ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 006/2015

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1 ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 006/2015 NOME DA INSTITUIÇÃO: Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de Pernambuco AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL Audiência Pública nº 006/2015: Obter subsídios e informações para aprimoramento do sistema de bandeiras tarifárias e da regulamentação da Conta Centralizadora dos Recursos de Bandeiras Tarifária CONTRIBUIÇÕES Tema: Regulamentação da Conta Centralizadora dos Recursos de Bandeiras Tarifárias. TEXTO / ANEEL SUGESTÃO DA INSTITUIÇÃO JUSTIFICATIVA DA INSTITUIÇÃO (Voto do Relator item nº 12) Com a criação da CCRBT, os custos de geração por fonte termelétrica e da exposição aos preços de liquidação no mercado de curto prazo passarão a ser compartilhados entre todas as distribuidoras do SIN. A SGT propõe a adequação dos critérios de acionamento das bandeiras tarifárias visando definir uma única bandeira mensal a ser aplicada por todas as distribuidoras, e não mais por Considerar para efeito da Aplicação das Bandeiras Tarifárias a média ponderada de custos variáveis unitários de todas as Usinas Geradoras, definindo novos limites para os custos da energia gerada. A aplicação das Bandeiras Tarifária em função do Custo Variável Unitário apenas da última usina a ser despachada, sem levar em consideração o peso de sua participação no total da energia despachadas, pode vir a incorrer em sérias distorções para a correta aplicação das bandeiras tarifárias, com arrecadação a maior, em detrimento da modicidade

2 submercado, como a regra atual define, utilizando o seguinte critério: I - bandeira tarifária verde: será inferior ao PLD de 200,00 R$/MWh; II - bandeira tarifária amarela: será igual ou superior a 200,00 R$/MWh e inferior ao valor-teto do Preço de Liquidação de Diferenças PLD, atualmente de 388,48 R$/MWh; e III - bandeira tarifária vermelha: será igual ou superior ao valor-teto do PLD, de 388,48 R$/MWh. tarifária.

3 TEXTO / ANEEL SUGESTÃO DA INSTITUIÇÃO JUSTIFICATIVA DA INSTITUIÇÃO (Voto do Relator item nº 12) Com a criação da CCRBT, os custos de geração por fonte termelétrica e da exposição aos preços de liquidação no mercado de curto prazo passarão a ser compartilhados entre todas as distribuidoras do SIN. Criar mecanismos objetivos para a correta contabilização das contribuições das concessionárias à Conta Centralizadora dos Recursos de Bandeiras Tarifárias e para o seu posterior ressarcimento às concessionárias contribuintes e aos seus consumidores. A reversão dos recursos provenientes da aplicação das bandeiras tarifárias pelos agentes de distribuição à Conta Centralizadora dos Recursos de Bandeiras Tarifárias cria um subsídio cruzado entre esses agentes e uma distorção do princípio de isonomia entre estes, uma vez que, em momentos favoráveis do Setor Elétrico, apenas alguns agentes puderam beneficiar-se da gestão de seus superávits (repassados às tarifas por ocasião de suas revisões tarifárias) e agora compartilham com todos seus déficits. Adicionalmente, no modelo proposto, a devolução ao consumidor dos recursos de bandeiras tarifárias arrecadados a maior pelas concessionárias tornar-se-ia complexo ou impossível de ser realizado, o que seria injusto para o consumidor, beneficiando apenas às distribuidoras, que teriam parte dos seus riscos econômicos

4 mitigados, com o compartilhamento de eventuais condições desfavoráveis. Portanto, propõe-se que mecanismos objetivos de ressarcimento às concessionárias contribuintes à CCRBT e a seus consumidores, por ocasião de suas revisões tarifárias, TEXTO / ANEEL SUGESTÃO DA INSTITUIÇÃO JUSTIFICATIVA DA INSTITUIÇÃO (Nota Técnica nº 28/2015- SGT/ANEEL, de 05/02/2015) 11. Outro ponto que deve ser alterado na aplicação do sistema de bandeiras tarifárias refere-se à aplicação de descontos sobre seus adicionais. Conforme Submódulo 7.3 do PRORET, a definição das bandeiras tarifárias obedecerá ao critério de cálculo da Tarifa de Energia TE, aplicando, no que couber, os benefícios tarifários associados. Apresentar ao Ministério de Minas e Energia um relatório demonstrando o real impacto da aplicação pelas distribuidoras, dos descontos previstos no art. 1º do Decreto nº 7.891, de 2013, sobre os adicionais das bandeiras e solicitado a revogação do 2º, do art. 3º, do Decreto nº 8.401/2015, que estabelece que na aplicação das bandeiras tarifárias aos consumidores finais, não incidem os descontos previstos no art. 1º do Decreto nº 7.891, de 23 de janeiro de A não aplicação, pelas distribuidoras, dos descontos previstos no art. 1º do Decreto nº 7.891, de 2013 sobre os adicionais das bandeiras penaliza os consumidores abrangidos pelo decreto, uma vez que, proporcionalmente, o acréscimo na conta de energia referente a aplicação das bandeiras tarifárias será menor. Sugerimos que os descontos previstos no referido decreto sejam também aplicados, a exemplo do que é feito com os

5 Entretanto, o art. 3º do Decreto nº 8.401/2015 estabelece que na aplicação das bandeiras tarifárias aos consumidores finais, não incidem os descontos previstos no art. 1º do Decreto nº 7.891, de 23 de janeiro de Desta forma, destaca-se aqui que a partir da data de publicação do Decreto nº 8.401/2015, as distribuidoras não deverão aplicar sobre os adicionais das bandeiras os descontos previstos no art. 1º do Decreto nº 7.891, de 23 de janeiro de consumidores da Tarifa Social.

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