PROVA ESPECÍFICA Cargo 88

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROVA ESPECÍFICA Cargo 88"

Transcrição

1 11 PROVA ESPECÍFICA Cargo 88 QUESTÃO 26 Em um processo de transição demográfica, é CORRETO afirmar: a) A taxa de natalidade aumenta. b) O envelhecimento da população diminui. c) A mortalidade de crianças e adultos jovens aumenta. d) A proporção de adultos aumenta em relação à proporção de crianças. QUESTÃO 27 A exposição ocupacional por agrotóxicos pode deixar um contingente de pessoas intoxicado, principalmente em trabalhadores que fazem parte dos seguintes segmentos, EXCETO: a) SUS. b) Pecuária. c) Tornearia. d) Agricultura. QUESTÃO 28 Em relação às doenças infecciosas e parasitárias (DIP), é correto afirmar, EXCETO: a) Não existem doenças infecciosas de notificação compulsória. b) O comportamento das DIP vem mudando ao longo das décadas. c) A cólera é uma doença intestinal aguda e apresenta casos assintomáticos. d) As medidas de controle do meio ambiente contribuem com o declínio das DIP. QUESTÃO 29 Considerando as tendências da evolução temporal na transição epidemiológica brasileira da mortalidade proporcional por doenças infecciosas e parasitárias, neoplasias, doenças do aparelho circulatório e causas externas, é correto afirmar, EXCETO: a) Os óbitos por causas externas vêm aumentando nas ultimas décadas. b) Os óbitos por neoplasias aumentaram a partir da década de 1940, mas, hoje, estão em declínio. c) Até o início da década de 1960, as doenças infecciosas e parasitárias eram a principal causa de óbitos. d) A partir de meados da década de 1960, as doenças do aparelho circulatório passaram a ser a principal causa de óbitos.

2 12 QUESTÃO 30 A inclusão de doenças na lista nacional de notificação compulsória é decidida mediante a consideração de critérios, entre eles estão incluídos, EXCETO: a) a inexistência de sigilo, expressa no interesse coletivo. b) a magnitude, expressa pela freqüência elevada da doença. c) a vulnerabilidade, expressa pelos instrumentos de prevenção e controle. d) o potencial de disseminação, expresso pela transmissibilidade da doença. QUESTÃO 31 De acordo com a Portaria nº 5, de 21 de fevereiro de 2006, da Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, que inclui doenças e agravos na relação nacional de notificação compulsória, fazem parte da lista nacional de doenças e agravos de notificação compulsória, EXCETO: a) Botulismo, Cólera e Coqueluche. b) Catapora, Caxumba e Helmintíases. c) Peste, Poliomielite e Raiva Humana. d) Carbúnculo, Eventos Adversos Pós-Vacinação e Hanseníase. QUESTÃO 32 Na Portaria do Ministério da Saúde Nº 518/2004, que estabelece os procedimentos e responsabilidades relativas ao controle e vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade, e dá outras providências, são deveres e responsabilidades das Secretárias Municipais de Saúde, EXCETO: a) auditar o controle da qualidade da água produzida e distribuída e as práticas operacionais adotadas. b) estabelecer as referências laboratoriais municipais para dar suporte às ações de vigilância da qualidade da água para consumo humano. c) manter e controlar a qualidade da água produzida e distribuída, por meio de controle operacional das unidades de captação, adução, tratamento, reservação e distribuição. d) exercer a vigilância da qualidade da água em sua área de competência, em articulação com os responsáveis pelo controle de qualidade da água, de acordo com as diretrizes do SUS.

3 13 QUESTÃO 33 A destinação inadequada dos esgotos sanitários em cursos d água ou a céu aberto polui o meio ambiente, além de agredir a saúde da população. É correto afirmar que as doenças abaixo listadas estão relacionadas à destinação final inadequada de esgotos sanitários, EXCETO: a) Cólera. b) Diarréias. c) Hepatite C. d) Esquistossomose. QUESTÃO 34 A drenagem urbana tem sido dificultada pela impermeabilização excessiva do solo e pela ocupação inadequada de encostas e fundos de vales, favorecendo o aparecimento de doenças. Na lista abaixo, marque a doença diretamente relacionada às enchentes urbanas: a) Cisticercose. b) Leptospirose. c) Leishmaniose. d) Doença de Chagas. QUESTÃO 35 O destino inadequado do lixo resultante das atividades humanas é responsável direto por problemas sociais, ambientais e sanitários, portanto, é correto afirmar, EXCETO: a) Os gases emitidos como, por exemplo, as dioxinas, são tóxicos, além de apresentarem mau cheiro. b) Acondicionamento inadequado favorece a presença de vetores e reservatórios de doenças transmissíveis. c) A destinação inadequada acarreta problemas estéticos, de odor e sociais, com a presença de catadores nos lixões. d) Projetos de coleta seletiva para reciclagem de materiais são educativos, mas não reduzem a quantidade de lixo que poderia aumentar a vida útil dos aterros.

4 14 QUESTÃO 36 A Resolução Nº 358/2005, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), que dispõe sobre o tratamento e a disposição final dos resíduos dos serviços de saúde e dá outras providências, aplica-se a diferentes fontes geradoras de Resíduos de Serviços de Saúde, EXCETO: a) drogarias e farmácias. b) indústrias de produtos para a saúde. c) unidades móveis de atendimento à saúde. d) serviços de medicina legal, necrotérios e funerárias. QUESTÃO 37 O uso inadequado de agrotóxicos para o controle de vetores e para a agricultura tem causado impactos no meio ambiente e ocasionado doenças e agravos à saúde. Abaixo estão listados doenças e agravos à saúde relacionados ao uso inadequado de agrotóxicos, EXCETO: a) dermatoses e câncer. b) doenças pulmonares e anemia. c) doenças infecciosas e contagiosas. d) distúrbios do fígado e lesões renais. QUESTÃO 38 Para o cálculo da prevalência, conceito epidemiológico fundamental, é necessário estimar para uma determinada população e em um dado momento: a) freqüência de casos novos de uma determinada doença. b) freqüência de casos existentes de uma determinada doença. c) freqüência de casos novos e confirmados de uma determinada doença. d) freqüência de casos diagnosticados e tratados de uma determinada doença. QUESTÃO 39 A incidência de casos de uma determinada doença ou problema de saúde, de uma dada população, durante um período de tempo específico, é: a) a freqüência de casos novos. b) a proporção que representa o risco de uma doença ou agravo. c) a incidência acumulada ou a razão entre duas proporções complementares. d) a proporção de um individuo não morrer ou desenvolver determinada doença.

5 15 QUESTÃO 40 De acordo com o Banco Mundial, fazem parte da lista de estimativas dos impactos de doenças devido à falta de saneamento, que acarreta a precariedade do ambiente doméstico nos países em desenvolvimento, EXCETO: a) Diarréia. b) Verminoses. c) Tuberculose. d) Doenças tropicais. QUESTÃO 41 Como referência aos tipos de dados necessários ao desenvolvimento de sistemas de vigilância, é correto citar, EXCETO: a) dados de custos. b) dados demográficos. c) dados de morbidade. d) dados de mortalidade. QUESTÃO 42 A vigilância sanitária tem a incumbência de fiscalizar e registrar o uso de medicamentos e similares em nosso País. Em relação a esse tema, é CORRETO afirmar: a) A comercialização do medicamento pode ocorrer antes do seu registro. b) A obtenção de registro para comercialização do medicamento não atesta sua eficácia. c) O processo de fabricação de medicamentos não necessita de inspeção sanitária para registro. d) O uso de medicamento sem registro expedido pelo Ministério da Saúde não implica riscos.

6 16 QUESTÃO 43 Os indicadores de Saúde têm como objetivo, dentre outros, prover dados necessários ao planejamento e à avaliação dos serviços de saúde. Em relação a esse tema, é CORRETO afirmar: a) A proporção de óbitos por causas mal definidas pode ser usada como indicador da qualidade das informações sobre mortalidade. b) O indicador razão de mortalidade proporcional é a proporção de óbitos de indivíduos com 29 anos de idade ou mais, em relação ao total de óbitos. c) A razão de morbidade por doenças infecciosas e parasitárias (DIP) é proposta pela Organização Mundial de Saúde como um indicador de qualidade de vida. d) O coeficiente de mortalidade infantil é uma taxa que estima o risco de morte, registrando os óbitos em crianças menores de cinco anos em determinado local e período. QUESTÃO 44 Um estudo ecológico pode ser caracterizado por: a) ser um estudo transversal, em que as informações são obtidas e analisadas no nível individual. b) ser um estudo de indivíduos sem a doença de interesse e classificado em grupos segundo o grau de exposição a um possível fator de risco. c) ser um estudo de observação direta dos indivíduos de uma população com informações referenciadas ao mesmo momento. d) ser um estudo no qual a unidade de análise é uma população que, geralmente, pertence a uma área geográfica definida. QUESTÃO 45 Entre as vantagens de estudos caso-controle, é CORRETO afirmar: a) não são relativamente baratos. b) não são úteis para estudo de doença rara. c) são relativamente demorados. d) são suscetíveis a viés de seleção. QUESTÃO 46 A análise bivariada é adequada quando: a) há necessidade de testar duas hipóteses. b) as análises univariada e multivariada são suficientes. c) duas variáveis independentes estão sendo investigadas. d) há necessidade da repetição de um experimento mais de uma vez.

7 17 QUESTÃO 47 Viés de seleção são distorções nos resultados de um estudo epidemiológico decorrentes dos procedimentos utilizados para a seleção dos participantes e/ou de fatores que influenciam a participação no estudo. São vieses de seleção, EXCETO: a) viés de sobrevida seletiva. b) perda seletiva de segmento. c) efeito do trabalhador saudável. d) viés de suspeição da exposição. QUESTÃO 48 Em um roteiro da investigação de caso, a busca ativa de casos tem como propósito identificar casos adicionais ainda não notificados, ou aqueles oligossintomáticos que não buscam atenção médica, e visa, EXCETO: a) tratamento adequado dos casos. b) determinar o período de incubação do agente. c) determinar a magnitude e extensão do evento. d) ampliação do espectro das medidas de controle. QUESTÃO 49 São funções da vigilância epidemiológica, EXCETO: a) análise e interpretação dos dados processados. b) coleta e processamento de dados e informações. c) recomendação de medidas de controle apropriadas. d) desenvolvimento de tecnologias para a produção de vacinas e insumos. QUESTÃO 50 Surto de uma doença é: a) tipo de epidemia em que os casos se restringem a uma área geográfica pequena e bem delimitada ou uma população institucionalizada. b) casos seqüenciais que ocorrem em uma rota de transmissão facilmente identificada, sendo também denominada pandemia. c) seqüência de casos de uma doença, relacionados ou não entre si e delimitados em uma área de grande abrangência geográfica. d) número de casos que ocorreram num intervalo de tempo inferior a um ano, podendo ou não estar relacionados entre si.

8 18 ATENÇÃO COM SUA ESCRITA HABITUAL, TRANSCREVA, PARA O ESPAÇO RESERVADO PELA COMISSÃO, NA FOLHA DE RESPOSTAS, A SEGUINTE FRASE: Responsabilidade social: é prioritário que todas as empresas sejam responsáveis pelo bem-estar de sua comunidade.

Vigilância Epidemiológica. Profa. Rachel Sindeaux

Vigilância Epidemiológica. Profa. Rachel Sindeaux Vigilância Epidemiológica Profa. Rachel Sindeaux Vigilância Atividade contínua, permanente e sistemática; Foco para resultados inespecíficos para obtenção de metas; Utilização de dados relacionados com

Leia mais

UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico

UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico 1. Assunto: Indicadores epidemiológicos, de morbidade: incidência, prevalência, taxa de ataque e taxa de ataque secundária..

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 35. Entende-se por comportamento endêmico de uma doença quando:

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 35. Entende-se por comportamento endêmico de uma doença quando: 8 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 35 QUESTÃO 17 Entende-se por comportamento endêmico de uma doença quando: a) apresenta uma variação sazonal bem definida. b) ocorre em grande número de países

Leia mais

Nota Informativa 06/10/2015

Nota Informativa 06/10/2015 Secretaria Municipal de Saúde - Diretoria de Vigilância em Saúde Gerência de Vigilância Epidemiológica Prezados Colegas. Considerando a Portaria MS/GM nº 1.271, de 6 de junho de 2014, que define a Lista

Leia mais

Definição de saúde. Os animais não são máquinas, são seres sencientes

Definição de saúde. Os animais não são máquinas, são seres sencientes Definição de saúde Saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não simplesmente a ausência de doenças (Organização Mundial da Saúde) Definição de saúde Os animais não são máquinas,

Leia mais

6.1.1 Para se inscrever, o candidato pagará a taxa de inscrição fixada de acordo com o quadro abaixo:

6.1.1 Para se inscrever, o candidato pagará a taxa de inscrição fixada de acordo com o quadro abaixo: A Comissão Executiva do Concurso informa, por meio deste, que ficam RETIFICADOS, os seguintes itens do Edital, que passam a contar com a seguinte redação: 6.1.1 Para se inscrever, o candidato pagará a

Leia mais

CAPACITAÇÃO AGENTE COMUNITÁRIOS

CAPACITAÇÃO AGENTE COMUNITÁRIOS CAPACITAÇÃO AGENTE COMUNITÁRIOS Prefeitura Municipal de Corumbá Paulo Roberto Duarte Secretária Municipal de Saúde Dinaci Vieira Ranzi Gerência de Vigilância em Saúde Viviane Campos Ametlla Coordenação

Leia mais

A Epidemiologia Descritiva

A Epidemiologia Descritiva A Epidemiologia Descritiva A Epidemiologia no seu processo descritivo estuda a distribuição de frequências das doenças e dos agravos à saúde coletiva em função das variáveis ligadas ao tempo, ao espaço

Leia mais

Unidade: Medidas de Frequência de Doenças e Indicadores de Saúde em Epidemiologia. Unidade I:

Unidade: Medidas de Frequência de Doenças e Indicadores de Saúde em Epidemiologia. Unidade I: Unidade: Medidas de Frequência de Doenças e Indicadores de Saúde em Epidemiologia Unidade I: 0 Unidade: Medidas de Frequência de Doenças e Indicadores de Saúde em Epidemiologia Introdução Existem evidências

Leia mais

Alteração da tipologia do indicador passando a ser específico para municípios (o Sistema SISPACTO terá procedimentos ambulatoriais de média

Alteração da tipologia do indicador passando a ser específico para municípios (o Sistema SISPACTO terá procedimentos ambulatoriais de média Alterações das Fichas de Qualificação dos Indicadores a serem incorporados na 2ª Edição do Caderno de Diretrizes, Objetivos, Metas e Indicadores 2013-2015 Quadro/Indicador Campo da Ficha de Qualificação

Leia mais

ESCOLA ESTADUAL EDGAR BARBOSA OFICINA: QUÍMICA AMBIENTAL E RECICLAGEM NATAL/RN 2013

ESCOLA ESTADUAL EDGAR BARBOSA OFICINA: QUÍMICA AMBIENTAL E RECICLAGEM NATAL/RN 2013 ESCOLA ESTADUAL EDGAR BARBOSA OFICINA: QUÍMICA AMBIENTAL E RECICLAGEM NATAL/RN 2013 LIXO 2º ENCONTRO OBJETIVO: Relatar a composição química do lixo e os prováveis danos causados, além de discutir principais

Leia mais

MEDIDAS DE FREQUÊNCIA DE EVENTOS Aula 6

MEDIDAS DE FREQUÊNCIA DE EVENTOS Aula 6 MEDIDAS DE FREQUÊNCIA DE EVENTOS Aula 6 MEDIDA DA OCORRÊNCIA DE EVENTOS COMO DOENÇAS, AGRAVOS À SAÚDE (ACIDENTES, VIOLÊNCIAS) E MORTES. Exemplo: número de pessoas que apresentaram uma dada doença num certo

Leia mais

PORTARIA Nº. 5, DE 21 DE FEVEREIRO DE 2006.

PORTARIA Nº. 5, DE 21 DE FEVEREIRO DE 2006. PORTARIA Nº. 5, DE 21 DE FEVEREIRO DE 2006. Inclui doenças na relação nacional de notificação compulsória, define doenças de notificação imediata, relação dos resultados laboratoriais que devem ser notificados

Leia mais

Indicadores de Saúde Prevalência e incidência

Indicadores de Saúde Prevalência e incidência PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS Escola de Ciências Agrárias e Biológicas Epidemiologia e Saúde Pública Indicadores de Saúde Prevalência e incidência Prof. Msc. Macks Wendhell a) Calcule a taxa

Leia mais

CURSO DE FARMÁCIA Reconhecido pela Portaria MEC nº 220 de , DOU de

CURSO DE FARMÁCIA Reconhecido pela Portaria MEC nº 220 de , DOU de CURSO DE FARMÁCIA Reconhecido pela Portaria MEC nº 220 de 01.11.12, DOU de 06.11.12 Componente Curricular: Epidemiologia Código: FAR-313 Pré-requisito: ----- Período Letivo: 2016.1 Professor: Sueli Andrade

Leia mais

DOENÇAS DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA

DOENÇAS DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA DOENÇAS DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA 29-212 VOLUME I DOENÇAS DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA 29-212 29-212 VOLUME I DIREÇÃO-GERAL DA SAÚDE LISBOA Março de 214 Portugal. Direção-Geral da Saúde. Direção de Serviços

Leia mais

Conceito de Ecoepidemiologia Prof. Claudia Witzel

Conceito de Ecoepidemiologia Prof. Claudia Witzel Conceito de Ecoepidemiologia Prof. Claudia Witzel Definição Os fenômenos estudados pela epidemiologia pertencem ao âmbito coletivo e, portanto, devem remeter ao social. Faz sentido pensar em algum processo

Leia mais

Medidas de freqüência

Medidas de freqüência Medidas de freqüência IESC/UFRJ Mestrado em Saúde Coletiva Especialização em Saúde Coletiva Modalidade Residência Professores: Pauline Lorena Kale e Antonio José Leal Costa 2009 Ocorrência de doença Medidas

Leia mais

Tipos de Estudos Epidemiológicos

Tipos de Estudos Epidemiológicos Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Ciências Agrárias e Biológicas Epidemiologia e Saúde Pública Tipos de Estudos Epidemiológicos Prof. Macks Wendhell Gonçalves Msc. Quando recorrer às

Leia mais

Indicadores de saúde Morbidade e mortalidade

Indicadores de saúde Morbidade e mortalidade Indicadores de saúde Morbidade e mortalidade Milene ZS Vosgerau Indicadores epidemiológicos A construção de indicadores de saúde é necessária para: analisar a situação atual de saúde; fazer comparações;

Leia mais

Transição demográfica

Transição demográfica Transição demográfica u Teoria da transição demográfica foi proposta considerando-se as relações entre crescimento populacional e desenvolvimento socioeconômico. u O desenvolvimento econômico e a modernização

Leia mais

aula 6: quantificação de eventos em saúde

aula 6: quantificação de eventos em saúde ACH-1043 Epidemiologia e Microbiologia aula 6: quantificação de eventos em saúde Helene Mariko Ueno papoula@usp.br Como quantificar eventos relacionados à saúde? O que medir? Como medir? Quando medir?

Leia mais

Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico

Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico 1. Vigilância, notificação, avaliação dos sistemas. 2 Indicadores epidemiológicos Indicadores em saúde coletiva, introdução

Leia mais

O conceito de vigilância na saúde pública: aspectos históricos

O conceito de vigilância na saúde pública: aspectos históricos O conceito de vigilância na saúde pública: aspectos históricos Prof. Dr. Antonio José Leal Costa IESC/UFRJ 2011 Hipócrates Relação entre saúde e ambiente Referência à importância da observação, coleta,

Leia mais

UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico. 1. Indicadores epidemiológicos, mortalidade e morbidade.

UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico. 1. Indicadores epidemiológicos, mortalidade e morbidade. UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico 1. Indicadores epidemiológicos, mortalidade e morbidade. 2. Exercícios gerais. 2.1 Estudos epidemiológicos coletivos.

Leia mais

ANEXO I - Situação da circulação do vírus Ebola.

ANEXO I - Situação da circulação do vírus Ebola. ANEXO I - Situação da circulação do vírus Ebola. ANEXO II Credenciamento/ Descredenciamento/Teto Financeiro. ANEXO III - Pactuação das metas para 2014 das diretrizes, objetivos e indicadores

Leia mais

EPIDEMIOLOGIA DESCRITIVA

EPIDEMIOLOGIA DESCRITIVA Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Ciências Agrárias e Biológicas EPIDEMIOLOGIA DESCRITIVA Prof. Macks Wendhell Gonçalves Msc Epidemiologia Descritiva Devem tentar responder 5 questões

Leia mais

VIGILÂNCIA EM SAÚDE. Gerência de Epidemiologia e Informação Secretaria Municipal de Saúde

VIGILÂNCIA EM SAÚDE. Gerência de Epidemiologia e Informação Secretaria Municipal de Saúde VIGILÂNCIA EM SAÚDE Gerência de Epidemiologia e Informação Secretaria Municipal de Saúde Gerência de Vigilância em Saúde e Informação 1) Gerência de Epidemiologia e Informação 2) Gerência de Saúde do Trabalhador

Leia mais

Surtos e epidemias: Diretrizes estaduais

Surtos e epidemias: Diretrizes estaduais Secretaria de Estado de Saúde Surtos e epidemias: Diretrizes estaduais Gilson Jácome dos Reis Coordenador do CIEVS-RJ PRESSUPOSTOS: Cenário epidemiológico Transição demográfica e epidemiológica Diminuição

Leia mais

Distrito Estadual de Fernando de Noronha Processo Seletivo Simplificado 2006 COMPONENTE 1

Distrito Estadual de Fernando de Noronha Processo Seletivo Simplificado 2006 COMPONENTE 1 COMPONENTE 1 Não consta, como propósito basilar da Portaria 1395/1999, do Ministério da Saúde, que aprova a Política Nacional do Idoso: A) a promoção do envelhecimento saudável. B) a manutenção e a melhoria,

Leia mais

Distrito Estadual de Fernando de Noronha Processo Seletivo Simplificado 2006 COMPONENTE 1

Distrito Estadual de Fernando de Noronha Processo Seletivo Simplificado 2006 COMPONENTE 1 COMPONENTE 1 Não consta, como propósito basilar da Portaria 1395/1999, do Ministério da Saúde, que aprova a Política Nacional do Idoso: A) a promoção do envelhecimento saudável. B) a manutenção e a melhoria,

Leia mais

PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS CASOS DE HEPATITE A NOTIFICADOS EM UM ESTADO NORDESTINO

PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS CASOS DE HEPATITE A NOTIFICADOS EM UM ESTADO NORDESTINO PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS CASOS DE HEPATITE A NOTIFICADOS EM UM ESTADO NORDESTINO Rayana Cruz de Souza; Universidade Federal da Paraíba; rayana_souza@hotmail.com Maira Ludna Duarte; Universidade Federal

Leia mais

Delineamentos de estudos. FACIMED Investigação científica II 5º período Professora Gracian Li Pereira

Delineamentos de estudos. FACIMED Investigação científica II 5º período Professora Gracian Li Pereira Delineamentos de estudos FACIMED 2012.1 Investigação científica II 5º período Professora Gracian Li Pereira Delineamentos de estudos Estudos descritivos Relato de caso Série de casos Transversal Ecológico

Leia mais

E I P D I EM E IO I L O OG O I G A

E I P D I EM E IO I L O OG O I G A EPIDEMIOLOGIA Parte - 02 PROFa. MSc. MARISE RAMOS DE SOUZA 1 - COLETA DE DADOS Coleta de Dados A VE desencadeia suas atividades a partir da ocorrência de um evento sanitário caso(s) suspeito(s) ou confirmado(s)

Leia mais

PORTARIA Nº 1.271, DE 6 DE JUNHO DE 2014

PORTARIA Nº 1.271, DE 6 DE JUNHO DE 2014 1 de 5 26/6/2014 09:23 prev next Destaque: Médicos alertam para perigo do uso da testosterona como "elixir da Ajuda Home Notícias Legislações Infobusca Normas Mensais Home Legislações GM PORTARIA Nº 1.271,

Leia mais

EIXO 1 SAÚDE DE POPULAÇÕES ESPECÍFICAS E VULNERÁVEIS

EIXO 1 SAÚDE DE POPULAÇÕES ESPECÍFICAS E VULNERÁVEIS RESULTADO FINAL DA OFICINA DE SELEÇÃO DE PRIORIDADES DE PESQUISA EM SAÚDE PARA A EDIÇÃO 2015/2016 DO PROGRAMA PESQUISA PARA O SUS: GESTÃO COMPARTILHADA EM SAÚDE (PPSUS) DO ESTADO DE ALAGOAS (AL) A Fundação

Leia mais

METODOLOGIA EPIDEMIOLOGICA

METODOLOGIA EPIDEMIOLOGICA METODOLOGIA EPIDEMIOLOGICA CLASSIFICAÇÃO DOS ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS: ESTUDOS DESCRITIVOS Os estudos descritivos objetivam informar sobre a distribuição de um evento, na população, em termos quantitativos.

Leia mais

Transições epidemiológica e demográfica

Transições epidemiológica e demográfica Instituto de Estudos de Saúde Coletiva IESC Faculdade de Medicina Departamento de Medicina Preventiva Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ Disciplina de Epidemiologia Transições epidemiológica e

Leia mais

Mudança da concepção da Vigilância Epidemiológica (VE) do HIV/Aids

Mudança da concepção da Vigilância Epidemiológica (VE) do HIV/Aids Mudança da concepção da Vigilância Epidemiológica (VE) do HIV/Aids História da vigilância do HIV e Aids Pré 2004 Múltiplas definições de caso de AIDS (1984-98). A notificação de HIV não era uma recomendação

Leia mais

Ideal de Saúde. Ideal de Saúde. Morte. Morte

Ideal de Saúde. Ideal de Saúde. Morte. Morte Conceito de Saúde e Doença O que é saúde? O que é doença? Doença Saúde Mundo impregnado por constantes opostos:. Se nunca ficássemos doentes, não saberíamos o que significa a saúde (Heráclito c.540-480

Leia mais

Vigilância Epidemiológica

Vigilância Epidemiológica Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro de Ciências da Saúde Faculdade de Medicina / Instituto de Estudos em Saúde Coletiva - IESC Departamento Medicina Preventiva Disciplina de Epidemiologia Vigilância

Leia mais

Plano de Curso nº 168 aprovado pela portaria Cetec nº 125 de 03 / 10 /2012. Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de Técnico em Enfermagem

Plano de Curso nº 168 aprovado pela portaria Cetec nº 125 de 03 / 10 /2012. Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de Técnico em Enfermagem Plano de Trabalho Docente 2017 Ensino Técnico Plano de Curso nº 168 aprovado pela portaria Cetec nº 125 de 03 / 10 /2012 Etec Sylvio de Mattos Carvalho Código: 103 Município: Matão Eixo Tecnológico: Ambiente

Leia mais

Políticas Públicas de Prevenção e Atenção para DST/HIV/AIDS na Saúde Mental no Brasil

Políticas Públicas de Prevenção e Atenção para DST/HIV/AIDS na Saúde Mental no Brasil Seminário PRISSMA-PESSOAS Rio de Janeiro, RJ 13 e 14 de março de 2008 Políticas Públicas de Prevenção e Atenção para DST/HIV/AIDS na Mental no Brasil Cristina de A. Possas Unidade de Pesquisa e Desenvolvimento

Leia mais

ENF 1081 PROMOÇÃO DA SAÚDE III EIXO TEMÁTICO 21 - Medidas de Saúde Coletiva

ENF 1081 PROMOÇÃO DA SAÚDE III EIXO TEMÁTICO 21 - Medidas de Saúde Coletiva ENF 1081 PROMOÇÃO DA SAÚDE III EIXO TEMÁTICO 21 - Medidas de Saúde Coletiva TURMA A01 2016.1 Profª Me. Karla Prado de Souza Cruvinel kpradocruvinel@gmail.com 2016/1 CRONOGRAMAS TEORIA/PRELEÇÃO - TURMA

Leia mais

Descarte de Medicament os. Responsabilidade compartilhada

Descarte de Medicament os. Responsabilidade compartilhada Descarte de Medicament os Responsabilidade compartilhada Descarte de Medicamentos Aspectos gerais Situação atual... No Brasil ainda não se tem uma regulamentação específica no âmbito nacional relacionada

Leia mais

Ministério da Saúde SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE PORTARIA CONJUNTA Nº 20, DE 25 DE MAIO DE 2005.

Ministério da Saúde SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE PORTARIA CONJUNTA Nº 20, DE 25 DE MAIO DE 2005. Ministério da Saúde SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE PORTARIA CONJUNTA Nº 20, DE 25 DE MAIO DE 2005. O Secretário de Atenção à Saúde e o Secretário de Vigilância em Saúde, no uso de suas atribuições, Considerando

Leia mais

Distribuição das doenças e agravos segundo características relacionadas às pessoas, ao tempo e ao espaço (I): Séries temporais

Distribuição das doenças e agravos segundo características relacionadas às pessoas, ao tempo e ao espaço (I): Séries temporais Distribuição das doenças e agravos segundo características relacionadas às pessoas, ao tempo e ao espaço (I): Séries temporais IESC/UFRJ Mestrado em Saúde Coletiva Especialização em Saúde Coletiva Modalidade

Leia mais

Prefeitura Municipal de Gravatá Concurso Público 2008 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Prefeitura Municipal de Gravatá Concurso Público 2008 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS QUESTÃO 01 QUESTÃO 05 A dispersão do mosquito vetor da dengue a grandes distâncias ocorre, geralmente, como resultado do transporte dos(as): A) Mosquitos machos adultos. B) Mosquitos

Leia mais

RS Texto de Referência 5. Situação da Saúde no RS 1

RS Texto de Referência 5. Situação da Saúde no RS 1 RS 2030 - Texto de Referência 5 Situação da Saúde no RS 1 A situação epidemiológica do Estado é complexa, influenciada por fatores demográficos, econômicos e socioculturais. O Rio Grande do Sul vem passando

Leia mais

NR-32 SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM SERVIÇOS DE SAÚDE

NR-32 SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM SERVIÇOS DE SAÚDE Instituto Superior de Tecnologia NR-32 SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM SERVIÇOS DE SAÚDE Professora: Raquel Simas Pereira Teixeira NR-32 Tem por finalidade estabelecer as diretrizes básicas para a implementação

Leia mais

INDICADORES DE SAÚDE I

INDICADORES DE SAÚDE I Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro de Ciências da Saúde Faculdade de Medicina / Instituto de Estudos em Saúde Coletiva - IESC Departamento Medicina Preventiva Disciplina de Epidemiologia INDICADORES

Leia mais

QUANTOS ADOECEM E MORREM?

QUANTOS ADOECEM E MORREM? QUANTOS ADOECEM E MORREM? Medidas de frequência de doenças Razão, proporções, índice. Indicadores epidemiológicos de morbidade: Conceitos e exemplos de incidência e prevalência. O Enfoque epidemiológico

Leia mais

DEMOGRAFIA DEMOGRAFIA

DEMOGRAFIA DEMOGRAFIA DEMOGRAFIA DEMOGRAFIA - Refere-se ao estudo das populações humanas e sua evolução temporal no tocante ao seu tamanho, distribuição espacial, composição e características gerais TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA Refere-se

Leia mais

Programa Analítico de Disciplina NUR300 Epidemiologia

Programa Analítico de Disciplina NUR300 Epidemiologia Catálogo de Graduação 016 da UFV 0 Programa Analítico de Disciplina Campus Rio Paranaíba - Campus Rio Paranaíba Número de créditos: Teóricas Práticas Total Duração em semanas: 15 Carga horária semanal

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Epidemiologia HEP 143

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Epidemiologia HEP 143 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Epidemiologia HEP 143 TIPOS PRINCIPAIS DE DESENHOS DE ESTUDO Estudos Epidemiológicos Não Experimental Experimental Dados agregados Dados individuais Ensaio clínico randomizado

Leia mais

A taxa ou coeficiente de mortalidade representa a intensidade com que os óbitos por uma determinada doença ocorrem em dada população.

A taxa ou coeficiente de mortalidade representa a intensidade com que os óbitos por uma determinada doença ocorrem em dada população. Mortalidade Mortalidade é uma propriedade natural das comunidades dos seres vivos. Refere-se ao conjunto dos indivíduos que morrem em um dado intervalo de tempo e em certo espaço. A taxa ou coeficiente

Leia mais

PORTARIA No- 204, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2016

PORTARIA No- 204, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2016 PORTARIA No- 204, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2016 Define a Lista Nacional de Notificação Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública nos serviços de saúde públicos e privados em todo o território

Leia mais

Ações prioritárias da CGPAN/Ministério da Saúde para o ano de 2007

Ações prioritárias da CGPAN/Ministério da Saúde para o ano de 2007 Ações prioritárias da CGPAN/Ministério da Saúde para o ano de 2007 ESTRATÉGIAS SOCIAIS EM NUTRIÇÃO, EDUCAÇÃO E COMBATE À POBREZA Data: 17-18 de maio de 2007 Instituto de Estudos Avançados Universidade

Leia mais

UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico. 1. Indicadores epidemiológicos, mortalidade e morbidade.

UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico. 1. Indicadores epidemiológicos, mortalidade e morbidade. UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico 1. Indicadores epidemiológicos, mortalidade e morbidade. 2. Exercícios gerais. 2.1 Estudos epidemiológicos coletivos.

Leia mais

Destaques da Nota Técnica do Ministério da Saúde sobre a vacina papilomavírus humano 6, 11, 16 e 18 (recombinante)

Destaques da Nota Técnica do Ministério da Saúde sobre a vacina papilomavírus humano 6, 11, 16 e 18 (recombinante) Destaques da Nota Técnica do Ministério da Saúde sobre a vacina papilomavírus humano 6, 11, 16 e 18 (recombinante) Março de 2015 Isabella Ballalai Presidente da SBIm Juarez Cunha Diretor da SBim Nacional

Leia mais

Resolução de exercícios LISTA 1 TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA E EPIDEMIOLÓGICA MEDIDAS DE MORBIDADE

Resolução de exercícios LISTA 1 TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA E EPIDEMIOLÓGICA MEDIDAS DE MORBIDADE Resolução de exercícios LISTA 1 TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA E EPIDEMIOLÓGICA MEDIDAS DE MORBIDADE Exercício 1 DICA Importante descrever o que se observa nos gráficos, trazer os conceitos de transição demográfica

Leia mais

Ministério Público do Estado de Mato Grosso Promotoria de Justiça de Água Boa

Ministério Público do Estado de Mato Grosso Promotoria de Justiça de Água Boa NOTIFICANTE: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MATO GROSSO NOTIFICADO: PREFEITO DO MUNICÍPIO DE ÁGUA BOA, Sr. MAURO ROSA DA SILVA NOTIFICAÇÃO RECOMENDATÓRIA Nº 03/2016 (Simp nº 002493-005/2013) O MINISTÉRIO

Leia mais

Epidemiologia PROFS. FRANCISCO E ANA PAULA

Epidemiologia PROFS. FRANCISCO E ANA PAULA Epidemiologia HEP0136 EPIDEMIOLOGIA PROFS. FRANCISCO E ANA PAULA Epidemiologia: Definição O que é? Etimologicamente: Epi = sobre demo= população logos = tratado/ciência O estudo da frequência e da distribuição

Leia mais

TERCEIRA RETIFICAÇÃO ANEXO III CONTEUDO PROGRAMÁTICO

TERCEIRA RETIFICAÇÃO ANEXO III CONTEUDO PROGRAMÁTICO TERCEIRA RETIFICAÇÃO A Prefeitura Municipal de Monte Azul Paulista Estado de São Paulo, usando de suas atribuições legais nos termos do artigo 37, inciso IX, da Constituição Federal, sob a organização

Leia mais

Hsa GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS. Resíduos Sólidos. PROFa. WANDA R. GÜNTHER Departamento Saúde Ambiental FSP/USP

Hsa GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS. Resíduos Sólidos. PROFa. WANDA R. GÜNTHER Departamento Saúde Ambiental FSP/USP Hsa 109 - GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS Resíduos Sólidos PROFa. WANDA R. GÜNTHER Departamento Saúde Ambiental FSP/USP E-mail: wgunther@usp.br Resíduos Sólidos Interrelação: Ambiente Saúde HOMEM MEIO AMBIENTE

Leia mais

INDICADORES DE SAÚDE MEDIDA DAS DOENÇAS

INDICADORES DE SAÚDE MEDIDA DAS DOENÇAS INDICADORES DE SAÚDE MEDIDA DAS DOENÇAS MEDIDA DAS DOENÇAS DEFINIÇÃO Consiste na enumeração da frequência com que uma doença e/ou agravo à saúde acomete uma população específica em um determinado tempo.

Leia mais

Fontes de dados para otimizar a Recolha e o Uso de Dados de SST

Fontes de dados para otimizar a Recolha e o Uso de Dados de SST Fontes de dados para otimizar a Recolha e o Uso de Dados de SST Sistemas nacionais de notificação, recolha de dados e análise de acidentes de trabalho e doenças profissionais A fim de prevenir acidentes

Leia mais

DOENÇAS DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA

DOENÇAS DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA DOENÇAS DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA 2010-2013 VOLUME I - Portugal DOENÇAS DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA 2010-2013 2010-2013 VOLUME I - PORTUGAL DIREÇÃO-GERAL DA SAÚDE LISBOA 2015 Portugal. Direção-Geral da Saúde.

Leia mais

INDICADORES EPIDEMIOLÓGICOS

INDICADORES EPIDEMIOLÓGICOS EXERCÍCIO: As informações a seguir referem-se ao Distrito Federal em 1991: POPULAÇÃO em 01/07/1991: 1.596.274, sendo 766.043 homens e 830.231 mulheres; NASCIDOS VIVOS: 39.103; ÓBITOS Total de óbitos no

Leia mais

COES Febre Amarela CENTRO DE OPERAÇÕES DE EMERGÊNCIAS EM SAÚDE PÚBLICA SOBRE FEBRE AMARELA

COES Febre Amarela CENTRO DE OPERAÇÕES DE EMERGÊNCIAS EM SAÚDE PÚBLICA SOBRE FEBRE AMARELA COES Febre Amarela CENTRO DE OPERAÇÕES DE EMERGÊNCIAS EM SAÚDE PÚBLICA SOBRE FEBRE AMARELA INFORME Nº 35/2017 MONITORAMENTO DOS CASOS E ÓBITOS DE FEBRE AMARELA NO BRASIL INÍCIO DO EVENTO: Dezembro de 2016

Leia mais

Cadastro metas para Indicadores de Monitoramento e Avaliação do Pacto pela Saúde - Prioridades e Objetivos Estado: GOIAS

Cadastro metas para Indicadores de Monitoramento e Avaliação do Pacto pela Saúde - Prioridades e Objetivos Estado: GOIAS Cadastro metas para Indicadores de Monitoramento e Avaliação do Pacto pela Saúde - Prioridades e Objetivos Estado: GOIAS PACTO PELA VIDA PRIORIDADE: I - ATENCAO A SAUDE DO IDOSO. OBJETIVO: PROMOVER A FORMACAO

Leia mais

3. Assunto: Indicadores epidemiológicos, morbidade.

3. Assunto: Indicadores epidemiológicos, morbidade. ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA - EPIDEMIOLOGIA, DEMOGRAFIA E BIOESTATÍSTICA 3. Assunto: Indicadores epidemiológicos, morbidade. 3.1 Exercícios gerais. 3.2 Medidas de freqüência

Leia mais

DOENÇAS DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA

DOENÇAS DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA DOENÇAS DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA 2011-2014 VOLUME I - Portugal DOENÇAS DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA 2011-2014 2011-2014 VOLUME I - PORTUGAL DIREÇÃO-GERAL DA SAÚDE LISBOA 2015 Portugal. Direção-Geral da Saúde

Leia mais

Instituto de Saúde Coletiva (ISC) Depto. Epidemiologia e Bioestatística Disciplina: Epidemiologia II

Instituto de Saúde Coletiva (ISC) Depto. Epidemiologia e Bioestatística Disciplina: Epidemiologia II Instituto de Saúde Coletiva (ISC) Depto. Epidemiologia e Bioestatística Disciplina: Epidemiologia II AULA 3 Medindo e descrevendo a ocorrência das doenças 2017-1 1 Medindo a ocorrência das doenças 1: Contagem,

Leia mais

DESCRIÇÃO DA FREQÜÊNCIA E DISTRIBUIÇÃO DE DADOS GERADOS EM SERVIÇOS DE SAÚDE

DESCRIÇÃO DA FREQÜÊNCIA E DISTRIBUIÇÃO DE DADOS GERADOS EM SERVIÇOS DE SAÚDE VIGILÂNCIA EM SAÚDE PÚBLICA 37 DESCRIÇÃO DA FREQÜÊNCIA E DISTRIBUIÇÃO DE DADOS GERADOS EM SERVIÇOS DE SAÚDE Aorganização preliminar de dados gerados por sistemas de informação de morbi-mortalidade, como,

Leia mais

Influenza (gripe) 05/07/2013

Influenza (gripe) 05/07/2013 Influenza (gripe) 05/07/2013 O que é? Doença infecciosa aguda Vírus Influenza A e B Sazonal (outono e inverno) Incubação: 1 a 4 dias Transmissibilidade: Adultos: 24h antes dos sintomas e 24h após febre

Leia mais

COES Febre Amarela CENTRO DE OPERAÇÕES DE EMERGÊNCIAS EM SAÚDE PÚBLICA SOBRE FEBRE AMARELA

COES Febre Amarela CENTRO DE OPERAÇÕES DE EMERGÊNCIAS EM SAÚDE PÚBLICA SOBRE FEBRE AMARELA COES Febre Amarela CENTRO DE OPERAÇÕES DE EMERGÊNCIAS EM SAÚDE PÚBLICA SOBRE FEBRE AMARELA INFORME Nº 33/2017 MONITORAMENTO DOS CASOS E ÓBITOS DE FEBRE AMARELA NO BRASIL INÍCIO DO EVENTO: Dezembro de 2016

Leia mais

UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico. 1. Indicadores epidemiológicos, mortalidade e morbidade.

UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico. 1. Indicadores epidemiológicos, mortalidade e morbidade. UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico 1. Indicadores epidemiológicos, mortalidade e morbidade. 2. Exercícios gerais. 2.1 Estudos epidemiológicos coletivos.

Leia mais

DISTRITOS SANITÁRIOS

DISTRITOS SANITÁRIOS DISTRITOS SANITÁRIOS CONCEITO: É unidade mais periférica de administração sanitária, que detém responsabilidades e poder decisório ante a política local de saúde, tendo como objetivo chegar a uma integração

Leia mais

Elaboração: 30/01/2012 CEPI-DSS/ ENSP/FIOCRUZ

Elaboração: 30/01/2012 CEPI-DSS/ ENSP/FIOCRUZ Ind020205 Taxa de mortalidade específica por doenças transmissíveis na população de 15 anos e mais, por ano, segundo região e escolaridade Indicador Taxa de mortalidade específica por doenças transmissíveis

Leia mais

INDICADORES DE SAÚDE I

INDICADORES DE SAÚDE I Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro de Ciências da Saúde Faculdade de Medicina / Instituto de Estudos em Saúde Coletiva - IESC Departamento Medicina Preventiva Disciplina de Epidemiologia INDICADORES

Leia mais

Processo Endêmico e Epidêmico

Processo Endêmico e Epidêmico Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Ciências Agrárias e Biológicas Processo Endêmico e Epidêmico Prof. Macks Wendhell Gonçalves Msc. Base Histórica Século VI a.c. - Hipócrates Conceitos

Leia mais

PROGRAMA ESTADUAL DE CONTROLE DE DENGUE Diário Oficial do Estado de São Paulo Nº 190, Seção 1, 6 de outubro de 2010

PROGRAMA ESTADUAL DE CONTROLE DE DENGUE Diário Oficial do Estado de São Paulo Nº 190, Seção 1, 6 de outubro de 2010 Circular 489/2010 São Paulo, 06 de outubro de 2010. PROVEDOR(A) ADMINISTRADOR(A) PROGRAMA ESTADUAL DE CONTROLE DE DENGUE Diário Oficial do Estado de São Paulo Nº 190, Seção 1, 6 de outubro de 2010 Prezados

Leia mais

Detecção Precoce do HIV/Aids nos Programas da

Detecção Precoce do HIV/Aids nos Programas da Detecção Precoce do HIV/Aids nos Programas da Atenção BásicaB Características Atuais do Diagnóstico do HIV/AIDS Predomina o diagnóstico tardio da infecção pelo HIV e Aids (43,6% dos diagnósticos) ( sticos

Leia mais

Dados de Morbimortalidade Masculina no Brasil

Dados de Morbimortalidade Masculina no Brasil Dados de Morbimortalidade Masculina no Brasil APRESENTAÇÃO No Brasil os homens vivem em média 7,2 anos menos do que as mulheres, segundo dados do IBGE em 2015, a expectativa de vida da população masculina

Leia mais

Estrutura, Vantagens e Limitações dos. Principais Métodos

Estrutura, Vantagens e Limitações dos. Principais Métodos Estrutura, Vantagens e Limitações dos Principais Métodos 1) Ensaio clínico Randomizado 2) Estudo de coorte 3) Estudo de caso controle 4) Estudo transversal 5) Estudo ecológico 1) Ensaio clínico Randomizado

Leia mais

Vigilância Epidemiológica, Sanitária e Ambiental

Vigilância Epidemiológica, Sanitária e Ambiental Saúde Pública Vigilância Epidemiológica, Sanitária e Ambiental Tema 8 Estudos em Epidemiologia Bloco 1 Danielle Cristina Garbuio Objetivo da aula Apresentar os principais desenhos de pesquisa em epidemiologia.

Leia mais

SEMINÁRIO SUL-BRASILEIRO DE GERENCIAMENTO DE ÁREAS CONTAMINADAS

SEMINÁRIO SUL-BRASILEIRO DE GERENCIAMENTO DE ÁREAS CONTAMINADAS SEMINÁRIO SUL-BRASILEIRO DE GERENCIAMENTO DE ÁREAS CONTAMINADAS A SITUAÇÃO ATUAL DO GERENCIAMENTO DE ÁREAS CONTAMINADAS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL FRENTE A RESOLUÇÃO CONAMA nº420/2009 Eng. Quím. Mário

Leia mais

Epidemiologia como ferramenta de trabalho na Defesa Sanitária

Epidemiologia como ferramenta de trabalho na Defesa Sanitária Epidemiologia como ferramenta de trabalho na Defesa Sanitária Laboratório de Epidemiologia Veterinária (EPILAB) Depto. Medicina Veterinária Preventiva Faculdade de Veterinária, UFRGS Luís Gustavo Corbellini

Leia mais

ABORDAGEM DOS CONTEÚDOS SOBRE INFECÇÃO HOSPITALAR NO CURSO DE ENFERMAGEM: SEMELHANÇAS E DIFERENÇAS ENTRE AS IES DO PARANÁ E DA UNIOESTE 1

ABORDAGEM DOS CONTEÚDOS SOBRE INFECÇÃO HOSPITALAR NO CURSO DE ENFERMAGEM: SEMELHANÇAS E DIFERENÇAS ENTRE AS IES DO PARANÁ E DA UNIOESTE 1 1 ABORDAGEM DOS CONTEÚDOS SOBRE INFECÇÃO HOSPITALAR NO CURSO DE ENFERMAGEM: SEMELHANÇAS E DIFERENÇAS ENTRE AS IES DO PARANÁ E DA UNIOESTE 1 Débora Cristina Ignácio Alves 2 INTRODUÇÃO: O Curso de Enfermagem

Leia mais

COES Febre Amarela CENTRO DE OPERAÇÕES DE EMERGÊNCIAS EM SAÚDE PÚBLICA SOBRE FEBRE AMARELA

COES Febre Amarela CENTRO DE OPERAÇÕES DE EMERGÊNCIAS EM SAÚDE PÚBLICA SOBRE FEBRE AMARELA COES Febre Amarela CENTRO DE OPERAÇÕES DE EMERGÊNCIAS EM SAÚDE PÚBLICA SOBRE FEBRE AMARELA INFORME Nº 34/2017 MONITORAMENTO DOS CASOS E ÓBITOS DE FEBRE AMARELA NO BRASIL INÍCIO DO EVENTO: Dezembro de 2016

Leia mais

Programa de Capacitação de Agentes Fiscais SANTA MARIA: 14/08/2013

Programa de Capacitação de Agentes Fiscais SANTA MARIA: 14/08/2013 Programa de Capacitação de Agentes Fiscais SANTA MARIA: 14/08/2013 CONCEITOS RESÍDUO: Resíduos nos estados sólido, semi-sólido ou líquido resultantes de atividades industriais, domésticas, hospitalar,

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: TUPÃ Eixo Tecnológico: AMBIENTE E SAÚDE Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio em Técnico

Leia mais

8. Gestão de Resíduos Especiais. Roseane Maria Garcia Lopes de Souza. Há riscos no manejo de resíduos de serviços de saúde?

8. Gestão de Resíduos Especiais. Roseane Maria Garcia Lopes de Souza. Há riscos no manejo de resíduos de serviços de saúde? 8. Gestão de Resíduos Especiais Roseane Maria Garcia Lopes de Souza Há riscos no manejo de resíduos de serviços de saúde? Geradores de Resíduos de Serviços de Saúde Todos os serviços relacionados com o

Leia mais

ANEXO 3 CONHECIMENTOS GERAIS EM SAÚDE

ANEXO 3 CONHECIMENTOS GERAIS EM SAÚDE ANEXO 3 PROGRAMA CONHECIMENTOS GERAIS EM SAÚDE 1. Conhecimentos sobre o SUS - Legislação da Saúde: Constituição Federal de 1988 (Título VIII - capítulo II - Seção II); Lei 8.080/90 e Lei 8.142/90; Norma

Leia mais

Medidas de Ocorrência de Doenças: Morbidade

Medidas de Ocorrência de Doenças: Morbidade Ribeirão Preto, 2016 DISCIPLINA EPIDEMIOLOGIA Medidas de Ocorrência de Doenças: Morbidade Luiz Henrique Arroyo ROTEIRO DA AULA Conceitos básicos da epidemiologia o Epidemia, Endemia o Pandemia, Surto o

Leia mais

EPIDEMIOLOGIA. Profª Ms. Karla Prado de Souza Cruvinel

EPIDEMIOLOGIA. Profª Ms. Karla Prado de Souza Cruvinel EPIDEMIOLOGIA Profª Ms. Karla Prado de Souza Cruvinel O QUE É EPIDEMIOLOGIA? Compreende: Estudo dos determinantes de saúdedoença: contribuindo para o avanço no conhecimento etiológico-clínico Análise das

Leia mais

Desenho de Estudos. Enrico A. Colosimo/UFMG enricoc. Depto. Estatística - ICEx - UFMG 1/28

Desenho de Estudos. Enrico A. Colosimo/UFMG  enricoc. Depto. Estatística - ICEx - UFMG 1/28 1/28 Introdução à Bioestatística Desenho de Estudos Enrico A. Colosimo/UFMG http://www.est.ufmg.br/ enricoc Depto. Estatística - ICEx - UFMG 2/28 Perguntas Relevantes Os grupos são comparáveis? As variáveis

Leia mais

A PNSB e o Saneamento Rural

A PNSB e o Saneamento Rural A PNSB e o Saneamento Rural Antônio Tadeu Ribeiro de Oliveira Gerente de Estudos e Pesquisas Sociais VI Seminário Nacional de Saneamento Rural João Pessoa, 07.11.2012 A PNSB Pesquisa Nacional de Saneamento

Leia mais

Trabalho Final Atividades Integradoras IV. Aline dos Santos Novaes Martins

Trabalho Final Atividades Integradoras IV. Aline dos Santos Novaes Martins Trabalho Final Atividades Integradoras IV Aline dos Santos Novaes Martins Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo CVE/SP Missão A missão do Centro de Vigilância Epidemiológica Alexandre

Leia mais