CANAL SAÚDE REDE DE PARCEIROS OFICINAS DE MULTIPLICAÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CANAL SAÚDE REDE DE PARCEIROS OFICINAS DE MULTIPLICAÇÃO"

Transcrição

1 1. Oficina de Produção CANAL SAÚDE REDE DE PARCEIROS OFICINAS DE MULTIPLICAÇÃO Duração: 03 dias Público ideal: grupos de até 15 pessoas Objetivo: Capacitar indivíduos ou grupos a produzirem pequenas peças audiovisuais ou dar-lhes autonomia para coordenar processos de produção por eles contratados. Necessidades: flip charter (ou quadro negro), hidrocores (ou giz), TV, DVD player câmera (pelo menos 1) tripé (adequado ao peso da câmera disponibilizada). Microfone cardióide adaptável à câmera disponibilizada. Fitas ou cartões para esta câmera. Periféricos. Roteiro: Dia 1 Manhã Atividade 1 Apresentação do Canal Saúde Tempo: 30 minutos Objetivo Descrever o histórico do Canal Saúde, sua forma de atuação no presente e a proposta de constituição de uma rede de parceiros receptores, bem como as ferramentas que o projeto disponibiliza para ações de educação e comunicação em saúde. Atividade 2 - Exposição sobre o processo de produção audiovisual Tempo: 40 minutos Objetivo: familiarizar o público com o processo de produção audiovisual, facilitando o diálogo ao longo de toda a oficina. O facilitador deverá fazer uma explanação sobre o processo de produção audiovisual, desenhando no quadro ou flip-chart um esquema que mostre o processo em ciclo. É interessante ressaltar em que pontos do ciclo diferentes veículos como vídeo, cinema e televisão se diferenciam. Também é importante especificar as singularidades de cada modalidade audiovisual. Dizer, por exemplo, que no telejornalismo todo o processo descrito ocorre no prazo de uma tarde, enquanto no cinema pode levar anos. Esquema: Argumento, idéia, pautaroteiropré-produção Produção (gravação/ filmagem)

2 Veiculação ou exibição Edição ou montagem Pós-produção (decupagem, mapa) Atividade 3 Exposição sobre enquadramentos e movimentos Tempo: 120 minutos Objetivo: Descrever os enquadramentos e movimentos oriundos do cinema narrativo clássico, sua significação dentro da gramática audiovisual e usos mais frequentes. Abordar: plano geral (descritivo, introdutório), plano americano (introdutório), plano médio (aproximação, formalidade), close, big close, detalhe. Panorâmicas, zoon in e out, traveling, corte, fusão e fade. Exercício: com uma câmera (VHS) plugada a um aparelho de TV, solicitar aos participantes que produzam este ou aquele plano ou movimento.b Exercício 2: analisar o uso dos diferentes planos e movimentos em vários trechos de filmes, reportagens e documentários, gravados em um DVD. Atividade 3 Introdução a Roteiro Tempo: 180 minutos Objetivo Discutir técnicas e conceitos básicos de produção de roteiros. 1) Jogo das perguntas - O facilitador começa indagando os presentes como eles costumam usar o vídeo e com que finalidade. De modo geral as pessoas utilizam essa ferramenta como costumam usar os livros, ou seja, como fontes de informação, ignorando as singularidades do veículo. Acreditam que a mera exibição do vídeo já sirva para abastecer o receptor das informações desejadas. Para colocar esta crença em cheque o facilitador vai propor um jogo. Primeiro exibe com ajuda de uma TV e DVD a gravação de aproximadamente 10 minutos de um telejornal. Enquanto o DVD corre o facilitador deve anotar perguntas a serem feitas à audiência. Coisas como: o nome do diretor do órgão x que deu a entrevista, o número de veículos envolvidos no acidente, o lugar onde aconteceu a revolta de agricultores. Ao fim da exibição estas perguntas devem ser feitas ao grupo. Observe o número de acertos. Em geral quando existem são insignificantes frente ao número de erros e de não seis. A seguir o facilitador deve exibir um vídeo temático de mesma duração (10 minutos). Repita o procedimento das perguntas e observe o resultado com o grupo. Indague a eles também se houve sensações diferentes na recepção de um e outro vídeo. A idéia é chamar a atenção para a fugacidade da linguagem do vídeo que torna o veículo pouco útil para o mero repasse de informações. Por outro lado o exercício deve evidenciar o grande potencial mobilizador do audiovisual. Essas características devem ser consideradas na elaboração de roteiros. Não adianta querer falar de tudo. É preciso editar o conteúdo que será repassado. O melhor é eleger uma informação fundamental e construir um discurso em torno dela.

3 2) O facilitador mostra exemplos de roteiros, fazendo circular alguns pelos alunos. Deve chamar a atenção para os diferentes formatos (no jornalismo, na ficção, em novelas...). A seguir ele lê um roteiro com os alunos e em seguida mostra o vídeo com este roteiro realizado. A idéia é discutir a lógica do roteirizar : o filme ou vídeo primeiro existe na cabeça de quem o roteiriza para depois se concretizar em imagens. Vale ressaltar a eterna frustração do roteirista que, dificilmente, verá na tela o vídeo por ele imaginado quando escrevia. Uma peça audiovisual é recriada em cada etapa do processo de produção. 3) Mostrar exemplos de várias linguagens audiovisuais com ajuda de TV e DVD: documentário, ficção, vídeos didáticos, institucionais, animação. Discutir quais destes formatos melhor se presta a atender às demandas do grupo que pretende produzir e o porquê desta opção. 4) Mostrar uma matéria jornalística e apresentar as diferentes figuras de linguagem de uma reportagem, mostrando sua utilização. Cabeça (ou passagem) antes quando as matérias jornalísticas eram mais longas a aparição da repórter tinha a função de abrir, fechar uma matéria ou marcar uma mudança de assunto. Hoje, quando as matéria são menores coloca-se na cabeça informações que precisam ser fixadas pelo espectador, ou informações mais subjetivas (não expressas em números e ou estatísticas). off É o momento de respiro da matéria. Serve para ilustrar uma historia. No texto em off, de modo geral, estão os dados quantitativos, estatísticas, informações de menos importância, que não precisam ser fixadas pelo espectador para que ele entenda a história. No off as imagens ganham importância. Depoimento confere credibilidade à história em virtude da qualificação do entrevistado. (Daí a importância do crédito). Povo fala pode conferir credibilidade à história em função do quantitativo de pessoas que confirmam uma informação com seu depoimento. Também pode garantir humor e humanidade à matéria. Arte gráficos servem para ajudar o espectador a fixar dados numéricos que seriam difíceis de guardar se transmitidos em off. Também servem para sublinhar determinada informação de maior importância. 4) Exercício O grupo é dividido em duplas ou trios. Cada subgrupo recebe uma notícia de jornal e deve transformá-la num pequeno roteiro jornalístico, elegendo as figuras de linguagem (cabeça, off, depoimento...) para passar cada informação. Dia 2 Manhã Atividade 4 Apresentação e crítica dos roteiros produzidos no dia anterior Objetivo Identificar as dificuldades do grupo ao produzir roteiros jornalísticos.

4 Cada dupla ou trio apresenta o roteiro produzido para discussão do grupo. Atividade 5 Oficina Prática de roteiro. Tempo: 120 minutos Objetivo oportunizar a produção coletiva de roteiros. O grupo será subdividido em grupos de 3 ou 4 pessoas. Baseando-se na análise diagnóstico realizada, cada subgrupo deverá eleger um tema a ser abordado num vídeo de 3 minutos. O grupo deverá eleger um formato e elaborar um roteiro. O facilitador deverá estimular os grupos a elaborarem roteiros factíveis de serem gravados ao longo da tarde seguinte. Atividade 6 Gravação Tempo:180 minutos Objetivo Oportunizar a vivência do processo de gravação. Será gravado um número de roteiros correspondente ao número de câmeras disponíveis. Os roteiros a serem gravados devem ser escolhidos pelo grupo entre aqueles produzidos na etapa anterior da oficina. Os grupos terão a parte da tarde para gravação dos roteiros elaborados. Antes o facilitador deverá estabelecer com os grupos uma divisão de funções, estabelecendo quem serão os câmeras, os produtores, repórteres, apresentadores e assim por diante. Nesta divisão deve-se priorizar que ocupem as funções as pessoas que, posteriormente, irão exercê-las de fato, caso isso já esteja definido. Dia 3 Manhã / Atividade 7 Decupagem e edição do material a ser editado. Tempo: 300 minutos Objetivo Oportunizar a vivência do processo de edição. Vale ressaltar que nem sempre será possível a edição. Entretanto os grupos deverão minimamente decupar seu material e elaborar um mapa de edição. Atividade 8 Apresentação dos vídeos idealizados Objetivo Análise dos produtos realizados. Cada grupo apresenta seu vídeo editado ou o mapa de edição. No segundo caso a narração pode ser ilustrada por trechos de material decupado, exibidos com TV e DVD. O facilitador deve, ao final, estimular os participantes a fazerem uma análise do material produzido: ele atende aos objetivos para o qual foi pensado? Quais foram os erros e

5 acertos? O que deve ser corrigido (e como) e o que deve ser aproveitado? Quais foram as principais dificuldades sentidas ao longo do processo? O facilitado encerra esta culminância com dicas práticas para viabilizar uma produção. (Como alugar equipamento, como contratar uma edição, entre outras). Para este final é interessante ter sido produzida uma lista com contatos úteis na região. (Produtoras, locadoras de equipamento, emissoras de TV, etc). A assessoria de comunicação do estado pode ajudar na realização deste material. Atividade 10 Análise / Diagnóstico Objetivo oportunizar uma reflexão sobre os motivos que levam este grupo a envolverse em atividades de produção audiovisual. O grupo é dividido em duplas. Cada dupla recebe três tarjetas de cartolina de cores diferentes. Em cada uma delas deve ser expressa a resposta para uma pergunta diferente: a) por que precisamos/queremos produzir audiovisual?; b) que resultados estamos buscando?; c) quais os principais entraves? Os grupos apresentam suas conclusões afixando as tarjetas num mural. O facilitador irá eliminar as coincidentes e sistematizar a discussão. O objetivo é clarear para o grupo seu objetivo ao envolver-se nessa atividade. Isso é fundamental para estabelecer alguns parâmetros como público a ser atingido, grau de qualidade técnica a ser perseguido, uso a ser dado aos vídeos produzidos. Estes parâmetros serão referências em futuras e necessárias avaliações que o grupo deverá proceder.

UM CAMINHO DE UMA PRODUÇÃO AUDIOVISUAL

UM CAMINHO DE UMA PRODUÇÃO AUDIOVISUAL UM CAMINHO DE UMA PRODUÇÃO AUDIOVISUAL Existem infinitas maneiras de organizar, produzir e finalizar uma obra audiovisual. Cada pessoa ou produtora trabalha da sua maneira a partir de diversos fatores:

Leia mais

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO 1. AUDIOVISUAL NO ENSINO MÉDIO O audiovisual tem como finalidade realizar-se como crítica da cultura,

Leia mais

PRODUTORA DE NOTÍCIAS VESTIBULAR 1. Letycia CARDOSO 2 João Gabriel MARQUES 3 Márcio de Oliveira GUERRA 4

PRODUTORA DE NOTÍCIAS VESTIBULAR 1. Letycia CARDOSO 2 João Gabriel MARQUES 3 Márcio de Oliveira GUERRA 4 PRODUTORA DE NOTÍCIAS VESTIBULAR 1 Letycia CARDOSO 2 João Gabriel MARQUES 3 Márcio de Oliveira GUERRA 4 Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, MG RESUMO Como forma de estimular a criatividade

Leia mais

Guia de como elaborar um Projeto de Documentário

Guia de como elaborar um Projeto de Documentário Guia de como elaborar um Projeto de Documentário Prof. Dr. Cássio Tomaim Departamento de Ciências da Comunicação Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)/Cesnors Adaptação: Prof. Claudio Luiz Fernandes

Leia mais

Elaboração de pauta para telejornal

Elaboração de pauta para telejornal Elaboração de pauta para telejornal Pauta é a orientação transmitida aos repórteres pelo pauteiro, profissional responsável por pensar de que forma a matéria será abordada no telejornal. No telejornalismo,

Leia mais

Telejornalismo e Educação para a Cidadania: uma experiência de Educomunicação

Telejornalismo e Educação para a Cidadania: uma experiência de Educomunicação Telejornalismo e Educação para a Cidadania: uma experiência de Educomunicação Educomunicação Comunicação-Educação Uma área emergente Pesquisa na linha do NCE/ECA/USP As pesquisas do NCE/ECA/USP buscam

Leia mais

Utilização do vídeo, CD e DVD na sala de aula

Utilização do vídeo, CD e DVD na sala de aula Utilização do vídeo, CD e DVD na sala de aula José Manuel Moran A seguir são apresentadas sugestões de utilização de vídeo, CD e DVD. Vídeo como produção Como documentação, registro de eventos, de aulas,

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE 042 CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS PLANO DE ENSINO

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE 042 CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS PLANO DE ENSINO Código Unidade 042 Cód. Curso Curso 42501 COMUNICAÇÃO SOCIAL Habilitação Etapa Sem/Ano JORNALISMO 6ª 1º / 2009 Cód. Disc. Disciplina Créditos CH Sem Teoria Prática 121.3604.2 TELEJORNALISMO I 04 X X Docentes

Leia mais

Telejornal Sala 221 1

Telejornal Sala 221 1 Telejornal Sala 221 1 Thayane dos Santos MOREIRA 2 Gabriela Barbosa NEVES 3 Kamila Katrine Nascimento de FREITAS 4 Marcelo LIMA 5 Maryjane da Costa PEREIRA 6 Cogenes Felipe Silva de LIRA 7 Zulmira NÓBREGA

Leia mais

Eletiva VOCÊ EM VÍDEO

Eletiva VOCÊ EM VÍDEO Eletiva VOCÊ EM VÍDEO E.E. Princesa Isabel Número da sala e sessão Professor(es) Apresentador(es): Adriana Prado Aparecida Pereira da Silva Realização: Foco A Escola Estadual Princesa Isabel, por meio

Leia mais

Apostila Artes Audiovisuais

Apostila Artes Audiovisuais INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CAMPUS SERTÃOZINHO Apostila Artes Audiovisuais ROTEIRO Cinema,Televisão e Vídeo 3a. Revisão 2010 Prof. MS. Ricardo Stefanelli 1 Projeto para Roteiro Audiovisual Vídeo Artes

Leia mais

De Ponto a Ponto: a experiência de um roteiro vivo 1

De Ponto a Ponto: a experiência de um roteiro vivo 1 De Ponto a Ponto: a experiência de um roteiro vivo 1 Aline Guerra SANTOS 2 Vanessa Matos dos SANTOS 3 Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, MG RESUMO O roteiro do programa De ponto a ponto tem

Leia mais

VIDEOAULAS: UMA FORMA DE CONTEXTUALIZAR A TEORIA NA PRÁTICA

VIDEOAULAS: UMA FORMA DE CONTEXTUALIZAR A TEORIA NA PRÁTICA 1 VIDEOAULAS: UMA FORMA DE CONTEXTUALIZAR A TEORIA NA PRÁTICA Curitiba PR Maio 2014 Alexandre Oliveira Universidade Positivo Online alexandre@alexandreoliveira.com Pâmella de Carvalho Stadler Universidade

Leia mais

Fotografia e Escola. Marcelo Valle 1

Fotografia e Escola. Marcelo Valle 1 Fotografia e Escola Marcelo Valle 1 Desde 1839, ano do registro da invenção da fotografia na França, quase tudo vem sendo fotografado, não há atualmente quase nenhuma atividade humana que não passe, direta

Leia mais

Ana Carolina Vieira KRÜGER 2 Lucas KOTOVICZ 3 Sandra NODARI 4 Universidade Positivo, Curitiba, PR

Ana Carolina Vieira KRÜGER 2 Lucas KOTOVICZ 3 Sandra NODARI 4 Universidade Positivo, Curitiba, PR Roteiro de Não Ficção: Cardápio da Madrugada 1 Ana Carolina Vieira KRÜGER 2 Lucas KOTOVICZ 3 Sandra NODARI 4 Universidade Positivo, Curitiba, PR RESUMO A série de reportagens "Cardápio da Madrugada" foi

Leia mais

O Projeto. Polo Rio de Cine e Video Rua Carlos Machado, 155, 2º andar 21. 2439 3667 www.cineticafilmes.com.br

O Projeto. Polo Rio de Cine e Video Rua Carlos Machado, 155, 2º andar 21. 2439 3667 www.cineticafilmes.com.br O Projeto O Homem e a Bolsa é uma investigação documental a partir das principais bolsas de valores mundiais, incluindo-se aí a do Brasil. Em nossos levantamentos preliminares, buscamos as Bolsas de Nova

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS TÉCNICO- ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 2012

CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS TÉCNICO- ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 2012 CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS TÉCNICO- ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 2012 CARGO: OPERADOR DE CÂMERA DE CINEMA E TV ETAPA 1 - MANHÃ Horário de sorteio da prova: 07h45min Horário de início da

Leia mais

Produzindo e divulgando fotos e vídeos. Aula 1 Criando um vídeo

Produzindo e divulgando fotos e vídeos. Aula 1 Criando um vídeo Produzindo e divulgando fotos e vídeos Aula 1 Criando um vídeo Objetivos 1 Conhecer um pouco da história dos filmes. 2 Identificar a importância de um planejamento. 3 Entender como criar um roteiro. 4

Leia mais

O MODELO DA TELEVISÃO BRASILEIRA NA CONCEPÇÃO DE VIDEOAULAS: UMA EXPERIÊNCIA INOVADORA DO IFSC NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA.

O MODELO DA TELEVISÃO BRASILEIRA NA CONCEPÇÃO DE VIDEOAULAS: UMA EXPERIÊNCIA INOVADORA DO IFSC NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. O MODELO DA TELEVISÃO BRASILEIRA NA CONCEPÇÃO DE VIDEOAULAS: UMA EXPERIÊNCIA INOVADORA DO IFSC NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. Autor: Paulo Vitor Tavares, Ms. Palavras-chave: EAD, Televisão, Videoaula, IFSC.

Leia mais

PLANO DE ESTAGIO INTEGRADO A PROPOSTA PEDAGOGICA DO CURSO. Curso: 000023 - COMUNICACAO SOCIAL - JORNALISMO Nivel: Superior

PLANO DE ESTAGIO INTEGRADO A PROPOSTA PEDAGOGICA DO CURSO. Curso: 000023 - COMUNICACAO SOCIAL - JORNALISMO Nivel: Superior PLANO DE ESTAGIO INTEGRADO A PROPOSTA PEDAGOGICA DO CURSO Curso: 000023 - COMUNICACAO SOCIAL - JORNALISMO Nivel: Superior Area Profissional: 0006 - COMUNICACAO Area de Atuacao: 0110 - EDITORACAO/COMUNICACAO

Leia mais

REGULAMENTO. A decisão da comissão julgadora será incontestável.

REGULAMENTO. A decisão da comissão julgadora será incontestável. REGULAMENTO 1 - OBJETIVOS A 11ª Mostra Nacional de Audiovisual Universitário realizada em Mato Grosso visa: a) identificar, reunir, exibir e discutir a produção audiovisual e cinematográfica realizada

Leia mais

PROGRAMA TRILHA SETRE NA TRILHA DAS ARTES CURSOS DE 400 HORAS. 1. Qualificação Social 100 horas

PROGRAMA TRILHA SETRE NA TRILHA DAS ARTES CURSOS DE 400 HORAS. 1. Qualificação Social 100 horas PROGRAMA TRILHA SETRE NA TRILHA DAS ARTES CURSOS DE 400 HORAS 1. Qualificação Social 100 horas INCLUSÃO DIGITAL - 30 horas (15 h de prática) Ementa: Introdução à informática, hardware e software. Descrição

Leia mais

WORKSHOP DE EXPRESSÃO AUDIOVISUAL

WORKSHOP DE EXPRESSÃO AUDIOVISUAL WORKSHOP DE EXPRESSÃO AUDIOVISUAL PROGRAMA Tronco Comum SESSÃO 1 Apresentação do Workshop e Introdução à Linguagem Audiovisual 3 horas Apresentação dos intervenientes (formador e formandos). Apresentação

Leia mais

4 Metodologia. 4.1. Primeira parte

4 Metodologia. 4.1. Primeira parte 4 Metodologia [...] a metodologia inclui as concepções teóricas de abordagem, o conjunto de técnicas que possibilitam a apreensão da realidade e também o potencial criativo do pesquisador. (Minayo, 1993,

Leia mais

O que é: A Oficina de Comunição é um treinamento à distância realizado pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba.

O que é: A Oficina de Comunição é um treinamento à distância realizado pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba. O que é: A Oficina de Comunição é um treinamento à distância realizado pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba. Objetivos: Capacitar os pontos focais de cada Comitê Afluente que trabalhem diretamente

Leia mais

PLANO DE ESTAGIO INTEGRADO A PROPOSTA PEDAGOGICA DO CURSO. Curso: 001616 - TECNOLOGIA EM FOTOGRAFIA E IMAGEM Nivel: Superior

PLANO DE ESTAGIO INTEGRADO A PROPOSTA PEDAGOGICA DO CURSO. Curso: 001616 - TECNOLOGIA EM FOTOGRAFIA E IMAGEM Nivel: Superior PLANO DE ESTAGIO INTEGRADO A PROPOSTA PEDAGOGICA DO CURSO Curso: 001616 - TECNOLOGIA EM FOTOGRAFIA E IMAGEM Nivel: Superior Area Profissional: 0006 - COMUNICACAO Area de Atuacao: 0110 - EDITORACAO/COMUNICACAO

Leia mais

Guia Curta Fácil 1 Festival Nacional Curta no Celular de Taubaté

Guia Curta Fácil 1 Festival Nacional Curta no Celular de Taubaté 1 Conteúdo TIPOS DE PLANOS... 3 PLANO GERAL... 3 PLANO MÉDIO... 3 PLANO AMERICANO... 4 PRIMEIRO PLANO OU CLOSE-UP... 4 PRIMEIRÍSSIMO PLANO... 4 MOVIMENTOS DE CÂMERA... 5 PANORÂMICAS - PANS... 5 PANORÂMICA

Leia mais

A AGÊNCIA DE JORNALISMO COMO SUPORTE E APOIO AOS PROJETOS E AÇÕES DO CURSO DE JORNALISMO UEPG

A AGÊNCIA DE JORNALISMO COMO SUPORTE E APOIO AOS PROJETOS E AÇÕES DO CURSO DE JORNALISMO UEPG ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( x ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA A AGÊNCIA DE JORNALISMO COMO SUPORTE

Leia mais

II FESTIVAL NACIONAL CURTA NO CELULAR GUIA CURTA FÁCIL

II FESTIVAL NACIONAL CURTA NO CELULAR GUIA CURTA FÁCIL II FESTIVAL NACIONAL CURTA NO CELULAR GUIA CURTA FÁCIL O FEST CURT CELU Guia Curta Fácil 2 A câmera de cinema funciona como se fosse uma máquina fotográfica que dispara milhares de foto em um espaço muito

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA N º 29/2014/PROPPI

CHAMADA PÚBLICA N º 29/2014/PROPPI CHAMADA PÚBLICA N º 29/2014/PROPPI PROCESSO SELETIVO DE PESQUISADOR PARA O PROJETO DE PESQUISA APLICADA DE VIDEOAULAS E JORNALISMO DA IFSCTV EXECUÇÃO: AGOSTO/2014 A AGOSTO/2015. 1 APRESENTAÇÃO A Reitora

Leia mais

CAPACITAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DO PMSB FUNASA CREA/MG AGOSTO 2013 MÓDULO I CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DAS OFICINAS SEGUNDA-FEIRA (TARDE)

CAPACITAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DO PMSB FUNASA CREA/MG AGOSTO 2013 MÓDULO I CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DAS OFICINAS SEGUNDA-FEIRA (TARDE) SEGUNDA-FEIRA (TARDE) 13:00/14:00 Apresentação 1 - PMSB Introdução aos trabalhos. Grupos. Apresentar os participantes. Explorar a sensibilidade, princípio de percepção e integração do grupo. Formalizar

Leia mais

Regulamento edição de 2011

Regulamento edição de 2011 Regulamento edição de 2011 Art.1º - A 14ª. Edição do Festival do Minuto da UNIUBE será promovida pelo curso de Comunicação Social, no dia 28 de outubro, a partir das 19h, no Cine Teatro Vera Cruz e contará

Leia mais

Contrata Consultor na modalidade Produto

Contrata Consultor na modalidade Produto Contrata Consultor na modalidade Produto PROJETO 914BRZ1134 EDITAL Nº 001/2014 1. Perfil: I - Consultoria para monitoramento e avaliação acerca de como se dá a apropriação de conteúdos, conceitos e novas

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA. Rua Adualdo Batista, 1550 Parque Iracema Fortaleza Ceará CEP: 60.824-140 Fone: (85) 3218.7020 www.cogerh.com.

TERMO DE REFERÊNCIA. Rua Adualdo Batista, 1550 Parque Iracema Fortaleza Ceará CEP: 60.824-140 Fone: (85) 3218.7020 www.cogerh.com. TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE EMPRESA ESPECIALIZADA EM PRODUÇÃO DE VÍDEO PARA ROTEIRIZAÇÃO, EDIÇÃO, GRAVAÇÃO DE LOCUÇÕES PROFISSIONAIS E MONTAGEM DE MATRIZ DE DVD COM MENU DE OPÇÕES DE ACESSO A CONTEÚDOS

Leia mais

FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM CINEMA E VÍDEO Ano Acadêmico de 2008 MATRIZ CURRICULAR

FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM CINEMA E VÍDEO Ano Acadêmico de 2008 MATRIZ CURRICULAR MATRIZ CURRICULAR Carga Horária Semestral por Disciplina Disciplinas 1º semestre 2º semestre 3º semestre 4º semestre 5º semestre 6º semestre 7º semestre 8º semestre Total Obrigatórias Optativas Fundamentos

Leia mais

CINEMA NOSSO. Ação educacional pela democratização e convergência do audiovisual

CINEMA NOSSO. Ação educacional pela democratização e convergência do audiovisual CINEMA NOSSO escola audiovisual Ação educacional pela democratização e convergência do audiovisual Nossa História Em Agosto de 2000, um grupo de duzentos jovens de áreas populares cariocas foi reunido

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior.

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior. Cotas Pra Quê? 1 Sarah Rocha MARTINS 2 Luan Barbosa OLIVEIRA 3 Camilla Alves Ribeiro PAES LEME 4 Instituto de Ensino Superior de Rio Verde, Rio Verde, Goiás RESUMO Este documentário foi planejado e desenvolvido

Leia mais

PADRONIZAÇÃO EDITORIAL DA AGÊNCIA DE JORNALISMO NA PRODUÇÃO DE VINHETAS AUDIOVISUAIS

PADRONIZAÇÃO EDITORIAL DA AGÊNCIA DE JORNALISMO NA PRODUÇÃO DE VINHETAS AUDIOVISUAIS 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( X ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA PADRONIZAÇÃO

Leia mais

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE NOVEMBRO DE 2012 EREM ANIBAL FERNANDES

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE NOVEMBRO DE 2012 EREM ANIBAL FERNANDES UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA HENRIQUE BEZERRA IGOR FERNANDES PAULO HENRIQUE WILMA DE ANDRADE WILLIAM FREIRE RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE

Leia mais

O processo da pauta do Programa Ade!

O processo da pauta do Programa Ade! 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( X ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

1ª a 5ª série. (Pró-Letramento, fascículo 1 Capacidades Linguísticas: Alfabetização e Letramento, pág.18).

1ª a 5ª série. (Pró-Letramento, fascículo 1 Capacidades Linguísticas: Alfabetização e Letramento, pág.18). SUGESTÕES PARA O APROVEITAMENTO DO JORNAL ESCOLAR EM SALA DE AULA 1ª a 5ª série A cultura escrita diz respeito às ações, valores, procedimentos e instrumentos que constituem o mundo letrado. Esse processo

Leia mais

Guião de apoio para divulgação junto da Comunicação Social

Guião de apoio para divulgação junto da Comunicação Social Semana da Liberdade de Escolha da Escola / School Choice Week & I Conferência da Liberdade de Escolha da Escola / 1st School Choice Conference Guião de apoio para divulgação junto da Comunicação Social

Leia mais

Fazendo cinema na escola

Fazendo cinema na escola Fazendo cinema na escola Arte audiovisual dentro e fora da sala de aula Alex Moletta FAZENDO CINEMA NA ESCOLA Arte audiovisual dentro e fora da sala de aula Copyright 2014 by Alex Moletta Direitos desta

Leia mais

TECNOLOGIAS DA COMUNICAÇÃO 9º ANO

TECNOLOGIAS DA COMUNICAÇÃO 9º ANO TECNOLOGIAS DA COMUNICAÇÃO 9º ANO Ano Lectivo 2008/2009 TECNOLOGIAS DA COMUNICAÇÃO Em nenhuma época histórica o homem teve tantas possibilidades de transportar e comunicar ideias. Francisco Gutierrez Na

Leia mais

Edital de Produção Audiovisual Escola de Ciências Sociais FGV/CPDOC Núcleo de Audiovisual e Documentário

Edital de Produção Audiovisual Escola de Ciências Sociais FGV/CPDOC Núcleo de Audiovisual e Documentário Edital de Produção Audiovisual Escola de Ciências Sociais FGV/CPDOC Núcleo de Audiovisual e Documentário O Núcleo de Audiovisual e Documentário do CPDOC convida alunos inscritos regularmente em cursos

Leia mais

14º PRÊMIO RBS TV HISTÓRIAS CURTAS 2014

14º PRÊMIO RBS TV HISTÓRIAS CURTAS 2014 14º PRÊMIO RBS TV HISTÓRIAS CURTAS 2014 I - DO OBJETO 1.1 - O presente regulamento tem como objeto a abertura para o 14º Prêmio RBS TV HISTÓRIAS CURTAS, que se destina a selecionar o total de 08 (oito)

Leia mais

Possibilitando novas formas de pesquisa, leitura e oratória através de Oficinas de Televisão. Programa Assunto de Gente Grande

Possibilitando novas formas de pesquisa, leitura e oratória através de Oficinas de Televisão. Programa Assunto de Gente Grande Possibilitando novas formas de pesquisa, leitura e oratória através de Oficinas de Televisão. Programa Assunto de Gente Grande Educação Integral e Programa Mais Cultura nas Escolas ESCOLA MUNICIPAL DE

Leia mais

Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio

Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio Um projeto para discutir Direitos Humanos necessariamente tem que desafiar à criatividade, a reflexão, a crítica, pesquisando, discutindo e analisando

Leia mais

Profa. Ma. Andrea Morás. Unidade I

Profa. Ma. Andrea Morás. Unidade I Profa. Ma. Andrea Morás Unidade I COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL Comunicação empresarial Definição: Compreende um conjunto complexo de atividades, ações, estratégias, produtos e processos desenvolvidos para reforçar

Leia mais

MEDIA TRAINING. Manual para TREINAMENTO

MEDIA TRAINING. Manual para TREINAMENTO MEDIA TRAINING Manual para TREINAMENTO Parabéns! Você foi escolhido por sua empresa para seu porta-voz oficial. Ser um porta-voz é uma grande responsabilidade, pois todas as vezes em que a empresa tiver

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA PARA CADASTRO E SELEÇÃO DE OBRAS AUDIOVISUAIS BRASILEIRAS

CHAMADA PÚBLICA PARA CADASTRO E SELEÇÃO DE OBRAS AUDIOVISUAIS BRASILEIRAS CHAMADA PÚBLICA PARA CADASTRO E SELEÇÃO DE OBRAS AUDIOVISUAIS BRASILEIRAS 1. Sobre a Sétima A SÉTIMA quer ajudar os realizadores, artistas, coletivos de audiovisual, distribuidoras e produtoras, que não

Leia mais

Guerra dos Mundos em São Luís 1

Guerra dos Mundos em São Luís 1 Guerra dos Mundos em São Luís 1 Ana Paula Silva de SOUSA 2 Dara de Sousa SANTOS 3 Silvanir Fernandes da SIVA 4 Polyana AMORIM 5 Universidade Federal do Maranhão, MA RESUMO O documentário Guerra dos Mundos

Leia mais

Sua Escola, Nossa Escola

Sua Escola, Nossa Escola Sua Escola, Nossa Escola Episódio: Andréa Natália e o Ensino na Fronteira Ponta Porã Resumo Esse vídeo integra a série Sua Escola, Nossa Escola, composta por dezessete programas, os quais mostram experiências

Leia mais

PORTARIA Nº 123 DE 28 DE JULHO DE

PORTARIA Nº 123 DE 28 DE JULHO DE PORTARIA Nº 123 DE 28 DE JULHO DE 2006. O Presidente, Substituto, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP, no uso de suas atribuições, tendo em vista a Lei nº 10.861,

Leia mais

PRODUÇÕES AUDIOVISUAIS COMO UM PRODUTO DE INCENTIVO A FAVOR DAS ENTIDADES DA TV COMUNITÁRIA

PRODUÇÕES AUDIOVISUAIS COMO UM PRODUTO DE INCENTIVO A FAVOR DAS ENTIDADES DA TV COMUNITÁRIA 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( X ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA PRODUÇÕES AUDIOVISUAIS COMO UM

Leia mais

Radionovela para e com deficientes visuais 1

Radionovela para e com deficientes visuais 1 Radionovela para e com deficientes visuais 1 Gabriela Rodrigues Pereira CAPPELLINI 2 Raquel PELLEGRINI 3 Christian GODOI 4 Centro Universitário do Monte Serrat, Santos, SP RESUMO Narrar histórias a deficientes

Leia mais

PARA TODOS: MEU ROTEIRO DE INCLUSÃO CONCURSO ESPORTE. Regulamento

PARA TODOS: MEU ROTEIRO DE INCLUSÃO CONCURSO ESPORTE. Regulamento Regulamento O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), da Diretoria de Formulação de Conteúdos Educacionais, da Coordenação Geral de Mídias e Conteúdos Digitais e da TV

Leia mais

FAZENDO RÁDIO NA ESCOLA: A IMPLANTAÇÃO DA RÁDIO BEATRIZ

FAZENDO RÁDIO NA ESCOLA: A IMPLANTAÇÃO DA RÁDIO BEATRIZ FAZENDO RÁDIO NA ESCOLA: A IMPLANTAÇÃO DA RÁDIO BEATRIZ Giselle Gomes Tiscoski, Marcos Franzoni Acadêmicos do Curso de Jornalismo da UFSC Maria José Baldessar, Ms. Professora do Departamento de Jornalismo

Leia mais

PERÍODO/ DATA EVENTO LOCAL 29 de novembro de 2014 Publicação da portaria Diário Oficial do Estado. 01 de dezembro de 2014 Divulgação do regulamento

PERÍODO/ DATA EVENTO LOCAL 29 de novembro de 2014 Publicação da portaria Diário Oficial do Estado. 01 de dezembro de 2014 Divulgação do regulamento PORTARIA SEE Nº 5840 DE 28 DE NOVEMBRO DE 2014 O SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES em exercício, no uso de suas atribuições, por intermédio da Secretaria Executiva de Desenvolvimento da Educação, considerando

Leia mais

PROGRAMA RADIOFÔNICO INFANTIL

PROGRAMA RADIOFÔNICO INFANTIL PROGRAMA RADIOFÔNICO INFANTIL A FORMAÇÃO DO LEITOR E O PROTAGONISMO INFANTO-JUVENIL ATRAVÉS DO RÁDIO Área de implantação: Rádio comunidade Friburgo 104,9FM Responsável: Fernanda de Azevedo milanez Telefone:

Leia mais

PROGRAMA FALANDO EM POLÍTICA 1

PROGRAMA FALANDO EM POLÍTICA 1 PROGRAMA FALANDO EM POLÍTICA 1 Juliane Cintra de Oliveira 2 Antônio Francisco Magnoni 2 RESUMO Criado em 2007, o Programa Falando de Política é um projeto de experimentação e extensão cultural em radiojornalismo,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Página 1 de 8 PRÓ-REITORIA DE GESTÃO DE PESSOAS COMISSÃO DO CONCURSO PÚBLICO ESPELHO DA PROVA

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Página 1 de 8 PRÓ-REITORIA DE GESTÃO DE PESSOAS COMISSÃO DO CONCURSO PÚBLICO ESPELHO DA PROVA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Página 1 de 8 CONCURSO PÚBLICO 2012 - PROVIMENTO DE CARGOS TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS CATEGORIA: REDATOR DE TV ESPELHO DA PROVA QUESTÃO 01 Redija uma nota coberta para telejornal

Leia mais

2. CAIXA DE FERRAMENTAS - CHEGANDO A REDAÇÃO

2. CAIXA DE FERRAMENTAS - CHEGANDO A REDAÇÃO SUMÁRIO INTRODUÇÃO 15 Para que serve este Livro 17 Como usar este livro 1. PARA ENTENDER A PROFISSÃO 23 O que é preciso para ter sucesso na profissão 23 TALENTO - Como saber se você tem 24 CONHECIMENTO-Como

Leia mais

1 EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM A GALINHA RUIVA. Guia Didático do Objeto Educacional Digital

1 EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM A GALINHA RUIVA. Guia Didático do Objeto Educacional Digital Guia Didático do Objeto Educacional Digital LINGUAGEM 1 EDUCAÇÃO INFANTIL A GALINHA RUIVA Este Objeto Educacional Digital (OED) está relacionado ao tema da Unidade 3 do Livro do Aluno. LINGUAGEM A GALINHA

Leia mais

A essa altura, você deve estar se perguntando qual é a diferença entre cinema e vídeo, audiovisual e multimídia, não é mesmo?

A essa altura, você deve estar se perguntando qual é a diferença entre cinema e vídeo, audiovisual e multimídia, não é mesmo? Pré-Vestibular Social Grupo SOA Suporte à Orientação Acadêmica Ela faz cinema Ela faz cinema Ela é demais (Chico Buarque) CINEMA Chegou o momento de escolher um curso. Diante de tantas carreiras e faculdades

Leia mais

Docência Multimídia - Produzindo Materiais Didáticos Audiovisuais 1

Docência Multimídia - Produzindo Materiais Didáticos Audiovisuais 1 Docência Multimídia - Produzindo Materiais Didáticos Audiovisuais 1 Marlene Aparecida dos Reis 2 Márcio Henrique Melo de Andrade 3 Renata Kelly Souza Araújo 4 Resumo O workshop Docência Multimídia - Produzindo

Leia mais

ROTINAS DE PRODUÇÃO JORNALÍSTICA NO SITE PORTAL COMUNITÁRIO

ROTINAS DE PRODUÇÃO JORNALÍSTICA NO SITE PORTAL COMUNITÁRIO 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) (X ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO (

Leia mais

3.1. MOSTRA ESTUDANTIL

3.1. MOSTRA ESTUDANTIL REGULAMENTO 2015 1 - O EVENTO O 14º Festival Nacional de Cinema Estudantil de Guaíba / RS, o CinestudantilGuaíba acontece de 20 a 29 de novembro de 2015, em Guaíba, Rio Grande do Sul. O evento tem por

Leia mais

UMA CÂMERA OU CELULAR NA MÃO E UMA IDEIA NA CABEÇA: TRABALHANDO O GÊNERO DOCUMENTÁRIO EM SALA DE AULA

UMA CÂMERA OU CELULAR NA MÃO E UMA IDEIA NA CABEÇA: TRABALHANDO O GÊNERO DOCUMENTÁRIO EM SALA DE AULA UMA CÂMERA OU CELULAR NA MÃO E UMA IDEIA NA CABEÇA: TRABALHANDO O GÊNERO DOCUMENTÁRIO EM SALA DE AULA Wanda Patrícia de Sousa Gaudêncio (UFPB/PROFLETRAS) wandapatricia@evl.com.br Sandra Regina Pereira

Leia mais

TÍTULO / TÍTULO: A DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA AUDIOVISUAL ENTRE O TELEJORNALISMO E O CINEMA

TÍTULO / TÍTULO: A DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA AUDIOVISUAL ENTRE O TELEJORNALISMO E O CINEMA TÍTULO / TÍTULO: A DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA AUDIOVISUAL ENTRE O TELEJORNALISMO E O CINEMA AUTOR / AUTOR: Iara Cardoso INSTITUIÇÃO / INSTITUCIÓN: Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) Unicamp,

Leia mais

Vinheta Sala de Cinema 1. Felipe Bruno 2 Graciene Silva de SIQUEIRA 3 Universidade Federal do Amazonas, Parintins, AM

Vinheta Sala de Cinema 1. Felipe Bruno 2 Graciene Silva de SIQUEIRA 3 Universidade Federal do Amazonas, Parintins, AM Vinheta Sala de Cinema 1 Felipe Bruno 2 Graciene Silva de SIQUEIRA 3 Universidade Federal do Amazonas, Parintins, AM RESUMO Esse trabalho surgiu a partir das atividades de um projeto de extensão (Pibex)

Leia mais

A pauta é o material preparado pelo jornalista que tem como objetivo reunir o maior número de informações a respeito de um tema que deve se tornar

A pauta é o material preparado pelo jornalista que tem como objetivo reunir o maior número de informações a respeito de um tema que deve se tornar A pauta é o material preparado pelo jornalista que tem como objetivo reunir o maior número de informações a respeito de um tema que deve se tornar uma futura reportagem. Um resumo dos acontecimentos ;

Leia mais

Comunicação social Jornalismo, Relações Públicas, Assessoria e Comunicação de Marketing.

Comunicação social Jornalismo, Relações Públicas, Assessoria e Comunicação de Marketing. Comunicação social Comunicação social A Comunicação Social é um campo de conhecimento académico que estuda a comunicação humana e as questões que envolvem a interação entre os sujeitos em sociedade. Os

Leia mais

Pós-Produção. Prof. Adriano Portela

Pós-Produção. Prof. Adriano Portela Pós-Produção Prof. Adriano Portela Pós-Produção A pós-produção pode ser o aspecto menos compreendido pelo produtor. É nessa fase que as cenas e o áudio são editados e mixados para criar uma obra coerente

Leia mais

Atividades. Caro professor, cara professora,

Atividades. Caro professor, cara professora, Atividades Caro professor, cara professora, Apresentamos mais uma nova proposta de atividade sobre alguns dos temas abordados pelo programa Escravo, nem pensar!, da ONG Repórter Brasil*. Ela inaugura a

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE COMUNICAÇÃO, TURISMO E ARTES Coordenação de Jornalismo

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE COMUNICAÇÃO, TURISMO E ARTES Coordenação de Jornalismo UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE COMUNICAÇÃO, TURISMO E ARTES Coordenação de Jornalismo REGIMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM JORNALISMO Capítulo I Da concepção de estágio O Estágio visa oportunizar

Leia mais

:: C A N A L B A N D N E W S ::

:: C A N A L B A N D N E W S :: :: TABELA DE PREÇOS :: JANEIRO JANEIRO 2013 2011 :: C A N A L B A N D N E W S :: SKY, NET, Claro TV, Oi Tv e independentes, alcança mais de 10.800.000 assinantes. SEXO 4 IDADE CLASSE SOCIAL DIA INÍCIO

Leia mais

RESOLUÇÃO UnC-CONSUN 015/2010

RESOLUÇÃO UnC-CONSUN 015/2010 RESOLUÇÃO UnC-CONSUN 015/2010 Dispõe sobre a aprovação, ad referendum do CONSUN, da alteração do Curso Superior de Tecnologia em Logística, oferecido na modalidade à distância. O Presidente do Conselho

Leia mais

12 Guia prático de história oral

12 Guia prático de história oral parte i Fundamentos 12 Guia prático de história oral 1. TEMA Ao longo dos últimos anos, muitas abordagens se somam à chamada história oral, termo, contudo pouco explicado e confundido com gravações de

Leia mais

Pós-Graduação em Produção Audiovisual

Pós-Graduação em Produção Audiovisual Produção Audiovisual Pós-Graduação em Produção Audiovisual Aula Inaugural - 28 de abril de 2015 Aulas aos sábados, das 8h às 15h Valor do curso: R$ 15.698,00 À vista com desconto: R$ 14.913,00 Consultar

Leia mais

REGULAMENTO CONCURSO CULTURAL MINIMETRAGEM 2010

REGULAMENTO CONCURSO CULTURAL MINIMETRAGEM 2010 REGULAMENTO CONCURSO CULTURAL MINIMETRAGEM 2010 1. O presente regulamento tem por objeto a abertura do Concurso Cultural MiniMetragem 2010, que visa incentivar a pesquisa de idéias, conceitos, estética,

Leia mais

CRIANÇAS E FILMES: HÁBITOS E PRODUÇÃO DE SENTIDOS

CRIANÇAS E FILMES: HÁBITOS E PRODUÇÃO DE SENTIDOS CTCH Centro de Teologia e Ciências Humanas CRIANÇAS E FILMES: HÁBITOS E PRODUÇÃO DE SENTIDOS Cíntia dos Santos Gomes, 1 Rosália Maria Duarte. 2 Departamento de Educação PUC-RIO 2007 1 Aluno de Graduação

Leia mais

5 Apresentação do método de avaliação de desempenho aplicado ao Programa TV Digital para as Áreas Rurais

5 Apresentação do método de avaliação de desempenho aplicado ao Programa TV Digital para as Áreas Rurais 5 Apresentação do método de avaliação de desempenho aplicado ao Programa TV Digital para as Áreas Rurais 5.1 A Rede Globo A Rede Globo é uma das maiores redes de televisão do mundo, com milhões de espectadores

Leia mais

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL (Publicidade e Propaganda)

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL (Publicidade e Propaganda) CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL (Publicidade e Propaganda) NÚCLEO DE TECNOLOGIA E COMUNICAÇÃO FACULDADE DA CIDADE DE MACEIÓ Regulamento de Funcionamento do Laboratório de Comunicação I INTRODUÇÃO: O Núcleo

Leia mais

Associação Comercial e Empresarial de São João da Boa Vista

Associação Comercial e Empresarial de São João da Boa Vista Programa de Treinamento Contínuo Baseado nos Dvds Commit para Associação Comercial e Empresarial de São João da Boa Vista Introdução: Um programa de treinamento bem estruturado, além de qualificar os funcionários,

Leia mais

Missão. Objetivo Geral

Missão. Objetivo Geral SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO Curso: CINEMA E AUDIOVISUAL Missão O Curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Estácio de Sá tem como missão formar um profissional humanista, com perfil técnico e artístico

Leia mais

Produzir para TV. Descrição das Atividades do Processo Produzir para TV

Produzir para TV. Descrição das Atividades do Processo Produzir para TV Produzir para TV Descrição das Atividades do Processo Produzir para TV 2 de 19 Conteúdo 1. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL... 4 2. DESCRITIVO DO PROCESSO... 5 2.1 ENTRADAS/INSUMOS... 6 2.2 SAÍDAS PRODUTOS/SERVIÇOS...

Leia mais

Projeto Rede Cidadania e Qualidade de Vida FIOCRUZ/MinC. Relatório Devolutivo 22 a 23/09/2014 Jacundá - PA

Projeto Rede Cidadania e Qualidade de Vida FIOCRUZ/MinC. Relatório Devolutivo 22 a 23/09/2014 Jacundá - PA Projeto Rede Cidadania e Qualidade de Vida FIOCRUZ/MinC Relatório Devolutivo 22 a 23/09/2014 Jacundá - PA Programa CEU - Centro de Artes e Esportes Unificados Projeto Rede Cidadania e Qualidade de Vida

Leia mais

Filmes com muitas vontades

Filmes com muitas vontades Filmes com muitas vontades Clarisse Alvarenga Desde a década de 1970, vêm sendo empreendidas algumas tentativas ainda autorais e incipientes, partindo de cineastas brasileiros, como Andrea Tonacci e Aluysio

Leia mais

Pronac Nº 1111032 Você em Cenna é um concurso cultural que irá eleger atores e atrizes amadores de todo o país, que enviarão vídeos de suas performances para votação popular e de júri especializado. Os

Leia mais

REGULAMENTO DA SELEÇÃO DE EMPRESAS PARTICIPANTES DO EU EMPRESÁRIO SEBRAE 2013

REGULAMENTO DA SELEÇÃO DE EMPRESAS PARTICIPANTES DO EU EMPRESÁRIO SEBRAE 2013 REGULAMENTO DA SELEÇÃO DE EMPRESAS PARTICIPANTES DO EU EMPRESÁRIO SEBRAE 2013 1. Objeto e prazo da seleção de empresas 1.1. O presente Regulamento tem por objeto a seleção de micro, pequenas empresas e

Leia mais

Percursos da pesquisa de campo: as rodas de conversas e a caracterização dos jovens e seus contextos

Percursos da pesquisa de campo: as rodas de conversas e a caracterização dos jovens e seus contextos 44 5. Percursos da pesquisa de campo: as rodas de conversas e a caracterização dos jovens e seus contextos As rodas de conversa tiveram como proposta convidar os participantes a debater o tema da violência

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Decanato Acadêmico

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Decanato Acadêmico Unidade Universitária: 042 CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS Curso: 42501 Jornalismo Disciplina: Jornalismo Audiovisual Núcleo Temático: Formação profissional Aplicação processual Prática laboratorial Código

Leia mais

Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano

Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano SANTANA, Ludmylla Siqueira 1 RIBEIRO, José Pedro Machado 2 SOUZA, Roberto Barcelos 2

Leia mais

CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA PRODUZIR VÍDEOS PARA AS INICITAIVAS DE CONSERVAÇÃO DA THE NATURE CONSERVANCY,

CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA PRODUZIR VÍDEOS PARA AS INICITAIVAS DE CONSERVAÇÃO DA THE NATURE CONSERVANCY, Termo de Referência CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA PRODUZIR VÍDEOS PARA AS INICITAIVAS DE CONSERVAÇÃO DA THE NATURE CONSERVANCY, EM SÃO FÉLIX DO XINGU, NO ESTADO DO PARÁ. INTRODUÇÃO E CONTEXTO A The Nature

Leia mais

Intercom Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação XVI Prêmio Expocom 2009 Exposição da Pesquisa Experimental em Comunicação

Intercom Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação XVI Prêmio Expocom 2009 Exposição da Pesquisa Experimental em Comunicação Programa Repórter Júnior 1 Guilherme Morales Rivaroli 2 Adriano Gomes 3 Bruno Melo 4 Gustavo Guilherme da Matta Caetano Lopes 5 Faculdade Internacional de Curitiba, Facinter. RESUMO No ano de 2008, os

Leia mais

COMO TORNAR O ESTUDO E A APRENDIZAGEM MAIS EFICAZES

COMO TORNAR O ESTUDO E A APRENDIZAGEM MAIS EFICAZES COMO TORNAR O ESTUDO E A APRENDIZAGEM MAIS EFICAZES 1 Eficácia nos estudos 2 Anotação 2.1 Anotações corridas 2.2 Anotações esquemáticas 2.3 Anotações resumidas 3 Sublinha 4 Vocabulário 5 Seminário 1 EFICÁCIA

Leia mais

MÍDIA FJU - A VOZ DA FORÇA JOVEM

MÍDIA FJU - A VOZ DA FORÇA JOVEM P R O J E T O ANO 2015 MÍDIA FJU - A VOZ DA FORÇA JOVEM #QUEMSOMOS O MÍDIA FJU é o projeto da Força Jovem Universal responsável por divulgar e fazer conhecido tudo o que acontece na FJU, tanto para o público

Leia mais