A PRÁTICA DO MONITORAMENTO DA EDUCAÇÃO NO MUNICÍPIO E NA ESCOLA

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1 A PRÁTICA DO MONITORAMENTO DA EDUCAÇÃO NO MUNICÍPIO E NA ESCOLA Resumo GOMES, Márcia Bueno UFGD AZEVEDO, Luiz Carlos Tramujas de UFGD Eixo Temático: Políticas Públicas, Avaliação e Gestão da Educação Agência Financiadora: CAPES/UFGD Nesse texto apresentamos os resultados parciais de duas pesquisas em andamento no mestrado em educação, buscando responder como a rede municipal e a escola realizam o monitoramento da educação e quais os instrumentos que utilizam?. Essa questão tem como objetivo principal verificar de que forma as iniciativas nacionais de monitoramento da educação induzem essas práticas nos âmbitos subnacionais. Sendo assim, tratamos sobre o monitoramento da educação, com ênfase na sua utilização por meio da gestão educacional no âmbito da Secretaria Municipal de Educação (SEMED) de Campo Grande, Mato Grosso do Sul e de uma escola municipal que obteve variações positivas nos resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, no ano de Para tanto, analisamos dados estatísticos e educacionais com base na abordagem quanti-qualitativa, bem como os princípios do estudo de caso para investigar a realidade escolar. Os resultados, aqui apresentados, mostram que a rede de ensino e a unidade escolar observadas realizam o monitoramento educacional para a melhoria da qualidade da educação. Sendo que na primeira pesquisa observamos que a Semed iniciou um processo de monitoramento a partir de 1999 e, em 2007, criou um indicador próprio de qualidade, combinando dados do censo escolar com as avaliações que realiza. Enquanto que na segunda pesquisa, financiada com a bolsa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), observamos que a escola utiliza as avaliações externas (federais e municipais) e internas, relatórios, índices educacionais, dados referentes ao fluxo escolar e indicadores de qualidade para realizar o monitoramento do seu ensino fundamental com o objetivo de promover a melhoria da qualidade de ensino que oferta. A prática do monitoramento, portanto, faz-se presente nas políticas educacionais e nas ações da gestão escolar, firmando-se como importante instrumento para a melhoria do ensino. Palavras-chave: Avaliação educacional. Políticas públicas. Gestão educacional.

2 6643 Introdução O monitoramento da educação consiste no acompanhamento do processo educacional de forma sistemática e periódica, e pode servir a gestão como meio para a promoção da qualidade da educação (FLETCHER, 1995; SOUZA, 2005). Esse é um dos motivos que levaram a União a adotar o monitoramento como uma das estratégias para a melhoria do ensino no país, bem como induzir sua prática nos âmbitos subnacionais (estados e municípios) e nas unidades de ensino (FREITAS, 2007; 2008). Sendo assim, no presente texto, pretendemos apontar como a rede municipal e a escola realizam o monitoramento da educação e quais os instrumentos que utilizam?. Dessa forma, trabalhamos com dados e indicadores estatístico-educacionais disponíveis nos bancos de dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), Ministério da Educação (MEC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), da Secretaria Municipal de Educação (SEMED) de Campo Grande, Mato Grosso do Sul (MS), da Escola Municipal A, entre outros. As análises desses dados são provenientes de resultados parciais de duas pesquisas em andamento no mestrado em educação. A primeira pesquisa faz uma investigação, a partir do tratamento de dados estatísticos e educacionais, sobre o contexto da Rede Municipal de Ensino (REME) de Campo Grande, MS, e analisa, por meio de grupos focais (GATTI, 2005), os fatores humanos e/ou institucionais que, apesar das políticas municipais voltadas para a melhoria das condições de trabalho e do ambiente de aprendizagem, podem inibir o desenvolvimento integral dos alunos. Enquanto que a segunda utiliza o estudo de caso (ANDRÉ, 2005; CHIZZOTTI, 2006) para investigar a institucionalização de práticas de avaliação e monitoramento dos anos iniciais do ensino fundamental e suas repercussões nas relações internas e externas da escola. Ambos os trabalhos são de natureza quanti-qualitativa (CRESWELL, 2007), com ênfase na abordagem qualitativa (POUPART, 2008). Dessa forma, na primeira seção definimos o que entendemos por monitoramento educacional, bem como os instrumentos utilizados pela União para a sua prática no país. Nas seções seguintes, trazemos as características do contexto municipal e escolar observados, e as ações que desenvolvem para o monitoramento do ensino fundamental. Por fim, seguem as considerações finais e as referências.

3 6644 O monitoramento da educação no Brasil O monitoramento educacional diz respeito ao acompanhamento sistemático de um conjunto de indicadores educacionais e estatísticos em intervalos regulares de tempo, fornecendo, dessa forma, elementos importantes para o planejamento e execução de ações pró-melhoria da qualidade de ensino (FLETCHER, 1995; SOUZA, 2005). Entre os principais instrumentos de monitoramento, citamos: a) avaliação: do desempenho de alunos, pedagógico dos professores, das ações da escola, das políticas públicas educacionais; b) indicadores: de rendimento escolar (aprovação, repetência e abandono), de conclusão das etapas de ensino, dos insumos escolares (espaço e equipamentos, relação do número de alunos por docente), e de qualidade da educação; e c) índices (a razão entre dois ou mais indicadores, ou variáveis). A avaliação educacional possui características que podem servir ao monitoramento da qualidade da educação e às políticas educacionais (SOUZA, 2005), uma vez que se constitui como um processo contínuo, formativo que permite diagnósticos, reflexões e intervenções sobre a realidade avaliada, resultando, ou não, em mensuração (VIANNA, 2005). Os indicadores, por sua vez, são partes de um sistema de informação e, como tal, são elementos que direcionam uma ação ao expressar determinadas características da realidade (SOUZA, 2005; TENÓRIO; FERREIRA, 2010). A seleção dos indicadores para a prática do monitoramento envolve a tomada de decisão sobre quais aspectos da realidade se pretende conhecer, acompanhar, controlar e, até mesmo, intervir (TENÓRIO; FERREIRA, 2010). Cabe enfatizar que um único indicador é incapaz de retratar a complexidade do fenômeno educacional, por isso, a necessidade de um conjunto de indicadores (SOUZA, 2005), muitas vezes sintetizados por um ou mais índices. No Brasil, o MEC, por meio do INEP, criou e institucionalizou, em 2007, um índice que sintetiza dados do censo escolar (taxas de aprovação e o tempo médio que os alunos levam para concluir cada série do ensino fundamental) e a nota média do desempenho dos alunos em avaliações do MEC trata-se do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB). Esse índice tem por objetivo monitorar a qualidade da educação no país (FERNANDES, 2007). Além desse instrumento, há outros criados e institucionalizados pela União, especialmente nos anos 1990, que compõem um complexo de medida-avaliação-informação

4 6645 para o monitoramento educacional no país (FREITAS, 2007, 2008). Entre eles se destacam: a) o censo escolar; b) o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (SAEB) que, a partir de 2005 (BRASIL, 2005), é composto pela Avaliação Nacional da Educação Básica (ANEB) e Avaliação Nacional do Rendimento Escolar (ANRESC, a Prova Brasil); c) o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM); e d) o Exame Nacional de Certificação de Competências de Jovens e Adultos (ENCCEJA). As políticas educacionais da União voltadas para o monitoramento da qualidade da educação no país ganhou força com o Decreto n /2007 (BRASIL, 2007a) que diz respeito à implementação do Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação. Esse possui como parâmetro de qualidade as metas do Ideb. O Decreto prevê, ainda, que o cumprimento do Plano dar-se-á em regime de colaboração da União, dos municípios, do Distrito Federal e dos estados, cabendo à União fornecer assistência técnica e financeira aos entes federativos que voluntariamente aderirem ao Compromisso em prol da melhoria da qualidade de ensino (BRASIL, 2007a). Com a finalidade de atender o artigo 2º do Decreto [...] alfabetizar as crianças até, no máximo, os oito anos de idade, aferindo os resultados por exame periódico específico (BRASIL, 2007a), e como assistência técnica às redes de ensino e à escola, o MEC instituiu a Provinha Brasil (2007b) com a finalidade de avaliar os níveis de alfabetização e letramento dos alunos com dois anos de escolaridade do ensino fundamental, para diagnosticar as possíveis insuficiências dessas habilidades. A proposta da Provinha Brasil é possibilitar às redes de ensino a implantação de políticas públicas para superação de problemas no processo de alfabetização, bem como, para que as unidades educacionais estabeleçam planos de ação no sentido de promover uma alfabetização de qualidade (BRASIL, 2007b). Dessa forma, as políticas nacionais requerem contrapartidas dos âmbitos locais para a realização do monitoramento da educação com vistas à melhoria da qualidade educacional. Sendo assim, abordamos a seguir o caso da rede municipal de ensino e de uma escola municipal destaque no Ideb no período O monitoramento na Rede Municipal de Educação. A rede de ensino que observamos pertence ao município de Campo Grande, capital do estado de MS. Antes de abordamos o monitoramento educacional que essa rede realiza,

5 6646 apresentamos algumas características gerais e educacionais dessa e do município em que se localiza. O município de Campo Grande possui uma área territorial de 8.092,966 km 2 e com uma população de é a cidade mais populosa do estado, sendo sua densidade demográfica de 97,22 hab/km 2 (IBGE, 2010). Esse município também se destaca por seu Índice de Desenvolvimento Humano-M (IDH-M), que numa escala de 0 a 1, registra 0,814, o mesmo ocorre no IDH-E (Educação) e no IDHM-R (Renda), sendo respectivamente 0,915 e 0,771 (IBGE, 2000). No ranking estadual, regional e nacional, o IDH-M de Campo Grande é respectivamente 2º, 9º e 307º. Campo Grande possui 189 unidades de ensino municipais urbanas e rurais, sendo 9 escolas pólo e 9 extensões localizadas na zona rural, 84 escolas e 96 centros de educação infantil na zona urbana. Tais instituições fazem parte da Rede Municipal de Ensino (REME), a qual foi uma das primeiras a formalizar, por meio de sua Secretaria Municipal de Educação (SEMED), sua adesão ao Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação. Portanto, as escolas da Reme também participaram do monitoramento realizado pelo MEC, especialmente, por meio do Ideb (Tabela 01). Tabela 01- Ideb de 2005, 2007 e 2009 e as projeções desse índice para a rede municipal de Campo Grande Ensino Ideb Observado Projeção do IDEB Fundamental Anos iniciais 4,2 5,1 5,2 4,3 4,6 5,0 5,3 5,6 5,8 6,1 6,3 Anos finais 3,7 4,5 4,8 3,8 3,9 4,2 4,6 5,0 5,2 5,5 5,7 Fonte: MEC (2011). No Ideb de 2007, a Rede Municipal de Ensino (REME) de Campo Grande - MS obteve destaque dentre as capitais do país. Nos anos iniciais (1ª série/2º ano a 4 ª série/5º ano) do Ensino Fundamental, o índice da REME foi 5,1, com esses resultados, superou as metas estabelecidas pelo MEC para 2007 e Do mesmo modo, em 2009, nos anos iniciais a Reme apresentou uma variação positiva nesse índice superando a meta para 2011 e nos anos finais foi superada a meta para Os dados do Ideb fornecem indicadores interessantes a respeito de avanços e resultados dos alunos da REME Campo Grande (Tabela 01), sendo que o grande desafio que se coloca é o de continuar crescendo. Tal desafio exige grande esforço já que as metas

6 6647 foram extrapoladas, assim, urge determinar prioridades com clareza de objetivos. Essas prioridades têm que nascer dos dados que as escolas possuem, relacionados aos indicadores de seu desempenho e fraquezas. Somente assim um rumo coerente ao aprendizado será traçado. Nesse sentido, a Reme vem adotando, nos últimos anos, uma série de políticas públicas voltadas para a melhoria da qualidade e equidade educacional, em especial, tendo em vista os anos iniciais do ensino fundamental. Em 2005, ela instituiu o Projeto Aposta no Professor, no qual se destacam a especialização em serviço de seiscentos alfabetizadores e o acompanhamento sistemático da prática pedagógica desses profissionais. Esse projeto se tornou um programa da Semed, em que a continuidade dos cursos de especialização ficou sob responsabilidade do Centro de Formação de Formadores (CEFOR), criado em 2006 e vinculado diretamente ao gabinete da Secretaria Municipal de Educação de Campo Grande MS com a finalidade de estruturar, em parceria com universidades locais, cursos de pós-graduação lato sensu tendo em vista às necessidades dos profissionais da Rede Municipal de Educação. Os resultados das avaliações externas dos alunos, cujos professores participaram desse projeto, apresentaram variações positivas maiores do que daqueles alunos, cujos professores não participaram do projeto (Tabela 2). Tabela 2 -Comparativo da média de desempenho dos alunos do 2º ano cujos Professores participaram e os que não participaram do curso de pós-graduação em Alfabetização. MATEMÁTICA LÍNGUA PRODUÇÃO MÉDIA PORTUGUESA DE TEXTO GERAL REME 7,37 6,76 4,93 6,36 Professores que não participaram da pós- graduação em 7,46 6,84 4,76 6,37 alfabetização Professores que participaram da pós- graduação em alfabetização 7,57 7,04 4,90 6,51 Fonte: Campo Grande (2007a). A Semed tem realizado avaliações censitárias de sua rede de ensino desde 1999, aplicando provas para medir o desempenho acadêmico de alunos do ensino fundamental em leitura, produção de textos e matemática (Tabela 03). Os resultados dessas avaliações remetem a profundas reflexões sobre o rumo a ser tomado, pois apontam dados que devem ser interpretados a luz do que foi feito, de que aluno a escola quer formar e de que alunos a

7 6648 sociedade espera receber do sistema educacional. Os dados assim interpretados poderão sinalizar para o que fazer. Tabela 03 Resultados da avaliação externa de desempenho dos alunos da Reme ( ) PT - - 5,72 6,06 5,64 6,01 6,33 5,23 5,78 6,3 5,81 5,77 LP 6,81 5,4 4,94 5,64 6,22 5,88 5,98 5,71 6,32 5,9 5,49 5,11 MAT 6,25 4,775 4,59 7,70 5,87 5,20 5,67 5,02 5,97 5,6 5,75 4,73 MG 6,53 5,09 5,08 6,47 5,91 5,69 5,99 5,32 6,02 5,9 5,68 5,20 Fonte: Campo Grande (2011). Legenda: PT Produção de texto; LP Língua Portuguesa; MAT Matemática; MG Média geral. As informações de desempenho na avaliação externa da SEMED são combinadas com os dados sobre o rendimento escolar, através das taxas de aprovação, gerando o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica da Rede Municipal de Ensino IDER (CAMPO GRANDE, 2007b). Esse índice, assim o Ideb, é um indicador de qualidade, no entanto é calculado anualmente e leva em conta a produção de texto dos alunos. Dessa forma, traduz uma realidade mais próxima e com a mesma qualidade técnica do Ideb. O monitoramento educacional realizado pela Escola A escola observada foi selecionada por ter obtido a maior variação no Ideb no período de dentre as escolas municipais de Campo Grande, MS, e por apresentar práticas peculiares de avaliação e monitoramento de seu ensino fundamental. Sendo assim, apontamos as condições que a escola dispõe para a realização do monitoramento educacional, bem como os instrumentos que utiliza com esse fim. Identificaremos essa unidade de ensino apenas por Escola Municipal A (EMA), a fim de preservar a identidade de seus atores. A EMA, localizada em área urbana em Campo Grande, MS, foi fundada em 1966, por duas professoras freiras (PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA MUNICIPAL A PPP, 2008). Atualmente, a escola faz parte da Reme e é mantida pela Semed de Campo Grande. Em 2010 (MEC, 2010), essa escola ofertou o ensino fundamental a 675 alunos, sendo 381 nos anos iniciais (1 ao 5º anos) e 294 nos anos finais (6º ao 9º anos). O espaço físico da EMA possui: 12 salas de aula, sala dos professores, sala da direção, secretaria, sala da coordenação, laboratório de informática (equipado com computadores, televisão, DVD, caixa de som, microfone, câmera de filmagem), quadra de esportes coberta, biblioteca, parque recreativo, pátio descoberto, almoxarifado, cantina, três banheiros para

8 6649 alunos, um banheiro para funcionários (PPP, 2008). O quadro de funcionários da instituição, em 2010, era composto por 50 profissionais, dos quais 31 eram professores (PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA ESCOLA MUNICIPAL A PDE, ). Dentre os funcionários, são responsáveis pela gestão da EMA: a diretora, o diretor adjunto, a orientadora educacional, a supervisora escolar e o secretário escolar. O trabalho dos gestores é auxiliado pela Associação de Pais e Mestres (APM) e pelos conselhos escolares: Conselhos de Classe; Conselho de Professores; e Conselho Escolar. A diretora é formada em pedagogia e história, possui duas especializações e atualmente cursa o mestrado em educação, iniciou a carreira no magistério como professora na EMA, em 1980, e há doze anos está à frente da direção da escola. O diretor adjunto, por sua vez, é formado em matemática e possui especialização em Políticas Públicas e Gestão Educacional no Contexto Intercultural, atua na função docente desde 1996 e há seis anos na direção da escola. Conforme supracitado, essa escola apresentou resultados significativos no Ideb, tendo a maior variação positiva desse índice entre as escolas municipais de Campo Grande, MS no período de , sendo que em 2005 obteve 4,0 e 5,7 em Já no de 2009, a EMA obteve 5,4 no Ideb, houve, pois, pequena variação negativa nesse índice: -0,3. Ainda assim, a escola já alcançou em 2009 a meta projetada para o ano de 2015, ficando com o índice acima do obtido pelo estado de MS e pelo país, ambos obtiveram 4,6 em 2009 (MEC, 2011). A escola tem apresentado variações positivas também nos resultados da Avaliação Censitária da REME (Tabela 04). Tabela 04. Média comparativa dos resultados na Avaliação Censitária da REME: EMA SÉRIE/ANO ANO MÉDIA POR COMPONENTE CURRICULAR AVALIADO LING. PORT. PROD. TEXTO MATEMÁTICA MÉDIA GERAL 1ª Série/2º ano ,06 5,64 7,70 6, ,89 5,79 7,18 6, ,60 6,15 6,16 6, ,03 5,68 7,31 6, ,01 6,66 7,09 6,92 4ª Série/5º ano ,88 6,55 6,00 6, ,78 8,31 5,70 6, ,47 6,50 6,59 6, ,13 6,36 6,71 6,73 Fonte: Campo Grande (2008).

9 6650 Considerando somente a média geral, a escola apresentou variações negativas nos resultados obtidos pelos alunos do ensino fundamental do 2º ano apenas em 2003 e do 5º ano apenas em 2004 e Sendo que nas demais edições da avaliação as variações se mantiveram positivas (Tabela 04). Na opinião da direção, os bons resultados da escola em avaliações externas podem ser explicados, em parte, pelo fato de realizarem o monitoramento do ensino fundamental, principalmente por meio de avaliações realizadas pela própria unidade de ensino e discussão de seus resultados (Informação verbal fornecida pela diretora durante observação participante). Outros elementos que explicariam tais resultados, na opinião dos professores, são a formação continuada, fornecida pela Reme, e os estudos que desenvolvem durante as Reuniões Pedagógicas da escola (Informação verbal fornecida pelos professores durante observação participante). O monitoramento educacional está contemplando nas ações da escola e em seus documentos, como é o caso do PPP (2008) que apresenta os objetivos para essa prática: diagnosticar a prática global do ensino e aprendizagem; elevar o desempenho acadêmico dos alunos; subsidiar a prática avaliativa e o planejamento do professor e melhorar a qualidade de ensino. Para tanto, foram estabelecidos os instrumentos e critérios avaliativos comuns aos profissionais da educação e aos alunos. Os instrumentos compreendem: provas (aplicadas aos alunos); auto-avaliação (dos profissionais e dos alunos); participação (em reuniões, debates e trabalhos em grupo); projetos; portfólios (com registros das ações desenvolvidas durante os projetos e das atividades realizadas pelos alunos). Além dos citados, a escola utiliza, também, os instrumentos oficiais para o registro das notas e frequência dos alunos: planilha de notas (ficha de controle de desempenho dos alunos); diários de classe e canhotos de notas; plano anual de ensino; plano de aula (diário). Os documentos oficiais são preenchidos e utilizados obrigatoriamente por todos os docentes da escola. Os registros realizados pelos professores são analisados e discutidos bimestralmente com os gestores, os alunos e, às vezes, os pais/responsáveis (depende do interesse e disponibilidade destes) durante o Conselho de Classe. Os resultados do Conselho de Classe, das fichas avaliativas, as planilhas de notas e os resultados das avaliações externas (federais e municipais) e internas são sintetizados pelos

10 6651 gestores em gráficos estatísticos e relatórios, que são levados ao Conselho de Professores para discussão e re-planejamento das ações, bem como para a redefinição de objetivos e metas. No início de cada ano letivo, os dados são discutidos pelos professores e comparados aos relatórios dos anos anteriores. A partir disso, os professores elaboram seus planos anuais de ensino e planos de aulas. Com base na observação na escola e análises das falas dos atores escolares, compreendemos que um conjunto de fatores convergentes pode ter contribuído para o bom desempenho da escola nas avaliações externas federais e municipais, a saber: (a) a ação articulada dos gestores escolares focada na promoção da aprendizagem; (b) a liderança escolar da equipe gestora, o seu empenho no acompanhamento e na orientação do processo pedagógico; (c) o monitoramento do ensino fundamental pela escola e SEMED; (d) o entrosamento e a participação da comunidade escolar (funcionários, pais/responsáveis, alunos); (e) a formação continuada dos profissionais da escola. Tais fatores são apontados em diversas pesquisas como sendo possíveis impulsionadores da melhoria no desempenho acadêmicos dos alunos (BROOKE; SOARES, 2008; REYNOLDS; TEDDLIE, 2008). Sendo o papel dos gestores um dos fatores que podem contribuir positivamente para o desempenho acadêmico dos estudantes nas avaliações em larga escala (MEC; INEP; UNICEF, 2007; PARANDEKAR; OLIVEIRA; AMORIM, 2008; UNICEF, 2010). Considerações Finais Os resultados parciais das duas pesquisas em andamento demonstram que o município de Campo Grande MS incorporou as políticas nacionais relativas ao monitoramento da aprendizagem dos alunos tendo em vista a busca pela qualidade educacional. É importante salientar que essa prática é uma realidade tanto na Rede Municipal de Educação como nas unidades educacionais. Estas últimas estão criando campos de estudo sobre o tema em seus espaços, bem como construindo alternativas de avaliação com a finalidade de acompanhar pontualmente a qualidade da educação ali oferecida. A Reme faz o monitoramento da aprendizagem por meio de avaliações padronizadas desde Período em que formatou uma série histórica de avaliações. Esse fato permite verificar as constâncias, fraquezas e avanços existentes no interior do próprio sistema de educação.

11 6652 No entanto, muitos desafios relativos à qualidade ainda persistem como corroboram os dados presentes nesse texto. Por outro lado, esses desafios somente puderam ser visualizados de forma concreta a partir das práticas de monitoramento. Essas são utilizadas pelo sistema educacional e pela unidade escolar pesquisada como parâmetros para a implantação de ações que objetivam a qualidade educacional. Todo o processo tem como objetivo promover a melhoria da qualidade de ensino expressa nas avaliações externas das quais a escola participa. A análise dos dados coletados indica que uma série de fatores, além do monitoramento, podem ter contribuído para a variação positiva nos resultados do Ideb e da Avaliação Censitária da SEMED, quais sejam: formação continuada, apoio da SEMED, participação, liderança dos gestores. Cabe ainda compreender quais as implicações do monitoramento para a gestão da escola, com que orientações ele é realizado e como têm se dado as relações externas e internas à escola. Para responder tais questionamentos pretendemos aprofundar os resultados obtidos e realizar novos estudos que poderão trazer contribuições a respeito. REFERÊNCIAS ANDRÉ, Marli E. D. Afonso de. Estudo de caso em pesquisa e avaliação educacional. Brasília: Líber Livro Editora, Série Pesquisa, v. 13. BRASIL. Decreto n , de 24 de abril de Dispõe sobre a implementação do Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação, pela União Federal, em regime de colaboração com Municípios, Distrito Federal e Estados, e a participação das famílias e da comunidade, mediante programas e ações de assistência técnica e financeira, visando a mobilização social pela melhoria da qualidade da educação básica. Brasília, 2007a. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato /2007/decreto/d6094.htm>. Acesso em: 07. dez Portaria n. 931, de 21 de março de Institui o Sistema de Avaliação da Educação Básica, composto pela Prova Brasil (Anresc) e pelo Saeb (Aneb). Disponível em: <http://download.inep.gov.br/educacao_basica/prova_brasil_saeb/legislacao/portaria931_nov osaeb.pdf%20>. Acesso em: Portaria normativa n. 10, de 24 de abril de Institui a Avaliação de Alfabetização Provinha Brasil. Brasília, 2007b. Disponível em: <http://www.oei.es/pdfs/provinha.pdf>. Acesso em: ago BROOKE, N. e SOARES, J. F. (Orgs.) Pesquisa em eficácia escolar: origem e trajetórias. Uberlândia, MG: editora da UFMG, 2008.

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