A PRÁTICA DO MONITORAMENTO DA EDUCAÇÃO NO MUNICÍPIO E NA ESCOLA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A PRÁTICA DO MONITORAMENTO DA EDUCAÇÃO NO MUNICÍPIO E NA ESCOLA"

Transcrição

1 A PRÁTICA DO MONITORAMENTO DA EDUCAÇÃO NO MUNICÍPIO E NA ESCOLA Resumo GOMES, Márcia Bueno UFGD AZEVEDO, Luiz Carlos Tramujas de UFGD Eixo Temático: Políticas Públicas, Avaliação e Gestão da Educação Agência Financiadora: CAPES/UFGD Nesse texto apresentamos os resultados parciais de duas pesquisas em andamento no mestrado em educação, buscando responder como a rede municipal e a escola realizam o monitoramento da educação e quais os instrumentos que utilizam?. Essa questão tem como objetivo principal verificar de que forma as iniciativas nacionais de monitoramento da educação induzem essas práticas nos âmbitos subnacionais. Sendo assim, tratamos sobre o monitoramento da educação, com ênfase na sua utilização por meio da gestão educacional no âmbito da Secretaria Municipal de Educação (SEMED) de Campo Grande, Mato Grosso do Sul e de uma escola municipal que obteve variações positivas nos resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, no ano de Para tanto, analisamos dados estatísticos e educacionais com base na abordagem quanti-qualitativa, bem como os princípios do estudo de caso para investigar a realidade escolar. Os resultados, aqui apresentados, mostram que a rede de ensino e a unidade escolar observadas realizam o monitoramento educacional para a melhoria da qualidade da educação. Sendo que na primeira pesquisa observamos que a Semed iniciou um processo de monitoramento a partir de 1999 e, em 2007, criou um indicador próprio de qualidade, combinando dados do censo escolar com as avaliações que realiza. Enquanto que na segunda pesquisa, financiada com a bolsa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), observamos que a escola utiliza as avaliações externas (federais e municipais) e internas, relatórios, índices educacionais, dados referentes ao fluxo escolar e indicadores de qualidade para realizar o monitoramento do seu ensino fundamental com o objetivo de promover a melhoria da qualidade de ensino que oferta. A prática do monitoramento, portanto, faz-se presente nas políticas educacionais e nas ações da gestão escolar, firmando-se como importante instrumento para a melhoria do ensino. Palavras-chave: Avaliação educacional. Políticas públicas. Gestão educacional.

2 6643 Introdução O monitoramento da educação consiste no acompanhamento do processo educacional de forma sistemática e periódica, e pode servir a gestão como meio para a promoção da qualidade da educação (FLETCHER, 1995; SOUZA, 2005). Esse é um dos motivos que levaram a União a adotar o monitoramento como uma das estratégias para a melhoria do ensino no país, bem como induzir sua prática nos âmbitos subnacionais (estados e municípios) e nas unidades de ensino (FREITAS, 2007; 2008). Sendo assim, no presente texto, pretendemos apontar como a rede municipal e a escola realizam o monitoramento da educação e quais os instrumentos que utilizam?. Dessa forma, trabalhamos com dados e indicadores estatístico-educacionais disponíveis nos bancos de dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), Ministério da Educação (MEC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), da Secretaria Municipal de Educação (SEMED) de Campo Grande, Mato Grosso do Sul (MS), da Escola Municipal A, entre outros. As análises desses dados são provenientes de resultados parciais de duas pesquisas em andamento no mestrado em educação. A primeira pesquisa faz uma investigação, a partir do tratamento de dados estatísticos e educacionais, sobre o contexto da Rede Municipal de Ensino (REME) de Campo Grande, MS, e analisa, por meio de grupos focais (GATTI, 2005), os fatores humanos e/ou institucionais que, apesar das políticas municipais voltadas para a melhoria das condições de trabalho e do ambiente de aprendizagem, podem inibir o desenvolvimento integral dos alunos. Enquanto que a segunda utiliza o estudo de caso (ANDRÉ, 2005; CHIZZOTTI, 2006) para investigar a institucionalização de práticas de avaliação e monitoramento dos anos iniciais do ensino fundamental e suas repercussões nas relações internas e externas da escola. Ambos os trabalhos são de natureza quanti-qualitativa (CRESWELL, 2007), com ênfase na abordagem qualitativa (POUPART, 2008). Dessa forma, na primeira seção definimos o que entendemos por monitoramento educacional, bem como os instrumentos utilizados pela União para a sua prática no país. Nas seções seguintes, trazemos as características do contexto municipal e escolar observados, e as ações que desenvolvem para o monitoramento do ensino fundamental. Por fim, seguem as considerações finais e as referências.

3 6644 O monitoramento da educação no Brasil O monitoramento educacional diz respeito ao acompanhamento sistemático de um conjunto de indicadores educacionais e estatísticos em intervalos regulares de tempo, fornecendo, dessa forma, elementos importantes para o planejamento e execução de ações pró-melhoria da qualidade de ensino (FLETCHER, 1995; SOUZA, 2005). Entre os principais instrumentos de monitoramento, citamos: a) avaliação: do desempenho de alunos, pedagógico dos professores, das ações da escola, das políticas públicas educacionais; b) indicadores: de rendimento escolar (aprovação, repetência e abandono), de conclusão das etapas de ensino, dos insumos escolares (espaço e equipamentos, relação do número de alunos por docente), e de qualidade da educação; e c) índices (a razão entre dois ou mais indicadores, ou variáveis). A avaliação educacional possui características que podem servir ao monitoramento da qualidade da educação e às políticas educacionais (SOUZA, 2005), uma vez que se constitui como um processo contínuo, formativo que permite diagnósticos, reflexões e intervenções sobre a realidade avaliada, resultando, ou não, em mensuração (VIANNA, 2005). Os indicadores, por sua vez, são partes de um sistema de informação e, como tal, são elementos que direcionam uma ação ao expressar determinadas características da realidade (SOUZA, 2005; TENÓRIO; FERREIRA, 2010). A seleção dos indicadores para a prática do monitoramento envolve a tomada de decisão sobre quais aspectos da realidade se pretende conhecer, acompanhar, controlar e, até mesmo, intervir (TENÓRIO; FERREIRA, 2010). Cabe enfatizar que um único indicador é incapaz de retratar a complexidade do fenômeno educacional, por isso, a necessidade de um conjunto de indicadores (SOUZA, 2005), muitas vezes sintetizados por um ou mais índices. No Brasil, o MEC, por meio do INEP, criou e institucionalizou, em 2007, um índice que sintetiza dados do censo escolar (taxas de aprovação e o tempo médio que os alunos levam para concluir cada série do ensino fundamental) e a nota média do desempenho dos alunos em avaliações do MEC trata-se do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB). Esse índice tem por objetivo monitorar a qualidade da educação no país (FERNANDES, 2007). Além desse instrumento, há outros criados e institucionalizados pela União, especialmente nos anos 1990, que compõem um complexo de medida-avaliação-informação

4 6645 para o monitoramento educacional no país (FREITAS, 2007, 2008). Entre eles se destacam: a) o censo escolar; b) o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (SAEB) que, a partir de 2005 (BRASIL, 2005), é composto pela Avaliação Nacional da Educação Básica (ANEB) e Avaliação Nacional do Rendimento Escolar (ANRESC, a Prova Brasil); c) o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM); e d) o Exame Nacional de Certificação de Competências de Jovens e Adultos (ENCCEJA). As políticas educacionais da União voltadas para o monitoramento da qualidade da educação no país ganhou força com o Decreto n /2007 (BRASIL, 2007a) que diz respeito à implementação do Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação. Esse possui como parâmetro de qualidade as metas do Ideb. O Decreto prevê, ainda, que o cumprimento do Plano dar-se-á em regime de colaboração da União, dos municípios, do Distrito Federal e dos estados, cabendo à União fornecer assistência técnica e financeira aos entes federativos que voluntariamente aderirem ao Compromisso em prol da melhoria da qualidade de ensino (BRASIL, 2007a). Com a finalidade de atender o artigo 2º do Decreto [...] alfabetizar as crianças até, no máximo, os oito anos de idade, aferindo os resultados por exame periódico específico (BRASIL, 2007a), e como assistência técnica às redes de ensino e à escola, o MEC instituiu a Provinha Brasil (2007b) com a finalidade de avaliar os níveis de alfabetização e letramento dos alunos com dois anos de escolaridade do ensino fundamental, para diagnosticar as possíveis insuficiências dessas habilidades. A proposta da Provinha Brasil é possibilitar às redes de ensino a implantação de políticas públicas para superação de problemas no processo de alfabetização, bem como, para que as unidades educacionais estabeleçam planos de ação no sentido de promover uma alfabetização de qualidade (BRASIL, 2007b). Dessa forma, as políticas nacionais requerem contrapartidas dos âmbitos locais para a realização do monitoramento da educação com vistas à melhoria da qualidade educacional. Sendo assim, abordamos a seguir o caso da rede municipal de ensino e de uma escola municipal destaque no Ideb no período O monitoramento na Rede Municipal de Educação. A rede de ensino que observamos pertence ao município de Campo Grande, capital do estado de MS. Antes de abordamos o monitoramento educacional que essa rede realiza,

5 6646 apresentamos algumas características gerais e educacionais dessa e do município em que se localiza. O município de Campo Grande possui uma área territorial de 8.092,966 km 2 e com uma população de é a cidade mais populosa do estado, sendo sua densidade demográfica de 97,22 hab/km 2 (IBGE, 2010). Esse município também se destaca por seu Índice de Desenvolvimento Humano-M (IDH-M), que numa escala de 0 a 1, registra 0,814, o mesmo ocorre no IDH-E (Educação) e no IDHM-R (Renda), sendo respectivamente 0,915 e 0,771 (IBGE, 2000). No ranking estadual, regional e nacional, o IDH-M de Campo Grande é respectivamente 2º, 9º e 307º. Campo Grande possui 189 unidades de ensino municipais urbanas e rurais, sendo 9 escolas pólo e 9 extensões localizadas na zona rural, 84 escolas e 96 centros de educação infantil na zona urbana. Tais instituições fazem parte da Rede Municipal de Ensino (REME), a qual foi uma das primeiras a formalizar, por meio de sua Secretaria Municipal de Educação (SEMED), sua adesão ao Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação. Portanto, as escolas da Reme também participaram do monitoramento realizado pelo MEC, especialmente, por meio do Ideb (Tabela 01). Tabela 01- Ideb de 2005, 2007 e 2009 e as projeções desse índice para a rede municipal de Campo Grande Ensino Ideb Observado Projeção do IDEB Fundamental Anos iniciais 4,2 5,1 5,2 4,3 4,6 5,0 5,3 5,6 5,8 6,1 6,3 Anos finais 3,7 4,5 4,8 3,8 3,9 4,2 4,6 5,0 5,2 5,5 5,7 Fonte: MEC (2011). No Ideb de 2007, a Rede Municipal de Ensino (REME) de Campo Grande - MS obteve destaque dentre as capitais do país. Nos anos iniciais (1ª série/2º ano a 4 ª série/5º ano) do Ensino Fundamental, o índice da REME foi 5,1, com esses resultados, superou as metas estabelecidas pelo MEC para 2007 e Do mesmo modo, em 2009, nos anos iniciais a Reme apresentou uma variação positiva nesse índice superando a meta para 2011 e nos anos finais foi superada a meta para Os dados do Ideb fornecem indicadores interessantes a respeito de avanços e resultados dos alunos da REME Campo Grande (Tabela 01), sendo que o grande desafio que se coloca é o de continuar crescendo. Tal desafio exige grande esforço já que as metas

6 6647 foram extrapoladas, assim, urge determinar prioridades com clareza de objetivos. Essas prioridades têm que nascer dos dados que as escolas possuem, relacionados aos indicadores de seu desempenho e fraquezas. Somente assim um rumo coerente ao aprendizado será traçado. Nesse sentido, a Reme vem adotando, nos últimos anos, uma série de políticas públicas voltadas para a melhoria da qualidade e equidade educacional, em especial, tendo em vista os anos iniciais do ensino fundamental. Em 2005, ela instituiu o Projeto Aposta no Professor, no qual se destacam a especialização em serviço de seiscentos alfabetizadores e o acompanhamento sistemático da prática pedagógica desses profissionais. Esse projeto se tornou um programa da Semed, em que a continuidade dos cursos de especialização ficou sob responsabilidade do Centro de Formação de Formadores (CEFOR), criado em 2006 e vinculado diretamente ao gabinete da Secretaria Municipal de Educação de Campo Grande MS com a finalidade de estruturar, em parceria com universidades locais, cursos de pós-graduação lato sensu tendo em vista às necessidades dos profissionais da Rede Municipal de Educação. Os resultados das avaliações externas dos alunos, cujos professores participaram desse projeto, apresentaram variações positivas maiores do que daqueles alunos, cujos professores não participaram do projeto (Tabela 2). Tabela 2 -Comparativo da média de desempenho dos alunos do 2º ano cujos Professores participaram e os que não participaram do curso de pós-graduação em Alfabetização. MATEMÁTICA LÍNGUA PRODUÇÃO MÉDIA PORTUGUESA DE TEXTO GERAL REME 7,37 6,76 4,93 6,36 Professores que não participaram da pós- graduação em 7,46 6,84 4,76 6,37 alfabetização Professores que participaram da pós- graduação em alfabetização 7,57 7,04 4,90 6,51 Fonte: Campo Grande (2007a). A Semed tem realizado avaliações censitárias de sua rede de ensino desde 1999, aplicando provas para medir o desempenho acadêmico de alunos do ensino fundamental em leitura, produção de textos e matemática (Tabela 03). Os resultados dessas avaliações remetem a profundas reflexões sobre o rumo a ser tomado, pois apontam dados que devem ser interpretados a luz do que foi feito, de que aluno a escola quer formar e de que alunos a

7 6648 sociedade espera receber do sistema educacional. Os dados assim interpretados poderão sinalizar para o que fazer. Tabela 03 Resultados da avaliação externa de desempenho dos alunos da Reme ( ) PT - - 5,72 6,06 5,64 6,01 6,33 5,23 5,78 6,3 5,81 5,77 LP 6,81 5,4 4,94 5,64 6,22 5,88 5,98 5,71 6,32 5,9 5,49 5,11 MAT 6,25 4,775 4,59 7,70 5,87 5,20 5,67 5,02 5,97 5,6 5,75 4,73 MG 6,53 5,09 5,08 6,47 5,91 5,69 5,99 5,32 6,02 5,9 5,68 5,20 Fonte: Campo Grande (2011). Legenda: PT Produção de texto; LP Língua Portuguesa; MAT Matemática; MG Média geral. As informações de desempenho na avaliação externa da SEMED são combinadas com os dados sobre o rendimento escolar, através das taxas de aprovação, gerando o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica da Rede Municipal de Ensino IDER (CAMPO GRANDE, 2007b). Esse índice, assim o Ideb, é um indicador de qualidade, no entanto é calculado anualmente e leva em conta a produção de texto dos alunos. Dessa forma, traduz uma realidade mais próxima e com a mesma qualidade técnica do Ideb. O monitoramento educacional realizado pela Escola A escola observada foi selecionada por ter obtido a maior variação no Ideb no período de dentre as escolas municipais de Campo Grande, MS, e por apresentar práticas peculiares de avaliação e monitoramento de seu ensino fundamental. Sendo assim, apontamos as condições que a escola dispõe para a realização do monitoramento educacional, bem como os instrumentos que utiliza com esse fim. Identificaremos essa unidade de ensino apenas por Escola Municipal A (EMA), a fim de preservar a identidade de seus atores. A EMA, localizada em área urbana em Campo Grande, MS, foi fundada em 1966, por duas professoras freiras (PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA MUNICIPAL A PPP, 2008). Atualmente, a escola faz parte da Reme e é mantida pela Semed de Campo Grande. Em 2010 (MEC, 2010), essa escola ofertou o ensino fundamental a 675 alunos, sendo 381 nos anos iniciais (1 ao 5º anos) e 294 nos anos finais (6º ao 9º anos). O espaço físico da EMA possui: 12 salas de aula, sala dos professores, sala da direção, secretaria, sala da coordenação, laboratório de informática (equipado com computadores, televisão, DVD, caixa de som, microfone, câmera de filmagem), quadra de esportes coberta, biblioteca, parque recreativo, pátio descoberto, almoxarifado, cantina, três banheiros para

8 6649 alunos, um banheiro para funcionários (PPP, 2008). O quadro de funcionários da instituição, em 2010, era composto por 50 profissionais, dos quais 31 eram professores (PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA ESCOLA MUNICIPAL A PDE, ). Dentre os funcionários, são responsáveis pela gestão da EMA: a diretora, o diretor adjunto, a orientadora educacional, a supervisora escolar e o secretário escolar. O trabalho dos gestores é auxiliado pela Associação de Pais e Mestres (APM) e pelos conselhos escolares: Conselhos de Classe; Conselho de Professores; e Conselho Escolar. A diretora é formada em pedagogia e história, possui duas especializações e atualmente cursa o mestrado em educação, iniciou a carreira no magistério como professora na EMA, em 1980, e há doze anos está à frente da direção da escola. O diretor adjunto, por sua vez, é formado em matemática e possui especialização em Políticas Públicas e Gestão Educacional no Contexto Intercultural, atua na função docente desde 1996 e há seis anos na direção da escola. Conforme supracitado, essa escola apresentou resultados significativos no Ideb, tendo a maior variação positiva desse índice entre as escolas municipais de Campo Grande, MS no período de , sendo que em 2005 obteve 4,0 e 5,7 em Já no de 2009, a EMA obteve 5,4 no Ideb, houve, pois, pequena variação negativa nesse índice: -0,3. Ainda assim, a escola já alcançou em 2009 a meta projetada para o ano de 2015, ficando com o índice acima do obtido pelo estado de MS e pelo país, ambos obtiveram 4,6 em 2009 (MEC, 2011). A escola tem apresentado variações positivas também nos resultados da Avaliação Censitária da REME (Tabela 04). Tabela 04. Média comparativa dos resultados na Avaliação Censitária da REME: EMA SÉRIE/ANO ANO MÉDIA POR COMPONENTE CURRICULAR AVALIADO LING. PORT. PROD. TEXTO MATEMÁTICA MÉDIA GERAL 1ª Série/2º ano ,06 5,64 7,70 6, ,89 5,79 7,18 6, ,60 6,15 6,16 6, ,03 5,68 7,31 6, ,01 6,66 7,09 6,92 4ª Série/5º ano ,88 6,55 6,00 6, ,78 8,31 5,70 6, ,47 6,50 6,59 6, ,13 6,36 6,71 6,73 Fonte: Campo Grande (2008).

9 6650 Considerando somente a média geral, a escola apresentou variações negativas nos resultados obtidos pelos alunos do ensino fundamental do 2º ano apenas em 2003 e do 5º ano apenas em 2004 e Sendo que nas demais edições da avaliação as variações se mantiveram positivas (Tabela 04). Na opinião da direção, os bons resultados da escola em avaliações externas podem ser explicados, em parte, pelo fato de realizarem o monitoramento do ensino fundamental, principalmente por meio de avaliações realizadas pela própria unidade de ensino e discussão de seus resultados (Informação verbal fornecida pela diretora durante observação participante). Outros elementos que explicariam tais resultados, na opinião dos professores, são a formação continuada, fornecida pela Reme, e os estudos que desenvolvem durante as Reuniões Pedagógicas da escola (Informação verbal fornecida pelos professores durante observação participante). O monitoramento educacional está contemplando nas ações da escola e em seus documentos, como é o caso do PPP (2008) que apresenta os objetivos para essa prática: diagnosticar a prática global do ensino e aprendizagem; elevar o desempenho acadêmico dos alunos; subsidiar a prática avaliativa e o planejamento do professor e melhorar a qualidade de ensino. Para tanto, foram estabelecidos os instrumentos e critérios avaliativos comuns aos profissionais da educação e aos alunos. Os instrumentos compreendem: provas (aplicadas aos alunos); auto-avaliação (dos profissionais e dos alunos); participação (em reuniões, debates e trabalhos em grupo); projetos; portfólios (com registros das ações desenvolvidas durante os projetos e das atividades realizadas pelos alunos). Além dos citados, a escola utiliza, também, os instrumentos oficiais para o registro das notas e frequência dos alunos: planilha de notas (ficha de controle de desempenho dos alunos); diários de classe e canhotos de notas; plano anual de ensino; plano de aula (diário). Os documentos oficiais são preenchidos e utilizados obrigatoriamente por todos os docentes da escola. Os registros realizados pelos professores são analisados e discutidos bimestralmente com os gestores, os alunos e, às vezes, os pais/responsáveis (depende do interesse e disponibilidade destes) durante o Conselho de Classe. Os resultados do Conselho de Classe, das fichas avaliativas, as planilhas de notas e os resultados das avaliações externas (federais e municipais) e internas são sintetizados pelos

10 6651 gestores em gráficos estatísticos e relatórios, que são levados ao Conselho de Professores para discussão e re-planejamento das ações, bem como para a redefinição de objetivos e metas. No início de cada ano letivo, os dados são discutidos pelos professores e comparados aos relatórios dos anos anteriores. A partir disso, os professores elaboram seus planos anuais de ensino e planos de aulas. Com base na observação na escola e análises das falas dos atores escolares, compreendemos que um conjunto de fatores convergentes pode ter contribuído para o bom desempenho da escola nas avaliações externas federais e municipais, a saber: (a) a ação articulada dos gestores escolares focada na promoção da aprendizagem; (b) a liderança escolar da equipe gestora, o seu empenho no acompanhamento e na orientação do processo pedagógico; (c) o monitoramento do ensino fundamental pela escola e SEMED; (d) o entrosamento e a participação da comunidade escolar (funcionários, pais/responsáveis, alunos); (e) a formação continuada dos profissionais da escola. Tais fatores são apontados em diversas pesquisas como sendo possíveis impulsionadores da melhoria no desempenho acadêmicos dos alunos (BROOKE; SOARES, 2008; REYNOLDS; TEDDLIE, 2008). Sendo o papel dos gestores um dos fatores que podem contribuir positivamente para o desempenho acadêmico dos estudantes nas avaliações em larga escala (MEC; INEP; UNICEF, 2007; PARANDEKAR; OLIVEIRA; AMORIM, 2008; UNICEF, 2010). Considerações Finais Os resultados parciais das duas pesquisas em andamento demonstram que o município de Campo Grande MS incorporou as políticas nacionais relativas ao monitoramento da aprendizagem dos alunos tendo em vista a busca pela qualidade educacional. É importante salientar que essa prática é uma realidade tanto na Rede Municipal de Educação como nas unidades educacionais. Estas últimas estão criando campos de estudo sobre o tema em seus espaços, bem como construindo alternativas de avaliação com a finalidade de acompanhar pontualmente a qualidade da educação ali oferecida. A Reme faz o monitoramento da aprendizagem por meio de avaliações padronizadas desde Período em que formatou uma série histórica de avaliações. Esse fato permite verificar as constâncias, fraquezas e avanços existentes no interior do próprio sistema de educação.

11 6652 No entanto, muitos desafios relativos à qualidade ainda persistem como corroboram os dados presentes nesse texto. Por outro lado, esses desafios somente puderam ser visualizados de forma concreta a partir das práticas de monitoramento. Essas são utilizadas pelo sistema educacional e pela unidade escolar pesquisada como parâmetros para a implantação de ações que objetivam a qualidade educacional. Todo o processo tem como objetivo promover a melhoria da qualidade de ensino expressa nas avaliações externas das quais a escola participa. A análise dos dados coletados indica que uma série de fatores, além do monitoramento, podem ter contribuído para a variação positiva nos resultados do Ideb e da Avaliação Censitária da SEMED, quais sejam: formação continuada, apoio da SEMED, participação, liderança dos gestores. Cabe ainda compreender quais as implicações do monitoramento para a gestão da escola, com que orientações ele é realizado e como têm se dado as relações externas e internas à escola. Para responder tais questionamentos pretendemos aprofundar os resultados obtidos e realizar novos estudos que poderão trazer contribuições a respeito. REFERÊNCIAS ANDRÉ, Marli E. D. Afonso de. Estudo de caso em pesquisa e avaliação educacional. Brasília: Líber Livro Editora, Série Pesquisa, v. 13. BRASIL. Decreto n , de 24 de abril de Dispõe sobre a implementação do Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação, pela União Federal, em regime de colaboração com Municípios, Distrito Federal e Estados, e a participação das famílias e da comunidade, mediante programas e ações de assistência técnica e financeira, visando a mobilização social pela melhoria da qualidade da educação básica. Brasília, 2007a. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato /2007/decreto/d6094.htm>. Acesso em: 07. dez Portaria n. 931, de 21 de março de Institui o Sistema de Avaliação da Educação Básica, composto pela Prova Brasil (Anresc) e pelo Saeb (Aneb). Disponível em: <http://download.inep.gov.br/educacao_basica/prova_brasil_saeb/legislacao/portaria931_nov osaeb.pdf%20>. Acesso em: Portaria normativa n. 10, de 24 de abril de Institui a Avaliação de Alfabetização Provinha Brasil. Brasília, 2007b. Disponível em: <http://www.oei.es/pdfs/provinha.pdf>. Acesso em: ago BROOKE, N. e SOARES, J. F. (Orgs.) Pesquisa em eficácia escolar: origem e trajetórias. Uberlândia, MG: editora da UFMG, 2008.

12 6653 CAMPO GRANDE. Avaliação de desempenho dos alunos do 2º ano do ensino fundamental. Departamento de Planejamento e Divisão de Planejamento e Avaliação. Secretaria Municipal de Educação de Campo Grande, MS, 2007a.. Cadernos de relatórios de avaliação ( ). Departamento de Planejamento e Divisão de Planejamento e Avaliação. Secretaria Municipal de Educação de Campo Grande, MS, Cadernos de relatórios de avaliação ( ). Departamento de Planejamento e Divisão de Planejamento e Avaliação. Secretaria Municipal de Educação de Campo Grande, MS, Decreto Municipal n de 22 de novembro de Institui o Índice de desenvolvimento da educação básica da rede municipal de ensino (IDER). Secretaria Municipal de Educação de Campo Grande, MS, 2007b. CHIZZOTTI, Antonio. Pesquisa qualitativa em ciências humanas e sociais. Petrópolis: Vozes, CRESWELL, John W. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, FERNANDES, Reynaldo. Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Brasília: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, Disponível em: < Acesso em: jan FLETCHER, Philip. R. Propósitos da avaliação educacional: uma análise das alternativas. Estudos em Avaliação Educacional, São Paulo, FCC, n. 11, p , jan./jun FREITAS, D. N. T. Avaliação e gestão democrática na regulação da educação básica brasileira: uma relação a avaliar. Educação & Sociedade. [online]. 2007, v. 28, n. 99. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/es/v28n99/a11v2899.pdf>. Acesso em: jul Ação reguladora da União e qualidade do ensino obrigatório (Brasil, ). Educar em Revista, n. 31, Disponível em: <www.scielo.br/pdf/er/n31/n31a04.pdf>. Acesso em: 14 dez GATTI, B. Avaliação de sistemas educacionais no Brasil Sísifo Revista de Ciências da Educação Unidade de I&D de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa, 2005 IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Índice de Desenvolvimento Humano Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/home/>. Acesso em: ago Cidades. Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/cidadesat/topwindow.htm?1>. Acesso: jul

13 6654 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (MEC). Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB): 2005, 2007 e Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=180&itemid=33 6 >. Acesso em: jun Censo Escolar. Disponível em: <http://portal.inep.gov.br/basica-censo>. Acesso em: ago MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO; INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA; FUNDO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA A INFÂNCIA (UNICEF). Aprova Brasil: o direito de aprender: boas práticas em escolas públicas avaliadas pela Prova Brasil. 2. ed. Brasília: Fundo das Nações Unidas para a Infância, PARANDEKAR, S. D.; OLIVEIRA, I. de A. R. de; AMORIM, É. P. (Orgs.). Desempenho dos alunos na Prova Brasil: diversos caminhos para o sucesso educacional nas redes municipais de ensino. Brasília: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, POUPART, Jean et. al. A pesquisa qualitativa: enfoques epistemológicos e metodológicos. Petrópolis: Vozes, REYNOLDS, D.; TEDDLIE, C. Os processos da eficácia escolar. In: BROOKE, N. e SOARES, J. F. (Orgs.) Pesquisa em eficácia escolar: origem e trajetórias. Uberlândia, MG: editora da UFMG, 2008, p SOUZA, A. de M. e. A relevância dos indicadores educacionais para a educação básica: informações e decisões. In: SOUZA, Alberto de Mello e. (Org.). Dimensões da avaliação educacional. Petrópolis: Vozes, p TENÓRIO, R. M; FERREIRA, R. A. Avaliação educacional e indicadores de qualidade: um enfoque epistemológico e metodológico. In: TENÓRIO, R.; LOPES, U. De M. Avaliação e gestão: teorias e práticas. Salvador: EDUFBA, p UNICEF. Caminhos do direito de aprender: boas práticas de 26 municípios que melhoraram a qualidade da educação. Brasília, DF: Unicef, VIANNA, H. M. Fundamentos de um Programa de Avaliação Educacional. Brasília: Líber Livro, p.

Diagnóstico da Educação Municipal

Diagnóstico da Educação Municipal Diagnóstico da Educação Municipal Oneide Ferraz Alves Apoio Parceria Coordenação Técnica Iniciativa Temas 1º dia Planejamento Planejamento Educacional Plano Anual de Educação Diagnóstico da Educação no

Leia mais

PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA e AÇÕES DO PACTO

PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA e AÇÕES DO PACTO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA e AÇÕES DO PACTO Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa É um compromisso formal assumido pelos governos federal, do Distrito Federal, dos estados

Leia mais

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira NOTA INFORMATIVA DO IDEB 2011 Os resultados do Ideb 2011 para escola, município, unidade da federação, região

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 12. Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua

POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 12. Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 12 Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua Deveria ter sido aprovado um PNE para o período 2011-2020, mas não o foi. O último PNE ( Lei nº 10.172, de 2001) criou metas para a educação

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 867, DE 4 DE JULHO DE

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 867, DE 4 DE JULHO DE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 867, DE 4 DE JULHO DE 2012 Institui o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa e as ações do Pacto e define suas diretrizes gerais. O MINISTRO

Leia mais

Programa Mais Educação Avaliação de Impacto e Estudo Qualitativo

Programa Mais Educação Avaliação de Impacto e Estudo Qualitativo Programa Mais Educação Avaliação de Impacto e Estudo Qualitativo *** Esta apresentação propõe-se a trazer um breve panorama do trabalho realizado e, para isso, omite diversos pontos metodológicos e de

Leia mais

IDEB ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA CONCEITOS E USOS

IDEB ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA CONCEITOS E USOS IDEB ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA CONCEITOS E USOS Elaine Toldo Pazello FEA-RP / USP epazello@usp.br Instituto Fonte 26/11/2013 Roteiro da apresentação Descrever o cálculo do IDEB, procurando

Leia mais

FÓRUNS ESTADUAIS DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE: ORIENTAÇÕES PARA SUA ORGANIZAÇÃO

FÓRUNS ESTADUAIS DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE: ORIENTAÇÕES PARA SUA ORGANIZAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR - CAPES FÓRUNS ESTADUAIS DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE: ORIENTAÇÕES PARA SUA ORGANIZAÇÃO (versão preliminar) Brasília, setembro

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 6.094, DE 24 DE ABRIL DE 2007. Dispõe sobre a implementação do Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação, pela União

Leia mais

ENTENDENDO O PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA ASPECTOS GERAIS

ENTENDENDO O PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA ASPECTOS GERAIS ENTENDENDO O PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA ASPECTOS GERAIS 1. O que é o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa? O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa é um compromisso

Leia mais

ANEXO 2 - INDICADORES EDUCACIONAIS 1

ANEXO 2 - INDICADORES EDUCACIONAIS 1 ES R O D A C I D N I 2 O X E N A EDUCACIONAIS 1 ANEXO 2 1 APRESENTAÇÃO A utilização de indicadores, nas últimas décadas, na área da educação, tem sido importante instrumento de gestão, pois possibilita

Leia mais

Os impactos do Programa de Avaliação da Alfabetização do Sistema Mineiro de Avaliação em uma escola pública de Uberlândia/MG.

Os impactos do Programa de Avaliação da Alfabetização do Sistema Mineiro de Avaliação em uma escola pública de Uberlândia/MG. Os impactos do Programa de Avaliação da Alfabetização do Sistema Mineiro de Avaliação em uma escola pública de Uberlândia/MG. Adriana Castro de Resende Alvarenga 1 A legislação e a pesquisa No Brasil,

Leia mais

EXPERIÊNCIA DE AVALIAÇÃO AUTÔNOMA INDICADOR DE QUALIDADE NA EDUCAÇÃO?

EXPERIÊNCIA DE AVALIAÇÃO AUTÔNOMA INDICADOR DE QUALIDADE NA EDUCAÇÃO? EXPERIÊNCIA DE AVALIAÇÃO AUTÔNOMA INDICADOR DE QUALIDADE NA EDUCAÇÃO? Viviane de Quevedo Chaves - UPF 1 Taís Maiara Loss Loehder- UPF 2 Projeto Observatório da Educação nº. 44/2010 - Capes/Inep/CNPq Resumo:

Leia mais

SECRETARIA EXECUTIVA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO PROJETO APRENDER MAIS

SECRETARIA EXECUTIVA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO PROJETO APRENDER MAIS SECRETARIA EXECUTIVA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO PROJETO APRENDER MAIS Junho - 2009 1 SECRETARIA EXECUTIVA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO PROJETO APRENDER MAIS 1. Justificativa A Secretaria de Educação,

Leia mais

Pacto Nacional pela. Alfabetização na Idade Certa

Pacto Nacional pela. Alfabetização na Idade Certa Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa O Brasil do futuro com o começo que ele merece Toda criança alfabetizada até os Apresentação Entre todos

Leia mais

Compromisso Todos pela Educação. Garantir o direito de aprender, para todos e para cada um.

Compromisso Todos pela Educação. Garantir o direito de aprender, para todos e para cada um. Compromisso Todos pela Educação Garantir o direito de aprender, para todos e para cada um. Ministério da Educação SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA Maria do Pilar Lacerda A. Silva DEPARTAMENTO DE PROJETOS

Leia mais

MONITORAMENTO DAS AULAS E AVALIAÇÃO COMO MEIO PARA PROMOVER UM ENSINO DE QUALIDADE NO CENTRO DE ENSINO MÉDIO CASTRO ALVES PALMAS/TO

MONITORAMENTO DAS AULAS E AVALIAÇÃO COMO MEIO PARA PROMOVER UM ENSINO DE QUALIDADE NO CENTRO DE ENSINO MÉDIO CASTRO ALVES PALMAS/TO Centro de Convenções Ulysses Guimarães Brasília/DF 16, 17 e 18 de abril de 2013 MONITORAMENTO DAS AULAS E AVALIAÇÃO COMO MEIO PARA PROMOVER UM ENSINO DE QUALIDADE NO CENTRO DE ENSINO MÉDIO CASTRO ALVES

Leia mais

METAS E ESTRATÉGIAS DO Plano Municipal de Educação de Afuá 2015-2025

METAS E ESTRATÉGIAS DO Plano Municipal de Educação de Afuá 2015-2025 METAS E ESTRATÉGIAS DO Plano Municipal de Educação de Afuá 2015-2025 3- METAS E ESTRATÉGIAS. META 1: Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco)

Leia mais

PROJETO INTEGRADOR 2015

PROJETO INTEGRADOR 2015 UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE CONSELHEIROS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO PROJETO INTEGRADOR 2015 IOLANDA

Leia mais

PROVA BRASIL: A AVALIAÇÃO EM MATEMÁTICA E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO 5º ANO

PROVA BRASIL: A AVALIAÇÃO EM MATEMÁTICA E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO 5º ANO PROVA BRASIL: A AVALIAÇÃO EM MATEMÁTICA E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO 5º ANO Sylmara Fagundes da Silva Sylmara.fagundes@hotmail.com RESUMO O presente trabalho teve como objetivo analisar os resultados das

Leia mais

FORMAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO II- ANÁLISES PRELIMINARES DOS DADOS EDUCACIONAIS DE SERGIPE:

FORMAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO II- ANÁLISES PRELIMINARES DOS DADOS EDUCACIONAIS DE SERGIPE: FORMAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO I METAS 15 E 16 DO PNE: META 15 Garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, no prazo de 1 ano de vigência deste

Leia mais

OS EFEITOS DA PROVA BRASIL NAS ESCOLAS PÚBLICAS DO MUNICÍPIO DE TERESINA

OS EFEITOS DA PROVA BRASIL NAS ESCOLAS PÚBLICAS DO MUNICÍPIO DE TERESINA OS EFEITOS DA PROVA BRASIL NAS ESCOLAS PÚBLICAS DO MUNICÍPIO DE TERESINA Isana Cristina dos Santos Lima UFPI (isanacristina@hotmail.com) RESUMO Este artigo apresenta resultados da pesquisa que tem como

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REDAÇÃO DO PROJETO DE LEI Aprova o Plano Municipal de Educação - PME e dá outras providências. O Prefeito do Município de vereadores decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Faço

Leia mais

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS Projeto de Lei nº 8.035, de 2010 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional O PNE é formado por: 10 diretrizes; 20 metas com estratégias

Leia mais

Planejando a Próxima Década. Alinhando os Planos de Educação

Planejando a Próxima Década. Alinhando os Planos de Educação Planejando a Próxima Década Alinhando os Planos de Educação EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 59, DE 11 DE NOVEMBRO DE 2009 Art. 4º O caput do art. 214 da Constituição Federal passa a vigorar com a seguinte redação,

Leia mais

A EDUCAÇÃO BÁSICA EM MARINGÁ: EXISTE OBRIGATORIEDADE LEGAL?

A EDUCAÇÃO BÁSICA EM MARINGÁ: EXISTE OBRIGATORIEDADE LEGAL? Anais da Semana de Pedagogia da UEM ISSN Online: 2316-9435 XXI Semana de Pedagogia IX Encontro de Pesquisa em Educação 20 a 23 de Maio de 2014 A EDUCAÇÃO BÁSICA EM MARINGÁ: EXISTE OBRIGATORIEDADE LEGAL?

Leia mais

organização, funcionamento, acompanhamento e avaliação

organização, funcionamento, acompanhamento e avaliação PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA EM MATO GROSSO: organização, funcionamento, acompanhamento e avaliação Cancionila Janzkovski Cardoso UFMT (Coordenadora Geral do PNAIC/MT) Objetivo Apresentar

Leia mais

José Orlando Lima de Morais. Atividade de Portfólio caderno 06

José Orlando Lima de Morais. Atividade de Portfólio caderno 06 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ SECRETÁRIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DO PARÁ. PROGRAMA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO José Orlando Lima de Morais Atividade de Portfólio

Leia mais

IMPACTOS DA PROVINHA BRASIL NA REORGANIZAÇÃO DAS PRÁTICAS DE ALFABETIZAÇÃO DAS ESCOLAS PÚBLICAS DO PAÍS

IMPACTOS DA PROVINHA BRASIL NA REORGANIZAÇÃO DAS PRÁTICAS DE ALFABETIZAÇÃO DAS ESCOLAS PÚBLICAS DO PAÍS IMPACTOS DA PROVINHA BRASIL NA REORGANIZAÇÃO DAS PRÁTICAS DE ALFABETIZAÇÃO DAS ESCOLAS PÚBLICAS DO PAÍS MARINILDA MAIA (UFMG). Resumo Este texto faz parte de uma pesquisa que se insere no campo de estudos

Leia mais

Esses slides são parte de um

Esses slides são parte de um Esses slides são parte de um projeto de extensão apresentado na UEMS em 2011, no campus de Maracaju pelas professoras, Simone Estigarribia de Lima e Nataly Gomes Ovando. Esses slides foram elaborados por

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI 2014-2018 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011 2020 METAS E ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI 2014-2018 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011 2020 METAS E ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI 2014-2018 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011 2020 METAS E ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO Marcos Neves Comissão Central PDI do IFSC PNE EXIGÊNCIA CONSTITUCIONAL O art.

Leia mais

QUAIS INSTRUMENTOS SÃO USADOS NO MONITORAMENTO DE PROGRAMAS SOCIAIS?

QUAIS INSTRUMENTOS SÃO USADOS NO MONITORAMENTO DE PROGRAMAS SOCIAIS? COMO SE FAZ NO BRASIL: PRINCIPAIS INSTRUMENTOS DE MONITORAMENTO DE PROGRAMAS SOCIAIS COMO SE FAZ O MONITORAMENTO? O monitoramento de programas envolve as seguintes etapas:» 1ª etapa: Coleta regular de

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico O Coordenador Pedagógico é o profissional que, na Escola, possui o importante papel de desenvolver e articular ações pedagógicas que viabilizem

Leia mais

Dossiê Ensino Fundamental no Brasil. Estudo para a construção do Plano Municipal de Educação de Palmas

Dossiê Ensino Fundamental no Brasil. Estudo para a construção do Plano Municipal de Educação de Palmas Estudo para a construção do Plano Municipal de Educação de Palmas Segundo substitutivo do PNE, apresentado pelo Deputado Angelo Vanhoni, Abril de 2012 Profa. Dra. Rosilene Lagares PPGE/PET PedPalmas Palmas,

Leia mais

ESCOLAR II ANÁLISE PRELIMINAR DOS DADOS EDUCACIONAIS DE SERGIPE

ESCOLAR II ANÁLISE PRELIMINAR DOS DADOS EDUCACIONAIS DE SERGIPE QUALIDADE DA EDUCAÇÃO BÁSICA COM ESCOLAR MELHORIA DO FLUXO I - META 7 DO PNE: Fomentar a qualidade da educação básica em todas etapas e modalidades, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem de modo

Leia mais

Referenciais Estratégicos

Referenciais Estratégicos MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA Referenciais Estratégicos Coordenação Comissão Central do

Leia mais

MINI STÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINI STRO P ORTARIA Nº 808, DE 18 DE JUNHO DE 2010

MINI STÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINI STRO P ORTARIA Nº 808, DE 18 DE JUNHO DE 2010 MINI STÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINI STRO P ORTARIA Nº 808, DE 18 DE JUNHO DE 2010 Aprova o instrumento de avaliação para reconhecimento de Cursos Pedagogia, no âmbito do Sistema Nacional de Avaliação

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTOS ESTÂNCIA BALNEÁRIA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO. 1 Nome da Unidade: 2 Nome do Diretor: 3 Endereço da Unidade:

PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTOS ESTÂNCIA BALNEÁRIA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO. 1 Nome da Unidade: 2 Nome do Diretor: 3 Endereço da Unidade: I - PERFIL E FUNCIONAMENTO DA UNIDADE ESCOLAR 1 Nome da Unidade: 2 Nome do Diretor: 3 Endereço da Unidade: 4 Telefone: E-mail: 5 Localização: ( ) área urbana ( ) área rural ( ) área urbana periférica 6

Leia mais

DOCÊNCIA ONLINE: UM ESTUDO NA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA

DOCÊNCIA ONLINE: UM ESTUDO NA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA 1 DOCÊNCIA ONLINE: UM ESTUDO NA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA Brasília - DF setembro 2014 Omitido para avaliação Instituição email Classe Investigação Científica Setor Educacional Educação Superior Classificação

Leia mais

Esta síntese apresenta a linha de base dos indicadores referentes às metas do PNE. O documento consiste em análises descritivas das séries históricas

Esta síntese apresenta a linha de base dos indicadores referentes às metas do PNE. O documento consiste em análises descritivas das séries históricas Esta síntese apresenta a linha de base dos indicadores referentes às metas do PNE. O documento consiste em análises descritivas das séries históricas dos indicadores selecionados pelo Ministério da Educação

Leia mais

Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará. Eixo Temático Ensino Médio e Profissional

Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará. Eixo Temático Ensino Médio e Profissional Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará Eixo Temático Ensino Médio e Profissional Ceará, 2015 1 Socioeconômico Diagnóstico Para compreender a situação da educação no estado do Ceará é necessário

Leia mais

4. Formação e valorização de profissionais da educação O CONTEXTO DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO NORDESTE

4. Formação e valorização de profissionais da educação O CONTEXTO DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO NORDESTE 4. Formação e valorização de profissionais da educação O CONTEXTO DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO NORDESTE Verônica Soares Fernandes Fundação Joaquim Nabuco veronica.fernandes@fundaj.gov.br Introdução As

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DA GESTÃO ESCOLAR NA QUALIDADE DA EDUCAÇÃO EM UMA ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL DE SANTA MARIA, RS

CONTRIBUIÇÕES DA GESTÃO ESCOLAR NA QUALIDADE DA EDUCAÇÃO EM UMA ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL DE SANTA MARIA, RS CONTRIBUIÇÕES DA GESTÃO ESCOLAR NA QUALIDADE DA EDUCAÇÃO EM UMA ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL DE SANTA MARIA, RS Leticia Degrandi Gelatti Pedagoga; Especialista em Gestão Educacional UFSM; Acadêmica

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Esperidião Amin Helou Filho

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Esperidião Amin Helou Filho PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO Esperidião Amin Helou Filho 1 PROJETO DE LEI Nº 8.035, DE 2010. Ementa: Aprova o Plano Nacional de Educação para o decênio 2011-2020 e dá outras providências. 2 PROJETO DE LEI

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ATRIBUIÇÕES E PRAZOS INTERMEDIÁRIOS DA LEI Nº 13.005/2014

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ATRIBUIÇÕES E PRAZOS INTERMEDIÁRIOS DA LEI Nº 13.005/2014 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ATRIBUIÇÕES E PRAZOS INTERMEDIÁRIOS DA LEI Nº 13.005/2014 ANA VALESKA AMARAL GOMES E PAULO SENA Consultores Legislativos da Área XV Educação, Cultura e Desporto SETEMBRO/2014

Leia mais

Experiência: Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb)

Experiência: Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) Experiência: Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) Gabinete da Presidência Responsável: Reynaldo Fernandes, Presidente

Leia mais

Programa Nacional Alfabetização na Idade Certa PNAIC 30/05/12

Programa Nacional Alfabetização na Idade Certa PNAIC 30/05/12 Programa Nacional Alfabetização na Idade Certa PNAIC 30/05/12 Alguns dados disponíveis sobre analfabetismo Objetivo e principais componentes Objetivo O PNAIC é um programa integrado cujo objetivo

Leia mais

EIXO VI VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO: FORMAÇÃO, REMUNERAÇÃO, CARREIRA E CONDIÇÕES DE TRABALHO:

EIXO VI VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO: FORMAÇÃO, REMUNERAÇÃO, CARREIRA E CONDIÇÕES DE TRABALHO: EIXO VI VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO: FORMAÇÃO, REMUNERAÇÃO, CARREIRA E CONDIÇÕES DE TRABALHO: PROPOSIÇÕES E ESTRATÉGIAS 1. Profissionais da educação: formação inicial e continuada 1.1. Implantar

Leia mais

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Diretoria de Estatísticas Educacionais

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Diretoria de Estatísticas Educacionais Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Diretoria de Estatísticas Educacionais RESULTADO DO CENSO DA EDUCAÇÃO BÁSICA 2009 O Censo Escolar, realizado anualmente pelo

Leia mais

Censo Escolar INEP. Júlia Pampillon. Abril 2012. Universidade Federal de Juiz de Fora. UFJF (Institute) ECONS - Laboratório de Economia 23/04 1 / 15

Censo Escolar INEP. Júlia Pampillon. Abril 2012. Universidade Federal de Juiz de Fora. UFJF (Institute) ECONS - Laboratório de Economia 23/04 1 / 15 Censo Escolar INEP Júlia Pampillon Universidade Federal de Juiz de Fora Abril 2012 UFJF (Institute) ECONS - Laboratório de Economia 23/04 1 / 15 Introdução O Censo Escolar é um levantamento de dados estatístico-educacionais

Leia mais

Avaliação Econômica. O Processo de Seleção de Diretores nas Escolas Públicas Brasileiras

Avaliação Econômica. O Processo de Seleção de Diretores nas Escolas Públicas Brasileiras Avaliação Econômica O Processo de Seleção de Diretores nas Escolas Públicas Brasileiras Objeto da avaliação: adoção de diferentes mecanismos para a seleção de diretores de escolas públicas brasileiras

Leia mais

A GESTÃO ADMINISTRATIVA DA SEB NO CONTEXTO DO PLANO DE AÇÕES ARTICULADAS PAR. Florianópolis/SC. Maio, 2014

A GESTÃO ADMINISTRATIVA DA SEB NO CONTEXTO DO PLANO DE AÇÕES ARTICULADAS PAR. Florianópolis/SC. Maio, 2014 A GESTÃO ADMINISTRATIVA DA SEB NO CONTEXTO DO PLANO DE AÇÕES ARTICULADAS PAR. Florianópolis/SC. Maio, 2014 SUM ÁRIO 1. Estrutura da SEB localização; 2. O PAR e o alcance das Metas do PNE; 3. Sistemática

Leia mais

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA 2013/01 a 2013/02 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 3 1. Diagnóstico geral

Leia mais

Eje temático: EXPERIENCIAS Y ACCIONES CONCRETAS RELACIONADAS CON LA EDUCACIÓN MEDIÁTICA EN EL ÁMBITO DE LA EDUCACIÓN FORMAL

Eje temático: EXPERIENCIAS Y ACCIONES CONCRETAS RELACIONADAS CON LA EDUCACIÓN MEDIÁTICA EN EL ÁMBITO DE LA EDUCACIÓN FORMAL Eje temático: EXPERIENCIAS Y ACCIONES CONCRETAS RELACIONADAS CON LA EDUCACIÓN MEDIÁTICA EN EL ÁMBITO DE LA EDUCACIÓN FORMAL Titulo: UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL (UAB) Autor: Wilson dos Santos Almeida

Leia mais

PUBLICADO DOC 27/09/2012, PÁG 85

PUBLICADO DOC 27/09/2012, PÁG 85 PUBLICADO DOC 27/09/2012, PÁG 85 PROJETO DE LEI 01-00415/2012 do Executivo (Encaminhado à Câmara pelo Sr. Prefeito com o ofício ATL 96/12). Aprova o Plano Municipal de Educação da Cidade de São Paulo para

Leia mais

Psicologia: Eixos estruturantes e ênfases curriculares

Psicologia: Eixos estruturantes e ênfases curriculares Psicologia: Eixos estruturantes e ênfases curriculares Resumo Andréia Silva da Mata 1 Márcia Regina F. de Brito 2 O presente estudo teve como objetivo principal analisar o desempenho dos estudantes dos

Leia mais

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO Portaria nº 808, de 8 de junho de 00. Aprova o instrumento de avaliação para reconhecimento de Cursos Pedagogia, no âmbito do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES. O MINISTRO DE

Leia mais

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Diretoria de Estudos Educacionais (DIRED)

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Diretoria de Estudos Educacionais (DIRED) Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Diretoria de Estudos Educacionais (DIRED) Prova Docente Profa. Dra. Marcella Laureano Prottis Novembro de 2012

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

16. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO, PESQUISA E AVALIAÇÃO

16. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO, PESQUISA E AVALIAÇÃO 16. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO, PESQUISA E AVALIAÇÃO 16.1 SISTEMA DE INFORMAÇÃO ESTATÍSTICA A LDBEN Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996 delega à União as seguintes competências: a) Coletar, analisar e

Leia mais

XLV PLENÁRIA NACIONAL DO FÓRUM DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE

XLV PLENÁRIA NACIONAL DO FÓRUM DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE XLV PLENÁRIA NACIONAL DO FÓRUM DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE Belém PA, 27 de dezembro de 2015 Um Plano orientador da ação estatal amplamente discutido CONAE 2010 3.000 pessoas, entre delegados,

Leia mais

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME Os desafios da Educação Infantil nos Planos de Educação Porto de Galinhas/PE Outubro/2015 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL É direito dos trabalhadores

Leia mais

ESTADO DO MARANHÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE PAULINO NEVES SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

ESTADO DO MARANHÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE PAULINO NEVES SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO 2015 / 2025 Raimundo de Oliveira Filho Prefeito Municipal José Ferreira dos Reis Vice-prefeito Mª Estaciana Silva Gomes Secretária de Educação DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO SEÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL Maria do

Leia mais

Educação no trânsito e transformação social: limites e possibilidades.

Educação no trânsito e transformação social: limites e possibilidades. Educação no trânsito e transformação social: limites e possibilidades. III Seminário DENATRAN de Educação e Segurança no Trânsito Brasília 24/11 Vale a pena ser ensinado tudo o que une e tudo o que liberta.

Leia mais

13 Nesse sentido, são profissionais da educação: I professores habilitados em nível médio ou superior para a docência na educação

13 Nesse sentido, são profissionais da educação: I professores habilitados em nível médio ou superior para a docência na educação EIXO VI Valorização dos Profissionais da Educação: Formação, Remuneração, Carreira e Condições de Trabalho O termo trabalhadores/as da educação se constitui como recorte de uma categoria teórica que retrata

Leia mais

A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular

A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular Direitos e Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento Diretrizes Curriculares Nacionais

Leia mais

BREVE HISTÓRICO DO FUNDO DE FORTALECIMENTO DA ESCOLA-FUNDESCOLA

BREVE HISTÓRICO DO FUNDO DE FORTALECIMENTO DA ESCOLA-FUNDESCOLA 1 BREVE HISTÓRICO DO FUNDO DE FORTALECIMENTO DA ESCOLA-FUNDESCOLA O Fundescola é um programa do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, executado em parceira com a Secretaria de Educação Básica

Leia mais

METAS E ESTRATÉGIAS. 1.5) Fomentar a formação inicial e continuada de profissionais do magistério para a educação infantil.

METAS E ESTRATÉGIAS. 1.5) Fomentar a formação inicial e continuada de profissionais do magistério para a educação infantil. METAS E ESTRATÉGIAS NACIONAL - Meta 1: universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil em creches,

Leia mais

PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA: Perspectivas da formação de professores no viés da Gestão de Conhecimento

PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA: Perspectivas da formação de professores no viés da Gestão de Conhecimento PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA: Perspectivas da formação de professores no viés da Gestão de Conhecimento Leonardo Rocha de Almeida Mestrando Profissional em Gestão Educacional Universidade

Leia mais

EDUCAÇÃO BÁSICA GESTÃO E FINANCIAMENTO

EDUCAÇÃO BÁSICA GESTÃO E FINANCIAMENTO EDUCAÇÃO BÁSICA GESTÃO E FINANCIAMENTO Gestão - Eixos Estratégicos Infraestrutura escolar; Portfólio de insumos pedagógicos e formação docente; Foco no Ensino Médio Integral e Técnico; Oferta de experiências

Leia mais

Programa Nacional Alfabetização na Idade Certa PNAIC

Programa Nacional Alfabetização na Idade Certa PNAIC Programa Nacional Alfabetização na Idade Certa PNAIC Objetivo e principais componentes Objetivo O PNAIC é um programa integrado cujo objetivo é a alfabetização em Língua Portuguesa e Matemática, até o

Leia mais

Instrumento de Avaliação de Cursos Superiores de Pedagogia

Instrumento de Avaliação de Cursos Superiores de Pedagogia MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior -

Leia mais

15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME. Política Nacional de Educação Infantil. Mata de São João/BA Junho/2015. Secretaria de Educação Básica

15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME. Política Nacional de Educação Infantil. Mata de São João/BA Junho/2015. Secretaria de Educação Básica 15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME Política Nacional de Educação Infantil Mata de São João/BA Junho/2015 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL É direito dos trabalhadores urbanos e rurais

Leia mais

ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES E RESPOSTAS DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA (SEB/MEC)

ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES E RESPOSTAS DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA (SEB/MEC) ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES E RESPOSTAS DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA (SEB/MEC) A ampliação do Ensino Fundamental para nove anos de duração, com a matrícula obrigatória

Leia mais

ESCOLAS PÚBLICAS CORRELACIONADAS AOS PROGRAMAS DO ESTADO E SEUS RESULTADOS.

ESCOLAS PÚBLICAS CORRELACIONADAS AOS PROGRAMAS DO ESTADO E SEUS RESULTADOS. ESCOLAS PÚBLICAS CORRELACIONADAS AOS PROGRAMAS DO ESTADO E SEUS RESULTADOS. COLLING, Janete 1 ; ZIEGLER, Mariani 1 ; KRUM, Myrian 2. Centro Universitário franciscano - UNIFRA E-mails: janetecolling@hotmail.com;

Leia mais

EIXO VI VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO: FORMAÇÃO, REMUNERAÇÃO, CARREIRA E CONDIÇÕES DE TRABALHO

EIXO VI VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO: FORMAÇÃO, REMUNERAÇÃO, CARREIRA E CONDIÇÕES DE TRABALHO VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO: FORMAÇÃO, REMUNERAÇÃO, CARREIRA E CONDIÇÕES DE TRABALHO PROPOSIÇÕES ESTRATÉGIAS E RESPONSABILIDADE* UNIÃO DF ESTADOS MUNICÍPIOS 1. Profissionais da educação:

Leia mais

Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais

Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP Diretoria de Avaliação da Educação

Leia mais

A IMPLANTAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS EM ESCOLAS ESTADUAIS DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS: ALGUMAS PONDERAÇÕES

A IMPLANTAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS EM ESCOLAS ESTADUAIS DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS: ALGUMAS PONDERAÇÕES A IMPLANTAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS EM ESCOLAS ESTADUAIS DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS: ALGUMAS PONDERAÇÕES Inajara Ramos 1, Lislene Nagaroto 2, Luciana Alves 3, Vera Lúcia Catoto Dias 4, Ana Maria

Leia mais

Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente

Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente Fórum Estadual da Undime MA Gabriela Moriconi Diretoria de Estudos Educacionais INEP A Prova Docente: Breve Histórico O potencial dos concursos

Leia mais

SEMANA DO SARESP/SAEB

SEMANA DO SARESP/SAEB SEMANA DO SARESP/SAEB Coordenadoria de Informação, Monitoramento e Avaliação Educacional CIMA Departamento de Avaliação Educacional DAVED GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO em parceria com Coordenadoria de

Leia mais

AVALIAÇÃO, GESTÃO E QUALIDADE NO ENSINO SUPERIOR AS POLÍTICAS PÚBLICAS BRASILEIRAS

AVALIAÇÃO, GESTÃO E QUALIDADE NO ENSINO SUPERIOR AS POLÍTICAS PÚBLICAS BRASILEIRAS AVALIAÇÃO, GESTÃO E QUALIDADE NO ENSINO SUPERIOR AS POLÍTICAS PÚBLICAS BRASILEIRAS Fernanda de Cássia Rodrigues Pimenta UNICID 1 fernanda@educationet.com.br Prof. Dra. Celia Maria Haas UNICID 2 celiamhaas@uol.com.br

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

Palavras-chave: Educação Superior. Avaliação. Gestão. Qualidade.

Palavras-chave: Educação Superior. Avaliação. Gestão. Qualidade. AVALIAÇÃO, GESTÃO E QUALIDADE NO ENSINO SUPERIOR AS POLÍTICAS PÚBLICAS BRASILEIRAS Fernanda de Cássia Rodrigues Pimenta UNICID 1 fernanda@educationet.com.br Prof. Dra. Celia Maria Haas UNICID 2 celiamhaas@uol.com.br

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE CORONEL PACHECO PODER LEGISLATIVO CNPJ.: 74.011.552/0001-31 HOME PAGE: www.coronelpacheco.cam.mg.gov.br

CÂMARA MUNICIPAL DE CORONEL PACHECO PODER LEGISLATIVO CNPJ.: 74.011.552/0001-31 HOME PAGE: www.coronelpacheco.cam.mg.gov.br PROJETO DE LEI N 774 DE 12 DE MAIO DE 2015. Aprova o Plano Municipal de Educação - PME e dá outras providências A Câmara Municipal de Coronel Pacheco aprova e eu, Prefeito Municipal, no uso de minhas atribuições,

Leia mais

PROGRAMA PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA Santa Maria/RS 04 a 08 de Fevereiro de 2013 Orientações Equipe Técnica

PROGRAMA PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA Santa Maria/RS 04 a 08 de Fevereiro de 2013 Orientações Equipe Técnica PROGRAMA PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA Santa Maria/RS 04 a 08 de Fevereiro de 2013 Orientações Equipe Técnica Graziela Franceschet Farias Apoio Técnico e Doutoranda em Educação Cinthia

Leia mais

AMPLIAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL PARA NOVE ANOS

AMPLIAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL PARA NOVE ANOS AMPLIAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL PARA NOVE ANOS RELATÓRIO DO PROGRAMA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Básica A ampliação do Ensino Fundamental para nove anos vem sendo discutida pela Secretaria

Leia mais

PDE Plano de Desenvolvimento da Educação

PDE Plano de Desenvolvimento da Educação PDE Plano de Desenvolvimento da Educação Secretaria de Educação Básica Ministério da Educação Foto: João Bittar Garantir o direito de aprender, para todos e para cada um. PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO

Leia mais

Avaliação da Educação Superior - um olhar sobre o SINAES O SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR (SINAES)

Avaliação da Educação Superior - um olhar sobre o SINAES O SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR (SINAES) Avaliação da Educação Superior - um olhar sobre o SINAES O SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR (SINAES) Legislação Constituição Federal 1988 LDB Lei nº 9.394 de 1996 SINAES Lei nº 10.861

Leia mais

PLANO DE AÇÃO NA GESTÃO DA ESCOLA 2012 A 2014

PLANO DE AÇÃO NA GESTÃO DA ESCOLA 2012 A 2014 PLANO DE AÇÃO NA GESTÃO DA ESCOLA 2012 A 2014 1 IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR COLÉGIO ESTADUAL CHATEAUBRIANDENSE ENSINO MÉDIO, NORMAL E PROFISSIONAL R. ESTADOS UNIDOS, 170 - JD. AMÉRICA ASSIS CHATEAUBRIAND

Leia mais

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA ORIENTAÇÕES BÁSICAS PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA SEE PARAIBA 2015 2018 Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas. Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM COORDENÇÃO PEDAGOGICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM COORDENÇÃO PEDAGOGICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM COORDENÇÃO PEDAGOGICA A ELABORAÇÃO DO PLANEJAMENTO ESCOLAR O Planejamento é o principal instrumento norteador da ação dos coordenadores e profissionais

Leia mais

CICLO DA INFÂNCIA E CICLO DE ALFABETIZAÇÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: COMPARAÇÕES PRELIMINARES

CICLO DA INFÂNCIA E CICLO DE ALFABETIZAÇÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: COMPARAÇÕES PRELIMINARES CICLO DA INFÂNCIA E CICLO DE ALFABETIZAÇÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: COMPARAÇÕES PRELIMINARES Rosilene Lagares PET Pedagogia/Campus de Palmas/Pedagogia/Mestrado em Educação/UFT/Capes roselagares@uft.edu.br

Leia mais

MATRIZES CURRICULARES MUNICIPAIS PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA - MATEMÁTICA: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA EM MOGI DAS CRUZES

MATRIZES CURRICULARES MUNICIPAIS PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA - MATEMÁTICA: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA EM MOGI DAS CRUZES MATRIZES CURRICULARES MUNICIPAIS PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA - MATEMÁTICA: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA EM MOGI DAS CRUZES Marcia Regiane Miranda Secretaria Municipal de Educação de Mogi das Cruzes marcia.sme@pmmc.com.br

Leia mais

GICO. ciência de governar. Ele prevê e dád

GICO. ciência de governar. Ele prevê e dád 1. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO GICO 1.1 É a própria pria organização do trabalho pedagógico gico escolar como um todo, em suas especificidades, níveis n e modalidades. 1.2 É Político por que diz respeito

Leia mais

UNCME RS FALANDO DE PME 2015

UNCME RS FALANDO DE PME 2015 UNCME RS FALANDO DE PME 2015 DIRETORIA UNCME-RS VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO: FORMAÇÃO, REMUNERAÇÃO, CARREIRA E CONDIÇÕES DE TRABALHO CONTATOS: Site: www.uncmers E-MAIL: uncmers@gmail.com.br

Leia mais

Plano Nacional de Educação

Plano Nacional de Educação A c o n s t r u ç ã o d e m o c r á t i c a d a p o l í t i c a e d u c a c i o n a l Plano Nacional de Educação Sistema Nacional de Educação A c o n s t r u ç ã o d e m o c r á t i c a d a p o l í t i

Leia mais

EVASÃO NO CURSO DE PEDAGOGIA DE UMA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO UM ESTUDO DE CASO

EVASÃO NO CURSO DE PEDAGOGIA DE UMA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO UM ESTUDO DE CASO EVASÃO NO CURSO DE PEDAGOGIA DE UMA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO UM ESTUDO DE CASO Elizabeth da Silva Guedes UNESA Laélia Portela Moreira UNESA Resumo A evasão no Ensino Superior (ES) vem chamando

Leia mais

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares: uma política de apoio à gestão educacional Clélia Mara Santos Coordenadora-Geral

Leia mais