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1 Plano de Ação 2011 Aprovado na AGO de

2 Estabelecimento de Critérios para Contratação de Energia que propiciem a expansão eletroenergética econômica e confiável do SIN. Peso: 3 Meta 1 O que se pretende alcançar: Estabelecimento de Critérios para: a) Definição dos montantes anuais de contratação por categoria de Fonte (i); Fontes Flexíveis; (ii) Fontes Inflexíveis; (iii) Reserva. b) Tratamento Isonômico dentro de cada categoria: (i) Avaliação da adequação de modalidades contratuais diferentes (quantidade e disponibilidade); (ii) Identificação e explicitação ou exclusão de subsídios. c) Localização da Expansão: (i) Indução através do custo de transporte; (ii) Contratação Regionalizada. d) Habilitação de Proponentes (i) requisitos técnicos, econômico-financeiro e jurídicos Em função da amplitude do trabalho o Conselho recomendou que se busque enquadrar o mesmo como um P&D compartilhado. Coordenação: Denise Sabbag e Guilherme Velho

3 Meta 2 Regularização da isenção de participação no rateio das perdas da Rede Básica por agente gerador conectado fora deste sistema Peso: 2 O que se pretende alcançar: i. estabelecimento de critério técnico para participação de gerador no rateio de perdas da Rede Básica ii. atuação junto a diretoria da Aneel, para que o assunto seja agilizado e implementado Coordenação: Josiani Napolitano

4 Meta 3 Sustentabilidade e Expansão do Mercado Livre de Energia (ACL) Peso: 2 O que se pretende alcançar: i. definição do objetivo a ser alcançado (tamanho do ACL, escalonamento, levantamento dos eventuais impactos no mercado cativo, etc); ii. iii. iv. proposta regulatória para garantir a expansão da geração considerando o atendimento ao mercado livre;» Venda de excedentes pelo consumidor livre;» GF das Eólicas;» Condições para contratação de térmicas, eólicas e estruturantes;» Transferência de contratos do ACL para Reserva/ACR. atuação pró-ativa no PLS 402/10 e MP 517/10; e estabelecimento de ações visando interagir com as instituições envolvidas (CN; Aneel; EPE; MME, CCEE). Coordenação: Edson Silva, Roberto Castro e Hugo Nunes

5 Meta 4 Equacionamento da inadimplência na CCEE Peso: 3 O que se pretende alcançar: i. atuação pró-ativa na solução da inadimplência na CCEE, atuando na liderança da questão junto as associações setoriais; ii. proposição de alterações na regras de mercado referente ao loss sharing; e iii. proposição de alteração no sistema de garantias da CCEE Coordenação: Marco Antonio Sureck

6 Meta 5 Minimizar alterações metodológicas / decisões que impliquem em aumento de custos para os PIEs Peso: 2 O que se pretende alcançar: i. Evitar a participação dos geradores no rateio do custo de despacho fora de mérito; ii. Evitar a TEO diferenciada de qualquer usina (Itaipu); iii. Evitar a consideração de restrições internas aos submercados nos limites de intercâmbio para cálculo do PLD. iv. Descaracterizar o apagão de 2009 como evento sistêmico. Coordenação: Edson Silva e Luiz Roberto / Denise Sabagg

7 Meta 6 Manter e se possível, intensificar o sinal locacional da TUSD G Peso: 2 O que se pretende alcançar: i. eliminar quaisquer possibilidade de retrocesso no tocante a metodologia locacional aplicada a TUSD G, referente a Res. 402/10; ii. propiciar equacionamento da TUSD G, para os associados que tiveram majoração excessiva da mesma; iii. atuar pró-ativamente na Audiência Pública que vai regulamentar os aprimoramentos da TUSD G. Coordenação: Marcos Keller e Silvio Misse

8 Viabilização do aumento da oferta de potência Peso: 2 O que se pretende alcançar: Meta 7 i. divulgar a proposta da Apine junto a EPE; ii. Atuar junto a Aneel para que a AP que irá regular a matéria seja aprovada; e iii. atuar pró-ativamente na AP que vai regulamentar os aprimoramentos a matéria. Coordenação: Luiz Roberto F. Morgenstein

9 Meta 8 Propugnar para que os princípios estabelecidos pela Apine na questão das concessões de geração e recontratação da energia existente Peso: 3 O que se pretende alcançar: i. participar de eventos, divulgando os princípios estabelecidos pela Apine; ii. atuar junto aos órgãos/pessoas com poder de decisão sobre o tema, divulgando/explicando os princípios; e iii. Atuar junto ao Congresso Nacional e demais entidades envolvidas no tema (MME, EPE, Aneel, etc). Coordenação: Luiz Fernando Leone Vianna e Regis Martins

10 Meta 9 Propiciar o reconhecimento da ganho de Garantia Física por mudança de parâmetros em UTEs Peso: 2 O que se pretende alcançar: i. fazer com que as alterações de parâmetros de UTEs resultem em aumento incremental da GF (reconhecido pelo MME), inclusive para usinas com CVU nulo; ii. interagir com o MME e CPAMP, no que se refere a metodologia a ser adotada para o cálculo; iii. atuar junto a EPE, Aneel e MME para a consecução da meta; iv.avaliar possibilidades para comercialização do ganho como energia nova. Coordenação: Marco Sureck e Marcos Vinicios

11 Meta 10 Alteração das Metodologias da Portaria 463 (GF de Usinas não Despachadas Centralizadamente e do Cálculo de Potência de Referência para as PCH Peso: 2 O que se pretende alcançar: a) Portaria 463/2009 i. Melhorar a metodologia no cálculo de geração das usinas, considerando a mesma lógica ii. iii. do processo de exclusão do MRE; Alterar o ínicio de cálculo da geração de 48 meses para um número maior de meses, dando mais flexibilidade às usinas Propor metodolia consensada ao MME. b) Cálculo da Potência de Referência para PCHs i. Uma metodologia mais flexível para as PCH quando do cálculo de potência para obtenção ii. iii. de lastro; O conceito para geração na ponta de PCH é diferente de usinas despachadas centralizadamente buscar uma metodologia que atenda o que estas usinas podem gerar. Encaminhar o conceito para a Aneel e MME Coordenação: Josué Leppos

12 1. Revisão da Garantia Física das Usinas (2014) Atividades efetuar diagnóstico quanto ao cálculo de Garantia Física de UHEs, conforme previsto na legislação (Decreto 2655, Port. MME nº 303/2004 e nº 258/2008); identificar alternativas para minimizar riscos de perda de garantia física; GT: Duke; AES; Copel; Cesp; CPFL; Tractebel e EDP (coordenação Luiz Fernando L. Vianna) 2. Promover a imagem e a marca da Apine publicação de 6 artigos/entrevistas de interesse da associação; organização, durante 2011, de 1 evento e participação como palestrante de 4 eventos (todos de grande porte); e Inserção da Apine na mídia no mínimo 50 vezes no ano. 3. Atuação no Congresso Nacional, nos PLs e MPs de interesse da Apine Identificação e priorização dos PLs, de interesse e em tramitação no Congresso Nacional; Obtenção do posicionamento da Apine em relação aos PLs e MPs; Evitar que Pls e MPs danosos aos PIEs prosperem e vice-versa; e Estabelecer e implementar estratégias para Pls e MPs prioritários. 4. Acompanhamento da elaboração do PDE 5. Acompanhamento orçamentário da Apine

13 6. Participação em Aps e CPs de interesse da Apine Atividades 7. Participação em Reuniões Públicas da Diretoria da Aneel, de interesse da Apine

14 APINE ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS PRODUTORES INDEPENDENTES DE ENERGIA ELÉTRICA SHS Quadra 6, Ed. Business Center Tower - Brasil XXI, Bloco C - Sala 212 Brasília DF CEP: Telefones: (61) / / / Fax: (61)

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