large reduction in smoking. Today, there are more people in the country who have quit smoking than people who are currently smokers. The success has been possible through the efforts of the Brazilian Society of Cardiology, the Brazilian Lung Society, and the government. The state of São Paulo kicked off restrictions on smoking in public places and it is forbidden to smoke in restaurants, hospitals, and offices. Other states are starting to implement the same restrictions. When it comes to other aspects of prevention, several programmes are underway using various methods of communication such as TV, the Internet, and also the medical community, who explain the risks for cardiovascular disease and that it continues to be the number one killer in the country. Such campaigns are run by the medical societies in cooperation with the government. During Chagas period as president of the Brazilian Society of Cardiology, the society started to work closely with the Ministry of Health. The Brazilian Society of Cardiology has members, of which 8000 are board certified as a specialist in cardiology by the society and by the Brazilian Medical Association. CardioPulse But 8000 cardiologists is not enough for the country, says Chagas. The large majority of cardiologists live in big centres or medium-sized communities. In areas with few people, it is difficult to have a specialist. In several areas, patients are first seen by general physicians and then referred to a specialist. The Brazilian Society of Cardiology, was founded in 1943 and was affiliated with the European Society of Cardiology in It is an active society, with several programmes of teaching and self-learning, along with regional and national meetings for developing knowledge in new areas of cardiology. Brazilian Cardiology Archives, the society s official scientific journal, is published in Portuguese, Spanish, and English. In the last 2 years, the society has made a big push to get not only the federal but also several state governments and the universities involved in a plan for the future of cardiovascular disease research. The plan will see funds from the society, federal government, state governments, and private foundations used to develop young scientists and to help the career of established investigators in the country. We need to get more people involved in research and also to have more opportunity, says Chagas. His vision for the cardiology profession in Brazil is one where cardiologists have a very good education and strong knowledge about the disease. And because cardiovascular disease will continue to be the number one health problem in the country, more cardiologists will be needed to address the problem. He says: For such a condition we need to have more research, more people teaching cardiology [and] more people doing the primary care in cardiology because we need to be the winner of this cardiovascular disease war in our country. J. Taylor, MPhil Downloaded from eurheartj.oxfordjournals.org at FMRP/USP/BIBLIOTECA CENTRAL on July 26, 2010 European Heart Journal (2010) 31, doi: /eurheartj/ehq179 CardioPulse Cardiology in Brazil: a country in development Prevention is the biggest priority for Brazil, where cardiovascular disease is the biggest killer. Brazil is a country of continental proportions. It takes the same amount of time to fly between the UK and France as it does to fly across just one state in Brazil. With a population of around 185 million, Brazil is the sixth most populous country in the world after China, India, the USA, Indonesia, and Russia. Brazil is one of the BRIC countries Brazil, Russia, India, and China which have fast growing developing economies. In the last 8 10 years, the country s economic profile has improved and become more stable, partly due to its production of oil. Like all other countries in development, there is the problem of big differences in class. There are many poor people and there are also very wealthy people. But in the last 10 years,there has been a transformation in the middle class, which has grown and begun to make purchases of things like soap and other personal hygiene products. In such a big country, there are also regional differences. The southeast of the country is very well developed, whereas the north is still developing and has more areas with very poor people. One of the big challenges for the future of Brazil is health. Cardiovascular disease represents the most important cause of death in Brazil, at 32%. Sugarloaf mtn sunset Rio Our figure is very similar to the figure of several countries in Europe and also the USA, says Prof. Antonio C.P. Chagas, MD, FESC, FACC, Professor of Medicine at the Heart Institute, University of São Paulo, Brazil, and past president of the Brazilian Society of Cardiology. There is a high prevalence of cerebral vascular incidents because of the poor control of hypertension, many people are obese, there is poor control of dyslipidaemia, and diabetes is a common problem. Coronary heart disease is the principal disease but Brazil still has some kinds of valvular heart disease. In poor areas, for example, there is rheumatic fever, and still several people have mitral regurgitation or mitral insufficiency developed through rheumatic disease. In the past 2 years, the Brazilin Society of Cardiology has made a plan to prevent rheumatic disease. Another important problem in cardiovascular disease is Chagas disease, a heart disease caused by the protozoan Trypanosoma cruzi. Chagas says: We are doing a lot to prevent and also to treat patients with Chagas disease. Although Brazil is a country in development, Chagas says that the standards of interventional procedures like angioplasty, and of cardiac surgery, are comparable to the USA and the UK. Cardiac surgery and angioplasty are available in the large majority of the Brazilian states, from the south to the extreme north, but there are a few areas where they are not available. Chagas estimates that all facilities are available in around 80% of the country. The most important hospitals are in the southeast but very good hospitals also exist in the north, and new hospitals are being developed in the interior of the country. About 25 30% of the Brazilian population is covered by private money or private insurance. The remaining majority have their healthcare funded by the government. This includes, for example, cardiac revascularization, bypass, angioplasty, electrophysiology, pacemakers, cardiac defibrillators, and paediatric cardiology procedures. Published on behalf of the European Society of Cardiology. All rights reserved. & The Author For permissions please Downloaded from eurheartj.oxfordjournals.org at FMRP/USP/BIBLIOTECA CENTRAL on July 26, 2010 SBC em simpósio internacional de tromboses e anticoagulantes O III Symposium of Trombosis and Anticoagulation (ISTA 2010) trouxe ao Brasil vários dos maiores especialistas mundiais no tema. Entre os conferencistas, estavam o diretor de Pesquisa da SBC, Renato A. K. Kalil, e o editor-chefe do Cardiosource em Português, Roberto Rocha Giraldez. O simpósio é uma oportunidade única para os cardiologistas brasileiros interagirem diretamente com os renomados médicos e pesquisadores do mundo inteiro que geram conhecimento nesta área numa moldura diretamente aplicável à nossa corrente prática clínica, destacou o chairman do ISTA, diretor executivo em São Paulo do Instituto Brasileiro de Pesquisa Clínica e professor-adjunto da Divisão de Cardiologia da Duke University, Renato Lopes. As duas entidades, entre outras, foram as organizadoras do evento, realizado de 14 a 16 de outubro em São Paulo, sendo a Duke University, parceira da SBC nas ações da Diretoria de Pesquisa. Jornal SBC Set/Out

10 diretoria Cardiologia brasileira prestigiada no Europeu O congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia (ESC sigla em inglês), realizado em Estocolmo, de 27 de agosto a 2 de setembro, teve a participação de mais de 600 brasileiros inscritos, com saldo bastante positivo para o Brasil: o 66º Congresso Brasileiro de Cardiologia terá programação de um dia inteiro, abrangendo os mais variados temas, com a presença de oito conferencistas europeus. E, em contrapartida, também está sendo articulado pelo presidente cessante da ESC, Roberto Ferrari, e pelo novo presidente, Michel Komadja, novo simpósio conjunto com a SBC para o Congresso Europeu de Cardiologia de Mais importante, o Brasil passou a ser visto com tanto respeito, que, ainda durante o evento, os laboratórios europeus assumiram a responsabilidade pelas despesas desses palestrantes que virão ao Brasil. A observação é do presidente da SBC, Jorge Ilha Guimarães. Para ele, o mundo está olhando o Brasil com grande interesse. Todos sabem que passamos praticamente incólumes pela crise econômica que atingiu os países desenvolvidos e o maior respeito que granjeamos repercute também na medicina. Tanto é assim, diz, que nos debates, eram inevitáveis as perguntas. Muitos brasileiros presentes eram constantemente assediados por especialistas de vários países, curiosos sobre a evolução das pesquisas nacionais e, o que é gratificante, o trabalho desenvolvido pela SBC. Evento rende parcerias ao país Com quase 35 mil participantes, o Congresso Europeu de Cardiologia, que se realizou de 27 de agosto a 2 de setembro, em Estocolmo, foi palco para a realização de acordos importantes Europa, Japão, Espanha e América Latina sinalizam aproximação com o Brasil. Além da parceria com a Sociedade Europeia de Cardiologia para o congresso europeu e da SBC de 2011, também está acertado para o 66º Congresso Brasileiro de Cardiologia um joint symposium com a Sociedade Japonesa, da mesma forma com as despesas da delegação estrangeira patrocinada por laboratório. Também a Espanha estreitou relações com o Brasil e o presidente da entidade, Carlos Macaya Miguel, está interessado em uma sessão conjunta para o Congresso Espanhol. Ainda durante o evento, o presidente da SBC Jorge Ilha Guimarães reuniu-se com representantes de sociedades sulamericanas, que enfatizaram a necessidade de uma maior presença da cardiologia brasileira e uma parceria maior, a nível continental. Essa será, certamente, diz ele, uma das metas da internacionalização da SBC. Na Venezuela A SBC também participou do XLIII Congresso Venezuelano de Cardiologia, que aconteceu na cidade de Caracas, no período de 5 a 8 de agosto. No evento, foi intensificada, além das atividades institucionais da entidade, a divulgação dos Arquivos Brasileiros de Cardiologia em língua espanhola, o que alegrou os congressistas, segundo o diretor de Tecnologia da Informação, Fernando Costa, representante da SBC no congresso. Por ocasião do evento, aconteceu ainda a assembleia geral extraordinária da Sociedade Sudamericana de Cardiologia, com a presença da SBC. 10 Jornal SBC Set/Out 2010

11 diretoria Argentina quer SBC para reforço na América Latina Durante o Congresso Europeu de Cardiologia, realizado no final de agosto na Suécia, a Argentina propôs ampliar a parceria com a Diretoria Científica da SBC e solicitou que o Brasil seja representado em todos os boards, tanto da Sociedade Sudamericana, como da Interamericana de Cardiologia. O pedido para maior empenho do país no Cone Sul foi direcionado ao presidente da SBC, Jorge Ilha Guimarães. Os cardiologistas argentinos propuseram simpósios conjuntos nos congressos do continente, pois, no dizer de um representante da entidade do país, as sociedades da América Latina só serão fortes com a participação ativa do Brasil. O diretor de Tecnologia da Informação, Fernando Costa, que representou a SBC no XLIII Congresso Venezuelano de Cardiologia, ouviu a mesma colocação. O interesse de uma aproximação maior e do trabalho conjunto com os brasileiros é tão grande, diz Guimarães, que após a gestão de Daniel Piñeros, que é da Argentina, e que será o próximo presidente da Sociedade Interamericana, já se questiona se não estaria na hora de a entidade continental ser representada por um brasileiro. continua Palestrantes brasileiros no congresso Vários brasileiros apresentaram palestras durante o evento e a percepção de todos foi bastante positiva. O editor do Jornal SBC, Ibraim Masciarelli, e Alexandre Abzaid participaram de uma sessão com formato inédito e bastante interativo sobre a revisão de casos. Discutimos com imagens invasivas questões da prática diária do cardiologista intervencionista, conta Masciarelli. Na primeira parte da sessão, que estava com lotação completa, foram apresentados os casos por Alexandre Abzaid e por um especialista da Sociedade Europeia; já na segunda parte, o editor do Jornal SBC e um outro cardiologista europeu discutiram a possibilidade de avaliação funcional no laboratório de hemodinâmica através da avaliação do fluxo fracionado. A plateia participou bastante como se estivesse no atendimento e na condução dos casos. Acredito que a retenção de conhecimento foi muito grande, até pelas manifestações do público por mais sessões como esta e de maior duração, concluiu Masciarelli. O editor-chefe dos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, Luiz Felipe P. Moreira, também teve papel de destaque na programação do evento. A nossa participação em um congresso como o Europeu representa um grande orgulho e uma imensa responsabilidade, uma vez que o convite de um brasileiro demonstra o reconhecimento da comunidade internacional ao desenvolvimento da pesquisa no âmbito da cardiologia em nosso país, concluiu. É sempre muito emocionante quando se está proferindo uma palestra no exterior, principalmente em um grande congresso como o Europeu de Cardiologia. A sala estava muito cheia e o assunto foi debatido com muita curiosidade e entusiasmo. Acho que as instituições que eu represento (UFRJ e Sobrac) estão de parabéns, pois esse reconhecimento é fruto de todo o trabalho sério que vem sendo desenvolvido pelos médicos e pesquisadores dessas instituições. Jacob Atié, chefe do Serviço de Arritmias Cardíacas do Hospital Universitário da UFRJ e da Clínica São Vicente A participação científica brasileira no Europeu foi o coroamento de anos de trabalho da SBC que, em 2009, foi incluída como associada da entidade europeia. Fui, pela segunda vez, chairman de uma sessão, desta vez pôsteres comentados que foram selecionados para premiação, muito interessante e de um denso conteúdo científico. É gratificante ver a presença de tantos colegas brasileiros com destaque expressivo no evento, o que determina uma atuação coletiva da cardiologia nacional e não apenas casos isolados. Antonio Carlos Palandri Chagas, expresidente da SBC (biênio 2008/2009) e professor da Universidade de São Paulo Jornal SBC Set/Out

12 diretoria Cobertura online Em sua terceira edição da cobertura online do Congresso Europeu de Cardiologia, a SBC disponibilizou para seus associados, em tempo real, os principais destaques do evento ocorrido em Estocolmo, na Suécia. Foram 15 resumos escritos e 20 entrevistas traduzidas (ver quadro) com os principais pesquisadores internacionais e com os líderes da cardiologia brasileira com o objetivo de trazer os achados mais importantes para a nossa realidade, observa o editor-chefe do programa, Roberto Rocha Giraldez. ESC 2010 destaques da cobertura online Vídeos PEARL-HF: Um novo agente quelante de potássio - Dr. Bertram Pitt Estudo ATOLL - Dr. Gilles Montalescot Estudo AVERROES - Dr. Stuart J. Connolly Novas perspectivas na fibrilação atrial - Dr. Francisco Saraiva Estudo SHIFT - Dr. Miguel Komadja Resumos Estudo ANTIPAF: Antagonistas da angiotensina II na fibrilação atrial paroxística Estudo ART: Comparação entre enxerto de artéria mamária única versus bilateral em cirurgia de RM Estudo HEBE III: Uso de eritropoetina no IAM com supra de ST Subestudo genético do PLATO: Uma peça no quebra-cabeça para a terapia antiplaquetária personalizada Estudo PERGENE: O perfil genético de pacientes respondedores aos inibidores da ECA A cobertura completa está disponível no endereço: Agradecimento A SBC agradece o patrocínio da AstraZeneca e da Boehringer Ingelheim para a cobertura online do Congresso Europeu de Cardiologia Jornal SBC Set/Out 2010

13 20 conferencistas brasileiros no Congresso Mundial diretoria O congresso da World Heart Federation (WHF), que este ano realizou-se em Pequim de 16 a 19 de junho, teve um número significativo de participantes brasileiros, mais de 200, entre eles, cerca de 20 palestrantes. Os temas que couberam aos brasileiros (ver quadro) foram os mais variados o que, segundo o presidente da SBC, Jorge Ilha Guimarães, corrobora o fato de que o país avançou muito nas mais diversas áreas da cardiologia. O presidente da SBC foi representado pelo coordenador de Relações Internacionais, José Antônio Ramires, também palestrante do evento. Para ele, a grande participação brasileira, em particular na 3 rd International Conference on Women Heart Disease and Stroke, realizada simultaneamente ao congresso, explica-se pelo fato de alguns núcleos de estudos de São Paulo, de Belém e do Rio Grande do Sul estarem pesquisando muito as cardiopatias femininas. Temos acumulado uma casuística importante, disse, e o reconhecimento internacional da qualidade da cardiologia do país faz com que os organizadores desses congressos queiram saber mais sobre a experiência e o conhecimento acumulado no Brasil. E eventos como esse, completa, são uma via de duas mãos, com vantagens e crescimento para todos. Alguns conferencistas Brasil no congresso da WHF Antonio Carlos Palandri Chagas, Bianca Schauren, Eliane Elly, Germán Iturry-Yamamoto, José de Ribamar Costa Jr., José Lima, José Nicolau, Leonardo Ribeiro, Lucia Campos Pellanda, Luis Gowdak, Marcelo Cantarelli, Maria Izar, Paulo Lotufo, Sandra Fuchs, Sergio Timerman e Tales de Carvalho. Participação no programa Sobrevivência por longo período de pacientes com doença coronária após transplante renal Saúde urbana e capital social Estudos experimentais sobre isquemia Qual a importância da história de comorbidades na avaliação preoperativa de pacientes com mais de 50 anos? Intervenção percutânea coronária em pacientes com mais de 80 anos: análise clínica e angiográfica Sobrepeso e variáveis antropométricas e nível de pressão arterial em crianças em idade escolar do Sul do Brasil Efeitos de um programa de dança sobre a resposta cronotrópica na reabilitação cardiopulmonar e metabólica Status socioeconômico e mortalidade por doença coronária na cidade de São Paulo Eficácia do monitoramento domiciliar sobre a pressão arterial Riscos cardiovasculares para a mulher brasileira Congresso Mundial de Cardiologia a 21 de abril Dubai, Emirados Árabes Unidos Jornal SBC Set/Out

14 Diversos estudos demonstraram que: SENE é o mais fisiológico dentre os laxantes não compostos de fibras. 1 SENE, mesmo utizado em longos períodos, não agride o intestino. 3 Posologia geléia 1 colher de chá à noite Posologia cápsula 1 a 2 cápsulas à noite TAMARINE GEléIA: Cassia angustifolia Vahl, Tamarindus indica L., Cássia fistula L., Coriandrum sativum L., Glycyrrhiza glabra L. CápsulAs: Cassia angustifolia Vahl, Tamarindus indica L., Cassia fistula L., Coriandrum sativum L. Ms Indicações: as indicações de TAMARINE são amplas: todas as relacionadas a uma perturbação organo-funcional damotricidade intestinal; tratamento sintomático da constipação, tanto crônica como secundária; preparação para os exames radiológicos e endoscópicos. Indicações terapêuticas complementares: constipação decorrente de viagens prolongadas, período menstrual, gestação, dietas pós-operatórias e acidentes vasculares cerebrais. Referências bibliográficas: 1- GOODING EW. Laxatives and the Special Role of Senna. Pharmacology, 36 (suppl 1): ; BOUZAS de SÁ JC. Efeito laxativo de um preparação gelatinosa de pó de folhas de sene em pacientes ginecológicos/obstétricos. Folha Médica, 108(3): 93-97; Senna and Habituation. Pharmacology, 44 (suppl 1): 30-2; Abril SE PERSISTIREM OS SINTOMAS O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.

15 diretoria Luta contra doença cardiovascular une CNBB e SBC Cem mil agentes da Pastoral da Saúde da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) serão capacitados pela SBC, para levar às 15 mil paróquias da Igreja Católica a luta contra os fatores de risco das doenças cardiovasculares. O objetivo do projeto é levar a prevenção à grande massa de religiosos. Para capacitar as equipes da Pastoral da Saúde, a SBC montará cursos nas suas sedes estaduais e regionais. Para o presidente da SBC, Jorge Ilha Guimarães, a cultura de prevenção cardíaca precisa ser introjetada na população, como ocorreu nos países desenvolvidos que, graças a isso, estão reduzindo a mortalidade por doenças cardiovasculares. Reunião no Ministério da Saúde acertou financiamento do programa. O financiamento do programa foi garantido pelo Ministério da Saúde, durante encontro em Brasília, que reuniu o coordenador nacional da Pastoral da Saúde, André Luiz de Oliveira; o secretário executivo da CNBB, Dom Dimas Lara Barbosa; o secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Alberto Beltrame; o coordenador de Ações Sociais da SBC, Carlos Alberto Machado; e o presidente do Departamento de Hipertensão Arterial, Marcus Malachias (foto). Ecocardiografia e Ecografia Vascular Cursos 2011: Ecocardiografia - 16/01 a 21/01 e 13/03 a 18/03 Ecocardiografia Avançado - 21/03 a 24/03 Ecocardiografia Transesofágica - 24/01 a 26/01 Ecocardiografia e US: Regulagem e Otimização da Imagem - 19/03 a 20/03 Atual. e Prep. p/ Prova de Título Ecocardiografia SBC - 25/03 a 28/03 Ecografia Vascular - 21/01 a 29/01 Ecografia Vascular: Arterial e Venoso Periférico - 18/02 a 22/02 Ecografia Vascular: Artérias Carótidas e Vertebrais - 18/03 a 22/03 Pós-Graduação Lato Sensu em Ecocardiografia Consulte a programação de cursos para 2011 no site Para mais informações A imagem do ensino AN_0006_NOV_Cetrus_19x13cm.indd :56:55 Jornal SBC Set/Out

16 diretoria Ações para o combate ao colesterol A SBC enfrentou, no Dia Nacional de Controle do Colesterol (8 de agosto), o desafio de convencer as mulheres pós-menopausa a não abandonarem o tratamento contra o fator de risco. O motivo é que a interrupção do medicamento tornou-se uma das causas do grande aumento de infartos entre as mulheres, que já representam 40% dos pacientes atendidos pelo SUS com problemas coronários. Para o diretor de Promoção à Saúde Cardiovascular da SBC, Dikran Armaganijan, a adesão ao tratamento é uma batalha constante que tem de ser travada, principalmente para doenças que não apresentam sintomas, explica. Apesar do foco da campanha no público feminino, os alertas também foram direcionados aos homens, adolescentes e crianças. O slogan Eu controlo meu colesterol estava estampado nas tendas da SBC e nos gibis, distribuídos em várias capitais do país, para divulgar informações claras sobre a importância de controlar o colesterol, como a redução de 33% do risco de infarto e 20% do risco de derrame. Agradecimento A campanha pelo no Dia Nacional de Controle do Colesterol teve o patrocínio nacional da MSD e a corrida realizada em São Paulo, da EMS. A SBC agradece o apoio pela parceria. Adesão ao tratamento é uma batalha constante que tem de ser travada, principalmente para doenças que não apresentam sintomas. Foto: Divulgação SBC/GO Em Goiânia (acima), o evento reuniu 150 pessoas e, em São Paulo, corrida marcou a data. Foto: Arquivo SBC 16 Jornal SBC Set/Out 2010

17 diretoria Pelo país Palmas A distribuição dos gibis e os esclarecimentos à população foram feitos em uma feira realizada todos os domingos e com grande movimentação. Belém Distribuição de gibis na Praça Batista Campos, medida da circunferência abdominal, orientação nutricional. AC Brasília Exames para a avaliação do colesterol, triglicerídeo, glicemia e pressão arterial, distribuição de material didático sobre dislipidemias, além de orientações gerais no Parque da Cidade e integradas às atividades do Dia dos Pais. AM RO RR Goiânia Caminhada no Parque Vaca Brava, com a participação de cerca de 150 pessoas. Foto: Divulgação SBC/TO AP PA TO MT DF GO MS SP PR SC RS MA MG PI RJ BA ES Teresina As orientações e a distribuição dos gibis foram na Rua Climatizada. CE RN PB PE AL SE Natal Medição de colesterol, aferição de pressão e circunferência abdominal, palestras educativas e atividades físicas na Praça André de Albuquerque, na Cidade Alta. João Pessoa e Campina Grande Distribuição de cartilhas, aferição de pressão, peso e orientações nutricionais. Belo Horizonte Medição de colesterol, glicose, pressão, orientação de fisioterapeutas sobre atividades físicas na Praça Amintas de Barros, no bairro da Venda Nova. Foto: Divulgação SBC/GO São Paulo Medição do colesterol e da circunferência abdominal, demonstração de produtos com o Selo de Aprovação SBC e promoção de uma corrida e de uma caminhada. Atividades ocorreram também no interior do estado, em várias regionais da Socesp. Gramado Medição de pressão, triglicérides, colesterol e do IMC na praça Major Nicoletti com apoio de equipe de fisioterapeutas, nutricionistas e psicólogos. Foto: Arquivo SBC Jornal SBC Set/Out

18 diretoria O músico e rapper MV Bill acaba de entrar na campanha Eu sou 12 por 8, tornandose o 10º embaixador da ação. Conhecido nacionalmente pelo ativismo social e pelas letras musicais marcadas por denúncias, justificou: Faço o meu trabalho com o coração. Preciso cuidar bem dele. MV Bill recebeu a camiseta da campanha do padrinho-cardiologista Paulo Sant Anna. E a atriz Carolina Ferraz, já engajada à ação, é a estrela dos folders que a SBC passa distribuir para a população. O material Eu sou 12 por 8 Seja você também traz informações essenciais para o público sobre a hipertensão. O folheto também orienta sobre como ter uma pressão 12 por 8, como se prevenir e quais são os dez mandamentos para a prevenção e para o controle da doença. A campanha é uma iniciativa do Departamento de Hipertensão Arterial da SBC e tem o apoio da Diretoria de Promoção à Saúde Cardiovascular, das sociedades brasileiras de Hipertensão e Nefrologia, do Ministério da Saúde, da Anvisa, do Sesi, da CNI, da Federação Nacional e da Associação Paulista de Assistência ao Hipertenso, com o patrocínio da AstraZeneca, Boehringer-Ingelheim, Daiichi- Sankyo, Omron, Novartis, Torrent, Aché e Biolab. SBC reforça discussão para controle do tabaco A SBC participou do III Seminário Alianças Estratégicas para o Controle do Tabaco, realizado em agosto. O encontro, em que a entidade foi representada pelo integrante de seu Comitê Antitabaco, Aristóteles Alencar, abordou diversos assuntos relacionados ao controle do tabagismo, como os ambientes livres do fumo, legislação, fumicultura, propaganda, economia, jovens e mulheres. Estavam presentes representantes da Organização PanAmericana de Saúde, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, do Inca, da Fiocruz e da OMS. Subsídios aos candidatos à presidência da República Em carta enviada a todos os candidatos à presidência da República, a SBC ofereceu toda sua massa crítica de especialistas e instituições para sugerir e implementar políticas públicas para controlar uma nova epidemia a de doenças cardiovasculares. Em nome dos 12 mil associados com vivência dos problemas de saúde de todos os estados do país, o presidente da SBC, Jorge Ilha Guimarães, reforçou que a entidade está disposta a colaborar para acabar com as falhas do atendimento cardiovascular. Nada queremos receber em troca, além da satisfação de saber que, finalmente, os brasileiros irão parar de morrer por causas evitáveis com um pouco de investimento e cuidado, antes que a cardiopatia se instale. A carta, na íntegra, está disponível no endereço: 18 Jornal SBC Set/Out 2010

19 Ministério baixa resolução para limitação do sal diretoria O Ministério da Saúde reconheceu a campanha da SBC sobre o uso excessivo de sal e baixou resolução dando prazo para a indústria informar, nos rótulos, se um alimento tem quantidade de sal, açúcar ou gordura que possa ser prejudicial à saúde do consumidor. A medida é resultado de documento com as metas do projeto de controle de consumo de sal formulado em seminário realizado no final de julho na Organização Panamericana de Saúde. O papel assumido pela SBC de advocacy da própria indústria também reforça a importância de sua iniciativa. Quando apresentada a três marcas de batata-frita, todas com excesso de sal, mas com grande variação da quantidade, o que derrubou o argumento de que o sal em excesso seria usado como conservante necessário, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia) teve que reconhecer que há exagero em alguns produtos e pediu o apoio da SBC para melhorar as formulações. A SBC ofereceu-se para dar suporte técnico para as ações preconizadas no encontro, explica o coordenador de Ações Sociais da SBC, Carlos Alberto Machado, que representou a entidade no encontro junto com o diretor Administrativo do DHA, Luiz Scala. Também participaram do evento, além da Agência Nacional de Vigilância Sanitária e da Abia: as sociedades de Hipertensão e de Nefrologia, o Ministério da Agricultura e os Restaurantes Populares, órgão do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Na avaliação de Machado, a presença de representantes de tantas instituições mostra que a sociedade está consciente da necessidade de limitar o consumo de sal. Faltava apenas o empurrãozinho que foi dado pela iniciativa da SBC, pioneira como tantas vezes, para que os demais órgãos também se engajassem, concluiu. SBC apoia medida da Anvisa A SBC divulgou seu apoio à resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que torna obrigatória, na propaganda de alimentos industrializados com alto teor de gordura saturada ou trans, com grande quantidade de sal ou de açúcar, inclusive nas bebidas com baixo valor nutritivo, a advertência sobre os males à saúde que podem provocar quando consumidos em excesso. Para o presidente da entidade, Jorge Ilha Guimarães, a discussão a respeito da decisão tem efeito positivo, pois amplia o debate sobre o uso excessivo de sal e seus efeitos nefastos sobre a pressão arterial. Com isso, milhões de pessoas passam a saber dos perigos do abuso do sal, reflete. A resolução entra em vigor em seis meses, segundo a Anvisa. Leia mais: Acesse a carta assinada pelo presidente da SBC e dirigida aos mais de 12 mil associados à entidade na edição eletrônica do Jornal SBC. Jornal SBC Set/Out

20 diretoria Assinado convênio para realização dos Registros A assinatura de um convênio de cooperação científica marcou o início da elaboração dos Registros Brasileiros Cardiovasculares (RBC). A parceria foi firmada entre a SBC e o Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP) do HCor-ASS de São Paulo durante solenidade realizada no dia 28 de julho. Os registros, esclareceu o presidente da SBC, Jorge Ilha Guimarães, fornecerão dados estatísticos confiáveis sobre as doenças cardiovasculares, fundamentais para orientar as políticas de saúde pública e de prevenção. Apenas com os registros teremos finalmente informações precisas para exigir providências do Governo, para tornar mais focada a educação continuada e para reduzir o número de internações por insuficiência cardíaca, de que o Brasil é campeão mundial, concluiu. Na avaliação do diretor-geral do HCor, Adib Jatene, os RBC permitirão importantes avanços, na medida em que teremos dados próprios. E, para o diretor do IEP, Otavio Berwanger, os registros são vitais para mostrar porque a mortalidade e a incapacitação decorrentes das doenças cardiovasculares atingem mais as camadas menos favorecidas da população. Foto: Beto Loffe SBC formaliza parceria e dá início aos RBC que serão desenvolvidos com expertise do Instituto de Ensino e Pesquisa do HCor. Dois projetos já em andamento Leia também: Para fotografar com amplitude federativa e horizontal a prática da cardiologia no Brasil, dois registros já foram iniciados: o das Síndromes Coronarianas Agudas com e sem supra ST - e o de Pacientes de Alto Risco Cardiovascular. O primeiro envolve pacientes de 27 centros brasileiros de alta e baixa complexidade, prevê o seguimento inicial por 12 meses e ainda não tem patrocinador. Já com o apoio da EMS será realizado o Registro de Pacientes de Alto Risco Veja na página eletrônica do Jornal SBC Os Registros Brasileiros Cardiovasculares RBC Já Começaram, de autoria do coordenador de Registros da SBC, Luiz Alberto Mattos. Cardiovascular, com participantes de 18 centros, inclusive de atendimento em clínica médica e neurológica. Também nesse projeto os pacientes serão acompanhados inicialmente por 12 meses. Os Registros Brasileiros Cardiovasculares permitirão avaliar como é feito o exercício da cardiologia no Brasil, saber qual o grau de aderência às diretrizes e fazer um verdadeiro retrato de como são realizados os diagnósticos, que medidas terapêuticas, farmacológicas e intervencionistas são adotadas, em que medida se opta por soluções cirúrgicas e, principalmente, o que acontece ao paciente quando deixa o hospital, pois uma das críticas mais constantes no campo da cardiologia é que não há acompanhamento do paciente. O projeto não deixará essa lacuna, adianta o coordenador de Registros da SBC, Luiz Alberto Mattos, ao explicar as linhas mestras do programa. 20 Jornal SBC Set/Out 2010

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