Fruticultura. A Cultura do Abacate. Nome Cultura do Abacate Produto Informação Tecnológica Data Abril Preço - Linha Fruticultura Resenha

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Fruticultura. A Cultura do Abacate. Nome Cultura do Abacate Produto Informação Tecnológica Data Abril -2001 Preço - Linha Fruticultura Resenha"

Transcrição

1 1 de 9 10/16/aaaa 11:29 Fruticultura A Cultura do Abacate Nome Cultura do Abacate Produto Informação Tecnológica Data Abril Preço - Linha Fruticultura Resenha Informações resumidas sobre a Cultura do Abacate Autor(es) Eng.º Agro Ruben Ramalho Sobrinho Fruticultura A Cultura do Abacate Menu Introdução Variedades Polinização Clima Escolha e Preparo do Solo Época de Plantio Espaçamento Propagação Adubação Pragas e doenças Rendimento e Colheira Comercialização Bibliografia 1 - Introdução O abacate é uma fruta tropical de alto valor para a alimentação humana, contendo importantes vitaminas e sais minerais. O seu cultivo é possível em diversos climas, desde que observada a origem da raça a ser cultivada.

2 2 de 9 10/16/aaaa 11: Variedades Selecionar variedades que melhor preencham as finalidades da exploração e que se adaptem às condições locais de clima e solo. As variedades mais indicadas estão relacionadas no quadro 1. Quadro 1. Características de diversos cultivares de abacateiro Cultivar Raça Grupo Época de Maturação Fuerte M x G - março a junho Hass G - junho a setembro Pollock A B janeiro a abril Simmonds A B fevereiro a março Princesa A A março Waldin A A março a abril Westin A x G B abril a maio Bertanha G x A B abril a maio Fortuna A x G B abril a julho Herculano G x A B abril a maio Quintal A x G B maio a julho Paulista G x A A maio a julho Linda G B junho a agosto Wagner G A agosto a setembro Emor G x A B agosto a outubro Solano G x A B setembro a outubro Ouro Verde - A setembro a outubro A: Antilhano G: Guatemalense Para exportação, as variedades recomendadas são a Fuerte e a Hass. Outros cultivares podem ser plantados. Procure se informar consultando um extensionista da EMATER MG. Os abacateiros são identificados em três raças, conforme suas origens: Características Antilhana Guatemalense Mexicana Cheiram como a Folhas erva-doce (anis) Sem aroma e tamanho Sem aroma, tamanho de 15 quando esmagadas, de 20 cm a 18 cm tamanho de 8 a 10 cm Época de florescimento agosto setembro setembro- outubro julho agosto Estação de amadurecimento dezembro março março setembro dezembro abril Tempo entre a formação do fruto e a 5 a 8 meses 10 a 13 meses 6 a 8 meses maturação Tamanho dos frutos 400 a g 200 a g 50 a 400 g Textura da casca Coriácea Grossa e quebradiça Macia e fina Teor de óleo Baixo Médio a alto Médio a alto Origem (altitude) m m m Resistência ao frio Pouca Média Alta Resistência à geada Baixa Resistência

3 Susceptibilidade para geada Alta (- 2,5 oc) Média (- 4,0 oc) Baixa (- 5,5 oc) (planta adulta) Vida pós-colheita Baixa Alta Média Tolerância à alcalinidade Alta Média Baixa Tolerância à salinidade Alta Média Baixa Outras Conhecidos por comum ou manteiga. Brotação quase bronzeada. Frutos com pedúnculo curto Pedúnculo comprido. Brotos quase sempre bronzeados. Frutos grandes, casca grossa, geralmente rugosas. Frutos pequenos. Pedúnculo curto. Casca sempre fina e lisa. Brotos de coloração verde-clara. Os híbridos resultantes de cruzamentos naturais entre as diferentes raças têm, conforme sua origem, exigências climáticas diferenciadas Polinização As flores do abacateiro apresentam o fenômeno chamado dicogamia protogínica, que consiste na maturação do órgão feminino anteriormente à do masculino, em horas diferentes do dia. Portanto, para que ocorram a polinização e conseqüentemente a frutificação, há necessidade da presença de abacateiros diferentes quanto ao comportamento sexual (Grupo A e Grupo B). Recomenda-se o plantio intercalado de cultivares dos Grupos A e B que floresçam na mesma época, para assegurar uma polinização mais eficiente das flores. Em condições normais, essas características estão especificadas a seguir: Dia Período Tipo A Tipo B Manhã Flores abertas com estigmas receptivos 1º dia 2º dia Tarde Flores Fechadas Flores abertas com estigmas receptivos Noite Flores Fechadas Flores Fechadas Manhã Tarde Flores Fechadas As flores abrem novamente com estames deiscentes Flores abertas com estigmas receptivos A autofecundação pode ocorrer. Porém a participação dos insetos é fundamental, principalmente a das abelhas, sendo inclusive recomendada a instalação de colméias nos pomares. 3 de 9 10/16/aaaa 11:29

4 4 de 9 10/16/aaaa 11: Clima A temperatura é um dos fatores mais importante, porque os invernos rigorosos são limitantes ao cultivo comercial. Os cultivares da raça Mexicana são os mais recomendados às regiões de invernos frios, seguidos pelos cultivares Guatemalenses. Os cultivares da raça Antilhana não devem ser plantados em regiões de clima frio. Chuvas em torno de mm anuais são suficientes para o abacateiro, desde que sejam bem distribuídos durante o ano. O excesso durante o período de florescimento e frutificação, além de reduzir a produção, prejudica a qualidade dos frutos. Os cultivares precoces devem ser plantados em regiões mais quentes para acentuar a precocidade, e os cultivares tardios devem ser plantados em regiões mais frias, onde a colheita dos frutos poderá ser retardada ainda mais Escolha e Preparo do Solo Preferencialmente, instalar a cultura em solos leves, profundos, bem drenados. Solos encharcados predispõem as plantas à gomose ou podridão-do-pé. Escolher terrenos planos ou pouco ondulados. A inclinação não deve exceder a 10% para facilitar a mecanização. O controle da erosão deve iniciar-se com a marcação das linhas de nível. Evitar locais de ventos fortes e constantes, porque causam desfolhamento, queda dos frutos, quebra de ramos e dificuldades na polinização por insetos. Preparar o solo fazendo-se uma aração profunda seguida de gradeação. O alinhamento é de acordo com a topografia, podendo ser em curva de nível, terraços ou banquetas, evitamdo-se assim os prejuízos causados pela erosão. Para o plantio, abrem-se covas de 40 x 40 x 40 cm.

5 5 de 9 10/16/aaaa 11: Época de Plantio A mais indicada é a que coincide com o início das chuvas, o que propicia condições favoráveis a um rápido desenvolvimento vegetativo. Após o plantio, as mudas deverão ser parcialmente sombreadas, para se evitarem queimaduras do caule e diminuir a transpiração. 7 - Espaçamento Variedade de porte alto x 10 metros Variedade de porte baixo x 8 metros Plantio adensado: 10 x 5 metros. Quando houver prejuízo provocado pelo adensamento, eliminar uma planta na linha. Nesses casos, o custo de implantação é muito elevado. 8 -Propagação A propagação do abacateiro pode ser feita com uso sementes ou de estacas (enxertia). Por meio de sementes não é recomendada, tendo em vista a variação que ocorre nas plantas obtidas e no retardamento do início da produção. Recomenda-se adquirir mudas enxertadas, produzidas por viveiristas idôneos, devidamente registrados no Ministério da Agricultura ou na Secretaria de Agricultura do Estado. Não adquirir mudas de vendedores ambulantes. Uma boa muda deve: ter o enxerto feito entre 5 a 10 cm de altura, medidas a partir do colo da planta; apresentar diâmetro do enxerto o mínimo de 1 cm, não apresentando diferença de mais de 0,5 cm entre os diâmetros do enxerto e do porta-enxerto, medidas a 5 cm do ponto de enxertia; comprimento total a partir do colo de 30 a 50 cm; ter haste, ereta e perfeita e estar isenta de pragas e moléstias; ter idade inferior a 12 meses, considerando desde a semeadura do porta-enxerto;

6 6 de 9 10/16/aaaa 11:29 ser comercializado em torrões acondicionados em laminados ou equivalentes com 15 cm de diâmetro de 30 cm de altura. 9 - Adubação A análise do solo é fundamental para determinar a necessidade e as quantidades de calcario e adubos. Assim procedendo, economizam-se adubo, mão-de-obra, etc. As recomendações para a adubação do abacateiro preconizadas pela Comissão de Fertilidade do Solo do Estado de Minas Gerais são: Na Cova Esterco de Curral Cloreto de Potássio Superfosfato simples Fosfato de Araxá Pós-plantio: Sulfato de amônio ou nitrocálcio Cloreto de Potássio Quantidade 20 litros 50 g 600 g 2,5 kg 50 g em outubro 100 g em janeiro 50 g em março As adubações posteriores serão feitas de acordo com os resultados da análise de solo Pragas e Doenças O abacateiro é uma fruteira perseguida por numerosas pragas e doenças. O controle, quando executado em tempo hábil e de forma conveniente, não apresenta maiores problemas. As pragas mais importantes estão relacionadas a seguir: Pragas Partes atacadas Ácaro-das-gemas-florais Gemas florais Besouros Cochonilhas Coleobrocas Lagartas Folhas Folhas e frutos Tronco, ramos e frutos Folhas e frutos Observações Pulverizações com inseticidas específicos, após constatar a presença de ácaros. Pulverizações com inseticidas específicos, após constatar a presença do inseto. Pulverizações com inseticidas específicos, após constatar a presença da cochonilha. Eliminar os ramos atacados. Pulverizações com inseticidas específicos, após constatar a presença de lagartas. As doenças que mais causam danos estão especificadas a seguir:

7 7 de 9 10/16/aaaa 11:29 Doenças Antracnose Cercosporiose Gomose Partes atacadas Folhas, ramos, inflorescências e frutos Folhas, inflorescências e frutos Raízes, colo e tronco Murcha-de-verticilium Folhas e ramos Oídio Verrugose Folhas e flores Folhas, frutos e eventualmente ramos Observações Pulverizações com fungicidas específicos, quando da abertura das primeiras flores. Repetir quando os frutinhos tiverem 2 a 3 centímetros de comprimento. Pulverizações com fungicidas específicos, quando da abertura das primeiras flores. Repetir quando os frutinhos tiverem 2 a 3 centímetros de comprimento. Utilizar mudas sadias, escolher solos profundos e bem drenados, além de fazer o plantio alto. Utilizar mudas sadias, escolher solos profundos e bem drenados, além de fazer o plantio alto. Pulverizações com fungicidas específicos, quando da abertura das primeiras flores. Repetir quando os frutinhos tiverem 2 a 3 centímetros de comprimento. Pulverização geral da planta por ocasião da florada ou quando se verificar uma pulverulência cinza. Pulverizações com fungicidas específicos, quando da abertura das primeiras flores. Repetir quando os frutinhos tiverem 2 a 3 centímetros de comprimento. Para obter informações sobre o controle das pragas e doenças do abacateiro, consulte o extensionista da EMATER MG Rendimento e Colheita A produção comercial é considerada após o 4o ano de plantio para mudas enxertadas. Para um bom desenvolvimento das plantas, os frutos que surgirem do 2o ao 3o ano devem ser eliminados. O rendimento é variável e depende de cada cultivar. O número de frutos por árvore adulta varia de 200 a 800 em pomares bem tratados. A época de colheita se estende, praticamente, durante o ano todo, em vista do elevado número de cultivares plantados com diferentes épocas de safra, o que permite a obtenção de frutos em quase todos os meses. Não se deve deixar os frutos amadurecerem na planta, pois isso poderá favorecer a queda, causando danos, e dificultar o manuseio e transporte, tornando-os impróprios para a comercialização. A colheita do abacate é feita manualmente, devendo-se ter os seguintes cuidados: corte do pedúnculo deixando uma porção de 0,8 a 1,0 cm; não formar camadas de frutos, ou seja, não colocar frutos sobre frutos em várias camadas; uso de escadas; uso de sacolas de colheita; uso de varas de colheitas.

8 8 de 9 10/16/aaaa 11: Comercialização O abacate é classificado para ser comercializado. A classificação oficial não é feita, mas os produtores adotam a seguinte: Por tipos Frutos por caixa Tipo extra 18 a 35 Tipo especial 40 a 60 Tipo primeira 65 a 80 Número de frutos na boca da caixa Tipo extra 8 a 12 Tipo especial 13 a 16 Tipo primeira 17 a 20 O período de grande oferta do produto nas CEASAs é de março a maio e de oferta fraca ou ausência e escassez é de novembro e dezembro. A CEASA BH comercializa 74,3% da quantidade do abacate comercializado nas CEASAs estabelecidas em Minas Gerais Bibliografia CAMPOS, J. S. Abacaticultura Paulista. Campinas, Coordenadoria de Assistência Técnica Integral, p. ( Boletim Técnico, 181) DONADIO, L. C. Abacate para exportação: aspectos técnicos da produção. Ministério da Agricultura, do Abastecimento e da Reforma Agrária, Secretaria de Desenvolvimento Rural, Programa de Apoio à Produção e Exportação de Frutas, Hortaliças, Flores e Plantas Ornamentais Brasília: EMBRAPA SPI, p. ( Série Publicações Técnicas FRUPEX; 2, 2a ed. rev. ampl.). GAYET, J. P... ( et al. ). Abacate para exportação: procedimentos de colheita e pós-colheita. Ministério da Agricultura, do Abastecimento e da Reforma Agrária, Secretaria de Desenvolvimento Rural, Programa de Apoio à Produção e Exportação de Frutas, Hortaliças, Flores e Plantas Ornamentais Brasília: EMBRAPA SPI, p. ( Série Publicações Técnicas FRUPEX; 15). KOLLER, O. C. Abacaticultura.. 2. Ed. Porto Alegre: Ed. da Universidade/ UFRGS, p.

9 9 de 9 10/16/aaaa 11:29 TEIXEIRA, G. C... Abacate: cultura, matéria-prima, processamento e aspectos econômicos. 2a ed. Ver. e ampl. Campinas, ITAL, p.

Fruticultura. A Cultura da Bananeira

Fruticultura. A Cultura da Bananeira 1 de 7 10/16/aaaa 11:38 Fruticultura A Cultura da Bananeira Nome Cultura da Bananeira Produto Informação Tecnológica Data Novembro 2000 Preço - Linha Fruticultura Informações resumidas Resenha sobre a

Leia mais

http://www.emater.mg.gov.br/site_emater/serv_prod/livraria/olericultura/pepino.htm

http://www.emater.mg.gov.br/site_emater/serv_prod/livraria/olericultura/pepino.htm Página 1 de 5 Olericultura A Cultura do Pepino Nome Cultura do Pepino Produto Informação Tecnológica Data Abril - 1999 Preço - Linha Olericultura Informações gerais sobre a Resenha Cultura do Pepino Luiz

Leia mais

Cultura Da Mandioca (Manihot esculenta subsp esculenta)

Cultura Da Mandioca (Manihot esculenta subsp esculenta) Cultura Da Mandioca (Manihot esculenta subsp esculenta) CULTURA DA MANDIOCA (Manihot esculenta subsp esculenta) 1 - Características É um arbusto perene, pertencente à família botânica Euphorbiaceae, planta

Leia mais

Culturas. A Cultura do Milho. Nome A Cultura do Milho Produto Informação Tecnológica Data Outubro de 2000 Preço - Linha Culturas Resenha

Culturas. A Cultura do Milho. Nome A Cultura do Milho Produto Informação Tecnológica Data Outubro de 2000 Preço - Linha Culturas Resenha 1 de 5 10/16/aaaa 11:24 Culturas A Cultura do Milho Nome A Cultura do Milho Produto Informação Tecnológica Data Outubro de 2000 Preço - Linha Culturas Resenha Informações resumidas sobre a cultura do milho

Leia mais

Fruticultura. A Cultura do Abacaxi. Nome Cultura do Abacaxi Produto Informação Tecnológica Data Setembro - 2000 Preço - Linha Fruticultura Resenha

Fruticultura. A Cultura do Abacaxi. Nome Cultura do Abacaxi Produto Informação Tecnológica Data Setembro - 2000 Preço - Linha Fruticultura Resenha 1 7 10/16/aaaa 11:31 Fruticultura A Cultura do Abacaxi Nome Cultura do Abacaxi Produto Informação Tecnológica Data Setembro - 2000 Preço - Linha Fruticultura Resenha Informações resumidas sobre a Cultura

Leia mais

UNIPAC Faculdade Presidente Antônio Carlos GRANDES CULTURAS II CULTURA DO CAFEEIRO CLIMA E SOLOS. Profª Fernanda Basso

UNIPAC Faculdade Presidente Antônio Carlos GRANDES CULTURAS II CULTURA DO CAFEEIRO CLIMA E SOLOS. Profª Fernanda Basso UNIPAC Faculdade Presidente Antônio Carlos GRANDES CULTURAS II CULTURA DO CAFEEIRO CLIMA E SOLOS Profª Fernanda Basso FATORES CLIMÁTICOS IMPORTANTES Temperatura Precipitação Luminosidade Crescimento e

Leia mais

http://www.emater.mg.gov.br/site_emater/serv_prod/livraria/olericultura/culturama...

http://www.emater.mg.gov.br/site_emater/serv_prod/livraria/olericultura/culturama... Página 1 de 7 Olericultura A Cultura da Mandioca de Mesa Nome Cultura da Mandioca de Mesa Produto Informação Tecnológica Data Julho -2002 Preço - Linha Olericultura Informações resumidas sobre Resenha

Leia mais

Culturas. A Cultura do Feijão. Nome Cultura do Feijão Produto Informação Tecnológica Data Maio -2000 Preço - Linha Culturas Resenha

Culturas. A Cultura do Feijão. Nome Cultura do Feijão Produto Informação Tecnológica Data Maio -2000 Preço - Linha Culturas Resenha 1 de 7 10/16/aaaa 11:19 Culturas A Cultura do Nome Cultura do Produto Informação Tecnológica Data Maio -2000 Preço - Linha Culturas Resenha Informações resumidas sobre a cultura do feijão José Salvador

Leia mais

http://www.emater.mg.gov.br/site_emater/serv_prod/livraria/olericultura/ervilha.htm

http://www.emater.mg.gov.br/site_emater/serv_prod/livraria/olericultura/ervilha.htm Página 1 de 5 Olericultura A Cultura da Ervilha Nome Cultura da Ervilha Produto Informação Tecnológica Data Abril - 1999 Preço - Linha Olericultura Informações gerais sobre a Resenha Cultura da Ervilha

Leia mais

Pomar doméstico. Orientações técnicas e recomendações gerais

Pomar doméstico. Orientações técnicas e recomendações gerais Pomar doméstico Orientações técnicas e recomendações gerais POMAR DOMÉSTICO Orientações técnicas e recomendações gerais 1. Importância do pomar doméstico ESPÉCIES VARIEDADES O pomar doméstico tem como

Leia mais

- Visa otimizar e diversificar a produção;

- Visa otimizar e diversificar a produção; Sistemas Agroflorestais (SAF) - Combinação de espécies arbóreas com cultivos agrícolas (fruticultura, plantas anuais, etc) ou criação de animais; - Visa otimizar e diversificar a produção; Sistemas Agroflorestais

Leia mais

Pesquisa da EPAMIG garante produção de azeitonas

Pesquisa da EPAMIG garante produção de azeitonas Pesquisa da EPAMIG garante produção de azeitonas De origem européia, a oliveira foi trazida ao Brasil por imigrantes há quase dois séculos, mas somente na década de 50 foi introduzida no Sul de Minas Gerais.

Leia mais

PRODUZIR MIRTILOS Orientações técnicas para a produção de mirtilos ao ar livre, na região Norte e Centro*

PRODUZIR MIRTILOS Orientações técnicas para a produção de mirtilos ao ar livre, na região Norte e Centro* PRODUZIR MIRTILOS Orientações técnicas para a produção de mirtilos ao ar livre, na região Norte e Centro* *não dispensa aconselhamento técnico 1 Avaliação da aptidão do solo, água e clima Fertilidade do

Leia mais

SUMÁRIO CUIDADOS DO JARDIM NO VERÃO 1 Adubação: 1 Irrigação: 1 Poda: 1 CUIDADOS DO JARDIM NA PRIMAVERA 1

SUMÁRIO CUIDADOS DO JARDIM NO VERÃO 1 Adubação: 1 Irrigação: 1 Poda: 1 CUIDADOS DO JARDIM NA PRIMAVERA 1 SUMÁRIO CUIDADOS DO JARDIM NO VERÃO 1 Adubação: 1 Irrigação: 1 Poda: 1 CUIDADOS DO JARDIM NA PRIMAVERA 1 Adubação: 1 Irrigação: 1 Poda: 2 Limpeza: 2 CUIDADOS DO JARDIM NO OUTONO 2 Limpeza: 2 Adubação:

Leia mais

Fruticultura. A Cultura do Maracujá. Nome Produto. Data. Fruticultura A Cultura do Maracujá

Fruticultura. A Cultura do Maracujá. Nome Produto. Data. Fruticultura A Cultura do Maracujá 1 de 7 10/16/aaaa 11:36 Fruticultura A Cultura do Maracujá Nome Produto Data Cultura do Maracujá Informação Tecnológica Julho-2001 Preço - Linha Fruticultura Informações resumidas Resenha sobre a Cultura

Leia mais

SELEÇÃO DO MATERIAL DE PLANTIO:

SELEÇÃO DO MATERIAL DE PLANTIO: SELEÇÃO DO MATERIAL DE PLANTIO: - Na seleção do material devem-se observar: 1 - Aspectos agronômicos; 2 - Qualidade da maniva de mandioca; 3 - Sanidade da maniva de mandioca; 3 - Armazenamento de manivas.

Leia mais

9.5 PRINCIPAIS PRAGAS E DOENÇAS DO FEIJOEIRO

9.5 PRINCIPAIS PRAGAS E DOENÇAS DO FEIJOEIRO 9.5 PRINCIPAIS PRAGAS E DOENÇAS DO FEIJOEIRO 9.5.1 Controle de Pragas PRINCIPAIS PRAGAS -Lagarta elasmo -Vaquinhas - Mosca branca -Ácaro branco -Carunchos LAGARTA ELASMO Feijão da seca aumento da população

Leia mais

1. PROPAGAÇÃO SEXUADA ASSEXUADA VEGETATIVA MICRIPROPAGAÇÃO MACROPROPAGAÇÃO ENXERTIA BORBULHIA MERGULHIA AMONTOA ALPORQUIA ESTAQUIA

1. PROPAGAÇÃO SEXUADA ASSEXUADA VEGETATIVA MICRIPROPAGAÇÃO MACROPROPAGAÇÃO ENXERTIA BORBULHIA MERGULHIA AMONTOA ALPORQUIA ESTAQUIA 1. PROPAGAÇÃO SEXUADA ASSEXUADA VEGETATIVA MICRIPROPAGAÇÃO MACROPROPAGAÇÃO ENXERTIA BORBULHIA MERGULHIA AMONTOA ALPORQUIA ESTAQUIA 1. PROPAGAÇÃO MICROPROPAGAÇÃO 1. PROPAGAÇÃO 1. PROPAGAÇÃO ENXERTIA 1.

Leia mais

AGRICULTURA ORGÂNICA

AGRICULTURA ORGÂNICA Conceitos básicos Oficina do Grupo Meio Ambiente, Mudanças Climáticas e Pobreza Setembro 2009 O que é De modo geral, a agricultura orgânica é uma forma de produção agrícola que não utiliza agrotóxicos,

Leia mais

Plantio de eucalipto na pequena propriedade rural

Plantio de eucalipto na pequena propriedade rural Plantio de eucalipto na pequena propriedade rural Imbatíveis em seu crescimento rápido, os eucaliptos são fonte de matériaprima para uma série de produtos de primeira necessidade, presentes em todas as

Leia mais

GUIA DO CAFEICULTOR Melhore a sua lavoura de café

GUIA DO CAFEICULTOR Melhore a sua lavoura de café GUIA DO CAFEICULTOR Melhore a sua lavoura de café Cartillha para curso de pequenos cafeicultores preparada pela Fundação Procafé, convenio com a MAPA - SPAE - DECAFE e FAERJ/SEBRAE-RJ Conteúdo Por que

Leia mais

Culturas. A Cultura da Mandioca. Autor(es) Culturas A Cultura da Mandioca. Menu

Culturas. A Cultura da Mandioca. Autor(es) Culturas A Cultura da Mandioca. Menu 1 de 8 10/16/aaaa 11:25 Culturas A Cultura da Mandioca Nome Cultura da Mandioca Produto Informação Tecnológica Data Março -2001 Preço - Linha Culturas Informações resumidas Resenha sobre a cultura da mandioca

Leia mais

Olericultura. A Cultura do Morango. Nome Cultura do Morango Produto Informação Tecnológica Data Janeiro -2001 Preço - Linha Olericultura Resenha

Olericultura. A Cultura do Morango. Nome Cultura do Morango Produto Informação Tecnológica Data Janeiro -2001 Preço - Linha Olericultura Resenha 1 de 6 10/16/aaaa 11:54 Olericultura A Cultura do Morango Nome Cultura do Morango Produto Informação Tecnológica Data Janeiro -2001 Preço - Linha Olericultura Resenha Informações gerais sobre a Cultura

Leia mais

Plantio de cana-de-açúcar

Plantio de cana-de-açúcar Plantio de cana-de-açúcar Época de plantio 1. Cana de ano e meio - Janeiro a maio; - Tempo de colheita (13 a 20 meses); - Variedades de ciclo precoce, médio e tardio; - Pode ser feito em solos de baixa,

Leia mais

Objetivos da poda PODA DE ÁRVORES FRUTÍFERAS. O que é poda? FERAS. O que podar? Conceito de Poda. Por que podar?

Objetivos da poda PODA DE ÁRVORES FRUTÍFERAS. O que é poda? FERAS. O que podar? Conceito de Poda. Por que podar? Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz ESALQ/USP PODA DE ÁRVORES FRUTÍFERAS FERAS O que é poda? Piracicaba - SP Agosto - 2011 Conceito de Poda O que podar? Ramos Poda

Leia mais

PRODUÇÃO ORGÂNICA DE HORTALIÇAS!

PRODUÇÃO ORGÂNICA DE HORTALIÇAS! PRODUÇÃO ORGÂNICA DE HORTALIÇAS! UMA OPORTUNIDADE DE PRODUZIR ALIMENTOS SAUDÁVEIS PARA CONSUMO E VENDA! ELABORAÇÃO: ENG. AGRÔNOMO MAURO LÚCIO FERREIRA Msc. CULTIVO DE HORTALIÇAS Agosto- 2006 ÍNDICE POR

Leia mais

É por isso que o convidamos a conhecer nas próximas páginas nossos lançamentos e produtos que há anos fazem parte do nosso catálogo. Seja bem-vindo!

É por isso que o convidamos a conhecer nas próximas páginas nossos lançamentos e produtos que há anos fazem parte do nosso catálogo. Seja bem-vindo! Não é do dia para a noite que uma empresa se torna referência no seu setor, e com a Agrocinco não foi diferente. Após 15 anos de atuação no mercado brasileiro de sementes de hortaliças de alto rendimento,

Leia mais

Fatores de cultivo CLIMA:

Fatores de cultivo CLIMA: Fatores de cultivo CLIMA: Os fatores climáticos influenciam de forma acentuada o desenvolvimento dos PMAC, bem como a produção dos princípios ativos. Estes fatores podem influenciar isoladamente ou em

Leia mais

Cultivo do pinhão-manso

Cultivo do pinhão-manso Cultivo do pinhão-manso Professor Dr. Tiago Roque Benetoli da Silva trbsilva@uem.br Nome científico: Jatropha curcas L. Família botânica: Euphorbiaceae Outros nomes populares: Pinhão-paraguaio, pinhão-de-purga,

Leia mais

enxertia de araucária para produção de pinhão

enxertia de araucária para produção de pinhão enxertia de araucária para produção de pinhão A Araucaria angustifolia, espécie quase exclusiva do Brasil, está ameaçada de extinção, restando apenas 2 a 3% de sua área original. Neste sentido, é fundamental

Leia mais

OCORRÊNCIA DE CAJAZEIRAS ANÃS NO MUNICÍPIO DE TERESINA, PIAUÍ.

OCORRÊNCIA DE CAJAZEIRAS ANÃS NO MUNICÍPIO DE TERESINA, PIAUÍ. OCORRÊNCIA DE CAJAZEIRAS ANÃS NO MUNICÍPIO DE TERESINA, PIAUÍ. Resumo: O objetivo desse trabalho foi relatar a ocorrência de cajazeiras de porte baixo surgidas em um pomar situado no município de Teresina,

Leia mais

Práticas Agronômicas que Interferem na Produção de Silagem de Milho

Práticas Agronômicas que Interferem na Produção de Silagem de Milho Práticas Agronômicas que Interferem na Produção de Silagem de Milho Engº Agrº Robson F. de Paula Coordenador Técnico Regional Robson.depaula@pioneer.com Silagem de qualidade começa no campo! E no momento

Leia mais

Laranja-pera...30,5% Laranja-natal...16,5% FOLHA N.º 1

Laranja-pera...30,5% Laranja-natal...16,5% FOLHA N.º 1 INTRODUÇÃO Esta apostila é uma coletânea de informações colhidas na literatura existente e de aspectos práticos do dia, não tem qualquer pretensão de ser um trabalho de pesquisa, somente levar a técnica

Leia mais

TRATOS CULTURAIS PARA QUALIDADE DA SEMENTEIRA

TRATOS CULTURAIS PARA QUALIDADE DA SEMENTEIRA 1º CICLO DE PALESTRAS SODEPAC TRATOS CULTURAIS PARA QUALIDADE DA SEMENTEIRA Maia Barnabé Sambongo Dir. Fazenda Quizenga TRATOS CULTURAIS PARA QUALIDADE DA SEMENTEIRA ÁREA DE 1º ANO 1. Supressão Vegetal

Leia mais

ANEXO AULA 12: CONSERVAÇÃO DO SOLO NA AGROECOLOGIA

ANEXO AULA 12: CONSERVAÇÃO DO SOLO NA AGROECOLOGIA ANEXO AULA 12: CONSERVAÇÃO DO SOLO NA AGROECOLOGIA NESTA AULA SERÁ ABORDADO Importância de conservar o solo e sua influência sobre as plantas As formas e métodos de conservação do terreno Como combater

Leia mais

CONSELHO PERMANENTE DE AGROMETEOROLOGIA APLICADA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

CONSELHO PERMANENTE DE AGROMETEOROLOGIA APLICADA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL CONSELHO PERMANENTE DE AGROMETEOROLOGIA APLICADA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Prognósticos e recomendações para o período Maio/junho/julho de 2014 Boletim de Informações nº

Leia mais

Fruticultura. Bananeira : Mal do Panamá. Nome Bananeira : Mal do Panamá Produto Informação Tecnológica Data 1985 Preço - Linha Fruticultura Resenha

Fruticultura. Bananeira : Mal do Panamá. Nome Bananeira : Mal do Panamá Produto Informação Tecnológica Data 1985 Preço - Linha Fruticultura Resenha 1 de 5 10/16/aaaa 11:32 Fruticultura Bananeira : Mal do Panamá Nome Bananeira : Mal do Panamá Produto Informação Tecnológica Data 1985 Preço - Linha Fruticultura Resenha Informações sobre a doença do mal-do-panamá

Leia mais

Passo a passo na escolha da cultivar de milho

Passo a passo na escolha da cultivar de milho Passo a passo na escolha da cultivar de milho Beatriz Marti Emygdio Pesquisadora Embrapa Clima Temperado (beatriz.emygdio@cpact.embrapa.br) Diante da ampla gama de cultivares de milho, disponíveis no mercado

Leia mais

PROGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES PARA O PERÍODO OUTUBRO, NOVEMBRO E DEZEMBRO DE 2011

PROGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES PARA O PERÍODO OUTUBRO, NOVEMBRO E DEZEMBRO DE 2011 Estado do Rio Grande do Sul CONSELHO PERMANENTE DE AGROMETEOROLOGIA APLICADA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PROGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES PARA O PERÍODO OUTUBRO, NOVEMBRO E DEZEMBRO DE 2011 Boletim de Informações

Leia mais

Curso de Produção de Mudas Nativas. 9:30 a 11:00

Curso de Produção de Mudas Nativas. 9:30 a 11:00 Curso de Produção de Mudas Nativas 9:30 a 11:00 Solano Martins Aquino Diretor Presidente e fundador do Instituto Brasileiro de Florestas, biólogo, pesquisador e produtor de mudas florestais. Desenvolve

Leia mais

GUIA PRACTICA PARA CULTIVO DE ANANÁS

GUIA PRACTICA PARA CULTIVO DE ANANÁS GUIA PRACTICA PARA CULTIVO DE ANANÁS SEÇÃO 1: Preparação do solo para plantio de ananás 1. Identificação da área para o plantio de ananas 1.A área seleccionada deve ter via de acesso 1. Se não tiver via

Leia mais

PLANTIO MECANIZADO MAIS UM DESAFIO A SER VENCIDO

PLANTIO MECANIZADO MAIS UM DESAFIO A SER VENCIDO PLANTIO MECANIZADO MAIS UM DESAFIO A SER VENCIDO Armene José Conde Gerente Regional Mauro Sampaio Benedini Gerente Regional José Guilherme Perticarrari Coordenador de Pesquisa Tecnológica CTC - Centro

Leia mais

A CULTURA DA GOIABEIRA

A CULTURA DA GOIABEIRA Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz A CULTURA DA GOIABEIRA Prof. Angelo Pedro Jacomino Centro de Origem região tropical da América: sul do México até sul do Brasil

Leia mais

Poda: uma técnica a ser explorada

Poda: uma técnica a ser explorada Google: Banco de imagens Google: Banco de imagens Eng. Agr. MSc. Décio Joaquim Campo Consultoria Imagens do Banco Google A poda nas plantas cítricas adultas NÃO é uma prática usual no Brasil. Comum nos

Leia mais

Capítulo XV Custos e Rentabilidade

Capítulo XV Custos e Rentabilidade Capítulo XV Custos e Rentabilidade Marcelo do Amaral Santana Clóvis Oliveira de Almeida José da Silva Souza As estimativas de custos de produção e de rentabilidade para uma cultura podem proporcionar informações

Leia mais

Adubação Orgânica Adubação Orgânica e Adubação Verde. Informações sobre Adubação orgânica e Adubação Verde

Adubação Orgânica Adubação Orgânica e Adubação Verde. Informações sobre Adubação orgânica e Adubação Verde 1 de 5 10/16/aaaa 10:13 Adubação Orgânica Adubação Orgânica e Adubação Verde Nome Adubação Orgânica e Adubação Verde Produto Informação Tecnológica Data Abril - 2000 Preço - Linha Adubação Orgânica Resenha

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE APOIO RURAL E COOPERATIVISMO SERVIÇO NACIONAL DE PROTEÇÃO DE CULTIVARES ANEXO VIII

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE APOIO RURAL E COOPERATIVISMO SERVIÇO NACIONAL DE PROTEÇÃO DE CULTIVARES ANEXO VIII MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE APOIO RURAL E COOPERATIVISMO SERVIÇO NACIONAL DE PROTEÇÃO DE CULTIVARES ANEXO VIII REQUISITOS MÍNIMOS PARA DETERMINAÇÃO DO VALOR DE CULTIVO

Leia mais

9 PRÁTICAS CULTURAIS

9 PRÁTICAS CULTURAIS 9 PRÁTICAS CULTURAIS 9.1 PREPARO DO SOLO Preparo do Solo Quando realizado de maneira incorreta, leva rapidamente àdegradação das características do solo, culminando com o declínio paulatino do seu potencial

Leia mais

INFORME SOBRE O VERÃO 2014-2015

INFORME SOBRE O VERÃO 2014-2015 INFORME SOBRE O VERÃO 2014-2015 1. INTRODUÇÃO A estação do verão inicia-se no dia 21 de dezembro de 2014 às 20h03 e vai até as 19h45 do dia 20 de março de 2015. No Paraná, historicamente, ela é bastante

Leia mais

PLANTIO DE MILHO COM BRAQUIÁRIA. INTEGRAÇÃO LAVOURA PECUÁRIA - ILP

PLANTIO DE MILHO COM BRAQUIÁRIA. INTEGRAÇÃO LAVOURA PECUÁRIA - ILP PLANTIO DE MILHO COM BRAQUIÁRIA. INTEGRAÇÃO LAVOURA PECUÁRIA - ILP Autores: Eng.º Agr.º José Alberto Ávila Pires Eng.º Agr.º Wilson José Rosa Departamento Técnico da EMATER-MG Trabalho baseado em: Técnicas

Leia mais

A Diversidade de Plantas. Como as plantas evoluíram?

A Diversidade de Plantas. Como as plantas evoluíram? A Diversidade de Plantas Como as plantas evoluíram? Como classificar as plantas? Briófitas Características: Apresentam rizóides, caulóides e filóides. Vivem em locais úmidos e sombreados. Não possuem vasos

Leia mais

Sistema de condução da Videira

Sistema de condução da Videira Sistema de condução da Videira Reginaldo T. Souza EMBRAPA UVA E VINHO - EEVT Videiras em árvores Evolução no cultivo da videira Evolução no cultivo da videira Espaldeira Gobelet Latada Lira Mito ou realidade

Leia mais

INFORMAÇÕES SOBRE O PLANTIO DO EUCALIPTO NO SISTEMA DE INTEGRAÇÃO LAVOURA-PECUÁRIA-FLORESTA

INFORMAÇÕES SOBRE O PLANTIO DO EUCALIPTO NO SISTEMA DE INTEGRAÇÃO LAVOURA-PECUÁRIA-FLORESTA INFORMAÇÕES SOBRE O PLANTIO DO EUCALIPTO NO SISTEMA DE INTEGRAÇÃO LAVOURA-PECUÁRIA-FLORESTA Informações sobre o plantio do eucalipto no Sistema de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta COLETA DE SOLO NA

Leia mais

Presença indesejável no Brasil

Presença indesejável no Brasil Presença indesejável no Brasil Lucas Tadeu Ferreira e Maria Fernanda Diniz Avidos mosca-branca (Bemisia argentifolii) é uma velha conhecida da comunidade científica. Os problemas que causa à agricultura

Leia mais

IV Congresso Brasileiro de Mamona e I Simpósio Internacional de Oleaginosas Energéticas, João Pessoa, PB 2010 Página 486

IV Congresso Brasileiro de Mamona e I Simpósio Internacional de Oleaginosas Energéticas, João Pessoa, PB 2010 Página 486 Página 486 COMPONENTES DE PRODUÇÃO DA BRS NORDESTINA CULTIVADA EM DIFERENTES FONTES DE ADUBAÇÃO 1 Josely Dantas Fernandes 1, Lucia Helena Garófalo Chaves 2, José Pires Dantas 3, José Rodrigues Pacífico

Leia mais

Variedades de Cana-de-Açúcar Pragas e Doenças: Eng. Agr. Gustavo de Almeida Nogueira Canaoeste

Variedades de Cana-de-Açúcar Pragas e Doenças: Eng. Agr. Gustavo de Almeida Nogueira Canaoeste Variedades de Cana-de-Açúcar Pragas e Doenças: Eng. Agr. Gustavo de Almeida Nogueira Canaoeste Sumário: Novos Desafios do Setor; Programas de Melhoramento Genético de Cana-de-açúcar; Principais Características

Leia mais

A Cultura do Feijão-de-vagem (Phaseolus vulgaris L.)

A Cultura do Feijão-de-vagem (Phaseolus vulgaris L.) A Cultura do Feijão-de-vagem (Phaseolus vulgaris L.) Aspectos gerais Família: Fabaceae (ex) Leguminosae Mesma espécie do feijoeiro comum Qualquer cultivar de feijão pode ser usada para colheita de vagens,

Leia mais

NOVAS CULTIVARES DE LARANJA PARA O MUNICÍPIO DE GUAÇUÍ, ES

NOVAS CULTIVARES DE LARANJA PARA O MUNICÍPIO DE GUAÇUÍ, ES NOVAS CULTIVARES DE LARANJA PARA O MUNICÍPIO DE GUAÇUÍ, ES NOVAS CULTIVARES DE LARANJA PARA O MUNICÍPIO DE GUAÇUÍ, ES s frutas ácidas, em especial as cítricas (a laranja, a tangerina, o Alimão e a lima),

Leia mais

Culturas anuais para produção de volumoso em áreas de sequeiro

Culturas anuais para produção de volumoso em áreas de sequeiro Culturas anuais para produção de volumoso em áreas de sequeiro Henrique Antunes de Souza Fernando Lisboa Guedes Equipe: Roberto Cláudio Fernandes Franco Pompeu Leandro Oliveira Silva Rafael Gonçalves Tonucci

Leia mais

Relatório Geral. Safra 2014/2015 Sexto Levantamento Março/2015. ACOMPANHAMENTO DA SAFRA BRASILEIRA Rio Grande do Sul GRÃOS CLIMA

Relatório Geral. Safra 2014/2015 Sexto Levantamento Março/2015. ACOMPANHAMENTO DA SAFRA BRASILEIRA Rio Grande do Sul GRÃOS CLIMA COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO CONAB SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DO RIO GRANDE DO SUL GERÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO E SUPORTE ESTRATÉGICO SETOR DE APOIO A LOGÍSTICA E GESTÃO DE OFERTA ACOMPANHAMENTO DA

Leia mais

MIGDOLUS EM CANA DE AÇÚCAR

MIGDOLUS EM CANA DE AÇÚCAR MIGDOLUS EM CANA DE AÇÚCAR 1. INTRODUÇÃO O migdolus é um besouro da família Cerambycidae cuja fase larval causa danos ao sistema radicular da cana-de-açúcar, passando a exibir sintomas de seca em toda

Leia mais

Em casos de culturas sem zoneamento agrícola no Mapa, elas poderão ser financiadas e seguradas, a critério do agente financeiro.

Em casos de culturas sem zoneamento agrícola no Mapa, elas poderão ser financiadas e seguradas, a critério do agente financeiro. PERA Ivan Dagoberto Faoro 1 Zilmar da Silva Souza 2 Mateus da Silveira Pasa 3 José Masanori Katsurayama 4 Frederico Denardi 5 Marcus Vinícius Kvitschal 6 Observação: No caso de financiamento e seguro agrícola

Leia mais

PÓL Ó O L O DE E UVA V DE E ME M S E A E E VI V N I HO NO O ES E T S A T DO DO ES E P S ÍR Í IT I O O SAN A TO T

PÓL Ó O L O DE E UVA V DE E ME M S E A E E VI V N I HO NO O ES E T S A T DO DO ES E P S ÍR Í IT I O O SAN A TO T PÓLO DE UVA DE MESA E VINHO NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Pólo de Uva de Mesa e Vinho no Estado do Espírito Santo IMPORTÂNCIA ECONÔMICA E SOCIAL IMPORTÂNCIA ECONÔMICA SOCIAL Transformar o Estado do Espírito

Leia mais

ATIVIDADE AGRÍCOLA - UVA

ATIVIDADE AGRÍCOLA - UVA CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA CURSO DE CIÊNCIAS CONTABÉIS CONTABILIDADE DE AGRONEGOCIOS LARISSA COSTA PEREITA MILAGRES MAIRA APARECIDA DE OLIVEIRA RAPHAEL DINIZ MELO ATIVIDADE AGRÍCOLA - UVA BELO HORIZONTE

Leia mais

7.16.3 Fornecimento e plantio de palmeiras das espécies Palmeira Fênix (Phoenix roebelenii), Palmeira-rabo de raposa (Wodyetia bifurcata).

7.16.3 Fornecimento e plantio de palmeiras das espécies Palmeira Fênix (Phoenix roebelenii), Palmeira-rabo de raposa (Wodyetia bifurcata). Página 41 de 83 Grama amendoim - Arachis repens / Família: Fabaceae Origem: Brasil / Tipo: Forração / Cultivo: Deve ser cultivado a pleno sol ou meia-sombra, em solo fértil e preferencialmente enriquecido

Leia mais

ANEXO XVI NORMAS E PADRÕES ESPECÍFICOS PARA PRODUÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE MUDAS DE VIDEIRA (Vitis spp.)

ANEXO XVI NORMAS E PADRÕES ESPECÍFICOS PARA PRODUÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE MUDAS DE VIDEIRA (Vitis spp.) ANEXO XVI NORMAS E PADRÕES ESPECÍFICOS PARA PRODUÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE MUDAS DE VIDEIRA (Vitis spp.) 1. ABRANGÊNCIA. 1.1. As presentes normas estabelecem exigências para produção, comercialização

Leia mais

ABC. da Agricultura Familiar. Como plantar caju

ABC. da Agricultura Familiar. Como plantar caju ABC da Agricultura Familiar Como plantar caju Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Informação Tecnológica Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Como plantar caju Embrapa Informação

Leia mais

MUDANÇAS MORFOFISIOLÓGICAS NA MAMONEIRA CULTIVAR BRS NORDESTINA EM FUNÇÃO DO AMBIENTE E DO SEU CICLO DE VIDA

MUDANÇAS MORFOFISIOLÓGICAS NA MAMONEIRA CULTIVAR BRS NORDESTINA EM FUNÇÃO DO AMBIENTE E DO SEU CICLO DE VIDA MUDANÇAS MORFOFISIOLÓGICAS NA MAMONEIRA CULTIVAR BRS NORDESTINA EM FUNÇÃO DO AMBIENTE E DO SEU CICLO DE VIDA Napoleão Esberard de Macêdo Beltrão 1, Gibran da Silva Alves 1,3, Amanda Micheline A. de Lucena

Leia mais

Milho + investimento mínimo, máximo retorno. Aildson Pereira Duarte e Isabella Clerici de Maria

Milho + investimento mínimo, máximo retorno. Aildson Pereira Duarte e Isabella Clerici de Maria Milho + brachiaria: investimento mínimo, máximo retorno Aildson Pereira Duarte e Isabella Clerici de Maria Pesquisadores do Instituto Agronômico (IAC), de Campinas, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento

Leia mais

Circular. Técnica COMPETIÇÃO DE GENÓTIPOS DE AVEIA BRANCA E AVEIA PRETA EM ARAXÁ, MG.

Circular. Técnica COMPETIÇÃO DE GENÓTIPOS DE AVEIA BRANCA E AVEIA PRETA EM ARAXÁ, MG. 12 Circular Técnica Arejacy Antônio Sobral Silva 1 Paulo de Tarso Veloso Menezes Brando 2 Nayara Aparecida da Silva 2 Emanuely Torres Melo 2 1 Professor do Uniaraxá arejacysilva@uniaraxa.edu.br 2 Graduando

Leia mais

Easy PDF Creator is professional software to create PDF. If you wish to remove this line, buy it now.

Easy PDF Creator is professional software to create PDF. If you wish to remove this line, buy it now. PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO MUNICIPAL INTEGRADO PDMI Instrumentos de Gestão Ambiental Anexo 12 - Arborização Urbana e Passeio Público (GAPP) A arborização deve ser sempre realizada respeitando os preceitos

Leia mais

MÉTODOS DE PROTEÇÃO CONTRA GEADAS EM CAFEZAIS EM FORMAÇÃO

MÉTODOS DE PROTEÇÃO CONTRA GEADAS EM CAFEZAIS EM FORMAÇÃO MÉTODOS DE PROTEÇÃO CONTRA GEADAS EM CAFEZAIS EM FORMAÇÃO Paulo Henrique Caramori, Armando Androcioli Filho, Francisco Carneiro Filho, Dalziza de Oliveira, Heverly Morais, Alex Carneiro Leal e Jonas Galdino.

Leia mais

Tecnologia da produção de fumo

Tecnologia da produção de fumo Tecnologia da produção de fumo ESALQ - USP Produção Vegetal Prof. Dr. José Laércio Favarin Sistemática e origem L 40º N N Equador CH 3 Alcalóide: nicotina L - 40º S Planta de fumo pertence a família Solanaceae,

Leia mais

Potencial de cultivo da jabuticabeira no Paraná 1

Potencial de cultivo da jabuticabeira no Paraná 1 Potencial de cultivo da jabuticabeira no Paraná 1 Moeses Andrigo Danner 2 A jabuticabeira é endêmica do Brasil, embora há alguns relatos de ocorrência no Paraguai e Argentina, mas de forma bem restrita,

Leia mais

Plantando Caju. Filadelfo Tavares de Sá Francisco Fábio de Assis Paiva Francisco de Assis Marinho. Agroindústria Tropical

Plantando Caju. Filadelfo Tavares de Sá Francisco Fábio de Assis Paiva Francisco de Assis Marinho. Agroindústria Tropical Plantando Caju Filadelfo Tavares de Sá Francisco Fábio de Assis Paiva Francisco de Assis Marinho Agroindústria Tropical Plantando Caju Filadelfo Tavares de Sá Francisco Fábio de Assis Paiva Francisco de

Leia mais

Graviola: Nutrição, calagem e adubação 36. Apresentação. Objetivo

Graviola: Nutrição, calagem e adubação 36. Apresentação. Objetivo ISSN 1517-211X Graviola: Nutrição, calagem e adubação 36 Belém, PA Dezembro, 2004 Autores Ismael de Jesus Matos Viégas Eng. Agrôn., Pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental, Caixa Postal 48, Belém, PA,

Leia mais

SISTEMAS REPRODUTIVOS DE PLANTAS CULTIVADAS

SISTEMAS REPRODUTIVOS DE PLANTAS CULTIVADAS SISTEMAS REPRODUTIVOS DE PLANTAS CULTIVADAS 4 I. INTRODUÇÃO O conhecimento do sistema reprodutivo das espécies a serem melhoradas é de fundamental importância para o melhorista. O tipo de reprodução é

Leia mais

Conte com a Pampa para uma colheita de sucesso na próxima safra!

Conte com a Pampa para uma colheita de sucesso na próxima safra! GUIA DE CULTIVARES A semente é a base do sucesso de uma lavoura. Sua qualidade é essencial para os bons resultados de cada safra, garantindo maior produtividade, competitividade e o lucro do produtor.

Leia mais

EFEITO DE SISTEMAS DE CULTIVO E MANEJO NA CONSERVAÇÃO DO SOLO E PRODUTIVIDADE DAS CULTURAS PARA AGRICULTURA DE SEQUEIRO

EFEITO DE SISTEMAS DE CULTIVO E MANEJO NA CONSERVAÇÃO DO SOLO E PRODUTIVIDADE DAS CULTURAS PARA AGRICULTURA DE SEQUEIRO EFEITO DE SISTEMAS DE CULTIVO E MANEJO NA CONSERVAÇÃO DO SOLO E PRODUTIVIDADE DAS CULTURAS PARA AGRICULTURA DE SEQUEIRO Nielson Gonçalves Chagas, João Tavares Nascimento, Ivandro de França da Silva & Napoleão

Leia mais

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL EM POMAR FRUTÍCOLA NO MUNICÍPIO DE URUPEMA, SC

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL EM POMAR FRUTÍCOLA NO MUNICÍPIO DE URUPEMA, SC QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL EM POMAR FRUTÍCOLA NO MUNICÍPIO DE URUPEMA, SC Área Temática: Tecnologia e Produção Roberto Akitoshi Komatsu (Coordenador da ação de extensão) Roberto Akitoshi Komatsu 1, Pedro

Leia mais

PROGRAMA FITOSSANITÁRIO DE MATO GROSSO DO SUL RELATÓRIO SEMANAL DE 27 DE JANEIRO A 03 DE FEVEREIRO DE 2014

PROGRAMA FITOSSANITÁRIO DE MATO GROSSO DO SUL RELATÓRIO SEMANAL DE 27 DE JANEIRO A 03 DE FEVEREIRO DE 2014 ANO III / Nº 73 PROGRAMA FITOSSANITÁRIO DE MATO GROSSO DO SUL RELATÓRIO SEMANAL DE 27 DE JANEIRO A 03 DE FEVEREIRO DE 2014 Núcleo 1 Chapadão do Sul Eng. Agr. Danilo Suniga de Moraes O plantio de algodão

Leia mais

No Brasil o Mogno Africano tem se mostrado bem adaptado dentro dos seguintes parâmetros:

No Brasil o Mogno Africano tem se mostrado bem adaptado dentro dos seguintes parâmetros: Origem: Mogno Africano é o nome comum dado a várias espécies do gênero Khaya, no Brasil são plantadas 03: Khaya ivorensis- A. Chev 1909. Ocorrência natural na África Ocidental, Costa do Marfim, Gana, Togo,

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO DA APTIDÃO AGRÍCOLA

CLASSIFICAÇÃO DA APTIDÃO AGRÍCOLA 3 CASSIICAÇÃO DA APTIDÃO AGRÍCOA O enquadramento das terras em classes de aptidão resulta da interação de suas condições agrícolas, do nível de manejo considerado e das exigências dos diversos tipos de

Leia mais

Alta do dólar eleva preços, atrasa aquisições de insumos e reduz poder de compra

Alta do dólar eleva preços, atrasa aquisições de insumos e reduz poder de compra Ano 8 Edição 15 - Setembro de 2015 Alta do dólar eleva preços, atrasa aquisições de insumos e reduz poder de compra A forte valorização do dólar frente ao Real no decorrer deste ano apenas no período de

Leia mais

AGRICULTURA FAMILIAR NO NORDESTE BRASILEIRO KIT EQUIPAMENTOS PARA O PEQUENO PRODUTOR, ESPECIALMENTE DE ALGODÃO

AGRICULTURA FAMILIAR NO NORDESTE BRASILEIRO KIT EQUIPAMENTOS PARA O PEQUENO PRODUTOR, ESPECIALMENTE DE ALGODÃO AGRICULTURA FAMILIAR NO NORDESTE BRASILEIRO KIT EQUIPAMENTOS PARA O PEQUENO PRODUTOR, ESPECIALMENTE DE ALGODÃO Campina Grande, PB 2000 INTRODUÇÃO No Nordeste brasileiro, no caso específico da cotonicultura,

Leia mais

Fruticultura. A Cultura do Pequi (Caryocar brasiliense)

Fruticultura. A Cultura do Pequi (Caryocar brasiliense) 1 de 10 10/16/aaaa 11:28 Fruticultura A Cultura do Pequi (Caryocar brasiliense) Nome: A Cultura do Pequi Produto: Informação Tecnológica Data: Maio -2002 Preço: - Linha: Fruticultura Informações resumidas

Leia mais

SHOW DOS IPÊS. Instituto de Educação infantil e juvenil Primavera, 2013. Londrina, de. Nome: Ano: Tempo Início: término: total:

SHOW DOS IPÊS. Instituto de Educação infantil e juvenil Primavera, 2013. Londrina, de. Nome: Ano: Tempo Início: término: total: SHOW DOS IPÊS Instituto de Educação infantil e juvenil Primavera, 2013. Londrina, de. Nome: Ano: Tempo Início: término: total: Edição XIX MMXIII Fase 1- parte 2 Grupo F Os ipês dão cor e vida ao final

Leia mais

2.2 - SÃO PAULO, PARANÁ, ESPÍRITO SANTO, BAHIA E RONDÔNIA.

2.2 - SÃO PAULO, PARANÁ, ESPÍRITO SANTO, BAHIA E RONDÔNIA. 1 - INTRODUÇÃO No período de 01 a 14 de abril de 2007, os técnicos da CONAB e das instituições com as quais mantém parceria visitaram municípios produtores de café em Minas Gerais, Espírito Santo, São

Leia mais

PROJETO OLIVOPAMPA. Olivicultura Brasileira. Fernando Rotondo Sant Ana do Livramento Agosto 2009

PROJETO OLIVOPAMPA. Olivicultura Brasileira. Fernando Rotondo Sant Ana do Livramento Agosto 2009 PROJETO OLIVOPAMPA Olivicultura Brasileira Fernando Rotondo Sant Ana do Livramento Agosto 2009 Áreas de Atuação OlivoPampa Produção e venda de mudas de oliveiras; Produção de azeitonas de mesa; Processamento

Leia mais

RESPOSTA TÉCNICA. Urucum, plantio, colheita, manejo, adubação, pragas, produção, mudas, Minas Gerais.

RESPOSTA TÉCNICA. Urucum, plantio, colheita, manejo, adubação, pragas, produção, mudas, Minas Gerais. RESPOSTA TÉCNICA CR 858 Título Manejo de urucum (Bixa orellana L.) no estado de Minas Gerais. Palavras-chave Urucum, plantio, colheita, manejo, adubação, pragas, produção, mudas, Minas Gerais. Atividade

Leia mais

Custo de Produção do Milho Safrinha 2012

Custo de Produção do Milho Safrinha 2012 09 Custo de Produção do Milho Safrinha 2012 1 Carlos DirceuPitol Luiz2 Broch1 Dirceu Luiz Broch Roney Simões Pedroso2 9.1. Introdução Os sistemas de produção da atividade agropecuária cada vez requerem

Leia mais

O Cultivo da Melancia

O Cultivo da Melancia O Cultivo da Melancia Nivaldo Duarte Costa Wëydjane de Moura Leite 1. INTRODUÇÃO A melancia (Citrullus lanatus (Thunb.)Matsum & nakai), pertence à família das cucurbitáceas, sendo originária do continente

Leia mais

Manejo da cultura da soja com foco em terras baixas. Giovani Theisen

Manejo da cultura da soja com foco em terras baixas. Giovani Theisen Manejo da cultura da soja com foco em terras baixas Giovani Theisen Soja em terras baixas» Manejo do solo e rotação» Implantação da cultura» Fixação biológica de nitrogênio» Manejo de pragas Soja requer

Leia mais

Silêncio. O silêncio do campo

Silêncio. O silêncio do campo Silêncio O silêncio do campo OS DADOS PODEM SER COMPROVADOS PELAS FOTOS QUE MOSTRAM QUE INFELISMENTE ESSA É A OS DADOS PODEM SER COMPROVADOS PELAS FOTOS QUE MOSTRAM QUE INFELISMENTE ESSA É A MOGNO AFRICANO

Leia mais

A CULTURA DO FEIJÃO CAUPI

A CULTURA DO FEIJÃO CAUPI A CULTURA DO FEIJÃO CAUPI 1 Introdução 1.1 Botânica: - Família: Fabaceae = Leguminosae - Gênero: Vigna - Espécie Vigna Unguiculata (L) Walp 1.2 Centro de Origem: Sudeste asiático O feijão Caupi é uma cultura

Leia mais

DERAL - Departamento de Economia Rural. Olericultura - Análise da Conjuntura Agropecuária

DERAL - Departamento de Economia Rural. Olericultura - Análise da Conjuntura Agropecuária Olericultura - Análise da Conjuntura Agropecuária Dezembro de 0 INTRODUÇÃO Para Filgueira, Fernando Reis, Olericultura é um termo técnico-científico, muito preciso, utilizado no meio agronômico. Derivado

Leia mais

Como as plantas evoluíram?

Como as plantas evoluíram? Como as plantas evoluíram? 1 Como classificar as plantas? 2 Funções da raiz: Raiz Fixar o vegetal ao solo. Retirar do solo água e sais minerais indispensáveis à nutrição da planta. SEIVA BRUTA Água +

Leia mais

Complete com as principais características de cada bioma: MATA ATLÂNTICA

Complete com as principais características de cada bioma: MATA ATLÂNTICA Atividade de Ciências 5º ano Nome: ATIVIDADES DE ESTUDO Complete com as principais características de cada bioma: MATA ATLÂNTICA FLORESTA AMAZÔNICA FLORESTA ARAUCÁRIA MANGUEZAL PANTANAL CAATINGA CERRADO

Leia mais

CONVERT* HD364. Acelere seus resultados com a pecuária de corte e de leite.

CONVERT* HD364. Acelere seus resultados com a pecuária de corte e de leite. CONVERT* HD364. Acelere seus resultados com a pecuária de corte e de leite. Origem O CONVERT* HD364 foi obtido pelo Projeto de Forragens Tropicais do CIAT (Centro Internacional de Agricultura Tropical),

Leia mais

Circular. Técnica. Recomendações para o manejo da planta e dos cachos das cultivares de uvas de mesa sem sementes BRS Morena, BRS Clara e BRS Linda

Circular. Técnica. Recomendações para o manejo da planta e dos cachos das cultivares de uvas de mesa sem sementes BRS Morena, BRS Clara e BRS Linda ISSN 1808-6810 51 Circular Técnica Bento Gonçalves, RS Dezembro, 2004 Autor Jair Costa Nachtigal, Eng. Agrôn., Ph.D., Embrapa Uva e Vinho, Estação Experimental de Viticultura Tropical, Caixa Postal 241,

Leia mais