RESULTADOS ECONÔMICOS DOS PLANOS DE SAÚDE MÉDICOS * #

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RESULTADOS ECONÔMICOS DOS PLANOS DE SAÚDE MÉDICOS * #"

Transcrição

1 RESULTADOS ECONÔMICOS DOS PLANOS DE SAÚDE MÉDICOS * # Rodrigo Mendes Leal 1 e João Boaventura Branco de Matos 2 1. Economista do BNDES, Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental pela ENAP/MP e mestre em economia pela UERJ 2. Especialista em Regulação da ANS, doutorando do IMS/UERJ e professor da ESPM * As opiniões expressas neste trabalho são exclusivamente do(s) autore(s) e não refletem, necessariamente, a visão das instituições a que estão vinculados. # Registra-se o agradecimento pela colaboração de Maurício Espasandim Miranda, graduando em Economia pela Universidade Estácio de Sá RJ. III Congresso Iberoamericano de Regulação Econômica Junho de 2008 LEAL e MATOS 1

2 0. Sumário Motivação: Subsidiar a avaliação da regulação dos produtos, que envolve a regulação de preços e de utilização. Objetivo: Analisar a evolução das receitas e despesas no período pós-regulação. Perguntas: - Evolução das mensalidades é superior aos índices similares? - Evolução das despesas é superior a das receitas? - Evolução das despesas tem como principal componente a inflação em saúde? LEAL e MATOS 2

3 1. Introdução É significativa a evolução dos planos de saúde no Brasil. (ANS, mar/2008) O objeto de análise deste trabalho será o segmento de assistência médica, pois apresenta, em relação aos excl. odontológicos: Predominância na participação de beneficiários. Maior complexidade de custos, com maior sensibilidade ao perfil demográfico dos beneficiários. (ANS, 2002) Maior complexidade regulatória, p.ex. com a regulação de preços e utilização. LEAL e MATOS 3

4 RESULTADOS ECONÔMICOS DOS PLANOS DE SAÚDE MÉDICOS 1. Introdução Os planos médicos apresentaram crescimento médio anual de 3% a.a. ( ). Nos anos mais recentes, esse crescimento foi em torno de 5%, um pouco superior ao da população residente no Brasil (ANS, mar/2008). Há uma diferenciação marcante desse crescimento segundo tipo de contratação: Há destaque nos planos coletivos. Obs: A diminuição dos não identificados confirma o processo de melhoria das informações cadastrais. LEAL e MATOS 4

5 1. Introdução Na regulação dos planos médicos (contratados após a vigência da Lei 9.656/1998), há uma maior intensidade para os planos individuais: i) Regulação da utilização (uso integral e imediato): - Carência (somente não é permitida nos planos coletivos empresariais com 50 vidas ou mais) - Em caso de doenças ou lesões pré-existentes DLP -, contratos com agravo ou Cobertura Parcial Temporária (somente não é permitida nos planos coletivos, empresariais ou por adesão, com 50 vidas ou mais) ii) Regulação dos reajustes das mensalidades: - Coletivo*: Livre. Poder de barganha do contratante PJ. - Individual: Modelo índice-teto de reajuste, baseado na regulação por incentivos, considerando como benchmark o mercado coletivo, por hipótese mais competitivo. * Aos planos coletivos contratados por pessoa física junto a autogestões sem mantenedores, aplicam-se as regras de reajuste dos planos individuais. LEAL e MATOS 5

6 2. Evolução das mensalidades - Estudos nacionais que confrontam os reajustes com índices de preço: SAINTIVE e CHACUR (2006), OCKÉ-REIS e CARDOSO (2006), TEIXEIRA (2006) e IDEC (2006). - Dados da variação dos prêmios de seguro-saúde nos EUA LEAL e MATOS 6

7 2. Evolução das mensalidades ESPECIFICIDADES DOS REAJUSTES DOS PLANOS DE SAÚDE - Reajuste máximo a ser autorizado no mercado individual tem como base a média dos reajustes do mercado coletivo. - Este indicador é conjuntamente impregnado de efeitos de variações de aumento de preços, freqüência de utilização e introdução de novas tecnologias. Em paralelo, variações decorrentes da mudança de faixa etária dos beneficiários segue dinâmica própria. - Desse modo, as variações das mensalidades dos planos de saúde não são de natureza de preços strictu sensu, posto que consideram variações de preços e de quantidades (conjuntamente impregnadas de efeitos de variações de aumento de preços, freqüência de utilização, introdução de novas tecnologias). Em paralelo, variações decorrentes da mudança de faixa etária dos beneficiários seguem dinâmica própria. LEAL e MATOS 7

8 2. Evolução das mensalidades => Trata-se de um índice de valor (preço multiplicado por quantidade, portanto), cuja comparação mais adequada é com outros índices da mesma natureza. Índice Laspeyres Paasche Preços Quantidade Valor Fonte: IBGE (2007) e MANUAL DA USP (1998, cap.17) LEAL e MATOS 8

9 2. Evolução das mensalidades Índices de variação: Índices de Preços Percentual Anual Acum IPCA 5,97% 7,67% 12,53% 9,30% 7,60% 5,69% 3,14% 4,46% 71,96% IPCA - Planos de Saúde 5,42% 4,28% 8,42% 8,66% 10,51% 12,03% 12,29% 8,13% 94,67% IGP-M 9,95% 10,38% 25,31% 8,71% 12,41% 1,21% 3,83% 7,75% 110,45% Índice de Reajuste Autorizado ANS Índice ANS Acrescido de Faixa Etária Produto Interno Bruto NOMINAL 5,21% 7,60% 8,03% 8,74% 10,92% 11,71% 9,82% 6,79% 93,24% 7,10% 10,51% 10,96% 11,75% 14,03% 14,85% 12,95% 9,29% 137,25% 10,75% 10,40% 13,49% 15,03% 14,21% 10,60% 8,18% 11,11% 142,34% Fonte: Elaboração própria, com dados do BACEN e TABNET-ANS. Previsão de Crescimento real do PIB de 5,2% em 2007 (estimativa do Banco Central em fevereiro de 2008). Índice de reajuste autorizado pela ANS calculado utilizando o período de aplicação. Estimativa própria do impacto de variação de faixa etária. - Conclusão: o modelo de regulação por incentivos tem conferido em geral reajustes superiores aos principais índices de preços e relativamente próximos da variação do PIB nominal. C1 LEAL e MATOS 9

10 Slide 9 C1 Cliente; 25/6/2008

11 2. Evolução das mensalidades Variação: Preços de planos de saúde (com mudança de faixa etária) x PIB Nominal PIB Nominal 10,75 22,27 38,76 59,62 82,30 101,62 118,10 142,34 Impacto ANS 8,97 21,22 34,68 52,06 74,51 99,18 120,98 139,30 LEAL e MATOS 10

12 3. Evolução das receitas e despesas Dados: contábeis das operadoras médico-hospitalares Metodologia: i) cálculo de indicadores (da receita e da despesa assistencial) ponderados pelo número de beneficiários; ii) Estimativa dos índices de variação. Variável Receita p/ Benef. Despesa assistencial p/ Benef. Reaj. ANS (p/ benef.) Reaj. ANS + Fx Etária (p/ benef.) 2002 Resultados dos índices de variação 16,6% 16,0% 8,0% 11,0% ,8% 11,8% 8,7% 11,8% ,3% 7,5% 10,9% 14,0% ,1% 6,2% 11,7% 14,9% ,4% 7,1% 9,8% 13,0% Acumulado 58,2% 58,5% 59,9% 83,4% Var. Média 9,6% 9,6% 9,8% 12,9% LEAL e MATOS 11

13 3. Evolução das receitas e despesas É muito próxima a evolução das despesas assistenciais e das receitas, o que resulta numa relativa estabilidade do índice de sinistralidade (em torno de 80%). Limitações metodológicas para comparação com o índice de reajuste, pois os resultados contábeis refletem: i) dinâmica temporal diferenciada; ii) todo conjunto de planos das OPS médicas (inclui odontológicas e antigos); iii) e, especialmente, as novas contratações (variações de preços de venda), caracterizadas por crescimento mais intenso de categorias com menores mensalidades (como faixas etárias mais jovens e exclusivamente odontológicas). LEAL e MATOS 12

14 4. Evolução dos custos assistenciais e seus componentes Variação dos custos: - Preço (custos unitários) - Quantidade (incremento de utilização) - Inflação dos insumos - Incorporação tecnológica - Envelhecimento da demanda - Generalização dos serviços Definições de seguros e método de números índices Custo # Contratos = # Serviços # Contratos X Custo # Serviços Custo por contrato (valor) Freqüência de utilização (quantidade) Custo médio dos serviços (preço) Estimativa Dados de utilização (SIP-ANS): Agregação Planos médicos ( ), separados por: - categoria de contrato: coletivo ou individual; - categorias de serviços médicos. LEAL e MATOS 13

15 4. Evolução dos custos assistenciais e seus componentes 16% 14% 12% 10% Variação das despesas assistenciais por categoria de contrato 8% 6% 4% 2% 0% Custos (Individual) Despesa assist. p/ beneficiário Custos (Coletivo) PIB Nominal Nota: Os dados de contratos coletivos são restritos àqueles com patrocínio institucional. Variações de custos dos planos de saúde (valor) são positivas, e tem apresentado uma trajetória crescente. LEAL e MATOS 14

16 4. Evolução dos custos assistenciais e seus componentes Variação dos custos por componentes e por categoria de contrato: 15% 10% Contratos individuais Quantidade Preço Valor 15% 10% Contratos coletivos Quantidade Preço Valor 5% 5% 0% % % -5% Nota: Os dados de contratos coletivos são restritos àqueles com patrocínio institucional. O componente preço apresentou maior variação. O componente quantidade apresentou maior crescimento nos índices de variação. A diferença entre os dois componentes é mais destacada nos seguros médicos individuais. Importância do acompanhamento da diferenciação entre os tipos de contratação. LEAL e MATOS 15

17 4. Evolução dos custos assistenciais e seus componentes Evolução da composição da demanda Contratos individuais Contratos coletivos 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% mar/00 set/00 mar/01 set/01 mar/02 set/02 mar/03 set/03 mar/04 set/04 "0 a 18" "19 a 58" "59 ou +" mar/05 set/05 Nota: Os dados de contratos coletivos são restritos àqueles com patrocínio institucional. Mercado individual apresenta maior concentração de jovens e veteranos, em comparação com o mercado coletivo. mar/06 set/06 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% mar/00 set/00 mar/01 set/01 mar/02 set/02 mar/03 set/03 mar/04 set/04 "0 a 18" "19 a 58" "59 ou +" mar/05 set/05 mar/06 set/06 LEAL e MATOS 16

18 5. Considerações Finais i) O modelo de regulação de reajustes resultou em variações das mensalidades próximas às variações do PIB nominal. ii) As despesas assistenciais tem apresentado evolução muito próximas às das receitas. iii) Evolução dos componentes do custo: Variação do custo: crescente - Preço (Maior variação) - Quantidade (Maior crescimento da variação)?inflação de insumos??incorporação tecnológica??envelhecimento da demanda??generalização dos serviços? iv) Combinação de políticas macro e micro para o setor Investimentos: a) Complexo industrial da saúde (insumos e inovação); b) Serviços de saúde Avaliação da incorporação tecnológica. Desenvolvimento de Gestão. LEAL e MATOS 17

19 RESULTADOS ECONÔMICOS DOS PLANOS DE SAÚDE MÉDICOS Rodrigo Mendes Leal 1 e João Boaventura Branco de Matos 2 1. Economista do BNDES, Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental pela ENAP/MP e mestre em economia pela UERJ 2. Especialista em Regulação da ANS, doutorando do IMS/UERJ e professor da ESPM OBRIGADO!!! III Congresso Iberoamericano de Regulação Econômica Junho de 2008 LEAL e MATOS 18

Regulação de Preços de Planos de Saúde * #

Regulação de Preços de Planos de Saúde * # Regulação de Preços de Planos de Saúde * # Rodrigo Mendes Leal 1 e João Boaventura Branco de Matos 2 1. Economista do BNDES, Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental pela ENAP/MP e mestre

Leia mais

A NOVA DINÂMICA DOS PLANOS DE SAÚDE

A NOVA DINÂMICA DOS PLANOS DE SAÚDE A NOVA DINÂMICA DOS PLANOS DE SAÚDE Carina Burri Martins José Cechin Superintendente Executivo 1 Apresentação Esse trabalho analisa dados divulgados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) em

Leia mais

Informações sobre Beneficiários, Operadoras e Planos

Informações sobre Beneficiários, Operadoras e Planos Gerência de Produção de Informação GEPIN/GGSIS/DIDES Informações sobre Beneficiários, Operadoras e Planos DADOS DO SETOR EDIÇÃO: JUNHO/2005 COMPETÊNCIA: MARÇO/2005 O Caderno de Informações de Beneficiários,

Leia mais

NIP Não Assistencial

NIP Não Assistencial NIP Não Assistencial Beneficiário NIP Operadoras ANS Objetivos da apresentação Temas que são analisados no âmbito da NIP não assistencial Identificação dos elementos e documentos necessários nas respostas

Leia mais

Tendências na Gestão Odontológica para Autogestões Definições

Tendências na Gestão Odontológica para Autogestões Definições Definições Autogestão em Saúde: Modelo focado na atenção integral à saúde e à qualidade de vida. Saúde: OMS define saúde como o completo estado de bemestar físico, mental e social, e não simplesmente a

Leia mais

Análise Econômico-Financeira

Análise Econômico-Financeira Análise Econômico-Financeira Apresentamos a seguir o desempenho econômico-financeiro do exercício de 2015, sob a ótica gerencial, comparando-o com o exercício de 2014. Na visão gerencial, as contas são

Leia mais

Audiência Pública sobre a venda da AMIL para a UNITED HEALTH

Audiência Pública sobre a venda da AMIL para a UNITED HEALTH Audiência Pública sobre a venda da AMIL para a UNITED HEALTH Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados Brasília (DF), 21 de maio de 2013 1 Federação Nacional de Saúde Suplementar

Leia mais

Índice fipezap de preços de imóveis anunciados

Índice fipezap de preços de imóveis anunciados Preço médio de locação inicia 2016 em queda de 0,16% Resultado de janeiro leva o Índice FipeZap de Locação a mostrar a nona queda nominal seguida na comparação com o mês anterior Os preços de locação iniciaram

Leia mais

Audiência Pública Financiamento da Saúde. Comissão sobre o Financiamento do Sistema de Saúde do Brasil Brasília (DF), 23 de maio de 2013

Audiência Pública Financiamento da Saúde. Comissão sobre o Financiamento do Sistema de Saúde do Brasil Brasília (DF), 23 de maio de 2013 Audiência Pública Financiamento da Saúde Comissão sobre o Financiamento do Sistema de Saúde do Brasil Brasília (DF), 23 de maio de 2013 1 Federação Nacional de Saúde Suplementar Associadas: 17 grupos empresariais

Leia mais

Salário mínimo, indexação e impactos na Seguridade brasileira

Salário mínimo, indexação e impactos na Seguridade brasileira Salário mínimo, indexação e impactos na Seguridade brasileira Paulo Tafner São Paulo Março de 216. Previdência Social Os fatos Previdência Social Brasileira - 214 (% do PIB) Previdência Social Brasileira

Leia mais

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO TRIMESTRAL Beneficiários

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO TRIMESTRAL Beneficiários RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO TRIMESTRAL Beneficiários Competência: Março/15 Versão 2: 28/5/15 SIB disponível em 21/4/15 SU MÁRIO EXECUTIVO O Relatório de Acompanhamento do Mercado de Saúde Suplementar apresenta

Leia mais

GRUPO ATUARIAL. 1. A Norma Derivada nº 11 afeta a Gestão da OPS ou da Prestação de Serviço? Quais os complementos e limites recomendados?

GRUPO ATUARIAL. 1. A Norma Derivada nº 11 afeta a Gestão da OPS ou da Prestação de Serviço? Quais os complementos e limites recomendados? GRUPO ATUARIAL 1. A Norma Derivada nº 11 afeta a Gestão da OPS ou da Prestação de Serviço? Quais os complementos e limites recomendados? Frente aos parâmetros atuais, quais sejam: I Falta ou insuficiência

Leia mais

Análise Macroeconômica Brasileira

Análise Macroeconômica Brasileira Análise Macroeconômica Brasileira OUT/2013 Shotoku Yamamoto Fundamentos no Tripé: 1 - Superávit Primário; 2 - Meta de Inflação; 3 - Câmbio Flutuante 1 Superávit Primário Conceito: Diferença positiva entre

Leia mais

VCMH/IESS. Variação de Custos Médico Hospitalares. Edição: Agosto de 2014 Data-base: Dezembro de 2013 SUMÁRIO EXECUTIVO

VCMH/IESS. Variação de Custos Médico Hospitalares. Edição: Agosto de 2014 Data-base: Dezembro de 2013 SUMÁRIO EXECUTIVO Variação de Custos Médico Hospitalares Edição: Agosto de 2014 Data-base: Dezembro de 2013 SUMÁRIO EXECUTIVO O VCMH/IESS O índice VCMH/IESS para planos individuais atingiu 16,0% no período de 12 meses terminados

Leia mais

Resultados de março 2015

Resultados de março 2015 Resultados de março Em março de, as MPEs paulistas apresentaram queda de 4,8% no faturamento real sobre março de 2014 (já descontada a inflação). Por setores, no período, os resultados para o faturamento

Leia mais

A Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal (RIDE-DF) no Censo 2010

A Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal (RIDE-DF) no Censo 2010 A Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal (RIDE-DF) no Censo 2010 Coordenação: Rômulo José da Costa Ribeiro Responsável: Rômulo José da Costa Ribeiro 1 Colaboração: Juciano Rodrigues, Rosetta

Leia mais

Pesquisa Mensal de Emprego

Pesquisa Mensal de Emprego Comunicação Social 25 de março de 2004 Pesquisa Mensal de Emprego Taxa de desocupação é de 12% em fevereiro Em fevereiro de 2004, a taxa de desocupação ficou estável tanto em relação ao mês anterior (11,7%)

Leia mais

Manual de Orientação para contratação de planos de saúde

Manual de Orientação para contratação de planos de saúde Manual de Orientação para contratação de planos de saúde nós somos a casembrapa Funcionamento de um plano de autogestão: Somos uma operadora de saúde de autogestão. Uma entidade sem fins lucrativos, mantida

Leia mais

Projeção da Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) HALLYSON VIEIRA ANTÔNIO ADILTON VALDÉLIO FERREIRA

Projeção da Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) HALLYSON VIEIRA ANTÔNIO ADILTON VALDÉLIO FERREIRA Projeção da Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) HALLYSON VIEIRA ANTÔNIO ADILTON VALDÉLIO FERREIRA Adoção do Sistema Orçamentário O objetivo será a apuração de valores que irão refletir a atividade

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS RN 309/2012

PERGUNTAS E RESPOSTAS RN 309/2012 PERGUNTAS E RESPOSTAS RN 309/2012 01 - Qual a finalidade do agrupamento de contratos? O agrupamento de contratos visa o cálculo e aplicação de um reajuste único, com a finalidade de promover a distribuição

Leia mais

Elaboração e Análise de Projetos

Elaboração e Análise de Projetos Elaboração e Análise de Projetos Análise de Mercado Professor: Roberto César ANÁLISE DE MERCADO Além de ser o ponto de partida de qualquer projeto, é um dos aspectos mais importantes para a confecção deste.

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BNP PARIBAS DIVIDENDOS FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO AÇÕES CNPJ/MF:

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BNP PARIBAS DIVIDENDOS FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO AÇÕES CNPJ/MF: LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BNP PARIBAS DIVIDENDOS FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO AÇÕES CNPJ/MF: Informações referentes a Dezembro de 2014 Esta lâmina contém um resumo

Leia mais

Centro de Competência de Ciências Sociais

Centro de Competência de Ciências Sociais Centro de Competência de Ciências Sociais PROVAS ESPECIALMENTE ADEQUADAS DESTINADAS A AVALIAR A CAPACIDADE PARA A FREQUÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR PARA MAIORES DE 23 ANOS PROGRAMA PARA A PROVA DE ECONOMIA

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FIC SELEÇÃO TOP AÇÕES 02.436.763/0001-05 Informações referentes a Junho de 2016

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FIC SELEÇÃO TOP AÇÕES 02.436.763/0001-05 Informações referentes a Junho de 2016 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FIC SELEÇÃO TOP AÇÕES 02.436.763/0001-05 Informações referentes a Junho de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o SANTANDER

Leia mais

INDICADORES ECONÔMICOS

INDICADORES ECONÔMICOS Aula 1 Prof Ms Keilla Lopes Mestre em Administração pela UFBA Especialista em Gestão Empresarial pela UEFS Graduada em Administração pela UEFS Contatos: E-mail: keillalopes@ig.com.br Blog: keillalopes.wordpress.com

Leia mais

Gestão de Tecnologias em Saúde na Saúde Suplementar. GRUPO TÉCNICO REVISÃO DO ROL Karla Santa Cruz Coelho Fevereiro/2009

Gestão de Tecnologias em Saúde na Saúde Suplementar. GRUPO TÉCNICO REVISÃO DO ROL Karla Santa Cruz Coelho Fevereiro/2009 Gestão de Tecnologias em Saúde na Saúde Suplementar GRUPO TÉCNICO REVISÃO DO ROL Karla Santa Cruz Coelho Fevereiro/2009 Tecnologias em saúde: considerações iniciais O que é tecnologia em saúde? Medicamentos,

Leia mais

ICEI Índice de Confiança do Empresário Industrial Julho/07 Interiorização da Sondagem

ICEI Índice de Confiança do Empresário Industrial Julho/07 Interiorização da Sondagem Resultado do ICEI - Índice de Confiança do Empresário Industrial - nas Regionais FIESP Projeto de de Opinião CNI (DEPAR/DEPECON) Introdução A Sondagem Industrial é uma pesquisa qualitativa realizada trimestralmente

Leia mais

Boletim eletrônico trimestral sobre a participação das mulheres no mercado de trabalho a partir dos dados da - Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE -

Boletim eletrônico trimestral sobre a participação das mulheres no mercado de trabalho a partir dos dados da - Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE - Boletim eletrônico trimestral sobre a participação das mulheres no mercado de trabalho a partir dos dados da - Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE - Elaboração: (SPM), Fundo de Desenvolvimento das Nações

Leia mais

COMO DETERMINAR O IMPACTO DAS VARIAÇÕES PERCENTUAIS

COMO DETERMINAR O IMPACTO DAS VARIAÇÕES PERCENTUAIS COMO DETERMINAR O IMPACTO DAS VARIAÇÕES! O que é Variação Percentual?! O que é Número Índice?! Como transformar um valor percentual em valor decimal?! Como comparar diferentes taxas percentuais?! Como

Leia mais

Previdência Social Brasília, junho de 2015

Previdência Social Brasília, junho de 2015 Previdência Social Brasília, junho de 2015 1 Década de 1980: A expectativa de vida ao nascer era de 62,5 anos; Transição demográfica no Brasil A maior concentração populacional estava na faixa até 19 anos

Leia mais

Resultados 1T08 (Webcast).

Resultados 1T08 (Webcast). Resultados 1T08 (Webcast). Aviso Importante Este material foi preparado pela Odontoprev S.A. ("Companhia") e pode incluir declarações que representem expectativas sobre eventos ou resultados futuros. Essas

Leia mais

EDUCAÇÃO SOBE MAIS QUE INFLAÇÃO NOS ÚLTIMOS SETE ANOS

EDUCAÇÃO SOBE MAIS QUE INFLAÇÃO NOS ÚLTIMOS SETE ANOS SÃO PAULO, 19 DE FEVEREIRO DE 2004. EDUCAÇÃO SOBE MAIS QUE INFLAÇÃO NOS ÚLTIMOS SETE ANOS TODO INÍCIO DE ANO, PAIS, ESTUDANTES E ESPECIALISTAS EM INFLAÇÃO SE PREPARAM PARA O REAJUSTE DAS MENSALIDADES ESCOLARES

Leia mais

Relatório da Pesquisa de Satisfação dos Beneficiários

Relatório da Pesquisa de Satisfação dos Beneficiários Relatório da Pesquisa de Satisfação dos Beneficiários Objetivos da Pesquisa O objetivo principal da pesquisa é conhecer a satisfação dos consumidores em relação às suas operadoras de planos de saúde. Os

Leia mais

Preços Administrados por Contratos e Monitorados: atualização dos modelos de projeção e dos coeficientes de repasse cambial

Preços Administrados por Contratos e Monitorados: atualização dos modelos de projeção e dos coeficientes de repasse cambial Preços Administrados por Contratos e Monitorados: atualização dos modelos de projeção e dos coeficientes de repasse cambial Os preços administrados por contratos e monitorados ( preços administrados )

Leia mais

INDX apresenta estabilidade em abril

INDX apresenta estabilidade em abril 1-2- 3-4- 5-6- 7-8- 9-10- 11-12- 13-14- 15-16- 17-18- 19-20- 21-22- 23-24- 25-26- 27-28- 29-30- INDX INDX ANÁLISE MENSAL INDX apresenta estabilidade em abril Dados de Abril/11 Número 52 São Paulo O Índice

Leia mais

Aumento do emprego contrasta com desindustrialização em SP e RJ

Aumento do emprego contrasta com desindustrialização em SP e RJ 3 set 2007 Nº 35 Aumento do emprego contrasta com desindustrialização em SP e RJ Por Antonio Marcos Ambrozio Economista da SAE Vagas na indústria de transformação foram deslocadas para outras regiões do

Leia mais

Destaques Bradesco Saúde

Destaques Bradesco Saúde Destaques Bradesco Saúde Presença Nacional Consolidou a liderança do mercado brasileiro de saúde suplementar (em faturamento e em beneficiários) em 2014 12,4% de todas as operadoras de planos e seguros

Leia mais

Jogada Certa. Ampliando conhecimentos sobre Saúde Suplementar

Jogada Certa. Ampliando conhecimentos sobre Saúde Suplementar Jogada Certa Ampliando conhecimentos sobre Saúde Suplementar Verdadeiro ou Falso Dados da Saúde Suplementar De acordo com os dados do IBGE, do ano de 2013, o Brasil ultrapassou o número de 200 milhões

Leia mais

Comparação dos resultados das pesquisas Origem-Destino de 2002 e 2012. Tiago Esteves Gonçalves da Costa

Comparação dos resultados das pesquisas Origem-Destino de 2002 e 2012. Tiago Esteves Gonçalves da Costa Comparação dos resultados das pesquisas Origem-Destino de 2002 e 2012 Tiago Esteves Gonçalves da Costa PRINCIPAIS ALTERAÇÕES OBSERVADAS NA MOBILIDADE COTIDIANA DA RMBH ENTRE 2002 E 2012 Aumento no número

Leia mais

Engenharia Econômica

Engenharia Econômica Engenharia Econômica Aula 1: Conceitos Básicos Lucas Motta Universidade Federal de Pernambuco 23 de Março de 2015 Engenharia Econômica Definição Trata-se de um estudo econômico e financeiro de um projeto,

Leia mais

Instituto Fecomércio/DF

Instituto Fecomércio/DF Instituto Fecomércio/DF Dia das Mães 2013 Expectativa de Vendas do Comércio Varejista do Distrito Federal Maio de 2013 Brasília/DF Sumário 1 - Apresentação... 3 Tabela 1 Amostra por segmento no comércio

Leia mais

Conceito Âncoras Nominais e Metas de Inflação no Brasil

Conceito Âncoras Nominais e Metas de Inflação no Brasil Conceito Âncoras Nominais e Metas de Inflação no Brasil A combinação explosiva entre inflação e recessão verificada em nível mundial durante os anos 70 motivou um interesse crescente em entender a dinâmica

Leia mais

Cobertura de Seguridade Social

Cobertura de Seguridade Social Cobertura de Seguridade Social A cobertura de seguridade social no Brasil: uma análise da componente previdenciária Paulo Tafner e Fabio Giambiagi Buenos Aires, maio/2010 Estrutura do Sistema previdenciário

Leia mais

FICHAS TÉCNICAS INDICADORES DOS INDICADORES DO ÍNDICE DE RECLAMAÇÃO

FICHAS TÉCNICAS INDICADORES DOS INDICADORES DO ÍNDICE DE RECLAMAÇÃO FICHAS TÉCNICAS INDICADORES DOS INDICADORES DO ÍNDICE DE RECLAMAÇÃO 1) ÍNDICE GERAL DE RECLAMAÇÕES (IGR) Conceito Número médio de reclamações de beneficiários de planos privados de saúde, que recorreram

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FIC FI MASTER RENDA FIXA REFERENCIADO DI 02.367.527/0001-84 Informações referentes a Abril de 2016

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FIC FI MASTER RENDA FIXA REFERENCIADO DI 02.367.527/0001-84 Informações referentes a Abril de 2016 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FIC FI MASTER RENDA FIXA REFERENCIADO DI 02.367.527/0001-84 Informações referentes a Abril de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais

Leia mais

1ª Reunião da CT sobre Monitoramento do Relacionamento entre OPS e Prestadores. Rio de Janeiro, 10/09/2013

1ª Reunião da CT sobre Monitoramento do Relacionamento entre OPS e Prestadores. Rio de Janeiro, 10/09/2013 1ª Reunião da CT sobre Monitoramento do Relacionamento entre OPS e Prestadores Rio de Janeiro, 10/09/2013 Agenda Organização e Escopo da CT Conceitos Novo Monitoramento Encaminhamentos 2 Organização: Organização

Leia mais

5 - Preços. 5.1 - Índices gerais

5 - Preços. 5.1 - Índices gerais - Preços Índices gerais Variação % Discriminação 1999 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Mensal IGP-1,9,6 3, 1, -, -,1 1,4 1,6 IPA 1,3 4,,3 1,4 -,6 -,3 1,8,1 IPC,,7 1,3 1,,3,1 1, 1, INCC,1, 1,,6,4,9,3, IGP-M,8

Leia mais

Referências econômico-financeiras. Orientações sobre garantias financeiras e ativos garantidores

Referências econômico-financeiras. Orientações sobre garantias financeiras e ativos garantidores Referências econômico-financeiras Orientações sobre garantias financeiras e ativos garantidores 1 Índice: I. Objetivos 3 II. Lastro e Vinculação 4 III. Saldo de Ativos Garantidores para Provisão de Risco

Leia mais

INDX registra alta de 3,1% em Março

INDX registra alta de 3,1% em Março 14-jan-11 4-fev-11 25-fev-11 18-mar-11 8-abr-11 29-abr-11 2-mai-11 1-jun-11 1-jul-11 22-jul-11 12-ago-11 2-set-11 23-set-11 14-out-11 4-nov-11 25-nov-11 16-dez-11 6-jan-12 27-jan-12 17-fev-12 9-mar-12

Leia mais

Afrânio Ferreira da Silva

Afrânio Ferreira da Silva Afrânio Ferreira da Silva Colaborador da Unimed Goiânia desde junho/1993, com atuação em vários de setores da cooperativa. Gerente de Mercado desde novembro/2008. Formado em Administração de Empresas com

Leia mais

Medidas de Freqüência de Doenças e Problemas de Saúde: Mortalidade, Padronização de taxas

Medidas de Freqüência de Doenças e Problemas de Saúde: Mortalidade, Padronização de taxas Universidade Federal do Rio de Janeiro Programa de Pós P s Graduação em Saúde Coletiva Medidas de Freqüência de Doenças e Problemas de Saúde: Mortalidade, Padronização de taxas Porque Mortalidade? Morte

Leia mais

Sumário PARTE I INTRODUÇÃO 1 PARTE II FERRAMENTAS ANALÍTICAS 41. Capítulo 1 O que é economia ambiental? 2

Sumário PARTE I INTRODUÇÃO 1 PARTE II FERRAMENTAS ANALÍTICAS 41. Capítulo 1 O que é economia ambiental? 2 PARTE I INTRODUÇÃO 1 Capítulo 1 O que é economia ambiental? 2 Análise econômica 2 A importância dos incentivos 4 Incentivos: um exemplo residencial 5 Incentivos e o aquecimento global 7 A criação de políticas

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BRADESCO FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES DIVIDENDOS 06.916.384/0001-73. Informações referentes a Julho de 2016

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BRADESCO FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES DIVIDENDOS 06.916.384/0001-73. Informações referentes a Julho de 2016 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BRADESCO FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES DIVIDENDOS 06.916.384/0001-73 Informações referentes a Julho de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais

Leia mais

Avaliação de impacto do Programa Escola Integrada de Belo Horizonte

Avaliação de impacto do Programa Escola Integrada de Belo Horizonte Avaliação de impacto do Programa Escola Integrada de Belo Horizonte Índice Programa Escola Integrada Avaliação de impacto Amostra Pesquisa Indicadores Resultados Impactos estimados Comentários Programa

Leia mais

Diagnóstico da Convergência às Normas Internacionais IAS 21 - The Effects of Changes in Foreign Exchange Rates

Diagnóstico da Convergência às Normas Internacionais IAS 21 - The Effects of Changes in Foreign Exchange Rates Diagnóstico da Convergência às Normas Internacionais IAS 21 - The Effects of Changes in Foreign Exchange Rates Situação: PARCIALMENTE DIVERGENTE 1. Introdução O IAS 21 The Effects of Changes in Foreign

Leia mais

Economia Brasileira: performance e perspectivas

Economia Brasileira: performance e perspectivas 1 Economia Brasileira: performance e perspectivas DEPECON / FIESP Janeiro de 2005. Ano PIB Total PIB Industrial 1990-4,35-8,18 1991 1,03 0,26 1992-0,54-4,22 2004: 1993 4,92 7,01 1994 5,85 6,73 1995 4,22

Leia mais

O PERFIL DO PROFISSIONAL DE RELAÇÕES GOVERNAMENTAIS

O PERFIL DO PROFISSIONAL DE RELAÇÕES GOVERNAMENTAIS carreira O PERFIL DO PROFISSIONAL DE RELAÇÕES GOVERNAMENTAIS O site RelGov em Foco, que mantém uma página no Facebook, em parceria com a ABRIG, a associação nacional da categoria, fez uma pesquisa com

Leia mais

Índice de Sustentabilidade Empresarial ISE. Índice Janeiro de 2016 Sustentabilidade Empresarial - ISE Confidencial Uso Interno x Público 1

Índice de Sustentabilidade Empresarial ISE. Índice Janeiro de 2016 Sustentabilidade Empresarial - ISE Confidencial Uso Interno x Público 1 Índice de Sustentabilidade Empresarial ISE Índice Janeiro de 2016 Sustentabilidade Empresarial - ISE Confidencial Uso Interno x Público 1 Sustentabilidade em Bolsas de Valores Estímulo à transparência

Leia mais

DIRETORIA DE PESQUISAS DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC. Sistema de Contas Nacionais Brasil Referência 2010. Nota Metodológica nº 11

DIRETORIA DE PESQUISAS DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC. Sistema de Contas Nacionais Brasil Referência 2010. Nota Metodológica nº 11 DIRETORIA DE PESQUISAS DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC Sistema de Contas Nacionais Brasil Referência 2010 Nota Metodológica nº 11 Atividade de Construção Civil (versão para informação e comentários)

Leia mais

O Setor de Saúde na Perspectiva Macroeconômica.

O Setor de Saúde na Perspectiva Macroeconômica. O Setor de Saúde na Perspectiva Macroeconômica. Marcos Paulo Novais Silva José Cechin Superintendente Executivo APRESENTAÇÃO Este trabalho analisa a pesquisa Contas Satélite de Saúde 2005-2007, divulgada

Leia mais

Precificação de Títulos Públicos

Precificação de Títulos Públicos Precificação de Títulos Públicos Precificação de Títulos Públicos > Componentes do preço > Entendendo o que altera o preço Componentes do preço Nesta seção você encontra os fatores que compõem a formação

Leia mais

O DIFICIL FUTURO DAS EMPRESAS DE PERFURAÇÃO NO BRASIL

O DIFICIL FUTURO DAS EMPRESAS DE PERFURAÇÃO NO BRASIL O DIFICIL FUTURO DAS EMPRESAS DE PERFURAÇÃO NO BRASIL Carlos Eduardo Quaglia Giampá; DH Perfuração de Poços Ltda.; Rua Turiassú 389, Perdizes, São Paulo, SP, CEP 05005-001; Fone 11 38755833; giampa@terra.com.br

Leia mais

Ministério da Fazenda. Brasília, junho de 2007

Ministério da Fazenda. Brasília, junho de 2007 Ministério da Fazenda Brasília, junho de 2007 Visão Geral do Programa Vantagens do Tesouro Direto Entendendo o que altera o preço Simulador do Tesouro Direto O que é Tesouro Direto? Em 07 de janeiro de

Leia mais

ESTADO DE SÃO PAULO. Considerando a Deliberação ARSESP N o 308, de 17 de fevereiro de

ESTADO DE SÃO PAULO. Considerando a Deliberação ARSESP N o 308, de 17 de fevereiro de ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 650 Dispõe sobre ajuste provisório dos valores das Margens de Distribuição, atualização do Custo Médio Ponderado do gás e do transporte, sobre o repasse das variações

Leia mais

CUSTOS SOCIAIS E ECONÔMICOS DOS ACIDENTES DE TRÂNSITO EM MARINGÁ

CUSTOS SOCIAIS E ECONÔMICOS DOS ACIDENTES DE TRÂNSITO EM MARINGÁ 1.0 Introdução CUSTOS SOCIAIS E ECONÔMICOS DOS ACIDENTES DE TRÂNSITO EM MARINGÁ Prof. Dr. Joilson Dias Assistente Científica: Cássia Kely Favoretto Costa Departamento de Economia Universidade Estadual

Leia mais

LISTA 5A. 3) Financiamento do investimento: poupança 4) Poupança, crescimento econômico e sistema financeiro

LISTA 5A. 3) Financiamento do investimento: poupança 4) Poupança, crescimento econômico e sistema financeiro 1 LISTA 5A Conceitos importantes: 1) Produto potencial, produto efetivo e produtividade 2) Determinantes da produção e da produtividade de um país 3) Financiamento do investimento: poupança 4) Poupança,

Leia mais

INSTRUÇÃO CONJUNTA Nº. 2, DE XXX DE XXXXXXXXXX DE 2016.

INSTRUÇÃO CONJUNTA Nº. 2, DE XXX DE XXXXXXXXXX DE 2016. INSTRUÇÃO CONJUNTA Nº. 2, DE XXX DE XXXXXXXXXX DE 2016. Estabelece as regras a serem observadas pelas sociedades seguradoras e entidades fechadas de previdência complementar para transferência de riscos

Leia mais

ESTADO DE SÃO PAULO. Considerando a necessidade de não prejudicar o equilíbrio econômicofinanceiro

ESTADO DE SÃO PAULO. Considerando a necessidade de não prejudicar o equilíbrio econômicofinanceiro DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 577 Dispõe sobre ajuste provisório dos valores das Margens de Distribuição, atualização do Custo Médio Ponderado do gás e do transporte, sobre o repasse das variações dos preços do

Leia mais

ENDIVIDAMENTO DAS FAMÍLIAS NAS CAPITAIS BRASILEIRAS

ENDIVIDAMENTO DAS FAMÍLIAS NAS CAPITAIS BRASILEIRAS ENDIVIDAMENTO DAS FAMÍLIAS NAS CAPITAIS BRASILEIRAS EMENTA: O presente estudo tem por objetivo avaliar o impacto da evolução das operações de crédito para pessoas físicas sobre o orçamento das famílias,

Leia mais

Ministério da Fazenda. Rio de Janeiro, novembro de 2007

Ministério da Fazenda. Rio de Janeiro, novembro de 2007 Ministério da Fazenda Rio de Janeiro, novembro de 2007 Visão Geral do Programa Vantagens do Tesouro Direto Entendendo o que altera o preço Simulador do Tesouro Direto O que é Tesouro Direto? Em 07 de janeiro

Leia mais

ANEXO TÉCNICO I: INFORMAÇÕES SOBRE A ÁREA DE PLANEJAMENTO 3.3

ANEXO TÉCNICO I: INFORMAÇÕES SOBRE A ÁREA DE PLANEJAMENTO 3.3 ANEXO TÉCNICO I: INFORMAÇÕES SOBRE A ÁREA DE PLANEJAMENTO 3.3 1 ÁREA DE PLANEJAMENTO 3.3 A Área de Planejamento 3.3 é a área que possui o maior número de bairros do Rio de Janeiro: 29. Possui uma população

Leia mais

Publicação do Sistema Abramge-Sinamge-Sinog - Edição I - N o 01 - Setembro/2014

Publicação do Sistema Abramge-Sinamge-Sinog - Edição I - N o 01 - Setembro/2014 Publicação do Sistema Abramge-Sinamge-Sinog - Edição I - N o 1 - Setembro/214 2 3 A saúde suplementar no Brasil cresceu consistentemente nos últimos anos e o país ocupa lugar de destaque no cenário mundial.

Leia mais

NOTA TÉCNICA 03/2013. IPCA e INPC AMPLIAÇÃO DA ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA

NOTA TÉCNICA 03/2013. IPCA e INPC AMPLIAÇÃO DA ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA NOTA TÉCNICA 03/2013 IPCA e INPC AMPLIAÇÃO DA ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA A partir do mês de janeiro de 2014, com divulgação em fevereiro do mesmo ano, o Sistema Nacional de Índices de Preços ao Consumidor

Leia mais

DIRETORIA DE PESQUISAS - DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC. Sistema de Contas Nacionais - Brasil Referência 2000. Nota Metodológica nº 24

DIRETORIA DE PESQUISAS - DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC. Sistema de Contas Nacionais - Brasil Referência 2000. Nota Metodológica nº 24 DIRETORIA DE PESQUISAS - DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC Sistema de Contas Nacionais - Brasil Referência 2000 Nota Metodológica nº 24 Tabelas Comparativas (versão para informação e comentários)

Leia mais

Investimentos, Endividamento Público e Crescimento Econômico

Investimentos, Endividamento Público e Crescimento Econômico IPEA / DIMAC-GAP 05/2009 Roberto Pires Messenberg Investimentos, Endividamento Público e Crescimento Econômico I Aspectos Conceituais A questão da sustentabilidade da política fiscal deve ser avaliada

Leia mais

COMPETITIVIDADE ECONÔMICA ENTRE AS CULTURAS DE MILHO SAFRINHA E DE SORGO NO ESTADO DE GOIÁS

COMPETITIVIDADE ECONÔMICA ENTRE AS CULTURAS DE MILHO SAFRINHA E DE SORGO NO ESTADO DE GOIÁS COMPETITIVIDADE ECONÔMICA ENTRE AS CULTURAS DE MILHO SAFRINHA E DE SORGO NO ESTADO DE GOIÁS Alfredo Tsunechiro 1, Maximiliano Miura 2 1. Introdução O Estado de Goiás se destaca entre as Unidades da Federação

Leia mais

Resultado de Vendas de Dia dos Namorados 2016

Resultado de Vendas de Dia dos Namorados 2016 Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Santa Catarina Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Santa Catarina Resultado de Vendas de Dia dos Namorados 2016 O perfil do empresário e

Leia mais

Número de consultas médicas (SUS) por habitante F.1

Número de consultas médicas (SUS) por habitante F.1 Número de consultas médicas (SUS) por habitante F.1 1. Conceituação Número médio de consultas médicas apresentadas 1 no Sistema Único de Saúde (SUS) por habitante, em determinado espaço geográfico, no

Leia mais

Lâmina de informações essenciais sobre o Fundo SUMITOMO MITSUI MASTER PLUS FI REF DI CREDITO PRIVADO LONGO PRAZO

Lâmina de informações essenciais sobre o Fundo SUMITOMO MITSUI MASTER PLUS FI REF DI CREDITO PRIVADO LONGO PRAZO Lâmina de informações essenciais sobre o Fundo SUMITOMO MITSUI MASTER PLUS FI REF DI CREDITO PRIVADO LONGO PRAZO Informações referentes a fevereiro de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações

Leia mais

Visão. O efeito China sobre as importações brasileiras. do Desenvolvimento. nº 89 20 dez 2010

Visão. O efeito China sobre as importações brasileiras. do Desenvolvimento. nº 89 20 dez 2010 Visão do Desenvolvimento nº 89 20 dez 2010 O efeito China sobre as importações brasileiras Por Fernando Puga e Marcelo Nascimento Economistas da APE País asiático vende cada vez mais produtos intensivos

Leia mais

INFORMAÇÕES PARA S UBSÍDIAR POLÍTICAS DE S AÚDE

INFORMAÇÕES PARA S UBSÍDIAR POLÍTICAS DE S AÚDE Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos PROJETO PARA APRESENTAÇÃO AO MINISTÉRIO DA SAÚDE INFORMAÇÕES PARA S UBSÍDIAR POLÍTICAS DE S AÚDE 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO Título:

Leia mais

Previdência social no Brasil: desajustes, dilemas e propostas. Paulo Tafner

Previdência social no Brasil: desajustes, dilemas e propostas. Paulo Tafner Previdência social no Brasil: desajustes, dilemas e propostas Paulo Tafner São Paulo - Novembro de 2015. Previdência Social Os fatos Previdência Social Brasileira - 2014 (% do PIB) Previdência Social Brasileira

Leia mais

É PRECISO MELHORAR O ORÇAMENTO COM A ASSISTÊNCIA MÉDICA E ODONTOLÓGICANO TRT DE SÃO PAULO

É PRECISO MELHORAR O ORÇAMENTO COM A ASSISTÊNCIA MÉDICA E ODONTOLÓGICANO TRT DE SÃO PAULO É PRECISO MELHORAR O ORÇAMENTO COM A ASSISTÊNCIA MÉDICA E ODONTOLÓGICANO TRT DE SÃO PAULO O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª. Região TRT 2 tem uma dotação 1 inicial de R$ 26,4 milhões no orçamento de

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 47, DE 4 DE DEZEMBRO DE 2014

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 47, DE 4 DE DEZEMBRO DE 2014 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 47, DE 4 DE DEZEMBRO DE 2014 Altera a Instrução Normativa - IN n.º 13, de 21 de junho de 2006, da Diretoria de Normas e Habilitação dos Produtos - DIPRO, que define os procedimentos

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BRADESCO FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO ADVANCED 01.919.

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BRADESCO FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO ADVANCED 01.919. LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BRADESCO FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO ADVANCED 01.919.660/0001-33 Informações referentes a Maio de 2016 Esta lâmina contém

Leia mais

ELABORAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS

ELABORAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS 1 ELABORAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS Ernesto Friedrich de Lima Amaral 21 de setembro de 2011 Universidade Federal de Minas Gerais Faculdade de Ciências Humanas e Filosofia Departamento de Sociologia e Antropologia

Leia mais

Ministério da Fazenda. Vitória, outubro de 2008

Ministério da Fazenda. Vitória, outubro de 2008 Ministério da Fazenda Vitória, outubro de 2008 Visão Geral do Programa Vantagens do Tesouro Direto Entendendo o que altera o preço Simulador do Tesouro Direto O que é Tesouro Direto? Em 07 de janeiro de

Leia mais

Evolução das Vendas do Varejo Cearense - Setembro de 2013

Evolução das Vendas do Varejo Cearense - Setembro de 2013 Enfoque Econômico é uma publicação do IPECE que tem por objetivo fornecer informações de forma imediata sobre políticas econômicas, estudos e pesquisas de interesse da população cearense. Por esse instrumento

Leia mais

Análise: O preço dos alimentos nos últimos 3 anos e 4 meses

Análise: O preço dos alimentos nos últimos 3 anos e 4 meses 1 São Paulo, 7 de maio de 2008. NOTA À IMPRENSA Análise: O preço dos alimentos nos últimos 3 anos e 4 meses O comportamento recente do preço dos alimentícios tem sido motivo de preocupação, uma vez que

Leia mais

ENASE 2007 TRANSMISSÃO DE ENERGIA: CENÁRIO ATUAL E EVOLUÇÃO DA REGULAÇÃO

ENASE 2007 TRANSMISSÃO DE ENERGIA: CENÁRIO ATUAL E EVOLUÇÃO DA REGULAÇÃO ENASE 2007 A EXPANSÃO DA OFERTA E A SEGURANÇA DO ABASTECIMENTO TRANSMISSÃO DE ENERGIA: CENÁRIO ATUAL E EVOLUÇÃO DA REGULAÇÃO SETEMBRO DE 2007 SEGMENTO DA TRANSMISSÃO Dois mundos: Expansão / novas instalações

Leia mais

Maio 2004. São Paulo. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE

Maio 2004. São Paulo. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Pesquisa Mensal de Emprego Maio 2004 Região Metropolitana de São Paulo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE 1 I) INTRODUÇÃO PESQUISA MENSAL DE EMPREGO ESTIMATIVAS PARA O MÊS DE MAIO DE

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Etec ETec. São José do Rio Pardo Ensino Técnico Código: 150 Município: São José do Rio Pardo Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnico em Administração

Leia mais

Gilmar Ferreira Maio de 2010

Gilmar Ferreira Maio de 2010 Conceitos de déficits e divida pública ECONOMIA DO SETOR PUBLICO Gilmar Ferreira Maio de 2010 Conceitos acima da linha (calculado pelo Tesouro): a) Déficit Nominal: Gastos totais Receitas total b) Déficit

Leia mais

Orçamento é... Expressão quantitativa Plano de aquisição e uso de recursos financeiros Plano de como alocar recursos para cada unidade organizacional

Orçamento é... Expressão quantitativa Plano de aquisição e uso de recursos financeiros Plano de como alocar recursos para cada unidade organizacional Orçamento Empresarial Orçamento é... Expressão quantitativa Plano de aquisição e uso de recursos financeiros Plano de como alocar recursos para cada unidade organizacional Plano, meta, demonstrações pro-forma.

Leia mais

INCLUSÃO NO ENSINO DE FÍSICA: ACÚSTICA PARA SURDOS

INCLUSÃO NO ENSINO DE FÍSICA: ACÚSTICA PARA SURDOS INCLUSÃO NO ENSINO DE FÍSICA: ACÚSTICA PARA SURDOS Jederson Willian Pereira de Castro Helena Libardi Escola Estadual Sinhá Andrade SEE/MG Universidade Federal de Lavras Eixo Temático: Pesquisa e inovação

Leia mais

PRODUTIVIDADE DO TRABALHO Fevereiro de 2014

PRODUTIVIDADE DO TRABALHO Fevereiro de 2014 PRODUTIVIDADE DO TRABALHO Fevereiro de 2014 SUMÁRIO EXECUTIVO A produtividade do trabalho da indústria catarinense variou 2% em fevereiro em relação ao mesmo mês do ano anterior. No primeiro bimestre de

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BNP PARIBAS MASTER CRÉDITO FI RENDA FIXA CRÉDITO PRIVADO LONGO PRAZO

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BNP PARIBAS MASTER CRÉDITO FI RENDA FIXA CRÉDITO PRIVADO LONGO PRAZO LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O CNPJ/MF: Informações referentes a Maio de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o BNP PARIBAS MASTER CRÉDITO FI RENDA FIXA CRÉDITO

Leia mais

ANÁLISE DA EVOLUÇÃO DO CUSTO DA CESTA BÁSICA DE IJUÍ, RS 1

ANÁLISE DA EVOLUÇÃO DO CUSTO DA CESTA BÁSICA DE IJUÍ, RS 1 ANÁLISE DA EVOLUÇÃO DO CUSTO DA CESTA BÁSICA DE IJUÍ, RS 1 Andressa Schiavo 2, Fabiani Schemmer 3, José Valdemir Muenchen 4, Dilson Trennepohl 5, Vinicio Golin De Senna 6, Rayan Bonadiman 7. 1 Trabalho

Leia mais

INDICADORES DE SAÚDE

INDICADORES DE SAÚDE Secretaria de Estado da Saúde Superintendência de Vigilância em Saúde Gerência de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador Coordenação de Vigilância e Controle Ambiental de Vetores INDICADORES

Leia mais

Orçamento Empresarial

Orçamento Empresarial Controladoria Prof. Dr. Fábio Frezatti aula 07 Etapa Financeira Aula 7 Ao final desta aula você: - Inserirá o conceito de gastos, custos, despesas e investimentos na análise do orçamento. - Explicitará

Leia mais