PRÓ-REITORIA BELÉM 20100

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1 UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO PROGRAMA DE MESTRADO EM DESENVOLVIMENTO E MEIO AMBIENTE URBANO Pauloo Eduardo Santos Avilaa UM ESTUDO SOBRE DESLOCAMENTO DEE PEDESTRES EM VIAS PÚBLICAS DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM/ /PA BELÉM 20100

2 Paulo Eduardo Santos Avila UM ESTUDO SOBRE DESLOCAMENTO DE PEDESTRES EM VIAS PÚBLICAS DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM/PA Dissertação apresentada ao Programa de Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente Urbano da Universidade da Amazônia como pré-requisito para obtenção do título de Mestre. Orientador: Prof. Dr. Benedito Coutinho Neto. Co-orientador: Prof. Dr. Renato da C. Teixeira BELÉM 2010

3 Paulo Eduardo Santos Avila UM ESTUDO SOBRE DESLOCAMENTO DE PEDESTRES EM VIAS PÚBLICAS DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM/PA Dissertação apresentada ao Programa de Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente Urbano da Universidade da Amazônia como pré-requisito para obtenção do título de Mestre. Banca Examinadora: Prof. Dr. Benedito Coutinho Neto (Universidade da Amazônia) Orientador Prof. Dr. Renato da C. Teixeira (Universidade do Estado do Pará) Co-orientador Prof. Dr. Marco Aurélio Arbage Lobo (Universidade da Amazônia) Examinador interno Prof. Dr. Marcus V. G. S. de A. Carvalho (Universidade Federal do Pará) Examinador externo Apresentado em: / / Conceito:

4 DEDICATÓRIA Este trabalho é dedicado a todos aqueles que estiveram ao meu lado em mais esta jornada, sempre confortando, acalmando, ajudando por meio de orientações e intuições..., com palavras, abraços ou simples toques de carinho e força. Muito obrigado por sua presença, companhia, ensinamentos, alegria, amor e, sobretudo paciência: Meu pai, Neide Sebastião Portela de Avila; Minha mãe, Margarida Santos Avila; Minha irmã, Ana Cândida Santos Avila; Meus amigos... Paulo Eduardo Santos Avila

5 AGRADECIMENTOS A Deus por me conceder o dom da vida e ter iluminado meus caminhos. Ao Professor, ou melhor, ao amigo Benedito Coutinho que desde o começo acreditou e incentivou em busca de novos conhecimentos com conselhos e orientações, contribuindo para meu crescimento profissional e pessoal, não deixando que as dificuldades me impedissem de conquistar essa vitória. Meus sinceros agradecimentos a você meu amigo. À Renata Kalil que esteve ao meu lado nos últimos anos com amizade, carinho, dedicação e amor. Seu ombro nos momentos de tristeza e seu sorriso nos momentos de alegria foram fundamentais nesta conquista. Agradeço-te de coração. Ao Professor Renato Teixeira por toda enorme contribuição e paciência em mais esta etapa que passamos juntos. Ao Professor Divaldo Souza pela imensa ajuda durante toda a pesquisa Ao Professor Manoel Gionovaldo Lourenço por seus conhecimentos e orientações. Ao Professor Marco Aurélio Lobo pelos conhecimentos transmitidos que desempenharam especial contribuição. Ao Professor Sérgio Gomes por sua valiosa ajuda com os complicados números. Ao Professor Lobão por sua contribuição sempre baseada em uma amizade construída ao longo de muitos anos. Às amigas Daniela Teixeira e Valéria Normando pelo apoio e amizade nesta longa caminhada. À Associação Paraense das Pessoas com Deficiência, à Unidade Educacional Especializada José Álvares de Azevedo e seus funcionários, que me acolheram de maneira atenciosa e profissional, permitindo a realização desta pesquisa. À Jorge Silva e Valdir Moura por sua participação e contribuição fundamentais. A todos os voluntários que participaram desta pesquisa e a todos os professores que colaboram com seus conhecimentos, dando perspectiva de um futuro cada vez mais promissor.

6 Quando o contato entre o objeto, a arquitetura e os usuários apresenta um ponto de atrito, então o projetista cometeu um erro. Pelo contrário, se as pessoas em contato com o meio em que se desenvolvem vivenciam uma maior segurança, confiança, conforto, ou simplesmente se sentem mais felizes, então o projetista teve êxito em sua incumbência. (HENRY DREYFUSS, 1955)

7 RESUMO AVILA, P.E.S. Um estudo sobre deslocamento de pedestres em vias públicas da região metropolitana de Belém/PA Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente Urbano) - Núcleo de Estudos e Pesquisas em Qualidade de Vida e Meio Ambiente, Universidade da Amazônia. Belém, PA, Em uma estrutura urbana, o sistema de deslocamento é o articulador das atividades econômicas, culturais e sociais. Porém, alguns gestores deixam de construir em seus municípios uma infraestrutura de transporte adequada para a circulação de pedestres, em especial de portadores de necessidades especiais (PNE). Levando-se em consideração a dificuldade de acessibilidade existente na mobilidade urbana desses indivíduos e a condição real das calçadas na maioria das cidades brasileiras, faz-se necessário obter informações sobre possíveis alterações que o piso possa provocar no sistema locomotor durante a marcha. Com isso, objetiva-se avaliar o deslocamento dos pedestres, em especial, dos portadores de necessidades especiais. Para tanto, foi feita coleta de dados por meio de entrevistas semiestruturadas, onde foram distribuídos questionários de opinião a 216 pessoas, divididas em quatro grupos: 54 PNE com deficiência física que comprometa a marcha normal, 54 PNE com deficiência visual, 54 PNE cadeirantes e 54 pedestres não PNE sem problemas de locomoção. Posteriormente, foi feito um estudo observacional pelo Método não Probabilístico do tipo Amostragem Intencional, por meio da Biofotogrametria, dos aspectos de acessibilidade em via pública da Região Metropolitana de Belém, durante o deslocamento de 06 pessoas, divididas em três grupos: 02 PNE com deficiência visual total, 02 PNE cadeirantes com paraplegia crural e 02 indivíduos sem problemas de locomoção. Tendo sido encontrado, entre outros resultados relativos ao primeiro momento da pesquisa, que entre os investigados de todas as categorias, a maior quantidade sente alguma dificuldade em se deslocar pelas calçadas da cidade, entre os deficientes visuais e físicos a maioria não sabe o que é a calçada cidadã e entre os cadeirantes a significativa minoria considera ruim o deslocamento na calçada cidadã. Com relação ao segundo momento, entre outros resultados, identificou-se não haver diferença significativa durante o deslocamento sobre a faixa cidadã e fora da faixa cidadã em vista lateral e anterior dos cadeirantes voluntários, não foi encontrado valor de desequilíbrio angular articular considerado significativo para as amplitudes de movimento investigadas dos voluntários deficientes visuais, nos pedestres não PNE, o único valor de angulação articular considerado significativo foi a amplitude de quadril direito em vista lateral. No presente estudo, com base nos resultados obtidos por meio dos questionários de opinião, pode-se concluir que a dificuldade de deslocamento pelas calçadas da Região Metropolitana de Belém afeta tanto aos pedestres sem qualquer problema de locomoção, como aos deficientes físicos, deficientes visuais e cadeirantes. Palavras-chave: Infraestrutura de Transporte. Acessibilidade. Mobilidade Urbana. Portadores de Necessidades Especiais. Biofotogrametria.

8 ABSTRACT AVILA, P. E. S. A study of pedestrian movement on public roads in the metropolitan area of Belém, Brazil Thesis (Master in Urban Development and Environment) - Center for Studies and Research in Quality of Life and Environment, University of Amazonia. Belém, PA, In an urban structure, the displacement system is the articulation of economic, cultural and social. However, some managers fail to build in their towns an adequate transportation infrastructure for the movement of pedestrians, especially people with special needs (PSN). Taking into account the difficulty of existing accessibility in the urban locomotion of these individuals and the actual condition of sidewalks in most Brazilian cities, it is necessary to obtain information about possible changes that may cause the floor in the locomotor system during gait. Therefore, the aim is to evaluate the movement of pedestrians, in particular those with special needs. For this purpose, data collection was done through interviews, questionnaires were distributed to 216 persons opinion, divided into four groups: 54 PSN with a disability, 54 PSN visually impaired, 54 PSN wheelchair users and 54 pedestrians without problems locomotion. Subsequently, an observational study was done by Probabilistic Method not like Intentional Sampling, by biophotogrammetry, aspects of accessibility in public in the Metropolitan Region of Belém during the displacement of 06 people divided into three groups: 02 PSN having total visual disabilities, 02 PSN wheelchair users with paraplegia and 02 patients without crural leg weakness.it has been found, among other results related to the first time of the survey, that people investigated among all categories, the largest amount feels some difficulty in moving the sidewalks of the city between the visually impaired and physically most do not know what is the sidewalk between the citizen and the wheelchair significant minority believes that the urban sidewalk is bad for displacement. Regarding the second point, among other results, we identified no significant difference during the movement on the urban track and off the track in lateral view, and in anterior volunteers wheelchair was not found value of joint angular imbalance considered significant for the investigated range of motion of the volunteers visually impaired, in pedestrians, the only value of joint angle considered significant was the extent of right hip in lateral view. In this study, based on the results obtained through the questionnaires of viewpoint, we can conclude that the difficulty of shifting the sidewalks in the metropolitan region of Belém affects both the pedestrians walking without any problem, as the disabled, visually disables and wheelchair people. Keywords: Transport Infrastructure. Accessibility. Urban Mobility. Special Needs People. Photogrammetry.

9 LISTA DE FIGURAS Figura Situação atual das calçadas da cidade de Belém 22 Figura Calçadas de Belém adaptadas aos padrões de acessibilidade 23 Figura Infraestrutura inadequada ao deslocamento de pedestres na cidade de Belém 24 Figura Inclusão Social do Portador de Necessidade Especial 31 Figura Acessibilidade para Portadores de Necessidades Especiais 32 Figura Dimensões mínimas de circulação 43 Figura Desnível entre a rampa da calçada e leito carroçável 45 Figura Faixa de percurso e Faixa de serviço 46 Figura Padrão de calçadas menores que 1,50m 47 Figura Padrão para calçadas entre 1,50m e 2,49m 47 Figura Padrão para calçada igual ou maior que 4,00m 48 Figura Modelo de rampa em posição de travessia em calçada de Belém 49 Figura Rampa em desnível com leito carroçável em calçada de Belém 49 Figura Modelo de rampa em posição de travessia 49 Figura Propostas de rampas 51 Figura Obstáculos em calçadas de Belém 52 Figura Sinalização alerta e sinalização direcional 53 Figura Sinalização tátil de alerta Modulação do piso 54 Figura Sinalização tátil direcional Modulação do piso 55 Figura Rebaixamento de guias 61 Figura Equipamentos urbanos 61 Figura I Conferência Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência 66 Figura Piso tátil - Faixa Cidadã 66 Figura Projeto Faixa Cidadã 67 Figura Perspectivas da Faixa Cidadã Av. Almirante Barroso 68 Figura Aplicação de marcadores em análise de Biofotogrametria 82 Figura Análise de Biofotogrametria em calçada de Belém 82 Figura Posicionamento da câmara sobre o tripé 85 Figura Planos e eixos de movimento 86 Figura Pontos anatômicos - visão anterior, posterior e lateral 87 Figura Modelo de construção angular para medidas utilizadas na análise cinemática da marcha dos voluntários 98 Figura Análise cinemática da marcha do voluntário deficiente visual 98 Figura Distribuição quanto à média etária nos grupos estudados 101 Figura Distribuição do gênero em cada grupo de estudo 103 Figura Distribuição da atividade profissional em cada grupo de estudo 103 Figura Distribuição da renda familiar em cada grupo de estudo 104 Figura Distribuição da cidade em que residem em cada grupo de estudo 104

10 Figura Distribuição do bairro em que residem em cada grupo de estudo 105 Figura Distribuição do diagnóstico clínico das lesões nos deficientes visuais 106 Figura Distribuição do diagnóstico clínico das lesões nos deficientes físicos 107 Figura Distribuição do diagnóstico clínico das lesões nos cadeirantes 107 Figura Distribuição quanto ao tempo de lesão nos deficientes em cada grupo de estudo 108 Figura Distribuição quanto ao uso de algum tipo de auxílio para a locomoção em cada grupo de estudo 110 Figura Distribuição quanto ao tipo de auxílio para a locomoção em cada grupo de estudo 111 Figura Distribuição quanto ao gosto por andar nas ruas em cada grupo de estudo 111 Figura Distribuição quanto a considerações sobre o respeito dos motoristas 112 Figura Distribuição quanto a se sente dificuldades no deslocamento nas calçadas 113 Figura Distribuição quanto a se já sofreu algum acidente se deslocando nas calçadas 114 Figura Distribuição quanto ao tipo de acidente nas calçadas 114 Figura Distribuição quanto a se necessitou de atendimento médicohospitalar em decorrência do acidente se deslocando nas calçadas 115 Figura Distribuição quanto a se o acidente se deslocando nas calçadas alterou sua rotina 115 Figura Distribuição quanto a se recebeu orientações sobre a padronização das calçadas em cada grupo de estudo 119 Figura Distribuição quanto a se sabe o que é a calçada cidadã em cada grupo de estudo 119 Figura Distribuição quanto à opinião sobre o deslocamento na calçada cidadã em cada grupo de estudo 120 Figura Distribuição quanto a se sabe para o que serve o piso tátil direcional e o de alerta em cada grupo de estudo 121 Figura Distribuição quanto à opinião sobre o deslocamento no piso tátil em cada grupo de estudo 121 Figura Distribuição quanto a se usa as rampas nas calçadas em cada grupo de estudo 122 Figura Distribuição quanto a se já sofreu algum acidente nas calçadas padronizadas em cada grupo de estudo 123 Figura Distribuição quanto ao tipo principal de acidente ocorrido nas calçadas padronizadas 124 Figura Distribuição quanto a se sente algum tipo de incômodo no deslocamento no piso tátil em cada grupo de estudo 124

11 Figura Distribuição quanto ao tipo de incômodo percebido 125 Figura Distribuição quanto à possível melhoria na qualidade do deslocamento nas calçadas reformadas entre os pedestres 126 Figura Comparação angular da posição do cotovelo dos Cadeirantes (CD1 e CD2) em deslocamento sobre a faixa cidadã e fora da faixa cidadã em vista lateral e anterior 127 Figura Comparação angular das referências anatômicas do Pedestre não PNE 01 (PD1) em deslocamento sobre a faixa cidadã e fora da faixa cidadã 129 Figura Comparação angular das referências anatômicas do Pedestre não PNE 02 (PD2) em deslocamento sobre a faixa cidadã e fora da faixa cidadã 130 Figura Comparação angular das referências anatômicas do Deficiente Visual 01 (DV1) em deslocamento sobre a faixa cidadã e fora da faixa cidadã 132 Figura Comparação angular das referências anatômicas do Deficiente Visual 02 (DV2) em deslocamento sobre a faixa cidadã e fora da faixa cidadã 133 Figura H.01 - Distribuição quanto à média etária 165 Figura H.02 - Distribuição quanto ao gênero 166 Figura H.03 - Distribuição quanto à atividade profissional 166 Figura H.04 - Distribuição quanto à renda familiar 167 Figura H.05 - Distribuição quanto ao município de residência 167 Figura H.06 - Distribuição quanto ao bairro de residência 168 Figura H.07 - Distribuição de deficientes quanto ao diagnóstico clínico 168 Figura H.08 - Distribuição de deficientes quanto ao tempo da lesão 169 Figura H.09 - Distribuição quanto ao uso de auxílio para a locomoção 170 Figura H.10 - Distribuição quanto ao tipo de auxílio à locomoção 170 Figura H.11 - Distribuição quanto ao hábito de andar nas ruas 171 Figura H.12 - Distribuição quanto opinião sobre a educação dos motoristas 171 Figura H.13 - Distribuição quanto à dificuldade de deslocamento nas calçadas 171 Figura H.14 - Distribuição quanto a acidentes nas calçadas 172 Figura H.15 - Distribuição quanto à necessidade de atendimento médico em decorrência do acidente nas calçadas 172 Figura H.16 - Distribuição quanto à alteração da rotina em decorrência do acidente sofrido 173 Figura H.17 - Distribuição quanto ao recebimento de orientações sobre a padronização das calçadas 174 Figura H.18 - Distribuição quanto a quem sabe o que é calçada cidadã 175 Figura H.19 - Distribuição quanto à opinião sobre o deslocamento na calçada cidadã 175 Figura H.20 - Distribuição quanto ao conhecimento do que é Piso Tátil 175 Figura H.21 - Distribuição quanto ao conhecimento para que serve o Piso Tátil direcional e o de alerta 176

12 Figura H.22 - Distribuição quanto à opinião sobre o deslocamento no Piso Tátil 176 Figura H.23 - Distribuição quanto ao uso da rampa 176 Figura H.24 - Distribuição quanto ao por que se usa ou não a rampa 177 Figura H.25 - Distribuição quanto a se sofreu acidente na calçada padronizada 177 Figura H.26 - Distribuição quanto à sensação de incômodo no deslocamento no Piso Tátil 177 Figura H.27 - Distribuição quanto a conseguir ou não andar no Piso Tátil 178 Figura H.28 - Distribuição quanto à opinião se a reforma das calçadas melhorou a qualidade do deslocamento 178 Figura H.29 - Distribuição do gênero 179 Figura H.30 - Distribuição da atividade profissional 180 Figura H.31 - Distribuição da renda familiar 180 Figura H.32 - Distribuição da cidade em que reside 181 Figura H.33 - Distribuição do bairro em que reside 181 Figura H.34 - Distribuição quanto ao diagnóstico clínico das lesões 182 Figura H.35 - Distribuição do diagnóstico quanto ao tempo de lesão 183 Figura H.36 - Distribuição do diagnóstico quanto ao uso de auxílio para a locomoção 184 Figura H.37 - Distribuição do diagnóstico quanto ao tipo de auxílio para a locomoção 185 Figura H.38 - Distribuição do diagnóstico quanto ao gosto por andar nas ruas 185 Figura H.39 - Distribuição do diagnóstico quanto às considerações sobre o respeito dos motoristas 186 Figura H.40 - Distribuição do diagnóstico quanto à dificuldade de deslocamento pelas calçadas 186 Figura H.41 - Distribuição quanto a se sofreu acidente em deslocamento pelas calçadas 186 Figura H.42 - Distribuição quanto à necessidade de atendimento médicohospitalar em decorrência de acidente em deslocamento pelas calçadas 187 Figura H.43 - Distribuição quanto à alteração da rotina por acidente em deslocamento nas calçadas 187 Figura H.44 - Distribuição quanto a se recebeu orientações sobre padronização das calçadas 188 Figura H.45 - Distribuição quanto a se sabe o que é a calçada cidadã 190 Figura H.46 - Distribuição quanto à opinião sobre o deslocamento na calçada cidadã 190 Figura H.47 - Distribuição quanto a se sabe o que é piso tátil 191 Figura H.48 - Distribuição quanto a se sabe para o que serve o piso tátil direcional e o de alerta 191 Figura H.49 - Distribuição quanto à opinião sobre o deslocamento no piso tátil 191 Figura H.50 - Distribuição quanto a se usa as rampas nas calçadas 192

13 Figura H.51 - Distribuição quanto ao uso ou não das rampas das calçadas 192 Figura H.52 - Distribuição quanto a se sofreu algum acidente nas calçadas padronizadas 192 Figura H.53 - Distribuição quanto ao incômodo no deslocamento sobre o piso tátil 193 Figura H.54 - Distribuição quanto a se consegue andar no piso tátil 193 Figura H.55 - Distribuição quanto à melhoria no deslocamento nas calçadas reformadas 193 Figura I.01 - Av. Gen. Deodoro em 08 de dezembro de Figura I.02 - Tv. Mauriti em 26 de setembro de Figura I.03 - Passagem Teófilo Conduru em 26 de setembro de Figura I.04 - Passagem Monte Alegre em 26 de setembro de Figura I.05 - Av. Cmte. Brás de Aguiar em 12 de outubro de Figura I.06 - Rua Arcipreste Manoel Teodoro em 12 de outubro de Figura I.07 - Av. Governador José Malcher em 12 de outubro de Figura I.08 - Tv. Rui Barbosa em 12 de outubro de Figura I.09 - Av. Nazaré em 12 de outubro de Figura I.10 - Rua dos Tamoios em 12 de outubro de

14 LISTA DE TABELAS Tabela Inclinação de rampa 50 Tabela Dimensão do piso tátil de alerta 54 Tabela Dimensões da sinalização tátil direcional 55 Tabela Referências anatômicas para a construção dos ângulos utilizados na análise dos movimentos da marcha em vista anterior 98 Tabela Referências anatômicas para a construção dos ângulos utilizados na análise dos movimentos da marcha em vista lateral 99 Tabela Características gerais da amostra por grupo de estudo 102 Tabela Características da lesão da amostra de acordo com o grupo de deficiência estudado 105 Tabela Características da locomoção da amostra 109 Tabela Características da locomoção da amostra nas calçadas padronizadas de acordo com o grupo de estudo 117 Tabela Comparação de valores de angulação articular dos Cadeirantes em deslocamento sobre a faixa cidadã e fora da faixa cidadã em vista lateral e anterior 127 Tabela Comparação de valores de angulação articular de Pedestres não PNE durante a marcha sobre a faixa cidadã e fora da faixa cidadã em vista anterior 128 Tabela Comparação de valores de angulação articular de Pedestres não PNE durante a marcha sobre a faixa cidadã e fora da faixa cidadã em vista lateral 128 Tabela Comparação de valores de angulação articular de Deficientes Visuais durante a marcha sobre a faixa cidadã e fora da faixa cidadã em vista anterior 131 Tabela Comparação de valores de angulação articular de Deficientes Visuais durante a marcha sobre a faixa cidadã e fora da faixa cidadã em vista lateral 131 Tabela H.01 - Características gerais da composição dos sujeitos 166 Tabela H.02 - Características da lesão dos sujeitos deficientes 168 Tabela H.03 - Características da locomoção dos sujeitos 169 Tabela H.04 - Características da locomoção dos sujeitos nas calçadas padronizadas 173 Tabela H.05 - Características gerais dos sujeitos por grupo de estudo 179 Tabela H.06 - Características da lesão dos sujeitos de acordo com o grupo de deficiência estudado 182 Tabela H.07 - Características da locomoção dos sujeitos de acordo com o grupo de estudo 183 Tabela H.08 - Características da locomoção dos sujeitos nas calçadas padronizadas de acordo com o grupo de estudo 188

15 LISTA DE ABREVIATURAS ABNT ANTP AP APPD AVE CEP CID CIF CNT CPF CTB CTBEL DEMA DF EIAS EUA FADERS FAU-USP FIDESA FIESP IA IBGE IDU IPESA IPPUL IQC MG MID MIE OMS ONU PA PNE PPAHs PPDs PR RG RJ RN RS Associação Brasileira de Normas Técnicas Associação Nacional de Transportes Públicos Ântero-Posterior Associação Paraense das Pessoas com Deficiência Acidente Vascular Encefálico Comitê de Ética e Pesquisa Classificação Internacional de Doenças Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde Código Nacional de Trânsito Cadastro de Pessoas Físicas Código de Trânsito Brasileiro Companhia de Transportes de Belém Delegacia do Meio Ambiente Distrito Federal Espinha ilíaca ântero-superior Estados Unidos da América Fundação de Articulação e Desenvolvimento do Rio Grande do Sul Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo Fundação Instituto para o Desenvolvimento da Amazônia Federação das Indústrias do Estado de São Paulo Índice de Acessibilidade Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Instituto de Desarrollo Urbano Instituto de Pesquisa em Acessibilidade Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Londrina Índice de Qualidade das Calçadas Minas Gerais Membro inferior direito Membro inferior esquerdo Organização Mundial de Saúde Organização das Nações Unidas Pará Portadores de Necessidades Especiais Políticas Públicas para Altas Habilidades Políticas Públicas para Portadores de Deficiência Paraná Registro Geral Rio de Janeiro Rio Grande do Norte Rio Grande do Sul

16 SE SECON SEDUMA SEMAJ SESAN SEURB SIDRA SP SUS TCLE UFPA ULBRA UNAMA MEEM Sergipe Secretaria Municipal de Economia Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente Secretaria Municipal de Assuntos Jurídicos Secretarias Municipais de Saneamento Secretaria Municipal de Urbanismo Sistema IBGE de Recuperação Automática São Paulo Sistema Único de Saúde Termo de Consentimento Livre e Esclarecido Universidade Federal do Pará Universidade Luterana do Brasil Universidade da Amazônia Mini-Exame de Estado Mental

17 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO JUSTIFICATIVA DA PESQUISA CARACTERIZAÇÃO DO PROBLEMA OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivos Específicos ESTRUTURA DA PESQUISA 26 2 REFERENCIAL TEÓRICO CIDADANIA POLÍTICAS PÚBLICAS DE ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO MOBILIDADE URBANA E ACESSIBILIDADE SISTEMA VIÁRIO Trânsito Usuários Transportes Vias Calçadas Regras Faixas e ilhas de serviço Padrão de calçadas Rebaixamento de calçadas Obstáculos sobre as calçadas Comunicação tátil DESENHO UNIVERSAL E ACESSIBILIDADE BARREIRAS ARQUITETÔNICAS URBANÍSTICAS APLICAÇÕES AOS PROJETOS URBANOS PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS LEGISLAÇÃO BRASILEIRA MARCHA HUMANA BIOFOTOGRAMETRIA 80

18 3 METODOLOGIA RISCOS BENEFÍCIOS ANÁLISE DE DADOS COLETA DE DADOS QUESTIONÁRIO DE OPINIÃO COLETAS DE DADOS BIFOTOGRAMETRIA Análise do filme Análise do movimento angular 97 4 APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS DA COLETA DE DADOS QUESTIONÁRIO DE OPINIÃO Características da amostra APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS DA COLETA DE DADOS BIFOTOGRAMETRIA CONCLUSÃO 134 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 137 APÊNDICES 150 APÊNDICE A - QUESTIONÁRIO DE OPINIÃO (PEDESTRE NÃO PNE) 151 APÊNDICE B - QUESTIONÁRIO DE OPINIÃO (PNE DEFICIÊNCIA FÍSICA E CADEIRANTE) 153 APÊNDICE C - QUESTIONÁRIO DE OPINIÃO (PNE DEFICIÊNCIA VISUAL) 156 APÊNDICE D - ACEITE DA INSTITUIÇÃO 159 APÊNDICE E - ACEITE DA INSTITUIÇÃO 160 APÊNDICE F - ACEITE DO ORIENTADOR 161 APÊNDICE G - TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO 162 APÊNDICE H - ANÁLISE DOS DADOS E RESULTADOS DA PESQUISA PILOTO 165 APÊNDICE I - FOTOS DAS CALÇADAS DE BELÉM 194

19 APÊNDICE J - RELATO CADEIRANTE 203 APÊNDICE K - RELATO DEFICIENTE FÍSICO 204 APÊNDICE L - RELATO DEFICIENTE VISUAL 205 APÊNDICE M - RELATO PEDESTRE 206 ANEXOS 207 ANEXO A - MINI EXAME DO ESTADO MENTAL 208 ANEXO B - COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA 209

20 19 1. INTRODUÇÃO A caminhada é o modo mais antigo e natural que existe para a realização de um deslocamento. A maioria das viagens realizadas no meio urbano, por mais que sejam executadas por veículos motorizados, como por exemplo, o automóvel, ou começa ou termina com uma caminhada. Portanto, não se pode estudar um sistema de transporte urbano, desconsiderando a participação do pedestre. A conquista da autonomia e da independência são características da cidadania. Acessibilidade significa não apenas permitir que pessoas com deficiências participem de atividades que incluem o uso de produtos, serviços e informação, mas a inclusão e extensão do uso destes por todas as parcelas de uma determinada população. Representa, pois, a possibilidade de alcance, em condições de segurança e autonomia, pelo cidadão que apresente algum tipo de deficiência ou capacidade de locomoção reduzida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos transportes e dos sistemas e meios de comunicação. A legislação pátria garante os princípios da acessibilidade e o direito de acesso seguro a todo cidadão, em todas as situações de vida, inclusive aos deficientes, ou melhor, aos portadores de necessidades especiais. Além das leis que assistem a esse grupo de pessoas, é essencial uma postura consciente de todo cidadão, ao reconhecer que a acessibilidade não é uma necessidade individual, mas coletiva, sujeitas que estão todas as pessoas ao envelhecimento, a acidentes e a doenças. Para os que já fazem da acessibilidade uma bandeira, é essencial continuar a mantê-la como um ideal de bem-estar e felicidade, reflexo de desenvolvimento e progresso social. Sendo esta a forma de construir, com mais rapidez, um mundo mais humano para todos.

21 20 Com base nisso, as cidades constituem-se palco de contradições que vão além das clássicas contradições econômicas, sociais e políticas, pois o sistema viário é um espaço em permanente disputa entre diferentes atores, que se apresentam como pedestres, condutores e usuários de veículos. Fora ainda, que estas disputas acontecem em terrenos, na grande maioria das vezes, nada adequados. A calçada, local constante dessas disputas, é um importante componente de transformação da paisagem urbana. Calçadas planejadas valorizam o comércio de rua e os equipamentos públicos, sendo um atrativo ao turismo e ao convívio dos cidadãos, que passam a apreciar o ambiente onde vivem e estreitam laços com seu município, ajudando a preserválo. Existem diversos exemplos no Brasil e no exterior de cidades que se transformaram a partir da recuperação dos passeios públicos. A facilidade de deslocamento das pessoas é um fator importante na caracterização da qualidade de vida de uma sociedade. A mobilidade é, sem dúvida, o elemento balizador do desenvolvimento urbano. Proporcionar uma adequada mobilidade para todas as classes sociais constitui uma ação essencial no processo de desenvolvimento econômico e social das cidades. A maior parte da população brasileira, formada por pessoas de baixa renda, circula nas cidades a pé. A Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) estimou em 38% o percentual de viagens a pé realizadas em 2007 nas cidades brasileiras (CARVALHO, 2010). No entanto, um sério problema afeta os pedestres, pois as calçadas se transformaram em vilãs da qualidade de vida. Na atual situação das calçadas é comum encontrarmos buracos, raízes de árvores, pedras soltas, escadas com degraus no passeio, rampas ocupando todo o passeio, pisos escorregadios e trepidantes, veículos estacionados, lixeiras em locais inadequados, falta de rampas para acesso de portadores de deficiência e muitas outras irregularidades. Uma grande preocupação por parte dos pesquisadores e das pessoas envolvidas com a área de transportes é para que os pedestres possam ter maior mobilidade no meio urbano. Desta forma, as vias devem estar perfeitamente definidas e mantidas, garantindo maior segurança e conforto em seus deslocamentos. Sendo esse cuidado devido, principalmente, a grupos de usuários com diferentes características, não só em termos de agilidade e percepção como, também, limitações físicas de locomoção e de visão. Embora haja diferenças nas aptidões de coordenação motora, percepção e julgamento, os padrões das calçadas, canteiros centrais e áreas de travessia devem atender às necessidades de locomoção de todos os pedestres, independentemente da idade, do grupo social e da condição do momento.

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