Day Trading ou a vida numa Embaixada. não alternativa

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Day Trading ou a vida numa Embaixada. não alternativa"

Transcrição

1 António Martins da Cruz Embaixador de Potugal em Madrid Day Trading ou a vida numa Embaixada 101 não alternativa I SETE E MEIA da manhã: a RN 5 anuncia chuva, estradas congestionadas, novos casos de vacas loucas. Levanto-me a pensar uma vez mais que a Rádio Nacional 5 me faz voltar quase trinta anos atrás, com os seus locutores de voz cordata tipo Emissora Nacional. Mas actualiza as notícias cada quarto de hora, apesar de neutralizar a informação. Oito da manhã: a Rose despede-se, vai levar a Diana às aulas o Liceu Francês fica a poucos quilómetros pela circular M-30, mas a uma boa meia hora todas as manhãs. Não há metro nem autocarro no bairro onde vivemos. A RN 5 avança com os títulos dos jornais económicos, prevê um novo conflito entre o Governo e o poder judicial, lamenta duas mortes em mais uma tentativa para atravessar o estreito. Acabo de me vestir a pensar que desde que aqui estou (ou será da idade?) uso gravatas cada vez mais claras. As notícias continuam sempre: não houve atentados esta noite e reúne-se amanhã o Conselho de Ministros. Enfim, mais uma quinta-feira. Duas chávenas de chá, zapping apressado na biblioteca entre a Antena 3 e a novíssima SIC-Notícias. Engulo o Motens contra a hipertensão, e dou uma rápida olhada à CNN: a Administração Bush instala-se, a bolsa em Tóquio continua a baixar, Greenspan fala daqui a umas horas. Oito e meia da manhã: o Javier já tem o Volvo a trabalhar. A Alícia traz-me o sobretudo, estão três graus lá fora, e despede-se com o seu inglês cantado de Manila. O segurança espreita e faz sinal que podemos sair. Ainda não é o mundo real, mas as pequenas ruas tranquilas dos arrabaldes. Escolho um dos jornais que estão no banco, e vou no segundo título (a indústria diz que são necessários mais emigrantes) quando começa a trepidar o telemóvel. É um amigo sempre informado, já na sociedade de investimentos onde trabalha, que me diz com uma voz apressada consta nos mercados que a EDP quer comprar o Hidrocantábrico e que pode lançar uma OPA ainda hoje. Agradeci-lhe. Não sabia. Estávamos em Madrid, eram oito e trinta e cinco da manhã, começara mais um dia de Janeiro. Precisava ainda de uns bons vinte minutos para chegar ao centro.

2 102 Vi rapidamente na agenda o que tinha que fazer: reunião com o representante para a Península de uma indústria nórdica de telefones que vai abrir a delegação em Portugal, visita ao Director-Geral da Europa para afinar a agenda da Cimeira bilateral da próxima semana, almoço com o Presidente de uma construtora espanhola e com o seu sócio português, rápido encontro com o arquitecto para falar do ritmo das obras da Embaixada.Tinha tempo para os habituais imprevistos. Felizmente, não há hoje nem recepções (onde não gosto de ir) nem jantares. Só a vernissage de instalações-vídeo de uma artista portuguesa numa galeria no centro da cidade, às oito da noite. Apesar das perspectivas da OPA da EDP e do que pressinto que vou ter que saber fazer, decido manter o pequeno-almoço no escritório de advogados, onde me pediram para falar da agenda europeia e do nosso sistema de incentivos ao investimento, sobretudo de natureza fiscal. Comecei a telefonar, para aproveitar os vinte minutos de percurso. manência e de estabilidade em política externa estão a transformar-se, na nossa relação com a Espanha, numa dinâmica europeia de adaptações quase diárias e de solidariedade (e alguns desencontros) em agendas e votações em Bruxelas. Muito mais, por exemplo, do que com os ingleses, com quem a quase generalidade dos portugueses, e um ou outro britânico, consideram que ainda existe a mais velha aliança do mundo. E, finalmente, com a Espanha, a perspectiva estratégica é vital para os portugueses e apenas importante para Madrid. Vítor Cunha Rego, recordando porventura o tempo em que esteve em Madrid como Embaixador, registou numa das suas crónicas: Escrever sobre o que se passa em Espanha é sempre difícil, porque os portugueses gostam muito e gostam pouco dela, ao mesmo tempo. Vistas bem as coisas, a Espanha é o maior problema internacional português. Alguns dirão que é o único. (Os dias de amanhã, pág. 92). Os nossos interlocutores não mudaram, apesar de sucessivas configurações históricas e constitucionais espanholas, e poderá até ter-se agravado a inércia da dimensão, a que factores económicos dão agora percepções diferentes. Creio que era Bismarck, ou alguém citando-o com memória apressada, que dizia que em política pode alterar-se quase tudo menos a geografia. Os dois países regressaram ao contorno das orlas da Península, à fase antes da conquista de Ceuta, após aventuras marítimas e imperiais com êxitos desiguais mas com um fim comum ainda que desfasado no tempo. Fica-nos uma vez mais a geografia. Talvez para o recordar, tenho no meu gabinete um mapa da Península. Quanto mais não seja e às vezes é para meditar. 103 II Quando estava na NATO, recordo um general inglês, com bigode e caqui tipo regresso das Índias, que nos ia fazer um briefing sobre o orçamento do quartel- -general que visitávamos nesse dia. Lembrando-se que lhe devem ter dito na infância que um discurso anglo-saxónico deve ter no início e no fim uma nota de humor, começou com aquela voz engasgada dos ingleses, que alguns portugueses tanto gostam de tentar imitar: Falar sobre orçamentos recorda-me o dilema do sétimo marido da Zsa-Zsa Gabor, que dizia na noite de núpcias: sei o que tenho que fazer, mas não sei como hei-de torná-lo interessante. É quase o que sinto, mutatis mutandis, quando me pedem para escrever sobre o que é o dia-a-dia da Embaixada em Madrid. Procurando ir por partes. A nossa representação diplomática em Espanha, e sobretudo a sua acção, tem que permanentemente sintetizar diversas confluências: a Espanha é o nosso único vizinho terrestre e é com ela que partilhamos há oito séculos e meio o espaço peninsular, tal como foi com ela que dividimos o mundo em Tordesilhas; temos uma história muitas vezes comum, mas temos memórias diferentes dessa história; o factor europeu deu-nos a ambos, pela primeira vez, uma coincidência de horizontes e de projectos estratégicos; a pouco e pouco, a Península transformou-se num submercado regional europeu; regressámos à situação anterior às expansões, quer no plano geopolítico quer até nas trocas comerciais; os chamados factores de per- III Vejamos como condicionam estes factores positiva e negativamente o trabalho na Embaixada em Madrid e nos cinco Consulados de carreira que temos em Espanha, resumindo esses factores, na secreta esperança que algum leitor possa achar interessante a sistematização. São sobretudo de duas ordens: a Espanha é o nosso único vizinho terrestre (Marrocos é certamente também um vizinho marítimo) e o nosso primeiro parceiro económico e comercial, com crescente importância; a dinâmica da União Europeia alterou profundamente, e continua a modificar todos os dias, o trabalho das missões diplomáticas intra-comunitárias. Dizem os manuais que as Embaixadas servem para representar, informar e negociar. Para isso, cabe-lhes formular a política diplomática, isto é, ter capacidade

3 104 para interpretar e executar as instruções recebidas; activar canais de comunicação entre o seu próprio país e aquele onde estão acreditadas, não apenas na esfera política mas cada vez mais nos meios económicos; negociar, ou seja, aproximar posições que permitam soluções se possível coordenadas e consensuais; relatar, de preferência antecipando, ao seu próprio Governo o que se passa na política, na economia, na sociedade do país onde estão; tentar influenciar os decisores; para tanto, agir com credibilidade e cultivar os círculos adequados. É todo um programa. E, em Espanha, esta liturgia é talvez mais complexa do que noutros países, já que as Embaixadas, tal como as pessoas, medem-se pelos seus amigos e pelos seus inimigos. com a Espanha para vencer todos os dias a periferia, este sul que é bom para o turismo mas que nos afasta dos centros de decisão e dos mercados europeus. Para acompanhar e responder a situações concretas, promovi maior articulação com a excelente delegação que o ICEP tem em Madrid; a dinamização da Câmara de Comércio hispano-portuguesa, que começou a abrir delegações em diversas autonomias espanholas e a diversificar as suas actividades; fórmulas de coordenação com os conselheiros para a internacionalização da economia portuguesa que há em Espanha, com quem me reúno regularmente; a crescente acção dos Consulados na área económica e comercial; uma presença activa em actos relacionados com a interpenetração das duas economias. Portugal tem falta de visibilidade em Espanha. Mostram-no os inquéritos à opinião, a inabilidade da actuação de alguns empresários e até, por vezes, os simples artigos da imprensa. Para utilizar a expressão feliz do historiador Sánchez Cervelló, nós somos el vecino más ignorado. Por isso, tenho privilegiado a chamada diplomacia pública : entrevistas em rádios e televisões, sobretudo em programas económicos, e nos jornais, através de artigos e entrevistas; conferências nas Universidades, nas associações comerciais e empresariais, nos foros culturais; participação em congressos turísticos, vinícolas, em feiras de calçado, em jornadas gastronómicas, em encontros de historiadores. Entre seis e oito acções todos os meses. Aliás, quando apresentei credenciais ao Rei D. Juan Carlos, momento que oficializa a entrada em funções de um Embaixador, decidi não perder tempo com um ritual do MNE que consiste em escrever uma carta aos colegas espalhados pelo mundo cujo texto deve ser o mesmo há dezenas de anos a anunciar o facto. Mas decidi escrever aos trezentos maiores empresários espanhóis, muitos deles já presentes em Portugal, e a diversos opinion makers, a manifestar a minha disponibilidade para melhorar os circuitos de informação e colaboração. Outro exemplo de diplomacia pública: a Embaixada, colaborando com o Ministério da Economia e com o ICEP, foi instrumental na configuração e execução do Perfil de Portugal, que concentrou durante quinze dias em Madrid, na segunda semana de Outubro de 2000, cerca de setenta políticos, empresariais, comerciais, culturais, tecnológicos ou simplesmente lúdicos. Foi a maior operação de promoção de Portugal realizada até hoje no exterior e cujos resultados, previstos para o médio prazo, se começam já a sentir. Outra acção, no campo económico, decorre da percepção do conceito de home market para as empresas de um no outro país da Península. No caso dos ban- 105 IV Certamente, mais de 50% do meu tempo, como Embaixador em Madrid, é dedicado às questões económicas. O peso dos dois factores a vizinhança e a Europa transformaram os temas e os problemas económicos no principal trabalho de quem deve seguir e globalizar em permanência, pelo lado português, as relações luso-espanholas. A Espanha é hoje o nosso primeiro mercado (cerca de 20% das exportações, tendo ultrapassado a Alemanha) e o nosso primeiro fornecedor (mais de 25% do total das nossas importações). Era o quinto há quinze anos, num e noutro sentido. Há três mil empresas espanholas em Portugal, e um pouco menos de trezentas companhias portuguesas em Espanha. A Espanha, em 2000, exportou mais para Portugal do que para todos os países da América Latina. Cada português comprou, no ano passado, cento e setenta mil pesetas de produtos espanhóis, mais do que duzentos contos. Este factor deve-nos ser favorável, já que contribuímos assim para o progresso e a estabilidade de Espanha. São espanhóis vinte dos vinte e cinco milhões de visitantes que recebemos também no ano passado e cerca de metade dos doze milhões de turistas. Cada vez que um português compra mil escudos de produtos importados num supermercado, duzentos e cinquenta escudos pagam produtos espanhóis. E Portugal importa quase sessenta por cento do que consome em alimentação. É com a Espanha que temos que nos entender no traçado das fronteiras e no débito dos quatro grandes rios que nos chegam do seu território. É com a Espanha que temos que nos pôr de acordo sobre as redes transeuropeias, o traçado das auto- -estradas, das pontes, do comboio de alta velocidades. Temos que contar também

4 106 cos e das grandes companhias, importa procurar antecipar as soluções do mercado, que conduzem geralmente a parcerias estratégicas, fusões, OPAs, ou simples colaborações, sobretudo nos chamados sectores estratégicos (energia, bancos e telecomunicações). Mas importa ir criando condições para que a Espanha seja também um home market para as PMEs, que são afinal o principal tecido económico português. E por isso a Embaixada promoveu o primeiro encontro de PMEs portuguesas em Madrid (e este ano em Barcelona), procurando não apenas criar sinergias horizontais como ainda proporcionar plataformas negociais, de oportunidades e até logísticas. Muitas das grandes empresas portuguesas estão presentes em Espanha, pelo que o papel da Embaixada é acompanhá-las, facilitar interfaces com o sector político, proporcionais e trocar informações sobre o mercado e as oportunidades. Nos encontros regulares que mantenho com os Presidentes de alguns desses Grupos e com os seus directores e representantes em Espanha, procuro trazer algum calor acrescentado à sua acção e afirmar o MNE como interlocutor na diplomacia económica. Imperativos do mercado nem sempre permitem o conhecimento antecipado que, por vezes, permitiria clarificar a envolvente política. Do mesmo modo, alguns grupos espanhóis e as multinacionais que cada vez mais estão a concentrar em Madrid as suas sedes para o conjunto da Península (Lisboa está a perder a favor de Madrid com o acentuar da globalização na gestão dos grandes grupos mundiais) procuram a Embaixada para obter indicações. Foi aliás devido à pressão sentida, que promovi a criação de uma bolsa de trabalho, em Protocolo que assinei com o Presidente da Câmara de Comércio hispano-portuguesa e o delegado do ICEP, dado receber cerca de vinte cinco e trinta pedidos mensais, por parte de empresas espanholas ou de multinacionais, a solicitar portugueses com conhecimento da língua espanhola para trabalhar em Madrid ou em Portugal. procurar agilizar matérias económicas, sociais e culturais, em áreas onde conviria uma maior afirmação portuguesa. Figo e Saramago são certamente os portugueses mais conhecidos em Espanha. Mas a sua simples presença não chega para afirmar Portugal, apesar da opinião de bem pensantes nacionais que assim se exprimem em jornais portugueses. Recordam Portugal, mas ao viver e trabalhar (e muito bem) em Espanha, são assimiláveis no imaginário castelhano aos seus próprios valores. Alguém convencerá um francês de que Picasso era espanhol? Figo e Saramago são aqui símbolos cuja nacionalidade é indiscutível. Recordá-lo faz parte do nosso trabalho, e todos os dias. Há menos de um mês estive no Estádio Santiago de Bernabeú na cerimónia da entrega a Figo da bota de ouro como melhor jogador do mundo em A meu lado, o Núncio Apostólico, o português D. Manuel Monteiro de Castro, que tal como eu vibrou com a homenagem e com o jogo de futebol que se seguiu. Dois dias depois, assisti na Casa da América ao lançamento do último livro de Saramago, A caverna. Nos dois casos, foi pedido ao Embaixador de Portugal que estivesse presente. As especificidades espanholas que se afirmam também no futebol, como Figo teve ocasião de constatar e de sofrer obrigam a que a acção da Embaixada tenha que ser projectada para fora de Madrid. Embora sem ter ainda recorrido à figura da Embaixada aberta, procuro não me limitar ao horizonte do Paseo de la Castellana, privilegiando as visitas, as conferências, os encontros e os congressos nas autonomias, especialmente as que fazem fronteira com Portugal.Alguns exemplos mais recentes: recepções na Sagres em Vigo e em Bilbau aos meios políticos e económicos daquelas Comunidades; presidir o I Congresso Internacional dos Vinhos do Douro, em Valladolid; inaugurar a Feira Internacional de Badajoz e o Centro de Estudos Portugueses na Universidade de Cáceres; abordar a nossa agenda europeia com os membros do Patronato Catalão Pró-Europa, em Barcelona; almoçar com a Associação dos Jovens Empresários Andaluzes, em Sevilha; visitar a Capela de Nossa Senhora de Fátima em Astigarroka, na Guipúzcoa. Uma vez dei uma entrevista à rádio, em directo, numa cervejaria de Vigo, que o programa utilizava nessa altura como suporte. Durante uma hora, falei de Portugal do que ia ser o Porto Capital Europeia da Cultura, de Eça de Queiroz, da exportação de automóveis da Auto-Europa, das furnas dos Açores. Os ouvintes iam fazendo perguntas e eu ia respondendo o que sabia: qual o vinho a beber com o leitão da Bairrada, o que era uma francesinha no Porto ou qual a estrada para chegar a Óbidos. No dia seguinte, era domingo e fui passear com a 107 V No primeiro discurso que fiz, menos de um mês depois de ter chegado a Madrid, apontei como prioridade aumentar a visibilidade de Portugal em Espanha. E como um dos meios para esse objectivo estruturar um lobby português. Esse lobby deve ser transparente e deve incluir várias componentes que asseguram eficácia nos distintos sectores da sociedade espanhola. Uma das peças é certamente o Fórum dos Portugueses, como expressão da sociedade civil. O seu Presidente teve, aliás, a iniciativa de me propor a criação de um grupo consultivo do Embaixador para

5 108 nossa Cônsul-Geral pelas ruas de Vigo; fui abordado por uma simpática família cuja mulher (são sempre elas que tomam as iniciativas) me disse: ouvi-o ontem num programa de rádio e tivemos vontade de voltar a Coimbra. O meu ego deve ter crescido e cheguei a pensar em pedir um subsídio ao Secretário de Estado do Turismo por cada turista arranjado. Sobretudo, valera a pena aquela hora na rádio que trouxera mais alguma visibilidade a Portugal. Também a acção da Embaixada e dos Consulados se concentra, fora de Madrid, nas chamadas autonomias tradicionais, como a Catalunha, onde temos importantes investimentos, ou no País Basco, onde é portuguesa a maior comunidade estrangeira. Nestas comunidades, procuro incluir nas visitas regulares que ali faço encontros com os políticos, conversas com a comunicação social, conferências em Associações empresariais, visitas à comunidade portuguesa, inauguração de exposições sobre temas portugueses, acções promocionais. Por acordo com o ICEP, aproveitamos sempre a deslocação de equipas de futebol portuguesas, em encontros para as competições europeias, para intensificar nos dias antes dos jogos uma presença nos meios de comunicação social e realizar acções específicas de promoção comercial ou turística e actos nas associações empresariais. Por outro lado, dou especial atenção aos contactos com as autoridades policiais e de segurança, já que atravessam as estradas de Espanha (e certamente dos Países Bascos e da Catalunha) mais de 70% das nossas exportações para a Europa, que como é sabido se efectuam por via rodoviária. Também nessas autonomias os Consulados devem ser pólos capazes de gerar lobbies favoráveis a Portugal, promovendo interacções entre delegados da Câmara de Comércio, Fundações com ligações a Portugal, e esse conjunto indefinido mas sempre presente dos amigos de Portugal que estão nos meios políticos, intelectuais, económicos, ou simplesmente sociais. Para agilizar a sociedade civil espanhola e procurar trazê-la a pensar em Portugal, propus ao Ministro dos Negócios Estrangeiros a iniciativa de sugerir a Espanha a criação de um Fórum Luso-Espanhol, desgovernamentalizado, que associasse os chamados representantes das sociedades civis dos dois países e constituísse uma câmara de reflexão, prospecção e exemplo do que podem ser as relações entre os dois países. Já se reuniu, com sucesso, em Outubro. Continuo a pensar que este tipo de fora ou observatórios se poderiam estender às questões económicas, à ciência e à tecnologia, ao jornalismo, enfim às áreas onde as sociedades dos dois países podem dar impulsos para diversificar as relações e retirar-lhes a tonalidade oficiosa que, por defeitos partilhados de um e outro lado da fronteira, ainda se reflecte nas opiniões públicas. 109 VI Com a Espanha temos alguns problemas de imigração, cooperação judicial e policial, o que agora se chama na Europa as questões de Justiça e Interior. Por exemplo chegam pela mala diplomática, todas as semanas, ou pelo correio, para cima de cinquenta pedidos dos Tribunais a requerer informação sobre paradeiros, a indagar sobre multas e coimas, a formalizar extradições ou o reconhecimento de sentenças. E também das polícias a relatar ocorrências ou a informar sobre situações geralmente tristes. Países vizinhos, só há pouco tempo Portugal e Espanha iniciaram uma cooperação transfronteiriça e, ainda assim, no quadro dos comunitários programas INTERREG. Hoje, felizmente, há evoluções, e todas as autonomias espanholas de fronteira celebraram protocolos de colaboração com as Comissões de Coordenação Regional portuguesas.temos mesmo um caso exemplar, da Fundação Afonso Henriques, com sede em Espanha e Presidente português, que é instrumental para acções transfronteiriças. Procuro assistir aos seus actos e facilitar à Fundação e ao seu Presidente uma base de apoio em Madrid, disponibilizando a Embaixada para actividades que a projectem na capital espanhola. Acredito que é fundamental apoiar todas as acções que promovam uma maior capilaridade fronteiriça e, também por isso, me desloco várias vezes por ano às comunidades autónomas espanholas que têm fronteira com Portugal. A cooperação com a Extremadura pode considerar-se exemplar e um modelo a perspectivar nas nossas relações com as regiões de fronteira. No ensino, na contratação de trabalhadores temporários para a agricultura, no traçado das pontes e das estradas locais, no sistema de protecção civil e alerta aos incêndios, na gestão de comunidades urbanas, a colaboração entre a Junta da Extremadura e distintos níveis de administração local e regional em Portugal tem vindo a cimentar-se e a aprofundar-se. É um exemplo de como podem desenvolver-se as relações transfronteiriças, no que são afinal as regiões menos desenvolvidas dos dois países. Tenho reuniões regulares com as autoridades da Extremadura e tem sido gratificante ver a evolução neste ano e meio.

6 110 VII O Estado português tem em Espanha cerca de setenta professores portugueses, cujos salários são pagos pelo Ministério da Educação, e que leccionam aulas de língua e cultura portuguesa a cerca de dez mil alunos, dos quais apenas 30% são filhos de portugueses. A coordenação deste enorme esforço é feito pelos serviços de educação da Embaixada e considero a sua acção, a que dou especial atenção, como um dos contributos ao que deverá ser um objectivo: fazer do português a primeira ou a segunda das línguas de opção no sistema educativo secundário espanhol. Esta acção, em confluência com a presença de leitorados em meia dúzia de Universidades espanholas, é essencial para a nossa presença cultural em Espanha, pese embora a inexistência de Centros Culturais em Madrid ou nas grandes cidades espanholas. A nossa presença cultural em Espanha é sobretudo fruto como deve ser da acção da sociedade civil: os museus, principalmente o notável museu de Badajoz, que colaboram com museus portugueses, as galerias que expõem artistas portugueses, as editoras que publicam obras portuguesas. Dá-me um particular prazer, como o fiz há alguns dias, falar na apresentação do livro A Senhora da Noite, de Teixeira de Pascoaes, organizada pela editora espanhola da obra, e ter oportunidade para abordar a concepção dos iberismos do século XIX que perpassa pela correspondência Pascoaes Unamuno. Ou falar, como há dois meses, num encontro de historiadores, promovido pela Fundação Carlos de Antuérpia, e dar o meu contributo sobre as políticas europeias dos dois países na segunda metade do século XX. Para a internacionalização da arte portuguesa, assume crescente importância a presença de galerias e artistas portuguesas na ARCO, a Feira anual de arte de Madrid e uma das principais da Europa. Para além do gosto pessoal que tenho em conviver, durante essa semana, com artistas e galeristas, amigos alguns de longa data (e da oportunidade para actualizar a minha colecção), retomei um hábito: abrir a Embaixada a todos os portugueses que estão na ARCO, dar-lhes o apoio que necessitam e acolhê-los num encontro a que procuro trazer directores de museus e coleccionistas espanhóis. cultural, e uma presença portuguesa em regiões autónomas de estatutos políticos diferenciados. Procuro visitar estes Consulados pelo menos uma vez por ano, para além de lhes comunicar as posições que entendo úteis para que possam ser a representação portuguesa a que recorrem os meios públicos, económicos e culturais locais. Constatei que apesar dos escassos compatriotas que aqui residem, a Espanha é certamente o país com maior comunidade portuguesa itinerante durante os meses de Verão: mais de milhão e meio de portugueses circula nas estradas espanholas em Julho e Agosto. Pedi assim aos Cônsules, que com maior ou menor boa vontade aderiram, que limitassem as suas férias durante aqueles meses de Verão para poderem estar presentes e actuarem quando necessário. Tomei também a decisão de ficar em Espanha, com a minha família, durante os meses de Verão, por forma a poder estar em Madrid com rapidez se for requerida a minha presença ou se entender que assim deve ser. Uma Embaixada, ou uma Embaixada e o conjunto dos Consulados que Portugal tem em determinado país, é sobretudo uma equipa. Sem os meus colegas, diplomatas e conselheiros especializados, seria impossível assegurar a presença em Espanha que entendo indispensável para a missão que me confiaram. Cela va sans dire, mas é melhor dizê-lo e sublinhá-lo. Creio que se adaptaram ao meu método de trabalho, que passa primeiro justamente por trabalhar, por delegar competências, fazer circular a informação, pedir rigor e rapidez nas decisões e na acção. E disponibilidade. Creio, aliás, que são condições necessárias para ganhar o drive requerido nesta nossa profissão. Como em muitos outros postos diplomáticos com alguma dimensão, convoco staff meetings regulares, para orientação estratégica, programação táctica e troca de informações temáticas. Em breve, haverá também uma reunião com todos os Cônsules portugueses para definir objectivos com maior selectividade em diversos temas económicos e culturais e procurar uniformizar procedimentos. 111 IX Finalmente ou talvez principalmente a Embaixada tem que realizar outras funções, entre as quais se destacam a gestão quotidiana das nossas relações com a Espanha, a actualização permanente das posições espanholas na União Europeia e no mundo e a informação sobre as nossas próprias posições junto de decisores e da opinião pública. VIII Temos em Espanha uma comunidade relativamente pequena, que não chega aos trinta e cinco mil portugueses. Mas os nossos cinco Consulados, e os doze Cônsules honorários, representam acima de tudo uma quadrícula política, comercial e

7 112 A União Europeia trouxe hábitos novos aos políticos e alterou a prática diplomática sem contudo lhe retirar a oportunidade e a vocação. Não chegou ainda, creio eu, a hora de propor ao Governo que privatize as Embaixadas. Mas hoje o chefe de uma missão diplomática já não escreve longas considerações sobre estratégia que envia por mala diplomática ao Ministro, como os leitores mais interessados podem constatar no Livro Branco sobre a nossa política externa durante a II Guerra. Hoje temos que procurar acrescentar mais valias de informação e propor medidas cada vez mais concretas e pragmáticas, com base nas atmosferas do país onde estamos. Quando chego de manhã ao escritório (os meus colegas mais clássicos chamar-lhe-iam a Chancelaria) procuro inteirar-me, utilizando o meu discreto network, do que falaram na véspera os Ministros portugueses e espanhóis nos corredores de Bruxelas e nos possíveis telefonemas havidos entre Lisboa e Madrid: o que acordaram ou como discordaram, quando se visitarão, de que irão falar. A Embaixada procura globalizar permanentemente a gestão das nossas relações com a Espanha. Para tanto, é essencial o tratamento da informação e saber colocar os nossos interesses no xadrez dessas relações. Em Espanha, os habituais interlocutores oficiais de um diplomata são de fácil acesso, quer no plano político, quer se trate de altos funcionários dos diferentes Ministérios. O que não significa necessariamente que a defesa das nossas posições esteja sempre facilitada por essa disponibilidade. Em diplomacia, o problema não é ganhar, já que a defesa de interesses (e às vezes de princípios) não é um jogo de futebol, como gostariam alguns comentadores apressados e por vezes amadores. O problema é estar; é a capacidade de resposta; é saber avaliar as escolhas; é a oportunidade e a rapidez da decisão. E é também a imagem. Aqui diz-se que las cosas son ségun el color del cristal con que se miran. A Embaixada não dá a cor ao vidro através do qual os espanhóis olham Portugal, mas procura dar alguma: a que sabe, a que pode e a que lhe deixam. perder, mas limitar as perdas; 3 aprender à própria custa a melhorar os conhecimentos do mercado; 4 tentar prever a evolução, sabendo que raras vezes consegue; 5 cultivar a paciência, a perseverança e a capacidade de decisão; 6 não procurar ganhar em cada operação, já que o que conta é o lucro final e não os benefícios de cada movimento; 7 saber ser flexível, já que não há uma estratégia única; 8 o acesso imediato às informações e a rapidez das decisões são condições para o êxito; 9 a diferença entre ganhar e perder depende muitas vezes da disciplina; 10 é fundamental manter a confiança da direcção da empresa. Os day traders são como os diplomatas todos os dias arriscam a sua reputação em valores que são cada vez mais voláteis. Até escrever artigos como este.ne 113 X O trabalho em algumas Embaixadas, e muito provavelmente em Madrid, aproxima-se cada vez mais do day trading, a técnica de investimento na bolsa que procura tirar benefícios da oscilação diária das cotações. O decálogo do operador é simples: 1 não tentar saber tudo de um dia para o outro; 2 não ter medo de

Percepção de Portugal no mundo

Percepção de Portugal no mundo Percepção de Portugal no mundo Na sequência da questão levantada pelo Senhor Dr. Francisco Mantero na reunião do Grupo de Trabalho na Aicep, no passado dia 25 de Agosto, sobre a percepção da imagem de

Leia mais

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010 Técnicas de Secretariado Departamento Comercial e Marketing Módulo 23- Departamento Comercial e Marketing Trabalho realizado por: Tânia Leão Departamento

Leia mais

Esterofoto Geoengenharia SA. Álvaro Pombo. Administrtador. (www.estereofoto.pt)

Esterofoto Geoengenharia SA. Álvaro Pombo. Administrtador. (www.estereofoto.pt) Esterofoto Geoengenharia SA Álvaro Pombo Administrtador (www.estereofoto.pt) Q. Conte-nos um pouco da historia da empresa, que já tem mais de 30 anos. R. A Esterofoto é uma empresa de raiz, a base da empresa

Leia mais

Entrevista com Clínica Maló. Paulo Maló CEO. www.clinicamalo.pt. Com quality media press para LA VANGUARDIA

Entrevista com Clínica Maló. Paulo Maló CEO. www.clinicamalo.pt. Com quality media press para LA VANGUARDIA Entrevista com Clínica Maló Paulo Maló CEO www.clinicamalo.pt Com quality media press para LA VANGUARDIA Esta transcrição reproduz fiel e integralmente a entrevista. As respostas que aqui figuram em linguagem

Leia mais

Dinâmica e Animação de Grupo

Dinâmica e Animação de Grupo Dinâmica e Animação de Grupo Desenvolvimento de Competências Turma G3D Leandro Diogo da Silva Neves 4848 Índice 1. Introdução... 3 2. Planeamento de desenvolvimento individual... 4 2.1 Competências...

Leia mais

Guião de apoio para divulgação junto da Comunicação Social

Guião de apoio para divulgação junto da Comunicação Social Semana da Liberdade de Escolha da Escola / School Choice Week & I Conferência da Liberdade de Escolha da Escola / 1st School Choice Conference Guião de apoio para divulgação junto da Comunicação Social

Leia mais

1º FÓRUM UNIÃO DE EXPORTADORES CPLP 26 E 27 DE JUNHO DE 2015 CENTRO DE CONGRESSOS DE LISBOA. JUNTOS IREMOS LONGE www.uecplp.org

1º FÓRUM UNIÃO DE EXPORTADORES CPLP 26 E 27 DE JUNHO DE 2015 CENTRO DE CONGRESSOS DE LISBOA. JUNTOS IREMOS LONGE www.uecplp.org 1º FÓRUM UNIÃO DE EXPORTADORES CPLP 26 E 27 DE JUNHO DE 2015 CENTRO DE CONGRESSOS DE LISBOA JUNTOS IREMOS LONGE www.uecplp.org CONCEITO Realização do 1º Fórum União de Exportadores CPLP (UE-CPLP) que integra:

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

Senhor representante do Secretariado Geral da União do Magrebe Árabe. Senhor Secretário Geral Adjunto da União para o Mediterrâneo

Senhor representante do Secretariado Geral da União do Magrebe Árabe. Senhor Secretário Geral Adjunto da União para o Mediterrâneo Senhores Ministros Senhores Embaixadores Senhor representante do Secretariado Geral da União do Magrebe Árabe Senhor Secretário Geral Adjunto da União para o Mediterrâneo Senhora representante da Comissão

Leia mais

Intervenção do Secretário Executivo da. Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) Embaixador Murade Murargy

Intervenção do Secretário Executivo da. Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) Embaixador Murade Murargy Conferência 1º Fórum União de Exportadores CPLP CPLP: Comunidade de povos abrangente auto-sustentável Lisboa, 26 e 27 de junho de 2015 Sessão de Encerramento 27 de junho de 2015 Intervenção do Secretário

Leia mais

DIPLOMACIA Introdução

DIPLOMACIA Introdução DIPLOMACIA Introdução Ao longo dos tempos, o pensamento político e o pensamento jurídico sempre foram o reflexo das relações entre os homens, os povos, os Estados e as Nações. Foram se operando constantemente

Leia mais

Diagnóstico de Competências para a Exportação

Diagnóstico de Competências para a Exportação Diagnóstico de Competências para a Exportação em Pequenas e Médias Empresas (PME) Guia de Utilização DIRECÇÃO DE ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL Departamento de Promoção de Competências Empresariais Índice ENQUADRAMENTO...

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE. (Aprovado na 23ª Reunião Ordinária de Câmara Municipal, realizada em 21 de Novembro de 2001)

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE. (Aprovado na 23ª Reunião Ordinária de Câmara Municipal, realizada em 21 de Novembro de 2001) REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE (Aprovado na 23ª Reunião Ordinária de Câmara Municipal, realizada em 21 de Novembro de 2001) REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE (Aprovado na 23ª Reunião

Leia mais

DTIM Associação Regional para o Desenvolvimento das Tecnologias de Informação na Madeira

DTIM Associação Regional para o Desenvolvimento das Tecnologias de Informação na Madeira DTIM Associação Regional para o Desenvolvimento das Tecnologias de Informação na Madeira APOIO DO FUNDO SOCIAL EUROPEU: Através do Programa Operacional Plurifundos da Região Autónoma da Madeira (POPRAM

Leia mais

Ministério do Comércio

Ministério do Comércio Ministério do Comércio DECRETO EXECUTIVO Nº / DE DE O Governo da República de Angola e a Assembleia Nacional aprovaram o quadro jurídico legal, que define um conjunto de iniciativas e acções de alcance

Leia mais

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS. Idade na admissão.

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS. Idade na admissão. REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO Código Entrevista: 2 Data: 18/10/2010 Hora: 16h00 Duração: 23:43 Local: Casa de Santa Isabel DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS Idade

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 17 Discurso no encerramento do Fórum

Leia mais

Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR

Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR Aprovado pela Câmara em 6/02/2003, alterado em Reunião de Câmara de 18/09/2003 Aprovado pela Assembleia Municipal em

Leia mais

COMPETÊNCIAS CHAVE PARA O EMPREENDEDORISMO

COMPETÊNCIAS CHAVE PARA O EMPREENDEDORISMO COMPETÊNCIAS CHAVE PARA O EMPREENDEDORISMO DEFINIÇÕES OPERACIONAIS E INDICADORES COMPORTAMENTAIS Pag. 1 Elaborada por Central Business Abril 2006 para o ABRIL/2006 2 COMPETÊNCIAS CHAVE PARA O EMPREENDEDORISMO

Leia mais

Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão. Preâmbulo

Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão. Preâmbulo REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO FUNDÃO Publicação II SÉRIE N.º 98 20 de Maio de 2010 Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão Preâmbulo A Lei de Bases do Sistema Educativo

Leia mais

Rio de Janeiro, 5 de Dezembro de 2003

Rio de Janeiro, 5 de Dezembro de 2003 Intervenção de Sua Excelência a Ministra da Ciência e do Ensino Superior, na II Reunião Ministerial da Ciência e Tecnologia da CPLP Comunidade dos Países de Língua Portuguesa Rio de Janeiro, 5 de Dezembro

Leia mais

Transcrição de Entrevista nº 5

Transcrição de Entrevista nº 5 Transcrição de Entrevista nº 5 E Entrevistador E5 Entrevistado 5 Sexo Feminino Idade 31 anos Área de Formação Engenharia Electrotécnica e Telecomunicações E - Acredita que a educação de uma criança é diferente

Leia mais

REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTARÉM. Preâmbulo

REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTARÉM. Preâmbulo REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTARÉM Preâmbulo A Lei n.º 159/99, de 14 de Setembro estabelece, no seu artigo 19.º, n.º 2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os

Leia mais

PROJECTO DE COMUNICAÇÃO

PROJECTO DE COMUNICAÇÃO PROJECTO DE COMUNICAÇÃO VITÓRIA SPORT CLUBE Visão O objectivo e desafio do Departamento de Comunicação visa ajudar a congregar os actos comunicativos de todos aqueles que fazem parte do Clube e transmitir

Leia mais

INTERVENÇÃO DO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO NO SEMINÁRIO DA APAVT: QUAL O VALOR DA SUA AGÊNCIA DE VIAGENS?

INTERVENÇÃO DO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO NO SEMINÁRIO DA APAVT: QUAL O VALOR DA SUA AGÊNCIA DE VIAGENS? INTERVENÇÃO DO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO NO SEMINÁRIO DA APAVT: QUAL O VALOR DA SUA AGÊNCIA DE VIAGENS? HOTEL TIVOLI LISBOA, 18 de Maio de 2005 1 Exmos Senhores ( ) Antes de mais nada gostaria

Leia mais

III Fórum Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis 15 de Outubro de 2010, Ponta Delgada, Açores Saúde em Todas as Políticas Locais

III Fórum Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis 15 de Outubro de 2010, Ponta Delgada, Açores Saúde em Todas as Políticas Locais III Fórum Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis 15 de Outubro de 2010, Ponta Delgada, Açores Saúde em Todas as Políticas Locais I Sessão Plenária: Saúde em Todas as Políticas Locais Reduzir as Desigualdades

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE REDONDO REGIMENTO

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE REDONDO REGIMENTO y Câmara Municipal de Redondo CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE REDONDO REGIMENTO O DL 7/2003, de 15 de Janeiro, que prevê a constituição do Conselho Municipal de Educação, regulou as suas competências

Leia mais

COP21 Perguntas frequentes

COP21 Perguntas frequentes COP21 Perguntas frequentes Porque é que a conferência se chama COP21? A Conferência do Clima de Paris é oficialmente conhecida como a 21ª Conferência das Partes (ou COP ) da Convenção-Quadro das Nações

Leia mais

CÂMARA HISPANO PORTUGUESA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA. O melhor aliado para o mercado ibérico

CÂMARA HISPANO PORTUGUESA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA. O melhor aliado para o mercado ibérico O melhor aliado para o mercado ibérico A Câmara Hispano Portuguesa de Comércio e Indústria em Espanha (CHP), com fins não lucrativos, foi criada em 1970 para apoiar as empresas com interesses no Mercado

Leia mais

Comissão Social de Freguesia de São Julião do Tojal

Comissão Social de Freguesia de São Julião do Tojal Acta Constituinte Comissão Social de Freguesia de São Julião do Tojal ( Resolução do Conselho de Ministros, 197/97 de 17 de Novembro, com as alterações introduzidas pela Declaração de Rectificação nº10-0/98

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 36 Discurso por ocasião do jantar

Leia mais

MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA

MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA NOTA JUSTIFICATIVA A Lei 159/99, de 14 de Setembro, estabelece no seu artigo 19.º, n.º 2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os Conselhos locais de Educação. A Lei 169/99, de 18

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção 02 Estratégia Nacional de

Leia mais

Os Desafios da Fileira da Construção. As Oportunidades nos Mercados Externos

Os Desafios da Fileira da Construção. As Oportunidades nos Mercados Externos Os Desafios da Fileira da Construção As Oportunidades nos Mercados Externos Agradeço o convite que me foi dirigido para participar neste Seminário e felicito a AIP pela iniciativa e pelo tema escolhido.

Leia mais

R E L A T Ó R I O D E E S T Á G I O

R E L A T Ó R I O D E E S T Á G I O INSTITUTO POLITÉCNICO DA GUARDA ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO COMUNICAÇÃO E DESPORTO R E L A T Ó R I O D E E S T Á G I O RICARDO JORGE MARCELO ALMEIDA RELATÓRIO PARA A OBTENÇÃO DO DIPLOMA DE ESPECIALIZAÇÃO

Leia mais

Conselho Municipal de Educação

Conselho Municipal de Educação 1 Regimento do (CME) do Município de Vila Nova de Paiva A Lei 159/99, de 14 de Setembro estabelece no seu artigo 19, n.º2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os conselhos locais

Leia mais

República de Moçambique

República de Moçambique República de Moçambique Dia do Médico Moçambicano: Momento de celebração e reflexão sobre desafios da classe e do sector Discurso de Sua Excelência Filipe Jacinto Nyusi, Presidente da República de Moçambique,

Leia mais

Amares Anos 60 Festas de S. António Foto Kim Amares Amares na actualidade Arquivo BE ESA

Amares Anos 60 Festas de S. António Foto Kim Amares Amares na actualidade Arquivo BE ESA Amares Anos 60 Festas de S. António Foto Kim Amares Amares na actualidade Arquivo BE ESA Meio século pode ser um tempo relativamente curto em termos históricos, mas é um tempo suficiente para provocar

Leia mais

CIP Congresso 2015. Lisboa, 9 de Julho de 2015

CIP Congresso 2015. Lisboa, 9 de Julho de 2015 CIP Congresso 2015 Lisboa, 9 de Julho de 2015 Portugal: Competitividade, atractividade e captação de IDE (sumário para apresentação oral em 20 minutos). António Neto da Silva 1. Em Globalização Competitiva

Leia mais

Promoção das exportações de Portugal para a Alemanha. Publicação, road-show com missão empresarial e outros serviços

Promoção das exportações de Portugal para a Alemanha. Publicação, road-show com missão empresarial e outros serviços Promoção das exportações de Portugal para a Alemanha Publicação, road-show com missão empresarial e outros serviços Promoção das exportações de Portugal para a Alemanha Publicação, road-show com missão

Leia mais

MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS INSTITUTO DIPLOMÁTICO VAGAS PARA ESTÁGIOS SERVIÇOS EXTERNOS 2º SEMESTRE DE 2012/2013

MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS INSTITUTO DIPLOMÁTICO VAGAS PARA ESTÁGIOS SERVIÇOS EXTERNOS 2º SEMESTRE DE 2012/2013 VAGAS PARA ESTÁGIOS SERVIÇOS EXTERNOS 2º SEMESTRE DE 2012/2013 SERVIÇO VAGAS PERFIL DO ESTAGIÁRIO DESCRIÇÃO DAS FUNÇÕES A DESEMPENHAR OBSERVAÇÕES Consulado Geral de Portugal em Londres VagaE-1/2S/1213

Leia mais

Município de Vieira do Minho

Município de Vieira do Minho CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE VIEIRA DO MINHO REGIMENTO INTERNO A lei nº 159/99, de 14 de Setembro estabelece no seu artigo19º, nº 2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os conselhos

Leia mais

A PHC atingiu recentemente os 400 clientes Licença Garantida. No mercado há pouco mais de um ano, a modalidade que permite os clientes PHC renovarem a licença do seu software por três anos já representa

Leia mais

Exemplos de Boas Práticas de RSE

Exemplos de Boas Práticas de RSE Exemplos de Boas Práticas de RSE 7.4. Pritchard Englefield Filme sobre a RSE na comunidade Resumo A empresa Pritchard Englefield foi fundada em 1848. Está sediada na City de Londres (Grã-Bretanha). A Pritchard

Leia mais

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89 N 9º15'50. AGENDA 21 escolar Pensar Global, agir Local Centro de Educação Ambiental Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.84" O 918 773 342 cea@cm-tvedras.pt Enquadramento A Agenda

Leia mais

MISSÃO EMPRESARIAL AO MÉXICO 19-27 Fev. 2016

MISSÃO EMPRESARIAL AO MÉXICO 19-27 Fev. 2016 PROJECTO CONJUNTO DE INTERNACIONALIZAÇÃO MÉXICO 2015-2016 MISSÃO EMPRESARIAL AO MÉXICO 19-27 Fev. 2016 INSCRIÇÕES ATÉ 15 DE JANEIRO 2016 Promotor: Co-financiamento: Monitorização: Foto: Miguel Moreira

Leia mais

Escola Secundária com 3º CEB de Coruche EDUCAÇÃO SEXUAL

Escola Secundária com 3º CEB de Coruche EDUCAÇÃO SEXUAL Escola Secundária com 3º CEB de Coruche 0 EDUCAÇÃO SEXUAL INTRODUÇÃO A Educação da sexualidade é uma educação moral porque o ser humano é moral. É, também, uma educação das atitudes uma vez que, com base

Leia mais

Relatório de Estágio. Análise dos dados constantes na Base de Dados das Rotas do Vinho

Relatório de Estágio. Análise dos dados constantes na Base de Dados das Rotas do Vinho Relatório de Estágio Análise dos dados constantes na Base de Dados das Rotas do Vinho Rui Neves Lisboa, 21 de Junho de 2011 Índice Introdução... 3 Caracterização da Base de Dados... 4 Recolha e validação

Leia mais

Assembleia Parlamentar da União para o Mediterrâneo. II Cimeira de Presidentes de Parlamentos. Lisboa, 11 de maio de 2015

Assembleia Parlamentar da União para o Mediterrâneo. II Cimeira de Presidentes de Parlamentos. Lisboa, 11 de maio de 2015 Assembleia Parlamentar da União para o Mediterrâneo II Cimeira de Presidentes de Parlamentos Lisboa, 11 de maio de 2015 Senhora Presidente da Assembleia da República, Senhores Presidentes, Senhores Embaixadores,

Leia mais

REGIMENTO PARA O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ÁGUEDA PARTE I. Disposições Gerais. Artigo 1º. Definição e Âmbito

REGIMENTO PARA O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ÁGUEDA PARTE I. Disposições Gerais. Artigo 1º. Definição e Âmbito REGIMENTO PARA O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ÁGUEDA PARTE I Disposições Gerais Artigo 1º Definição e Âmbito 1. O Conselho Municipal de Educação de Águeda, adiante designado de Conselho é uma instância

Leia mais

- CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE LAGOS - PREÂMBULO

- CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE LAGOS - PREÂMBULO PREÂMBULO A Lei de Bases do Sistema Educativo (Lei nº 46/86 de 14 de Outubro) consagrou a interacção com a comunidade educativa local como um pilar fundamental da política educativa. Por essa razão o nº

Leia mais

PREÇO VS. SERVIÇO. Imagem das Agências de Viagens

PREÇO VS. SERVIÇO. Imagem das Agências de Viagens Análise Imagem das Agências de Viagens PREÇO VS. SERVIÇO Os portugueses que já recorreram aos serviços de uma Agência de Viagens fizeram-no por considerar que esta é a forma de reservar viagens mais fácil

Leia mais

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira Inclusão Financeira Inclusão Financeira Ao longo da última década, Angola tem dado importantes passos na construção dos pilares que hoje sustentam o caminho do desenvolvimento económico, melhoria das

Leia mais

Colaborações em ambientes online predispõem a criação de comunidades de

Colaborações em ambientes online predispõem a criação de comunidades de Ficha de Leitura Tipo de documento: Artigo Título: Colaboração em Ambientes Online na Resolução de Tarefas de Aprendizagem Autor: Miranda Luísa, Morais Carlos, Dias Paulo Assunto/Sinopse/Resenha: Neste

Leia mais

Regimento do Conselho Municipal de Educação de Braga

Regimento do Conselho Municipal de Educação de Braga Regimento do Conselho Municipal de Educação de Braga A lei de bases do sistema educativo assume que o sistema educativo se organiza de forma a descentralizar, desconcentrar e diversificar as estruturas

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 37 Discurso na cerimónia de retomada

Leia mais

ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL DO IAPMEI NA ÁREA DA INTERNACIONALIZAÇÃO E DA EXPORTAÇÃO

ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL DO IAPMEI NA ÁREA DA INTERNACIONALIZAÇÃO E DA EXPORTAÇÃO ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL DO IAPMEI NA ÁREA DA INTERNACIONALIZAÇÃO E DA EXPORTAÇÃO Como fazemos 1. Através do Serviço de Assistência Empresarial (SAE), constituído por visitas técnicas personalizadas às

Leia mais

Grupo de Trabalho Internacionalização e Desenvolvimento (I&D) PROJECTO DE RELATÓRIO 25 de Agosto de 2011

Grupo de Trabalho Internacionalização e Desenvolvimento (I&D) PROJECTO DE RELATÓRIO 25 de Agosto de 2011 Grupo de Trabalho Internacionalização e Desenvolvimento (I&D) PROJECTO DE RELATÓRIO 25 de Agosto de 2011 SUMÁRIO 1.OS CINCO PONTOS DE CONSENSO E TRÊS CENÁRIOS APRESENTADOS A SEGUIR FORAM NEGOCIADOS APÓS

Leia mais

LEI N. 108/91, DE 17 DE AGOSTO (LEI DO CONSELHO ECONÓMICO E SOCIAL)

LEI N. 108/91, DE 17 DE AGOSTO (LEI DO CONSELHO ECONÓMICO E SOCIAL) LEI N. 108/91, DE 17 DE AGOSTO (LEI DO CONSELHO ECONÓMICO E SOCIAL) Com as alterações introduzidas pelas seguintes leis: Lei n.º 80/98, de 24 de Novembro; Lei n.º 128/99, de 20 de Agosto; Lei n.º 12/2003,

Leia mais

Vantagem Garantida PHC

Vantagem Garantida PHC Vantagem Garantida PHC O Vantagem Garantida PHC é um aliado para tirar maior partido das aplicações PHC A solução que permite à empresa rentabilizar o seu investimento, obtendo software actualizado, formação

Leia mais

1. (PT) - Turisver, 20/09/2012, Pedro Duarte 1. 3. (PT) - Diário Económico, 25/09/2012, Unicer antecipa crescimento de 15% das vendas em Angola 5

1. (PT) - Turisver, 20/09/2012, Pedro Duarte 1. 3. (PT) - Diário Económico, 25/09/2012, Unicer antecipa crescimento de 15% das vendas em Angola 5 Tema de pesquisa: Internacional 25 de Setembro de 2012 Revista de Imprensa 25-09-2012 1. (PT) - Turisver, 20/09/2012, Pedro Duarte 1 2. (PT) - Jornal de Negócios - Negócios Mais, 25/09/2012, Bluepharma

Leia mais

MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS INSTITUTO DIPLOMÁTICO

MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS INSTITUTO DIPLOMÁTICO VAGAS PARA ESTÁGIOS SERVIÇOS INTERNOS 1º SEMESTRE DE 2013/2014 SERVIÇO VAGAS PERFIL DO ESTAGIÁRIO DESCRIÇÃO DAS FUNÇÕES A DESEMPENHAR Divisão de Arquivo e Biblioteca/IDI (Instituto Diplomático) Vaga I-1/1S/1314

Leia mais

MUNICÍPIO DE ALCOCHETE CÂMARA MUNICIPAL. Regimento do Conselho Municipal de Educação de Alcochete

MUNICÍPIO DE ALCOCHETE CÂMARA MUNICIPAL. Regimento do Conselho Municipal de Educação de Alcochete MUNICÍPIO DE ALCOCHETE CÂMARA MUNICIPAL Regimento do Conselho Municipal de Educação de Alcochete A construção de um futuro impõe que se considere fundamental investir na capacitação e formação das pessoas,

Leia mais

Lógicas de Supervisão Pedagógica em Contexto de Avaliação de Desempenho Docente. ENTREVISTA - Professor Avaliado - E 5

Lógicas de Supervisão Pedagógica em Contexto de Avaliação de Desempenho Docente. ENTREVISTA - Professor Avaliado - E 5 Sexo Idade Grupo de Anos de Escola docência serviço Feminino 46 Filosofia 22 Distrito do Porto A professora, da disciplina de Filosofia, disponibilizou-se para conversar comigo sobre o processo de avaliação

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES 2014

PLANO DE ACTIVIDADES 2014 PLANO DE ACTIVIDADES 2014 A - INTRODUÇÃO O ano de 2013 que agora termina, foi decisivo para a continuidade da Fundação do Desporto. O Governo, através do Sr. Ministro-Adjunto e dos Assuntos Parlamentares,

Leia mais

1) Breve apresentação do AEV 2011

1) Breve apresentação do AEV 2011 1) Breve apresentação do AEV 2011 O Ano Europeu do Voluntariado 2011 constitui, ao mesmo tempo, uma celebração e um desafio: É uma celebração do compromisso de 94 milhões de voluntários europeus que, nos

Leia mais

MENSAGEM DE ANO NOVO. Palácio de Belém, 1 de Janeiro de 2008

MENSAGEM DE ANO NOVO. Palácio de Belém, 1 de Janeiro de 2008 MENSAGEM DE ANO NOVO Palácio de Belém, 1 de Janeiro de 2008 Portugueses No primeiro dia deste Novo Ano, quero dirigir a todos uma saudação amiga e votos de boa saúde e prosperidade. Penso especialmente

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO DA COMUNIDADE DO ACES ALENTEJO CENTRAL 2

REGULAMENTO DO CONSELHO DA COMUNIDADE DO ACES ALENTEJO CENTRAL 2 REGULAMENTO DO CONSELHO DA COMUNIDADE DO ACES ALENTEJO CENTRAL 2 O Decreto-Lei n.º 28/2008 publicado em Diário da República, 1ª série, Nº 38, de 22 de Fevereiro de 2008, que criou os agrupamentos de Centros

Leia mais

MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE

MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE Objectivos gerais do módulo No final do módulo, deverá estar apto a: Definir o conceito de Help Desk; Identificar os diferentes tipos de Help Desk; Diagnosticar

Leia mais

INQUÉRITO - PROJECTO DE TUTORIA A ESTUDANTES ERAMUS OUT

INQUÉRITO - PROJECTO DE TUTORIA A ESTUDANTES ERAMUS OUT INQUÉRITO - PROJECTO DE TUTORIA A ESTUDANTES ERAMUS OUT Desde já, agradecemos a sua participação nesta nova etapa do Projecto de Tutoria a Estudantes ERASMUS versão OUT. Com este inquérito, pretendemos

Leia mais

Bom dia, Senhoras e Senhores. Introdução

Bom dia, Senhoras e Senhores. Introdução Bom dia, Senhoras e Senhores Introdução Gostaria de começar por agradecer o amável convite que o Gabinete do Parlamento Europeu em Lisboa me dirigiu para participar neste debate e felicitar os organizadores

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008

PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008 PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008 O ano de 2008 é marcado, em termos internacionais, pela comemoração dos vinte anos do Movimento Internacional de Cidades Saudáveis. Esta efeméride terá lugar em Zagreb,

Leia mais

MINISTÉRIO DOS NEGóCIOS ESTRANGEIROS DIRECÇÃO GERAL DOS ASSUNTOS MULTILATERAIS Direcção de Serviços das Organizações Económicas Internacionais

MINISTÉRIO DOS NEGóCIOS ESTRANGEIROS DIRECÇÃO GERAL DOS ASSUNTOS MULTILATERAIS Direcção de Serviços das Organizações Económicas Internacionais MINISTÉRIO DOS NEGóCIOS ESTRANGEIROS DIRECÇÃO GERAL DOS ASSUNTOS MULTILATERAIS Direcção de Serviços das Organizações Económicas Internacionais Intervenção de SEXA o Secretário de Estado Adjunto do Ministro

Leia mais

questionários de avaliação da satisfação CLIENTES, COLABORADORES, PARCEIROS

questionários de avaliação da satisfação CLIENTES, COLABORADORES, PARCEIROS questionários de avaliação da satisfação creche CLIENTES, COLABORADORES, PARCEIROS 2ª edição (revista) UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu Governo da República Portuguesa SEGURANÇA SOCIAL INSTITUTO DA

Leia mais

Plano tecnológico? Ou nem tanto?

Plano tecnológico? Ou nem tanto? Plano tecnológico? Ou nem tanto? WEB: ÉDEN?APOCALIPSE? OU NEM TANTO? Plano Tecnológico Mas, Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, além deste Contrato, o Novo Contrato para a Confiança, o nosso

Leia mais

CAPÍTULO IV Apresentação, interpretação e análise de dados

CAPÍTULO IV Apresentação, interpretação e análise de dados CAPÍTULO IV Apresentação, interpretação e análise de dados Introdução Tendo explicado e descrito os instrumentos e procedimentos metodológicos utilizados para a realização deste estudo, neste capítulo,

Leia mais

I. Complete o texto seguinte com as formas correctas dos verbos ser ou estar. (5 pontos)

I. Complete o texto seguinte com as formas correctas dos verbos ser ou estar. (5 pontos) I. Complete o texto seguinte com as formas correctas dos verbos ser ou estar. Hoje. domingo e o tempo. bom. Por isso nós. todos fora de casa.. a passear à beira-mar.. agradável passar um pouco de tempo

Leia mais

visão global do mundo dos negócios

visão global do mundo dos negócios Senhor Primeiro Ministro Senhor Ministro da Saúde Senhor Presidente da AM Senhor Presidente do CA da Lenitudes Senhores Deputados Srs. Embaixadores Srs. Cônsules Senhores Vereadores e Deputados Municipais

Leia mais

LEITURA DA ENTREVISTA 2. E Boa tarde. Desde já quero agradecer-lhe a sua disponibilidade para colaborar neste

LEITURA DA ENTREVISTA 2. E Boa tarde. Desde já quero agradecer-lhe a sua disponibilidade para colaborar neste LEITURA DA ENTREVISTA 2 E Boa tarde. Desde já quero agradecer-lhe a sua disponibilidade para colaborar neste trabalho que estou a desenvolver. Como lhe foi explicado inicialmente, esta entrevista está

Leia mais

Plano de Actividades. Orçamento ASSOCIAÇÃO DO COMÉRCIO, INDÚSTRIA E SERVIÇOS DOS CONCELHOS DE VILA FRANCA DE XIRA E ARRUDA DOS VINHOS

Plano de Actividades. Orçamento ASSOCIAÇÃO DO COMÉRCIO, INDÚSTRIA E SERVIÇOS DOS CONCELHOS DE VILA FRANCA DE XIRA E ARRUDA DOS VINHOS Plano de Actividades e Orçamento Exercício de 2012 Plano de Actividades e Orçamento para o exercício de 2012 Preâmbulo: O Plano de Actividades do ano de 2012 foi concebido com a prudência que resulta da

Leia mais

2014-2015 PROGRAMA DE ACTIVIDADES

2014-2015 PROGRAMA DE ACTIVIDADES 2014-2015 PROGRAMA DE ACTIVIDADES Índice OBJETIVOS... 3 I Crescimento da CCILJ... 3 II Fortalecimento da Marca... 3 III Comunicação... 3 ACTIVIDADES A DESENVOLVER... 4 I Crescimento da CCILJ... 4 1. Angariação

Leia mais

Cerimónia de lançamento do contrato de colaboração entre o Estado Português e o Massachusetts Institute of Technology, MIT

Cerimónia de lançamento do contrato de colaboração entre o Estado Português e o Massachusetts Institute of Technology, MIT Cerimónia de lançamento do contrato de colaboração entre o Estado Português e o Massachusetts Institute of Technology, MIT Centro Cultural de Belém, Lisboa, 11 de Outubro de 2006 Intervenção do Secretário

Leia mais

Em primeiro lugar, gostaria, naturalmente, de agradecer a todos, que se disponibilizaram, para estar presentes nesta cerimónia.

Em primeiro lugar, gostaria, naturalmente, de agradecer a todos, que se disponibilizaram, para estar presentes nesta cerimónia. Cumprimentos a todas as altas individualidades presentes (nomeando cada uma). Caras Colegas, Caros Colegas, Minhas Senhoras, Meus Senhores, Meus Amigos Em primeiro lugar, gostaria, naturalmente, de agradecer

Leia mais

INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP ****

INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP **** INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP **** Gostaria de começar por agradecer o amável convite da CIP para participarmos nesta conferência sobre um tema determinante para o

Leia mais

PORTUGAL 2020: EMPREENDEDORISMO E CAPITAL DE RISCO

PORTUGAL 2020: EMPREENDEDORISMO E CAPITAL DE RISCO PORTUGAL 2020: EMPREENDEDORISMO E CAPITAL DE RISCO A noção de Empreendedorismo, como uma competência transversal fundamental para o desenvolvimento humano, social e económico, tem vindo a ser reconhecida

Leia mais

2º CONGRESSO DAS EMPRESAS E DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS. Lisboa, 9 e 10 de julho de 2015. Sessão de Abertura. António Saraiva, Presidente da CIP

2º CONGRESSO DAS EMPRESAS E DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS. Lisboa, 9 e 10 de julho de 2015. Sessão de Abertura. António Saraiva, Presidente da CIP 2º CONGRESSO DAS EMPRESAS E DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS Lisboa, 9 e 10 de julho de 2015 Sessão de Abertura António Saraiva, Presidente da CIP Bom Dia, Senhoras e Senhores Embaixadores, Senhores Representantes

Leia mais

PHC dteamcontrol Interno

PHC dteamcontrol Interno O módulo PHC dteamcontrol Interno permite acompanhar a gestão de todos os projectos abertos em que um utilizador se encontra envolvido. PHC dteamcontrol Interno A solução via Internet que permite acompanhar

Leia mais

O administrador da Portway, José Manuel Santos, recorda que, no início da operação na região autónoma, a empresa iria co

O administrador da Portway, José Manuel Santos, recorda que, no início da operação na região autónoma, a empresa iria co Jornal da Madeira / Economia / 2007-10-05 O administrador da Portway, José Manuel Santos, recorda que, no início da operação na região autónoma, a empresa iria co Carga da Madeira é vital para avião cargueiro

Leia mais

Prova Escrita de Português Língua Não Materna

Prova Escrita de Português Língua Não Materna EXAME NACIONAL DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO Prova 28 739 /1.ª Chamada 1.ª Fase / 2008 Decreto-Lei n.º 6/2001, de 18 de Janeiro e Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março A PREENCHER PELO ESTUDANTE

Leia mais

Palestra: A CPLP E A EDUCAÇÃO. (Escola Stuart Carvalhais - 7 de Março de 2007)

Palestra: A CPLP E A EDUCAÇÃO. (Escola Stuart Carvalhais - 7 de Março de 2007) Palestra: A CPLP E A EDUCAÇÃO (Escola Stuart Carvalhais - 7 de Março de 2007) Excelentíssimos membros do Conselho Directivo, excelentíssimos professores, caríssimos alunos, É com enorme satisfação que

Leia mais

Grasiela - Bom à gente pode começar a nossa conversa, você contando para a gente como funciona o sistema de saúde na Inglaterra?

Grasiela - Bom à gente pode começar a nossa conversa, você contando para a gente como funciona o sistema de saúde na Inglaterra? Rádio Web Saúde dos estudantes de Saúde Coletiva da UnB em parceria com Rádio Web Saúde da UFRGS em entrevista com: Sarah Donetto pesquisadora Inglesa falando sobre o NHS - National Health Service, Sistema

Leia mais

ROSÁRIO MARQUES Internacionalizar para a Colômbia Encontro Empresarial GUIMARÃES 19/09/2014

ROSÁRIO MARQUES Internacionalizar para a Colômbia Encontro Empresarial GUIMARÃES 19/09/2014 ROSÁRIO MARQUES Internacionalizar para a Colômbia Encontro Empresarial GUIMARÃES 19/09/2014 REPÚBLICA DA COLÔMBIA POPULAÇÃO 48 Milhões SUPERFÍCIE 1.141.748 Km2 CAPITAL Bogotá 7,3 milhões PRINCIPAIS CIDADES

Leia mais

República de Moçambique Presidência da República DISCURSO PARA BANQUETE DE ESTADO

República de Moçambique Presidência da República DISCURSO PARA BANQUETE DE ESTADO República de Moçambique Presidência da República DISCURSO PARA BANQUETE DE ESTADO Discurso de Sua Excelência Filipe Jacinto Nyusi, Presidente da República de Moçambique, por ocasião do Banquete de Estado

Leia mais

Como elaborar um plano de divulgação para a expansão das abordagens de MIFS

Como elaborar um plano de divulgação para a expansão das abordagens de MIFS Como elaborar um plano de divulgação para a expansão das abordagens de MIFS Um bom plano de divulgação deverá assegurar que todos os envolvidos estão a par do que está a ser proposto e do que irá acontecer

Leia mais

GUIA DO VOLUNTÁRIO. Sociedade Central de Cervejas

GUIA DO VOLUNTÁRIO. Sociedade Central de Cervejas GUIA DO VOLUNTÁRIO Sociedade Central de Cervejas ÍNDICE 1. A RESPONSABILIDADE SOCIAL NA SCC: O NOSSO COMPROMISSO... 3 2. O NOSSO COMPROMISSO COM O VOLUNTARIADO... 4 2.1 A ESTRUTURAÇÃO DO VOLUNTARIADO EMPRESARIAL...

Leia mais

Cerimónia de Assinatura Protocolo AICEP/CRUP

Cerimónia de Assinatura Protocolo AICEP/CRUP Cerimónia de Assinatura Protocolo AICEP/CRUP Lisboa, 10 janeiro 2014 António Rendas Reitor da Universidade Nova de Lisboa Presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas Queria começar

Leia mais

José Medeiros Ferreira. os açores. na política. internacional. Elementos. l i s b o a : tinta da china M M X I

José Medeiros Ferreira. os açores. na política. internacional. Elementos. l i s b o a : tinta da china M M X I os açores na política internacional José Medeiros Ferreira os açores na política internacional Elementos l i s b o a : tinta da china M M X I Índice uma explicação 9 capítulo i A emergência da importância

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS EMPRESARIAIS Departamento de Economia e Gestão Gestão da Distribuição e da Logística Gestão de Recursos Humanos Gestão de Sistemas de Informação

Leia mais

Entrevista ao Engº José Carlos Ramos, Director de Franchising da Explicolândia Centros de Estudo

Entrevista ao Engº José Carlos Ramos, Director de Franchising da Explicolândia Centros de Estudo Entrevista ao Engº José Carlos Ramos, Director de Franchising da Explicolândia Centros de Estudo Criada em Setembro de 2005 em Sacavém, a Explicolândia Centros de Estudo tem sido ao longo dos anos, uma

Leia mais

Tendo isso em conta, o Bruno nunca esqueceu que essa era a vontade do meu pai e por isso também queria a nossa participação neste projecto.

Tendo isso em conta, o Bruno nunca esqueceu que essa era a vontade do meu pai e por isso também queria a nossa participação neste projecto. Boa tarde a todos, para quem não me conhece sou o Ricardo Aragão Pinto, e serei o Presidente do Concelho Fiscal desta nobre Fundação. Antes de mais, queria agradecer a todos por terem vindo. É uma honra

Leia mais