KPMG BusinessMagazine 07

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "KPMG BusinessMagazine 07"

Transcrição

1 KPMG BusinessMagazine 07 Açúcar e Álcool O desenvolvimento do setor sucroalcooleiro em debate, coordenado por Leonardo Attuch Biodiesel Perspectivas para o mercado Bens de Consumo Brasil, China e Índia no foco para o crescimento CFO A evolução da função contábil financeira

2 2006 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International, uma coorperativa suíça. Todos os direitos reservados. Se você mal tem tempo de ler este anúncio... Você teria tempo para ensinar sobre seus negócios a seus auditores e consultores? A KPMG poderá ajudá-lo nesse desafio. Nossa atuação em linhas de indústrias nos permite entender sobre cada segmento de negócio de nossos clientes tais como: serviços financeiros, mercados industriais e de consumo, informação, comunicações e entretenimento, e infraestrutura, governo e saúde. A KPMG é uma rede global de firmas que prestam serviços profissionais nas áreas de Audit,Tax e Advisory e conta com mais de 100 mil funcionários em todo mundo, distribuídos em 731 cidades localizadas em 144 países. No Brasil, somos aproximadamente profissionais distribuídos em 8 Estados, 11 cidades e 13 escritórios em: São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Fortaleza, Jaraguá do Sul, Manaus, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Carlos.

3 Sumário Mensagem do Presidente Debate Setor sucroalcooleiro desperta interesse de investidores externos Biodiesel Petrobras avança na distribuição de combustível alternativo Terceirização na área de TI Projetos devem englobar estratégias de negócios das empresas Auditoria Interna Regulamentações exigem novo profissional de auditoria Expansão KPMG abre escritório no Nordeste A Arte da Gestão Para não gerar conflitos, coloque o cliente sempre em primeiro lugar Segurança da Informação Na Era da Informação, a segurança está no bom gerenciamento da área de TI Evolução da função contábil financeira Nas organizações-líderes, os CFOs agregam cada vez mais valor ao negócio Consumer Companhias de Bens de Consumo investem em mercados emergentes Gestão dos Fundos de Pensão Panorama histórico aponta soluções 20-F Padrões de Governança no Brasil e nos EUA Gerenciamento de Riscos Grupo Wilson, Sons estabelece novos controles internos Prêmio Revelação IBEF premia jovens talentos da área financeira, destaques e executivos do ano IBGC Premiação para as melhores práticas de Governança Corporativa Universidade próxima da empresa Organizações e academia cada vez mais interligadas Pequeno Cidadão Projeto patrocinado pela KPMG comemora dez anos Luta pela Paz Boxe e filosofia de vida afastam jovens do crime no Rio de Janeiro Evento Cultural Companhias de dança enriquecem agenda cultural KPMG Business Magazine é uma publicação trimestral da KPMG Auditores Independentes KPMG Auditores Independentes, sociedade brasileira, membro da KMPG International, uma cooperativa suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil. Dezembro de Presidente da KPMG no Brasil: David Bunce. Diretora de KM&C: Irani Ugarelli. Fone: (11) Produção/Edição: Ex Libris Comunicação Integrada. Editor: Jayme Brener (MTb ). Textos: Lúcia Mesquita Projeto gráfico e diagramação: Idéia e Imagem Comunicação. Fotos: arquivo KPMG e Ken Chu (Expressão Studio). Tiragem: exemplares. Impressão: Copypress.

4 Editorial Em sintonia com o país Irani Ugarelli Na mesma edição em que festejamos o encerramento de 2006, comemoramos o encerramento do ano fiscal da KPMG no Brasil. O sucesso e o crescimento de nossa firma estão retratados na Mensagem do Presidente. Todos nós, colaboradores da KPMG estamos orgulhosos e, por meio das palavras do Sr. David Bunce, agradecemos aos nossos clientes por mais um ano de sucesso. Vivenciamos a nossa missão que é a de transformar conhecimento em valor em benefício de nosso pessoal, nossos clientes e do mercado de capitais, de diferentes formas. No caso da KPMG Business Magazine, a sétima edição continua em conformidade com a multidisciplinaridade de nossa atuação, e assim, abrangendo uma ampla variedade de temas que impactam na atuação de executivos das mais diversas áreas. Nesta edição, conheça o perfil do CFO atual e também do futuro e os desafios de uma atuação que requer cada vez mais estratégia. Essa matéria destaca as principais conclusões da pesquisa internacional conduzida pelo The Economist Business Unit e adiciona comentários de sócios da KPMG no Brasil. Para ampliar nosso conhecimento sobre o impressionante crescimento que se registra na demanda mundial por fontes renováveis de combustíveis - com destaque para o álcool etanol o debate desta edição, conduzido pelo jornalista Leonardo Attuch, editor das revistas Isto É Dinheiro e Dinheiro Rural, tem como complemento textos sobre a visão de investidores e produtores. Agradecemos imensamente a participação dos executivos da Bajaj Industries, maior produtor de açúcar e álcool da Índia que, por sua vez, é o maior consumidor de açúcar do mundo e do presidente da União das Destilarias do Oeste Paulista, Luiz Guilherme Zancaner. Seguindo o tema combustíveis, confira a matéria A hora e a vez do Biodiesel, que expõe os avanços do Brasil e da Petrobras em particular na produção de biodiesel. Apresentamos, ainda, os resultados de diversos eventos importantes, com destaque para o prêmio Revelação em Finanças, oferecido anualmente pelo Instituto Brasileiro de Executivos em Finanças (IBEF), e para o 28º Conbrai (Congresso Brasileiro de Auditores Internos), que se destacou por propiciar maior integração entre auditores internos e consultores terceirizados. Registramos, ainda, a inauguração do novo escritório da KPMG em Fortaleza (CE), que permitirá nossa atuação ainda mais efetiva no cenário econômico da região Nordeste, hoje uma das que mais cresce no país. E também damos às boas vindas aos novos sócios e diretores da empresa. O ano de 2006 foi repleto de trabalho e de muitas realizações. Desejamos que 2007 traga ainda mais conquistas e sucesso a todos os nossos clientes em especial a você, leitor da KPMG Business Magazine. Esperamos reencontrá-lo (a) logo no primeiro número de nossa revista, em Um abraço e bom 2007 para todos! Irani Ugarelli Diretora de KM&C

5 Mensagem do Presidente A KPMG no Brasil tem muitos motivos para comemorar o encerramento de 2006, um ano de sucesso! Registramos crescimento de 27%, expansão da base de clientes e de nossa atuação geográfica. Aumentamos o número de colaboradores e reforçamos nosso posicionamento no mercado. Todos estes indicadores trazem muita satisfação e também aumentam nossa responsabilidade. Nossa marca se consolida no mercado como sinônimo de conhecimento e experiência. O Brasil, como foco estratégico para a KPMG International, registra índice de crescimento superior à média obtida pela KPMG mundialmente. David Bunce, presidente da KPMG no Brasil Destacamos, entre os novos clientes, a Petrobras e o Banco do Brasil. Todos os nossos clientes são não apenas importantes, como também fonte de orgulho para nossa firma. 02 Mensagem do Presidente

6 Da esquerda para a direita: Alexandre Heinermann (AUD/SP); Bernardo Moreira (AUD/RJ); Carla Bellangero (AUD/SP); Carlos Cypriano (TAX/Campinas); Carlos Eduardo Paulino (AUD/SP); Frank Meylan (RAS-IRM); João Alberto da Silva (AUD/Fortaleza); José Daniel Martinho (TAX/Curitiba); Luis Motta (FAS/CF); Marcelo Tonini (AUD/Jaraguá); Marcus Vinicius Gonçalves (TAX/SP) e Rogério Andrade (AUD/SP/CMG). Compreendemos a necessidade de atuar cada vez mais próximo aos nossos clientes, melhorando assim nossa efetividade. Para tanto, inauguramos dois novos escritórios. O primeiro, na cidade de Manaus, no início de 2006, e o segundo, em Fortaleza, em setembro, finalizando o ano fiscal. Esses escritórios propiciarão especial atendimento aos clientes do Norte e Nordeste, acrescentando conhecimento e vivência regional à qualificação multidisciplinar da nossa equipe. Nosso desempenho não passou despercebido pelo mercado. Fomos agraciados com o prêmio Destaque IBEF 2006, oferecido pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças de São Paulo. O prêmio reconhece a excelência do trabalho da equipe da KPMG no Brasil. Reforçamos nossa equipe. Em 2006, foram contratados mais de 300 novos trainees e em outubro promovemos 33 novos gerentes, 14 novos diretores e 12 novos sócios. Registro aqui os parabéns a todos estes profissionais. A soma de todas essas conquistas nos faz perceber que 2006 foi um ano muito importante para alcançarmos um nível ainda mais alto de credibilidade junto aos clientes e no mercado. Fortalecemos nossa marca graças aos esforços e à capacidade de nossos dedicados profissionais e ao apoio de nossos clientes. Temos muito orgulho da nossa firma e, em nome da equipe, reforço o nosso compromisso com a ética, integridade e com a qualidade de nossos serviços. Desejo aos leitores da KPMG Business Magazine, aos nossos clientes, aos profissionais da KPMG no Brasil e a todos os membros das comunidades às quais pertencemos os melhores votos de um Feliz Natal e de um excelente Fortalecemos nossa marca graças aos esforços e à capacidade de nossos dedicados profissionais e ao apoio de nossos clientes Mensagem do Presidente 03

7 DEBATE LEONARDO ATTUCH ANDRÉ CASTELLO BRANCO ALBERTO BRESSAN FILHO Açúcar e álcool: tendências, riscos e oportunidades DEBATE COORDENADO PELO JORNALISTA LEONARDO ATTUCH, EDITOR DAS REVISTAS ISTOÉ DINHEIRO E DINHEIRO RURAL, REÚNE SÓCIOS DA KPMG PARA ABORDAR A REALIDADE DO SETOR, QUE DESPERTA INTERESSE CRESCENTE DE INVESTIDORES NACIONAIS E INTERNACIONAIS 04 Debate

8 Leonardo Attuch (à esquerda), André Castello Branco, e Alberto Bressan Filho O setor sucroalcooleiro é hoje um dos mais dinâmicos da economia brasileira. Ao todo, são cerca de 320 usinas, que processam a cana-de-açúcar plantada numa área de 5,5 milhões de hectares. A produção nacional de etanol, de 16 bilhões de litros, representa 35% do total mundial e deverá chegar a 26 bilhões de litros em cinco anos, após a entrada em operação das quase cem novas usinas que já estão em fase de implantação. Para discutir as tendências do açúcar e do álcool, bem como os riscos e oportunidades que se colocam para os empresários que atuam ou planejam investir no setor sucroalcooleiro, a KPMG Business Magazine promoveu um debate coordenado pelo jornalista Leonardo Attuch, editor das revistas Istoé Dinheiro e Dinheiro Rural, que reuniu André Castello Branco, sócio da área de FAS Corporate Finance da KPMG no Rio de Janeiro, e Alberto Bressan Filho, sócio da área de Auditoria na KPMG em São Carlos (SP). Ambos discorreram sobre as perspectivas futuras, bem como sobre eventuais riscos ligados à atividade. Castello Branco lembrou que há uma tendência crescente de fusões e aquisições no setor sucroalcooleiro, captada pelo acompanhamento trimestral feito pela KPMG em todos os segmentos da economia nacional. O recorde de transações, registrado em 2000, com 11 operações, deverá ser superado em Entre janeiro e outubro, já houve nove aquisições no setor e outras estão em andamento. Há uma procura crescente por parte dos investidores, aponta Castello Branco. Desta vez, porém, há uma diferença crucial: no início da década, algumas usinas enfrentavam dificuldades financeiras e, por isso, foram vendidas. Agora, tanto o açúcar como o etanol estão muito valorizados no mercado internacional. Se, antes, as transações eram motivadas pelos vendedores, agora são os compradores que têm buscado oportunidades de investir no Brasil, diz Castello Branco. A dificuldade que hoje existe em concretizar novos negócios diz respeito à diferença de preço entre o que os investidores estão dispostos a pagar e o valor demandado pelos vendedores. No passado, usava-se como referência a cifra de US$ 25 por tonelada esmagada portanto, uma usina capaz de processar cerca de dois milhões de toneladas seria vendida por US$ 50 milhões. Mas, com o mercado aquecido, há vendedores que demandam valores superiores a US$ 100 por tonelada. Essa queda de braço tem feito com que muitos investidores estudem uma nova forma de entrar no mercado brasileiro. É o chamado greenfield. Debate 05

9 Hoje são os compradores que têm buscado oportunidades de investir no Brasil André Castello Branco Leonardo Attuch, jornalista Em muitos casos, começar do zero pode ser uma equação mais econômica do que comprar usinas já existentes, aponta Alberto Bressan Filho. Entre os clientes assessorados pela KMPG, alguns estão dispostos a investir em projetos desse tipo no Estado de Goiás, voltados para a exportação. E essas novas unidades deverão ser muito eficientes do ponto de vista logístico, uma vez que a Petrobrás já aprovou uma verba de R$ 500 milhões para investir num alcoolduto, que levará o etanol da região central do país ao porto de São Sebastião, em São Paulo. No caso da cana-de-açúcar, a opção greenfield tem uma vantagem adicional, uma vez que o ciclo de produção inicia-se em menos de dois anos. Em outras culturas, como a palma ou o eucalipto, exige-se do investidor uma espera de, no mínimo, sete anos para que se comece a produzir. A tendência de expansão do setor sucroalcooleiro no Brasil não se deve apenas a fatores conjunturais ligados ao preço do açúcar e do álcool. Há um movimento estrutural no setor energético, que não é fruto só do alto preço do barril do petróleo. Além da questão ambiental, que fez com que vários países se comprometessem a reduzir suas emissões de carbono, há uma limitação natural, uma vez que as reservas mundiais de petróleo são finitas. E mesmo as quedas recentes nas cotações internacionais do barril, decorrentes da expectativa de diminuição do crescimento global, não devem afugentar investidores. Estimase no mercado que o preço do barril do petróleo não deverá cair abaixo de US$ 45, diz Castello Branco. Sem esquecer que o etanol à base da cana-de-açúcar, no Brasil, é muito mais competitivo do que o álcool produzido a partir do milho, nos Estados Unidos. Com 100 novos projetos no Brasil, que irão ampliar em quase um terço o número de unidades produtoras atual, o investidor demonstra uma grande confiança no futuro do etanol, afirma o sócio. Outro fator que reforça a tendência de fusões e aquisições é a extrema pulverização do setor. Os 14 maiores grupos empresariais brasileiros do 06 Debate

10 Alberto Bressan Filho, sócio da área de Auditoria da KPMG em São Carlos açúcar e do álcool controlam 15% das usinas e 35% da produção, aproximadamente. Produzir commodities é uma atividade que demanda escala global, aponta Bressan. Segundo o sócio da KPMG, é razoável imaginar no futuro um cenário de concentração muito maior, assim como ocorre na área do processamento de grãos ou da laranja, por exemplo. A expansão do setor sucroalcooleiro também tem mudado a geografia do agronegócio no Brasil. Em São Paulo, as lavouras da cana-de-açúcar vêm tomando espaço de áreas antes dedicadas à soja, à laranja e à pecuária. A fronteira da cana transbordou para fora das fronteiras paulistas. Novas usinas já surgem em Minas Gerais em especial na região do Triângulo Mineiro em Goiás e no Mato Grosso do Sul. Empresários de outras áreas produtoras, como os Estados de Pernambuco e Alagoas, também vêm expandindo seus negócios no Sudeste e no Centro-Oeste do país. Todos têm buscado certificações internacionais que atestem boas práticas ambientais e sociais, diz Bressan. No mundo de hoje, esse é um fator determinante para o sucesso. Outro fator que tem influência direta na rentabilidade dos projetos do setor sucroalcooleiro é a relação entre os preços do álcool e do açúcar. Uma eventual queda nos cotações do açúcar poderia fazer com que as usinas direcionassem sua produção para o etanol, rebaixando também as cotações do combustível verde. Mas Castello Branco lembra que essa flexibilidade da indústria contribui para uma relativa estabilidade de preços. Quando há uma migração forte do açúcar para o etanol, ou vice-versa, os preços se invertem e a migração passa a ocorrer no sentido inverso, diz ele. E Bressan lembra que, hoje, a maior parte dos veículos vendidos no Brasil é de carros com motores flex, que já representam cerca de 70% das vendas. Na medida em que a frota nacional se renova, os modelos que rodam só à gasolina vão saindo de linha e a proporção de carros flex cresce, diz Alberto Bressan. Eis aí outro fator que deverá manter aquecida Debate 07

11 Na medida em que a frota nacional se renova, os modelos que rodam só à gasolina vão saindo de linha e a proporção de carros flex cresce Alberto Bressan Filho André Castello Branco, sócio da área de FAS Corporate Finance da KPMG no Rio de Janeiro a demanda pelo etanol no mercado interno. Nos mercados internacionais, há fatores mandatórios, como a crescente obrigatoriedade da adição de álcool à gasolina em vários países, que influenciarão o consumo futuro. O jornalista Leonardo Attuch lembrou que a corrida pelo biocombustível no mundo também poderá influenciar o setor sucroalcooleiro de forma indireta. A Europa já produz hoje três milhões de toneladas de biodiesel e suas principais fontes são a colza, o girassol e a canola. Em poucos anos, a produção saltará para 30 milhões de toneladas e essas culturas tomarão espaço de outras lavouras uma delas é a beterraba, principal matériaprima do açúcar europeu, que recebe subsídios bilionários. A perspectiva de redução dos incentivos ao açúcar na Europa é um consenso e isso tende a elevar os preços dos produtos exportados pelos países emergentes, como é o nosso caso, disse Attuch. E, mesmo no Brasil, o avanço da cana sobre outras culturas poderá elevar a rentabilidade geral do agronegócio. O grande desafio apontado pelos especialistas internacionais ainda é a questão logística, uma vez que as novas fronteiras estão cada vez mais distantes dos portos, apontou Attuch. Nesse contexto altamente promissor, a KPMG pode desempenhar um papel central de análise e consultoria, tanto para os empresários atuais do setor sucroalcooleiro como para aqueles que pretendem investir no segmento. O primeiro passo para a eventual venda de uma usina de álcool e açúcar é oferecer total transparência nos números. E a KPMG, que tem como clientes as principais usinas do país, pode fornecer a radiografia exata dos ativos e passivos de cada uma das empresas. Há muitos casos em que as fusões são motivadas por razões sucessórias, quando já não é mais possível acomodar todos os interesses familiares. Um outro fator importante, num cenário de possíveis fusões e aquisições transnacionais, é compreender a cultura tanto do vendedor como do comprador. E, nesse ponto, a experiência global da KPMG faz toda a diferença. 08 Debate

12 Quanto mais produtores, melhor No segmento de Corporate Finance, a atuação da KPMG vai muito além da simples precificação dos ativos. Há casos em que, antes de uma eventual venda, é preferível melhorar todo o perfil financeiro de uma empresa sucroalcooleira, diz Castello Branco. Ele lembra que a alienação de 100% dos ativos nem sempre é a melhor escolha. Uma eventual saída poderia ser a venda de parte do capital para um fundo de private equity, com a posterior negociação dos ativos em bolsas de valores. O primeiro caso de empresa brasileira do setor que abriu seu capital, com extremo sucesso, foi o da Cosan. Mas, para chegar lá, é preciso antes adquirir escala, aponta Bressan. É por isso que hoje há muitos grupos empresariais brasileiros discutindo alternativas. Uma delas é fundir-se para depois ir ao mercado de capitais. Outra é buscar investidores estratégicos. E uma terceira é simplesmente alienar 100% do ativo. Ao mesmo tempo, investidores internacionais, em especial do Japão, dos Estados Unidos e da Índia, avaliam se devem adquirir usinas existentes ou investir em projetos greenfield. Em todos esses casos, a KPMG pode dar valiosas contribuições. Quanto maior for o número de produtores mundiais de álcool, melhor. Isso porque, muito além da concorrência por mercados, todos estarão colaborando para a difusão do conceito do álcool etanol como alternativa energética limpa, barata e renovável. A opinião é de Luiz Guilherme Zancaner, diretorpresidente da Unialco e presidente da UNOP União das Destilarias do Oeste Paulista. Segundo Zancaner, o Brasil não tem o que temer com o acirramento da concorrência na produção mundial de açúcar e de álcool. Estamos muito bem posicionados; temos a maior produtividade do mundo e, ao contrário de grandes potências, dominamos toda a cadeia produtiva do açúcar e do álcool, diz. Ele lembra que o o destaque do Brasil não se prende à produção e distribuição de açúcar e de álcool etanol combustível, mas chega a setores de alto valor agregado, como a produção de equipamentos para a destilação, segmento no qual o país está na vanguarda mundial. Fornecemos para o mundo inteiro, diz. Luiz Guilherme Zancaner projeta para os próximos anos um cenário positivo para o setor sucroalcooleiro. Talvez não tanto como no último ano, quando a crise na produção, combinada ao aumento na demanda, forçou os Estados Unidos a liberalizarem a entrada de álcool brasileiro em seu mercado interno. Mas o panorama deverá ser positivo. Principalmente por conta da decisão de certos países, de agregar álcool etanol à gasolina. Esse é o caso da Índia que, no curto prazo, poderá substituir os EUA na demanda pelo etanol brasileiro, diz. Quanto ao Japão, que recentemente decidiu adicionar álcool à gasolina combustível, Zancaner é mais cauteloso. Os japoneses são muito meticulosos e cuidadosos. Creio que levará algum tempo até que a cultura do álcool ganhe espaço em seu mercado, prevê. A Unialco, com sede em Guararapes (Noroeste de SP), vem experimentando crescimento acelerado nos últimos dez anos. Em 2000, adquiriu a Alcoolvale, de Aparecida do Taboado (MS). Também controla a Dourado Álcool e Açúcar, em Dourados (MS), e a Vale do Paraná (em Suzanápolis/ SP), em conjunto com capitais colombianos e guatemaltecos. A empresa deverá responder este ano pelo processamento de 3,5 milhões de toneladas de cana de açúcar, gerando empregos diretos no momento da safra. Debate 09

13 Negócio da Índia Maior consumidor mundial de açúcar, a Índia vem sendo atraída pelo destaque internacional do Brasil no mercado sucroalcooleiro O destaque que o Brasil vem ocupando no setor sucroalcooleiro, em especial na produção de álcool etanol combustível, não passou despercebido na Índia, maior consumidor mundial de açúcar. Desde o início deste ano, a Índia tem proposto iniciar uma campanha nacional para a adição de 5% de álcool ao combustível, em até seis estados que vêm passando por processo de experimentação. Isso deverá representar uma demanda adicional de meio bilhão de litros de álcool etanol ao ano. De olho nesse mercado, a Bajaj Hindusthan, maior produtora indiana de açúcar e álcool, fundada em 1931 e com cerca de 8% do mercado local, decidiu investir no Brasil. Dois de seus principais executivos da Divisão de Negócios Internacionais, Somit Banerjee e Prem Bajaj, mudaram-se recentemente para o Brasil em busca de possíveis oportunidades. A Bajaj Hindusthan conta com a KPMG para alcançar seus objetivos de investimento no Brasil. O Brasil é, definitivamente, o lugar ideal, tratando-se de investimentos na cadeia sucroalcooleira, diz Somit Banerjee. O país é o melhor posicionado no mundo para controlar a cadeia produtiva. Procuramos investir em unidades produtivas, com enfoque inicial em unidades operacionais e estabelecidas. Segundo Prem Bajaj, para um investidor indiano, é importante apostar no Brasil, considerando a base de recursos e o potencial de expansão em uma estrutura industrial reformada e levando -se em conta o mercado, capaz de atender à crescente demanda global para açúcar e etanol. A Bajaj Hindusthan tem, hoje, capacidade para moer 16 milhões de toneladas de cana-de-açúcar ao ano, e sua capacidade produtiva deverá alcançar 22 milhões de toneladas de cana-de-açúcar ainda em A empresa pertence ao Grupo Bajaj, um dos maiores conglomerados industriais da Índia, com ações cotadas nas bolsas de valores de Mumbai (Bombaim) e de Luxemburgo. Para Somit Banerjee, a cooperação entre o Brasil e a Índia deverá atingir outros mercados. O álcool etanol representa uma verdadeira revolução em energia. Estamos falando de uma fonte de energia limpa, segura e renovável, que, além de tudo, poderá representar um papel importante na criação de áreas verdes que permitirão aos investidores de países do Primeiro Mundo negociar créditos de carbono, em cumprimento às metas do Protocolo de Kyoto, prossegue Prem Bajaj. Brasil e Índia devem trabalhar juntos nesse processo, levando sua expertise a outros países, conclui. 10 Debate

14 Participantes do debate Leonardo Attuch é jornalista, graduado pela Universidade de Brasília em Editor de economia da Istoé Dinheiro e editor da Dinheiro Rural. Já foi editor de Economia do jornal Estado de Minas e repórter de Veja, Exame e Correio Braziliense. Vencedor do Prêmio Abril de Jornalismo e do Prêmio Citibank de Excelência em Jornalismo. Autor de três livros, entre os quais o best-seller A CPI que abalou o Brasil, lançado em janeiro deste ano e rapidamente alçado a lista de mais vendidos. André Castello Branco é sócio da área de FAS Corporate Finance da KPMG no Rio de Janeiro. André tem ampla experiência em processos de negociação relacionados a aquisições de negócios e alienações. Como parte dos trabalhos de Corporate Finance, tais como assessoria em fusões e aquisições, possui ampla experiência com projeções financeiras e serviços de avaliação. Atuou de 1988 a 1995 no departamento de consultoria da Arthur Andersen, desempenhando análises financeiras e econômicas e, de 1995 a 1996, no Gulfinvest Investment Bank, como executivo no Departamento de Fusões e Aquisições. Tem experiência nas seguintes áreas: açúcar e álcool, agronegócios, alimentos e bebidas, indústrias manufatureira de petróleo e gás e outros recursos naturais e indústria de futebol. É bacharel em Economia pela PUC - RJ, e tem MBA Executivo em Finanças (IBMEC - RJ). Alberto Bressan Filho atua como sócio da área de Auditoria na KPMG de São Carlos. Iniciou suas atividades na empresa em 1982, na área de auditoria, executando, entre outros, trabalhos de avaliação, incorporação, cisão e fusão e planejamento tributário. Possui experiência nas seguintes áreas: indústria; mecânica; metalúrgica; siderúrgica; equipamentos pesados; eletrodomésticos; material escolar; autopeças; química; laboratórios humano e veterinário; seringas hipodérmicas; tintas e vernizes; químicos básicos; serviços; bancos financeiros e comerciais; leasing; empresas de engenharia; fundações federais e municipais; construtoras; agroindústria; açúcar e álcool; gado; produtos cítricos; café e refrigerantes. Alberto participou de diversos cursos de especialização profissional e de seminários anuais dentro do Programa de Desenvolvimento da KPMG, entre eles: Imposto de Renda de Empresas Comerciais e Industriais e da Atividade Agropecuária; Impostos Diretos e Indiretos; Aplicações Financeiras; Consolidação e Tradução das Demonstrações Financeiras em USGAAP e IFRS. É formado em Contabilidade pela Associação de Escolas Reunidas (ASSER) de São Carlos (1986). Debate 11

15

16 COMBUSTÍVEIS A hora e a vez do biodiesel Mozart Schmitt de Queiroz, gerente executivo de Desenvolvimento Energético da Petrobras Se o crescimento da demanda mundial pelo álcool (etanol) vem permitindo que o Brasil assuma um papel de maior destaque no mercado global de combustíveis, a febre do biodiesel poderá representar um novo passo adiante. Para Mozart Schmitt de Queiroz, gerente executivo de Desenvolvimento Energético da Petrobras, estamos no momento histórico propício para o biodiesel. Assim como houve o primeiro momento do álcool, quando aconteceu a crise do petróleo, na década de 70. Ali, o ProÁlcool, uma grande iniciativa do governo brasileiro para incentivar o uso do etanol combustível em complemento ao petróleo, representou uma alternativa viável e de custo acessível, diz. Mozart lembra, ainda, que o Brasil é favorecido pelo avanço da consciência internacional, que demanda alternativas energéticas mais seguras e limpas. Tudo isso conspira positivamente para que o Brasil assuma uma posição de liderança na produção, comércio exterior e desenvolvimento científico, gerando também renda e trabalho no campo. A origem O pioneirismo na produção de biodiesel coube à Europa Ocidental, onde os movimentos ambientalistas e a busca por fontes renováveis de energia são muito fortes. O continente, porém, tem poucas vantagens, no que se refere à escala de produção de biodiesel. Já o Brasil, onde a produção de biodiesel ainda é limitada, tem todas as condições favoráveis de clima, solo e disponibilidade de terras para tornarse um grande player global, o que representaria, também, novas opções de progresso econômico e social. O Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel, elaborado pela ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), ainda é muito tímido frente às iniciativas dos países europeus. É verdade que, entre 2005 e 2007, a ANP autorizou a adição de biodiesel ao diesel distribuído no país. Mas somente em 2008 estes percentuais serão obrigatórios (2% obrigatório e 5% autorizativo). Nós acreditamos que o Brasil tem total condição de aumentar a oferta de biodiesel na medida em que aperfeiçoe a tecnologia. Esperamos que percentuais maiores de adição ao diesel sejam adotados em breve, afirma Mozart. A Petrobras integrou-se ao projeto do Governo Federal em Estamos investindo em unidades de produção industrial na região do semi-árido brasileiro, afirma Mozart. Já foi Combustíveis 13

17 Cana-de-Açúcar 13.9% Outras Renováveis 2.7% Madeiras e Outras Biomassas 13.1% Matriz Energética Brasileira Hidroeletricidade 15% Urânio 1.2% Petróleo e Derivados 38.4% Gás Natural 9.3% Carvão Mineral 6.4% Acreditamos que o Brasil tem total condição de aumentar a oferta de biodiesel na medida em que aperfeiçoe a tecnologia Mozart Schmitt de Queiroz Fontes Renováveis Brasil: 45% Mundo: 14% OCDE: 7,1% Fonte: MME / 2006 contratada a construção da usina de Candeias (BA). As outras duas _ Montes Claros (MG) e Quixadá (CE) _ aguardam as Licenças de Instalação que devem ser emitidas em breve pelos respectivos órgãos ambientais de cada estado. Nosso objetivo é que as unidades estejam produzindo ainda em 2007 para que, no momento em que entre em vigor o programa de adição do biodiesel, possamos atender à demanda, pelo menos em algumas regiões do país, diz. A Petrobras não é a atual líder brasileira na produção de biodiesel, mas, sim, na mistura do biodiesel. Nos leilões realizados pela ANP para a venda de biodiesel, a Petrobras foi a maior compradora e, assim, a BR se tornou a maior distribuidora do produto. Hoje, os postos BR já comercializam o biodiesel. A empresa, com essa iniciativa, vem desenvolvendo muito o mercado, avalia o sócio da KPMG no Brasil e líder da prática de Energia & Recursos Naturais, Timothy Young. Vanessa Assis, coordenadora do Centro de Excelência em Petróleo & Gás da KPMG no Brasil, lembra que a Petrobras vem ampliando suas operações internacionais para a produção do biodiesel. O governo brasileiro tem uma política de colaborar com países vizinhos, apoiando cientificamente o desenvolvimento do combustível nestas regiões, completa Mozart. Tendências Embora, a produção de biodiesel não seja infinita nem suficiente para suprir todo o consumo mundial de combustíveis não-renováveis, como o petróleo, ainda assim podemos rever seu avanço e o aprimoramento da tecnologia na busca por uma produção auto-sustentável, explica o gerente executivo da Petrobras. Timothy Young, sócio da KPMG no Brasil, relembra as vantagens oferecidas pelo Brasil. Estamos no meio de um grande laboratório. A Petrobras está investindo muito e, com o tempo, as iniciativas vão dar certo, afirma o sócio. Timothy Young, sócio da KPMG no Rio de Janeiro Vanessa Assis, coordenadora do Centro de Excelência em Petróleo & Gás da KPMG no Brasil 14 Combustíveis

18 PROJETO HBIO Processo H-BIO Bernardo Moreira, sócio da área de Auditoria da KPMG no Brasil Além do biodiesel, a Petrobras também investe no desenvolvimento de projetos que possam gerar combustíveis menos poluentes do que o diesel convencional. É o caso do processo H-BIO, desenvolvido pelo Cenpes (Centro de Pesquisas e Desenvolvimento da Petrobras), e que pode ser uma alternativa importante em determinadas regiões do país. No processo H-BIO mistura-se óleo vegetal a um diesel ainda não acabado, passando pelo hidrotratamento (reação de hidrogênio no diesel), como resultado obtemos um diesel de melhor qualidade, melhor combustão e redução da quantidade excessiva de enxofre. O produto final não apresenta diferença molecular em relação ao diesel comum. O H-BIO deverá ainda passar por uma certificação para provar que tem uma porcentagem de material renovável, já que o produto resultante não se difere do diesel tradicional, explica Mozart. Bernardo Moreira, sócio da área de Auditoria da KPMG no Brasil, enfatiza que o diesel gerado a partir do H-BIO tem uma vantagem bastante clara em relação aos demais biocombustíveis. O fato é que a indústria automobilística não precisar fazer alterações nos motores dos veículos para utilizá-lo em larga escala e em curto prazo BEP Demanda de Combustível para Veículos Ciclo Otto Quanto o País necessitaria dispor para atender a demanda por combustíveis para veículos ciclo-otto caso o Etanol não existisse 100 Demanda total combustíveis ciclo otto Produção de gasolina Consumo de gasolina Fonte: MME / BEN Economia efetiva acumulada de 778 milhões de bep ~US$ 52 bi No período, com a utilização de álcool, foi evitada a emissão de 644 milhões de toneladas de CO² Combustíveis 15

19

20 TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Riscos associados à terceirização Os processos de terceirização, principalmente na área de Tecnologia da Informação (TI), tornaram-se comuns em todo o mundo na era da globalização Os processos de terceirização, principalmente na área de Tecnologia da Informação (TI), tornaram-se comuns em todo o mundo na era da globalização. No entanto, certas estatísticas sobre os resultados desses processos são alarmantes. Levantamento publicado pela revista Information Week, por exemplo, indica que um em cada quatro processos de terceirização não consegue preencher as expectativas dos envolvidos. Entre 20% e 25% de todas as terceirizações dão errado em até dois anos de trabalho. E 50% fracassam em prazo de cinco anos, segundo a National Outsourcing Association, baseada na Grã-Bretanha. As principais razões para esses resultados negativos são: 1. Deficiências no planejamento, projeto e seleção: Estratégias e implementação inadequadas da terceirização Falta de compreensão do próprio cliente sobre a complexidade de seu negócio A incapacidade dos novos provedores de serviços em entenderem as características do negócio do cliente ou de seu próprio negócio Contratos que não refletem a realidade dos novos processos 2. Deficiência no gerenciamento e governança dos contratos: Custos altos Serviços abaixo do padrão Problemas no relacionamento entre o cliente e o prestador de serviços Problemas no repasse ao cliente e reduções de custos com o outsourcing Avaliações de performance adequadas 3. Falta de flexibilidade nos acordos de: Fixação de preços Níveis de serviços Ao longo de 18 meses, a KPMG realizou em nível global uma pesquisa junto a altos executivos (CEOs, CFOs etc) de empresas multinacionais envolvidas em processos de terceirização. O trabalho foi reunido na publicação Sourcing in Tecnologia da Informação 17

BIODIESEL. O NOVO COMBUSTÍVEL DO BRASIL.

BIODIESEL. O NOVO COMBUSTÍVEL DO BRASIL. Folder final 12/4/04 2:45 AM Page 1 BIODIESEL. O NOVO COMBUSTÍVEL DO BRASIL. PROGRAMA NACIONAL DE PRODUÇÃO E USO DO BIODIESEL Folder final 12/4/04 2:45 AM Page 2 BIODIESEL. A ENERGIA PARA O DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Building, Construction & Real Estate

Building, Construction & Real Estate KPMG no Brasil Building, Construction & Real Estate FINANCIAL SERVICES kpmg.com/br Quem somos Constituída na Suíça e com sede em Amsterdã, a KPMG International Cooperative (KPMG International) é uma rede

Leia mais

Cana de açúcar para indústria: o quanto vai precisar crescer

Cana de açúcar para indústria: o quanto vai precisar crescer Cana de açúcar para indústria: o quanto vai precisar crescer A demanda crescente nos mercados interno e externo por combustíveis renováveis, especialmente o álcool, atrai novos investimentos para a formação

Leia mais

Biocombustíveis. Também chamados de agrocombustíveis

Biocombustíveis. Também chamados de agrocombustíveis Biocombustíveis Também chamados de agrocombustíveis Biomassa É o combustível obtido a partir da biomassa: material orgânico vegetal ou animal Uso tradicional: lenha, excrementos Etanol: álcool combustível.

Leia mais

OS BIOCOMBUSTÍVEIS E A

OS BIOCOMBUSTÍVEIS E A OS BIOCOMBUSTÍVEIS E A INDÚSTRIA DO PETRÓLEO Ricardo de Gusmão Dornelles Diretor do Departamento de Combustíveis Renováveis Jun/2009 MATRIZ ENERGÉTICA MUNDIAL E NACIONAL - 2008 54,9 45,1 Brasil (2008)

Leia mais

RELOP III Reunião Anual Rio de Janeiro, 04 de novembro de 2010

RELOP III Reunião Anual Rio de Janeiro, 04 de novembro de 2010 Os Biocombustíveis no Brasil RELOP III Reunião Anual Rio de Janeiro, 04 de novembro de 2010 SUMÁRIO 1. Alguns dados d sobre o Brasil e a ANP 2. Os biocombustíveis no Brasil 3. O etanol 4. O biodiesel PANORAMA

Leia mais

Copersucar completa 50 anos de liderança em açúcar e etanol com planos para aumentar ainda mais sua atuação global

Copersucar completa 50 anos de liderança em açúcar e etanol com planos para aumentar ainda mais sua atuação global Copersucar completa 50 anos de liderança em açúcar e etanol com planos para aumentar ainda mais sua atuação global Exportações de açúcar da empresa devem aumentar 86% na safra 2009/2010 A Copersucar completa

Leia mais

Mudança tecnológica na indústria automotiva

Mudança tecnológica na indústria automotiva ESTUDOS E PESQUISAS Nº 380 Mudança tecnológica na indústria automotiva Dyogo Oliveira * Fórum Especial 2010 Manifesto por um Brasil Desenvolvido (Fórum Nacional) Como Tornar o Brasil um País Desenvolvido,

Leia mais

4º Congresso Internacional de Bioenergia e 1º Congresso Brasileiro de GD e ER

4º Congresso Internacional de Bioenergia e 1º Congresso Brasileiro de GD e ER 4º Congresso Internacional de Bioenergia e 1º Congresso Brasileiro de GD e ER Painel II BIOMASSA: Disponibilidade Energética para uma Civilização Sustentável Departamento de Desenvolvimento Energético

Leia mais

Edição 44 (Abril/2014)

Edição 44 (Abril/2014) Edição 44 (Abril/2014) Cenário Econômico: Prévia da inflação tem maior alta desde janeiro de 2013 O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial,

Leia mais

Fonte: MAPA e RFA/USA. Elaboração: INTL FCStone

Fonte: MAPA e RFA/USA. Elaboração: INTL FCStone Commodity Insight Agosto de 2013 Analistas Thadeu Silva Diretor de Inteligência de Mercado Thadeu.silva@intlfcstone.com Pedro Verges Analista de Mercado Pedro.verges@intlfcstone.com Natália Orlovicin Analista

Leia mais

Cooperação entre Brasil e EUA para a produção de etanol

Cooperação entre Brasil e EUA para a produção de etanol Cooperação entre Brasil e EUA para a produção de etanol Resenha Desenvolvimento / Economia e Comércio Raphael Rezende Esteves 22 de março de 2007 1 Cooperação entre Brasil e EUA para a produção de etanol

Leia mais

. Reafirmar a importância do etanol como tema estratégico para a economia, o meio-ambiente, a geração de empregos e o futuro do País

. Reafirmar a importância do etanol como tema estratégico para a economia, o meio-ambiente, a geração de empregos e o futuro do País o que é O QUE É. Lançado em Brasília em dezembro de 2011, o Movimento Mais Etanol visa detalhar e disseminar políticas públicas e privadas indispensáveis para: w O restabelecimento da competitividade do

Leia mais

Nossa atuação no setor financeiro

Nossa atuação no setor financeiro Nossa atuação no setor financeiro No mundo No Brasil O porte da equipe de Global Financial Services Industry (GFSI) da Deloitte A força da equipe do GFSI da Deloitte no Brasil 9.300 profissionais;.850

Leia mais

Governança de TI. Por que a Governança de TI é vista como fator chave para criação de valor para o Negócio? Conhecimento em Tecnologia da Informação

Governança de TI. Por que a Governança de TI é vista como fator chave para criação de valor para o Negócio? Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Governança de TI Por que a Governança de TI é vista como fator chave para criação de valor para o Negócio? 2010 Bridge Consulting Apresentação A Governança de Tecnologia

Leia mais

Novo Marco Regulatório do Etanol Combustível no Brasil. Rita Capra Vieira Superintendência de Biocombustíveis e Qualidade de Produtos - ANP

Novo Marco Regulatório do Etanol Combustível no Brasil. Rita Capra Vieira Superintendência de Biocombustíveis e Qualidade de Produtos - ANP Novo Marco Regulatório do Etanol Combustível no Brasil Rita Capra Vieira Superintendência de Biocombustíveis e Qualidade de Produtos - ANP Novembro de 2011 Evolução dos Biocombustíveis no Brasil 1973 Primeira

Leia mais

A gestão de risco, no topo da agenda

A gestão de risco, no topo da agenda A gestão de risco, no topo da agenda 4 KPMG Business Magazine Ambiente de incertezas e estagnação econômica traz novos desafios em GRC O gerenciamento de riscos permanece no topo da agenda corporativa

Leia mais

GOVERNANÇA CORPORATIVA: ATÉ QUE NÍVEL A TRANSPARÊNCIA DE INFORMAÇÕES VALE A PENA?

GOVERNANÇA CORPORATIVA: ATÉ QUE NÍVEL A TRANSPARÊNCIA DE INFORMAÇÕES VALE A PENA? Insper Instituto de Ensino e Pesquisa Certificate in Financial Management CFM Bruno Francesco Sousa Addesso GOVERNANÇA CORPORATIVA: ATÉ QUE NÍVEL A TRANSPARÊNCIA DE INFORMAÇÕES VALE A PENA? São Paulo 2013

Leia mais

Seminário INVESTIMENTOS EM BIODIESEL J. H. Accarini Casa Civil da Presidência da República

Seminário INVESTIMENTOS EM BIODIESEL J. H. Accarini Casa Civil da Presidência da República Seminário INVESTIMENTOS EM BIODIESEL J. H. Accarini Casa Civil da Presidência da República Membro da Comissão Executiva Interministerial e do Grupo Gestor do Biodiesel Consolidação do Programa Nacional

Leia mais

Sustentabilidade. Vanda Nunes - SGS

Sustentabilidade. Vanda Nunes - SGS Novas Tendências de Certificação de Sustentabilidade Vanda Nunes - SGS A HISTÓRIA DA SGS Maior empresa do mundo na área de testes, auditorias, inspeções e certificações. Fundada em 1878, na cidade de Rouen,

Leia mais

Contract Compliance Services

Contract Compliance Services RISK CONSULTING Contract Compliance Services Obtendo mais valor dos seus relacionamentos com terceiros kpmg.com/br 2 / Obtendo mais valor dos seus relacionamentos com terceiros Gerenciando o risco e aumentando

Leia mais

Embratel e uma das Maiores Empresas Agroindustriais do País

Embratel e uma das Maiores Empresas Agroindustriais do País EMBRATEL CASE Embratel e uma das Maiores Empresas Agroindustriais do País O Portfólio de TI da Embratel a Serviço da Agroindústria A convergência de serviços de TI e telecom se consolida como fenômeno

Leia mais

Private Equity ADVISORY

Private Equity ADVISORY Private Equity ADVISORY Private Equity Excelentes profissionais que trabalham em equipe, transformando conhecimento em valor, em benefício de nossos clientes. Private Equity 1 Qualidade e integridade são

Leia mais

CURSO ENERGIAS RENOVÁVEIS BIOMASSA

CURSO ENERGIAS RENOVÁVEIS BIOMASSA CURSO ENERGIAS RENOVÁVEIS BIOMASSA JULIETA BARBOSA MONTEIRO, Dra julieta@lepten.ufsc.br 2011-1 DISPONIBILIDADE DE RECURSOS ANEEL Potencial Instalado (MW) PROCESSOS DE CONVERSÃO DA BIOMASSA PNE 2030

Leia mais

MERCADO BRASILEIRO DE SOFTWARE PANORAMA E TENDÊNCIAS

MERCADO BRASILEIRO DE SOFTWARE PANORAMA E TENDÊNCIAS MERCADO BRASILEIRO DE SOFTWARE PANORAMA E TENDÊNCIAS 2009 Introdução Resumo Executivo Apesar das turbulências que marcaram o ano de 2008, com grandes variações nos indicadores econômicos internacionais,

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

ÁREA DE MILHO CRESCEU 4,9% NA SAFRA 2012/2013, A MAIOR DESDE 1937, INDICANDO QUE O PAÍS COLHERIA UMA SAFRA RECORDE ESTE ANO

ÁREA DE MILHO CRESCEU 4,9% NA SAFRA 2012/2013, A MAIOR DESDE 1937, INDICANDO QUE O PAÍS COLHERIA UMA SAFRA RECORDE ESTE ANO GRÃOS: SOJA, MILHO, TRIGO e ARROZ TENDÊNCIAS DOS MERCADOS PARA 2012/2013 NO BRASIL E NO MUNDO Carlos Cogo Setembro/2012 PRODUÇÃO MUNDIAL DEVE RECUAR 4,1% NA SAFRA 2012/2013 ESTOQUES FINAIS MUNDIAIS DEVEM

Leia mais

Papel dos biocombustíveis na matriz energética brasileira

Papel dos biocombustíveis na matriz energética brasileira Papel dos biocombustíveis na matriz energética brasileira Agenda Arcabouço Legal Panorama Brasil o Matriz Energética Brasileira o Biodiesel o Etanol o Novos Biocombustíveis Comentários Finais Arcabouço

Leia mais

Potencial dos Biocombustíveis

Potencial dos Biocombustíveis Potencial dos Biocombustíveis Mozart Schmitt de Queiroz Gerente Executivo de Desenvolvimento Energético Diretoria de Gás e Energia Petrobras S.A. Belo Horizonte, 17 de outubro de 2007 Evolução da Capacidade

Leia mais

Risco na medida certa

Risco na medida certa Risco na medida certa O mercado sinaliza a necessidade de estruturas mais robustas de gerenciamento dos fatores que André Coutinho, sócio da KPMG no Brasil na área de Risk & Compliance podem ameaçar a

Leia mais

Incentivar o Etanol e o Biodiesel. (Promessa 13 da planilha 1) Entendimento:

Incentivar o Etanol e o Biodiesel. (Promessa 13 da planilha 1) Entendimento: Incentivar o Etanol e o Biodiesel (Promessa 13 da planilha 1) Entendimento: O governo adota medidas econômicas de forma a ampliar relativamente o emprego dos dois combustíveis. O termo ampliar relativamente

Leia mais

Controlar. Otimizar. Crescer.

Controlar. Otimizar. Crescer. Controlar. Otimizar. Crescer. Neste material de suporte, você encontrará informações de SAM para: Novos Líderes de Tecnologia Fusões e Aquisições True-Up Assist Serviço Microsoft EAP Assist Assuma o controle

Leia mais

Oportunidades de Mercado na Visão do Serviço Florestal Brasileiro

Oportunidades de Mercado na Visão do Serviço Florestal Brasileiro Oportunidades de Mercado na Visão do Serviço Florestal Brasileiro - 2º Congresso Florestal do Tocantins - André Luiz Campos de Andrade, Me. Gerente Executivo de Economia e Mercados do Serviço Florestal

Leia mais

Como obter resultados em TI com gestão e governança efetivas direcionadas a estratégia do negócio?

Como obter resultados em TI com gestão e governança efetivas direcionadas a estratégia do negócio? Como obter resultados em TI com gestão e governança efetivas direcionadas a estratégia do negócio? A Tecnologia da Informação vem evoluindo constantemente, e as empresas seja qual for seu porte estão cada

Leia mais

Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais

Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais ANÁLISE MENSAL DO MERCADO DE BIODIESEL: EDIÇÃO Nº 13 FEVEREIRO DE 214 A, documento elaborado pela Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais ABIOVE, possui o intuito de levar ao mercado informações

Leia mais

Copa do Mundo no Brasil

Copa do Mundo no Brasil Copa do Mundo no Brasil Oportunidades para todos kpmg.com.br Estádio Jornalista Mário Filho Maracanã, Rio de Janeiro - RJ Copa do Mundo no Brasil Uma Copa do Mundo de sucesso pode ser construída a partir

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2020 PLANO DE NEGÓCIOS 2009-13

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2020 PLANO DE NEGÓCIOS 2009-13 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2020 PLANO DE NEGÓCIOS 2009-13 PETROBRAS BIOCOMBUSTÍVEL S/A COMISSÃO ESPECIAL DE ENERGIAS RENOVÁVEIS ABRIL DE 2009 1 Agenda Planejamento Estratégico da Petrobras Biocombustível

Leia mais

mudanças nos modelos de negócios do setor automobilístico, impulsionadas pelas pesquisas de novas tecnologias energéticas e de segurança.

mudanças nos modelos de negócios do setor automobilístico, impulsionadas pelas pesquisas de novas tecnologias energéticas e de segurança. AUTOMOTIVE Mudança de rumos Pressões dos consumidores por praticidade e economia, somadas à necessidade de adaptação dos veículos ao planejamento urbano, criam um cenário desafiador para a indústria automobilística

Leia mais

Bancos Corretoras Seguradoras

Bancos Corretoras Seguradoras Bancos Corretoras Seguradoras A TCI BPO Com atuação em todo o Brasil, a TCI oferece excelência na prestação dos serviços em BPO - Business Process Outsourcing, levando aos seus clientes as melhores competências

Leia mais

Código de Princípios de Negócios e Ética BTG Pactual

Código de Princípios de Negócios e Ética BTG Pactual Código de Princípios de Negócios e Ética BTG Pactual Nossa Visão e Nossos Valores Compartilhar uma única ambição é a chave para a história de sucesso do BTG Pactual. Ela só poderá ser atingida através

Leia mais

O Setor Elétrico Brasileiro e a Sustentabilidade no Século 21 Oportunidades e Desafios

O Setor Elétrico Brasileiro e a Sustentabilidade no Século 21 Oportunidades e Desafios O Setor Elétrico Brasileiro e a Sustentabilidade no Século 21 Oportunidades e Desafios Português Resumo Executivo Esta é a segunda edição revista e ampliada da publicação: O Setor Elétrico Brasileiro e

Leia mais

ÊNFASE EM GESTÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA

ÊNFASE EM GESTÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA MBA DESENVOLVIMENTO AVANÇADO DE EXECUTIVOS ÊNFASE EM GESTÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA O MBA Desenvolvimento Avançado de Executivos possui como característica atender a um mercado altamente dinâmico e competitivo

Leia mais

experiência Uma excelente alternativa em serviços de auditoria

experiência Uma excelente alternativa em serviços de auditoria experiência Uma excelente alternativa em serviços de auditoria A Íntegra é uma empresa de auditoria e consultoria, com 25 anos de experiência no mercado brasileiro. Cada serviço prestado nos diferentes

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

O Papel das Auditorias Internas e Externas na Governança das Empresas CRC CE, 16/10/2009

O Papel das Auditorias Internas e Externas na Governança das Empresas CRC CE, 16/10/2009 O Papel das Auditorias Internas e Externas na Governança das Empresas CRC CE, 16/10/2009 O Papel das Auditorias Internas e Externas na Governança das Empresas (*) Palestrante: Vinícius Sampaio (*) Contará

Leia mais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa,

Leia mais

A TCI BPO. Nossos diferenciais competitivos:

A TCI BPO. Nossos diferenciais competitivos: Varejo e-commerce A TCI BPO Com atuação em todo o Brasil, a TCI oferece excelência na prestação dos serviços em BPO - Business Process Outsourcing, levando aos seus clientes as melhores competências e

Leia mais

Biocombustíveis da Amazônia. Primeira Iniciativa Comercial na Produção de Biodiesel no Estado do Amazonas

Biocombustíveis da Amazônia. Primeira Iniciativa Comercial na Produção de Biodiesel no Estado do Amazonas Biocombustíveis da Amazônia Primeira Iniciativa Comercial na Produção de Biodiesel no Estado do Amazonas Biocombustíveis da Amazônia Ltda Capacidade inicial de 15 milhões de litros/ano Expansão em 2011

Leia mais

ÊNFASE EM GESTÃO DE EMPRESAS DE PETRÓLEO & GÁS

ÊNFASE EM GESTÃO DE EMPRESAS DE PETRÓLEO & GÁS MBA DESENVOLVIMENTO AVANÇADO DE EXECUTIVOS ÊNFASE EM GESTÃO DE EMPRESAS DE PETRÓLEO & GÁS O MBA Desenvolvimento Avançado de Executivos possui como característica atender a um mercado altamente dinâmico

Leia mais

Papel do setor sucroenergético na mitigação das mudanças climáticas

Papel do setor sucroenergético na mitigação das mudanças climáticas Ethanol Summit Painel: Biocombustíveis e a Mitigação das Mudanças Climáticas Papel do setor sucroenergético na mitigação das mudanças climáticas Géraldine Kutas International Advisor, Brazilian Sugarcane

Leia mais

2 Histórico de fusões e aquisições e conceitos.

2 Histórico de fusões e aquisições e conceitos. 2 Histórico de fusões e aquisições e conceitos. 2.1. Fusões e aquisições globais Com a globalização e a necessidade de escalas cada vez maiores de operação, as grandes empresas ultrapassaram fronteiras

Leia mais

Como viajar mais, gastando menos. FogStock?Thinkstock. 52 KPMG Business Magazine

Como viajar mais, gastando menos. FogStock?Thinkstock. 52 KPMG Business Magazine Como viajar mais, gastando menos FogStock?Thinkstock 52 KPMG Business Magazine Boa gestão propicia redução de custos com viagens corporativas O controle de custos é tema recorrente nas organizações. O

Leia mais

USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS.

USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS. USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS. A computação em nuvem é uma mudança de paradigma no gerenciamento de TI e de datacenters, além de representar a capacidade da TI

Leia mais

A economia brasileira e as perspectivas do investimento Luciano Coutinho Presidente do BNDES

A economia brasileira e as perspectivas do investimento Luciano Coutinho Presidente do BNDES A economia brasileira e as perspectivas do investimento Luciano Coutinho Presidente do BNDES O Brasil ingressa em um novo ciclo de desenvolvimento A economia brasileira continuarácrescendo firmemente nos

Leia mais

INTELIGÊNCIA COMPETITIVA. Como agilizar a tomada de decisão na sua empresa com resultados

INTELIGÊNCIA COMPETITIVA. Como agilizar a tomada de decisão na sua empresa com resultados INTELIGÊNCIA COMPETITIVA Como agilizar a tomada de decisão na sua empresa com resultados 22/07/2014 Agenda A diferença entre as Inteligências Empresarial e Competitiva (de Mercado) O que não é Inteligência

Leia mais

A TCI BPO. Focada na customização e desenvolvimento de soluções específicas para apoiar e dar suporte à Indústrias, a TCI BPO faz uso do contingente:

A TCI BPO. Focada na customização e desenvolvimento de soluções específicas para apoiar e dar suporte à Indústrias, a TCI BPO faz uso do contingente: Serviços A TCI BPO Com atuação em todo o Brasil, a TCI oferece excelência na prestação dos serviços em BPO - Business Process Outsourcing, levando aos seus clientes as melhores competências e práticas

Leia mais

18/08/2015. Governança Corporativa e Regulamentações de Compliance. Gestão e Governança de TI. Governança Corporativa. Governança Corporativa

18/08/2015. Governança Corporativa e Regulamentações de Compliance. Gestão e Governança de TI. Governança Corporativa. Governança Corporativa Gestão e Governança de TI e Regulamentações de Compliance Prof. Marcel Santos Silva A consiste: No sistema pelo qual as sociedades são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo o relacionamento

Leia mais

OS CARROS FLEX FUEL NO BRASIL

OS CARROS FLEX FUEL NO BRASIL OS CARROS FLEX FUEL NO BRASIL PAULO CÉSAR RIBEIRO LIMA Consultor Legislativo da Área XII Recursos Minerais, Hídricos e Energéticos MARÇO/2009 Paulo César Ribeiro Lima 2 SUMÁRIO 1. Introdução...3 2. Histórico...3

Leia mais

Repensando a matriz brasileira de combustíveis

Repensando a matriz brasileira de combustíveis 1 Repensando a matriz brasileira de combustíveis Marcos Sawaya Jank Conselheiro do CDES A matriz energética brasileira se destaca pela grande incidência de fontes renováveis... Ao longo desta década, a

Leia mais

Life Sciences Cyber Security

Life Sciences Cyber Security Life Sciences Cyber Security Março de 2015 kpmg.com/br 2X ORGANIZAÇÕES DE SAÚDE RELATAM PERDA DE DADOS E INCIDENTES DE ROUBO A DUAS VEZES A TAXA DE OUTRAS INDÚSTRIAS Fonte: Verizon s 2014 Data Breach Investigations

Leia mais

INVENTÁRIO E VERIFICAÇÃO DE GEE ABNT NBR ISO14064: PARTES 1 E 3. Uma visão geral dos requisitos da norma

INVENTÁRIO E VERIFICAÇÃO DE GEE ABNT NBR ISO14064: PARTES 1 E 3. Uma visão geral dos requisitos da norma INVENTÁRIO E VERIFICAÇÃO DE GEE ABNT NBR ISO14064: PARTES 1 E 3 Uma visão geral dos requisitos da norma FORTALECEMOS PROCESSOS, SISTEMAS E PESSOAS SGS é líder mundial em inspeções, testes, certificações

Leia mais

Jornal Canal da Bioenergia A energia das florestas Agosto de 2014 Ano 9 Nº 94

Jornal Canal da Bioenergia A energia das florestas Agosto de 2014 Ano 9 Nº 94 Jornal Canal da Bioenergia A energia das florestas Agosto de 2014 Ano 9 Nº 94 Apesar de pouco explorada, a biomassa florestal pode ser uma das alternativas para a diversificação da matriz energética Por

Leia mais

Visão estratégica para compras

Visão estratégica para compras Visão estratégica para compras FogStock?Thinkstock 40 KPMG Business Magazine Mudanças de cenário exigem reposicionamento do setor de suprimentos O perfil do departamento de suprimentos das empresas não

Leia mais

Visão global, especialização local Consultoria para a indústria financeira

Visão global, especialização local Consultoria para a indústria financeira Visão global, especialização local Consultoria para a indústria financeira Como uma das empresas líderes em serviços profissionais no Brasil, a Deloitte entende de maneira única os desafios enfrentados

Leia mais

Aon Corporation. Países em que atua 120 Escritórios no Mundo 500 Funcionários 40.000. Matriz da Aon Chicago EUA. Dados: Dezembro/2009

Aon Corporation. Países em que atua 120 Escritórios no Mundo 500 Funcionários 40.000. Matriz da Aon Chicago EUA. Dados: Dezembro/2009 Aon Corporation Líder Mundial em Consultoria de Riscos, Benefícios, Seguros e Resseguros; Detentora do maior volume de prêmios emitidos do mercado mundial; 8ª empresa na categoria Diversidade Financeira

Leia mais

Apresentar benchmarks considerando: Como os auditores internos avaliam suas competências atuais Quais competências necessitam de aprimoramento Como

Apresentar benchmarks considerando: Como os auditores internos avaliam suas competências atuais Quais competências necessitam de aprimoramento Como 1ª Pesquisa Protiviti/Audibra sobre as Tendências da Auditoria Interna no Brasil Junho, 2010 Objetivo da Pesquisa Apresentar benchmarks considerando: Como os auditores internos avaliam suas competências

Leia mais

mudança do clima uma contribuição da indústria brasileira

mudança do clima uma contribuição da indústria brasileira mudança do clima uma contribuição da indústria brasileira Brasília, junho de 2009 mudança do clima uma contribuição da indústria brasileira Brasília, junho de 2009 Este é um documento em progresso. A CNI

Leia mais

USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS.

USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS. USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS. A computação em nuvem é uma mudança de paradigma no gerenciamento de TI e de datacenters, além de representar a capacidade da TI

Leia mais

www.imcdgroup.com CÓDIGO DE CONDUTA. IMCD

www.imcdgroup.com CÓDIGO DE CONDUTA. IMCD www.imcdgroup.com CÓDIGO DE CONDUTA. IMCD O SUCESSO DA IMCD É BASEADO NO ESTABELECIMENTO DE UM AMBIENTE QUE PROMOVE A RESPONSABILIDADE, CONFIANÇA E O RESPEITO. IMCD Código de Conduta 3 1. Introdução O

Leia mais

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Secretaria de Produção e Agroenergia AÇÚCAR E ÁLCOOL NO BRASIL

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Secretaria de Produção e Agroenergia AÇÚCAR E ÁLCOOL NO BRASIL Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Secretaria de Produção e Agroenergia AÇÚCAR E ÁLCOOL NO BRASIL Departamento da Cana-de-açúcar e Agroenergia MARÇO 2007 www.agricultura.gov.br daa@agricultura.gov.br

Leia mais

Os Benefícios do Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB) para a sociedade e suas perspectivas para os próximos anos.

Os Benefícios do Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB) para a sociedade e suas perspectivas para os próximos anos. Os Benefícios do Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB) para a sociedade e suas perspectivas para os próximos anos. Industria Matéria-prima Mão de obra Saúde e Meio Ambiente Economia 2

Leia mais

Petrobras aprova Plano de Negócios 2010-2014

Petrobras aprova Plano de Negócios 2010-2014 1 Petrobras aprova Plano de Negócios 2010-2014 O Conselho de Administração aprovou o Plano de Negócios 2010-2014, com investimentos totais de US$ 224 bilhões, representando a média de US$ 44,8 bilhões

Leia mais

Matriz energética e emissão de gases de efeito estufa Fatos sobre o Brasil

Matriz energética e emissão de gases de efeito estufa Fatos sobre o Brasil Confederação Nacional da Indústria Matriz energética e emissão de gases de efeito estufa Fatos sobre o Brasil Edição revisada Brasília, 2008 Nota técnica Os gráficos desta cartilha foram elaborados a partir

Leia mais

POTENCIAL DA BIOENERGIA FLORESTAL

POTENCIAL DA BIOENERGIA FLORESTAL POTENCIAL DA BIOENERGIA FLORESTAL - VIII Congresso Internacional de Compensado e Madeira Tropical - Marcus Vinicius da Silva Alves, Ph.D. Chefe do Laboratório de Produtos Florestais do Serviço Florestal

Leia mais

Locação: cada vez mais em movimento ascendente

Locação: cada vez mais em movimento ascendente 60 edição nº 116 Out 2011 Empilhadeiras Locação: cada vez mais em movimento ascendente O segmento de locação de máquinas passou por muitas mudanças nos últimos anos, basicamente decorrentes da otimização

Leia mais

Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais

Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais m³ ANÁLISE MENSAL DO MERCADO DE BIODIESEL: EDIÇÃO Nº 6 - JULHO DE 2013 A, documento elaborado pela Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais ABIOVE, possui o intuito de levar ao mercado informações

Leia mais

Soluções completas em tecnologia Convergência natural entre negócios e TI

Soluções completas em tecnologia Convergência natural entre negócios e TI Soluções completas em tecnologia Convergência natural entre negócios e TI Abordagem multidisciplinar e equipe especializada em integração tecnológica A dinâmica e as mudanças dos negócios têm tornado a

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS 3º trimestre 2012

PLANO DE ESTUDOS 3º trimestre 2012 PLANO DE ESTUDOS 3º trimestre 2012 ano: 9º disciplina: geografia professor: Meus caros (as) alunos (as): Durante o 2º trimestre, você estudou as principais características das cidades globais e das megacidades

Leia mais

GR SOLUÇÕES EMPRESARIAIS IMPULSIONANDO A COMPETITIVIDADE DE SUA EMPRESA

GR SOLUÇÕES EMPRESARIAIS IMPULSIONANDO A COMPETITIVIDADE DE SUA EMPRESA Quem Somos: A GR Soluções Empresarias é uma empresa provedora de soluções corporativas e serviços personalizados em Advocacia, Contabilidade e Tecnologia da Informação, orientada pelos interesses das empresas

Leia mais

NOSSOS PRINCÍPIOS ORIENTADORES

NOSSOS PRINCÍPIOS ORIENTADORES NOSSOS PRINCÍPIOS ORIENTADORES Por cerca de 50 anos, a série Boletim Verde descreve como a John Deere conduz os negócios e coloca seus valores em prática. Os boletins eram guias para os julgamentos e as

Leia mais

Disponibilização e consumo de energia: implicações sobre o meio ambiente

Disponibilização e consumo de energia: implicações sobre o meio ambiente Disponibilização e consumo de energia: implicações sobre o meio ambiente Ipea Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada Gesmar Rosa dos Santos Antenor Lopes Conteúdo Características gerais da Oferta Interna

Leia mais

Reduza custos. Potencialize o valor da TI em seus negócios.

Reduza custos. Potencialize o valor da TI em seus negócios. Reduza custos. Potencialize o valor da TI em seus negócios. Autor: Douglas Marcos da Silva 7 Sumário Executivo Nas últimas décadas, a evolução tecnológica, a interdependência dos mercados e a intensificação

Leia mais

[Infográfico] As projeções de produção da cana, açúcar e etanol na safra 2023/2024

[Infográfico] As projeções de produção da cana, açúcar e etanol na safra 2023/2024 As projeções de produção de cana, açúcar e etanol para a safra 2023/24 da Fiesp/MB Agro No Brasil, a cana-de-açúcar experimentou um forte ciclo de crescimento da produção na década passada. A aceleração

Leia mais

CARACTERÍSTICAS DE UM PROJETO

CARACTERÍSTICAS DE UM PROJETO CARACTERÍSTICAS DE UM PROJETO Temporário: significa que cada projeto tem um início e um fim muito bem definidos. Um projeto é fundamentalmente diferente: porque ele termina quando seus objetivos propostos

Leia mais

Maximize o desempenho das suas instalações. Gerenciamento Integrado de Facilities - Brasil

Maximize o desempenho das suas instalações. Gerenciamento Integrado de Facilities - Brasil Maximize o desempenho das suas instalações Gerenciamento Integrado de Facilities - Brasil Sua empresa oferece um ambiente de trabalho com instalações eficientes e de qualidade? Como você consegue otimizar

Leia mais

Fusões e Aquisições no Setor Sucroenergético e a Importância da Escala de Geração. Nivalde J. de Castro Guilherme de A.

Fusões e Aquisições no Setor Sucroenergético e a Importância da Escala de Geração. Nivalde J. de Castro Guilherme de A. Fusões e Aquisições no Setor Sucroenergético e a Importância da Escala de Geração Nivalde J. de Castro Guilherme de A. Dantas TDSE Textos de Discussão do Setor Elétrico Nº14 Novembro de 2009 Rio de Janeiro

Leia mais

Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática

Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática A Abiquim e suas ações de mitigação das mudanças climáticas As empresas químicas associadas à Abiquim, que representam cerca

Leia mais

Governança, risco e. compliance Chega de redundâncias. 24 KPMG Business Magazine

Governança, risco e. compliance Chega de redundâncias. 24 KPMG Business Magazine Governança, risco e compliance Chega de redundâncias 24 KPMG Business Magazine Programa Risk University transmite aos executivos uma visão abrangente dos negócios A crise financeira de 2008 ensinou algumas

Leia mais

Diretrizes G4 da GRI: Quais os seus efeitos nos relatórios corporativos de sustentabilidade?

Diretrizes G4 da GRI: Quais os seus efeitos nos relatórios corporativos de sustentabilidade? Meio acadêmico Sustentabilidade Diretrizes G4 da GRI: Quais os seus efeitos nos relatórios corporativos de sustentabilidade? Além do maior foco na cadeia de valor e na materialidade, a quarta geração (G4)

Leia mais

PANORAMA ENERGÉTICO NACIONAL

PANORAMA ENERGÉTICO NACIONAL MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA PANORAMA ENERGÉTICO NACIONAL CONDICIONANTES PARA OS INVESTIMENTOS E PERSPECTIVAS DE ATENDIMENTO DO MERCADO II Seminário Energia e Meio Ambiente Perspectivas Legais Manaus,

Leia mais

$ $ À espera da competitividade

$ $ À espera da competitividade etanol À espera da competitividade foi mais um ano de sufoco para o setor sucroalcooleiro, que ainda sente os reflexos da crise de 2008, que deixou as usinas sem crédito, justamente quando haviam assumido

Leia mais

3º ENCONTRO ANUAL DA AACE

3º ENCONTRO ANUAL DA AACE 3º ENCONTRO ANUAL DA AACE 1 Empresas de Construção: Seleção de Projetos, Gestão e Controles para Atingir as Metas de Desempenho Patricia Atallah Gestão e Planejamento Estratégico são Cruciais para uma

Leia mais

PrimeGlobal PGBR. Uma excelente alternativa em serviços de auditoria, consultoria e Impostos. Diferença PrimeGlobal

PrimeGlobal PGBR. Uma excelente alternativa em serviços de auditoria, consultoria e Impostos. Diferença PrimeGlobal PrimeGlobal PGBR Uma excelente alternativa em serviços de auditoria, consultoria e Impostos Somos uma empresa de auditoria, consultoria e impostos, criada á partir da junção de importantes empresas nacionais,

Leia mais

2º Encontro Empresarial Brasil-União Européia. Declaração Conjunta

2º Encontro Empresarial Brasil-União Européia. Declaração Conjunta 2º Encontro Empresarial Brasil-União Européia Rio de Janeiro, 22 de dezembro de 2008. Declaração Conjunta Sumário Os empresários europeus e brasileiros apóiam com entusiasmo a Parceria Estratégica Brasil-

Leia mais

CERTIFICAÇÃO DE CONSELHEIROS IBGC - CCI

CERTIFICAÇÃO DE CONSELHEIROS IBGC - CCI CERTIFICAÇÃO DE CONSELHEIROS IBGC - CCI SINÔNIMO DE EXCELÊNCIA EM GOVERNANÇA CORPORATIVA O PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO DE CONSELHEIROS IBGC IRÁ APRIMORAR E CONFERIR MAIOR EFICÁCIA À ATIVIDADE PROFISSIONAL

Leia mais

FACILIDADE E SEGURANÇA NA GESTÃO DO AGRONEGÓCIO.

FACILIDADE E SEGURANÇA NA GESTÃO DO AGRONEGÓCIO. FACILIDADE E SEGURANÇA NA GESTÃO DO AGRONEGÓCIO. Um dos principais pilares da economia, o agronegócio é marcado pela competitividade. Com 15 anos de experiência, a SIAGRI é uma das mais completas empresas

Leia mais

Public Disclosure Authorized Public Disclosure Authorized Public Disclosure Authorized Public Disclosure Authorized

Public Disclosure Authorized Public Disclosure Authorized Public Disclosure Authorized Public Disclosure Authorized Public Disclosure Authorized Public Disclosure Authorized Public Disclosure Authorized Public Disclosure Authorized Inovação tecnológica na reforma do setor público: o sistema eletrônico de aquisições

Leia mais

O que esperar do gerenciamento de riscos É hora de agir CUTTING THROUGH COMPLEXITY. As oito prioridades em gerenciamento de risco para os executivos

O que esperar do gerenciamento de riscos É hora de agir CUTTING THROUGH COMPLEXITY. As oito prioridades em gerenciamento de risco para os executivos CUTTING THROUGH COMPLEXITY O que esperar do gerenciamento de riscos É hora de agir As oito prioridades em gerenciamento de risco para os executivos kpmg.com/br Em colaboração com a EIU - Economist Intelligence

Leia mais

ESCOLA DE COMANDO E ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO (ECEME) 4º Congresso de Ciências Militares

ESCOLA DE COMANDO E ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO (ECEME) 4º Congresso de Ciências Militares ESCOLA DE COMANDO E ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO (ECEME) 4º Congresso de Ciências Militares Ciências Militares no Século XXI Situação Atual e Desafios Futuros Geopolítica dos Recursos Naturais Fontes Alternativas

Leia mais