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1 UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE BELAS-A ARTES Pedagogia Waldorf: um contributo da Educação o Artística para o desenvolvimento da empatia Cristina Alexandra Monteiro Pedro MESTRADO EM EDUCAÇÃO ARTÍSTICAA 2014

2 UNIVERSIDADE DE LISBOA L FACULD DADE DE BELAS-ARTES Pedagogia Waldorf: um contributo da d Educação Artística para o desenvolvimento daa empatia Cristina Alexandra Monteiro Pedroo MESTRADO EM EDUCAÇÃO ARTÍSTICA Dissertação orientada pelo Prof. Doutor João Peneda 2014

3 Dedicado a todas as crianças do mundo! II

4 Agradecimentos Ao Professor Doutor João Peneda, pela disponibilidade e conhecimento, durante o desenvolvimento deste trabalho e à Professora Doutora Luísa Ramos de Carvalho pelo apoio prestado. Ao Jorge Emanuel Martins, que me incentivou a frequentar o Mestrado em Educação Artística. Aos meus pais que encararam todo o processo com uma grande leveza e confiança. À Isabela Ferro, Leonor Pinto-Coelho, Filipe Antunes e José Pedro Pereira pela amizade e presença nesta etapa atribulada de vida. Às companheiras de estudo e audazes investigadoras: Vera Ferraz, Inês Pinheiro, Maria Robert Lopes e Andrezza Carvalho. Agradeço igualmente a todos aqueles que de alguma forma acompanharam este último ano e me deram força para terminar: Sónia Lucas, Patrícia Santos, Marta Furtado e Felipe Soares. José Faia: espero que ainda possas vir a ler esta dissertação. E sobretudo a todos os professores, alunos e ex-alunos envolvidos neste estudo, pois são eles que dão vida a este trabalho de investigação. III

5 Resumo Este trabalho teve como objetivo compreender as relações entre a Educação Artística e a Empatia em diferentes modelos pedagógicos. É o resultado de uma pesquisa e observação em três turmas do 4º ano do 1.º Ciclo do Ensino Básico, em três escolas com diferentes metodologias de ensino. O estudo aprofunda a pedagogia Waldorf, tendo como termo de comparação a pedagogia desenvolvida numa Escola Pública e numa Escola João de Deus. A pedagogia Waldorf aposta no desenvolvimento individual de uma forma holística, fomentando a empatia entre alunos e professores num profundo respeito pela natureza, onde a arte tem um papel central. Entrevistámos antigos alunos Waldorf, professores das três escolas, observamos aulas e questionámos alunos com o objetivo de caracterizar as relações empáticas existentes nos três contextos escolares e a sua relação com a Educação Artística. Conclui-se que, de facto, a pedagogia Waldorf, onde a Educação Artística está bastante presente no quotidiano escolar, contribui para a criação de relações mais empáticas no contexto escolar. Palavras-chave Educação Artística; Empatia; Pedagogia Waldorf; Escola Pública; Escola João de Deus IV

6 Abstract This study had the goal of understanding the balance between art education and empathy studying three different pedagogic models as the result of a research and observation in three fourth grade classes, from three schools with different teaching methods. The study addresses the Waldorf education method, having as comparison the pedagogy developed in a Public School and João de Deus school. The Waldorf education promotes the individual development in a holistic form, creating an environment of empathy between students and teachers in a profound respect for nature, where art has a central role. We interviewed former Waldorf students, teachers from all three schools, observed classes and questioned students on the context of each school and its relationship with art education. In conclusion, the Waldorf education, where the art education is much present in the daily school, contributes to the creation of greater empathy within the school context. Key words Art Education; Empathy; Waldorf Education; Public School; João de Deus School V

7 Índice Geral I. Introdução... 1 II. Enquadramento teórico Educação Artística O contributo de Steiner Antroposofia Pedagogias A pedagogia Waldorf A pedagogia João de Deus A pedagogia da escola Pública Empatia III. Metodologia Delimitação do problema Objetivo do estudo Tipo de estudo Participantes e escolas envolvidas Instrumentos IV. Apresentação e análise de resultados Apresentação e análise das entrevistas a ex-alunos Waldorf Apresentação e análise das entrevistas a professores Apresentação e análise da observação de sala de aula Apresentação e análise dos questionários Discussão de resultados V. Conclusão VI. Limitações do estudo e proposta para estudos futuros Referências bibliográficas VI

8 Anexos Anexo A Anexo B Anexo C Anexo D VII

9 Índice de Quadros Quadro I: Itens sobre empatia Quadro II: Itens sobre a relação com e escola e professores Quadro III: Itens sobre arte e natureza Quadro IV: Perspetivas dos ex-alunos sobre as diferenças entre a escola Waldorf e outras escolas Quadro V: Estruturação da pessoa através da pedagogia Waldorf Quadro VI: Importância da Arte na pedagogia Quadro VII: Conceito de Educação Artística Quadro VIII: Educação Artística presente no dia-a-dia escolar Quadro IX: Conceito de Empatia Quadro X: Empatia presente no dia-a-dia escolar Quadro XI: Comportamentos empáticos observados na escola Waldorf Quadro XII: Comportamentos empáticos observados da escola Pública Quadro XIII: Comportamentos empáticos observados na escola João de Deus Quadro XIV: Dimensões empáticas Quadro XV: Respostas escola Waldorf Quadro XVI: Respostas escola Pública Quadro XVII: Respostas escola João de Deus Quadro XVIII: Relação com a escola Quadro XIX: Relação com a escola Waldorf Quadro XX: Relação com a escola Pública Quadro XXI: Relação com a escola João de Deus Quadro XXII: Conceções de Arte Quadro XXIII: Emoções expressas ou sentidas nas atividades artísticas Quadro XXIV: Emoções empáticas sentidas pelos animais Quadro XXV: Emoções empáticas sentidas no contacto com a natureza VIII

10 Os adultos podem desprezar, detestar, amar ou venerar a criança, mas a nenhum adulto a criança pode ser indiferente. Não se pode ser indiferente nem à própria infância, nem à infância dos outros. O segredo do homem é a própria infância. João dos Santos I. Introdução A presente dissertação centra-se sobre o tema da Empatia em diferentes contextos pedagógicos. A empatia tem vindo a ser estudada por vários teóricos ao longo dos anos, podendo ser abordada em várias vertentes. Segundo Rogers (1975, p. 4) a empatia é: The way of being with another person which is termed empathic has several facets. It means entering the private perceptual world of the other and becoming thoroughly at home in it. It involves being sensitive, moment to moment, to the changing felt meanings which flow in this other person... It involves communicating your sensing of his/her world as you look with fresh and unfrightened eyes. Conseguimos através da empatia estabelecer uma comunicação mais saudável, criar seres mais sensíveis aos outros e a si mesmos. Pretende-se neste estudo apresentar a pedagogia Waldorf, através de teoria e observação, como sendo uma escola com características empáticas, através da sua metodologia e comportamentos dos profissionais educativos. Esta pedagogia reconhece o ser humano de uma forma holística. Ao conseguirmos compreender o ser humano e responder a todas as suas necessidades, ao longo do seu desenvolvimento, estamos perante uma perspetiva humanista da educação que marca o panorama educativo atual. De acordo com Marasca (2013), a pedagogia Waldorf consegue reunir, de uma forma integrativa, conhecimento profundo sobre o ser humano, assim, esta pedagogia integra o homem no seu ambiente de uma forma orgânica tornando indivíduos práticos, ativos e conscientes. A pedagogia Waldorf nasce de um movimento humanista, a Antroposofia, criada por Rudolf Steiner. Segundo a perspetiva Antroposófica, o ser humano na sua evolução tem de ser reconhecido em todas as suas vertentes, e a educação deverá responder às necessidades das crianças como seres humanos em evolução. Ao questionarmos como a educação pode contribuir para o desenvolvimento integral do ser humano estamos a abordar algo que é o centro da pedagogia Waldorf. Nesta perspetiva, 1

11 o ser humano é visto como um todo, constituído por corpo físico, corpo etérico, anímico e espiritual. Steiner (2003, p. 3) refere que: No sentido da Ciência Espiritual, consideramos o ser humano como sendo composto de um eu, um corpo astral, um corpo etérico e um corpo físico ( ) Um dos quatro elementos sempre prevalece sobre os demais, e o resultado da educação e do ensino consistirá na harmonização entre os quatro componentes. Rudolf Steiner estuda a evolução da criança conseguindo um paralelismo entre o desenvolvimento corporal e anímico, dando elementos físicos e não físicos para a construção de cada indivíduo como ser único. Cada criança tem qualidades diferentes, assim sendo, o trabalho do educador é sempre novo e cabe a ele descobrir a melhor forma de expor o conhecimento que a criança deverá apreender, segundo a sua evolução pessoal. Cada ciclo de vida corresponde a momentos de desenvolvimento muito específicos, sejam eles de caráter biológico, afetivo, cognitivo ou espiritual, e em cada ciclo devem ser trabalhados aspetos particulares que vão alimentando esse desenvolvimento. Sendo que em grande parte da vida se tenta encontrar resposta para o propósito da nossa existência e partimos da questão: O que é a vida? Consideremos a resposta antroposófica, ela acredita que o ser humano tem alma e que essa alma tem um papel a desempenhar na vida, e acredita que a educação deve ser uma das ferramentas que adapta o ser humano à terra. Tornemo-nos conscientes de que a existência física aqui é uma continuação da espiritual, e de que pela educação temos de continuar aquilo que já foi realizado, sem a nossa participação, por seres superiores (Steiner, 2008, p. 8). Infelizmente, a educação tradicional não desenvolve inteiramente esse papel e introduz as informações da mesma forma a todas as crianças, com o objetivo de formar pessoas a pensar sobretudo num futuro profissional. A hipótese deste trabalho consiste em avaliar se a pedagogia Waldorf contribui para o desenvolvimento de capacidades empáticas nas crianças através da sua metodologia artística. O contacto com práticas artísticas é cada vez mais visto como meio de crescimento e desenvolvimento pessoal. A importância que o ensino das artes desempenha no processo formativo é essencial para a formação integral do ser humano, e a liberdade que a criança tem ao trabalhar com estímulos criativos desperta um sentido de autonomia, responsabilidade e autoconhecimento. Através das práticas artísticas a 2

12 criança elabora um equilíbrio pessoal e desperta o sistema sensorial e emocional, desta forma resolve conflitos internos que a ajudam a lidar também com os conflitos externos e relações interpessoais. Pensamos que o tema proposto é uma área pouco estudada na área académica e científica mas no entanto muito importante devido à importância que tanto a arte como a empatia têm no indivíduo. Desta forma este trabalho estuda três escolas: Escola Waldorf, Escola João de Deus e uma Escola Pública, para uma melhor compreensão de como a Educação Artística integrada no 1º ciclo do Ensino Básico pode ajudar a despertar e desenvolver a empatia. Esta dissertação está organizada em sete capítulos: a introdução, o enquadramento teórico, a metodologia, a apresentação, a análise e discussão de dados, a conclusão, a avaliação crítica e as referências bibliográficas. Mais especificamente, no enquadramento teórico encontram-se cinco pontos, onde o primeiro aborda a Educação Artística e a sua importância no ensino básico em Portugal. Segue-se uma pequena biografia de Rudolf Steiner e uma apresentação das suas ideias filosóficas e pedagógicas. Em seguida são abordadas três pedagogias: Escola Waldorf, Escola João de Deus Escola Pública em Portugal. No final do enquadramento teórico, apresentamos o conceito de empatia como característica essencial do ser humano e das relações interpessoais. 3

13 II. Enquadramento teórico 2.1. Educação Artística Começamos este primeiro ponto com a Educação Artística, a sua definição e a relevância no Ensino Básico. Em Portugal, considera-se que a Educação Artística constitui uma disciplina do currículo geral nacional que promove nos alunos o sentido de responsabilidade, participação e cooperação, que são de extrema importância para o desenvolvimento cognitivo, emocional, sensorial e motor (Ferreira, 2007, p. 8). A Educação Artística no ensino básico procura também treinar os sentidos, estimular a apreciação estética e criar uma ponte entre indivíduo e o mundo que o rodeia. Por isso, a Educação Artística nas escolas, e fora delas, deveria ser feita através de gestos coletivos e quotidianos, aproximando professores e alunos, para que juntos sintam o desejo de prosseguir a descoberta do mundo artístico e das suas técnicas, podendo mais tarde surgir um interesse individual especializado numa vertente artística específica (Brilhante, 2007). A importância das artes na educação básica é defendida por diversos teóricos estrangeiros e portugueses como João dos Santos (1966), Arquimedes Santos (1989), Michael Parsons (2004), Arthur Efland (2004) e como forma de desenvolvimento pessoal, social e cultural. António Damásio (2006) afirmou, no Congresso Mundial de Educação Artística da UNESCO que, as matemáticas e as ciências não são suficientes para formar cidadãos. Estes autores defendem que sem a integração das artes com as outras disciplinas não seria possível a formação integral do indivíduo. Segundo o roteiro da Comissão Nacional da UNESCO (2006) a Educação Artística estrutura-se em três dimensões: O estudo de trabalhos artísticos, onde o estudante adquire conhecimentos interagindo com o objeto ou a representação de arte, com o artista e com o seu professor; o contacto direto com trabalhos artísticos, onde o estudante adquire conhecimentos através da sua própria prática artística (como concertos, exposições, livros e filmes); e a participação em práticas artísticas, onde o estudante adquire conhecimentos pela investigação e pelo estudo (de uma forma de arte, e da relação entre arte e história). Atualmente, em Portugal, no primeiro ciclo do ensino básico a Educação Artística é dividida em quatro áreas: Expressão e Educação Plástica; Expressão e Educação Musical; Expressão e Educação Dramática; Expressão e Educação Físico-Motora. 4

14 Sendo estas lecionadas pelo professor titular de turma, podendo por vezes ser auxiliado por um professor especializado. Segundo a organização curricular do 1º ciclo do Ministério da Educação (2014), a Expressão e Educação Plástica tem como princípio: Desenvolver experiências sensoriais através da manipulação de materiais, formas e cores, contribuindo para a destreza manual e a descoberta e organização progressiva de volumes e superfícies. Permite que a criança desenvolva também a imaginação e criatividade e expresse o mundo interior através da manipulação livre; A Expressão e Educação Musical é uma atividade que permite à criança explorar instrumentos, a voz e os movimentos corporais desenvolvendo múltiplas competências musicais. Ao participar em projetos músicas pessoais ou coletivos a criança desenvolve capacidades expressivas e criativas; A Expressão e Educação Dramática permite, através da exploração de temas, sugeridos pelos professores ou alunos, desenvolver na criança a capacidade de viver diferentes perspetivas e mundos. O corpo, a voz e o espaço são explorados e a criança expressa sentimentos, ideias ou emoções. Trabalham a observação, equilíbrio, controlo emocional, afirmação individual e integração de grupo; A Educação Físico-Motora cria condições para o desenvolvimento social da criança, nomeadamente situações de interação com os colegas. As atividades fora da sala de aula equilibram o ritmo da criança e a alargam a experiência escolar. A falta de atividade física e aprendizagem psicomotora pode trazer carências tanto a nível físico, cognitivo ou social. Assim, encontramos muitas formas de operacionalização da Educação Artística, quer no ensino público quer no ensino particular e cooperativo. Uma vez que a disciplina pode ser assumida integralmente pelo professor titular de turma, esta pode ocorrer em momentos específicos ou estar presente em todas atividades desenvolvidas ao longo do dia, podendo por isso ser desvalorizada como parte importante do currículo e colocada em segundo plano. Tal acontece porque o professor titular nem sempre tem competências pedagógicas para a elaboração de exercícios que estimulem, corretamente, o desenvolvimento cognitivo, emocional, sensorial e motor das crianças. Quando é assumida por professores especialistas, existem tempos diários ou semanais especificamente dedicados às diferentes expressões artísticas. Neste caso a disciplina não faz parte do currículo e por isso acaba também por ser desvalorizada tanto pelos professores como pelos pais que encaram esta disciplina como extracurricular e de caráter estritamente lúdico (Clube UNESCO de Educação Artística, 2014). 5

15 Não conhecemos, a nível do primeiro ciclo, escolas públicas que apostem numa valorização da Educação Artística. Mas, a nível privado, existem exemplos positivos que valorizam este tipo de educação como as escolas Beiral, Cooperativa a Torre, O Pestalozzi, Externato Fernão Mendes Pinto ou escolas com metodologia Waldorf e projetos que são desenvolvidos em escolas públicas. Existem ainda escolas com ensino artístico integrado como a Academia de Santa Cecília no que respeita ao ensino musical. No entanto, a Educação Artística é mais do que ensinar técnicas de expressão plástica, música, teatro ou dança, é uma área fundamental, tanto para o desenvolvimento individual como para o desenvolvimento da sociedade (Comissão Nacional de Educação, 2013). E é nesta perspetiva que a Educação Artística é abordada neste trabalho, tal como defende Arquimedes da Silva Santos (1989, p. 31): O que mais importa é apreender, para além da designação educação pela arte, a autêntica intenção educativa de fundo, aquela em que se considera as atividades de feição expressiva, criativa, artística, estética, intimamente implícitas na formação integral e humanista da criança ( ) prosseguindo uma via contínua e ascendente ao longo da vida. A Educação Artística vem, assim, ampliar a formação do ser humano em vários contextos do quotidiano. O estudo artístico juntamente com estudos científicos e humanos contribuem para uma melhor compreensão cultural e social do indivíduo, incentiva o desenvolvimento cognitivo, emocional e criativo ao longo da vida. (Comissão Nacional da Educação, 2013) Seguindo as recomendações do Conselho Nacional de Educação, publicado no Diário da República (Comissão Nacional da Educação, 2013) e estudos analisados recentemente sobre a Educação Artística no sistema educativo português, podemos concluir: 1 - Que é consensual e cada vez mais reconhecida a importância da educação artística para o desenvolvimento de cada ser humano, nas suas vertentes pessoais e sociais, proporcionando a todos uma cultura artística, a fruição das manifestações artísticas e a expressão da sua criatividade; 2 - Que a conceção de educação artística deve ultrapassar as dicotomias conhecer versus fazer e apreciar versus criar, entendendo os seus polos como dimensões necessárias a fomentar, numa interação que equilibradamente as contemple e promova; 6

16 3 - Que, apesar do consenso referido, a presença das artes e da educação artística no currículo se afigura cada vez mais reduzida e pouco definida, não estando assegurada também a sua continuidade, coerência e qualidade; 4 - Que a educação artística poderá e ganhará em ser proporcionada por organizações e entidades da comunidade, mas é à escola pública que cabe a principal responsabilidade nessa matéria. Assim, essa área deverá ser transversal a toda a sua organização e atividade e constar em espaços curriculares próprios, efetivos e explícitos, no currículo geral dos ensinos básico e secundário. O que se gasta atualmente e os recursos existentes, melhor geridos, permitirão melhorar a qualidade do ensino e educação artísticos. Quando falamos em Educação Artística baseada na autoexpressão, citamos Herbert Read (1943) cujo pensamento se integra no Movimento Expressionista. Defende que a Educação Artística deve ser a ligação da arte com o indivíduo e classificou a Educação Artística em educação plástica para a mão, educação visual para o olho, educação musical para o ouvido, educação cinestésica para os músculos, educação verbal para a fala e educação construtiva para o pensamento. Read tinha a perceção dos diversos tipos de personalidades expressiva e imaginativa e via a educação como instrumento de desenvolvimento tanto do lado humano como do lado social do indivíduo. A sua metodologia, de nome Método Integral, utilizava a prática do jogo para desenvolver a mente humana através de quatro áreas: a dança e a música, o desenho, o teatro e as artes manuais. Devemos também falar de Viktor Lowenfeld (1947), que acreditava que a livre expressão era imprescindível para o desenvolvimento de uma criança saudável, promovendo a autoconfiança e prevenindo também distúrbios psicológicos. No âmbito da Educação Artística é possível encontrar alguns trabalhos de investigação, dos quais gostaríamos de destacar o trabalho de Ferreira (2009) Relação que as Crianças de 5-6 anos estabelecem com as obras de arte, em contexto de sala de aula, e o trabalho de Silva (2010) O lugar da obra de arte dentro da sala de jardim-deinfância. Ambos os trabalhos aproximam gradualmente obras de arte das crianças em idade pré-escolar e abordam a importância da apreciação artística pelo contato direto em sala de aula a fim de despertar o pensamento criativo e também a liberdade de expressão e utilização de novos materiais. Ferreira (2009) conclui que as crianças ao interagir com as obras de arte estimulam o desenvolvimento cognitivo e o desenvolvimento estético, pois enriquecem o vocabulário e aprendem novos conceitos estéticos. Este autor salienta ainda que este tipo de prática ajuda as crianças a compreender os diferentes pontos de vista das pessoas sobre a mesma coisa, quando percebem que cada um pode 7

17 ver de modo diferente uma obra de arte, aprendendo desde cedo a respeitar a opinião dos seus pares. A nível estético, a sensibilidade de apreciação irá ser tanto maior, quanto maior for o contato entre a criança e a obra de arte ou com qualquer outro tipo de experiência artística, criando assim benefícios a nível individual e coletivo, tornando-as mais despertas com o mundo à sua volta. A pedagogia Waldorf tem sido estudada na sua relação com a Educação Artística. Castro (2010) estudou o diálogo, o afeto e a arte nesta pedagogia, observando, no Brasil, duas escolas e ouvindo os seus educadores. No seu estudo refere que para educar é preciso existir arte, dando ao aluno a possibilidade de expressar sentimentos, emoções e mostrar o seu lado criativo. Romanelli (2008) também no Brasil analisou a expressão artística dos alunos e a sua influência sobre o desenvolvimento cognitivo e a aquisição de conhecimento que conduz ao equilíbrio entre razão e sensibilidade. Esta autora salienta a importância de discutir o papel da arte na educação, não sendo apenas a prática aleatória de atividades artísticas. Estudou as atividades específicas do quotidiano escolar Waldorf analisando cento e trinta e quatro aguarelas de crianças do 1.º ao 8.º ano. Marques Silva (2007), estudou a possibilidade de a Pedagogia Waldorf ser uma alternativa que possa responder à crise educacional sentida nas escolas portuguesas, defendendo que esta pedagogia torna as crianças mais humanas, justas e conscientes da sua própria natureza (Júnior 2012). Em resumo, a Educação Artística, embora exposta no currículo, continua a ter pouca expressão no sistema de ensino Público em Portugal. Por outro lado, diversos autores defendem a importância da Educação Artística no ensino, concretamente, nas idades mais jovens. Parece-nos importante tentar perceber como se relaciona a expressão artística com o desenvolvimento humano integral da pessoa do aluno, nomeadamente na dimensão da empatia. 8

18 2.2. O contributo de Steiner De seguida é feita uma pequena descrição da vida de Rudolf Steiner e das suas ideias para um melhor entendimento acerca da pedagogia Waldorf. Rudolf Steiner nasceu em Kraljevec (fronteira austro-húngara), onde viveu até ao seu primeiro ano e meio de idade. Rudolf Steiner deu o seu contributo em áreas como a medicina, a agricultura, a educação e as artes. Até aos seus oito anos, Steiner teve a natureza muito presente na sua vida em Pottschach, Áustria, e durante estes anos, foi o seu pai que lhe deu aulas em casa. Nessa mesma altura a família Steiner mudou-se para a Neudörfl, onde começa a frequentar uma escola com grande influência oriental. Steiner viveu sempre dividido entre o contacto com a natureza dos locais onde vivia e entre a ligação com a tecnologia relacionada ao trabalho do seu pai chefe da estação ferroviária. Foi no liceu em Wiener-Neustadt (Baixa-Áustria), até aos seus dezoito anos, que Steiner começou a interessar-se por obras filosóficas como Crítica da Razão Pura de Kant. Descobriu na geometria respostas para o seu mundo espiritual, tendo sido no seu colégio, o melhor aluno nesta área (Hemleben, 1989). Desde criança que sentia algo mais para além do mundo físico, o que o levou a tentar encontrar respostas para a vida a partir de questões que Paul Gauguin colocava a partir das suas obras: De onde viemos? O que somos? Para onde vamos? Steiner acrescentava ainda: No que nos podemos tornar? A tentativa de obter resposta a estas questões mantiveram Rudolf Steiner ocupado para o resto da sua vida (Stedall, 2012). Quando um parente seu falece, Steiner teve a sensação de ter tido o seu primeiro contato com o mundo não físico, procurando na matemática, ciência e filosofia uma resposta concreta para esta sensação, que ao longo dos anos se veio a intensificar. Manteve esta procura em segredo até aos seus quarenta anos devido aos preconceitos da sociedade. Em 1868, Rudolf Steiner e a sua família (pai, mãe e dois irmãos mais novos) mudamse para uma vila perto de Viena, para que ele, aos dezoito anos e aconselhado pelo seu pai, se pudesse matricular na Escola Politécnica de Viena. A capital do grande império Habsburgo era uma cidade cosmopolita cheia de vida, criatividade e diálogos filosóficos, desta forma, Steiner desenvolveu os seus conhecimentos a nível cultural e social. Em Viena, Steiner frequentava o famoso café Griensteidl onde convivia com Poetas, comerciantes ricos, monges cistercienses, feministas, professores universitários e estudantes pobres como ele. Numa das suas viagens de casa a Viena, Steiner, conhece 9

19 Felix Koguski, com quem finalmente partilha a sua ideologia de vida e a quem confidenciou as suas experiências espirituais. Felix Koguski era um herbologista que ia a Viena vender aos boticários as ervas medicinais que recolhia no campo. Foi com ele que Steiner aprendeu que havia uma grande quantidade de ensinamentos tradicionais que estavam prestes a desaparecer por completo da cultura popular da Europa Central (Stedall, 2012). Steiner acreditava que Felix tinha, tal como ele, um conhecimento intuitivo que estava presente na sua vida desde a infância e agora conhecia alguém que partilhava o mesmo tipo de experiência. Para além de Felix e Kant, Steiner foi também principalmente inspirado e influenciado pelo trabalho do escritor Johann Wolfgang von Goethe, que abordava a vida da mesma forma que Steiner. Ainda em Viena, Steiner deu aulas a quatro crianças. Uma dessas crianças, Otto, tinha atrasos físicos e mentais e poucos acreditavam que ele podia ser educado, Rudolf Steiner acreditou porém nas capacidades de Otto, a prova foi que veio a tornar-se médico. Foi assim que nasceu o movimento Camphill, fundado por Karl Konig em Este movimento foi inspirado por Steiner, e pelas suas experiências com Otto. Camphill ajuda indivíduos com e sem deficiência a alcançar e desenvolver o seu potencial. Em 1897, Steiner mudou-se para Berlim para editar uma revista Literária e Teatral. Durante sete anos deu aulas no curso de História numa escola de formação para trabalhadores. No decorrer dos anos consegue um número considerável de pessoas interessadas nas suas experiências transcendentais. Essas pessoas espalhavam-se um pouco pelo mundo e grande parte pertencia à Sociedade Teosófica. No entanto, Steiner afastou-se dos teósofos e da sua líder Annie Besant. Steiner cria então a Antroposofia. Viajou pela Europa, deu palestras, escreveu sobre a sua visão esotérica e cósmica do mundo e dedicou-se a demonstrar como as artes podem influenciar, de uma forma positiva, o humano. Após a primeira guerra mundial, Steiner, com a ajuda da sua esposa Marie von Sievers, acredita que as pessoas, através da Antroposofia, poderiam superar a destruição causada com alternativas mais humanistas, criando assim um novo movimento terapêutico de nome Euritmia. Rudolf Steiner morre prematuramente em 1925 na Suíça, aos 64 anos, mas deixa uma ideia que se foca sobretudo na sensibilidade que o ser humano tem da autoconsciência através da ligação com a natureza. A Educação Artística como base do desenvolvimento do homem surge na história com o Movimento Expressionista em que se destaca o contributo de Rudolf Steiner que vê o homem [como] um ser individual e espiritual que se desenvolve na base da herança biológica e do seu ambiente social. A educação fomenta esse desenvolvimento. 10

20 (Cabanas 1993, p. 326). Steiner acredita que a Educação Artística deve desenvolver, com práticas artísticas, a capacidade individual da criança de preservar a fantasia através da manipulação de formas, cores e ritmos. Autores como Vygotsky (2012) e Chukovsky (1971) defendem que a fantasia que é desenvolvida através da Educação Artística deve continuar ao longo da vida até à fase adulta. A criança cria o seu mundo e é nele que se sente bem. Aos nove anos de idade, quando ocorre um distanciamento do eu com o mundo, o pedagogo tem um papel importante no desenvolvimento emocional do aluno para o orientar através da arte e de o ajudar nos novos sentimentos, para que estes permaneçam num mundo de fantasia como antes. Ou seja, nos primeiros anos escolares a criança é conduzida para aprender as matérias para as avaliações e a forma como esta é lecionada nem sempre ajuda a que as crianças a compreendam o que pode contribuir para uma frustração interior. A escola, como uma das bases da educação do ser humano, deve tentar ao máximo amenizar qualquer tipo de problema e preservar a ideia de ter uma vida saudável, tanto mentalmente como socialmente. A arte pode ser um grande contributo para o desenvolvimento deste ambiente escolar, sendo que para isso é preciso criar condições educativas para despertar o conhecimento para a vida (Clouder, 1994). Esse despertar pode ser feito através da arte, com a interação professor-aluno para manter as aulas dinâmicas. De uma forma geral, a criança depois da primeira infância tem necessidade de se expressar, cantar, representar ou desenhar. Tem necessidade de partilhar o seu mundo. Todo o ato pedagógico constitui uma oportunidade de encontro humano, em que o educador é um mediador, tanto mais [com]sentido, quanto proporcione experiências estéticas inefáveis. (Cruz, 1999). Não se ensinam técnicas mas sim educa-se para o autoconhecimento através da arte, pois é quando somos crianças que absorvemos tudo, não de uma forma cognitiva mas de uma forma sensorial. 11

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