DE LISBOA ARTES. o Artística. Pedro

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DE LISBOA ARTES. o Artística. Pedro"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE BELAS-A ARTES Pedagogia Waldorf: um contributo da Educação o Artística para o desenvolvimento da empatia Cristina Alexandra Monteiro Pedro MESTRADO EM EDUCAÇÃO ARTÍSTICAA 2014

2 UNIVERSIDADE DE LISBOA L FACULD DADE DE BELAS-ARTES Pedagogia Waldorf: um contributo da d Educação Artística para o desenvolvimento daa empatia Cristina Alexandra Monteiro Pedroo MESTRADO EM EDUCAÇÃO ARTÍSTICA Dissertação orientada pelo Prof. Doutor João Peneda 2014

3 Dedicado a todas as crianças do mundo! II

4 Agradecimentos Ao Professor Doutor João Peneda, pela disponibilidade e conhecimento, durante o desenvolvimento deste trabalho e à Professora Doutora Luísa Ramos de Carvalho pelo apoio prestado. Ao Jorge Emanuel Martins, que me incentivou a frequentar o Mestrado em Educação Artística. Aos meus pais que encararam todo o processo com uma grande leveza e confiança. À Isabela Ferro, Leonor Pinto-Coelho, Filipe Antunes e José Pedro Pereira pela amizade e presença nesta etapa atribulada de vida. Às companheiras de estudo e audazes investigadoras: Vera Ferraz, Inês Pinheiro, Maria Robert Lopes e Andrezza Carvalho. Agradeço igualmente a todos aqueles que de alguma forma acompanharam este último ano e me deram força para terminar: Sónia Lucas, Patrícia Santos, Marta Furtado e Felipe Soares. José Faia: espero que ainda possas vir a ler esta dissertação. E sobretudo a todos os professores, alunos e ex-alunos envolvidos neste estudo, pois são eles que dão vida a este trabalho de investigação. III

5 Resumo Este trabalho teve como objetivo compreender as relações entre a Educação Artística e a Empatia em diferentes modelos pedagógicos. É o resultado de uma pesquisa e observação em três turmas do 4º ano do 1.º Ciclo do Ensino Básico, em três escolas com diferentes metodologias de ensino. O estudo aprofunda a pedagogia Waldorf, tendo como termo de comparação a pedagogia desenvolvida numa Escola Pública e numa Escola João de Deus. A pedagogia Waldorf aposta no desenvolvimento individual de uma forma holística, fomentando a empatia entre alunos e professores num profundo respeito pela natureza, onde a arte tem um papel central. Entrevistámos antigos alunos Waldorf, professores das três escolas, observamos aulas e questionámos alunos com o objetivo de caracterizar as relações empáticas existentes nos três contextos escolares e a sua relação com a Educação Artística. Conclui-se que, de facto, a pedagogia Waldorf, onde a Educação Artística está bastante presente no quotidiano escolar, contribui para a criação de relações mais empáticas no contexto escolar. Palavras-chave Educação Artística; Empatia; Pedagogia Waldorf; Escola Pública; Escola João de Deus IV

6 Abstract This study had the goal of understanding the balance between art education and empathy studying three different pedagogic models as the result of a research and observation in three fourth grade classes, from three schools with different teaching methods. The study addresses the Waldorf education method, having as comparison the pedagogy developed in a Public School and João de Deus school. The Waldorf education promotes the individual development in a holistic form, creating an environment of empathy between students and teachers in a profound respect for nature, where art has a central role. We interviewed former Waldorf students, teachers from all three schools, observed classes and questioned students on the context of each school and its relationship with art education. In conclusion, the Waldorf education, where the art education is much present in the daily school, contributes to the creation of greater empathy within the school context. Key words Art Education; Empathy; Waldorf Education; Public School; João de Deus School V

7 Índice Geral I. Introdução... 1 II. Enquadramento teórico Educação Artística O contributo de Steiner Antroposofia Pedagogias A pedagogia Waldorf A pedagogia João de Deus A pedagogia da escola Pública Empatia III. Metodologia Delimitação do problema Objetivo do estudo Tipo de estudo Participantes e escolas envolvidas Instrumentos IV. Apresentação e análise de resultados Apresentação e análise das entrevistas a ex-alunos Waldorf Apresentação e análise das entrevistas a professores Apresentação e análise da observação de sala de aula Apresentação e análise dos questionários Discussão de resultados V. Conclusão VI. Limitações do estudo e proposta para estudos futuros Referências bibliográficas VI

8 Anexos Anexo A Anexo B Anexo C Anexo D VII

9 Índice de Quadros Quadro I: Itens sobre empatia Quadro II: Itens sobre a relação com e escola e professores Quadro III: Itens sobre arte e natureza Quadro IV: Perspetivas dos ex-alunos sobre as diferenças entre a escola Waldorf e outras escolas Quadro V: Estruturação da pessoa através da pedagogia Waldorf Quadro VI: Importância da Arte na pedagogia Quadro VII: Conceito de Educação Artística Quadro VIII: Educação Artística presente no dia-a-dia escolar Quadro IX: Conceito de Empatia Quadro X: Empatia presente no dia-a-dia escolar Quadro XI: Comportamentos empáticos observados na escola Waldorf Quadro XII: Comportamentos empáticos observados da escola Pública Quadro XIII: Comportamentos empáticos observados na escola João de Deus Quadro XIV: Dimensões empáticas Quadro XV: Respostas escola Waldorf Quadro XVI: Respostas escola Pública Quadro XVII: Respostas escola João de Deus Quadro XVIII: Relação com a escola Quadro XIX: Relação com a escola Waldorf Quadro XX: Relação com a escola Pública Quadro XXI: Relação com a escola João de Deus Quadro XXII: Conceções de Arte Quadro XXIII: Emoções expressas ou sentidas nas atividades artísticas Quadro XXIV: Emoções empáticas sentidas pelos animais Quadro XXV: Emoções empáticas sentidas no contacto com a natureza VIII

10 Os adultos podem desprezar, detestar, amar ou venerar a criança, mas a nenhum adulto a criança pode ser indiferente. Não se pode ser indiferente nem à própria infância, nem à infância dos outros. O segredo do homem é a própria infância. João dos Santos I. Introdução A presente dissertação centra-se sobre o tema da Empatia em diferentes contextos pedagógicos. A empatia tem vindo a ser estudada por vários teóricos ao longo dos anos, podendo ser abordada em várias vertentes. Segundo Rogers (1975, p. 4) a empatia é: The way of being with another person which is termed empathic has several facets. It means entering the private perceptual world of the other and becoming thoroughly at home in it. It involves being sensitive, moment to moment, to the changing felt meanings which flow in this other person... It involves communicating your sensing of his/her world as you look with fresh and unfrightened eyes. Conseguimos através da empatia estabelecer uma comunicação mais saudável, criar seres mais sensíveis aos outros e a si mesmos. Pretende-se neste estudo apresentar a pedagogia Waldorf, através de teoria e observação, como sendo uma escola com características empáticas, através da sua metodologia e comportamentos dos profissionais educativos. Esta pedagogia reconhece o ser humano de uma forma holística. Ao conseguirmos compreender o ser humano e responder a todas as suas necessidades, ao longo do seu desenvolvimento, estamos perante uma perspetiva humanista da educação que marca o panorama educativo atual. De acordo com Marasca (2013), a pedagogia Waldorf consegue reunir, de uma forma integrativa, conhecimento profundo sobre o ser humano, assim, esta pedagogia integra o homem no seu ambiente de uma forma orgânica tornando indivíduos práticos, ativos e conscientes. A pedagogia Waldorf nasce de um movimento humanista, a Antroposofia, criada por Rudolf Steiner. Segundo a perspetiva Antroposófica, o ser humano na sua evolução tem de ser reconhecido em todas as suas vertentes, e a educação deverá responder às necessidades das crianças como seres humanos em evolução. Ao questionarmos como a educação pode contribuir para o desenvolvimento integral do ser humano estamos a abordar algo que é o centro da pedagogia Waldorf. Nesta perspetiva, 1

11 o ser humano é visto como um todo, constituído por corpo físico, corpo etérico, anímico e espiritual. Steiner (2003, p. 3) refere que: No sentido da Ciência Espiritual, consideramos o ser humano como sendo composto de um eu, um corpo astral, um corpo etérico e um corpo físico ( ) Um dos quatro elementos sempre prevalece sobre os demais, e o resultado da educação e do ensino consistirá na harmonização entre os quatro componentes. Rudolf Steiner estuda a evolução da criança conseguindo um paralelismo entre o desenvolvimento corporal e anímico, dando elementos físicos e não físicos para a construção de cada indivíduo como ser único. Cada criança tem qualidades diferentes, assim sendo, o trabalho do educador é sempre novo e cabe a ele descobrir a melhor forma de expor o conhecimento que a criança deverá apreender, segundo a sua evolução pessoal. Cada ciclo de vida corresponde a momentos de desenvolvimento muito específicos, sejam eles de caráter biológico, afetivo, cognitivo ou espiritual, e em cada ciclo devem ser trabalhados aspetos particulares que vão alimentando esse desenvolvimento. Sendo que em grande parte da vida se tenta encontrar resposta para o propósito da nossa existência e partimos da questão: O que é a vida? Consideremos a resposta antroposófica, ela acredita que o ser humano tem alma e que essa alma tem um papel a desempenhar na vida, e acredita que a educação deve ser uma das ferramentas que adapta o ser humano à terra. Tornemo-nos conscientes de que a existência física aqui é uma continuação da espiritual, e de que pela educação temos de continuar aquilo que já foi realizado, sem a nossa participação, por seres superiores (Steiner, 2008, p. 8). Infelizmente, a educação tradicional não desenvolve inteiramente esse papel e introduz as informações da mesma forma a todas as crianças, com o objetivo de formar pessoas a pensar sobretudo num futuro profissional. A hipótese deste trabalho consiste em avaliar se a pedagogia Waldorf contribui para o desenvolvimento de capacidades empáticas nas crianças através da sua metodologia artística. O contacto com práticas artísticas é cada vez mais visto como meio de crescimento e desenvolvimento pessoal. A importância que o ensino das artes desempenha no processo formativo é essencial para a formação integral do ser humano, e a liberdade que a criança tem ao trabalhar com estímulos criativos desperta um sentido de autonomia, responsabilidade e autoconhecimento. Através das práticas artísticas a 2

12 criança elabora um equilíbrio pessoal e desperta o sistema sensorial e emocional, desta forma resolve conflitos internos que a ajudam a lidar também com os conflitos externos e relações interpessoais. Pensamos que o tema proposto é uma área pouco estudada na área académica e científica mas no entanto muito importante devido à importância que tanto a arte como a empatia têm no indivíduo. Desta forma este trabalho estuda três escolas: Escola Waldorf, Escola João de Deus e uma Escola Pública, para uma melhor compreensão de como a Educação Artística integrada no 1º ciclo do Ensino Básico pode ajudar a despertar e desenvolver a empatia. Esta dissertação está organizada em sete capítulos: a introdução, o enquadramento teórico, a metodologia, a apresentação, a análise e discussão de dados, a conclusão, a avaliação crítica e as referências bibliográficas. Mais especificamente, no enquadramento teórico encontram-se cinco pontos, onde o primeiro aborda a Educação Artística e a sua importância no ensino básico em Portugal. Segue-se uma pequena biografia de Rudolf Steiner e uma apresentação das suas ideias filosóficas e pedagógicas. Em seguida são abordadas três pedagogias: Escola Waldorf, Escola João de Deus Escola Pública em Portugal. No final do enquadramento teórico, apresentamos o conceito de empatia como característica essencial do ser humano e das relações interpessoais. 3

13 II. Enquadramento teórico 2.1. Educação Artística Começamos este primeiro ponto com a Educação Artística, a sua definição e a relevância no Ensino Básico. Em Portugal, considera-se que a Educação Artística constitui uma disciplina do currículo geral nacional que promove nos alunos o sentido de responsabilidade, participação e cooperação, que são de extrema importância para o desenvolvimento cognitivo, emocional, sensorial e motor (Ferreira, 2007, p. 8). A Educação Artística no ensino básico procura também treinar os sentidos, estimular a apreciação estética e criar uma ponte entre indivíduo e o mundo que o rodeia. Por isso, a Educação Artística nas escolas, e fora delas, deveria ser feita através de gestos coletivos e quotidianos, aproximando professores e alunos, para que juntos sintam o desejo de prosseguir a descoberta do mundo artístico e das suas técnicas, podendo mais tarde surgir um interesse individual especializado numa vertente artística específica (Brilhante, 2007). A importância das artes na educação básica é defendida por diversos teóricos estrangeiros e portugueses como João dos Santos (1966), Arquimedes Santos (1989), Michael Parsons (2004), Arthur Efland (2004) e como forma de desenvolvimento pessoal, social e cultural. António Damásio (2006) afirmou, no Congresso Mundial de Educação Artística da UNESCO que, as matemáticas e as ciências não são suficientes para formar cidadãos. Estes autores defendem que sem a integração das artes com as outras disciplinas não seria possível a formação integral do indivíduo. Segundo o roteiro da Comissão Nacional da UNESCO (2006) a Educação Artística estrutura-se em três dimensões: O estudo de trabalhos artísticos, onde o estudante adquire conhecimentos interagindo com o objeto ou a representação de arte, com o artista e com o seu professor; o contacto direto com trabalhos artísticos, onde o estudante adquire conhecimentos através da sua própria prática artística (como concertos, exposições, livros e filmes); e a participação em práticas artísticas, onde o estudante adquire conhecimentos pela investigação e pelo estudo (de uma forma de arte, e da relação entre arte e história). Atualmente, em Portugal, no primeiro ciclo do ensino básico a Educação Artística é dividida em quatro áreas: Expressão e Educação Plástica; Expressão e Educação Musical; Expressão e Educação Dramática; Expressão e Educação Físico-Motora. 4

14 Sendo estas lecionadas pelo professor titular de turma, podendo por vezes ser auxiliado por um professor especializado. Segundo a organização curricular do 1º ciclo do Ministério da Educação (2014), a Expressão e Educação Plástica tem como princípio: Desenvolver experiências sensoriais através da manipulação de materiais, formas e cores, contribuindo para a destreza manual e a descoberta e organização progressiva de volumes e superfícies. Permite que a criança desenvolva também a imaginação e criatividade e expresse o mundo interior através da manipulação livre; A Expressão e Educação Musical é uma atividade que permite à criança explorar instrumentos, a voz e os movimentos corporais desenvolvendo múltiplas competências musicais. Ao participar em projetos músicas pessoais ou coletivos a criança desenvolve capacidades expressivas e criativas; A Expressão e Educação Dramática permite, através da exploração de temas, sugeridos pelos professores ou alunos, desenvolver na criança a capacidade de viver diferentes perspetivas e mundos. O corpo, a voz e o espaço são explorados e a criança expressa sentimentos, ideias ou emoções. Trabalham a observação, equilíbrio, controlo emocional, afirmação individual e integração de grupo; A Educação Físico-Motora cria condições para o desenvolvimento social da criança, nomeadamente situações de interação com os colegas. As atividades fora da sala de aula equilibram o ritmo da criança e a alargam a experiência escolar. A falta de atividade física e aprendizagem psicomotora pode trazer carências tanto a nível físico, cognitivo ou social. Assim, encontramos muitas formas de operacionalização da Educação Artística, quer no ensino público quer no ensino particular e cooperativo. Uma vez que a disciplina pode ser assumida integralmente pelo professor titular de turma, esta pode ocorrer em momentos específicos ou estar presente em todas atividades desenvolvidas ao longo do dia, podendo por isso ser desvalorizada como parte importante do currículo e colocada em segundo plano. Tal acontece porque o professor titular nem sempre tem competências pedagógicas para a elaboração de exercícios que estimulem, corretamente, o desenvolvimento cognitivo, emocional, sensorial e motor das crianças. Quando é assumida por professores especialistas, existem tempos diários ou semanais especificamente dedicados às diferentes expressões artísticas. Neste caso a disciplina não faz parte do currículo e por isso acaba também por ser desvalorizada tanto pelos professores como pelos pais que encaram esta disciplina como extracurricular e de caráter estritamente lúdico (Clube UNESCO de Educação Artística, 2014). 5

15 Não conhecemos, a nível do primeiro ciclo, escolas públicas que apostem numa valorização da Educação Artística. Mas, a nível privado, existem exemplos positivos que valorizam este tipo de educação como as escolas Beiral, Cooperativa a Torre, O Pestalozzi, Externato Fernão Mendes Pinto ou escolas com metodologia Waldorf e projetos que são desenvolvidos em escolas públicas. Existem ainda escolas com ensino artístico integrado como a Academia de Santa Cecília no que respeita ao ensino musical. No entanto, a Educação Artística é mais do que ensinar técnicas de expressão plástica, música, teatro ou dança, é uma área fundamental, tanto para o desenvolvimento individual como para o desenvolvimento da sociedade (Comissão Nacional de Educação, 2013). E é nesta perspetiva que a Educação Artística é abordada neste trabalho, tal como defende Arquimedes da Silva Santos (1989, p. 31): O que mais importa é apreender, para além da designação educação pela arte, a autêntica intenção educativa de fundo, aquela em que se considera as atividades de feição expressiva, criativa, artística, estética, intimamente implícitas na formação integral e humanista da criança ( ) prosseguindo uma via contínua e ascendente ao longo da vida. A Educação Artística vem, assim, ampliar a formação do ser humano em vários contextos do quotidiano. O estudo artístico juntamente com estudos científicos e humanos contribuem para uma melhor compreensão cultural e social do indivíduo, incentiva o desenvolvimento cognitivo, emocional e criativo ao longo da vida. (Comissão Nacional da Educação, 2013) Seguindo as recomendações do Conselho Nacional de Educação, publicado no Diário da República (Comissão Nacional da Educação, 2013) e estudos analisados recentemente sobre a Educação Artística no sistema educativo português, podemos concluir: 1 - Que é consensual e cada vez mais reconhecida a importância da educação artística para o desenvolvimento de cada ser humano, nas suas vertentes pessoais e sociais, proporcionando a todos uma cultura artística, a fruição das manifestações artísticas e a expressão da sua criatividade; 2 - Que a conceção de educação artística deve ultrapassar as dicotomias conhecer versus fazer e apreciar versus criar, entendendo os seus polos como dimensões necessárias a fomentar, numa interação que equilibradamente as contemple e promova; 6

16 3 - Que, apesar do consenso referido, a presença das artes e da educação artística no currículo se afigura cada vez mais reduzida e pouco definida, não estando assegurada também a sua continuidade, coerência e qualidade; 4 - Que a educação artística poderá e ganhará em ser proporcionada por organizações e entidades da comunidade, mas é à escola pública que cabe a principal responsabilidade nessa matéria. Assim, essa área deverá ser transversal a toda a sua organização e atividade e constar em espaços curriculares próprios, efetivos e explícitos, no currículo geral dos ensinos básico e secundário. O que se gasta atualmente e os recursos existentes, melhor geridos, permitirão melhorar a qualidade do ensino e educação artísticos. Quando falamos em Educação Artística baseada na autoexpressão, citamos Herbert Read (1943) cujo pensamento se integra no Movimento Expressionista. Defende que a Educação Artística deve ser a ligação da arte com o indivíduo e classificou a Educação Artística em educação plástica para a mão, educação visual para o olho, educação musical para o ouvido, educação cinestésica para os músculos, educação verbal para a fala e educação construtiva para o pensamento. Read tinha a perceção dos diversos tipos de personalidades expressiva e imaginativa e via a educação como instrumento de desenvolvimento tanto do lado humano como do lado social do indivíduo. A sua metodologia, de nome Método Integral, utilizava a prática do jogo para desenvolver a mente humana através de quatro áreas: a dança e a música, o desenho, o teatro e as artes manuais. Devemos também falar de Viktor Lowenfeld (1947), que acreditava que a livre expressão era imprescindível para o desenvolvimento de uma criança saudável, promovendo a autoconfiança e prevenindo também distúrbios psicológicos. No âmbito da Educação Artística é possível encontrar alguns trabalhos de investigação, dos quais gostaríamos de destacar o trabalho de Ferreira (2009) Relação que as Crianças de 5-6 anos estabelecem com as obras de arte, em contexto de sala de aula, e o trabalho de Silva (2010) O lugar da obra de arte dentro da sala de jardim-deinfância. Ambos os trabalhos aproximam gradualmente obras de arte das crianças em idade pré-escolar e abordam a importância da apreciação artística pelo contato direto em sala de aula a fim de despertar o pensamento criativo e também a liberdade de expressão e utilização de novos materiais. Ferreira (2009) conclui que as crianças ao interagir com as obras de arte estimulam o desenvolvimento cognitivo e o desenvolvimento estético, pois enriquecem o vocabulário e aprendem novos conceitos estéticos. Este autor salienta ainda que este tipo de prática ajuda as crianças a compreender os diferentes pontos de vista das pessoas sobre a mesma coisa, quando percebem que cada um pode 7

17 ver de modo diferente uma obra de arte, aprendendo desde cedo a respeitar a opinião dos seus pares. A nível estético, a sensibilidade de apreciação irá ser tanto maior, quanto maior for o contato entre a criança e a obra de arte ou com qualquer outro tipo de experiência artística, criando assim benefícios a nível individual e coletivo, tornando-as mais despertas com o mundo à sua volta. A pedagogia Waldorf tem sido estudada na sua relação com a Educação Artística. Castro (2010) estudou o diálogo, o afeto e a arte nesta pedagogia, observando, no Brasil, duas escolas e ouvindo os seus educadores. No seu estudo refere que para educar é preciso existir arte, dando ao aluno a possibilidade de expressar sentimentos, emoções e mostrar o seu lado criativo. Romanelli (2008) também no Brasil analisou a expressão artística dos alunos e a sua influência sobre o desenvolvimento cognitivo e a aquisição de conhecimento que conduz ao equilíbrio entre razão e sensibilidade. Esta autora salienta a importância de discutir o papel da arte na educação, não sendo apenas a prática aleatória de atividades artísticas. Estudou as atividades específicas do quotidiano escolar Waldorf analisando cento e trinta e quatro aguarelas de crianças do 1.º ao 8.º ano. Marques Silva (2007), estudou a possibilidade de a Pedagogia Waldorf ser uma alternativa que possa responder à crise educacional sentida nas escolas portuguesas, defendendo que esta pedagogia torna as crianças mais humanas, justas e conscientes da sua própria natureza (Júnior 2012). Em resumo, a Educação Artística, embora exposta no currículo, continua a ter pouca expressão no sistema de ensino Público em Portugal. Por outro lado, diversos autores defendem a importância da Educação Artística no ensino, concretamente, nas idades mais jovens. Parece-nos importante tentar perceber como se relaciona a expressão artística com o desenvolvimento humano integral da pessoa do aluno, nomeadamente na dimensão da empatia. 8

18 2.2. O contributo de Steiner De seguida é feita uma pequena descrição da vida de Rudolf Steiner e das suas ideias para um melhor entendimento acerca da pedagogia Waldorf. Rudolf Steiner nasceu em Kraljevec (fronteira austro-húngara), onde viveu até ao seu primeiro ano e meio de idade. Rudolf Steiner deu o seu contributo em áreas como a medicina, a agricultura, a educação e as artes. Até aos seus oito anos, Steiner teve a natureza muito presente na sua vida em Pottschach, Áustria, e durante estes anos, foi o seu pai que lhe deu aulas em casa. Nessa mesma altura a família Steiner mudou-se para a Neudörfl, onde começa a frequentar uma escola com grande influência oriental. Steiner viveu sempre dividido entre o contacto com a natureza dos locais onde vivia e entre a ligação com a tecnologia relacionada ao trabalho do seu pai chefe da estação ferroviária. Foi no liceu em Wiener-Neustadt (Baixa-Áustria), até aos seus dezoito anos, que Steiner começou a interessar-se por obras filosóficas como Crítica da Razão Pura de Kant. Descobriu na geometria respostas para o seu mundo espiritual, tendo sido no seu colégio, o melhor aluno nesta área (Hemleben, 1989). Desde criança que sentia algo mais para além do mundo físico, o que o levou a tentar encontrar respostas para a vida a partir de questões que Paul Gauguin colocava a partir das suas obras: De onde viemos? O que somos? Para onde vamos? Steiner acrescentava ainda: No que nos podemos tornar? A tentativa de obter resposta a estas questões mantiveram Rudolf Steiner ocupado para o resto da sua vida (Stedall, 2012). Quando um parente seu falece, Steiner teve a sensação de ter tido o seu primeiro contato com o mundo não físico, procurando na matemática, ciência e filosofia uma resposta concreta para esta sensação, que ao longo dos anos se veio a intensificar. Manteve esta procura em segredo até aos seus quarenta anos devido aos preconceitos da sociedade. Em 1868, Rudolf Steiner e a sua família (pai, mãe e dois irmãos mais novos) mudamse para uma vila perto de Viena, para que ele, aos dezoito anos e aconselhado pelo seu pai, se pudesse matricular na Escola Politécnica de Viena. A capital do grande império Habsburgo era uma cidade cosmopolita cheia de vida, criatividade e diálogos filosóficos, desta forma, Steiner desenvolveu os seus conhecimentos a nível cultural e social. Em Viena, Steiner frequentava o famoso café Griensteidl onde convivia com Poetas, comerciantes ricos, monges cistercienses, feministas, professores universitários e estudantes pobres como ele. Numa das suas viagens de casa a Viena, Steiner, conhece 9

19 Felix Koguski, com quem finalmente partilha a sua ideologia de vida e a quem confidenciou as suas experiências espirituais. Felix Koguski era um herbologista que ia a Viena vender aos boticários as ervas medicinais que recolhia no campo. Foi com ele que Steiner aprendeu que havia uma grande quantidade de ensinamentos tradicionais que estavam prestes a desaparecer por completo da cultura popular da Europa Central (Stedall, 2012). Steiner acreditava que Felix tinha, tal como ele, um conhecimento intuitivo que estava presente na sua vida desde a infância e agora conhecia alguém que partilhava o mesmo tipo de experiência. Para além de Felix e Kant, Steiner foi também principalmente inspirado e influenciado pelo trabalho do escritor Johann Wolfgang von Goethe, que abordava a vida da mesma forma que Steiner. Ainda em Viena, Steiner deu aulas a quatro crianças. Uma dessas crianças, Otto, tinha atrasos físicos e mentais e poucos acreditavam que ele podia ser educado, Rudolf Steiner acreditou porém nas capacidades de Otto, a prova foi que veio a tornar-se médico. Foi assim que nasceu o movimento Camphill, fundado por Karl Konig em Este movimento foi inspirado por Steiner, e pelas suas experiências com Otto. Camphill ajuda indivíduos com e sem deficiência a alcançar e desenvolver o seu potencial. Em 1897, Steiner mudou-se para Berlim para editar uma revista Literária e Teatral. Durante sete anos deu aulas no curso de História numa escola de formação para trabalhadores. No decorrer dos anos consegue um número considerável de pessoas interessadas nas suas experiências transcendentais. Essas pessoas espalhavam-se um pouco pelo mundo e grande parte pertencia à Sociedade Teosófica. No entanto, Steiner afastou-se dos teósofos e da sua líder Annie Besant. Steiner cria então a Antroposofia. Viajou pela Europa, deu palestras, escreveu sobre a sua visão esotérica e cósmica do mundo e dedicou-se a demonstrar como as artes podem influenciar, de uma forma positiva, o humano. Após a primeira guerra mundial, Steiner, com a ajuda da sua esposa Marie von Sievers, acredita que as pessoas, através da Antroposofia, poderiam superar a destruição causada com alternativas mais humanistas, criando assim um novo movimento terapêutico de nome Euritmia. Rudolf Steiner morre prematuramente em 1925 na Suíça, aos 64 anos, mas deixa uma ideia que se foca sobretudo na sensibilidade que o ser humano tem da autoconsciência através da ligação com a natureza. A Educação Artística como base do desenvolvimento do homem surge na história com o Movimento Expressionista em que se destaca o contributo de Rudolf Steiner que vê o homem [como] um ser individual e espiritual que se desenvolve na base da herança biológica e do seu ambiente social. A educação fomenta esse desenvolvimento. 10

20 (Cabanas 1993, p. 326). Steiner acredita que a Educação Artística deve desenvolver, com práticas artísticas, a capacidade individual da criança de preservar a fantasia através da manipulação de formas, cores e ritmos. Autores como Vygotsky (2012) e Chukovsky (1971) defendem que a fantasia que é desenvolvida através da Educação Artística deve continuar ao longo da vida até à fase adulta. A criança cria o seu mundo e é nele que se sente bem. Aos nove anos de idade, quando ocorre um distanciamento do eu com o mundo, o pedagogo tem um papel importante no desenvolvimento emocional do aluno para o orientar através da arte e de o ajudar nos novos sentimentos, para que estes permaneçam num mundo de fantasia como antes. Ou seja, nos primeiros anos escolares a criança é conduzida para aprender as matérias para as avaliações e a forma como esta é lecionada nem sempre ajuda a que as crianças a compreendam o que pode contribuir para uma frustração interior. A escola, como uma das bases da educação do ser humano, deve tentar ao máximo amenizar qualquer tipo de problema e preservar a ideia de ter uma vida saudável, tanto mentalmente como socialmente. A arte pode ser um grande contributo para o desenvolvimento deste ambiente escolar, sendo que para isso é preciso criar condições educativas para despertar o conhecimento para a vida (Clouder, 1994). Esse despertar pode ser feito através da arte, com a interação professor-aluno para manter as aulas dinâmicas. De uma forma geral, a criança depois da primeira infância tem necessidade de se expressar, cantar, representar ou desenhar. Tem necessidade de partilhar o seu mundo. Todo o ato pedagógico constitui uma oportunidade de encontro humano, em que o educador é um mediador, tanto mais [com]sentido, quanto proporcione experiências estéticas inefáveis. (Cruz, 1999). Não se ensinam técnicas mas sim educa-se para o autoconhecimento através da arte, pois é quando somos crianças que absorvemos tudo, não de uma forma cognitiva mas de uma forma sensorial. 11

ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM?

ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM? ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM? As Áreas de Conteúdo são áreas em que se manifesta o desenvolvimento humano ao longo da vida e são comuns a todos os graus de ensino. Na educação pré-escolar

Leia mais

METAS DE APRENDIZAGEM (3 anos)

METAS DE APRENDIZAGEM (3 anos) METAS DE APRENDIZAGEM (3 anos) 1. CONHECIMENTO DO MUNDO Revelar curiosidade e desejo de saber; Explorar situações de descoberta e exploração do mundo físico; Compreender mundo exterior mais próximo e do

Leia mais

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar Colégio La Salle São João Professora Kelen Costa Educação Infantil Educação Infantil- Brincar também é Educar A importância do lúdico na formação docente e nas práticas de sala de aula. A educação lúdica

Leia mais

PROJECTO PEDAGÓGICO Sala 1-2 anos

PROJECTO PEDAGÓGICO Sala 1-2 anos PROJECTO PEDAGÓGICO Sala 1-2 anos Ano letivo 2015/2016 «Onde nos leva uma obra de arte» Fundamentação teórica (justificação do projeto): As crianças nesta faixa etária (1-2 anos) aprendem com todo o seu

Leia mais

Núcleo de Educação Infantil Solarium

Núcleo de Educação Infantil Solarium 0 APRESENTAÇÃO A escola Solarium propõe um projeto de Educação Infantil diferenciado que não abre mão do espaço livre para a brincadeira onde a criança pode ser criança, em ambiente saudável e afetivo

Leia mais

Lugar dos Gnomos. Um projeto inserido no âmbito da Pedagogia Waldorf

Lugar dos Gnomos. Um projeto inserido no âmbito da Pedagogia Waldorf Lugar dos Gnomos Um projeto inserido no âmbito da Pedagogia Waldorf O Projeto Este projeto nasceu do encontro de três mulheres com uma vontade comum: ver crescer uma Sociedade com pessoas mais saudáveis,

Leia mais

A Arte e as Crianças

A Arte e as Crianças A Arte e as Crianças A criança pequena consegue exteriorizar espontaneamente a sua personalidade e as suas experiências inter-individuais, graças aos diversos meios de expressão que estão à sua disposição.

Leia mais

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil NOSSA MISSÃO: Por meio da educação formar cidadãos felizes, independentes, éticos e solidários VALORES: Respeito, honestidade, boa moral

Leia mais

MATERNAL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

MATERNAL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL MATERNAL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações;

Leia mais

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE GRADUAÇAO EM PEDAGOGIA LICENCIAMENTO EAD

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE GRADUAÇAO EM PEDAGOGIA LICENCIAMENTO EAD UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE GRADUAÇAO EM PEDAGOGIA LICENCIAMENTO EAD Município: Pirassununga Estado: São Paulo Turma: 440 Pólo: Fundação de Ensino de Pirassununga Tutor (a): Inez Nunes Paula

Leia mais

TRANSPARÊNCIA INSTITUCIONAL PROJETO BOA SEMENTE OFICINA SEMEANDO MOVIMENTO

TRANSPARÊNCIA INSTITUCIONAL PROJETO BOA SEMENTE OFICINA SEMEANDO MOVIMENTO TRANSPARÊNCIA INSTITUCIONAL PROJETO BOA SEMENTE OFICINA SEMEANDO MOVIMENTO O Orfanato Evangélico, através do Projeto Boa Semente, desenvolveu atividades direcionadas as crianças de 1 mês a 1 ano de idade,

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Marília Darc Cardoso Cabral e Silva 1 Tatiane Pereira da Silva 2 RESUMO Sendo a arte uma forma do ser humano expressar seus sentimentos,

Leia mais

Considerações Finais. Resultados do estudo

Considerações Finais. Resultados do estudo Considerações Finais Tendo em conta os objetivos definidos, as questões de pesquisa que nos orientaram, e realizada a apresentação e análise interpretativa dos dados, bem como a sua síntese final, passamos

Leia mais

Comunicação JOGOS TEATRAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL

Comunicação JOGOS TEATRAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL Comunicação JOGOS TEATRAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL ROSA, Maria Célia Fernandes 1 Palavras-chave: Conscientização-Sensibilização-Transferência RESUMO A psicóloga Vanda

Leia mais

LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR

LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR Katia Maria de Oliveira CUSTODIO, Ketulem Cristina Vieira ARANTES, Ducéria TARTUCI, Maria Marta Lopes FLORES. Ângela Aparecida DIAS Departamento de Educação,UFG

Leia mais

ESPAÇOS PEDAGÓGICOS ADAPTADOS: EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGENS DE ADAPTAÇÃO QUE ENRIQUECEM A EDUCAÇÃO

ESPAÇOS PEDAGÓGICOS ADAPTADOS: EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGENS DE ADAPTAÇÃO QUE ENRIQUECEM A EDUCAÇÃO 1 ESPAÇOS PEDAGÓGICOS ADAPTADOS: EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGENS DE ADAPTAÇÃO QUE ENRIQUECEM A EDUCAÇÃO VOGEL, Deise R. 1 BOUFLEUR, Thaís 2 RAFFAELLI, Alexandra F. 3 Palavras chave: Espaços adaptados; experiências;

Leia mais

COMPONENTE DE APOIO À FAMÍLIA JARDIM DE INFÂNCIA Nº1 PROJETO EDUCATIVO / PLANO DE ATIVIDADES ANO LETIVO 2014/2015 PROJETO: CHUVA DE CORES

COMPONENTE DE APOIO À FAMÍLIA JARDIM DE INFÂNCIA Nº1 PROJETO EDUCATIVO / PLANO DE ATIVIDADES ANO LETIVO 2014/2015 PROJETO: CHUVA DE CORES COMPONENTE DE APOIO À FAMÍLIA JARDIM DE INFÂNCIA Nº1 PROJETO EDUCATIVO / PLANO DE ATIVIDADES ANO LETIVO 2014/2015 PROJETO: CHUVA DE CORES INTRODUÇÃO «Será a emergência do sentido e conteúdo curricular

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO Marcelo Moura 1 Líbia Serpa Aquino 2 Este artigo tem por objetivo abordar a importância das atividades lúdicas como verdadeiras

Leia mais

Metas de Aprendizagem 1.º Ciclo Expressões Artísticas. Introdução

Metas de Aprendizagem 1.º Ciclo Expressões Artísticas. Introdução Metas de Aprendizagem 1.º Ciclo Expressões Artísticas Introdução A Educação Artística no Ensino Básico desenvolve-se em quatro grandes áreas (Expressão Plástica e Educação Visual; Expressão e Educação

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores FORMAÇÃO DE PROFESSORES WALDORF NO BRASIL: PRIMEIROS OLHARES Carolina Gulyas Figueiredo, Luciana

Leia mais

Despertar os sentidos!

Despertar os sentidos! Despertar os sentidos! Tudo o que conhecemos chega-nos, de uma forma ou de outra, através de sensações sobre as realidades que nos rodeiam. Esta consciência sensorial pode e deve ser estimulada! Quanto

Leia mais

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Josiane Lima Zanata (Seduc) josianezanata@hotmail.com Ivani Souza Mello (UFMT) ivanimello1@hotmail.com

Leia mais

Expressão Musical II. Universidade De Trás-Os-Montes e Alto Douro Educação Básica 1ºano,2ºsemestre,2012/1013. Docente: António Neves

Expressão Musical II. Universidade De Trás-Os-Montes e Alto Douro Educação Básica 1ºano,2ºsemestre,2012/1013. Docente: António Neves Universidade De Trás-Os-Montes e Alto Douro Educação Básica 1ºano,2ºsemestre,2012/1013 Expressão Musical II Docente: António Neves Discente: Ana Matos nº 53184 A música e o som, enquanto energia, estimulam

Leia mais

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 0 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Renato da Guia Oliveira 2 FICHA CATALOGRÁFICA OLIVEIRA. Renato da Guia. O Papel da Contação

Leia mais

A leitura, um bem essencial

A leitura, um bem essencial A leitura, um bem essencial A leitura, um bem essencial A leitura é uma competência básica que todas as pessoas devem adquirir para conseguirem lidar de forma natural com a palavra escrita. Mas aprender

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA CLAINES KREMER GENISELE OLIVEIRA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: POR UMA PERSPECTIVA DE RELAÇÕES ENTRE

Leia mais

INTRODUÇÃO ÍNDICE OBJECTIVOS DA EDUCAÇÂO PRÈ-ESCOLAR

INTRODUÇÃO ÍNDICE OBJECTIVOS DA EDUCAÇÂO PRÈ-ESCOLAR INTRODUÇÃO ÍNDICE - Objectivos de Educação Pré-Escolar - Orientações Curriculares - Áreas de Conteúdo/Competências - Procedimentos de Avaliação - Direitos e Deveres dos Encarregados de Educação - Calendário

Leia mais

PROJETO MAGIA DAS HISTÓRIAS INFANTIS

PROJETO MAGIA DAS HISTÓRIAS INFANTIS COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150 PROJETO MAGIA DAS HISTÓRIAS INFANTIS SÉRIE: Berçário A Berçário

Leia mais

Atividades Pedagógicas. Agosto 2014

Atividades Pedagógicas. Agosto 2014 Atividades Pedagógicas Agosto 2014 EM DESTAQUE Acompanhe aqui um pouco do dia-a-dia de nossos alunos em busca de novos aprendizados. ATIVIDADES DE SALA DE AULA GRUPO II A GRUPO II B GRUPO II C GRUPO II

Leia mais

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio.

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio. Proposta Pedagógica Visão: Ser um centro de excelência em Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio que busca alcançar a utopia que tem de pessoa e sociedade, segundo os critérios do evangelho, vivenciando

Leia mais

Agrupamento de Escolas da Madalena. Projeto do Clube de Música. Ano Lectivo 2012-2013 1

Agrupamento de Escolas da Madalena. Projeto do Clube de Música. Ano Lectivo 2012-2013 1 Agrupamento de Escolas da Madalena Projeto do Clube de Música Ano Lectivo 2012-2013 1 Projectos a desenvolver/participar: Projetos Dinamizado por: 1º Concurso de Flauta Prof. Teresa Santos - Participação

Leia mais

Animação Sénior. Animação

Animação Sénior. Animação Animação Animar-se ou distrair-se é uma necessidade essencial de todos nós, e aquele que se diverte com uma ocupação agradável com o fim de se descontrair física e psicologicamente consegue satisfazer

Leia mais

Parecer da Associação de Professores de Expressão e Comunicação Visual sobre a proposta de Revisão da Estrutura Curricular

Parecer da Associação de Professores de Expressão e Comunicação Visual sobre a proposta de Revisão da Estrutura Curricular Parecer da Associação de Professores de Expressão e Comunicação Visual sobre a proposta de Revisão da Estrutura Curricular Introdução A APECV, utilizando vários processos de consulta aos seus associados

Leia mais

BIOGRAFIA HUMANA. Terceiro espelho: A Infância e fase da Autoconsciência. Alma da Consciência: 0-7 Infância / 35-42 Maturidade.

BIOGRAFIA HUMANA. Terceiro espelho: A Infância e fase da Autoconsciência. Alma da Consciência: 0-7 Infância / 35-42 Maturidade. BIOGRAFIA HUMANA Terceiro espelho: A Infância e fase da Autoconsciência Alma da Consciência: 0-7 Infância / 35-42 Maturidade Edna Andrade Nascemos totalmente desamparados, totalmente dependentes e indefesos.

Leia mais

DEPARTAMENTO DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E NOVAS TECNOLOGIAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISICAS E NATURAIS

DEPARTAMENTO DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E NOVAS TECNOLOGIAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISICAS E NATURAIS Governo dos Açores Escola Básica e Secundária de Velas DEPARTAMENTO DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E NOVAS TECNOLOGIAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISICAS E NATURAIS Ano Letivo: 2014/2015

Leia mais

Atividades Pedagógicas. Dezembro 2014

Atividades Pedagógicas. Dezembro 2014 Atividades Pedagógicas Dezembro 2014 EM DESTAQUE Acompanhe aqui um pouco do dia-a-dia de nossos alunos em busca de novos aprendizados. ATIVIDADES DE SALA DE AULA GRUPO I A GRUPO I B GRUPO I C GRUPO I D

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ABEL SALAZAR 2015-2016

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ABEL SALAZAR 2015-2016 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ABEL SALAZAR 2015-2016 1º CICLO - 1º ANO DE ESCOLARIDADE PORTUGUÊS PLANIFICAÇÃO MENSAL DE JANEIRO DOMÍNIOS METAS/OBJETIVOS OPERACIONALIZAÇÃO (DESCRITORES) MATERIAIS/RECURSOS MODALIDADES

Leia mais

COMPONENTE DE APOIO À FAMÍLIA PRÉ-ESCOLAR PROJETO EDUCATIVO / PLANO DE ATIVIDADES PROJETO: CHUVA DE CORES

COMPONENTE DE APOIO À FAMÍLIA PRÉ-ESCOLAR PROJETO EDUCATIVO / PLANO DE ATIVIDADES PROJETO: CHUVA DE CORES COMPONENTE DE APOIO À FAMÍLIA PRÉ-ESCOLAR PROJETO EDUCATIVO / PLANO DE ATIVIDADES PROJETO: CHUVA DE CORES INTRODUÇÃO «Será a emergência do sentido e conteúdo curricular que permitirá distinguir e recriar

Leia mais

PRÉ-ESCOLAR PROJETO EDUCATIVO / PLANO DE ATIVIDADES. Vale Mourão 2014 / 2015 PROJETO: CHUVA DE CORES

PRÉ-ESCOLAR PROJETO EDUCATIVO / PLANO DE ATIVIDADES. Vale Mourão 2014 / 2015 PROJETO: CHUVA DE CORES COMPONENTE DE APOIO À FAMÍLIA PRÉ-ESCOLAR PROJETO EDUCATIVO / PLANO DE ATIVIDADES Vale Mourão 2014 / 2015 PROJETO: CHUVA DE CORES INTRODUÇÃO «Será a emergência do sentido e conteúdo curricular que permitirá

Leia mais

PROGRAMAs de. estudantil

PROGRAMAs de. estudantil PROGRAMAs de empreendedorismo e protagonismo estudantil Ciclo de Palestras MAGNUM Vale do Silício App Store Contatos Calendário Fotos Safari Cumprindo sua missão de oferecer uma educação inovadora e de

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Lúcia Peranzoni 1 Fabiana Lacerda da Silva 2 Resumo: O presente trabalho foi desenvolvido na disciplina Estágio Básico II no segundo semestre de 2011, tendo

Leia mais

Metas de Aprendizagem em Educação de Infância: Oportunidade ou Armadilha?

Metas de Aprendizagem em Educação de Infância: Oportunidade ou Armadilha? Metas de Aprendizagem em Educação de Infância: Oportunidade ou Armadilha? VIII Jornadas da Infância do Centro de Apoio Social e Acolhimento C.A.S.A. Bernardo Manuel Silveira Estrela PRÁTICAS EDUCATIVAS:

Leia mais

Escola Waldorf Querência: Uma proposta sustentável e inclusiva

Escola Waldorf Querência: Uma proposta sustentável e inclusiva Escola Waldorf Querência: Uma proposta sustentável e inclusiva Pedagogia Waldorf Origens Rudolf Steiner: filósofo e cientista austríaco (1861-1925) Antroposofia, fundamentação filosófico-antropológica

Leia mais

20 Anos de Tradição Carinho, Amor e Educação.

20 Anos de Tradição Carinho, Amor e Educação. Colégio Tutto Amore Colégio Sapience Carinho, Amor e Educação. Trabalhamos com meio-período e integral em todos os níveis de ensino. www.tuttoamore.com.br Nossa História No ano de 1993 deu-se o ponto de

Leia mais

Projeto Pedagógico e de Animação Do Estremoz Férias

Projeto Pedagógico e de Animação Do Estremoz Férias Projeto Pedagógico e de Animação Do Estremoz Férias Índice 1. Objetivos gerais:... 4 2. Objetivos específicos:... 5 3. Estratégias Educativas e Pedagógicas... 6 4. Atividades Sócio-Educativas... 7 5. Propostas

Leia mais

METAS DE APRENDIZAGEM (4 anos)

METAS DE APRENDIZAGEM (4 anos) METAS DE APRENDIZAGEM (4 anos) 1. CONHECIMENTO DO MUNDO Expressar curiosidade e desejo de saber; Reconhecer aspetos do mundo exterior mais próximo; Perceber a utilidade de usar os materiais do seu quotidiano;

Leia mais

AEC PROJETOS LÚDICO EXPRESSIVOS. Proposta de Planificação. 1.º Ciclo do Ensino Básico

AEC PROJETOS LÚDICO EXPRESSIVOS. Proposta de Planificação. 1.º Ciclo do Ensino Básico ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR ANO LETIVO 2013/2014 AEC PROJETOS LÚDICO EXPRESSIVOS Proposta de Planificação 1.º Ciclo do Ensino Básico PLE Proposta de Plano Anual 2013/2014 1. Introdução A atividade

Leia mais

LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO

LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO Inês Aparecida Costa QUINTANILHA; Lívia Matos FOLHA; Dulcéria. TARTUCI; Maria Marta Lopes FLORES. Reila Terezinha da Silva LUZ; Departamento de Educação, UFG-Campus

Leia mais

ESCOLINHA MATERNO- INFANTIL PROJETO 2014

ESCOLINHA MATERNO- INFANTIL PROJETO 2014 ESCOLINHA MATERNO- INFANTIL PROJETO 2014 Justificativa do Projeto Conhecer o corpo humano é conhecer a vida, poucos assuntos são tão fascinantes para os alunos quanto esse. Por menores que sejam as crianças,

Leia mais

O LÚDICO: JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NA CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Simone Helen Drumond Ischkanian

O LÚDICO: JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NA CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Simone Helen Drumond Ischkanian O LÚDICO: JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NA CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. O projeto - o lúdico: jogos, brinquedos e brincadeiras na construção do processo de aprendizagem

Leia mais

mhtml:file://c:\documents and Settings\Angela Freire\Meus documentos\cenap 2...

mhtml:file://c:\documents and Settings\Angela Freire\Meus documentos\cenap 2... Page 1 of 6 O lúdico na educação infantil Com relação ao jogo, Piaget (1998) acredita que ele é essencial na vida da criança. De início tem-se o jogo de exercício que é aquele em que a criança repete uma

Leia mais

A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo

A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL Maria Elany Nogueira da Silva Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo Este presente artigo pretende refletir idéias sobre o brincar na Educação Infantil,

Leia mais

LUDICIDADE E EDUCAÇÃO: O ENCANTAMENTO DE APRENDER BRINCANDO

LUDICIDADE E EDUCAÇÃO: O ENCANTAMENTO DE APRENDER BRINCANDO LUDICIDADE E EDUCAÇÃO: O ENCANTAMENTO DE APRENDER BRINCANDO Tatiane Testa Ferrari e-mail: tatitferrari@ig.com.br Ticiane Testa Ferrari e-mail: ticiferrari@ig.com.br Araceli Simão Gimenes Russo e-mail:

Leia mais

Um percurso formativo Fátima Fonseca (*)

Um percurso formativo Fátima Fonseca (*) 1 Um percurso formativo Fátima Fonseca (*) Este trabalho prende-se com o estudo que fizemos na formação na área das Competências Interpessoais, sendo que o grande objectivo é o de sermos capazes, nas nossas

Leia mais

A Companhia dos amigos na floresta das emoções

A Companhia dos amigos na floresta das emoções A Companhia dos amigos na floresta das emoções Promoção de competências sócio-emocionais de crianças pré-escolares Caderno Divulgação 2015 Associação A Companhia dos amigos na floresta das emoções Propomos

Leia mais

Vós sois deuses, pois brilhe a vossa a luz! Jesus

Vós sois deuses, pois brilhe a vossa a luz! Jesus CURSO DE DESENVOLVIMENTO HUMANO E ESPIRITUAL DESCUBRA A ASSINATURA DE SUAS FORÇAS ESPIRITUAIS Test Viacharacter AVE CRISTO BIRIGUI-SP Jul 2015 Vós sois deuses, pois brilhe a vossa a luz! Jesus I SABER

Leia mais

Sentimentos e emoções Quem vê cara não vê coração

Sentimentos e emoções Quem vê cara não vê coração Material pelo Ético Sistema de Ensino Elaborado para Educação Infantil Publicado em 2011 Projetos temáticos EDUCAÇÃO INFANTIL Data: / / Nível: Escola: Nome: Sentimentos e emoções Quem vê cara não vê coração

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC

A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC FIGUEIREDO, Anelice Maria Banhara - SME / Chapecó/SC anelicefigueiredo@gmail.com LORENZET, Simone Vergínia - SME

Leia mais

O que é brincar e como se diferencia das outras actividades?

O que é brincar e como se diferencia das outras actividades? i dos Pais Temas O Brincar Todas as crianças são únicas e diferentes das outras, sendo que as suas diferenças individuais parecem estar diretamente associadas com a sua maneira de brincar e a imaginação

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA RAIMUNDO PEREIRA DO NASCIMENTO

A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA RAIMUNDO PEREIRA DO NASCIMENTO A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA RAIMUNDO PEREIRA DO NASCIMENTO 0 1 A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA

Leia mais

Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica

Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica 0 O que é Filosofia? Essa pergunta permite muitas respostas... Alguns podem apontar que a Filosofia é o estudo de tudo ou o nada que pretende abarcar tudo.

Leia mais

Apêndice 4 Inteligências Múltiplas

Apêndice 4 Inteligências Múltiplas Apêndice 4 Inteligências Múltiplas Por Viviani Bovo O que é ser inteligente para você? Saber fazer contas de cabeça? Lembrar-se de poemas e histórias para poder repeti-las? Passar no vestibular? Ter um

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL II OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

Recensão Crítica. Língua Portuguesa e Tecnologias de Informação e Comunicação. Docente: Prof. Fernanda Botelho. Teresa Cardim Nº 070142074

Recensão Crítica. Língua Portuguesa e Tecnologias de Informação e Comunicação. Docente: Prof. Fernanda Botelho. Teresa Cardim Nº 070142074 Recensão Crítica Língua Portuguesa e Tecnologias de Informação e Comunicação Docente: Prof. Fernanda Botelho Teresa Cardim Nº 070142074 Raquel Mendes Nº 070142032 Setúbal, Outubro de 2009 Referências Bibliográficas

Leia mais

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA.

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. OLIVEIRA 1, Jordânia Amorim da Silva. SOUSA 2, Nádia Jane de. TARGINO 3, Fábio. RESUMO Este trabalho apresenta resultados parciais do projeto

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

Atividades Extraclasse

Atividades Extraclasse Atividades Extraclasse No Marista Ipanema, o estudante também aprende e desenvolve habilidades além da sala de aula. As turmas das Atividades Extraclasse, para cada modalidade, são divididas de acordo

Leia mais

ÍNDICE: 1. Introdução. 1. - Caracterização do meio 2. - Caracterização do espaço ATL... 2. - Caracterização do grupo. 3

ÍNDICE: 1. Introdução. 1. - Caracterização do meio 2. - Caracterização do espaço ATL... 2. - Caracterização do grupo. 3 ÍNDICE: 1. Introdução. 1 2. CONTEXTUALIZAÇÃO - Caracterização do meio 2 - Caracterização do espaço ATL... 2 3. Grupo - Caracterização do grupo. 3 - Caracterização da equipa/horário. 3 4. OBJETIVOS: - Objetivos

Leia mais

Uma enorme rodinha. Juntando Pedacinhos. Semana de Treinamento. Projeto de Formação Continuada. Carnaval 2014

Uma enorme rodinha. Juntando Pedacinhos. Semana de Treinamento. Projeto de Formação Continuada. Carnaval 2014 Semana de Treinamento Carnaval 2014 Projeto de Formação Continuada Uma enorme rodinha Juntando Pedacinhos Neste momento essa junção de cacos que são muitas de nossas experiências dos anos anteriores, nossas

Leia mais

A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1

A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1 A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1 Claudiane da S. EUSTACHIO Dayana Pires Alves GARCIA Fátima RODRIGUES Jean de J. SANTANA 2 Juliana CESANA 3 Ana Lucia de Carvalho MARQUES

Leia mais

Empreendedorismo e Tradição

Empreendedorismo e Tradição Plano de Promoção de Empreendedorismo nas Escolas do Baixo Alentejo Empreendedorismo e Tradição Proposta de Projeto Agrupamento de Escolas de Cuba OBJETIVOS Desenvolver ações que contribuam para preparar

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

Agrupamento de escolas de Vila Nova de Poiares

Agrupamento de escolas de Vila Nova de Poiares Agrupamento de escolas de Vila Nova de Poiares Departamento da Educação Pré Escolar Avaliação na educação pré-escolar -Competências -Critérios gerais de avaliação Ano letivo 2013-2014 1 INTRODUÇÃO Para

Leia mais

13. A FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, AS ÁREAS DE CONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA ATÉ OS 6 ANOS

13. A FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, AS ÁREAS DE CONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA ATÉ OS 6 ANOS 13. A FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, AS ÁREAS DE CONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA ATÉ OS 6 ANOS A importância da formação pessoal e social da criança para o seu desenvolvimento integral e para a

Leia mais

Planificação Anual. Competências Aprendizagens Atividades/Estratégias Avaliação. Registo e produções - Confiança

Planificação Anual. Competências Aprendizagens Atividades/Estratégias Avaliação. Registo e produções - Confiança Planificação Anual Professor: Gabriela Maria R. D. T. L. C. Silva Disciplina: Ano: préescolar Turma: I Ano letivo: 2014-2015 Competências Aprendizagens Atividades/Estratégias Avaliação Facilitar a adaptação

Leia mais

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças PADILHA, Aparecida Arrais PMSP cidarrais@yahoo.com.br Resumo: Este artigo apresenta uma

Leia mais

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos.

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos. Etapa de Ensino Faixa Etária Prevista Duração Educação Infantil 3 a 5 anos Ensino Fundamental: Anos Iniciais 6 a 10 anos 5 anos Ensino Fundamental: Anos Finais 11 a 14 anos 4 anos EDUCAÇÃO INFANTIL EDUCAÇÃO

Leia mais

A Música No Processo De Aprendizagem

A Música No Processo De Aprendizagem A Música No Processo De Aprendizagem Autora: Jéssica Antonia Schumann (FCSGN) * Coautor: Juliano Ciebre dos Santos (FSA) * Resumo: O presente trabalho tem por objetivo investigar sobre a importância em

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

5572 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 201 30 de Agosto de 2001

5572 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 201 30 de Agosto de 2001 5572 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 201 30 de Agosto de 2001 2 No âmbito do disposto no número anterior, o professor: a) Reflecte sobre as suas práticas, apoiando-se na experiência, na investigação

Leia mais

www.jayada.net JAYADA

www.jayada.net JAYADA www.jayada.net JAYADA Jayada Abraça as tuas verdadeiras cores. Jayada significa Aquele que dá a Vitória. É o Espaço que abrimos para podermos ser tocados e inspirados pelo Divino em tudo o que pensamos,

Leia mais

PLANTANDO NOVAS SEMENTES NA EDUCAÇÃO DO CAMPO

PLANTANDO NOVAS SEMENTES NA EDUCAÇÃO DO CAMPO PLANTANDO NOVAS SEMENTES NA EDUCAÇÃO DO CAMPO Alunos Apresentadores:Aline Inhoato; Rafhaela Bueno de Lourenço; João Vitor Barcelos Professor Orientador: Mario Ubaldo Ortiz Barcelos -Email: muobubaldo@gmail.com

Leia mais

Domínio da linguagem oral e abordagem à escrita

Domínio da linguagem oral e abordagem à escrita I n t e r v e n ç ã o E d u c a t i v a O acompanhamento musical do canto e da dança permite enriquecer e diversificar a expressão musical. Este acompanhamento pode ser realizado pelas crianças, pelo educador

Leia mais

Brincadeiras que ensinam. Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem

Brincadeiras que ensinam. Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem Brincadeiras que ensinam Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem Por que as crianças brincam? A atividade inerente à criança é o brincar. A criança brinca para atribuir significados

Leia mais

Educação para a Cidadania linhas orientadoras

Educação para a Cidadania linhas orientadoras Educação para a Cidadania linhas orientadoras A prática da cidadania constitui um processo participado, individual e coletivo, que apela à reflexão e à ação sobre os problemas sentidos por cada um e pela

Leia mais

Fundamentação teórica para a presença do Xadrez nas actividades curriculares e extracurriculares no Real Colégio de Portugal

Fundamentação teórica para a presença do Xadrez nas actividades curriculares e extracurriculares no Real Colégio de Portugal Fundamentação teórica para a presença do Xadrez nas actividades curriculares e extracurriculares no Real Colégio de Portugal O Lúdico na Sala de Aula O lúdico tem vindo a desempenhar um importante papel

Leia mais

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS Eixo: Políticas para a Infância e Formação de Professores Contempla as produções acadêmico-científicas que tratam de ações políticas e legislações referentes à Educação Infantil e a infância. Aborda pesquisas

Leia mais

Aprendizagem na Educação Musical

Aprendizagem na Educação Musical Aprendizagem na Educação Musical Flávia Rizzon Universidade Federal do Rio Grande do Sul Resumo: O presente texto refere-se à importância de reavaliar a didática na área da Educação Musical, relacionando-a

Leia mais

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA INED INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO PROJETO EDUCATIVO MAIA PROJETO EDUCATIVO I. Apresentação do INED O Instituto de Educação e Desenvolvimento (INED) é uma escola secundária a funcionar desde

Leia mais

Como aconteceu essa escuta?

Como aconteceu essa escuta? No mês de aniversário do ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente, nada melhor que ouvir o que acham as crianças sobre a atuação em Educação Integral realizada pela Fundação Gol de Letra!! Conheça um

Leia mais

CORPOREIDADE: UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CORPOREIDADE: UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL UNIVERSIDADE METROPOLITANA DE SANTOS NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE PEDAGOGIA Educação Mediadora Ana Lucia Rodrigues Nunes Teixeira Carla Trindade da Silva

Leia mais

V Seminário de Metodologia de Ensino de Educação Física da FEUSP- 2014. Relato de Experiência INSERINDO A EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO COPA DO MUNDO.

V Seminário de Metodologia de Ensino de Educação Física da FEUSP- 2014. Relato de Experiência INSERINDO A EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO COPA DO MUNDO. V Seminário de Metodologia de Ensino de Educação Física da FEUSP- 2014 Relato de Experiência INSERINDO A EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO COPA DO MUNDO. RESUMO Adriana Vieira de Lima Colégio Marista Arquidiocesano

Leia mais

Tripulação do Maternal A e as viagens com os piratas.

Tripulação do Maternal A e as viagens com os piratas. RELATÓRIO DE GRUPO MATERNAL A 2º SEMESTRE DE 2014 Professora: Jéssica Oliveira Professora auxiliar: Elizabeth Fontes Coordenação: Lucy Ramos Torres Tripulação do Maternal A e as viagens com os piratas.

Leia mais

A formação de um Centro de convivência inspirado na Antroposofia. Mônica Rosales

A formação de um Centro de convivência inspirado na Antroposofia. Mônica Rosales A formação de um Centro de convivência inspirado na Antroposofia Maria Lucia D Andréa Andrade Mônica Rosales O Centro de Convivência da Associação Joaquim está inspirado na Antroposofia, O estudo do Homem,

Leia mais

O LÚDICO NA APRENDIZAGEM

O LÚDICO NA APRENDIZAGEM O LÚDICO NA APRENDIZAGEM RESUMO Aline Hahn Affeldt Prof. Janaina de Souza Aragão Centro Universitário Leonardo da Vinci-UNIASSELVI Pedagogia (PED 7051) Metodologia e Conteúdos Básicos de Comunicação e

Leia mais

MOVIMENTO E CORPOREIDADE MATERNAL II

MOVIMENTO E CORPOREIDADE MATERNAL II MOVIMENTO E CORPOREIDADE MATERNAL II Desenvolver reações físicas - rítmicas à música (palmas, marchas, etc); Representar, com movimentos corporais elementos e objetos do meio circundante; Deslocar com

Leia mais

AEC ALE EXPRESSÃO PLÁSTICA. Planificação. 1.º Ciclo do Ensino Básico

AEC ALE EXPRESSÃO PLÁSTICA. Planificação. 1.º Ciclo do Ensino Básico ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR ANO LETIVO AEC ALE EXPRESSÃO PLÁSTICA Planificação 1.º Ciclo do Ensino Básico 1. Introdução A atividade de enriquecimento curricular, ALE (atividades lúdico-expressivas)

Leia mais

Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013: conexões e troca de experiências

Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013: conexões e troca de experiências boletim Jovem de Futuro ed. 04-13 de dezembro de 2013 Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013: conexões e troca de experiências O Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013 aconteceu de 26 a 28 de novembro.

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL. PRÉ I Professoras Caroline e Ana Lucia Habilidades vivenciadas no 2º bimestre 2011

EDUCAÇÃO INFANTIL. PRÉ I Professoras Caroline e Ana Lucia Habilidades vivenciadas no 2º bimestre 2011 EDUCAÇÃO INFANTIL Prezados Pais e/ou Responsáveis, Estamos vivenciando o segundo bimestre letivo e o processo de aprendizagem representa pra nós, motivo de alegria e conquistas diárias. Confiram as habilidades

Leia mais