O USO DE JARGÕES UTILIZADOS POR PERSONAGENS DAS TELENOVELAS: SIMPLES EXPRESSÕES OU DISCURSOS IDEOLÓGICOS INFLUENCIADORES?

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O USO DE JARGÕES UTILIZADOS POR PERSONAGENS DAS TELENOVELAS: SIMPLES EXPRESSÕES OU DISCURSOS IDEOLÓGICOS INFLUENCIADORES?"

Transcrição

1 O USO DE JARGÕES UTILIZADOS POR PERSONAGENS DAS TELENOVELAS: SIMPLES EXPRESSÕES OU DISCURSOS IDEOLÓGICOS INFLUENCIADORES? Camila Nunes Duarte Silveira 1 Renata Ferraz Figueiredo Odilza Lines Resumo As discussões referentes à influência que a mídia exerce sobre os telespectadores remontam a décadas passadas, contudo permanecem atuais e necessárias. Mediante isso, o presente trabalho tem por principal objetivo analisar os jargões utilizados por alguns personagens das telenovelas, de uma emissora específica, com vistas a averiguar se o uso destes carrega algum discurso ideológico capaz de exercer influência na fala cotidiana das pessoas. O foco de análise da pesquisa se deu por meio de estudos bibliográficos e discursos de personagens telenovelísitcos que apontam uma forte influência das telenovelas na linguagem cotidiana dos brasileiros. Palavras-Chave: Jargões, Televisão, Ideologia, Introdução O pensamento em defesa de um posicionamento político, a opinião que se tem a respeito de um homicídio, a forma de se vestir, o que comer, falar ou consumir fazem parte das diversas formas de relações humanas e que em sua maioria não é fruto da vontade própria. Atualmente é difícil identificar um comportamento humano que não tenha sofrido influência de uma tendência divulgada pela mídia. Na sociedade contemporânea, tudo gira em torno do ter, e a busca por conforto e comodidade leva as pessoas a estabelecerem novos padrões e hábitos de vida, que acabam por repercutir na propagação de uma nova cultura. Neste ensejo, a mídia acaba por tornar-se um elemento importante, pois apropria-se de determinada conjuntura, para resignificar culturas ao modo das grandes indústrias que a financia. Para isso, faz uso dos recursos 1 Graduandas do VIII semestre do curso de Licenciatura em História pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB

2 2 tecnológicos que facilmente a possibilita penetrar nas residências das pessoas propiciando a doutrinação em massa. Alguns teóricos da comunicação falam em uma indústria cultural da mídia, sobretudo a partir de 1940 quando democracias capitalistas usufruíram do advento da televisão, no pós-guerra, para disseminar sua cultura e política como referências para outras sociedades, contribuindo assim para o aceleramento do poder cultural veiculado pela mídia. É fato que a mídia, especialmente a televisiva, exerce algum tipo de influência sobre as ações humanas. Quantas pessoas já não foram flagradas falando como a personagem de uma determinada telenovela? Quantos compram as roupas, acessórios, perfume ou até aquele esmalte que há pouco tempo era considerado démodé e somente porque a protagonista usou, agora é moda? Muitos são os que agregam à sua identidade as tendências da mídia e transportando-as da ficção para a realidade, acabam por legitimar e fortalecer a grande indústria cultural midiática. As questões relacionadas à cultura midiática e sua conexão com a sociedade são tão pertinentes que por volta de 1930 a escola de Frankfurt iniciou estudos críticos da comunicação. Em 1960, os estudos culturais britânicos - com vistas a abordar aspectos da cultura numa perspectiva crítica e multidisciplinar - situavam a cultura como uma teoria da produção e reprodução social e especificaram os modos como formas culturais que serviam para aumentar a dominação social ou para possibilitar a resistência e a luta contra a dominação. Ao compreender a mídia enquanto objeto cultural da sociedade contemporânea é possível inferir que esta, assim como certas instituições sociais, a saber: família, escola, igreja, trabalho e o próprio Estado, controlam os indivíduos e criam estruturas de dominação sobre as quais eles devem lutar para conseguirem autonomia. Diante de tais questões, o presente estudo tem por finalidade, analisar os jargões utilizados por alguns personagens das telenovelas, de uma emissora específica, com vistas a averiguar se o uso destes carregam algum discurso ideológico capaz de exercer influência na fala cotidiana das pessoas. Embora seja necessário um movimento contrário à influência exagerada dos meios de comunicação, o que pode-se perceber é uma total invasão da

3 3 indústria cultural da mídia na sociedade, fato amplamente percebido diante de uma análise do comportamento das pessoas frente a um aparelho midiático tão comum nas residências brasileiras, a televisão. Várias são discussões em torno da influência que os programas televisivos têm sobre as ações humanas e para compreender a dimensão do tema, esta pesquisa segue o mesmo caminho, não com a intenção de estabelecer uma conceituação final, mas de contribuir com esses debates, averiguando o comportamento de indivíduos que, por vezes, numa ingênua expressão corroboram com a continuidade de discursos carregados de preconceitos e ideologias. Por compreender que o discurso é uma construção coletiva que por sua vez está inserida em um contexto histórico-social, teremos como caminho metodológico o uso da Análise do Discurso. Após revisão teórica de bibliografias que tratam do tema, o que se pretende inicialmente é estabelecer um breve histórico acerca das manifestações da mídia no Brasil, desde o ano de 1950 até os dias atuais. Num segundo momento, será apresentada a importância da linguagem como instrumento de poder capaz até de influir nas relações econômicas e sociais. Na terceira e última parte, serão abordados alguns jargões utilizados por personagens de novelas, associando-os à fala cotidiana de pessoas comuns, aprofundando na discussão de que um determinado comportamento ou expressão que surgiu no programa passa a fazer parte da vida do telespectador adaptando-se facilmente e à sua maneira de agir. Breve histórico sobre a televisão no Brasil a partir de 1950 No contexto das significativas transformações sociais e econômicas, provocadas pelo fim da Segunda Grande Guerra, marcado principalmente pela hegemonia dos Estados Unidos, os brasileiros moviam-se em busca do progresso, trilhavam os caminhos que simbolizavam a modernização, viviam momentos decisivos do processo de industrialização, de uma urbanização acelerada e de avanços nos setores tecnológicos, possíveis fatores, para o acesso iminente ao mundo dos privilegiados do Primeiro Mundo. Nesse

4 4 cenário, surgiu um dos maiores instrumentos e símbolos do desenvolvimentismo no Brasil, a televisão. A tevê brasileira foi um instrumento da indústria, para divulgar seus produtos e adquirir consumidores, pois a sociedade brasileira desejosa de poder consumir tudo aquilo que lhe era apresentado como novo e moderno, foi o público alvo da publicidade, que era financiada pela concorrência estabelecida entre as grandes indústrias. A TV era símbolo da modernidade, do progresso, pelo simples fato da ostentação revelada por todos que, naquele primeiro momento, puderam ter em suas residências este aparelho. A primeira fase da televisão brasileira corresponde ao período de 1950 a 1964 sendo que a rede televisiva concentrava-se especialmente nos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo. Neste período a TV Tupi-Difusora, primeira emissora da época, submetia-se à influência do rádio, o maior veículo de comunicação popular do país, utilizando a sua estrutura e o mesmo formato de programação. No segundo momento, após 1959 a rede expandiu-se para outras regiões como Porto Alegre, Brasília e Nordeste, ao final da década de 50, já existiam dez emissoras de televisão em funcionamento no Brasil. Surge por volta de 1960, após contrato com o grupo norte-americano Time-Life, a tevê 2 Globo, uma megaempresa de comunicações, estabelecida aos moldes do sistema capitalista, adotou técnicas administrativas das mais modernas, inclusive a utilização da grande novidade para aquele momento, o videotape, o que configurou sua supremacia nesse segmento da comunicação. A tevê Globo, além das propagandas, oferecera entretenimento em forma de mercadoria, que passou a ser consumido cada vez mais pelos telespectadores, ocasionando a decadência do seu principal concorrente, o grupo Assis Chateaubriand. 3 2 O aparelho de TV vai se difundindo rapidamente para a base da sociedade, com o auxílio valioso do crédito consumo. Bastaram vinte anos para que 75% dos domicílios urbanos o possuíssem: em 1960, havia em uso apenas 598 mil televisores; dez anos depois, ; em 1979, nada menos do que , sendo televisores em cores. In: Capitalismo tardio e sociabilidade moderna (p. 638) 3 Primeiro oligopólio da informação no Brasil, estabelecido com características de uma empresa familiar.

5 5 Foi na década de 1960 que iniciaram as primeiras transmissões das TVs Educativas, a exemplo da TV Cultura, que oferecia uma programação voltada para os candidatos que buscavam ingressar no ensino do ginásio.ainda nesse período identifica-se a ascensão da TV Record, com a exibição dos Festivais de Música, levando-a a ocupar o primeiro lugar entre as emissoras de maior audiência do país. Outra fase que marcou a TV brasileira foi sem dúvida, o período da Ditadura Militar. Com a censura, os espaços onde se debatiam aspectos da sociedade brasileira e aconteciam discussões que serviam para constituir um público capaz de analisar politicamente os acontecimentos foram fechados, ocasionando a deformação da visão crítica e do pensamento construtivo dos brasileiros, levando-os a reter e aceitar cada vez mais, as informações propostas pelos proprietários dos meios de comunicação que expunham à sociedade brasileira à falsa liberdade do poder consumir. Para além da censura imposta pelo autoritarismo, a preeminência, na TV, do entretenimento sobre a educação, de um lado, e, de outro, a liquidação do embrião de opinião pública associado ao triunfo da empresa jornalística gigante levaram a um esvaziamento dos valores substantivos: a verdade cede passo à credibilidade, isto é, ao que aparece como verdade; o bem comum subordina-se inteiramente aos grandes interesses privados; a objetividade abre espaço à opinião, isto é, à opinião dos formadores de opinião, em geral membros da elite ligados direta ou indiretamente aos grandes interesses. (MELLO e NOVAIS, p. 639) Ante o exposto, torna-se evidente que a tevê brasileira foi construída dentro de um modelo dependente de desenvolvimento, pelo qual passava o país, levando-a também a uma dependência informativa das agências norteamericanas. Nessa perspectiva, de dependência de diretrizes maiores, a tevê transforma-se em uma unidade de produção econômica e de produção ideológico-política, sobretudo, a partir da década de sessenta. O Movimento de 1964 representou uma espécie de aliança entre o Estado e o capital estrangeiro, principalmente norte-americano. Coincidentemente, o contrato da TV Globo com o Grupo Time-Life foi assinado quando um dos diretores do Ministério das Comunicações era um dos artífices da Segurança Nacional, Golbery do Couto e Silva (...). Mas o que interessa são fatos. E as armas da televisão no mastro da Segurança Nacional se tornam mais fortes a partir de 1968,

6 6 quando as funções do chamado poder psicossocial se expandem também aos meios de comunicação. (CAPARELLI, p. 28) Apesar das evoluções ideológicas propostas pelo movimento de Maio de 1968, pouco veio a influenciar, de fato, no formato da televisão brasileira, que se mantivera sob o monopólio estatal das telecomunicações. Já em 1970, com o incentivo do Estado, que montou uma infra-estrutura de telecomunicações, ocorreu a instalação de uma rede nacional. A construção da Rede Nacional de Televisão, da Embratel, forneceu o suporte necessário para que os programas chegassem a uma grande parte do território nacional e as redes passassem a ter características nacionais. Nesse período a TV brasileira consolida o gênero da telenovela e em 1972, ocorreu a primeira transmissão oficial a cores. Com a nova Constituição brasileira de 1988 o Estado não mais detinha o poder direto sobre os meios de comunicação, no que tange a conceder/cassar licença e permissão para o uso de freqüências de rádio ou de televisão, porém, isso não isenta a sua influência indireta como suporte na construção de uma indústria cultural ditada pelos meios de comunicação, patrocinados pelo capital estrangeiro. A partir da década de 1990, a TV brasileira passa pelas reorientações estabelecidas pelas transformações tecnológicas, considerando os avanços do neoliberalismo econômico e da globalização, que levaram a maior empresa desse segmento, a Rede Globo, devido ao acúmulo de capital, a fazer investimentos no mercado exterior. Nesta fase a televisão brasileira, pode ser caracterizada por uma maior habilidade técnica e empresarial, mas mantém de maneira implícita, o perfil de instrumento estatal, capaz de manipular os telespectadores, como afirma Mattos 4 (2010). O potencial da influência da televisão brasileira pode ser comprovado durante as últimas eleições presidenciais, quando os partidos políticos, utilizando recursos das agências de publicidade, usaram o horário gratuito na televisão para divulgarem suas propostas em peças muito bem produzidas. Os debates entre os candidatos, transmitidos pelas redes de televisão, atingiram os mais altos índices de audiência, influindo decisivamente nos resultados. 4 MATTOS, Sérgio.A fase da transição e da expansão internacional ( ). Disponível em :

7 7 Essa análise de Mattos é tão pertinente, aos dias atuais, que apesar dele referir-se ao governo Fernando Collor, as mesmas palavras podem ser utilizadas, para classificar a candidatura do atual presidente da república Luís Inácio Lula da Silva, em seu atual mandato O século XXI tem sido testemunha dos grandes avanços das áreas tecnológicas. A utilização da TV digital, dos canais por assinatura, da integração da TV através da Internet e das novas linhas de jornalismo e entretenimento denotam o grau de desenvolvimento a que se tem chegado. No entanto, essas mudanças ficam restritas apenas a vanguarda da sociedade brasileira. Aos demais, resta à programação monopolizada, capaz de alienar cada vez mais a população brasileira, que sonha em ter o glamour dos ídolos das telenovelas globais. A linguagem em seu tempo e comportamento social As ações humanas são representadas de acordo o seu tempo. O ser humano simboliza, verbaliza e porta-se de determinada forma, segundo as relações sociais estabelecidas desde o seu nascimento. Diante disso, é possível inferir, que essa ou aquela palavra, gíria ou jargão, tem de maneira geral, o significado daquele momento em que se vive. A linguagem da sociedade brasileira do século XVI era diferente da encontrada nos séculos XVII como também da sociedade do século XXI, haja vista que a sociedade,segundo Nobert Elias (1994 p.23) é a rede de funções que as pessoas desempenham umas em relação às outras, e a linguagem é uma dessas funções da rede, ao modificar a sociedade, modifica-se a linguagem De maneira específica, a linguagem representa a cultura, a condição social e, sobretudo, representa o nível de escolaridade e a qualidade do ensino que determinada pessoa teve acesso. Por meio da linguagem de determinado indivíduo é possível reconhecer se quem fala é um homem rural, um operário ou um intelectual. Para além disso, em sua fase hodierna, os comportamentos humanos, inclusive a linguagem, sofrem influências de modelos estabelecidos pelos meios de comunicação e a televisão constitui o mais importante meio influenciador do comportamento social.

8 8 Segundo Ferrés (1998, p. 13) A televisão é o fenômeno social e cultural mais impressionante da história da humanidade, ele afirma que até hoje, não existiu outro meio de comunicação capaz de ocupar tantas horas da vida cotidiana das pessoas e nenhum outro desenvolveu tamanho poder de fascinação. A TV constitui um dos maiores e mais acessíveis meios de comunicação do brasileiro que, inserido em seu cotidiano a partir da década de 1950, mostrou-se revelador desta perspectiva que relaciona a linguagem do mundo irreal à linguagem cotidiana da comunidade. A linguagem apresentada pelos programas televisivos pode ser elaborada a partir da naturalidade da fala, com o intuito de propiciar uma compreensão natural e imediata por parte dos telespectadores. Para tanto, leva em conta a audiência, o público alvo que pretende alcançar. Ora revela-se de maneira cômica, coloquial, ora apresenta um texto mais elaborado geralmente utilizado pelos telejornais ou programas de entrevistas no estúdio. Apesar disso, o discurso apresentado nem sempre é carregado de naturalidade e por vezes, movido pelo encanto e fascínio diante dessa indústria de sonhos, o telespectador nem se dá conta dessa falsa naturalidade que tem por objetivo apresentar um discurso segundo a necessidade e característica do telespectador. Baseado nisso Preti (1991, p. 232) relata: Da parte do telespectador, gera-se uma expectativa de linguagem, tendo em conta a programação sintonizada. Não se esperaria por exemplo, que a apresentação verbal de um concerto de música clássica fosse feita com a liberdade das estruturas coloquiais ou com a natural irreverência da gíria.mas esse tipo de linguagem vai bem para uma transmissão futebolística ou um programa cômico. Para isso, faz uso até de situações que emocionam e estimulam os sonhadores. Na análise de Ferrés (1998, p. 43): Os meios de massas audiovisuais são precisamente uma gigantesca indústria de criação de associações emotivas. Com seu extraordinário poder para a manufaturação de sonhos impõem aquelas imagens mentais que, a partir dos desejos e emoções que geram ou refletem, orientarão a futura conduta dos sonhadores. No Brasil, os elos construídos pelos meios de comunicação com a linguagem da comunidade é tão pertinente que alguns autores das famosas

9 9 novelas 5 afirmam realizar observações da fala dos supostos telespectadores em locais públicos, para posteriormente caracterizar um determinado personagem da trama, no entanto, o oposto também ocorre. Percebe-se que muitas falas e jargões, de determinados personagem acabam sendo reproduzidos por inúmeros brasileiros cotidianamente. A partir do momento em que essa via de mão dupla torna-se uma realidade brasileira, é possível que haja um desinteresse pelas formalidades da gramática, da língua portuguesa, em detrimento de uma maior aceitação e multiplicação das gírias e jargões, uma vez que os meios de comunicação de massa exercem influências no imaginário dos indivíduos, contribuindo para uma massificação das informações e uma crise do pensamento crítico. Há tempos ouve-se falar que as palavras tem poder, tem força, os indivíduos que passam horas do dia em frente à TV, estão submetidos a ver e a ouvir TV uma realidade imposta por esse meio de comunicação, que segundo Bosi (apud Rocco, 1991 p. 240), a realidade da imagem está no ícone, mas a verdade da imagem está no símbolo verbal. Diante das condições porque passa a sociedade brasileira, a qual enfrenta sérios problemas com a segurança pública, impossibilitando aos cidadãos desfrutar dos espaços públicos de lazer, crianças e idosos passam boa parte de seus dias diante da televisão. Esta deixa de ser apenas um meio de comunicação para ocupar um importante papel familiar: ela é educadora, babá companheira e influenciadora. A transmissão de suas imagens propicia uma forte conexão com o inconsciente e acaba por incidir no comportamento e nas crenças das pessoas, levando-as a implantarem novos modelos e padrões de vida. O poder de penetração e persuasão desse veículo nos lares brasileiros, aliados ao precário sistema educacional do país, são responsáveis pela cegueira de boa parte da sociedade que reproduz, legitima e acha graça nos simulacros transmitidos pela TV. 5 É nas novelas e nos programas humorísticos que se observa a maior aproximação da linguagem de televisão com a língua falada da comunidade. Alguns autores dos textos estão permanentemente atentos às transformações da fala contemporânea e, em particular, às variações vocabulares. Silvio de abreu (...) afirma em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo (30/9/1990): Ouvi a gíria nas ruas, enquanto buscava traçar o perfil das personagens. (PRETI,1991 p. 235)

10 10 O uso de jargões nas telenovelas - ideologia e influência Há mais linguagens do que se pensa. NIETZSCHE Diante da estrutura organizacional que apresenta e dos mecanismos que dispõem para a propagação de idéias, os aparelhos midiáticos constituem instrumentos importantes na transmissão de ideologias 6 que privilegiam os interesses de uma determinada classe social. Boa parte das informações adquiridas pela sociedade brasileira provém de meios eletrônicos de comunicação, especialmente rádio e TV. Esses meios de comunicação estão presentes na maioria dos lares brasileiros e independente da classe social, o brasileiro passa algum momento do seu dia diante de um desses aparelhos. Desde a década de 50, período em que a televisão surgiu no Brasil, as telenovelas fazem parte do cotidiano dos brasileiros e diante das informações que elas apresentam, o telespectador é tentado a trazer para sua realidade os modismos, implícita ou explicitamente, apresentados por essa produção audiovisual: roupas, frases, comidas,jargões, cortes de cabelos e até a escolha do nome do filho são modismos lançados por este veículo da Indústria cultural que dispõe de ampla capacidade de manipular a audiência e contribuir com a perda da autonomia do indivíduo (CAMPOS, 2001, p.134). Ao analisar estudos propostos pelos filósofos da Escola de Frankfut acerca da Indústria Cultural e esta associada à mídia televisiva, Campos (2001), fazendo uso das palavras de Adorno, afirma que esse veículo leva adiante a tendência daquela, no sentido de cercar e capturar a consciência do público por todos os lados 7. Eis que as novelas passam a constituir um importante instrumento de controle, pois sugerem modelos de comportamento que parecem ordenar as necessidades que os telespectadores têm de aproximar a realidade em que vivem da realidade apresentada pelas telenovelas. 6 Grande estudioso do tema e quem melhor contribuiu com a definição do mesmo, Marx (apud MONTEIRO,1989,p.196) define a ideologia como um sistema de idéias, cuja função é a defesa de determinados interesses de classe. As ideologias se apresentam como um discurso verdadeiro sobre o seu objeto (...) mas na realidade são uma deformação desse objeto. 7 ADORNO apud CAMPOS, p. 134.

11 11 Embora não se deem conta, muitas pessoas são influenciadas a refletirem comportamentos de personagens telenovelísticos, dentre muitos, a linguagem que aparentemente inofensiva, acaba por transforma-se em um hábito copioso. O uso de um determinado jargão do momento, pressupõe que de alguma maneira, a pessoa que o utilizou está familiarizada com o personagem que o popularizou e com a condição que ele vive. Diante da grande quantidade de informações do mundo moderno, a utilização de um discurso aparentemente inofensivo, faz com que o telespectador nem se dê conta de que aquela expressão traz em si um discurso ideológico. Novamente fazendo uso das palavras de Adorno, Campos (2001, p. 134) afirma que quanto mais opaca e complicada se torna a vida moderna, tanto maior o número de pessoas tentadas a agarrar-se desesperadamente a clichês que parecem impor alguma ordem ao que, de outro modo, é incompreensível. As telenovelas são tão capazes de difundir jargões e atribuir um significado a eles que, mesmo após décadas, é possível recordar a quem pertencia e em quais momentos eram utilizados. Na novela Roque Santeiro (Globo, 1985) Sinhozinho Malta (Lima Duarte) expressava um Jargão sempre que queria impor uma opinião. O Tô certo ou tô errado? associado ao balançar das pulseiras, foi utilizado por muitos telespectadores que, assim como o personagem, desejavam manifestar uma opinião. Personagens de súrbubio são os que em sua maioria lançam algum tipo de jargão. Aparentemente, tentam transmitir a idéia de pouco estudo, deixando transparecer em sua linguagem a condição social em que vivem. Dentre os diversos deslizes da concordância e das pronúncias das palavras, Giovanni Improtta (José Wilker) em Senhora do Destino (Globo ), embora emergente, no jargão Felomenal deixava transparecer o pouco estudo que tinha e Bebel (Camila Pitanga) em Paraíso Tropical (2007) usava o jargão Di Catiguria para se referir a algo bom ou associado à elite. A linguagem reflete e legitima a condição social em que se está inserido, a maneira como o indivíduo fala, expressa simbolicamente o que a instituição escolar pôde ou não pôde lhe oferecer. Ambos os personagens refletem a idéia de Bourdieu (1975, p. 128) quando expõe:

12 12 E ainda: Não obstante, existe nas duas extremidades da escala dois modos de falar bem definidos: o modo de falar burguês e o modo de falar vulgar Também é na relação com a linguagem que se encontra o princípio das diferenças mais visíveis entre a língua burguesa e a língua popular: no que frequentemente se descreveu como a tendência da língua burguesa à abstração ao formalismo, ao intelectualismo e à moderação eufemística, é preciso ver antes de tudo e expressão de uma disposição socialmente constituída relativamente à língua, isto é, relativamente aos interlocutores e ao próprio objeto de conversação. A fala desses personagens, a origem social de cada um deles, expressam a relação que desenvolvem com a linguagem. Pessoas do subúrbio tendem a falar errado, a vestir mal a curtir farra e utilizar de mecanismos ilícitos para conseguirem alguma coisa, porque o meio em que viveram e o pouco estudo que tiveram propiciaram tais atitudes. Será essa a treva expressa por Bianca (Isabelle Drumond) em Caras e Bocas ( )? A personagem, neta de um homem milionário, detesta a pobreza e utiliza o jargão É a treva para tudo que dela provém: ao descobrir que ficara pobre, que o pai era dono de uma bar, que tinha que mudar para uma outra escola, que passaria a utilizar o ônibus, enfim, que seu nível social havia mudado, Bianca deixava explícito o desgosto em viver a condição social da maioria da população brasileira. Outros jargões que também caíram no gosto da população brasileira, referem-se a auto-afirmação da condição feminina: Sou chique né bem.", de Márcia (Drica Moraes), em Chocolate com Pimenta ( ); Elzinha é biscoito fino.", Elzinha (Leandra Leal), em Ciranda de Pedra (2008) e Sou toda trabalhada, Ivonete (Suzana Pires) em Caras e Bocas ( ). Até hoje utilizados, esses jargões revelam a necessidade da mulher em manter-se num padrão de elegância sugerido pela sociedade. Apesar de fictícias, as novelas tentam representar um cotidiano mais próximo possível do telespectador embora abordando, quase sempre, tramas e comportamentos da classe média alta. Enquanto ferramenta da Indústria Cultural tenta aproximar aquilo que é desejado (produto) daquele que o deseja (consumidor). Conforme afirma Campos (2001, p.141):

13 13 A emergência do cotidiano nas novelas constitui uma forma eficaz de aproximação com o telespectador, sendo uma característica da Indústria Cultural que Adorno não deixa de destacar. Para ele, a televisão vem reforçar essa tendência: Também ela fornecerá uma tendência da Indústria Cultural como um todo: aquela no sentido da diminuição da distância entre o produto e o espectador, no sentido literal e figurado. Ao que se vê, o objetivo da telenovela parece estar na possibilidade de fazer com que aquele que a assiste sinta participante de um mundo reconstruído, porém verossímil. Para tanto,as imagens transmitidas na TV devem ser bem quistas aos olhos de quem a consome, devem compor um cenário repleto de beleza, alegria, realizações, possibilidades, enfim, devem apresentar a idéia de que aquilo que ela transmite faz parte de uma realidade possível e expressa como uma extensão da vida cotidiana dos brasileiros. Contudo, na verdade o que se vive é um processo dicotômico no qual o contexto social vivenciado pela maioria dos personagens parecem não corresponder a realidade vivenciada pela população brasileira. Considerações Finais Vários são os jargões apresentados pelas telenovelas e o presente trabalho não dá conta de analisá-los em sua totalidade. Contudo, diante do que foi exposto e da enormidade de discussões apresentadas por teóricos que tratam do assunto, é possível afirmar que a mídia e em especial as telenovelas, exercem grande influência sobre o telespectador. Tamanha é a admiração do tevente frente ao maravilhoso mundo das telenovelas que passa a reproduzir consciente ou inconscientemente comportamentos dos personagens, dentre eles, os jargões aqui estudados. Vive uma realidade ilusória, maquiada pelos mecanismos da Indústria cultural que utiliza este produto para vender idéias de uma classe que tem por finalidade lucrar. Embora apresente discussões críticas, o presente estudo não teve por finalidade generalizar o caráter manipulador da mídia atribuindo a esta o papel de vilã e aos telespectadores o de vítimas. Coube a este estudo

14 14 apontar a capacidade que as telenovelas têm de ditar as tendências e modismos criados pela indústria que a financia. Diante do exposto, é possível então afirmar que a influência das telenovelas abrange inúmeros aspectos do comportamento das pessoas, elas ditam o modo de vestir, de comer, de falar e até de como porta-se diante de determinados relacionamentos, pois tratam de assuntos comuns à sociedade. A homossexualidade, o uso de drogas, paixões, traições, primeira transa são assuntos abordados nos capítulos que, emaranhados à ficção, parecem ser resolvidos com bastante facilidade. Dentre dessas discussões, a linguagem tem lugar especial, haja vista que os jargões utilizados pelos personagens, ouvidos no trabalho, nas ruas, nas rodas de conversas informais e até mesmo formais, denotam que a fala utilizada pelos artistas passa a ser incorporada ao cotidiano das pessoas legitimando a influência que a mídia, em especial a televisiva, exerce sobre elas. Referências BORDEAU, Pierre & PASSERON, Jean-Claude. A Reprodução: Elementos para uma Teoria do Sistema de Ensino. Editora S.A, Rio de Janeiro CAPARELLI, Comunicação de Massa sem Massa. São Paulo: Cortez, CARDOSO DE MELLO, J.M. & NOVAIS, F. Capitalismo Tardio e Sociabilidade Moderna. In: SCHWARZ, L.M. (org) História da Vida Privada no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, vol. 4., capítulo 9. CAMPOS, Maria Teresa Cardoso de. Telenovela brasileira e Indústria Cultural. In: Revista Brasileira de Ciências da Comunicação. Vol. XXV, nº 1, janeiro/junho de 2002.

15 15 DASCAL, Marcelo (org.) Conhecimento, Linguagem, Ideologia. São Paulo, Perspectiva FERRÉS, Joan. Televisão subliminar: socializando através de comunicações despercebidas. Porto Alegre: Artes Médicas Editora, MATTOS, Sérgio. Origem e Desenvolvimento Histórico da Televisão Brasileira. Disponível em: Acesso em: NORBERT, Elias. A sociedade dos indivíduos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed PRETI, Dino: A linguagem da TV: o impasse entre o falado e o escrito in: NOVAES, Adauto (org.) Rede imaginária: televisão e democracia. São Paulo: Companhia das Letras, Secretaria Municipal de Cultura. ROCCO, Maria Thereza Fraga. (1991): As palavras na TV um exercício autoritário in: NOVAES, Adauto (org.) Rede imaginária: televisão e democracia. São Paulo: Companhia das Letras, Secretaria Municipal de Cultura.

Televisão brasileira: o início da problemática 1

Televisão brasileira: o início da problemática 1 Televisão brasileira: o início da problemática 1 AUTOR: QUINTANA JÚNIOR, José CURSO: Comunicação Social Jornalismo/Unifra, Santa Maria, RS OBRA: CAPARELLI, Sérgio. Televisão e capitalismo no Brasil: com

Leia mais

A CULTURA NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO NA DÉCADA DE 70

A CULTURA NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO NA DÉCADA DE 70 A CULTURA NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO NA DÉCADA DE 70 JUNIOR, Carlos de Faria 1 FERNANDES, Priscila Mendonça 2 Palavras-Chave: Indústria Cultural. Regime Militar. Telenovelas. Introdução O projeto consiste

Leia mais

Mídia e Comunicação Cenário e desafios para a democracia e a liberdade de expressão. Veridiana Alimonti, advogada do Idec e integrante do Intervozes

Mídia e Comunicação Cenário e desafios para a democracia e a liberdade de expressão. Veridiana Alimonti, advogada do Idec e integrante do Intervozes Mídia e Comunicação Cenário e desafios para a democracia e a liberdade de expressão Veridiana Alimonti, advogada do Idec e integrante do Intervozes Liberdade de Expressão! Para quem? Marco internacional

Leia mais

EMENTÁRIO DO CURO DE JORNALISMO

EMENTÁRIO DO CURO DE JORNALISMO EMENTÁRIO DO CURO DE JORNALISMO LET 02630 LÍNGUA PORTUGUESA Noções gerais da língua portuguesa. Leitura e produção de diferentes tipos de textos, em especial os relativos à comunicação de massa. Os tipos

Leia mais

ANÁLISE DOS PONTOS DE VISTA IDEOLÓGICOS COMO REFERÊNCIA NA FORMAÇÃO DO PÚBLICO LEITOR.

ANÁLISE DOS PONTOS DE VISTA IDEOLÓGICOS COMO REFERÊNCIA NA FORMAÇÃO DO PÚBLICO LEITOR. ANÁLISE DOS PONTOS DE VISTA IDEOLÓGICOS COMO REFERÊNCIA NA FORMAÇÃO DO PÚBLICO LEITOR. Autor: Wagner de Araújo Baldêz 1 - UFOP. Orientador: William Augusto Menezes 2 - UFOP. O objetivo desse artigo é relatar

Leia mais

EMENTÁRIO DO CURO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA

EMENTÁRIO DO CURO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA EMENTÁRIO DO CURO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA LET 02630 LÍNGUA PORTUGUESA Noções gerais da língua portuguesa. Leitura e produção de diferentes tipos de textos, em especial os relativos à comunicação de

Leia mais

6 Cultura e ideologia

6 Cultura e ideologia Unidade 6 Cultura e ideologia Escrever sobre cultura no Brasil significa trabalhar com muitas expressões como festas, danças, canções, esculturas, pinturas, gravuras, literatura, mitos, superstições e

Leia mais

LEI DA MÍDIA DEMOCRÁTICA

LEI DA MÍDIA DEMOCRÁTICA LEI DA MÍDIA DEMOCRÁTICA (versão simples da Lei da Comunicação Social Eletrônica) CAPÍTULO 1 PARA QUE SERVE A LEI Artigo 1 - Esta lei serve para falar como vai acontecer de fato o que está escrito em alguns

Leia mais

Projeto de Lei de Iniciativa Popular para uma mídia Democrática

Projeto de Lei de Iniciativa Popular para uma mídia Democrática Projeto de Lei de Iniciativa Popular para uma mídia Democrática Comunicação é um direito de todos No Brasil, os meios de comunicação estão concentrados nas mãos de poucas empresas familiares que têm a

Leia mais

Cinema como ferramenta de aprendizagem¹. Angélica Moura CORDEIRO². Bianca da Costa ARAÚJO³ Universidade Federal de Campina Grande, Campina Grande, PB.

Cinema como ferramenta de aprendizagem¹. Angélica Moura CORDEIRO². Bianca da Costa ARAÚJO³ Universidade Federal de Campina Grande, Campina Grande, PB. Cinema como ferramenta de aprendizagem¹ Angélica Moura CORDEIRO² Bianca da Costa ARAÚJO³ Universidade Federal de Campina Grande, Campina Grande, PB. RESUMO Este artigo pronuncia o projeto Criancine que

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Formação do bacharel em direito Valdir Caíres Mendes Filho Introdução O objetivo deste trabalho é compreender as raízes da formação do bacharel em Direito durante o século XIX. Será

Leia mais

PROGRAMA REALIDADES- DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA TVU RECIFE. UM ESPAÇO PRIVILEGIADO DE CRÍTICAS, REFLEXÕES E GRANDES DEBATES SOBRE TEMAS SOCIAIS.

PROGRAMA REALIDADES- DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA TVU RECIFE. UM ESPAÇO PRIVILEGIADO DE CRÍTICAS, REFLEXÕES E GRANDES DEBATES SOBRE TEMAS SOCIAIS. PROGRAMA REALIDADES- DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA TVU RECIFE. UM ESPAÇO PRIVILEGIADO DE CRÍTICAS, REFLEXÕES E GRANDES DEBATES SOBRE TEMAS SOCIAIS. Jadiewerton Tavares da Silva (Autor); Marcelo Luiz Pelizzoli

Leia mais

Os desafios da Comunicação Pública Jorge Duarte 1

Os desafios da Comunicação Pública Jorge Duarte 1 Os desafios da Comunicação Pública Jorge Duarte 1 Termo até então desconhecido, Comunicação Pública agora é nome de curso de pós-graduação, título de livros, de artigos e pesquisas. Nós, na Secretaria

Leia mais

MDD Mídias Interativas. A Evolução da TV no Brasil

MDD Mídias Interativas. A Evolução da TV no Brasil Pós-Graduação MDD Mídias Interativas A Evolução da TV no Brasil Apresentações Profª. Graciana Simoní Fischer de Gouvêa Email: graciana.fischer@prof.infnet.edu.br Evolução da TV Evolução do Homem x TV Evolução

Leia mais

OS RECURSOS AUDIOVISUAIS NO ESPAÇO ESCOLAR

OS RECURSOS AUDIOVISUAIS NO ESPAÇO ESCOLAR OS RECURSOS AUDIOVISUAIS NO ESPAÇO ESCOLAR Fundação Universidade Federal do Tocantins Maria Jose de Pinho mjpgon@mail.uft.edu.br Professora orientadora do PIBIC pedagogia Edieide Rodrigues Araújo Acadêmica

Leia mais

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO 1. AUDIOVISUAL NO ENSINO MÉDIO O audiovisual tem como finalidade realizar-se como crítica da cultura,

Leia mais

Sistemas de comunicação e novas tecnologias

Sistemas de comunicação e novas tecnologias Sistemas de comunicação e novas tecnologias Módulo 3: Capitalismo informacional 3.3: Ascensão da TV paga Esta obra estálicenciada sob umalicença CreativeCommons. Prof. Dr. Marcos Dantas 1948 Pequenos empreendedores

Leia mais

PRONUNCIAMENTO SOBRE VIGÊNCIA DA PORTARIA 1.220/2007, DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, QUE ATRASA A PROGRAMAÇÃO DA

PRONUNCIAMENTO SOBRE VIGÊNCIA DA PORTARIA 1.220/2007, DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, QUE ATRASA A PROGRAMAÇÃO DA PRONUNCIAMENTO SOBRE VIGÊNCIA DA PORTARIA 1.220/2007, DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, QUE ATRASA A PROGRAMAÇÃO DA TELEVISÃO ABERTA NOS ESTADOS DO AMAZONAS, MATO GROSSO DO SUL, PARÁ, RONDÔNIA, RORAIMA E ACRE

Leia mais

CONCEITOS A EXPLORAR. Interação social. Relações sociais de produção. Globalização. Diversidade cultural. Linguagens e suportes de texto.

CONCEITOS A EXPLORAR. Interação social. Relações sociais de produção. Globalização. Diversidade cultural. Linguagens e suportes de texto. O mundo portátil CONCEITOS A EXPLORAR F ísica Ondas eletromagnéticas: velocidade de propagação, reflexão, refração, interferência, freqüência e comprimento. Desenvolvimento tecnológico brasileiro. S ociologia

Leia mais

Cinema e História - um olhar cultural sobre os espaços de sociabilidades

Cinema e História - um olhar cultural sobre os espaços de sociabilidades Cinema e História - um olhar cultural sobre os espaços de sociabilidades Eliane A Silva Rodrigues * Desde que a humanidade se afirmou capitalista, conheceu a modernidade e as indústrias se desenvolveram

Leia mais

Cadê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Cinema; curta-metragem; ficção; roteiro; visão.

Cadê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Cinema; curta-metragem; ficção; roteiro; visão. Cadê? 1 Mirielle Katarine do Nascimento CAHUHY 2 Claudilma Marques Mendes da SILVA 3 Karen Alves de LIMA 4 Sara Raquel REIS 5 Anaelson Leandro de SOUSA 6 Universidade do Estado da Bahia, Juazeiro, BA RESUMO

Leia mais

TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO: AS INFLUÊNCIAS DAS NOVAS TECNOLOGIAS PERANTE A SOCIEDADE

TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO: AS INFLUÊNCIAS DAS NOVAS TECNOLOGIAS PERANTE A SOCIEDADE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO: AS INFLUÊNCIAS DAS NOVAS TECNOLOGIAS PERANTE A SOCIEDADE RESUMO ANDRADE, Lívia Maria liviaandrad@hotmail.com FIMI SILVA, Fabiano Correa da fabianocosil@hotmail.com

Leia mais

CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA

CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA Clodoaldo Meneguello Cardoso Nesta "I Conferência dos lideres de Grêmio das Escolas Públicas Estaduais da Região Bauru" vamos conversar muito sobre política.

Leia mais

AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL PROPOSTAS DE POLÍTICAS PARA A ÁREA DAS COMUNICAÇÕES

AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL PROPOSTAS DE POLÍTICAS PARA A ÁREA DAS COMUNICAÇÕES AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL PROPOSTAS DE POLÍTICAS PARA A ÁREA DAS COMUNICAÇÕES 1 Apresentação 1. As comunicações, contemporaneamente, exercem crescentes determinações sobre a cultura,

Leia mais

Portfólio Easy to Learn SERVIÇO SOCIAL

Portfólio Easy to Learn SERVIÇO SOCIAL Portfólio Easy to Learn SERVIÇO SOCIAL ÍNDICE Pensamento Social...2 Movimentos Sociais e Serviço Social...2 Fundamentos do Serviço Social I...2 Leitura e Interpretação de Textos...3 Metodologia Científica...3

Leia mais

CONSELHO CURADOR EBC RECOMENDAÇÃO Nº 02/2014. Considerando o inciso I do Art. 17 da Lei 11.652 de 2008;

CONSELHO CURADOR EBC RECOMENDAÇÃO Nº 02/2014. Considerando o inciso I do Art. 17 da Lei 11.652 de 2008; CONSELHO CURADOR EBC RECOMENDAÇÃO Nº 02/2014 Dispõe sobre propostas para adequação do Plano de Trabalho 2015 da EBC. Considerando o inciso I do Art. 17 da Lei 11.652 de 2008; Considerando que o Plano de

Leia mais

Resenha. Qual a lógica das políticas de comunicação no Brasil? César Ricardo Siqueira Bolaño, São Paulo: Editora Paulus, 2007, 124 p.

Resenha. Qual a lógica das políticas de comunicação no Brasil? César Ricardo Siqueira Bolaño, São Paulo: Editora Paulus, 2007, 124 p. Resenha Qual a lógica das políticas de comunicação no Brasil? César Ricardo Siqueira Bolaño, São Paulo: Editora Paulus, 2007, 124 p. Naná Garcez de Castro DÓRIA 1 Qual a lógica das políticas de comunicação

Leia mais

Jovem Guarda além do iê-iê-iê: Estilo de vida jovem nos anos 1960. Maíra Zimmermann. No período relativo ao segundo pós-guerra, com o avanço da

Jovem Guarda além do iê-iê-iê: Estilo de vida jovem nos anos 1960. Maíra Zimmermann. No período relativo ao segundo pós-guerra, com o avanço da Jovem Guarda além do iê-iê-iê: Estilo de vida jovem nos anos 1960 Maíra Zimmermann Data da defesa: 15/MAIO/2009 Instituição: Centro Universitário Senac No período relativo ao segundo pós-guerra, com o

Leia mais

TEORIAS DA COMUNICAÇÃO ENADE VOLUME

TEORIAS DA COMUNICAÇÃO ENADE VOLUME CADERNO PEDAGÓGICO TEORIAS DA COMUNICAÇÃO ENADE VOLUME 4 ISBN: 2015/1 ALUNO(A): APOIO PEDAGÓGICO: NUCLEO DE FORMAÇÃO GERAL ANNA PAULA SOARES LEMOS JOAQUIM HUMBERTO COELHO DE OLIVEIRA LUCIMAR LEVEGNHAGEN

Leia mais

CON$UMO 1. Murillo Oliveira ROCHA 2 Saiuri Gawski de JESUS 3 Emanuel PEIXOTO 4 Daniela Costa RIBEIRO 5 Faculdade Anísio Teixeira, Feira de Santana, BA

CON$UMO 1. Murillo Oliveira ROCHA 2 Saiuri Gawski de JESUS 3 Emanuel PEIXOTO 4 Daniela Costa RIBEIRO 5 Faculdade Anísio Teixeira, Feira de Santana, BA CON$UMO 1 Murillo Oliveira ROCHA 2 Saiuri Gawski de JESUS 3 Emanuel PEIXOTO 4 Daniela Costa RIBEIRO 5 Faculdade Anísio Teixeira, Feira de Santana, BA Resumo: O consumo exagerado é, atualmente, um dos grandes

Leia mais

Estrela Serrano JORNALISMO POLÍTICO EM PORTUGAL

Estrela Serrano JORNALISMO POLÍTICO EM PORTUGAL A/484566 Estrela Serrano JORNALISMO POLÍTICO EM PORTUGAL A cobertura de eleições presidenciais na imprensa e na televisão (1976-2001) Edições Colibri Instituto Politécnico de Lisboa ÍNDICE Introdução 23

Leia mais

1. INTRODUÇÃO CONCEITUAL SOBRE O DESENVOLVIMENTO E O CRESCIMENTO ECONÔMICO

1. INTRODUÇÃO CONCEITUAL SOBRE O DESENVOLVIMENTO E O CRESCIMENTO ECONÔMICO 1. INTRODUÇÃO CONCEITUAL SOBRE O DESENVOLVIMENTO E O CRESCIMENTO ECONÔMICO A análise da evolução temporal (ou dinâmica) da economia constitui o objeto de atenção fundamental do desenvolvimento econômico,

Leia mais

TV UNIVERSITÁRIA: TELEJORNALISMO ALTERNATIVO

TV UNIVERSITÁRIA: TELEJORNALISMO ALTERNATIVO TV UNIVERSITÁRIA: TELEJORNALISMO ALTERNATIVO Fabiana Piccinin 1 Esse artigo faz uma crítica ao modelo de telejornalismo adotado pelas Tvs comerciais brasileiras, apresentando uma nova proposta de jornalismo

Leia mais

Inovação e o Telejornalismo Digital

Inovação e o Telejornalismo Digital Inovação e o Telejornalismo Digital Prof. Antonio Brasil Cátedra UFSC - RBS 2011 Telejornalismo Digital Novas práticas, desafios e oportunidades O que é Telejornalismo Digital Inovação tecnológica Interatividade

Leia mais

O Papel dos Meios de Comunicação na Formação da Imagem Empresarial importância do Assessor de Imprensa neste processo 1

O Papel dos Meios de Comunicação na Formação da Imagem Empresarial importância do Assessor de Imprensa neste processo 1 O Papel dos Meios de Comunicação na Formação da Imagem Empresarial importância do Assessor de Imprensa neste processo 1 Evelyn Nascimento Bastos 2 Palavras-chaves: Meios de Comunicação; Imagem Empresarial;

Leia mais

CONSUMO E OS DESEJOS CONSUMISTAS

CONSUMO E OS DESEJOS CONSUMISTAS CONSUMO E OS DESEJOS CONSUMISTAS 2012 Graduanda em Psicologia pelo Centro Universitário de Lavras UNILAVRAS (Brasil) E-mail: vivianecastrofreire@yahoo.com.br RESUMO As necessidades humanas estão diretamente

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013 Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: COMUNICAÇÃO SOCIAL BACHARELADO MATRIZ CURRICULAR PUBLICIDADE E PROPAGANDA SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL

Leia mais

Poder: Jornal Fortuna

Poder: Jornal Fortuna Aqui você enriquece sua leitura Jornal Fortuna Volume 1, edição 1 Data do boletim informativo Nesta edição: Poder: Há vários tipos de poder, poder militar, poder da natureza, poder político, o poder da

Leia mais

CONTEÚDOS DE SOCIOLOGIA POR BIMESTRE PARA O ENSINO MÉDIO COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO

CONTEÚDOS DE SOCIOLOGIA POR BIMESTRE PARA O ENSINO MÉDIO COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO CONTEÚDOS DE SOCIOLOGIA POR BIMESTRE PARA O ENSINO MÉDIO COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO GOVERNADOR DE PERNAMBUCO João Lyra Neto SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES Ricardo Dantas

Leia mais

Análise semiótica de campanha publicitária O Boticário

Análise semiótica de campanha publicitária O Boticário Análise semiótica de campanha publicitária O Boticário Jacqueline Calisto Costa Raquel de Paula Pinto Soares RESUMO A abordagem semiótica entende o texto como uma unidade de sentido, independente da linguagem.

Leia mais

ESTILO E IDENTIDADE. Autores: TACIANA CORREIA PINTO VIEIRA DE ANDRADE E CARMEM LÚCIA DE OLIVEIRA MARINHO

ESTILO E IDENTIDADE. Autores: TACIANA CORREIA PINTO VIEIRA DE ANDRADE E CARMEM LÚCIA DE OLIVEIRA MARINHO ESTILO E IDENTIDADE Autores: TACIANA CORREIA PINTO VIEIRA DE ANDRADE E CARMEM LÚCIA DE OLIVEIRA MARINHO Introdução Por milhares de anos, foi possível concordar que a mais importante linguagem do homem

Leia mais

Questões de gênero. Masculino e Feminino

Questões de gênero. Masculino e Feminino 36 Questões de gênero Masculino e Feminino Pepeu Gomes Composição: Baby Consuelo, Didi Gomes e Pepeu Gomes Ôu! Ôu! Ser um homem feminino Não fere o meu lado masculino Se Deus é menina e menino Sou Masculino

Leia mais

Rádio Digital. Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Senado Federal

Rádio Digital. Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Senado Federal Rádio Digital Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado Federal Roberto Pinto Martins Secretário rio de Telecomunicações Ministério das Comunicações Sumário 1. Cenário

Leia mais

"TV digital não é panaceia" Valério Brittos deixa um vazio na Pesquisa da Comunicação

TV digital não é panaceia Valério Brittos deixa um vazio na Pesquisa da Comunicação "TV digital não é panaceia" Valério Brittos deixa um vazio na Pesquisa da Comunicação Carlos Alberto Moreira Tourinho* Valério Cruz Brittos nos deixou em 27 Julho de 2012, aos 48 anos. Jornalista, Professor

Leia mais

APOSTILA DE FILOSOFIA E ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES

APOSTILA DE FILOSOFIA E ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES APOSTILA DE FILOSOFIA E ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES 2º. Bimestre Capítulos: I Ética: noções e conceitos básicos II Processo de Decisão Ética III - Responsabilidade Social Apostila elaborada pela Profa. Ana

Leia mais

Prova de Conhecimentos Específicos

Prova de Conhecimentos Específicos HISTÓRIA Prova de Conhecimentos Específicos 1 a QUESTÃO: (2,0 pontos) Ao analisar a Corte de Luis XIV na França, o pensador alemão Norbert Elias afirmou: Numa sociedade em que cada manifestação pessoal

Leia mais

CURSO de COMUNICAÇÃO SOCIAL JORNALISMO - Gabarito

CURSO de COMUNICAÇÃO SOCIAL JORNALISMO - Gabarito PROAC / COSEAC UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE TRANSFERÊNCIA 2 o semestre letivo de 2008 e 1 o semestre letivo de 2009 CURSO de COMUNICAÇÃO SOCIAL JORNALISMO - Gabarito INSTRUÇÕES AO CANDIDATO Verifique

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL IV SEAD - SEMINÁRIO DE ESTUDOS EM ANÁLISE DO DISCURSO 1969-2009: Memória e história na/da Análise do Discurso Porto Alegre, de 10 a 13 de novembro de 2009 DO ACONTECIMENTO

Leia mais

3 O Serviço Social no setor de ONGs

3 O Serviço Social no setor de ONGs 3 O Serviço Social no setor de ONGs Uma análise sobre a atuação do assistente social em organizações não governamentais (ONGs) deve partir da reflexão sobre a configuração da sociedade civil brasileira,

Leia mais

A participação do rádio no cotidiano da sociedade brasileira (1923-1960)

A participação do rádio no cotidiano da sociedade brasileira (1923-1960) A participação do rádio no cotidiano da sociedade brasileira (1923-1960) Lia Calabre NO APAGAR DAS LUZES DO SÉCULO XX, podemos dizer que este foi o tempo da revolução das formas de comunicação à distância.

Leia mais

Questões com textos não verbais. Prof. Bruno Augusto

Questões com textos não verbais. Prof. Bruno Augusto Questões com textos não verbais Prof. Bruno Augusto (ENEM) Em uma conversa ou leitura de um texto, corre-se o risco de atribuir um significado inadequado a um termo ou expressão, e isso pode levar a certos

Leia mais

CAMPANHAS ELEITORAIS E COMUNICAÇÃO MIDIÁTICA: CICLOS DE MUDANÇA E CONTINUIDADE

CAMPANHAS ELEITORAIS E COMUNICAÇÃO MIDIÁTICA: CICLOS DE MUDANÇA E CONTINUIDADE CAMPANHAS ELEITORAIS E COMUNICAÇÃO MIDIÁTICA: CICLOS DE MUDANÇA E CONTINUIDADE 48 Monalisa Soares Lopes Universidade Federal do Ceará (UFC) monalisaslopes@gmail.com Os estudos da política contemporânea,

Leia mais

EDUCAÇÃO E DOMINAÇÃO EM KARL MARX

EDUCAÇÃO E DOMINAÇÃO EM KARL MARX EDUCAÇÃO E DOMINAÇÃO EM KARL MARX Maria Catarina Ananias de Araujo Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) Email: mariacatarinaan@gmail.com Prof.Dr. Valmir Pereira Universidade Estadual da Paraíba (UEPB)

Leia mais

Marcos Antônio de Oliveira 1

Marcos Antônio de Oliveira 1 POLÍTICA DE TREINAMENTO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA DA REDE ESTADUAL DE ENSINO NO PARANÁ: A MATEMÁTICA CONTEXTUALIZADA - CORD/SEED E O AJUSTE DA ESCOLA AO MUNDO DO TRABALHO CAPITALISTA Marcos Antônio

Leia mais

CAPÍTULO 11 CAMINHOS ABERTOS PELA SOCIOLOGIA. Em cena: A realidade do sonho

CAPÍTULO 11 CAMINHOS ABERTOS PELA SOCIOLOGIA. Em cena: A realidade do sonho CAPÍTULO 11 CAMINHOS ABERTOS PELA SOCIOLOGIA Em cena: A realidade do sonho Uma mapa imaginário ( página 123) A sociologia foi uma criação da sociedade urbana. Com a advento da industrialização as grandes

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS Cultura Brasileira 1º PERÍODO O fenômeno cultural. Cultura(s) no Brasil. Cultura regional e

Leia mais

VIOLÊNCIA NA ESCOLA: A VIOLÊNCIA DO TRABALHO QUE AFRONTA OS DIREITOS HUMANOS DOS TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO

VIOLÊNCIA NA ESCOLA: A VIOLÊNCIA DO TRABALHO QUE AFRONTA OS DIREITOS HUMANOS DOS TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO VIOLÊNCIA NA ESCOLA: A VIOLÊNCIA DO TRABALHO QUE AFRONTA OS DIREITOS HUMANOS DOS TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO Autora: Profª. Drª. Nilma Renildes da Silva UNESP - Bauru-SP-Brasil nilmarsi@fc.unesp.br Agências

Leia mais

EDUCAÇÃO MUDANÇAS O QUE ESTÁ REFLETINDO NA ESCOLA?

EDUCAÇÃO MUDANÇAS O QUE ESTÁ REFLETINDO NA ESCOLA? EDUCAÇÃO MUDANÇAS O QUE ESTÁ REFLETINDO NA ESCOLA? Elisane Scapin Cargnin 1 Simone Arenhardt 2 Márcia Lenir Gerhardt 3 Eliandra S. C. Pegoraro 4 Edileine S. Cargnin 5 Resumo: Diante das inúmeras modificações

Leia mais

PROJETO TE VEJO NA ESCOLA

PROJETO TE VEJO NA ESCOLA PROJETO TE VEJO NA ESCOLA Flávia Oliveira Machado 1 Isabela Mayara Cheida José Leonardo Gallep Maria do Carmo Palhaci (coordenadora) Maria Helena Gamas (coordenadora) RESUMO O projeto em questão visa a

Leia mais

4 Metodologia. 4.1. Primeira parte

4 Metodologia. 4.1. Primeira parte 4 Metodologia [...] a metodologia inclui as concepções teóricas de abordagem, o conjunto de técnicas que possibilitam a apreensão da realidade e também o potencial criativo do pesquisador. (Minayo, 1993,

Leia mais

SER OU NÃO SER : A PROFISSÃO DOCENTE NAS PERCEPÇÕES DE ESTUDANTES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DAS ESCOLAS DO CAMPO

SER OU NÃO SER : A PROFISSÃO DOCENTE NAS PERCEPÇÕES DE ESTUDANTES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DAS ESCOLAS DO CAMPO SER OU NÃO SER : A PROFISSÃO DOCENTE NAS PERCEPÇÕES DE ESTUDANTES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DAS ESCOLAS DO CAMPO Univille Universidade da Região de Joinville anahostin@gmail.com INTRODUÇÃO Nos últimos anos tem

Leia mais

PRÁTICA DOCENTE E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO: A TV NA SALA DE AULA 1

PRÁTICA DOCENTE E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO: A TV NA SALA DE AULA 1 PRÁTICA DOCENTE E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO: A TV NA SALA DE AULA 1 Autora: Maria Thaís de Oliveira Batista Graduanda do Curso de Pedagogia Unidade Acadêmica de Educação/CFP/UFCG Email: taholiveira.thais@gmail.com

Leia mais

Filosofia Professor: Larissa Rocha c)

Filosofia Professor: Larissa Rocha c) Globalização, Mídia e Consumo 1. A reportagem apresenta uma reflexão acerca das possibilidades e limitações do uso das novas tecnologias no ativismo político no mundo atual. As limitações existentes para

Leia mais

Categorias Sociológicas

Categorias Sociológicas Categorias Sociológicas Fato Social DURKHEIM, E.; AS REGRAS DO MÉTODO SOCIOLÓGICO.São Paulo, Abril, Os Pensadores, 1973 p. 389-90. O que é fato social O objeto de estudo da Sociologia é o fato social.

Leia mais

Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão

Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão SET 2014 A SET (Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão) é a principal associação de profissionais que trabalham com tecnologias e sistemas operacionais

Leia mais

A SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO NA VISÃO DE KARL MARX

A SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO NA VISÃO DE KARL MARX A SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO NA VISÃO DE KARL MARX ROSA, Aline Azevedo 1 DELGADO, Valéria 2 MARTINS, Eduardo 3 RESUMO Este artigo abordará a temática acerca da disciplina sociologia da educação. Esta disciplina

Leia mais

Alzheimer: de Volta ao Começo 1

Alzheimer: de Volta ao Começo 1 Alzheimer: de Volta ao Começo 1 Marcelo de Paula LEMOS 2 Marcela Terra Cunha MATARIM 3 Mariana Alves MENDES 4 Celi CAMARGO 5 Universidade de Uberaba, Uberaba, MG RESUMO Alzheimer: de Volta ao Começo é

Leia mais

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO Karen Ramos Camargo 1 Resumo O presente artigo visa suscitar a discussão acerca dos processos de trabalho do Serviço Social, relacionados

Leia mais

Análise Semiótica de Anúncio de TV

Análise Semiótica de Anúncio de TV Análise Semiótica de Anúncio de TV DADOS TÉCNICOS: Título: Segredos; Anunciante: Etti ; Criação: Fábio Fernandes e Renata Flori; Agência: F/Nazca; Produto: Molho de Tomate Salsaretti; Ano de veiculação

Leia mais

Joaozinho, o repórter 1. Fábio Willard de OLIVEIRA 2 Tárcio ARAUJO 3 Moises Henrique Cavalcante de ALBUQUERUQUE 4

Joaozinho, o repórter 1. Fábio Willard de OLIVEIRA 2 Tárcio ARAUJO 3 Moises Henrique Cavalcante de ALBUQUERUQUE 4 Joaozinho, o repórter 1 Fábio Willard de OLIVEIRA 2 Tárcio ARAUJO 3 Moises Henrique Cavalcante de ALBUQUERUQUE 4 Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, Mossoró, RN. RESUMO O documentário Joãozinho,

Leia mais

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Josiane Lima Zanata (Seduc) josianezanata@hotmail.com Ivani Souza Mello (UFMT) ivanimello1@hotmail.com

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao

Leia mais

Contextos sobre o crescimento dos cursos de Publicidade e Propaganda

Contextos sobre o crescimento dos cursos de Publicidade e Propaganda Contextos sobre o crescimento dos cursos de Publicidade e Propaganda TOMITA, Iris Y. mestre Unicentro - PR RESUMO A expansão dos cursos de Publicidade e Propaganda nos anos 1990 reflete um contexto histórico

Leia mais

Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação Câmpus de Bauru PLANO DE DISCIPLINA

Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação Câmpus de Bauru PLANO DE DISCIPLINA PLANO DE DISCIPLINA 1. UNIDADE: Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação 2. PROGRAMA: Pós-graduação em Televisão Digital: Informação e Conhecimento 3. NÍVEL: Mestrado Profissional 4. ÁREA DE CONCENTRAÇÃO:

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL. Disciplina: Metodologia Científica. Número de créditos: 04. Carga horária: 80

SERVIÇO SOCIAL. Disciplina: Metodologia Científica. Número de créditos: 04. Carga horária: 80 Disciplina: Metodologia Científica SERVIÇO SOCIAL Ementa: Finalidade da metodologia científica. Importância da metodologia Número âmbito das ciências. Metodologia de estudos. O conhecimento e suas formas.

Leia mais

TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS

TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS Sétimo Fórum Nacional de Professores de Jornalismo Praia dos Ingleses, SC, abril de 2004 GT: Laboratório de Jornalismo Eletrônico Trabalho: TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS Autora: Célia Maria Ladeira

Leia mais

O brincar hoje: da colaboração ao individualismo

O brincar hoje: da colaboração ao individualismo O brincar hoje: da colaboração ao individualismo Profa. Dra. Maria Angela Barbato Carneiro Campo Grande/ Simpósio Internacional da OMEP Jul/ 2012 Este trabalho tem por objetivo discutir sobre o brincar

Leia mais

E já surgia vitoriosa! Pois todos os vetos de Goulart foram rejeitados.

E já surgia vitoriosa! Pois todos os vetos de Goulart foram rejeitados. Senhoras e senhores Companheiros da Radiodifusão, É para mim e para todos os meus colegas da ABERT uma enorme alegria e uma honra receber tantos amigos e presenças ilustres nesta noite em que comemoramos

Leia mais

1. O que é Folclore? Uma análise histórica e crítica do conceito.

1. O que é Folclore? Uma análise histórica e crítica do conceito. Objetivos Proporcionar o entendimento das características gerais do processo folclórico brasileiro; Estruturar o profissional de Eventos para conhecer particularidades de alguns acontecimentos que envolvem

Leia mais

Jornalismo cultural na internet e a proposta do site Movamente 1

Jornalismo cultural na internet e a proposta do site Movamente 1 Jornalismo cultural na internet e a proposta do site Movamente 1 Letícia BARROSO 2 Thaís PEIXOTO 3 Centro Universitário Fluminense Campus II- Campos/RJ RESUMO: A falta de espaço nos veículos convencionais

Leia mais

Leitura na escola reflexões pedagógicas sobre os processos de formação de leitores e escritores na educação infantil, jovens e adultos.

Leitura na escola reflexões pedagógicas sobre os processos de formação de leitores e escritores na educação infantil, jovens e adultos. Leitura na escola reflexões pedagógicas sobre os processos de formação de leitores e escritores na educação infantil, jovens e adultos. Diogo Vieira do Nascimento 1 (UERJ/EDU) Fabiana da Silva 2 (UERJ/EDU)

Leia mais

NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL

NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL RESUMO Caroline Ferreira 1 O objetivo deste artigo é falar sobre Noticia institucional e o interesse cada vez maior das empresas em cuidar da sua imagem institucional.

Leia mais

DEFORMAÇÃO DA CRIANÇA NEGRA PELA MÍDIA (TELEVISÃO)

DEFORMAÇÃO DA CRIANÇA NEGRA PELA MÍDIA (TELEVISÃO) 1 DEFORMAÇÃO DA CRIANÇA NEGRA PELA MÍDIA (TELEVISÃO) Cláudio Amorim Pereira 1 Resumo Esse artigo tem como objetivo falar sobre a criança negra e a mídia é, sobretudo, discutir hegemonia, ideologia, monopólio

Leia mais

TECNOLOGIAS, EDUCAÇÃO E A CRITICIDADE DIANTE DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO

TECNOLOGIAS, EDUCAÇÃO E A CRITICIDADE DIANTE DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO Tecnologia, Educação e Inclusão TECNOLOGIAS, EDUCAÇÃO E A CRITICIDADE DIANTE DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO Ângela Maria Oliveira da Cruz Silva Antonilma S. de Almeida Castro (orientadora, Mestre em Educação

Leia mais

A MODELAÇÃO DO CURRÍCULO DE HISTÓRIA PARA O ENSINO MÉDIO DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

A MODELAÇÃO DO CURRÍCULO DE HISTÓRIA PARA O ENSINO MÉDIO DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS A MODELAÇÃO DO CURRÍCULO DE HISTÓRIA PARA O ENSINO MÉDIO DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS FURTADO, Claudia Mendes de Abreu Graduada em História pela UFPE, Especialista em Educação de Jovens e Adultos pela

Leia mais

Conexão na Escola, o princípio para a Construção de Conhecimentos.

Conexão na Escola, o princípio para a Construção de Conhecimentos. Conexão na Escola, o princípio para a Construção de Conhecimentos. Elizabeth Sarates Carvalho Trindade 1 Resumo: A utilização e articulação das tecnologias e mídias pela educação no processo de aprendizagem

Leia mais

Propriedade intelectual e políticas de comunicação

Propriedade intelectual e políticas de comunicação 1 Fórum Para entender os eixos focais Propriedade intelectual e políticas de comunicação Graça Caldas O texto do prof. Rebouças oferece uma importante revisão histórica sobre os conceitos que permeiam

Leia mais

O Valor Ideológico na Propaganda de Cerveja 1

O Valor Ideológico na Propaganda de Cerveja 1 O Valor Ideológico na Propaganda de Cerveja 1 Nathália Sene GARIERI/ Licenciada em História Aline Rafaela Portílio LEMES Aline Aparecida SILVA Samuel Douglas Farias COSTA RESUMO A propaganda ocupa um largo

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE MIDIAS NA EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE MIDIAS NA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE MIDIAS NA EDUCAÇÃO ANGELA CRISTINA NUNES GUEDES HUERTAS ORIENTADOR: PROFESSOR: PAULO GUILHERMETI O ENSINO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL:

Leia mais

A TERCEIRA GERAÇÃO DA EAD E SUA INFLUÊNCIA NA DEMOCRATIZAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR BRASILEIRO

A TERCEIRA GERAÇÃO DA EAD E SUA INFLUÊNCIA NA DEMOCRATIZAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR BRASILEIRO Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 624 A TERCEIRA GERAÇÃO DA EAD E SUA INFLUÊNCIA NA DEMOCRATIZAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR BRASILEIRO Fabiane Carniel 1,

Leia mais

A intenção é introduzir o tema para instigar a troca de opiniões. O Partido acumula boas experiências a partir do debate iniciado em

A intenção é introduzir o tema para instigar a troca de opiniões. O Partido acumula boas experiências a partir do debate iniciado em Propaganda Eleitoral 6.05.200 A. Introdução A intenção é introduzir o tema para instigar a troca de opiniões O Partido acumula boas experiências a partir do debate iniciado em + - 998 O tema esquentou

Leia mais

Proposta da ANDIFES para a Universidade do Século XXI

Proposta da ANDIFES para a Universidade do Século XXI Proposta da ANDIFES para a Universidade do Século XXI 1 Com muita honra e responsabilidade, falo uma vez mais em nome da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior

Leia mais

Na disputa da TV a Cabo um incrível dilema entre pluralismo e monopólio

Na disputa da TV a Cabo um incrível dilema entre pluralismo e monopólio Na disputa da TV a Cabo um incrível dilema entre pluralismo e monopólio No debate que ainda não saiu dos bastidores, a luta pelo controle da infra-estrutura da "sociedade da informação o cidadão chega

Leia mais

Estruturas curriculares dos Cursos de Cinema e Audiovisual no Brasil

Estruturas curriculares dos Cursos de Cinema e Audiovisual no Brasil Estruturas curriculares dos Cursos de Cinema e Audiovisual no Brasil Encontro Estruturas Curriculares do Curso de Rádio, TV e Internet no Brasil SOCICOM São Paulo, fevereiro 2014 Luciana Rodrigues Presidente

Leia mais

TÍTULO / TÍTULO: TV EXPERIMENTAL DE COMUNICAÇÃO: PROJETO INTEGRADO DE EXTENSÃO E COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA

TÍTULO / TÍTULO: TV EXPERIMENTAL DE COMUNICAÇÃO: PROJETO INTEGRADO DE EXTENSÃO E COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA TÍTULO / TÍTULO: TV EXPERIMENTAL DE COMUNICAÇÃO: PROJETO INTEGRADO DE EXTENSÃO E COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA AUTOR / AUTOR: Ruy Alkmim Rocha Filho INSTITUIÇÃO / INSTITUCIÓN: Universidade Federal do Rio Grande

Leia mais

5 Considerações finais retomando o problema

5 Considerações finais retomando o problema 5 Considerações finais retomando o problema A análise dos dados, dividida nos eixos critérios de avaliação, interpretação e juízo moral, tentou responder as perguntas formuladas no início da pesquisa como

Leia mais

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Jorge Luiz de FRANÇA * Nesta comunicação, pretendemos, por intermédio das publicações

Leia mais

Utilização do vídeo, CD e DVD na sala de aula

Utilização do vídeo, CD e DVD na sala de aula Utilização do vídeo, CD e DVD na sala de aula José Manuel Moran A seguir são apresentadas sugestões de utilização de vídeo, CD e DVD. Vídeo como produção Como documentação, registro de eventos, de aulas,

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DE HISTÓRIA NAS ESCOLAS E SUAS IMPLICAÇÕES NA VIDA SOCIAL

A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DE HISTÓRIA NAS ESCOLAS E SUAS IMPLICAÇÕES NA VIDA SOCIAL A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DE HISTÓRIA NAS ESCOLAS E SUAS IMPLICAÇÕES NA VIDA SOCIAL Alex Silva Costa 1 Resumo O artigo procura analisar o desenvolvimento do ensino da disciplina de História na educação brasileira,

Leia mais

INFLUÊNCIAS DE APARELHOS DIGITAIS MÓVEIS NO PROCESSO ENSINO - APRENDIZAGEM DE ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL 1

INFLUÊNCIAS DE APARELHOS DIGITAIS MÓVEIS NO PROCESSO ENSINO - APRENDIZAGEM DE ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL 1 Resumo: INFLUÊNCIAS DE APARELHOS DIGITAIS MÓVEIS NO PROCESSO ENSINO - APRENDIZAGEM DE ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL 1 QUEIROZ, Joyce Duarte joyceduart@hotmail.com QUEIROZ, Antônia Márcia Duarte Instituto

Leia mais