Indicadores de saúde Morbidade e mortalidade

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Indicadores de saúde Morbidade e mortalidade"

Transcrição

1 Indicadores de saúde Morbidade e mortalidade

2 Milene ZS Vosgerau Indicadores epidemiológicos A construção de indicadores de saúde é necessária para: analisar a situação atual de saúde; fazer comparações; avaliar mudanças ao longo do tempo;

3 Milene ZS Vosgerau Subconjuntos da morbimortalidade O G D I E P

4 Milene ZS Vosgerau Subconjuntos da morbimortalidade P Base Populacional do Risco E Sub-conjunto de Exposição I Sub-conjunto de Infectados D Subconjunto da Doença G Subconjunto de casos Graves O Subconjuntos de Óbitos

5 Milene ZS Vosgerau Indicadores Os indicadores de saúde, tradicionalmente, tem sido construídos por meio de números. Em geral, números absolutos de casos de doenças ou mortes não são utilizados para avaliar o nível de saúde. Desta forma, os indicadores de saúde são construídos por meio de razões (frequências relativas), em forma de proporções ou coeficientes ou taxas.

6 Milene ZS Vosgerau Indicadores epidemiológicos Ex: 10 casos de óbitos por diarréia em Carambeí 10 casos de óbitos por diarréia em PG Valores absolutos Qual é o mais preocupante? Valores absolutos não são utilizados para avaliar o nível de saúde não levam em consideração o tamanho da população

7 Milene ZS Vosgerau Indicadores Epidemiológicos Proporções: indica a importância (fatia da pizza) do caso no conjunto total. O numerador está contido no denominador. Ex: Proporção de mortes por acidentes (choque)= total de óbitos por acidentes por choque x 100 total de óbitos por acidentes de trânsito Total de óbitos por acidentes por choque = 610 Total de óbitos por acidentes de trânsito = 1000

8 Milene ZS Vosgerau Proporções Mostra a importância relativa do evento

9 Milene ZS Vosgerau Coeficientes ou taxas Coeficientes ou Taxas: Representa o risco ou probabilidade de determinado evento ocorrer na população; Numerador x 10 Denominador nº vezes ocorre um evento nº pessoas expostas ao risco de um evento

10 Milene ZS Vosgerau Coeficientes mais utilizados na Saúde Pública Os coeficientes mais utilizados na área da saúde baseiam-se em dados sobre doenças (morbidade) e sobre eventos vitais (nascimentos e mortes).

11 Morbidade (proveniente da palavra latina morbus, que significa doença) refere-se à ocorrência de casos de uma doença ou agravo à saúde. Mortalidade refere-se à ocorrência de mortes.

12 Morbidade pode ser estudada de duas maneiras: por prevalência (medida de casos existentes) por incidência (medida de casos novos) Mortalidade A morte é sempre um caso incidente

13 Milene ZS Vosgerau COEFICIENTES DE MORBIDADE

14 Milene ZS Vosgerau MORBIDADE Indicador de morbidade = No de casos de uma doença população X 10 n Refere-se a uma população predefinida, com clara localização espacial, intervalo de tempo e abrangência do estudo

15 Milene ZS Vosgerau Coeficiente de MORBIDADE Ex: Qual a morbidade por câncer de pulmão em Curitiba/PR em 2010? Câncer de pulmão = 250 casos População = habitantes 10 n = 10 5 = Morbidade por câncer de pulmão = 250 x 10 5 = 91, Morbidade por câncer de pulmão em PG em 2005 = 91,3/ hab

16 Milene ZS Vosgerau Coeficiente de MORBIDADE Coeficiente de morbidade: Coeficiente de incidência da doença: risco de ocorrer novos casos de uma doença na população. casos NOVOS da doença x População da área - significa a ocorrência de casos novos relacionados à unidade de intervalo de tempo, dia, semana, mês ou ano.

17 Milene ZS Vosgerau Coeficiente de morbidade Coeficiente de prevalência da doença: representa o número de casos presentes (NOVOS+ ANTIGOS). Casos PRESENTES da doença x População da área - descreve a força com que subsistem as doenças na coletividade. É um indicador de morbidade.

18 Prevalência Milene ZS Vosgerauc

19 Milene ZS Vosgerauc Prevalência Indicadores básicos para a saúde no Brasil, 2008

20 Milene ZS Vosgerau

21 Milene ZS Vosgerau Coeficiente de LETALIDADE Representa o risco que as pessoas com a doença têm de morrer por essa mesma doença. Permite avaliar a gravidade de uma doença Mortes devido a doença x 100 Casos da doença Raiva = 100% letal De 10 casos de raiva 10 morrem

22 Milene ZS Vosgerau COEFICIENTES DE MORTALIDADE

23 No Brasil, os dados de mortalidade são considerados de qualidade média ou médiabaixa. As principais razões são a relativa baixa cobertura em algumas regiões do país e, a grande proporção de óbitos por causa maldefinida. (Mahapatra P et al.civil registration systems and vital statistics: successes and missed opportunities. Lancet 2007; 370: )

24 Milene ZS Vosgerau

25 Milene ZS Vosgerau Coeficiente de MORTALIDADE geral Representa o risco de óbito na comunidade. Este coeficiente, no entanto, não é muito utilizado para comparar o nível de saúde de diferentes populações, pois não leva em consideração a estrutura etária dessas populações. Número de óbitos x 1000 População estimada (1 de julho do mesmo ano)

26 Taxa bruta de mortalidade geral Óbitos registrados em Cartório Número total de óbitos em residentes numa região, num determinado ano População dessa região estimada para 1o. de julho daquele ano Censo

27 Taxa bruta de mortalidade geral Óbitos por todas as causas População x Número Número de de de de População Taxa Taxa bruta bruta de ded óbitos óbitos por por por residente, mortalidade todas todas as as estimada para para geral geral por por por causas causas em em em em 1o. 1o. 1o. de 1o. de de julho de julho de de de de Região habitantes Estado de de de São de São Paulo Paulo ,4 6,4 6,4 6,4 Estados Unidos Unidos da da da América da ,5 8,5 8,5 8,5

28 Taxa bruta de mortalidade geral Óbitos por todas as causas População x Número Número de de de de População Taxa Taxa bruta bruta de ded óbitos óbitos por por por residente, mortalidade todas todas as as estimada para para geral geral por por por causas causas em em em em 1o. 1o. 1o. de 1o. de de julho de julho de de de de Região habitantes Estado de de de São de São Paulo Paulo ,4 6,4 6,4 6,4 Estados Unidos Unidos da da da América da ,5 8,5 8,5 8,5

29 Taxa bruta de mortalidade geral Óbitos por todas as causas População x Número de População Taxa bruta de óbitos por residente, mortalidade todas as estimada para geral por causas em 1o. de julho de ião habitantes De cada habitantes do Estado de São Paulo, 6,4 morreram no ano 2000 do de São Paulo ,4 De cada habitantes dos Estados Unidos da América, 8,5 morreram no ano 2000 dos Unidos da América ,5

30 Taxa bruta de mortalidade geral Óbitos por todas as causas População x Número de População Taxa bruta de óbitos por residente, mortalidade todas as estimada para geral por causas em 1o. de julho de ião habitantes De cada habitantes do Estado de São Paulo, 6,4 morreram no ano 2000 do de São Paulo ,4 De cada habitantes dos Estados Unidos da América, 8,5 morreram no ano 2000 dos Unidos da América ,5

31 Taxa bruta de mortalidade geral Óbitos por todas as causas População x Número de População Taxa bruta de óbitos por residente, mortalidade todas as estimada para geral por causas em 1o. de julho de ião habitantes De cada habitantes do Estado de São Paulo, 6,4 morreram no ano 2000 do de São Paulo ,4 De cada habitantes dos Estados Unidos da América, 8,5 morreram no ano 2000 dos Unidos da América ,5

32 A taxa bruta de mortalidade geral do Estado de São Paulo (6,4 / 1.000) é mais baixa do que a dos Estados Unidos da América (8,5 / 1000)! O QUE PODE ESTAR ERRADO?

33 Taxas de mortalidade específicas por algumas faixas etárias, Estado de São Paulo (SP) e Estados Unidos da América (EUA) Taxa/ As taxas de mortalidade crescem com a idade! Estado de São Paulo SP EUA 40 Estados Unidos da América a4 5a14 15a24 25a44 45a64 65a74 75e+ Faixas etárias (anos)

34 Estados Unidos da América, 2000 Logo, a taxa bruta de mortalidade será mais elevada onde houver maior proporção de idosos na população. Estado de São Paulo, 2000

35 Um outro indicador de mortalidade muito utilizado é a MORTALIDADE PROPORCIONAL

36 Enquanto TAXA de mortalidade é óbito / população MORTALIDADE PROPORCIONAL é óbito / óbito

37 Taxa de mortalidade por câncer de pulmão no sexo masculino = óbitos por Ca pulmão no sexo masculino população masculina Mortalidade proporcional por câncer de pulmão no sexo masculino = óbitos por Ca pulmão no sexo masculino total de óbitos no sexo masculino

38 Mortalidade proporcional A mortalidade proporcional por uma determinada característica indica apenas a contribuição porcentual dessa característica no obituário total (numa determinada região e num determinado ano).

39 Causa Neoplasias Demais Total Juá Mortalidade proporcional por neoplasias (%) 16,7 População Taxa bruta de mortalidade por neoplasias (/10.000) 15

40 Causa Neoplasias Demais Total Juá Mortalidade proporcional por neoplasias (%) 16,7 População Taxa bruta de mortalidade por neoplasias (/10.000) 15

41 Causa Neoplasias Demais Total Juá Ituí Mortalidade proporcional por neoplasias (%) 16,7 13,6 População Taxa bruta de mortalidade por neoplasias (/10.000) 15 15

42 Causa Neoplasias Demais Total Juá Ituí Mortalidade proporcional por neoplasias (%) 16,7 13,6 População Taxa bruta de mortalidade por neoplasias (/10.000) 15 15

43 Causa Juá Ituí Neoplasias Demais Total Mortalidade proporcional por neoplasias (%) 16,7 13,6 MORTALIDADES PROPORCIONAIS DIFERENTES População Taxa bruta de mortalidade por neoplasias (/10.000) TAXAS IGUAIS

44 A soma de todas as mortalidades proporcionais tem que dar 100%. 16,7% 13,6% 83,3% 86,4% Juá Ituí

45 NÃO CONFUNDIR TAXA DE MORTALIDADE COM MORTALIDADE PROPORCIONAL!

46 INDICA RISCO Taxa de mortalidade por doenças do aparelho circulatório = óbitos por doenças do aparelho circulatório população Mortalidade proporcional por doenças do aparelho circulatório NÃO INDICA RISCO = óbitos por doenças do aparelho circulatório total de óbitos

47 Principais causas de morte por faixa etária - Brasil, 2005 Faixa etária (anos) < Total 1 Afecções Perinatais Causas Externas Causas Externas Causas Externas Causas Externas Causas Externas Causas Externas DAC DAC DAC DAC 2 Anomalia Congênita DAR Neoplasia Neoplasia Neoplasia DIP DAC Causas Externas Neoplasia Neoplasia Neoplasia 3 DIP DIP DIP Sistema Nervoso Sistema Nervoso Neoplasia DIP Neoplasia Causas Externas DAR Causas Externas 4 DAR Anomalia Congênita Sistema Nervoso DAR DAR DAC Neoplasia Aparelho Digestivo Aparelho Digestivo Endócrina DAR 5 Causas Externas Sistema Nervoso DAR DIP DIP DAR Aparelho Digestivo DIP DAR Aparelho Digestivo Endócrina 6 Endócrina Neoplasia Anomalia Congênita DAC DAC Aparelho Digestivo DAR DAR Endócrina Causas Externas Aparelho Digestivo 7 Sistema Nervoso Endócrina DAC Anomalia Congênita Anomalia Congênita Sistema Nervoso Transt Mental Endócrina DIP DIP DIP 8 DAC DAC Endócrina Aparelho Digestivo Aparelho Digestivo Gravidez Puerpério Endócrina Transt Mental Aparelho Urinário Aparelho Urinário Afecções Perinatais 9 Aparelho Digestivo Aparelho Digestivo Aparelho Digestivo Dç do Sangue Dç do Sangue Endócrina Sistema Nervoso Aparelho Urinário Transt Mental Sistema Nervoso Aparelho Urinário 10 Dç do Sangue Dç do Sangue Dç do Sangue Endócrina Endócrina Aparelho Urinário Aparelho Urinário Sistema Nervoso Sistema Nervoso Transt Mental Sistema Nervoso DAC-Doenças do Aparelho Circulatório DAR-Doenças do Aparelho Respiratório DIP-Doenças Infecciosas e Parasitárias Fonte: SIM/SVS/MS

48 Milene ZS Vosgerau Coeficiente de mortalidade infantil Óbitos menores de 1 ano x 1000 Nascidos vivos Número de óbitos de menores de um ano de idade, por mil nascidos vivos, na população residente em determinado espaço geográfico, no ano considerado. Reflete as condições de desenvolvimento socioeconômico e infra-estrutura ambiental, bem como o acesso e a qualidade dos recursos disponíveis para atenção à saúde materna e da população infantil. Indicadores básicos para a saúde no Brasil, 2008

49 Milene ZS Vosgerau Coeficiente de mortalidade infantil Indicadores básicos para a saúde no Brasil, 2008

50 Milene ZS Vosgerau Coeficiente de mortalidade materna Morte materna: é a morte da mulher durante a gestação ou dentro de um período de 42 dias após o término da gestação, independente da duração ou da localização da gravidez, devida a qualquer causa relacionada ou agravada pela gravidez ou por medidas em relação a ela, porém não devida a causas acidentais ou incidentais (OMS, 1994).

51 Milene ZS Vosgerau Coeficiente de MORTALIDADE materna Representa o risco de óbitos por causas ligadas à gestação, ao parto ou ao puerpério, sendo um indicador da qualidade de assistência à gestação e ao parto numa comunidade. Óbitos devido a causas ligadas a gestação, parto, puerpério x Nascidos vivos

52 Coeficiente de mortalidade materna Milene ZS Vosgerau

53 Milene ZS Vosgerau Coeficiente de NATALIDADE Nascidos vivos x 1000 População Brasil: 19,18 nascidos vivos/1000 hab

A taxa ou coeficiente de mortalidade representa a intensidade com que os óbitos por uma determinada doença ocorrem em dada população.

A taxa ou coeficiente de mortalidade representa a intensidade com que os óbitos por uma determinada doença ocorrem em dada população. Mortalidade Mortalidade é uma propriedade natural das comunidades dos seres vivos. Refere-se ao conjunto dos indivíduos que morrem em um dado intervalo de tempo e em certo espaço. A taxa ou coeficiente

Leia mais

Medidas de freqüência

Medidas de freqüência Medidas de freqüência IESC/UFRJ Mestrado em Saúde Coletiva Especialização em Saúde Coletiva Modalidade Residência Professores: Pauline Lorena Kale e Antonio José Leal Costa 2009 Ocorrência de doença Medidas

Leia mais

SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Barcarena DEMOGRAFIA População Total População por Gênero

SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Barcarena DEMOGRAFIA População Total População por Gênero SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Barcarena DEMOGRAFIA População Total 99.859 População por Gênero Masculino 50.346 Participação % 50,42 Feminino 49.513

Leia mais

SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: São Félix do Xingu

SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: São Félix do Xingu SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: São Félix do Xingu DEMOGRAFIA População Total 91.340 População por Gênero Masculino 48.691 Participação % 53,31 Feminino

Leia mais

QUANTOS ADOECEM E MORREM?

QUANTOS ADOECEM E MORREM? QUANTOS ADOECEM E MORREM? Medidas de frequência de doenças Razão, proporções, índice. Indicadores epidemiológicos de morbidade: Conceitos e exemplos de incidência e prevalência. O Enfoque epidemiológico

Leia mais

Tábuas de Vida de Múltiplo Decremento: ganhos potenciais em expectativa de vida no RS, em 2005, relativos aos óbitos por Causas

Tábuas de Vida de Múltiplo Decremento: ganhos potenciais em expectativa de vida no RS, em 2005, relativos aos óbitos por Causas Tábuas de Vida de Múltiplo Decremento: ganhos potenciais em expectativa de vida no RS, em 2005, relativos aos óbitos por Causas Externas Marilene Dias Bandeira Setembro 2008 ROTEIRO DA APRESENTAÇÃO ALGUMAS

Leia mais

MEDIDAS DE FREQUÊNCIA DE EVENTOS Aula 6

MEDIDAS DE FREQUÊNCIA DE EVENTOS Aula 6 MEDIDAS DE FREQUÊNCIA DE EVENTOS Aula 6 MEDIDA DA OCORRÊNCIA DE EVENTOS COMO DOENÇAS, AGRAVOS À SAÚDE (ACIDENTES, VIOLÊNCIAS) E MORTES. Exemplo: número de pessoas que apresentaram uma dada doença num certo

Leia mais

COMITÊ MUNICIPAL DE ESTUDOS E PREVENÇÃO DAS MORTES MATERNAS DE PORTO ALEGRE (CMEPMM)

COMITÊ MUNICIPAL DE ESTUDOS E PREVENÇÃO DAS MORTES MATERNAS DE PORTO ALEGRE (CMEPMM) COMITÊ MUNICIPAL DE ESTUDOS E PREVENÇÃO DAS MORTES MATERNAS DE PORTO ALEGRE (CMEPMM) Relatório da Mortalidade Materna de Porto Alegre 2008 A Organização Mundial da Saúde OMS estima que, no mundo, 585 mil

Leia mais

RELATÓRIO DE DADOS EPIDEMIOLÓGICOS DAS DOENÇAS E AGRAVOS NÃO TRANSMISSÍVEIS E FATORES DE RISCO, PORTO ALEGRE, 1996 A 2009

RELATÓRIO DE DADOS EPIDEMIOLÓGICOS DAS DOENÇAS E AGRAVOS NÃO TRANSMISSÍVEIS E FATORES DE RISCO, PORTO ALEGRE, 1996 A 2009 RELATÓRIO DE DADOS EPIDEMIOLÓGICOS DAS DOENÇAS E AGRAVOS NÃO TRANSMISSÍVEIS E FATORES DE RISCO, PORTO ALEGRE, 1996 A 29 Doenças e Agravos Não Transmissíveis DANT/SMS Porto Alegre Vigilância Epidemiológica

Leia mais

Saúde Brasil 2007. Uma Análise da Situação de Saúde. Perfil de Mortalidade do Brasileiro

Saúde Brasil 2007. Uma Análise da Situação de Saúde. Perfil de Mortalidade do Brasileiro Saúde Brasil 2007 Uma Análise da Situação de Saúde Perfil de Mortalidade do Brasileiro Brasília, 6 de novembro de 2008 Editor-Geral Gerson Oliveira Penna Secretário de Vigilância em Saúde/MS Editor-Executivo

Leia mais

Conceitos Básicos e Medidas em Demografia Mortalidade e Esperança de Vida

Conceitos Básicos e Medidas em Demografia Mortalidade e Esperança de Vida Martin Handford, Where s Wally? População, Espaço e Ambiente Abordagens Espaciais em Estudos de População: Métodos Analíticos e Técnicas de Representação Conceitos Básicos e Medidas em Demografia Mortalidade

Leia mais

RA Vila Isabel. Indicadores Rio Como Vamos

RA Vila Isabel. Indicadores Rio Como Vamos 3 RA Vila Isabel Indicadores Rio Como Vamos 1 CARACTERÍSTICAS DA POPULAÇÃO A Região Administrativa (RA) de Vila Isabel faz parte da Área de Planejamento 2. Abaixo podemos observar os gráficos referentes

Leia mais

4. NATALIDADE E MORTALIDADE INFANTIL

4. NATALIDADE E MORTALIDADE INFANTIL . NATALIDADE E MORTALIDADE INFANTIL .. Introdução A taxa de natalidade e a taxa de mortalidade infantil são indicadores frequentemente utilizados na caracterização da população. O estudo da taxa de natalidade,

Leia mais

Classificação_Estatística_Internacional_de_Doenças,_Traumatismos_e_Causas_de_Morte,_9ª_Revisão,_1975_(CID-9

Classificação_Estatística_Internacional_de_Doenças,_Traumatismos_e_Causas_de_Morte,_9ª_Revisão,_1975_(CID-9 Tabela de conteúdo 1 Definição 2 Objectivo 3 Estrutura 4 Implementação 5 Publicações 6 Notas 7 Ver também 8 Data da criação desta página e data da última modificação significativa Definição 9ª revisão

Leia mais

ESTATÍSTICAS DEMOGRÁFICAS DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA 2015

ESTATÍSTICAS DEMOGRÁFICAS DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA 2015 11 de outubro 2016 ESTATÍSTICAS DEMOGRÁFICAS DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA 2015 População residente Em 31 de dezembro de 2015, a população residente na Região Autónoma da Madeira (RAM) foi estimada em

Leia mais

CIR DE VALE DO RIBEIRA

CIR DE VALE DO RIBEIRA CIR DE VALE DO RIBEIRA Possui 15 municípios: Barra do Turvo, Cajati, Cananéia, Eldorado, Iguape, Ilha Comprida, Iporanga, Itariri, Jacupiranga, Juquiá, Miracatu, Pariquera-Açu, Pedro de Toledo, Registro

Leia mais

Taxa de mortalidade específica por doenças isquêmicas do coração na população de 15 anos e mais Descrição

Taxa de mortalidade específica por doenças isquêmicas do coração na população de 15 anos e mais Descrição Ind020206 Taxa de mortalidade específica por doenças isquêmicas do coração na população de 15 anos e mais, por ano, segundo região e escolaridade Indicador Taxa de mortalidade específica por doenças isquêmicas

Leia mais

O envelhecimento da população é um dos maiores triunfos da humanidade. É também um dos nossos maiores desafios.

O envelhecimento da população é um dos maiores triunfos da humanidade. É também um dos nossos maiores desafios. O envelhecimento da população é um dos maiores triunfos da humanidade. É também um dos nossos maiores desafios. Características demográficas do envelhecimento Vera Andrade, 2014 Pirâmide Etária Pirâmide

Leia mais

Conceitos Básicos e Medidas em Demografia

Conceitos Básicos e Medidas em Demografia Martin Handford, Where s Wally? População, Espaço e Ambiente Abordagens Espaciais em Estudos de População: Métodos Analíticos e Técnicas de Representação Conceitos Básicos e Medidas em Demografia Antonio

Leia mais

C.10 Taxa de mortalidade específica por neoplasias malignas

C.10 Taxa de mortalidade específica por neoplasias malignas C.1 Taxa de mortalidade específica por neoplasias malignas O indicador estima o risco de morte por neoplasias malignas e dimensiona a sua magnitude como problema de saúde pública. Corresponde ao número

Leia mais

Organização do Sistema Organização do SUS em Pernambuco Estadual de Saúde

Organização do Sistema Organização do SUS em Pernambuco Estadual de Saúde Seminário Internacional de Atenção Primária/Saúde da Família Expansão com qualidade e valorização dos Resultados Dr. Jorge Gomes Secretário Estadual de Saúde Organização do Sistema Organização do SUS em

Leia mais

Conceitos Básicos e Medidas em Demografia

Conceitos Básicos e Medidas em Demografia Martin Handford, Where s Wally? CST 310: População, Espaço e Ambiente Abordagens Espaciais em Estudos de População: Métodos Analíticos e Técnicas de Representação Conceitos Básicos e Medidas em Demografia

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Morte Fetal. Indicadores de Saúde. Assistência Perinatal. Epidemiologia.

PALAVRAS-CHAVE Morte Fetal. Indicadores de Saúde. Assistência Perinatal. Epidemiologia. 14. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido - ISSN 2238-9113 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE

Leia mais

Elaboração: 30/01/2012 CEPI-DSS/ ENSP/FIOCRUZ

Elaboração: 30/01/2012 CEPI-DSS/ ENSP/FIOCRUZ Ind020208 Taxa de mortalidade específica por diabete melito na população de 15 anos e mais, por ano, segundo região e escolaridade Indicador Taxa de mortalidade específica por diabete melito na população

Leia mais

Construção de Indicadores de Saúde (Mortalidade) Aplicados ao Ensino de Epidemiologia Descritiva

Construção de Indicadores de Saúde (Mortalidade) Aplicados ao Ensino de Epidemiologia Descritiva Construção de Indicadores de Saúde (Mortalidade) Aplicados ao Ensino de Epidemiologia Descritiva Michelle de Oliveira Bloomfield Fernandes, Helia Kawa,, Edna Massae Eyokoo,, Luciana Tricai Cavalini Instituto

Leia mais

A evolução da mortalidade dos idosos no Distrito Federal na Periferia Metropolitana de Brasília (PMB) entre 2000 e 2013

A evolução da mortalidade dos idosos no Distrito Federal na Periferia Metropolitana de Brasília (PMB) entre 2000 e 2013 A evolução da mortalidade dos idosos no Distrito Federal na Periferia Metropolitana de Brasília (PMB) entre 2000 e 2013 Palavras-chave: Idosos; Mortalidade do idoso; Distrito Federal; Periferia Metropolitana

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM. Brasília, 18 de Novembro de 2013 Michelle Leite da Silva

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM. Brasília, 18 de Novembro de 2013 Michelle Leite da Silva POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM Brasília, 18 de Novembro de 2013 Michelle Leite da Silva DAET- Departamento de Atenção Especializada e Temática Secretaria de Atenção à Saúde - SAS

Leia mais

MORTALIDADE POR CÂNCER NO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, BRASIL, NO PERÍODO DE 1998 A 2007

MORTALIDADE POR CÂNCER NO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, BRASIL, NO PERÍODO DE 1998 A 2007 Revista Geográfica de América Central Número Especial EGAL, 2011- Costa Rica II Semestre 2011 pp. 1-15 MORTALIDADE POR CÂNCER NO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, BRASIL, NO PERÍODO DE 1998 A 2007 Resumo Eva

Leia mais

Data de elaboração 31/03/2013 CEPI-DSS/ ENSP/FIOCRUZ

Data de elaboração 31/03/2013 CEPI-DSS/ ENSP/FIOCRUZ Ind020208RM Taxa de mortalidade específica por diabete melito na população de 15 anos e mais, por ano, segundo região metropolitana e escolaridade Indicador Taxa de mortalidade específica por diabete melito

Leia mais

Incidência de síndrome gripal em população institucionalizada, Campinas/SP 2004 a Ms. Raquel M. R. Duarte Profª Drª Maria Rita Donalísio

Incidência de síndrome gripal em população institucionalizada, Campinas/SP 2004 a Ms. Raquel M. R. Duarte Profª Drª Maria Rita Donalísio Incidência de síndrome gripal em população institucionalizada, Campinas/SP 2004 a 2005 Ms. Raquel M. R. Duarte Profª Drª Maria Rita Donalísio INTRODUÇÃO As doenças respiratórias estão entre as principais

Leia mais

Cálculo de Taxas e Ajuste por Idade

Cálculo de Taxas e Ajuste por Idade Cálculo de Taxas e Ajuste por Idade Introdução Este exercício enfoca o uso de taxas no estudo de características da doença em populações. Na primeira seção, as taxas de mortalidade ajustadas por idade

Leia mais

INDICADORES DE SAÚDE I

INDICADORES DE SAÚDE I Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro de Ciências da Saúde Faculdade de Medicina Departamento Medicina Preventiva Disciplina de Epidemiologia INDICADORES DE SAÚDE I 2005 Indicadores globais: Coeficiente

Leia mais

1. POPULAÇÃO RESIDENTE

1. POPULAÇÃO RESIDENTE 1. POPULAÇÃO RESIDENTE No fim do ano de 2007 a estimativa da população residente de Macau era de 538 0, tendo-se verificado um aumento de 24 700 pessoas em comparação com o número estimado no fim do ano

Leia mais

Concurso Público 2016

Concurso Público 2016 Ministério da Saúde FIOCRUZ Fundação Oswaldo Cruz Concurso Público 2016 Epidemiologia em Saúde Pública Prova Discursiva Questão 01 Para avaliar o efeito da cobertura da Estratégia Saúde da Família (ESF)

Leia mais

Mulheres Negras e a Mortalidade Materna no Brasil

Mulheres Negras e a Mortalidade Materna no Brasil Mulheres Negras e a Mortalidade Materna no Brasil Mário F G Monteiro (IMS-UERJ) Leila Adesse (IPAS - Brasil) Jacques Levin (IMS-UERJ) TRABALHO APRESENTADO NO SEMINÁRIO MORTALIDADE MATERNA E DIREITOS HUMANOS

Leia mais

OBJETIVO: Conhecer o perfil de mortalidade infantil e adolescência no estado do Rio de Janeiro(ERJ), município(mrj) e região metropolitana (METRO).

OBJETIVO: Conhecer o perfil de mortalidade infantil e adolescência no estado do Rio de Janeiro(ERJ), município(mrj) e região metropolitana (METRO). 1 TÍTULO: PERFIL DA MORTALIDADE NA INFÂNCIA E NA ADOLESCÊNCIA NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, REGIÃO METROPOLITANA E MUNICÍPIO, 1999. AUTORES: Nataly Damasceno; Sheylla de Lima; Kátia Silveira da Silva INTRODUÇÃO:O

Leia mais

Conceitos Básicos e Medidas em Demografia

Conceitos Básicos e Medidas em Demografia Martin Handford, Where s Wally? CST 310: População, Espaço e Ambiente Abordagens Espaciais em Estudos de População: Métodos Analíticos e Técnicas de Representação Conceitos Básicos e Medidas em Demografia

Leia mais

ENF 1081 PROMOÇÃO DA SAÚDE III EIXO TEMÁTICO 21 - Medidas de Saúde Coletiva

ENF 1081 PROMOÇÃO DA SAÚDE III EIXO TEMÁTICO 21 - Medidas de Saúde Coletiva ENF 1081 PROMOÇÃO DA SAÚDE III EIXO TEMÁTICO 21 - Medidas de Saúde Coletiva TURMA A01 2016.1 Profª Me. Karla Prado de Souza Cruvinel kpradocruvinel@gmail.com 2016/1 CRONOGRAMAS TEORIA/PRELEÇÃO - TURMA

Leia mais

Situação de saúde Indicadores de mortalidade por causas

Situação de saúde Indicadores de mortalidade por causas Ind020210RNE Taxa de mortalidade específica por acidentes de transporte na população de 15 anos e mais, por ano, segundo Brasil, Região Nordeste, regiões metropolitanas do Nordeste e escolaridade Indicador

Leia mais

PEC-2939 Diagnóstico e Prognóstico do Plano de Recursos Hídricos da Bacia do Rio Paraíba do Sul

PEC-2939 Diagnóstico e Prognóstico do Plano de Recursos Hídricos da Bacia do Rio Paraíba do Sul 6. SAÚDE 6.1 Introdução A mortalidade infantil e o perfil de morbidade são importantes indicadores das condições de saúde de grupos populacionais. Entretanto, as dificuldades na obtenção de estatísticas

Leia mais

61,6 milhões cobertos (59,6%)

61,6 milhões cobertos (59,6%) Previdência Social Brasil - 2013 População Residente: 201,4 milhões (2016 205,9) Urbana: 170,7 milhões Rural: 30,7 milhões População Economicamente Ativa - PEA: 103,4 milhões População Desocupada: 6,7

Leia mais

Perfil das pessoas mortas na cidade de São Paulo em circunstâncias violentas (2011)

Perfil das pessoas mortas na cidade de São Paulo em circunstâncias violentas (2011) Perfil das pessoas mortas na cidade de São Paulo em circunstâncias violentas (0) Sobre o estudo Objetivo: sistematizar conhecimento sobre vitimização por causas violentas na cidade de São Paulo identificando

Leia mais

AULA 2 - Assíncrona Conteúdo:

AULA 2 - Assíncrona Conteúdo: 2 - Assíncrona Conteúdo: Crescimento da População Mundial Distribuição Geográfica 1.1 Habilidades: Compreender a estrutura atual da população mundial por faixa etária e por sexo, utilizando as pirâmides

Leia mais

Mortalidade Perinatal no Estado de São Paulo

Mortalidade Perinatal no Estado de São Paulo Resenha de Estatísticas Vitais do Estado de São Paulo Ano 11 nº 2 Fevereiro 2011 Mortalidade Perinatal no Estado de São Paulo A taxa de mortalidade perinatal estima o risco de um feto nascer sem qualquer

Leia mais

Medidas de Freqüência de Doenças e Problemas de Saúde: Mortalidade, Padronização de taxas

Medidas de Freqüência de Doenças e Problemas de Saúde: Mortalidade, Padronização de taxas Universidade Federal do Rio de Janeiro Programa de Pós P s Graduação em Saúde Coletiva Medidas de Freqüência de Doenças e Problemas de Saúde: Mortalidade, Padronização de taxas Porque Mortalidade? Morte

Leia mais

INDICADORES DE SAÚDE. Os indicadores de saúde podem ser expresso em freqüências absolutas ou em freqüências relativas: Freqüências relativas:

INDICADORES DE SAÚDE. Os indicadores de saúde podem ser expresso em freqüências absolutas ou em freqüências relativas: Freqüências relativas: INDICADORES DE SAÚDE Critérios para avaliar indicadores: Validade Confiabilidade (reprodutividade e fidedignidade) Representatividade (cobertura) Questão ética Ângulo técnico administrativo A preparação

Leia mais

Taxa de mortalidade infantil Descrição

Taxa de mortalidade infantil Descrição Indicador Taxa de mortalidade infantil Descrição Número de óbitos de menores de um ano de idade, por mil nascidos vivos, na população residente em determinado espaço geográfico, no ano considerado. Fonte

Leia mais

Análise espacial dos óbitos por acidentes de. trânsito no município do Rio de Janeiro

Análise espacial dos óbitos por acidentes de. trânsito no município do Rio de Janeiro XVIII Congresso Mundial de Epidemiologia VII Congresso Brasileiro de Epidemiologia Análise espacial dos óbitos por acidentes de trânsito no município do Rio de Janeiro Vanessa dos Reis de Souza Suzana

Leia mais

Epidemiologia. Disciplina: Higiene e profilaxia animal. Fábio Raphael Pascoti Bruhn

Epidemiologia. Disciplina: Higiene e profilaxia animal. Fábio Raphael Pascoti Bruhn Epidemiologia Disciplina: Higiene e profilaxia animal Fábio Raphael Pascoti Bruhn Epidemiologia Conceito: epi (sobre) + demo (povo) Estudo da distribuição dos estados de saúde e eventos em populações,

Leia mais

Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico

Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico 1. Vigilância, notificação, avaliação dos sistemas. 2 Indicadores epidemiológicos Indicadores em saúde coletiva, introdução

Leia mais

ACES Alto Tâmega e Barroso

ACES Alto Tâmega e Barroso Perfil Local de Saúde 2009 Tâmega e Índice Aspectos a destacar Ligações Este Perfil Local de Saúde proporciona-lhe um olhar rápido mas integrador, sobre a saúde da população da área geográfica de influência

Leia mais

2000 2003 Porto Alegre

2000 2003 Porto Alegre 2000 2003 Porto Alegre 1 Tabela 1- Série histórica do número de óbitos e Coeficientes de Mortalidade Geral (CMG) no Brasil, Rio Grande do Sul e Porto Alegre, 1980-2003 Brasil RS Porto Alegre Ano óbitos

Leia mais

CIPD ALÉM DE 2014: DIÁLOGO COM JORNALISTAS

CIPD ALÉM DE 2014: DIÁLOGO COM JORNALISTAS CIPD ALÉM DE 2014: DIÁLOGO COM JORNALISTAS INDICADORES DEMOGRÁFICOS AMÉRICA LATINA E CARIBE José Eustáquio Diniz Alves e Débora Thomé Rio de Janeiro, 17 de julho de 2013 Indicadores Demográficos para América

Leia mais

Parte III Análise por Grupo de População

Parte III Análise por Grupo de População Parte III Análise por Grupo de População PARTE III - ANÁLISE POR GRUPO DE POPULAÇÃO 3.1 A SAÚDE DAS CRIANÇAS MENORES DE CINCO ANOS DE IDADE 3.1.1. COMO NASCEM ESSAS CRIANÇAS É sabido que, a partir de meados

Leia mais

Mortalidade por causas externas entre os idosos

Mortalidade por causas externas entre os idosos Mortalidade por causas externas entre os idosos Antonio Benedito Marangone Camargo Palavras-chave: mortalidade, causas externas, idosos. Introdução Entre 1996 e 212, cerca de 3 mil pessoas de 6 anos e

Leia mais

INFORMAÇÕES ESPACIALIZADAS DE SAÚDE DO ERS DE TANGARÁ DA SERRA E MATO GROSSO MT, 2012 E 2013

INFORMAÇÕES ESPACIALIZADAS DE SAÚDE DO ERS DE TANGARÁ DA SERRA E MATO GROSSO MT, 2012 E 2013 Governo de Mato Grosso Secretaria de Estado de Saúde Secretaria Adjunta de Gestão Estratégica Superintendência de Políticas de Saúde INFORMAÇÕES ESPACIALIZADAS DE SAÚDE DO ERS DE TANGARÁ DA SERRA E MATO

Leia mais

B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO SÍFILIS ano I nº 01

B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO SÍFILIS ano I nº 01 B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO SÍFILIS 2 012 ano I nº 01 2012. Ministério da Saúde É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte. Expediente Boletim Epidemiológico - Sífilis

Leia mais

INDICADORES DE MORTALIDADE - Porto Alegre

INDICADORES DE MORTALIDADE - Porto Alegre Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria Municipal de Saúde/SMS Coordenadoria Geral de Vigilância da Saúde/CGVS Equipe de Vigilância de Eventos Vitais, Agravos e Doenças Não Transmissíveis SUMÁRIO

Leia mais

MORTALIDADE POR TRÊS GRANDES GRUPOS DE CAUSA NO BRASIL

MORTALIDADE POR TRÊS GRANDES GRUPOS DE CAUSA NO BRASIL MORTALIDADE POR TRÊS GRANDES GRUPOS DE CAUSA NO BRASIL Roberto Passos Nogueira 1 Introdução Os estudos sobre mortalidade comumente têm por base a Classificação Internacional das Doenças (CID), que é elaborada

Leia mais

Bases de Dados em Saúde

Bases de Dados em Saúde Pesquisas e Fontes de Dados Administrativos para o Ciclo de políticas públicas ANIPES Dezembro - 2010 Bases de Dados em Saúde Denise Porto SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE MINISTÉRIO DA SAÚDE Transição

Leia mais

Morbilidade Hospitalar Serviço Nacional de Saúde

Morbilidade Hospitalar Serviço Nacional de Saúde MORBILIDADE HOSPITALAR SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE 2004 2005 DIRECÇÃO-GERAL DA SAÚDE LISBOA Morbilidade Hospitalar Serviço Nacional de Saúde 2004 2005 Direcção-Geral da Saúde Lisboa Maio 2007 Portugal.

Leia mais

MEDIDAS DE ASSOCIAÇÃO

MEDIDAS DE ASSOCIAÇÃO EPIDEMIOLOGIA UNIDADE IV FINALIDADE: provar a existência de uma associação entre uma exposição e um desfecho. 1 RISCO RELATIVO (RR) Expressa uma comparação matemática entre o risco de adoecer em um grupo

Leia mais

Aspectos Atuais das Doenças Cardiovasculares da População Masculina Brasileira

Aspectos Atuais das Doenças Cardiovasculares da População Masculina Brasileira VIII Fórum de Políticas Públicas e Saúde do Homem Brasília, 17 de novembro de 2015 Aspectos Atuais das Doenças Cardiovasculares da População Masculina Brasileira Prof. Dr. Luiz César Nazário Scala Diretor

Leia mais

COLIDER INFORMAÇÕES REGIONAIS DE SAÚDE DO ESTADO DE MATO GROSSO 2011-2012

COLIDER INFORMAÇÕES REGIONAIS DE SAÚDE DO ESTADO DE MATO GROSSO 2011-2012 2011-2012 GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE POLÍTICAS DE SAÚDE COORDENADORIA DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO EM SAÚDE INFORMAÇÕES REGIONAIS DE SAÚDE DO ESTADO DE

Leia mais

ASPECTOS DAS CONDIÇÕES DE SAÚDE DO IDOSO SERGIPANO E DEMANDA POR POLITICAS PÚBLICAS

ASPECTOS DAS CONDIÇÕES DE SAÚDE DO IDOSO SERGIPANO E DEMANDA POR POLITICAS PÚBLICAS ASPECTOS DAS CONDIÇÕES DE SAÚDE DO IDOSO SERGIPANO E DEMANDA POR POLITICAS PÚBLICAS Neilson Santos Meneses Departamento de Geografia - Universidade Federal de Sergipe - nmeneses@bol.com.br Introdução Em

Leia mais

METODOLOGIA EPIDEMIOLOGICA

METODOLOGIA EPIDEMIOLOGICA METODOLOGIA EPIDEMIOLOGICA CLASSIFICAÇÃO DOS ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS: ESTUDOS DESCRITIVOS Os estudos descritivos objetivam informar sobre a distribuição de um evento, na população, em termos quantitativos.

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA Cargo 88

PROVA ESPECÍFICA Cargo 88 11 PROVA ESPECÍFICA Cargo 88 QUESTÃO 26 Em um processo de transição demográfica, é CORRETO afirmar: a) A taxa de natalidade aumenta. b) O envelhecimento da população diminui. c) A mortalidade de crianças

Leia mais

Secretaria de Saúde de Pernambuco SES Processo Seletivo à Residência 2007

Secretaria de Saúde de Pernambuco SES Processo Seletivo à Residência 2007 QUESTÃO 01 Marque a alternativa onde todas as doenças e agravos citados são de notificação compulsória imediata, em todo o território nacional, devendo ser notificadas no máximo 24 horas após a suspeita

Leia mais

Tipos de Estudos Clínicos: Classificação da Epidemiologia. Profa. Dra. Maria Meimei Brevidelli

Tipos de Estudos Clínicos: Classificação da Epidemiologia. Profa. Dra. Maria Meimei Brevidelli Tipos de Estudos Clínicos: Classificação da Epidemiologia Profa. Dra. Maria Meimei Brevidelli Roteiro da Apresentação 1. Estrutura da Pesquisa Científica 2. Classificação dos estudos epidemiológicos 3.

Leia mais

PERFIL EPIDEMIOLÓGICO E TENDÊNCIA DE MORTALIDADE MATERNA

PERFIL EPIDEMIOLÓGICO E TENDÊNCIA DE MORTALIDADE MATERNA PERFIL EPIDEMIOLÓGICO E TENDÊNCIA DE MORTALIDADE MATERNA PRODUÇÃO TÉCNICA MARIA ELLANE MARQUES DA SILVA DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE FLÁVIA SILVESTRE OUTTES WANDERLEY ANTONIO FLAUDIANO BEM LEITE EMANUELLA

Leia mais

A Mortalidade Infantil em Santa Catarina na última década:

A Mortalidade Infantil em Santa Catarina na última década: A Mortalidade Infantil em Santa Catarina na última década: 2003-2013 Introdução Gerência de Planejamento Técnicos: Heloisa Côrtes Gallotti Peixoto, Fábia Lapa e Dulce Castro Quevedo Dentre os indicadores

Leia mais

Estimativas de População Residente, Portugal, NUTS II, NUTS III e Municípios

Estimativas de População Residente, Portugal, NUTS II, NUTS III e Municípios Estimativas de População Residente 09 de Junho 2010 Estimativas de População Residente, Portugal, NUTS II, NUTS III e Municípios A evolução demográfica em caracteriza-se por um ligeiro crescimento da população

Leia mais

PORTO ALEGRE. Mortalidade por Gerencia Distrital, 2010

PORTO ALEGRE. Mortalidade por Gerencia Distrital, 2010 Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria Municipal de Saúde/SMS Coordenadoria Geral de Vigilância da Saúde/CGVS Equipe de Vigilância de Eventos Vitais, Doenças e Agravos Não Transmissíveis PORTO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE MEDICINA DEPARTAMENTO DE MEDICINA SOCIAL ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA. Clauceane Venzke Zell

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE MEDICINA DEPARTAMENTO DE MEDICINA SOCIAL ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA. Clauceane Venzke Zell 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE MEDICINA DEPARTAMENTO DE MEDICINA SOCIAL ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA Clauceane Venzke Zell ÍNDICES DE MAGNITUDE, TRANSCENDÊNCIA, VULNERABILIDADE

Leia mais

PNS Pesquisa Nacional de Saúde 2013 Ciclos de vida, Brasil e grandes regiões Volume 3

PNS Pesquisa Nacional de Saúde 2013 Ciclos de vida, Brasil e grandes regiões Volume 3 PNS Pesquisa Nacional de Saúde 2013 Ciclos de vida, Brasil e grandes regiões Volume 3 ABRANGÊNCIA A Pesquisa Nacional de Saúde 2013 foi planejada para a estimação de vários indicadores com a precisão desejada

Leia mais

Anexo 1 - Intervalo de tempo para indicadores... 24. Anexo 2 - Indicadores de Mortalidade... 25. Anexo 3 Declaração de Nascimento...

Anexo 1 - Intervalo de tempo para indicadores... 24. Anexo 2 - Indicadores de Mortalidade... 25. Anexo 3 Declaração de Nascimento... Índice Apresentação... 3 Como acessar o sítio da CGVS e baixar as planilhas eletrônicas... 4 Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos - SINASC... 7 Sistema de Informações sobre Mortalidade SIM... 9

Leia mais

Medidas de ocorrência: conhecendo a distribuicão... agravos, doenças e condições de saúde em uma população

Medidas de ocorrência: conhecendo a distribuicão... agravos, doenças e condições de saúde em uma população NOTAS DE EPIDEMIOLOGIA E ESTATÍSTICA Medidas de ocorrência: conhecendo a distribuição de agravos, doenças e condições de saúde em uma população Measuring disease occurrence: understanding the distribution

Leia mais

Levantamento de Indicadores sobre os Hospitais Psiquiátricos de Sorocaba e Salto de Pirapora. FLAMAS (Fórum da Luta Antimanicomial de Sorocaba)

Levantamento de Indicadores sobre os Hospitais Psiquiátricos de Sorocaba e Salto de Pirapora. FLAMAS (Fórum da Luta Antimanicomial de Sorocaba) Levantamento de Indicadores sobre os Hospitais Psiquiátricos de Sorocaba e Salto de Pirapora FLAMAS (Fórum da Luta Antimanicomial de Sorocaba) Prof Dr Marcos R. V. Garcia (UFSCAR-Sorocaba) Prof Leandro

Leia mais

Fatores de Produção. Terra Trabalho Capital Tecnologia Empreendedorismo. Curva de Possib. de Produção Cap.3. Prof. Carlos Nemer

Fatores de Produção. Terra Trabalho Capital Tecnologia Empreendedorismo. Curva de Possib. de Produção Cap.3. Prof. Carlos Nemer Economia Carlos Nemer 3ª Ed. Capítulo 3: Poli-UFRJ Copyright 25. Direitos Autorais reservados ao Prof.Carlos NEMER 3-1 36/1-5 -Mostra as alternativas de produção da sociedade a partir do pleno emprego

Leia mais

Revista Debate Econômico, v.1, n.1, p , jan/jun 2013 Página 78

Revista Debate Econômico, v.1, n.1, p , jan/jun 2013 Página 78 Mortalidade no município de Varginha em 1999 e 2009: análise das taxas específicas de mortalidade, esperanças de vida ao nascer e principais causas de óbito Renata Aparecida Cintra 1 Pamila Cristina Lima

Leia mais

MORTALIDADE EM CAMPINAS

MORTALIDADE EM CAMPINAS MORTALIDADE EM CAMPINAS Informe do Projeto de Monitorização dos Óbitos no município de Campinas Boletim de Mortalidade nº. 52 MORTALIDADE POR INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO Publicado em Dezembro/2014 Secretaria

Leia mais

SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Brasil Novo

SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Brasil Novo SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Brasil Novo DEMOGRAFIA População Total 15.690 População por Gênero Masculino 8.314 Participação % 52,99 Feminino 7.376

Leia mais

SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Breves

SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Breves SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Breves DEMOGRAFIA População Total 92.860 População por Gênero Masculino 47.788 Participação % 51,46 Feminino 45.072 Participação

Leia mais

15º - AUDHOSP ANO 2016

15º - AUDHOSP ANO 2016 15º - AUDHOSP ANO 2016 CID 11 DEBORAH PIMENTA FERREIRA Médica Equipe Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação SMS/SP Set/2016 Breve introdução à CID A CID (Classificação Estatística Internacional

Leia mais

SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Palestina do Pará

SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Palestina do Pará SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Palestina do Pará DEMOGRAFIA População Total 7.475 População por Gênero Masculino 3.879 Participação % 51,89 Feminino

Leia mais

Rendimento Médio Populacional (R$) Total 311,58 Urbana 347,47 Rural 168,26

Rendimento Médio Populacional (R$) Total 311,58 Urbana 347,47 Rural 168,26 SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Marabá DEMOGRAFIA População Total 233.669 População por Gênero Masculino 118.196 Participação % 50,58 Feminino 115.473

Leia mais

EDUCAÇÃO. SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Salvaterra

EDUCAÇÃO. SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Salvaterra SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Salvaterra DEMOGRAFIA População Total 20.183 População por Gênero Masculino 10.292 Participação % 50,99 Feminino 9.891

Leia mais

SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Itaituba

SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Itaituba SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Itaituba DEMOGRAFIA População Total 97.493 População por Gênero Masculino 49.681 Participação % 50,96 Feminino 47.812

Leia mais

Prof. Edison Barlem ebarlem@gmail.com

Prof. Edison Barlem ebarlem@gmail.com Prof. Edison Barlem ebarlem@gmail.com Educação do olhar enxergar entender AÇÃO compreender entender textos e Condicionantes da Saúde da cria sistemas cidade meio ambiente idoso família pré-natal saúde

Leia mais

INDICADORES DE SAÚDE

INDICADORES DE SAÚDE Secretaria de Estado da Saúde Superintendência de Vigilância em Saúde Gerência de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador Coordenação de Vigilância e Controle Ambiental de Vetores INDICADORES

Leia mais

(112,47) ^^encia a 413,36

(112,47) ^^encia a 413,36 (112,47) ^^encia a 413,36 Este documento pretende proceder a uma análise sintética das principais variáveis sociais, económicas e demográficas do Distrito de Évora salientando os aspetos que se afiguram

Leia mais

Tópicos. Cenário Atual. Estratégias e custo efetividade. Metas para redução de Doenças Crônicas Não- Transmissíveis (DCNT) 2011

Tópicos. Cenário Atual. Estratégias e custo efetividade. Metas para redução de Doenças Crônicas Não- Transmissíveis (DCNT) 2011 Tópicos Cenário Atual Metas para redução de Doenças Crônicas Não- Transmissíveis (DCNT) 2011 Estratégias e custo efetividade Envelhecimento Populacional Mais Idade Mais DCNT Mortalidade DCNT = 63% dos

Leia mais

Total. Analisando os custos para os países até 2030, o estudo foca naqueles passíveis de impactar diretamente o PIB, dentre eles:

Total. Analisando os custos para os países até 2030, o estudo foca naqueles passíveis de impactar diretamente o PIB, dentre eles: Resumo do estudo Impactos econômicos das doenças crônicas na produtividade e na aposentadoria precoce: o Brasil em foco (Victoria University - Austrália) 1. Resumo Executivo O envelhecimento da população

Leia mais

Causas de morte 2013

Causas de morte 2013 Causas de morte 2013 26 de maio de 2015 Causas de morte 2013 Os tumores malignos e as doenças do aparelho circulatório estiveram na origem de mais de metade dos óbitos ocorridos no país em 2013, representando

Leia mais

INDICADORES SOCIOECONÔMICOS SDR BLUMENAU

INDICADORES SOCIOECONÔMICOS SDR BLUMENAU INDICADORES SOCIOECONÔMICOS SDR BLUMENAU Aspectos Econômicos ** Serviço de Apoio à Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina SEBRAE/SC. Santa Catarina em Números. Disponível em ,

Leia mais

PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA LEPTOSPIROSE NO ESTADO DE SÃO PAULO NO PERÍODO DE 2007 A 2011

PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA LEPTOSPIROSE NO ESTADO DE SÃO PAULO NO PERÍODO DE 2007 A 2011 PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA LEPTOSPIROSE NO ESTADO DE SÃO PAULO NO PERÍODO DE 2007 A 2011 Márcia Regina Buzzar Divisão de Zoonoses CVE SES-SP mbuzzar@saude.sp.gov.br INTRODUÇÃO A Leptospirose é doença infecciosa

Leia mais

ACES Gondomar. Perfil Local de Saúde Aspectos a destacar

ACES Gondomar. Perfil Local de Saúde Aspectos a destacar Perfil Local de Saúde 2009 Índice Aspectos a destacar Ligações Este Perfil Local de Saúde proporciona-lhe um olhar rápido mas integrador, sobre a saúde da população da área geográfica de influência do

Leia mais

ACES Maia. Perfil Local de Saúde Aspectos a destacar

ACES Maia. Perfil Local de Saúde Aspectos a destacar Perfil Local de Saúde 2009 Índice Aspectos a destacar Ligações Este Perfil Local de Saúde proporciona-lhe um olhar rápido mas integrador, sobre a saúde da população da área geográfica de influência do

Leia mais