ICEI Índice de Confiança do Empresário Industrial Julho/07 Interiorização da Sondagem
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- Sara Figueiredo Melgaço
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1 Resultado do ICEI - Índice de Confiança do Empresário Industrial - nas Regionais FIESP Projeto de de Opinião CNI (DEPAR/DEPECON) Introdução A Sondagem Industrial é uma pesquisa qualitativa realizada trimestralmente pela CNI e pelas Federações das Indústrias de 19 estados do país (AC, AL, AM, BA, CE, ES, GO, MG, MS, MT, PA, PB, PE, PR, RJ, RN, RS, SC e SP). A Sondagem Industrial foi iniciada no segundo trimestre de 1998, a partir da Sondagem Empresarial da Pequena e Média Indústria, que vinha sendo elaborada desde A Sondagem tem como objetivo principal coletar informações sobre a evolução da atividade da indústria de transformação nacional, bem como identificar o sentimento dos empresários industriais. Tais informações ajudam na compreensão do desempenho da indústria brasileira, bem como na previsão de sua evolução futura. O projeto de interiorização da Sondagem CNI partiu de uma iniciativa do Departamento de Ação Regional (DEPAR) e do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicas (DEPECON) no intuito de aplicar a pesquisa nas regiões do Estado, já realizada para ele como um todo, objetivando obter indicadores regionais do setor industrial para que as entidades sindicais patronais, os industriais, a FIESP, o setor público e os demais agentes possam melhor compreender a dinâmica de comportamento do setor conforme as diferentes localidades em que se situam. A estratégia para operação da pesquisa foi de iniciar com regionais piloto e realizar parcerias com instituições locais de ensino ou pesquisa para colaboração na realização do trabalho de campo, no exercício de análise dos resultados, na produção do relatório e na divulgação do mesmo à imprensa local. Desta forma foram selecionadas três regionais FIESP (Diretorias Regionais FIESP), sendo elas: Diretoria Regional de Bauru; Diretoria Regional de Jundiaí e; Diretoria Regional de Presidente Prudente; sendo que em cada uma delas foram firmadas parcerias com instituições de ensino superior local para o trabalho de campo. Neste sentido, a FIESP, através do DEPAR e DEPECON, apresenta neste documento, um conjunto inédito de indicadores regionais do setor industrial paulista que poderão contribuir para uma melhor compreensão da sua dinâmica e como insumo para o planejamento do setor e de seus agentes. FIESP Departamento de Ação Regional Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos - 1
2 ICEI Índice de Confiança do Empresário Industrial O ICEI Índice de Confiança do Empresário Industrial mede a confiança do empresário industrial sobre a condição e a expectativa para a indústria e para a economia nacional. O índice é baseado em quatro questões, sendo duas de condições (para a empresa e para a economia nos últimos seis meses) e duas de expectativas (para a empresa e para a economia nos próximos seis meses). O indicador é um índice de difusão que varia em uma escala de 0 a 100. Valores abaixo de indicam que os empresários não estão confiantes com relação às condições econômicas, enquanto indicadores acima de significam que os empresários estão confiantes. Pelo fato de ser a primeira versão da pesquisa estratificada para estas novas regiões, não há possibilidade de demonstrar a evolução e comportamento do indicador em uma série temporal. Tal exercício será possível a partir da construção desta série que iniciará já na próxima edição (outubro de 07). No entanto, para efeitos demonstrativos, será realizada um exercício de comparação do resultado das regionais com o resultado obtido na pesquisa para o Estado de São Paulo como um todo. Os resultados obtidos na pesquisa de julho de 07 (Gráfico 1) demonstram otimismo dos empresários industriais entrevistados no Estado (59,2) como um todo. No caso das regiões de Bauru (54,2), Jundiaí (64,7) e Presidente Prudente (,9) se observa que há o mesmo sentimento dos empresários destas regiões, pois o resultado obtido nestas ficou acima dos pontos. Gráfico 1 ICEI - Índice de Confiança da Empresário Industrial Julho de 07 64,7 59,2,9 54,2 Estado de São Paulo DR de Presidente Prudente DR de Bauru DR de Jundiaí Fonte: Sondagem Industrial - CNI/FIESP. Elaboração: DEPAR/FIESP. FIESP Departamento de Ação Regional Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos - 2
3 Apesar de todos demonstrarem o mesmo sentimento constata-se uma diferença no seu grau. Em comparação com o ICEI do Estado (59,2) se observa que o indicador da DR de Presidente Prudente (,9) ficou 8,3 pontos abaixo deste, demonstrando que os empresários industriais desta região, apesar de confiantes, não estão tão confiantes quanto a média dos empresários do Estado. Em sentido oposto, se observa que o ICEI de Jundiaí (64,7) ficou 6,2 pontos acima do indicador do Estado, demonstrando que os empresários desta região estão mais confiantes quanto a média dos empresários do Estado. Já o resultado da DR de Bauru (54,2), 5 pontos abaixo do resultado do Estado, demonstra que o sentimento dos empresários desta região está próximo ao da média dos empresários do Estado. Tais diferenças no grau de sentimento dos empresários podem ser observadas nos quatro indicadores que compõem o ICEI: condição da empresa, condição da economia nacional, expectativa para a empresa e expectativa para a economia nacional. Através do Gráfico 2 é possível constatar que para os empresários industriais da região de Jundiaí as condições atuais da empresa e da economia nacional em relação ao último semestre foram positivas (63,7 e 66,5, respectivamente), enquanto que para os empresários da região de Presidente Prudente tais condições foram avaliadas como negativas (42,2 e 46,8, respectivamente). Já para os empresários da região de Bauru se observa que, apesar da condição da economia nacional (55,8) ter sido avaliada como positiva, a condição da empresa (42,2) foi avaliada como negativa. Gráfico 2 Indicadores de Condição e Expectativa do Empresário Industrial Julho de 07 DR de Jundiaí DR de Bauru DR de Presidente Prudente 63,7 66,5 69,4 67,5 49,1 55,8 42,2 46,8 56,6 55,1 53,8 53, da Empresa da Economia Nacional 0 para a Empresa para a Economia Nacional CONDIÇÃO EXPECTATIVA Fonte: Sondagem CNI. Elaboração: DEPAR/FIESP Já para as expectativas para a empresa e para a economia nacional desses empresários nos próximos seis meses se observa um comportamento contrário. Apesar da expectativa para FIESP Departamento de Ação Regional Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos - 3
4 todos ser de otimismo, há também uma diferenciação no seu grau. Pelo gráfico se observa que os empresários da região de Bauru apresentam um maior otimismo com relação a empresa e a economia nacional (69,4 e 67,5 respectivamente) do que os empresários de Jundiaí (56,6 e 53,8) e Presidente Prudente (55,1 e 53,3), sendo que estes dois últimos demonstram, praticamente, um mesmo grau de otimismo. Tal sentimento pode ser compreendido conforme os indicadores demonstrados na Tabela 1. Seguindo a mesma metodologia da pontuação do ICEI (negativo < < positivo), se observa que, com relação aos indicadores na área verde, que refletem a avaliação dos empresários com relação à condição da empresa no 1º trimestre de 07 em comparação ao trimestre imediatamente anterior, o conjunto de indicadores com resultado positivo (em azul) na região de Jundiaí demonstra que a avaliação dos industriais é que o setor obteve aumento no nível de produção, aumento no número de empregados, uma boa margem de lucro operacional e uma boa situação financeira. Já os resultados negativos (em vermelho) indicam que o estoque de produtos finais obteve queda e que tal estoque foi abaixo do desejado/planejado pela indústria, reflexo do aumento no nível de produção e de uma razoável utilidade da capacidade instalada na indústria (79%). Com relação ao crédito, o resultado negativo indica que o setor obteve dificuldade em acessá-lo. Quanto à avaliação dos industriais das regiões de Bauru e Presidente Prudente, o conjunto destes mesmos indicadores aponta que apesar do aumento no nível de produção, do aumento no número de empregados e do bom nível do estoque de produtos finais (apesar de estarem levemente abaixo do desejado) do setor nestas regiões, estes industriais consideram que a indústria obteve resultados ruins na margem de lucro operacional e na situação financeira da empresa. O crédito para estes industriais, assim como para os de Jundiaí, também fora de difícil acesso. Tabela 1 Indicadores Avaliados pela Sondagem Indicadores Jundiaí Bauru Presidente Prudente Volume de produção 62,5 62,2 56,1 Evolução do núm. de empregados 58,6 55,3 54,7 Util. da capacidade instalada (%) 79,0 80,0 80,0 Nível de estoque dos produtos finais 46,6 51,1 58,5 Estoque Planejado/Desejado 47,1 49,5 49,9 Margem de lucro operacional 53,0,0 31,5 Situação Financeira 54,8 44,7 47,8 Acesso ao crédito 47,2 49,6 39,1 Demanda por produtos 68,5 55,3 57,1 Número de empregados 54,9 46,9 54,1 Compras de matéria-prima 66,6 57,9 56,5 Exportação 48,1 55,6 45,4 Fonte: Sondagem CNI - Julho de 07. Elaboração: DEPAR/FIESP. FIESP Departamento de Ação Regional Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos - 4
5 Com relação aos indicadores na área amarela, que refletem a perspectiva para os próximos seis meses, se observa que a expectativa dos industrias de Jundiaí e de Presidente Prudente é de aumento na demanda do mercado pelos seus produtos, aumento no número de empregados pela indústria e aumento na compra de matéria-prima para produção, mas de queda no nível de exportação da indústria. Já para os industriais da região de Bauru, há uma expectativa de aumento tanto na demanda do mercado pelos seus produtos e na compra de matéria-prima para produção, como no nível de exportação da indústria. No entanto, estes industriais apresentam expectativa de queda no número de empregados pelo setor. FIESP Departamento de Ação Regional Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos - 5
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