Forma de Funcionamento Número de negócios Percentual (%)

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Forma de Funcionamento Número de negócios Percentual (%)"

Transcrição

1 1 DADOS GERAIS - Data de emancipação: 30/12/ Distância da capital: 71 km - Área: 240 Km 2 - Localização Mesorregião: Agreste Potiguar Microrregião: Agreste Potiguar - População: (IBGE/2007) - Número de domicílios: IDH: (165 no RN) - PIB: R$ ,00 (IBGE/2006) - PIB per capta: R$ 4.262,00 (IBGE/2006) - Empreendimentos cadastrados: PERFIL DOS EMPREENDIMENTOS Tabela 1 Tipo de empreendimento Forma de Funcionamento Número de negócios Percentual (%) Associação ou Sindicato 02 0,70 Cooperativa 02 0,70 Empresa Individual (Antiga Firma Individual) 68 23,78 Setor Público 29 10,14 Sociedade Anônima 01 0,35 Sociedade Ltda. 14 4,89 Sem constituição ,69 Não informado 05 1,75 Total Geral ,00 Tabela 2 Tipo de Atividade Atividade Número de negócios Percentual (%) Agronegócio - - Comércio ,01 Estrutura 32 11,19 Indústria 06 2,10 Serviço ,35 Não Informado 01 0,35 Total Geral ,00 1

2 Tabela 3 Classificação dos empreendimentos Classificação Número de negócios Percentual (%) Administração pública, defesa e seguridade social 06 1,98 Captação, tratamento e distribuição de água 01 0,33 Alimentação 46 15,19 Alojamento 06 1,98 Atividades artísticas, criativas e de espetáculos 01 0,33 Atividades esportivas e de recreação e lazer 04 1,32 Aluguéis não-imobiliários e gestão de ativos intangíveis nãofinanceiros 10 3,30 Serviços de escritório, de apoio administrativo e outros serviços prestados às empresas 10 3,30 Atividades jurídicas, de contabilidade e de auditoria 02 0,66 Outras atividades profissionais, científicas e técnicas 02 0,66 Comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas 33 10,89 Comércio por atacado, exceto veículos automotores e motocicletas 15 4,95 Comércio varejista 94 31,02 Educação 11 3,63 Eletricidade, gás e outras utilidades 01 0,33 Confecção de artigos do vestuário e acessórios 14 4,62 Fabricação de produtos alimentícios 01 0,33 Fabricação de produtos de madeira 03 0,99 Fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos 02 0,66 Metalurgia 01 0,33 Atividades de rádio e de televisão 01 0,33 Atividades de serviços financeiros 02 0,66 Atividades de organizações associativas 04 1,32 Outras atividades de serviços pessoais 14 4,62 Reparação e manutenção de equipamentos de informática e comunicação e de objetos pessoais e domésticos 08 2,64 Atividades de atenção à saúde humana 06 1,98 Serviços de assistência social sem alojamento 04 1,32 Correio e outras atividades de entrega 01 0,33 Total Geral ,00 2

3 Tabela 4 Tempo de funcionamento por atividade produtiva valores percentuais Tempo (em anos) Até 2-32,79-33,33 30,51 3 a 5-22,13-33,33 19,49 6 a 10-15,57-16,67 23,73 11 a 15-11, ,32 16 a 20-10, ,93 21 a 25-2, ,93 26 a 30-1,64-16,67 0,85 Acima de 30-3, ,24 Tabela 5 Faixa de faturamento por atividade produtiva valores percentuais Faturamento R$ 1,00 Até ,00-83,33 93,46 De a , ,81 De a , ,87 De a , ,93 De a , De a , De a , De a , ,93 De a , Acima de ,00-16,67-3

4 Tabela 6 Principais problemas por atividade produtiva valores percentuais Principais problemas Baixo lucro - 23,48-50,00 21,30 Carga tributária elevada - 20, ,33 Concorrência - 33,04-33,33 14,81 Concorrência de produtos importados - 7,83-16,67 3,70 Desconhecimento do mercado - 2,61-33,33 10,19 Despesas com aluguel - 13, ,52 Despesas com pessoal - 9, ,41 Dificuldade na aquisição ou falta de matéria-prima - 0,87-33,33 2,78 Falta de capital de giro - 40,00-33,33 61,11 Falta de clientes - 25, ,37 Falta de crédito - 10,43-16,67 14,81 Falta de mão de obra qualificada - 6,96-33,33 12,04 Instalações inadequadas - 1, ,41 Maus pagadores - 63,48-50,00 23,15 Ponto inadequado - 4, ,78 Problemas com fiscalização / regularização do negócio - 2,61-33,33 0,93 Problemas financeiros - 13,91-16,67 19,44 Recessão econômica do estado - 4, ,70 Recursos para aquisição de máquinas e equipamentos - 3,48-16,67 9,26 Taxa de juros elevadas - 24,35-16,67 12,04 Esta questão admite múltiplas respostas Tabela 7 Número de empregados por atividade produtiva Número de empregados Atividade produtiva valor absoluto s Total Média - 2,88-83,50 4,34 Mínimo Máximo

5 Tabela 8 Principais problemas por empreendimento valores percentuais Principais problemas Empreendimentos (%) Formal Informal Baixo lucro 27,85 20,53 Carga tributária elevada 36,71 2,65 Concorrência 26,58 23,18 Concorrência de produtos importados 8,86 4,64 Desconhecimento do mercado 5,06 7,95 Despesas com aluguel 13,92 15,89 Despesas com pessoal 17,72 3,31 Dificuldade na aquisição ou falta de matéria-prima 1,27 3,31 Falta de capital de giro 30,38 59,60 Falta de clientes 22,78 21,85 Falta de crédito 11,39 13,25 Falta de mão de obra qualificada 15,19 7,28 Instalações inadequadas 5,06 3,97 Maus pagadores 53,16 39,74 Ponto inadequado 5,06 2,65 Problemas com fiscalização / regularização do negócio 3,80 1,99 Problemas financeiros 15,19 17,22 Recessão econômica do estado 7,59 1,99 Recursos para aquisição de máquinas e equipamentos 3,80 7,95 Taxa de juros elevadas 34,18 9,93 Esta questão admite múltiplas respostas. 5

6 3 PERFIL DO EMPREENDEDOR SEXO FAIXA ETÁRIA 6

7 Tabela 9 Faixa etária por atividade produtiva valores percentuais Faixa etária (em anos) Até 20-7, ,60 21 a 30-18,89-40,00 16,98 31 a 40-25, ,47 41 a 50-27,78-40,00 29,25 51 a 60-11,11-20,00 16,98 Acima de 60-8, ,72 ESCOLARIDADE Tabela 10 Nível de escolaridade por atividade produtiva valores percentuais Escolaridade Sem Instrução - 2, ,89 Alfabetizado - 4, ,66 Fundamental incompleto - 18,89-20,00 41,51 Fundamental completo - 2,22-20,00 5,66 Médio incompleto - 16,67-20,00 8,49 Médio completo - 41,11-40,00 29,25 Superior incompleto - 6, ,77 Superior completo - 6, ,83 Pós-graduação - 1, ,94 Tabela 11 Escolaridade por tipo de empreendimento valores percentuais Escolaridade Formal Empreendimentos (%) Informal Sem Instrução 1,72 2,78 Alfabetizado - 6,94 Fundamental incompleto 13,79 37,50 Fundamental completo - 6,25 Médio incompleto 10,35 13,20 7

8 Continuação Tabela 11 Escolaridade Formal Empreendimentos (%) Informal Médio completo 46,55 29,86 Superior incompleto 10,35 2,78 Superior completo 13,79 0,69 Pós-graduação 3,45-4 SATISFAÇÃO COM A ATIVIDADE DESENVOLVIDA SATISFAÇÃO 8

9 Tabela 12 Fatores de influência na decisão de iniciar o negócio produtivo valores percentuais Fatores de influência Aproveitou pdv e abriu o negócio ,85 Complementar a renda familiar - 33,33-40,00 33,01 Desejo de ter o próprio negócio - 72,62-80,00 61,17 Estava desempregado - 17,86-20,00 21,36 Experiência na área - 26, ,10 Fez pesquisa de mercado - 3, ,91 Foi demitido e recebeu FGTS - 8, ,80 Formação profissional - 2, ,77 Horário flexível - 4, ,91 Identificou uma oportunidade - 19, ,42 Oportunidade de fazer sociedade - 4, ,88 Por influência de outras pessoas - 16, ,65 Recebeu incentivos governamentais ,94 Tinha capital disponível - 8, ,91 Tradição familiar - 17, ,48 Vocação - 23,81-40,00 28,16 Esta questão admite múltiplas respostas 9

10 5 TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E INOVAÇÃO TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Tabela 13 Utilização da Internet para fins empresariais, por atividade produtiva - valores percentuais Utilização da Internet para fins empresariais Certificação digital (CPF eletrônico) ,67 1, ,39-16,67 11,21 Intermediador financeiro (visanet, tef, etc.) - 4,10-16,67 - Internet para comprar produtos e serviços - 10,66-16,67 1,72 Internet para divulgar a empresa - 9,84-16,67 2,59 Internet para gerenciar operações logísticas (estoque, transporte, etc.) - 4,92-16,67 - Internet para realizar suporte ao cliente - 2,46-16,67 2,59 Internet para realizar transações bancárias - 5,74-16,67 0,86 Internet para vender produtos e serviços - 1,64-16,67 0,86 Naõ utiliza internet - 76,23-83,33 85,34 Pesquisa com auxílio dos sites de busca - 11,48-16,67 9,48 10

11 Continuação Tabela 13 Utilização da Internet para fins empresariais Programa para comunicação instantânea - 7,38-16,67 4,31 Videoconferência ou teleconferência - 1, ,86 Esta questão admite múltiplas respostas. INOVAÇÃO 11

12 6 MERCADO AQUISIÇÃO DE MATÉRIA-PRIMA Tabela 14 Aquisição de matéria-prima por atividade produtiva valores percentuais Origem da compra Do município - 23,77-50,00 62,07 Do próprio Estado - 77,05-83,33 53,45 De outros Estados - 54,92-16,67 7,76 De outros Países ,67 - Esta questão admite múltiplas respostas COMERCIALIZAÇÃO Tabela 15 Comercialização de produtos ou serviços por atividade produtiva valores percentuais Comercialização Para o município - 100,00-100,00 100,00 Para o próprio Estado - 24,59-16,67 9,48 Para outros Estados - 1,64-16,67 - Para outros Países ,67 - Esta questão admite múltiplas respostas 12

13 COMUNICAÇÃO Tabela 16 Veículo de comunicação para obtenção de informações valores percentuais Veículo de comunicação Carro de som - 38,84-16,67 34,78 /blog - 16,53-33,33 15,65 Folhetos - 23,97-16,67 16,52 Jornal - 23,14-16,67 16,52 Outdoor - 6, ,61 Rádio - 39,67-50,00 31,30 TV - 52,07-83,33 50,43 Esta questão admite múltiplas respostas. CARTEIRA DE CLIENTES Tabela 17 Número de clientes, por semana, por atividade produtiva Atividade produtiva Clientes s Total Média - 182,72-84,17 94,74 Máximo

ANTONIO MARTINS 1 DADOS GERAIS 2 PERFIL DOS EMPREENDIMENTOS

ANTONIO MARTINS 1 DADOS GERAIS 2 PERFIL DOS EMPREENDIMENTOS 1 DADOS GERAIS - Data de emancipação: 08/05/1963 - Distância da capital: 357 km - Área: 245 Km 2 - Localização Mesorregião: Oeste Potiguar Microrregião: Umarizal - População: 6.997 (IBGE/2007) - Número

Leia mais

CORONEL JOÃO PESSOA 1 DADOS GERAIS 2 PERFIL DOS EMPREENDIMENTOS

CORONEL JOÃO PESSOA 1 DADOS GERAIS 2 PERFIL DOS EMPREENDIMENTOS 1 DADOS GERAIS - Data de emancipação: 19/12/1963 - Distância da capital: 453 km - Área: 117 Km 2 - Localização Mesorregião: Oeste Potiguar Microrregião: Serra de São Miguel - População: 4.827 (IBGE/2007)

Leia mais

SÃO BENTO DO NORTE 1 DADOS GERAIS 2 PERFIL DOS EMPREENDIMENTOS

SÃO BENTO DO NORTE 1 DADOS GERAIS 2 PERFIL DOS EMPREENDIMENTOS 1 DADOS GERAIS - Data de emancipação: 25/11/1953 - Distância da capital: 140 km - Área: 289 Km 2 - Localização Mesorregião: Central Potiguar Microrregião: Macau - População: 3.529 (IBGE/2007) - Número

Leia mais

GOVERNADOR DIX-SEPT ROSADO

GOVERNADOR DIX-SEPT ROSADO 1 DADOS GERAIS - Data de emancipação: 04/04/1963 - Distância da capital: 320 km - Área: 1.129 Km 2 - Localização Mesorregião: Oeste Potiguar Microrregião: Chapada do Apodi - População: 12.374 (IBGE/2007)

Leia mais

OLHO D' AGUA DOS BORGES

OLHO D' AGUA DOS BORGES 1 DADOS GERAIS - Data de emancipação: 31/10/1938 - Distância da capital: 321 km - Área: 141 Km 2 - Localização Mesorregião: Oeste Potiguar Microrregião: Umarizal - População: 4.442 (IBGE/2007) - Número

Leia mais

Forma de Funcionamento Número de negócios Percentual (%) Empresário Individual (Antiga Firma Individual) 36 7,61. Fundação - - Setor Público 3 0,63

Forma de Funcionamento Número de negócios Percentual (%) Empresário Individual (Antiga Firma Individual) 36 7,61. Fundação - - Setor Público 3 0,63 1 DADOS GERAIS - Data de emancipação: 03/05/1758 - Distância da capital: 31 km - Área: 294 Km 2 - Localização Mesorregião: Leste Potiguar Microrregião: Macaíba - População: 36.990 (IBGE/2007) - Número

Leia mais

CAIÇARA DO RIO DO VENTO

CAIÇARA DO RIO DO VENTO 1 DADOS GERAIS - Data de emancipação: 19/01/1963 - Distância da capital: 95 km - Área: 261 Km 2 - Localização Mesorregião: Central Potiguar Microrregião: Angicos - População: 3.064 (IBGE/2007) - Número

Leia mais

CIDADE ALTA 1 PERFIL DOS EMPREENDIMENTOS. Tabela 1 Tipo de empreendimento

CIDADE ALTA 1 PERFIL DOS EMPREENDIMENTOS. Tabela 1 Tipo de empreendimento 1 PERFIL DOS EMPREENDIMENTOS Tabela 1 Tipo de empreendimento Forma de Funcionamento Número de negócios Percentual (%) Associação ou Sindicato 31 3,33 Cooperativa 5 0,54 Empresa Individual (Antiga Firma

Leia mais

PEDRA PRETA 1 DADOS GERAIS 2 PERFIL DOS EMPREENDIMENTOS

PEDRA PRETA 1 DADOS GERAIS 2 PERFIL DOS EMPREENDIMENTOS 1 DADOS GERAIS - Data de emancipação: 19/01/1963 - Distância da capital: 149 km - Área: 295 Km 2 - Localização Mesorregião: Central Potiguar Microrregião: Angicos - População: 2.659 (IBGE/2007) - Número

Leia mais

BARRO VERMELHO PERFIL DOS BAIRROS DE NATAL BARRO VERMELHO. Trabalho realizado por: SEBRAE/RN ESTUDOS E PESQUISAS

BARRO VERMELHO PERFIL DOS BAIRROS DE NATAL BARRO VERMELHO. Trabalho realizado por: SEBRAE/RN ESTUDOS E PESQUISAS PERFIL DOS BAIRROS DE NATAL BARRO VERMELHO Trabalho realizado por: SEBRAE/RN ESTUDOS E PESQUISAS NATAL/RN SETEMBRO/2010 1 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Norte SEBRAE/RN

Leia mais

CAPIM MACIO PERFIL DOS BAIRROS DE NATAL CAPIM MACIO. Trabalho realizado por: SEBRAE/RN ESTUDOS E PESQUISAS

CAPIM MACIO PERFIL DOS BAIRROS DE NATAL CAPIM MACIO. Trabalho realizado por: SEBRAE/RN ESTUDOS E PESQUISAS PERFIL DOS BAIRROS DE NATAL CAPIM MACIO Trabalho realizado por: SEBRAE/RN ESTUDOS E PESQUISAS NATAL/RN SETEMBRO/2010 1 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Norte SEBRAE/RN Serviço

Leia mais

ALECRIM ALECRIM. Trabalho realizado por: SEBRAE/RN ESTUDOS E PESQUISAS

ALECRIM ALECRIM. Trabalho realizado por: SEBRAE/RN ESTUDOS E PESQUISAS ALECRIM Trabalho realizado por: SEBRAE/RN ESTUDOS E PESQUISAS NATAL/RN SETEMBRO/2010 1 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Norte SEBRAE/RN Serviço de Apoio às Micro e Pequenas

Leia mais

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados EMPREGO FORMAL Sorocaba 4 o trimestre de 2014 Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), os empregos formais celetistas no Estado de São Paulo,

Leia mais

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados EMPREGO FORMAL Sorocaba 4 o trimestre de 2015 Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), os empregos formais celetistas no Estado de São Paulo,

Leia mais

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados EMPREGO FORMAL RM da Baixada Santista 3 o trimestre de 2014 Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), os empregos formais celetistas no Estado

Leia mais

LAJES PINTADAS 1 DADOS GERAIS 2 PERFIL DOS EMPREENDIMENTOS

LAJES PINTADAS 1 DADOS GERAIS 2 PERFIL DOS EMPREENDIMENTOS 1 DADOS GERAIS - Data de emancipação: 31/12/1958 - Distância da capital: 128 km - Área: 130 Km 2 - Localização Mesorregião: Agreste Potiguar Microrregião: Borborema Potiguar - População: 4.217 (IBGE/2007)

Leia mais

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados EMPREGO FORMAL RM da Baixada Santista 2 o trimestre de 2015 Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), os empregos formais celetistas no Estado

Leia mais

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados EMPREGO FORMAL Ribeirão Preto 1 o trimestre de 2015 Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), os empregos formais celetistas no Estado de

Leia mais

DETERMINANTES DO CRESCIMENTO DA RENDA

DETERMINANTES DO CRESCIMENTO DA RENDA DETERMINANTES DO CRESCIMENTO DA RENDA na região metropolitana do Rio de Janeiro entre 2010 e 2011 NOTA CONJUNTURAL DO OBSERVATÓRIO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, JANEIRO DE

Leia mais

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão Guido Mantega INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE Presidente Eduardo Pereira Nunes Diretor

Leia mais

PRODUTO INTERNO BRUTO DO DISTRITO FEDERAL

PRODUTO INTERNO BRUTO DO DISTRITO FEDERAL PRODUTO INTERNO BRUTO DO DISTRITO FEDERAL 2010 Produto Interno Bruto - PIB Corresponde ao valor a preços de mercado, de todos os bens e serviços finais produzidos em um território, num determinado período

Leia mais

Sistema de Contas Nacionais Brasil 2005-2009

Sistema de Contas Nacionais Brasil 2005-2009 Diretoria de Pesquisas Sistema de Contas Nacionais Brasil 2005-2009 Coordenação de Contas Nacionais Rio de Janeiro, 17 de novembro de 2011 Divulgações do SCN Já divulgados os dois primeiros trimestres

Leia mais

CATÁLOGO DE REQUISITOS DE TITULAÇÃO

CATÁLOGO DE REQUISITOS DE TITULAÇÃO CATÁLOGO DE REQUISITOS DE TITULAÇÃO Administração Cálculos Financeiros Administração Administração (EII) Administração - Habilitação em Administração de Empresas Administração - Habilitação em Administração

Leia mais

Edital de Processo Seletivo para Credenciamento no 05/2009

Edital de Processo Seletivo para Credenciamento no 05/2009 Edital de Processo Seletivo para Credenciamento no 05/2009 SERVIÇO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SEBRAE/RJ, entidade associativa de direito privado, sem fins lucrativos,

Leia mais

Vencedores do 4º Prêmio Sebrae Prefeito Empreendedor CATEGORIA: TRATAMENTO DIFERENCIADO

Vencedores do 4º Prêmio Sebrae Prefeito Empreendedor CATEGORIA: TRATAMENTO DIFERENCIADO Vencedores do 4º Prêmio Sebrae Prefeito Empreendedor Vencedores Estaduais na categoria Tratamento diferenciado CATEGORIA: TRATAMENTO DIFERENCIADO Município de Recife PE Vencedores do 4º Prêmio Sebrae

Leia mais

Missão e objetivos da empresa X X X X X. Objetivos por área X X Qualidade das informações X X X X X Integração dos orçamentos por área

Missão e objetivos da empresa X X X X X. Objetivos por área X X Qualidade das informações X X X X X Integração dos orçamentos por área Visão por meio das atividades de valor) Preço Prazo Assistência Técnica s Pagamento Pré-vendas Pós-vendas Modelo de gestão X Análise de aspectos políticos governamentais, econômicos e X X legais Planejamento

Leia mais

Anexo 6.4-3 Formulário censo empresarial

Anexo 6.4-3 Formulário censo empresarial RELATÓRIO CONSOLIDADO DE ANDAMENTO DO PBA E DO ATENDIMENTO DE CONDICIONANTES CAPÍTULO 2 ANDAMENTO DO PROJETO BÁSICO AMBIENTAL Anexo 6.4-3 Formulário censo empresarial 1 - FORMULÁRIO PARA OS EMPREENDIMENTOS

Leia mais

Maio 2004. São Paulo. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE

Maio 2004. São Paulo. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Pesquisa Mensal de Emprego Maio 2004 Região Metropolitana de São Paulo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE 1 I) INTRODUÇÃO PESQUISA MENSAL DE EMPREGO ESTIMATIVAS PARA O MÊS DE MAIO DE

Leia mais

Pesquisa Mensal de Emprego

Pesquisa Mensal de Emprego Comunicação Social 25 de março de 2004 Pesquisa Mensal de Emprego Taxa de desocupação é de 12% em fevereiro Em fevereiro de 2004, a taxa de desocupação ficou estável tanto em relação ao mês anterior (11,7%)

Leia mais

Denis Alcides Rezende Educação e Consultoria em Informação e Estratégia - 55 (41) 9974.1168-9D Consultoria

Denis Alcides Rezende Educação e Consultoria em Informação e Estratégia  - 55 (41) 9974.1168-9D Consultoria Denis Alcides Rezende Educação e Consultoria em Informação e Estratégia www.denisalcidesrezende.com.br - 55 (41) 9974.1168-9D Consultoria Funções Organizacionais Privadas ou Públicas As macroatividades

Leia mais

Política de Negócios e Empreendedorismo Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios

Política de Negócios e Empreendedorismo Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Política de Negócios e Empreendedorismo Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios O processo de criação de uma empresa às vezes é tedioso e

Leia mais

LATO SENSU CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO

LATO SENSU CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Nº ÁREA SOCIAL 01 GESTÃO DO SUAS - SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL 495 HORAS 02 INSTRUMENTALIDADE DO SERVIÇO SOCIAL 495 HORAS 03 PEDAGOGIA SOCIAL E ELABORAÇÃO DE

Leia mais

APRESENTAÇÃO LIQUIGÁS

APRESENTAÇÃO LIQUIGÁS APRESENTAÇÃO LIQUIGÁS AUDIÊNCIA PÚBLICA: VENDA DA LIQUIGÁS DISTRIBUIDORA S/A ANTONIO EDUARDO MONTEIRO DE CASTRO PRESIDENTE DA LIQUIGÁS 07/07/2016 AGENDA LIQUIGÁS MERCADO E ÁREAS DE NEGÓCIO ESTRUTURA OPERACIONAL

Leia mais

GABINETE DO PREFEITO

GABINETE DO PREFEITO ANEXO IV ORGANOGRAMA GABINETE DO PREFEITO ÓRGÃOS DE ATIVIDADES DE ASSESSORAMENTO DIRETO E IMEDIATO AO PREFEITO CONTROLADORIA GERAL DO MUNICÍPIO CHEFIA DE GABINETE PROCURADORIA GERAL DO MUNICÍPIO ÓRGÃOS

Leia mais

BAURU. Regime de Contratação Outros 1 Engenheiro civil C.L.T. Agudos Graduação 0

BAURU. Regime de Contratação Outros 1 Engenheiro civil C.L.T. Agudos Graduação 0 Setor da Economia Qtde Vagas Ocupação Regime de Contratação Local de Trabalho Escolaridade Outros 1 Engenheiro civil C.L.T. Agudos Graduação 0 Serviços 5 Trabalhador da manutenção de edificações Experiência

Leia mais

RISCO DE CRÉDITO PESSOA FÍSICA

RISCO DE CRÉDITO PESSOA FÍSICA 8 DICAS PARA REDUZIR O RISCO DE CRÉDITO PESSOA FÍSICA M2M Escola de Negócios SELECIONAR CLIENTES QUE EFETIVAMENTE APRESENTEM CAPACIDADE DE PAGAMENTO PONTUAL DE SUAS DÍVIDAS É FUNDAMENTAL PARA A REDUÇÃO

Leia mais

ORIENTAÇÃO TÉCNICA 9 Áreas de Educação e Formação (atualizada ada em setembro de 2014)

ORIENTAÇÃO TÉCNICA 9 Áreas de Educação e Formação (atualizada ada em setembro de 2014) As entidades formadoras certificadas pela Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT), para além da formação modular da componente de formação tecnológica dos referenciais de formação do

Leia mais

IED cresce 6,9% no primeiro trimestre de 2014

IED cresce 6,9% no primeiro trimestre de 2014 São Paulo, 28 de abril de 2014 Março de 2014 IED cresce 6,9% no primeiro trimestre de 2014 O ingresso de IED no Brasil registrou US$ 14,2 bilhões no primeiro trimestre de 2014, o que representa uma elevação

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Betim, MG 30/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 346,8 km² IDHM 2010 0,749 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 378089 hab. Densidade demográfica

Leia mais

ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL DE ILHA SOLTEIRA ILHA SOLTEIRA

ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL DE ILHA SOLTEIRA ILHA SOLTEIRA REQUISITOS PARA INSCRIÇÕES AO PROCESSO SELETIVO DE DOCENTES, OBJETIVANDO A FORMAÇÃO DE CADASTRO PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE EXCEPCIONAL INTERESSE PÚBLICO, Nº 065/02/2016 DE 14/04/2016. PROCESSO Nº 2050/2016.

Leia mais

DIRETORIA DE PESQUISAS - DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC. Sistema de Contas Nacionais - Brasil Referência 2000. Nota Metodológica nº 24

DIRETORIA DE PESQUISAS - DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC. Sistema de Contas Nacionais - Brasil Referência 2000. Nota Metodológica nº 24 DIRETORIA DE PESQUISAS - DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC Sistema de Contas Nacionais - Brasil Referência 2000 Nota Metodológica nº 24 Tabelas Comparativas (versão para informação e comentários)

Leia mais

Maio 2004. Belo Horizonte. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE

Maio 2004. Belo Horizonte. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Pesquisa Mensal de Emprego Maio 2004 Região Metropolitana de Belo Horizonte Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE 1 PESQUISA MENSAL DE EMPREGO ESTIMATIVAS PARA O MÊS DE MAIO DE 2004 REGIÃO

Leia mais

Oportunidade. para quem mais precisa

Oportunidade. para quem mais precisa Oportunidade para quem mais precisa 1.1 Estratégia de atuação 1 O que é o Programa Vida Melhor? Até 2015, um conjunto de ações será trabalhado com 120 mil famílias na área urbana e 280 mil famílias no

Leia mais

BAIXADA SANTISTA. Regime de Contratação

BAIXADA SANTISTA. Regime de Contratação Setor da Economia Qtde Vagas Ocupação Outros 1 Comércio 4 Motociclista no transporte de documentos e pequenos volumes Técnico em eletromecânica / Técnico de manutenção eletrônica / Técnico de manutenção

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA INTEGRADA EXERCÍCIO 2015

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA INTEGRADA EXERCÍCIO 2015 01 Legislativa 12.481.878,92 455.614.427,68 468.096.306,60 01 031 Ação Legislativa 0,00 186.049.391,21 186.049.391,21 01 031 3282 ATUAÇÃO LEGISLATIVA 0,00 186.049.391,21 186.049.391,21 01 032 Controle

Leia mais

PESQUISA MENSAL DE SERVIÇOS PMS SETEMBRO/2013

PESQUISA MENSAL DE SERVIÇOS PMS SETEMBRO/2013 PESQUISA MENSAL DE SERVIÇOS PMS SETEMBRO/2013 PRINCIPAIS RESULTADOS Setor de serviços Crescimento nominal de 9,6% em Setembro de 2013, na comparação com igual mês do ano anterior Crescimento de 6,6 % em

Leia mais

Análise de Mercado. Plano de Negócios

Análise de Mercado. Plano de Negócios Análise de Mercado Plano de Negócios Estudo de Clientes 1 º passo Identificando as características gerais dos clientes Se pessoas físicas Qual a faixa etária? Na maioria são homens o mulheres? Tem família

Leia mais

Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial

Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial COMPETIR + O Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial tem por objetivo promover o desenvolvimento sustentável da economia regional,

Leia mais

ATENÇÃO: OS DIAS E HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO PARA COMPROVAÇÃO DAS BOLSAS DO PROUNI PARA O 2º SEMESTRE DE 2014 NA FEAD SERÃO:

ATENÇÃO: OS DIAS E HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO PARA COMPROVAÇÃO DAS BOLSAS DO PROUNI PARA O 2º SEMESTRE DE 2014 NA FEAD SERÃO: ATENÇÃO: OS DIAS E HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO PARA COMPROVAÇÃO DAS BOLSAS DO PROUNI PARA O 2º SEMESTRE DE 2014 NA FEAD SERÃO: Dia 29-07-2014 De 9 as 18h; Dia 30-07-2014 De 9 as 18h; INFORMAÇÕES, RELAÇÃO

Leia mais

Empreendedorismo CAPÍTULO [13] UNIDADE I. Plano de Negócios: Plano Financeiro. www.demostenesfarias.wordpress.com

Empreendedorismo CAPÍTULO [13] UNIDADE I. Plano de Negócios: Plano Financeiro. www.demostenesfarias.wordpress.com Empreendedorismo Plano de Negócios: Plano Financeiro [13] UNIDADE I CAPÍTULO PLANO DE NEGÓCIOS - Dever de casa (1) Capa; SUMÁRIO EXECUTIVO: Enunciado do Projeto; Competência dos responsáveis; os produtos

Leia mais

Integração sistêmica e o uso da informação na tomada de decisão. Henrique Costa

Integração sistêmica e o uso da informação na tomada de decisão. Henrique Costa Integração sistêmica e o uso da informação na tomada de decisão Henrique Costa Curriculum Autor Henrique Costa Com experiência de mais de 13 anos no mercado de medição de energia água e gás, atualmente

Leia mais

BARRETOS. 2 Operador de máquinas-ferramenta convencionais C.L.T. Barretos. 2 Gerente de produção e operações C.L.T. Barretos Ensino Médio 6

BARRETOS. 2 Operador de máquinas-ferramenta convencionais C.L.T. Barretos. 2 Gerente de produção e operações C.L.T. Barretos Ensino Médio 6 Setor da Economia Qtde Vagas Ocupação Regime de Contratação Local de Trabalho Escolaridade Comércio Operador de caixa C.L.T. Barretos Médio 2 Operador de máquinas-ferramenta convencionais C.L.T. Barretos

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇOS DE VENDAS

FORMAÇÃO DE PREÇOS DE VENDAS Unidade I FORMAÇÃO DE PREÇOS DE VENDAS Prof. Me. Livaldo Dos Santos Objetivos Preços e custos premissas da análise e maximização dos lucros a natureza dos custos de produção a precificação e as receitas

Leia mais

Assunto: Plano Financeiro (I parte)

Assunto: Plano Financeiro (I parte) Assunto: Plano Financeiro (I parte) Prof Ms Keilla Lopes Mestre em Administração pela UFBA Especialista em Gestão Empresarial pela UEFS Graduada em Administração pela UEFS Nesta disciplina, todos os assuntos

Leia mais

Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste

Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste O que é FCO? O Fundo de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) é um fundo de crédito criado pela Constituição Federal de 1988 com o objetivo de promover

Leia mais

DIVULGAÇÃO - VAGAS DE EMPREGO - SINEs PBH. Data: 29/10/2012

DIVULGAÇÃO - VAGAS DE EMPREGO - SINEs PBH. Data: 29/10/2012 DIVULGAÇÃO - VAGAS DE EMPREGO - SINEs PBH Data: 29/10/2012 OCUPAÇÃO Nº DE VAGAS EXPERIÊNCIA ESCOLARIDADE SALÁRIO AJUDANTE DE CARGA E DESCARGA DE MERCADORIA 2 NÃO EXIGIDA ENSINO FUNDAMENTAL INCOMPLETO R$

Leia mais

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados EMPREGO FORMAL Estado de São Paulo 1 o trimestre de 2014 Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), os empregos formais celetistas no Estado

Leia mais

DIVULGAÇÃO - VAGAS DE EMPREGO SINEs PBH. Data: 10/02/2014

DIVULGAÇÃO - VAGAS DE EMPREGO SINEs PBH. Data: 10/02/2014 COM EXPERIÊNCIA DIVULGAÇÃO - VAGAS DE EMPREGO SINEs PBH Data: 10/02/2014 Ocupação Nº de vagas Experiência Escolaridade Remuneração Auxiliar de doceiro 2 2 meses Ensino fundamental incompleto R$ 820,00

Leia mais

Elaboração e Análise de Projetos

Elaboração e Análise de Projetos Elaboração e Análise de Projetos Análise de Mercado Professor: Roberto César ANÁLISE DE MERCADO Além de ser o ponto de partida de qualquer projeto, é um dos aspectos mais importantes para a confecção deste.

Leia mais

Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009

Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009 Diretoria de Pesquisas Coordenação de Trabalho e Rendimento Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009 Perfil das Despesas Indicadores Selecionados 14/09/2012 POF 2008 2009 Objetivos: Investigação dos

Leia mais

Aviso de Abertura 141/03/2014, de 22/12/2014 - Processo Nº 6771/2014

Aviso de Abertura 141/03/2014, de 22/12/2014 - Processo Nº 6771/2014 Aviso de Abertura 141/03/2014, de 22/12/2014 - Processo Nº 6771/2014 COMPONENTE CURRICULAR 1. Língua Portuguesa e Literatura (Base Nacional Comum - Ensino Médio; Informática para Internet Integrado ao

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE GARANTIA DE CRÉDITO DA SERRA GAÚCHA. Fórum Permanente Brasília DF Out/2011

ASSOCIAÇÃO DE GARANTIA DE CRÉDITO DA SERRA GAÚCHA. Fórum Permanente Brasília DF Out/2011 ASSOCIAÇÃO DE GARANTIA DE CRÉDITO DA SERRA GAÚCHA Fórum Permanente Brasília DF Out/2011 INSTITUCIONAL Por que criar uma SGC? DIFICULDADES DAS MPES Crédito e Fomento...60 % Acesso a Mercados...21% Consultoria

Leia mais

ETEC PROF. DR. JOSÉ DAGNONI SANTA BÁRBARA D OESTE CLASSE DESCENTRALIZADA E.E. EMÍLIO ROMI

ETEC PROF. DR. JOSÉ DAGNONI SANTA BÁRBARA D OESTE CLASSE DESCENTRALIZADA E.E. EMÍLIO ROMI ETEC PROF. DR. JOSÉ DAGNONI SANTA BÁRBARA D OESTE CLASSE DESCENTRALIZADA E.E. EMÍLIO ROMI AVISO DE ABERTURA DE INSCRIÇÕES AO PROCESSO SELETIVO DE DOCENTES, OBJETIVANDO A FORMAÇÃO DE CADASTRO PARA CONTRATAÇÃO

Leia mais

ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL DE ILHA SOLTEIRA ILHA SOLTEIRA

ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL DE ILHA SOLTEIRA ILHA SOLTEIRA REQUISITOS PARA INSCRIÇÕES AO PROCESSO SELETIVO DE DOCENTES, OBJETIVANDO A FORMAÇÃO DE CADASTRO PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE EXCEPCIONAL INTERESSE PÚBLICO, Nº 065/01/2016 de 05/04/2016. Processo nº 2216/2016.

Leia mais

NO ÂMBITO DA OCUPAÇÃO

NO ÂMBITO DA OCUPAÇÃO PRINCIPAIS DESTAQUES DA EVOLUÇÃO DO MERCADO DE TRABALHO NAS SEIS REGIõES METROPOLITANAS DO PAÍS ABRANGIDAS PELA PESQUISA MENSAL DE EMPREGO DO IBGE (RECiFE, SALVADOR, BELO HORIZONTE, RIO DE JANEIRO, SÃO

Leia mais

Disciplinas que têm material didático

Disciplinas que têm material didático Disciplinas que têm material didático Código CCE0001 GST0001 GST0027 GST0002 GST0003 CCA0066 CCE0002 CCT0001 GST0029 GST0030 GST0031 GST0032 CEL0014 SDE0022 SDE0002 CCE0091 CEL0001 CCA0068 CCT0013 SDE0004

Leia mais

CURSOS GRATUITOS. Qualificação em Mantenedor de Máquina Injetora e Extrusora Nível I

CURSOS GRATUITOS. Qualificação em Mantenedor de Máquina Injetora e Extrusora Nível I Qualificação em Mantenedor de Máquina Injetora e Extrusora Nível I Carga horária: 300 horas Matrícula até dia 11/04/2016 (Vagas limitadas) Início: 11/04/2016 Turno: noturno Objetivo: Desenvolver competências

Leia mais

A melhor no que faz. Número de vagas: 50 (cinqüenta) vagas para cada curso.

A melhor no que faz. Número de vagas: 50 (cinqüenta) vagas para cada curso. A melhor no que faz CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO EM: CONTABILIDADE E CONTROLADORIA GOVERNAMENTAL; CONTABILIDADE E CONTROLADORIA EMPRESARIAL; EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO; E GESTÃO DE PESSOAS E ASSESSORIA GERENCIAL.

Leia mais

Ementa: As Organizações; As pessoas; As pessoas e as organizações; Sistema de Administração de Recursos Humanos.

Ementa: As Organizações; As pessoas; As pessoas e as organizações; Sistema de Administração de Recursos Humanos. ASSOSSIAÇÃO EDUCACIONAL E TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA Ementa Tecnólogo em Gestão da Produção Departamento de Ensino Superior DISCIPLINA: Administração da Produção I Introdução e conceitos; Métodos de

Leia mais

OS DESAFIOS DO DESENVOLVIMENTO NA PERSPECTIVA DOS MUNICÍPIOS E DOS PEQUENOS NEGÓCIOS

OS DESAFIOS DO DESENVOLVIMENTO NA PERSPECTIVA DOS MUNICÍPIOS E DOS PEQUENOS NEGÓCIOS OS DESAFIOS DO DESENVOLVIMENTO NA PERSPECTIVA DOS MUNICÍPIOS E DOS PEQUENOS NEGÓCIOS QUEM SÃO OS PEQUENOS NEGÓCIOS? OS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL, ESTADOS E MUNICÍPIOS Empregos e Salários Pequenos Negócios

Leia mais

Gestão de custos Aula 1. Objetivos da disciplina. Objetivos da aula. Por que estudar os Custos? Por que devemos conhecer os Custos?

Gestão de custos Aula 1. Objetivos da disciplina. Objetivos da aula. Por que estudar os Custos? Por que devemos conhecer os Custos? Gestão de custos Aula 1 Terminologias e Classificação em Custos Regis Garcia Mestre em Contabilidade com ênfase em Finanças pela UFPR, Especialista em Contabilidade Societária e Gerencial e em Controladoria

Leia mais

DIRETORIA DE PESQUISAS - DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC. Sistema de Contas Nacionais - Brasil Referência 2000. Nota Metodológica nº 4

DIRETORIA DE PESQUISAS - DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC. Sistema de Contas Nacionais - Brasil Referência 2000. Nota Metodológica nº 4 DIRETORIA DE PESQUISAS - DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC Sistema de Contas Nacionais - Brasil Referência 2000 Nota Metodológica nº 4 Classificação de Produto e Atividade (versão para informação

Leia mais

A Análise SWOT (FOFA)

A Análise SWOT (FOFA) A Análise SWOT (FOFA) Diagnóstico estratégico que permite estabelecer relação entre os pontos fortes e fracos, oportunidades e ameaças no ambiente organizacional SWOT e FOFA Strenght Weakness Forças Oportunidades

Leia mais

TERMINOLOGIAS E CLASSIFICAÇÃO DOS CUSTOS Gastos, custos, despesas Custos diretos e indiretos Método de avaliação de estoques PEPS, CUSTO MÉDIO

TERMINOLOGIAS E CLASSIFICAÇÃO DOS CUSTOS Gastos, custos, despesas Custos diretos e indiretos Método de avaliação de estoques PEPS, CUSTO MÉDIO TERMINOLOGIAS E CLASSIFICAÇÃO DOS CUSTOS Gastos, custos, despesas Custos diretos e indiretos Método de avaliação de estoques PEPS, CUSTO MÉDIO 22/02/2016 1. DEFINIÇÕES E TERMINOLOGIAS BÁSICAS Dispêndio

Leia mais

O curso de Administração da FACHASUL

O curso de Administração da FACHASUL O administrador gerencia recursos financeiros, materiais e humanos de uma empresa. Ele tem lugar em praticamente todos os departamentos de uma organização pública, privada ou sem fins lucrativos. Em recursos

Leia mais

Formulário de Elegibilidade para o Prêmio Qualidade Rio

Formulário de Elegibilidade para o Prêmio Qualidade Rio Formulário de Elegibilidade para o Prêmio Qualidade Rio 23 Rumo à Excelência - Manual de Instruções para Candidatura 3 7. Identificação de Unidade da Organização a) A Candidata é uma Unidade da Organização?

Leia mais

ÍNDICE DE ASSUNTOS USANDO O ÍNDICE: CADA ASSUNTO TEM INDICADO A TABELA NA QUAL SE ENCONTRA A INFORMAÇÃO.

ÍNDICE DE ASSUNTOS USANDO O ÍNDICE: CADA ASSUNTO TEM INDICADO A TABELA NA QUAL SE ENCONTRA A INFORMAÇÃO. ÍNDICE DE ASSUNTOS USANDO O ÍNDICE: CADA ASSUNTO TEM INDICADO A TABELA NA QUAL SE ENCONTRA A INFORMAÇÃO. ABASTECIMENTO água, TABELA 2.4 ACIDENTES de trabalho distribuição das ocorrências, TABELA 5.49 por

Leia mais

BALANÇO SOCIAL 2009 1/14

BALANÇO SOCIAL 2009 1/14 BALANÇO SOCIAL 2009 1/14 ÍNDICE INTRODUÇÃO 1. Organograma do IDE-RAM 2. Distribuição global dos recursos humanos 3. Estrutura etária dos recursos humanos 4. Estrutura de antiguidades 5. Estrutura habilitacional

Leia mais

ELABORAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS

ELABORAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS 1 ELABORAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS Ernesto Friedrich de Lima Amaral 21 de setembro de 2011 Universidade Federal de Minas Gerais Faculdade de Ciências Humanas e Filosofia Departamento de Sociologia e Antropologia

Leia mais

BNDES e Turismo. BNDES Turismo. Foz do Iguaçu 18 de Junho 2011

BNDES e Turismo. BNDES Turismo. Foz do Iguaçu 18 de Junho 2011 BNDES e Turismo BNDES Turismo Foz do Iguaçu 18 de Junho 2011 Agenda Informações Institucionais Apoio ao Turismo Apoio do BNDES às Micro, Pequenas e Médias Empresas - Projetos de Investimento; - Aquisição

Leia mais

Qual o seu estado conjugal?

Qual o seu estado conjugal? .A. Características Sócio-Demográficas e Apoio Social Horário de Início : Neste módulo, vamos lhe perguntar sobre as suas características pessoais, como sexo e idade, características socioeconômicas, como

Leia mais

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação CNPJ: Razão Social: Nome Fantasia: Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Sistema Integrado de Administração de Serviços Gerais - SIASG Sistema

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL CONCURSOS PÚBLICOS DA PREFEITURA MUNICIPAL DE RIO PARDO EDITAL Nº 075/2015- CONCURSOS PÚBLICOS N.

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL CONCURSOS PÚBLICOS DA PREFEITURA MUNICIPAL DE RIO PARDO EDITAL Nº 075/2015- CONCURSOS PÚBLICOS N. GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL CONCURSOS PÚBLICOS DA PREFEITURA MUNICIPAL DE RIO PARDO EDITAL Nº 075/2015- CONCURSOS PÚBLICOS N.º 001/2015 ANEXO I Quadro demonstrativo dos empregos, do salário,

Leia mais

Claudio Gomides Vieira

Claudio Gomides Vieira Claudio Gomides Vieira Brasileiro, 49 anos (26/12/66), casado, 2 filhos CPF (BRA) 511.788.776-04 Rua do Caju, 383 Pacaembu 38401-524 Uberlândia, Minas Gerais - Brasil 3432152732; 34996462732; 34991874179

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A FORMALIZAÇÃO DAS EMPRESAS

POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A FORMALIZAÇÃO DAS EMPRESAS POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A FORMALIZAÇÃO DAS EMPRESAS PROJETO INTEGRAR Avanços Lei Geral das MPE Lei Complementar 123 de 2006 - Simples Nacional; - Microempreendedor Individual - MEI; - Redesim; - Compras

Leia mais

Radiografia da Educação Infantil, RS, 2015. Três Coroas

Radiografia da Educação Infantil, RS, 2015. Três Coroas Radiografia da Educação Infantil, RS, 2015 Três Coroas Mesorregião: Metropolitana de Porto Alegre - Microrregião: Gramado-Canela Área territorial: 185,54 Km2 - Produto Interno Bruto (2013): R$ 776.096.963,00

Leia mais

VOCAÇÃO MUNICIPAL E DESENVOLVIMENTO LOCAL SUSTENTÁVEL

VOCAÇÃO MUNICIPAL E DESENVOLVIMENTO LOCAL SUSTENTÁVEL VOCAÇÃO MUNICIPAL E DESENVOLVIMENTO LOCAL SUSTENTÁVEL Prof.º Msc. Mario Pascarelli Filho Graduado em Engenharia Mecânica pela FEI. Pós-Graduado em Administração de Empresas pela FAAP. Mestre em Educação,

Leia mais

Indicadores IBGE Pesquisa Mensal de Emprego Março - 2006

Indicadores IBGE Pesquisa Mensal de Emprego Março - 2006 Indicadores IBGE Pesquisa Mensal de Emprego Março - 2006 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro de Estado do Planejamento, Orçamento

Leia mais

SISTEMAS DE INCENTIVO QREN. Carlos Castro

SISTEMAS DE INCENTIVO QREN. Carlos Castro SISTEMAS DE INCENTIVO QREN Carlos Castro SISTEMAS DE INCENTIVOS QREN Destinatários Empresas De qualquer natureza e sob qualquer forma jurídica Associações Empresariais Entidades do Sistema Científico e

Leia mais

QUESTIONÁRIO. 2 - O Programa que você cursa foi sua primeira opção na escolha de um Mestrado? a) Sim b) Não

QUESTIONÁRIO. 2 - O Programa que você cursa foi sua primeira opção na escolha de um Mestrado? a) Sim b) Não QUESTIONÁRIO 1 - Ano de Ingresso no Programa a) 2007 b) 2008 2 - O Programa que você cursa foi sua primeira opção na escolha de um Mestrado? a) Sim b) Não 3 - Gênero: a) Masculino b) Feminino 4 - Identifique

Leia mais

EDITAL Nº 05 /2012/REITORIA/IFTO, DE 13 DE FEVEREIRO DE 2012.

EDITAL Nº 05 /2012/REITORIA/IFTO, DE 13 DE FEVEREIRO DE 2012. EDITAL Nº 05 /2012//IFTO, DE 13 DE FEVEREIRO DE 2012. SELEÇÃO DE TUTORES DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - BOLSISTAS DO PROGRAMA DA REDE E-TEC BRASIL CAMPUS PARAÍSO DO TOCANTINS RETIFICAÇÃO Nº 01 O REITOR DO INSTITUTO

Leia mais

SIG. USANDO A TECNOLOGIA COMO SUPORTE Tecnologias de Apoio

SIG. USANDO A TECNOLOGIA COMO SUPORTE Tecnologias de Apoio SIG USANDO A TECNOLOGIA COMO SUPORTE Tecnologias de Apoio Os Sistemas de Informações e os Sistemas de Informações Gerenciais (SIG) podem ser manuais e eletrônicos. I parte SIGs eletrônicos Tecnologias

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos SHOPPING CENTER ABRIL DE 2016

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos SHOPPING CENTER ABRIL DE 2016 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos SHOPPING CENTER ABRIL DE 2016 1 PRODUTOS 2 O COMÉRCIO RESPONDE POR 13% DO PIB BRASILEIRO O COMÉRCIO VAREJISTA É RESPONSÁVEL POR 42% DO COMÉRCIO GERAL

Leia mais

Painel III INDÚSTRIAS CRIATIVAS O potencial da Propriedade Intelectual nos segmentos de entretenimento. Luiz Carlos Prestes Filho SEDEIS

Painel III INDÚSTRIAS CRIATIVAS O potencial da Propriedade Intelectual nos segmentos de entretenimento. Luiz Carlos Prestes Filho SEDEIS Painel III INDÚSTRIAS CRIATIVAS O potencial da Propriedade Intelectual nos segmentos de entretenimento Luiz Carlos Prestes Filho SEDEIS CREATIVE INDUSTRIES ECONOMIA CRIATIVA Primeira definição, 1998, Reino

Leia mais

QUESTIONÁRIO SOCIOECONÔMICO PARA SELEÇÃO DE PROGRAMAS DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL

QUESTIONÁRIO SOCIOECONÔMICO PARA SELEÇÃO DE PROGRAMAS DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL Universidade Federal de Viçosa Pró Reitoria de Assuntos Comunitários QUESTIONÁRIO SOCIOECONÔMICO PARA SELEÇÃO DE PROGRAMAS DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL FOTO 3X4 1 MARQUE OS AUXÍLIOS QUE DESEJA CONCORRER SERVIÇO

Leia mais

Instituto Sindipeças de Educação Corporativa

Instituto Sindipeças de Educação Corporativa Instituto Sindipeças de Educação Corporativa 2016 Instituto Sindipeças de Educação Corporativa Inovação e Sustentabilidade Gestão de Mercado Escolas Gestão de Negócios Manufatura e Supply Chain Gestão

Leia mais

Consórcio: um negócio genuinamente brasileiro.

Consórcio: um negócio genuinamente brasileiro. Consórcio: um negócio genuinamente brasileiro. O consórcio é uma invenção brasileira, que surgiu na década de 60 e hoje é difundida em outros países. O consórcio surgiu como forma de solucionar a falta

Leia mais

BANCO AGÊNCIA CONTA CORRENTE

BANCO AGÊNCIA CONTA CORRENTE 1. IDENTIFICAÇÃO: NOME: NOME DA MÃE: SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL ANEXO I FICHA DE INSCRIÇÃO AUXÍLIO EMERGENCIAL CAPER/DAES/PRAE/UFRR -PNAES/2015.2 NASCIMENTO: NATURALIDADE: ESTADO CIVIL: SEXO: / / MASC. (

Leia mais

MODELO DE PLANO DE NEGÓCIOS

MODELO DE PLANO DE NEGÓCIOS MODELO DE PLANO DE NEGÓCIOS Sumário 1 Sumário Executivo... 4 1.1 Resumo dos Principais Pontos do Plano de Negócio... 4 2 Dados do Empreendimento... 4 2.1 Constituição Legal da Empresa... 4 2.2 Setor de

Leia mais

CONTROLADORIA E CUSTOS

CONTROLADORIA E CUSTOS PÓS GRADUAÇÃO EM GESTÃO EM NEGÓCIOS DE ALIMENTOS MÓDULO: 15 CONTROLADORIA E CUSTOS Coordenador: Hellen Coelho Professora: Marisa Lipi Data: 28/05/2010 CONTROLADORIA E CUSTOS Marisa Lipi www.companhiadoscursos.com.br

Leia mais