Avaliação de impacto do Programa Escola Integrada de Belo Horizonte

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Avaliação de impacto do Programa Escola Integrada de Belo Horizonte"

Transcrição

1 Avaliação de impacto do Programa Escola Integrada de Belo Horizonte

2 Índice Programa Escola Integrada Avaliação de impacto Amostra Pesquisa Indicadores Resultados Impactos estimados Comentários

3 Programa Programa Escola Integrada da Prefeitura de Belo Horizonte: Objetivo: contribuir para a melhoria da qualidade da educação, por meio da ampliação da jornada educativa dos estudantes Público: alunos do ensino fundamental das escolas municipais Estratégia: transformar espaços próximos à escola em locais de aprendizado Agentes envolvidos: diferentes esferas governamentais, escolas, instituições de ensino superior e ONGs.

4 Atividades no contra-turno escolar: realizadas por monitores (alunos universitários) e agentes culturais (da comunidade local) diferentes áreas do conhecimento: Programa 60% ações de acompanhamento pedagógico e conhecimentos específicos 40% ações de esporte, cultura, lazer e artes, e de formação pessoal e social atividades realizadas dentro e fora da escola Igrejas, ONGs, Associações de Moradores, Clubes e Academias, Parques, Campos de Futebol, entre outros

5 Programa Início do programa em 2007 (piloto em 2006): 42 escolas integradas em junho de 2007 Critérios de participação: vulnerabilidade social (proporção de beneficiários do bolsa-família nas escolas) e disponibilidade de espaços públicos no entorno das escolas. adesão voluntária das escolas e dos alunos

6 Rede Municipal 181 Escolas 098 Associações 174 Parques 051 Núcleos Esportivos 309 Equip. Esportivos

7 Avaliação de impacto A avaliação de impacto pressupõe a comparação de 2 grupos, de beneficiários (ou tratamento) e de comparação (ou controle) Além disso, leva em conta problemas de seleção ( controle de características entre grupos) para garantir comparabilidade entre grupos, e inferência de causalidade entre Programa e impactos estimados

8 Amostra Amostra total: 165 escolas (140 mil alunos) 30 escolas 2675 alunos 165 entrevistas institucionais Amostra de 30 escolas 60 participantes (Total: 882) 15 tratamento 15 controle 60 não participantes (Total: 893) 60 não participantes (Total: 900)

9 Pesquisa entrevistas com os responsáveis pelos alunos, nos domicílios entrevistas institucionais, realizadas nas escolas: por escola: 1 diretor, 2 professores, 1 professor comunitário, 2 monitores e 2 agentes culturais comunitários pesquisa de campo: Nov/Dez de 2007 entrevistas incluem perguntas retrospectivas

10 Indicadores Categorias de Análise: identificação de elementos que criem as possibilidades ou o ambiente de capacitação para melhoria do desempenho escolar Dimensões de impacto contempladas: indicadores educacionais e culturais, indicadores gerais de bem-estar, socialização e convivência, alocação do tempo da criança e de seu responsável

11 Resultados Seletividade na participação no Programa: maior proporção de bolsa-família, menor nível de posse de bens, menor escolaridade e maior probabilidade de desemprego do chefe do domicílio, crianças mais jovens necessidade de técnicas econométricas

12 Resultados A seguir, apresentação de: Comparação de resultados entre grupos (sem controle): dentro da escola participante (Comparação 1) em uma escola não participante (Comparação 2) Impacto: controlando-se por seleção (por características dos alunos) verificação se impactos diferenciados por tipos de escolas alguns comentários dos agentes escolares

13 Resultados Características utilizadas nas estimativas: a) Criança: idade, sexo, raça b) Responsável: idade, sexo, anos de estudo c) Família e do domicílio: chefe feminino, domicílio próprio, identificação da rua, tipologia de posse de bens, recebimento de benefício de transferência de renda, número de cômodos per capita

14 Resultados d) Escolas: estrutura (2 tipos baseados na infra-estrutura); índice de vulnerabilidade social; índice de complexidade sócioeconômica; taxa de distorção idade-série; taxa de abandono

15 Leitura Leitura de Jornais e Revistas Tratamento Comparação 1 Comparação 2 Aumento da Leitura 18 p.p 11 p.p 9 p.p Valores em % 62% 60% Leitura de Livros Tratamento Comparação 1 Comparação 2 Aumento da Leitura 12 p.p 10 p.p 6 p.p Valores em % 69% 69%

16 Leitura Aumento diferencial entre grupos (p.p.) Leitura de jornais e revistas Leitura de livros Tratamento vs. Comparação 1 0,07 0,08 Tratamento vs. Comparação 2 0,09 0,09 Com controles pelas características das escolas: em escolas com pior infraestrutura, os diferenciais (ou impacto) de leitura de jornais e revistas são maiores.

17 Uso do computador Uso do computador Tratamento Comparação 1 Comparação 2 Aumento do Uso 50 p.p 25 p.p 14 p.p Valores em % 41% 42%

18 Uso do computador Aumento diferencial entre grupos (p.p.) Uso do computador Tratamento vs. Comparação 1 0,26 Tratamento vs. Comparação 2 0,35 Com controles pelas características das escolas: o efeito está concentrado nas escolas com maior índice de vulnerabilidade social

19 Cultura e esporte Freqüência a atividades culturais Tratamento Aumento 12 p.p Comparação 1 3 p.p Comparação 2 1 p.p Valores em % 59% 49% Prática de esportes Aumento 24 p.p 7 p.p 3 p.p Valores em % 71% 65% Informações e Cultura Geral Há melhora após Programa 68% 60% 62%

20 Cultura e esporte Aumento diferencial entre grupos (p.p.) Tratamento vs. Comparação 1 Tratamento vs. Comparação 2 Freqüência a atividades culturais Prática de esportes 0,08 0,12 0,13 0,12 Diferencial de melhora após Programa Informações e Cultura Geral 0,09 0,07 Com controles pelas características das escolas: Para atividades culturais: efeito concentrado nas escolas com maior índice de vulnerabilidade social Para a prática de esportes: diferenciais reforçados em parte pela melhor infra-estrutura da escola

21 Saúde Percentual de melhora após Programa Tratamento Comparação 1 Comparação 2 Lavar a mão 62% 54% 53% Escovar os dentes 62% 55% 54% Tomar banho 58% 53% 50% Estado Geral de saúde 48% 47% 54% Diversificação da alimentação 62% 55% 50%

22 Saúde Lavar a mão Diferencial de melhora entre grupos (p.p.) Tratamento vs. Comparação 1 0,08 Tratamento vs. Comparação 2 0,10 Escovar os dentes 0,07 0,12 Tomar banho 0,05 0,10 Estado geral de saúde 0,06 Diversificação da alimentação 0,08 0,12 Com controles pelas características das escolas: o efeito está concentrado nas escolas com maior índice de vulnerabilidade social

23 Estudo Percentual de melhora após Programa Tratamento Comparação 1 Comparação 2 Motivação com o conteúdo das disciplinas 65% 57% 54% Número de horas estudadas 68% 54% 48% Responsabilidade com as Lições de Casa 60% 55% 49% Mudança no hábito de fazer a lição (criança respondeu) 8% 5% 4% Motivação com as Atividades Extra-Classe 68% 55% 53% Motivação para ir a Escola 70% 60% 52%

24 Estudo Motivação com o conteúdo das disciplinas Diferencial de melhora entre grupos (p.p.) Tratamento vs. Comparação 1 0,08 Tratamento vs. Comparação 2 0,09 Número de horas estudadas Responsabilidade com as Lições de Casa Mudança no hábito de fazer a lição (criança respondeu) Motivação com as Atividades Extra- Classe Motivação para ir a Escola 0,13 0,05 0,14 0,13 0,19 0,10 0,06 0,17 0,17 Com controles pelas características das escolas: o efeito está concentrado nas escolas com maior índice de complexidade

25 Interação social Percentual de melhora após Programa Interação Tratamento Comparação 1 Comparação 2 Família 58% 55% 53% Amigos 56% 54% 55% Colegas 59% 56% 54% Comunidade 54% 51% 52% Professores 61% 56% 53%

26 Interação social Diferencial de melhora entre grupos (p.p.) Interação Família Tratamento vs. Comparação 1 Tratamento vs. Comparação 2 0,06 Amigos Colegas 0,05 Comunidade Professores 0,08 Com controles pelas características das escolas: em escolas com pior estrutura, os diferenciais entre os grupos (ou efeitos do programa) são maiores

27 Interação social No curto prazo não foi possível constatar impacto de interação social, quando baseado na percepção da família. Na visão dos agentes das escolas professores e diretores -, ao contrário, esta percepção é de há impacto do Programa em termos da interação dos alunos com a comunidade e com colegas.

28 Comportamento Percentual de melhora após Programa Tratamento Comparação 1 Comparação 2 Comunicação 68% 63% 62% Diminuição de agressividade 33% 26% 30%

29 Comportamento Diferencial de melhora entre grupos (p.p.) Comunicação Tratamento vs. Comparação 1 Tratamento vs. Comparação 2 Diminuição de agressividade 0,06

30 Alocação do tempo da criança (em minutos) Tratamento vs. Comparação 1 Tratamento vs. Comparação 2 Tratamento em 2006 Afazeres domésticos -3,47 18 Cuidado a crianças, idosos, etc., no domicílio 12 Estudo na escola 150,20 152, Estudo em casa -9,34-10,64 63 Leitura de jornais, revistas ou livros 25 Atividade econômica com rendimento em casa 0 Atividade econômica com rendimento fora de casa -1,70 1 Trabalho comunitário 2 Atividades culturais 8,65 13,03 67 Lazer na escola 43,71 42,04 73 Lazer fora da escola -27,55-23, Alimentação 59 Esporte na escola 31,05 28,90 53 Esporte fora da escola 5,46 8,70 42 Assistir televisão -36,47-34, Descansar e dormir -3,87 522

31 Alocação do tempo da criança (em minutos) Diferenças observadas não sugerem uma realocação do tempo das crianças participantes do Programa, no sentido de que eles deixam de fazer alguma atividade para se dedicar ao tempo no Programa, mas uma ocupação de tempo ocioso, em que não havia declaração de atividade alguma no ano anterior

32 Alocação do tempo do responsável (em minutos) Tratamento vs. Comparação 1 Tratamento vs. Comparação 2 Tratamento em 2006 Cuidado com higiene da criança -3,75 53 Preparo de refeições -2,83-4,45 87 Orientação do estudo da criança -3,51-5,02 61 Cuidado a crianças, idosos, etc., no domicílio -7, Outras atividades domésticas 148 Estudo 26 Leitura -2,30 36 Atividade econômica com rendimento em casa 26 Atividade econômica com rendimento fora de casa 15,04 18, Trabalho comunitário 10 Procura de trabalho -10,28 29 Outra atividade econômica sem rendimento fora de casa Atividades culturais 39 Atividades físicas 18 Alimentação 55 Descanso

33 Entrevistas institucionais Em termos gerais, todos os agentes destacam um aumento do interesse e da motivação das crianças participantes do Programa em relação à escola, ainda, neste momento, insuficiente para aumentar o desempenho escolar, na opinião dos professores (comparação entre grupos). Em relação ao Programa, as maiores dificuldades mencionadas se referem a questões de implementação do Programa ou a características intrínsecas às famílias, e não diretamente à concepção do Programa.

34 Transbordamentos Na maior parte das dimensões, maiores valores de diferenciais do grupo de participantes do Programa em relação ao grupo de não participantes de fora da escola possível interpretar como um efeito de spillover: disseminação dos resultados positivos do programa para os não participantes dentro das escolas participantes; contudo, os resultados de diferenciais na alocação do tempo no final de semana maiores em relação ao grupo de comparação de dentro da escola sugerem que os alunos não participantes não levam para o ambiente fora da escola o efeito de spillover

35 Eqüidade Muitos impactos foram reforçados pelo nível de vulnerabilidade social: indicação de impacto eqüitativo do Programa Destacam-se os seguintes tópicos: uso de computador, freqüência a atividades culturais, hábitos de higiene e alimentação, redução do tempo da criança alocado a afazeres domésticos.

36 Comentários Conclusivos Impactos positivos do Programa em quase todas as dimensões analisadas: desenvolvimento no curto prazo (1 ano de Programa) de um ambiente de melhores condições de capacitação das crianças, que constitui condição necessária e crucial para a melhora do desempenho escolar destas crianças.

DESAFIOS PARA GARANTIR O TRABALHO DECENTE PARA OS/AS JOVENS, COM ESPECIAL ATENÇÃO ÀS QUESTÕES DE GÊNERO E RAÇA

DESAFIOS PARA GARANTIR O TRABALHO DECENTE PARA OS/AS JOVENS, COM ESPECIAL ATENÇÃO ÀS QUESTÕES DE GÊNERO E RAÇA DESAFIOS PARA GARANTIR O TRABALHO DECENTE PARA OS/AS JOVENS, COM ESPECIAL ATENÇÃO ÀS QUESTÕES DE GÊNERO E RAÇA FORUM NACIONAL TRABALHO DECENTE PARA OS JOVENS: FORTALECENDO A AGENDA NACIONAL DE TRABALHO

Leia mais

A realidade do SAB para as crianças e adolescentes de 7 a 14 anos. O acesso à Educação

A realidade do SAB para as crianças e adolescentes de 7 a 14 anos. O acesso à Educação 33 A realidade do SAB para as crianças e adolescentes de 7 a 14 anos. Quase 5 milhões de crianças e adolescentes, com idade entre 7 e 14 anos (18,8% da população da região) vivem no Semi-árido. No Brasil,

Leia mais

Os Processos de Construção e Implementação de Políticas Públicas para Crianças e Adolescentes em Situação de Rua 1

Os Processos de Construção e Implementação de Políticas Públicas para Crianças e Adolescentes em Situação de Rua 1 1 Os Processos de Construção e Implementação de Políticas Públicas para Crianças e Adolescentes em Situação de Rua 1 Boletim de Pesquisa n. 2, outubro de 2009. Um projeto do Centro Internacional de Estudos

Leia mais

RELATÓRIO DA PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL DO TRT DA 13ª REGIÃO

RELATÓRIO DA PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL DO TRT DA 13ª REGIÃO RELATÓRIO DA PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL DO TRT DA 13ª REGIÃO A Presidência do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, através da Assessoria de Gestão Estratégica AGE, realizou em consonância

Leia mais

INSTITUIÇÃO DE ENSINO

INSTITUIÇÃO DE ENSINO IV INSTITUIÇÃO DE ENSINO 4.1 Termo de Adesão 4.2 Formulário de Identificação 4. Uso de imagem organizacional 4.4 Uso de imagem pessoal 4.5 Diretrizes para o envio de evidências 4.6 Questionário ANEXO 2.1

Leia mais

Discussão de gênero com olhar na sustentabilidade: O papel da mulher no Sistema Unimed. Heloisa Covolan

Discussão de gênero com olhar na sustentabilidade: O papel da mulher no Sistema Unimed. Heloisa Covolan Discussão de gênero com olhar na sustentabilidade: O papel da mulher no Sistema Unimed Heloisa Covolan A mulher representa 52% da população brasileira. Quase 4 milhões a mais que os homens. 3 Metade das

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Betim, MG 30/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 346,8 km² IDHM 2010 0,749 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 378089 hab. Densidade demográfica

Leia mais

PROJETO BÁSICO DE CURSO EM EaD. JUSTIFICATIVA (análise de cenário / análise das características da Instituição):

PROJETO BÁSICO DE CURSO EM EaD. JUSTIFICATIVA (análise de cenário / análise das características da Instituição): PROJETO BÁSICO DE CURSO EM EaD JUSTIFICATIVA (análise de cenário / análise das características da Instituição): - Objetivos da Instituição; - Programas da Instituição (citar, indicar em que fase estão

Leia mais

SÍNTESE DO LEVANTAMENTO DE DEMANDAS DE PROJETOS DO TERRITÓRIO

SÍNTESE DO LEVANTAMENTO DE DEMANDAS DE PROJETOS DO TERRITÓRIO SÍNTESE DO LEVANTAMENTO DE DEMANDAS DE PROJETOS DO TERRITÓRIO Ministério do Meio Ambiente O Projeto de Elaboração do Plano de Desenvolvimento Territorial Sustentável Socioambientais Prioritários/Vale do

Leia mais

Projeto de Inclusão Social

Projeto de Inclusão Social -,:;. Projeto de Inclusão Social RELATÓRIO APRESENTADO PARA CONCORRER AO 2 PRÊMIO INOVAR BH, CONFORME EDITAL SMARH N 01/201. BELO HORIZONTE 2014. Projeto de Inclusão Social Maria Antonieta Ferreira Introdução

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO DE VOLUNTÁRIOS PARA DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES NO NÚCLEO DE PROJETOS COMUNITÁRIOS DA PUCPR

EDITAL DE SELEÇÃO DE VOLUNTÁRIOS PARA DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES NO NÚCLEO DE PROJETOS COMUNITÁRIOS DA PUCPR EDITAL DE SELEÇÃO DE VOLUNTÁRIOS PARA DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES NO NÚCLEO DE PROJETOS COMUNITÁRIOS DA PUCPR O Núcleo de Projetos comunitários (NPC) da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR),

Leia mais

LEI DE INCENTIVO AO ESPORTE

LEI DE INCENTIVO AO ESPORTE SECRETARIA NACIONAL DE ESPORTE EDUCACIONAL Palestra: Douglas Morato Ferrari Aspectos Normativos e a Manifestação Esporte Educacional. Enquadramento Normativo Elementos e Focos de Análise Técnica Disfunções

Leia mais

Cenário Educacional Brasileiro. Instituto Algar

Cenário Educacional Brasileiro. Instituto Algar Cenário Educacional Brasileiro Instituto Algar Equador, Guayaquil, Setembro 2011 Cenários Dados Sociais Brasileiros Dados Educacionais Brasileiros Contribuição da Algar para a Educação Pesquisa Censo GIFE

Leia mais

PLANO DE ATIVIDADES DE ESTÁGIO (PAE)

PLANO DE ATIVIDADES DE ESTÁGIO (PAE) Núcleo de Apoio à Prática Profissional das Licenciaturas CURSOS DE LICENCIATURAS PLANO DE ATIVIDADES DE ESTÁGIO (PAE) ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO Atualizado em 17 jun 2016 5º. PERÍODO 4º. PERÍODO

Leia mais

Programa Saúde na Escola- PSE

Programa Saúde na Escola- PSE - Promoção da Alimentação Saudável- Ações para Promoção de Saúde na Escola e Desafios para sua implementação. Programa Saúde na Escola- PSE Equipe: Keila Fortes- Nutricionista FMS Maria do Rosário de Fátima

Leia mais

PENSE Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar 2012

PENSE Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar 2012 PENSE Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar 2012 ABRANGÊNCIA Constitui importante instrumento para subsidiar com informações os gestores, dando sustentabilidade ao Sistema Nacional de Monitoramento da

Leia mais

PERFIL DAS MULHERES empreendedoras da Região Metropolitana do Rio de Janeiro

PERFIL DAS MULHERES empreendedoras da Região Metropolitana do Rio de Janeiro PERFIL DAS MULHERES empreendedoras da Região Metropolitana do Rio de Janeiro NOTA CONJUNTURAL DO OBSERVATÓRIO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, JUNHO DE 2012 12 2012 PANORAMA GERAL

Leia mais

Foto: Harald Schistek

Foto: Harald Schistek Foto: Harald Schistek 43 A adolescência é uma fase especial de afirmação da autonomia do indivíduo, vital para o exercício da cidadania e de seus múltiplos direitos. Caracteriza-se por uma etapa do desenvolvimento

Leia mais

Perguntas Freqüentes. 1. PST no Mais Educação

Perguntas Freqüentes. 1. PST no Mais Educação Perguntas Freqüentes 1. PST no Mais Educação O Segundo Tempo no Mais Educação é fruto da parceria entre o Ministério do Esporte e o Ministério da Educação e se desenvolve por meio da adesão voluntária

Leia mais

PLANO DE AÇÃO - EQUIPE PEDAGÓGICA

PLANO DE AÇÃO - EQUIPE PEDAGÓGICA PLANO DE AÇÃO - EQUIPE PEDAGÓGICA JUSTIFICATIVA O ato de planejar faz parte da história do ser humano, pois o desejo de transformar sonhos em realidade objetiva é uma preocupação marcante de toda pessoa.

Leia mais

l Seminário SUSEP de Educação Financeira 19 de Maio Hotel Prodigy SDU

l Seminário SUSEP de Educação Financeira 19 de Maio Hotel Prodigy SDU l Seminário SUSEP de Educação Financeira 19 de Maio Hotel Prodigy SDU 1 Quem Somos? 2 Players Iniciativa Realização Patrocínio Parceria Execução Ministério do Trabalho e Previdência Social Ministério do

Leia mais

Controle Social no Programa Bolsa Família 1

Controle Social no Programa Bolsa Família 1 Controle Social no Programa Bolsa Família 1 Definição É o acompanhamento efetivo da sociedade civil na gestão do Programa Bolsa Família como contribuição para uma maior transparência das ações do Estado

Leia mais

SISTEMÁTICA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

SISTEMÁTICA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO SISTEMÁTICA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO JÚLIO MÜLLER DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO OUTUBRO DE 2013 SUMÁRIO MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO... 1 1. Núcleo de Informações

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 1. Governo do Estado da Bahia Secretaria do Planejamento (Seplan) Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI)

NOTA TÉCNICA Nº 1. Governo do Estado da Bahia Secretaria do Planejamento (Seplan) Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) Governo do Estado da Bahia Secretaria do Planejamento (Seplan) Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) NOTA TÉCNICA Nº 1 resultados

Leia mais

Desenvolvimento Humano e Social

Desenvolvimento Humano e Social Desenvolvimento Humano e Social Índices de Desenvolvimento Na seção referente aos índices de desenvolvimento, foram eleitos para análise o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M), o Índice de

Leia mais

IV Encontro Pedagógico do IFAM

IV Encontro Pedagógico do IFAM IV Encontro Pedagógico do IFAM Mesa temática III: Órgãos Reguladores e Processos de Auditoria na EPT Palestrante: Samara Santos dos Santos Responsável pela Auditoria Interna do IFAM Manaus, 01 de junho

Leia mais

A Tipificação e o Protocolo de Gestão Integrado

A Tipificação e o Protocolo de Gestão Integrado A Tipificação e o Protocolo de Gestão Integrado Acompanhamento Familiar Construção do Meu ponto de Vista acerca do Protocolo e da Tipificação Quais as mudanças percebidas na gestão dos CRAS a partir da

Leia mais

PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO: ESTRATÉGIA INDUTORA DA EDUCAÇÃO INTEGRAL, EM TEMPO INTEGRAL NO BRASIL

PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO: ESTRATÉGIA INDUTORA DA EDUCAÇÃO INTEGRAL, EM TEMPO INTEGRAL NO BRASIL Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Diretoria de Currículos e Educação Integral Coordenação Geral de Educação Integral PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO: ESTRATÉGIA INDUTORA DA EDUCAÇÃO INTEGRAL,

Leia mais

Metodologia de Investigação Educacional I

Metodologia de Investigação Educacional I Metodologia de Investigação Educacional I Desenhos de Investigação Isabel Chagas Investigação I - 2004/05 Desenhos de Investigação Surveys (sondagens) Estudos Experimentais Estudos Interpretativos Estudos

Leia mais

Sumário. 1. A AGERBA e o Relacionamento com a Sociedade. 2. Projeto Crescendo: regulação e cidadania ativa

Sumário. 1. A AGERBA e o Relacionamento com a Sociedade. 2. Projeto Crescendo: regulação e cidadania ativa Sumário 1. A AGERBA e o Relacionamento com a Sociedade 2. Projeto Crescendo: regulação e cidadania ativa Papel do Regulador Promover o equilíbrio entre usuários, prestadores e o poder concedente, em prol

Leia mais

PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO

PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO Justificativa. Considerando a necessidade da organização, coordenação e implementação de uma melhor qualidade no processo ensino e aprendizagem se faz necessário o trabalho

Leia mais

ELABORAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS

ELABORAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS 1 ELABORAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS Ernesto Friedrich de Lima Amaral 21 de setembro de 2011 Universidade Federal de Minas Gerais Faculdade de Ciências Humanas e Filosofia Departamento de Sociologia e Antropologia

Leia mais

Plano de Habitação de Interesse Social do Porto PHIS-Porto. Reunião Pública Diagnóstico 18/06/2015

Plano de Habitação de Interesse Social do Porto PHIS-Porto. Reunião Pública Diagnóstico 18/06/2015 Plano de Habitação de Interesse Social do Porto PHIS-Porto Reunião Pública Diagnóstico 18/06/2015 Diagnóstico do Setor Habitacional Objetivos _ Levantamento de dados que quantifiquem e qualifiquem as necessidades

Leia mais

OFICINA 3 IGM Indicadores de Governança Municipal Projeto SEP: PLANEJAMENTO E FORMAS ORGANIZACIONAIS DAS POLÍTICAS PÚBLICAS MUNICIPAIS / REGIONAIS

OFICINA 3 IGM Indicadores de Governança Municipal Projeto SEP: PLANEJAMENTO E FORMAS ORGANIZACIONAIS DAS POLÍTICAS PÚBLICAS MUNICIPAIS / REGIONAIS Objetivo: OFICINA 3 IGM Projeto SEP: PLANEJAMENTO E FORMAS ORGANIZACIONAIS DAS POLÍTICAS PÚBLICAS MUNICIPAIS / REGIONAIS Contribuir com a SEP, analisando o processo de planejamento nos municípios, por

Leia mais

Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009

Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009 Diretoria de Pesquisas Coordenação de Trabalho e Rendimento Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009 Perfil das Despesas Indicadores Selecionados 14/09/2012 POF 2008 2009 Objetivos: Investigação dos

Leia mais

INSTRUMENTO DE AUTO-AVALIAÇÃO

INSTRUMENTO DE AUTO-AVALIAÇÃO INSTRUMENTO DE AUTO-AVALIAÇÃO 1 2 CADASTRO DA ESCOLA 1. Identificação da Escola 2. Níveis e modalidades de ensino oferecidas PRÊMIO NACIONAL DE REFERÊNCIA EM GESTÃO ESCOLAR 2003 INSTRUMENTO DE AUTO -AVALIAÇÃO

Leia mais

EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA SELEÇÃO DE PROJETOS FINANCIADOS PELO FUNDO MUNICIPAL DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE TANGARÁ DA SERRA, MT - N.

EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA SELEÇÃO DE PROJETOS FINANCIADOS PELO FUNDO MUNICIPAL DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE TANGARÁ DA SERRA, MT - N. EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA SELEÇÃO DE PROJETOS FINANCIADOS PELO FUNDO MUNICIPAL DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE TANGARÁ DA SERRA, MT - N.º 001/2016 O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente

Leia mais

Universidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Saúde Departamento de Saúde Comunitária. Professor: Walfrido Kühl. Svoboda MÉTODOS E MEIOS DE

Universidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Saúde Departamento de Saúde Comunitária. Professor: Walfrido Kühl. Svoboda MÉTODOS E MEIOS DE Universidade Federal do Paraná Setor de Ciências da Saúde Departamento de Saúde Comunitária Disciplina: Saúde Pública P I (MS052) Professor: Walfrido Kühl Svoboda MÉTODOS E MEIOS DE EDUCAÇÃO SANITÁRIA

Leia mais

Março/2016 Março/2016

Março/2016 Março/2016 São Paulo 2030 Março/2016 Março/2016 2 de 80 OBJETIVO Mapear as opiniões e as percepções dos moradores da cidade da São Paulo em relação a temas do cotidiano e à prestação de políticas públicas, bem como

Leia mais

Público Alvo: Empresas de micro e pequeno porte do setor de Tecnologia da Informação.

Público Alvo: Empresas de micro e pequeno porte do setor de Tecnologia da Informação. GESTÃO COMERCIAL Entidade Proponente: IEL/NR Minas Gerais e SEBRAE Minas Público Alvo: Empresas de micro e pequeno porte do setor de Tecnologia da Informação. OBJETIVOS Geral: Apresentar abordagens integradas

Leia mais

Matriz de Ações 2013 As ações constantes neste relatório estão sendo executadas no Território da Cidadania: Curimataú - PB

Matriz de Ações 2013 As ações constantes neste relatório estão sendo executadas no Território da Cidadania: Curimataú - PB Matriz de Ações 2013 As ações constantes neste relatório estão sendo executadas no Território da Cidadania: Curimataú - PB Matriz de Ações 2013 1 Min. da Educação - MEC 1 Programa Mais Educação Campo Matriz

Leia mais

Gerenciamento de Integração. Prof. Anderson Valadares

Gerenciamento de Integração. Prof. Anderson Valadares Gerenciamento de Integração Prof. Anderson Valadares 1. Conceito A área de conhecimento em gerenciamento de integração do projeto inclui processos e as atividades necessárias para identificar, definir,

Leia mais

Para garantir uma prestação de serviços de qualidade nas APAEs é fundamental que haja um Gerenciamento de Recursos Humanos com objetivos claros.

Para garantir uma prestação de serviços de qualidade nas APAEs é fundamental que haja um Gerenciamento de Recursos Humanos com objetivos claros. Para garantir uma prestação de serviços de qualidade nas APAEs é fundamental que haja um Gerenciamento de Recursos Humanos com objetivos claros. AS PESSOAS DETERMINAM A CAPACIDADE DE DESEMPENHO DE UMA

Leia mais

Segurança e Insegurança Alimentar na Amazônia- Desigualdades e desafios

Segurança e Insegurança Alimentar na Amazônia- Desigualdades e desafios Segurança e Insegurança Alimentar na Amazônia- Desigualdades e desafios Ana Maria Segall Corrêa CONSEA Nacional GT de Indicadores e Monitoramento Junho de 2015 Objetivo Descrever a situação atual da SAN

Leia mais

Manutenção total aplicada em ferramentarias

Manutenção total aplicada em ferramentarias Manutenção total aplicada em ferramentarias Por: Sérgio Borcato Roberto Mariotti A medição da eficiência dos equipamentos de manufatura vem se tornando essencial para a resolução de problemas e para melhoria

Leia mais

Plano de Promoção. e Proteção dos Direitos da Criança. do Concelho de Marvão

Plano de Promoção. e Proteção dos Direitos da Criança. do Concelho de Marvão Plano de Promoção e Proteção dos Direitos da Criança do Concelho de Marvão 1 Índice Introdução I. Fundamentação A - Estratégias 1 Estudo e análise da realidade concelhia. 2 Promoção dos Direitos da Criança...

Leia mais

NORMA OPERACIONAL DO SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NOB/SUAS

NORMA OPERACIONAL DO SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NOB/SUAS NORMA OPERACIONAL DO SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NOB/SUAS 2.5 Condições de Habilitação e Desabilitação dos Municípios I. Da Habilitação Para habilitação dos municípios nos níveis de gestão definidos

Leia mais

PCN - PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS

PCN - PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS PCN - PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS 01. O que são os Parâmetros Curriculares Nacionais? (A) Um documento com leis educacionais. (B) Um livro didático para ser aplicado em sala. (C) Um referencial para

Leia mais

OFICINA DE BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS

OFICINA DE BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS OFICINA DE BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS As Boas Práticas de Manipulação de Alimentos auxiliam na rotina do trabalho, tendo como propósito ampliar conhecimentos e aprimoramento na manipulação

Leia mais

Ampliação do tempo escolar e

Ampliação do tempo escolar e Ampliação do tempo escolar e formação integral: uma construção possível? Lígia Martha C. da Costa Coelho (ANFOPE/RJ) (UNIRIO) 1. Contexto(s), texto e tema natureza,finalidade,contexto(s) Ampliação do tempo

Leia mais

Programas Sociais, Energia Elétrica e Engajamento Comunitário. Rio de Janeiro, 19 novembro de 2014

Programas Sociais, Energia Elétrica e Engajamento Comunitário. Rio de Janeiro, 19 novembro de 2014 Programas Sociais, Energia Elétrica e Engajamento Comunitário Rio de Janeiro, 19 novembro de 2014 Desenvolvimento Social Ampla e Coelce Os Programas Sociais das empresas de distribuição integram uma plataforma

Leia mais

Qual o seu estado conjugal?

Qual o seu estado conjugal? .A. Características Sócio-Demográficas e Apoio Social Horário de Início : Neste módulo, vamos lhe perguntar sobre as suas características pessoais, como sexo e idade, características socioeconômicas, como

Leia mais

Rodrigo Leandro de Moura Gabriel Leal de Barros

Rodrigo Leandro de Moura Gabriel Leal de Barros TEXTO PARA DISCUSSÃO Nota Técnica: O Custo Público com Reprovação e Abandono Escolar na Educação Básica Rodrigo Leandro de Moura Gabriel Leal de Barros Pesquisadores de Economia Aplicada do FGV/IBRE Fevereiro

Leia mais

Programa Viseu Solidário. Conteúdo do Plano de Apoio a Pessoas e Famílias 2013

Programa Viseu Solidário. Conteúdo do Plano de Apoio a Pessoas e Famílias 2013 Programa Viseu Solidário Conteúdo do Plano de Apoio a Pessoas e Famílias 2013 Tendo em conta os cortes orçamentais decorrentes das medidas de austeridade existentes no nosso País prevê-se um aumento significativo

Leia mais

PROGRAMA EDUCAÇÃO INFANTIL PROJETO PARALAPRACÁ

PROGRAMA EDUCAÇÃO INFANTIL PROJETO PARALAPRACÁ PROGRAMA EDUCAÇÃO INFANTIL PROJETO PARALAPRACÁ MODELO DE FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO PARA PROPOSTAS 2013 Documento de preparação para inscrições. A proposta final deverá ser encaminhada em formulário idêntico

Leia mais

SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A

SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A número 09- setembro/2015 DECISÃO FINAL RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE Este relatório é

Leia mais

Educação e Escolaridade

Educação e Escolaridade Já existe certo consenso de que um dos grandes obstáculos para o crescimento da economia brasileira é a capacitação dos nossos trabalhadores, sendo que boa parte desse processo ocorre nas escolas e universidades.

Leia mais

Enem e Saeb: jornais destacam o baixo desempenho e elaboram rankings de melhores escolas Qui, 15 de Fevereiro de 2007 21:00

Enem e Saeb: jornais destacam o baixo desempenho e elaboram rankings de melhores escolas Qui, 15 de Fevereiro de 2007 21:00 A divulgação dos resultados do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), os principais exames de avaliação dos estudantes da educação básica, recebeu

Leia mais

MAIS EDUCAÇÃO. Brasília, 2008. Instituído pela Portaria Interministerial nº 17/2007, de 24/04/2007

MAIS EDUCAÇÃO. Brasília, 2008. Instituído pela Portaria Interministerial nº 17/2007, de 24/04/2007 Instituído pela Portaria Interministerial nº 17/2007, de 24/04/2007 -Ministério da Educação -Ministério do Esporte -Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome -Ministério da Cultura -Ministério

Leia mais

Audiência Pública Capoeira no Brasil. Câmara dos Deputados no dia 25 de agosto de 2015

Audiência Pública Capoeira no Brasil. Câmara dos Deputados no dia 25 de agosto de 2015 Audiência Pública Capoeira no Brasil Câmara dos Deputados no dia 25 de agosto de 2015 Bem Cultural Nacional Marco: 20 de novembro de 2008 o IPHAN Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional

Leia mais

A Brink Mobil Tecnologia Educacional atua no cenário educativo há mais de trinta anos, sempre comprometida com o desenvolvimento da educação no país.

A Brink Mobil Tecnologia Educacional atua no cenário educativo há mais de trinta anos, sempre comprometida com o desenvolvimento da educação no país. Projeto Pedagógico A Brink Mobil Tecnologia Educacional atua no cenário educativo há mais de trinta anos, sempre comprometida com o desenvolvimento da educação no país. Destaca-se no âmbito da tecnologia,

Leia mais

GUIÃO DO INQUÉRITO POR ENTREVISTA AOS ESTUDANTES

GUIÃO DO INQUÉRITO POR ENTREVISTA AOS ESTUDANTES GUIÃO DO INQUÉRITO POR ENTREVISTA AOS ESTUDANTES Objetivos do inquérito por entrevista: Este inquérito por entrevista visa recolher informações sobre as perceções que as crianças detiveram no decorrer

Leia mais

PLANO DE AÇÃO. Equipe Pedagógica

PLANO DE AÇÃO. Equipe Pedagógica PLANO DE AÇÃO Equipe Pedagógica I DADOS Estabelecimento: Escola Estadual José Ribas Vidal Ensino Fundamental Município: Campo Largo Núcleo: Área Metropolitana - Sul Pedagogas: Cristiane Rodrigues de Jesus

Leia mais

PRORROGAÇÃO DA LICENÇA-MATERNIDADE

PRORROGAÇÃO DA LICENÇA-MATERNIDADE PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA NACIONAL PRORROGAÇÃO DA LICENÇA-MATERNIDADE OUTUBRO DE 2007 1 DATASENADO - SECS PESQUISA SOBRE A PRORROGAÇÃO DA LICENÇA-MATERNIDADE Em pesquisa realizada pelo DataSenado, a

Leia mais

Dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental.

Dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental. Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI No 10.216, DE 6 DE ABRIL DE 2001. Dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona

Leia mais

CIDADANIA: será esse o futuro do desenvolvimento do País?

CIDADANIA: será esse o futuro do desenvolvimento do País? THATIANA SOUZA CIDADANIA: será esse o futuro do desenvolvimento do País? Projeto de pesquisa apresentado ao Programa de Pós- Graduação do Cefor como parte das exigências do curso de Especialização em Legislação

Leia mais

SECRETARIA DE HABITAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO ESPECIFICAÇÕES MÍNIMAS PARA O TRABALHO TÉCNICO SOCIAL

SECRETARIA DE HABITAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO ESPECIFICAÇÕES MÍNIMAS PARA O TRABALHO TÉCNICO SOCIAL ANEXO P.5 ESPECIFICAÇÕES MÍNIMAS PARA O TRABALHO TÉCNICO SOCIAL Orientação para a Elaboração dos Relatórios Referentes ao Trabalho Técnico Social TTS No tocante à execução do trabalho técnico social, as

Leia mais

ipea PERSPECTIVA DE GÊNERO E RAÇA NAS POLÍTICAS PÚBLICAS*

ipea PERSPECTIVA DE GÊNERO E RAÇA NAS POLÍTICAS PÚBLICAS* PERSPECTIVA DE GÊNERO E RAÇA NAS POLÍTICAS PÚBLICAS* Laís Abramo** O tema deste ensaio é a dimensão de raça nas políticas públicas. A primeira pergunta que deve ser feita é: Por que é importante falar

Leia mais

Possibilidades da EAD na formação continuada de professores centrada no protagonismo docente. Janeiro, 2014

Possibilidades da EAD na formação continuada de professores centrada no protagonismo docente. Janeiro, 2014 Possibilidades da EAD na formação continuada de professores centrada no protagonismo docente Janeiro, 2014 Questão Central Que possibilidades a EAD fornece para o aperfeiçoamento das ações de formação

Leia mais

REGULAMENTO DA RÁDIO/TV ESCOLA

REGULAMENTO DA RÁDIO/TV ESCOLA REGULAMENTO DA RÁDIO/TV ESCOLA 2015/2016 1. INTRODUÇÃO Este regulamento tem como objetivo assegurar o bom funcionamento das emissões produzidas na Rádio/TV Escola, na Escola Secundária do Agrupamento de

Leia mais

A FLUÊNCIA TECNOLÓGICA NA EXECUÇÃO DO PAPEL DE TUTORIA*

A FLUÊNCIA TECNOLÓGICA NA EXECUÇÃO DO PAPEL DE TUTORIA* A FLUÊNCIA TECNOLÓGICA NA EXECUÇÃO DO PAPEL DE TUTORIA* Profa. Me. Érica Pereira Neto - Instituto Federal Fluminense / Campos - Centro-RJ Prof. Esp. Wellington Ribeiro Barbosa SEEDUC- RJ RESUMO: O presente

Leia mais

QUESTIONÁRIO. 2 - O Programa que você cursa foi sua primeira opção na escolha de um Mestrado? a) Sim b) Não

QUESTIONÁRIO. 2 - O Programa que você cursa foi sua primeira opção na escolha de um Mestrado? a) Sim b) Não QUESTIONÁRIO 1 - Ano de Ingresso no Programa a) 2007 b) 2008 2 - O Programa que você cursa foi sua primeira opção na escolha de um Mestrado? a) Sim b) Não 3 - Gênero: a) Masculino b) Feminino 4 - Identifique

Leia mais

IV Seminário do Comitê de Estatísticas Sociais

IV Seminário do Comitê de Estatísticas Sociais IV Seminário do Comitê de Estatísticas Sociais Aproveitando a Agenda ODS para repensar indicadores sociais como indicadores de políticas Paulo Jannuzzi SAGI/MDS 2015 O Brasil passou por intensas transformações

Leia mais

FUNÇÕES EM UMA RÁDIO

FUNÇÕES EM UMA RÁDIO FUNÇÕES EM UMA RÁDIO Produtor: é aquele que prepara o programa para ser apresentado. Faz a pesquisa e monta o texto, seleciona as músicas, marca as entrevistas e confirma tudo para ver se na hora vai dar

Leia mais

RI PACTO DE APRIMORAMENTO DO SUAS

RI PACTO DE APRIMORAMENTO DO SUAS Informações Gerais RELATÓRIO DE INFORMAÇÕES PARA O PLANEJAMENTO E ALCANCE DAS PRIORIDADES E METAS DO PACTO DE APRIMORAMENTO DO SUAS - GESTÃO MUNICIPAL Município: Porte SUAS: UF: Objetivo do RI: SÃO PAULO

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS: RECORTE MUNICÍPIO DE NITERÓI

POLÍTICAS PÚBLICAS: RECORTE MUNICÍPIO DE NITERÓI POLÍTICAS PÚBLICAS: RECORTE MUNICÍPIO DE NITERÓI FATORES DE RISCO 1. Política econômica: Geração de Renda e Trabalho: Disparidade mão de obra qualificada e mercado de trabalho acessível; Ausência de um

Leia mais

Chamada para Multiplicadores Eurodesk Portugal

Chamada para Multiplicadores Eurodesk Portugal Braga, 01 de Julho de 2016 Chamada para Multiplicadores Eurodesk Portugal Eurodesk, o que é? A Agência Erasmus + Juventude em Ação cumpre, para além da sua missão cumprir as responsabilidades delegadas

Leia mais

Agenda Objetivos do PRONATEC Público Alvo Redes Ofertantes Iniciativas e Metas Oportunidades e Ameaças

Agenda Objetivos do PRONATEC Público Alvo Redes Ofertantes Iniciativas e Metas Oportunidades e Ameaças Agenda Objetivos do PRONATEC Público Alvo Redes Ofertantes Iniciativas e Metas Oportunidades e Ameaças Objetivos do PRONATEC (lei 12.513/2011) Expandir, interiorizar e democratizar a oferta de cursos de

Leia mais

AGOSTO DE 2013 2 LIGEIRA REDUÇÃO DA TAXA DE DESEMPREGO

AGOSTO DE 2013 2 LIGEIRA REDUÇÃO DA TAXA DE DESEMPREGO MERCADO DE TRABALHO METROPOLITANO 1 AGOSTO DE 2013 2 LIGEIRA REDUÇÃO DA TAXA DE DESEMPREGO As informações captadas pela Pesquisa de Emprego e Desemprego revelam ligeira redução da taxa de desemprego e

Leia mais

Maio 2004. São Paulo. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE

Maio 2004. São Paulo. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Pesquisa Mensal de Emprego Maio 2004 Região Metropolitana de São Paulo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE 1 I) INTRODUÇÃO PESQUISA MENSAL DE EMPREGO ESTIMATIVAS PARA O MÊS DE MAIO DE

Leia mais

Manual do Processo de Planejamento da UFSC. Departamento de Planejamento SEPLAN/UFSC

Manual do Processo de Planejamento da UFSC. Departamento de Planejamento SEPLAN/UFSC Manual do Processo de Planejamento da UFSC 2010 Departamento de Planejamento SEPLAN/UFSC Apresentação Este documento descreve o processo de planejamento que vem sendo implantado na Universidade Federal

Leia mais

A Nova Política Educacional do Estado de São Paulo

A Nova Política Educacional do Estado de São Paulo A Nova Política Educacional do Estado de São Paulo Maria Helena Guimarães de Castro 1ª Jornada da Educação Tribunal de Contas do Estado de São Paulo 04 de dezembro de 2008 Panorama da Educação no Brasil

Leia mais

A perspectiva da Inclusão como Direito Fundamental E Inovações do Estatuto da Pessoa com Deficiência

A perspectiva da Inclusão como Direito Fundamental E Inovações do Estatuto da Pessoa com Deficiência A perspectiva da Inclusão como Direito Fundamental E Inovações do Estatuto da Pessoa com Deficiência INCLUSÃO # O que é? A inclusão propõe um único sistema educacional de qualidade para todos os alunos,

Leia mais

Sumário PARTE I INTRODUÇÃO 1 PARTE II FERRAMENTAS ANALÍTICAS 41. Capítulo 1 O que é economia ambiental? 2

Sumário PARTE I INTRODUÇÃO 1 PARTE II FERRAMENTAS ANALÍTICAS 41. Capítulo 1 O que é economia ambiental? 2 PARTE I INTRODUÇÃO 1 Capítulo 1 O que é economia ambiental? 2 Análise econômica 2 A importância dos incentivos 4 Incentivos: um exemplo residencial 5 Incentivos e o aquecimento global 7 A criação de políticas

Leia mais

DIRETORIA DE PESQUISAS - DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC. Sistema de Contas Nacionais - Brasil Referência 2000. Nota Metodológica nº 24

DIRETORIA DE PESQUISAS - DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC. Sistema de Contas Nacionais - Brasil Referência 2000. Nota Metodológica nº 24 DIRETORIA DE PESQUISAS - DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC Sistema de Contas Nacionais - Brasil Referência 2000 Nota Metodológica nº 24 Tabelas Comparativas (versão para informação e comentários)

Leia mais

Boletim eletrônico trimestral sobre a participação das mulheres no mercado de trabalho a partir dos dados da - Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE -

Boletim eletrônico trimestral sobre a participação das mulheres no mercado de trabalho a partir dos dados da - Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE - Boletim eletrônico trimestral sobre a participação das mulheres no mercado de trabalho a partir dos dados da - Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE - Elaboração: (SPM), Fundo de Desenvolvimento das Nações

Leia mais

Guia de Participação Programa de Qualificação de Fornecedores

Guia de Participação Programa de Qualificação de Fornecedores O vem ganhando cada vez mais corpo e credibilidade, contribuindo para a busca da excelência do setor em toda a sua cadeia produtiva. Após a oitava edição, em 2015, o Programa vem sendo cada vez mais uma

Leia mais

FORMULÁRIO DE PRÉ-PROJECTO

FORMULÁRIO DE PRÉ-PROJECTO FORMULÁRIO DE PRÉ-PROJECTO iniciativa CENTROS DE EXCELÊNCIA :: iniciativa :: gestão :: financiamento ÍNDICE NOTAS EXPLICATIVAS PARA PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO PRÉ-PROJECTO 3 I - INFORMAÇÃO GERAL 5 1.

Leia mais

Pesquisa Mensal de Emprego

Pesquisa Mensal de Emprego Comunicação Social 25 de março de 2004 Pesquisa Mensal de Emprego Taxa de desocupação é de 12% em fevereiro Em fevereiro de 2004, a taxa de desocupação ficou estável tanto em relação ao mês anterior (11,7%)

Leia mais

Orientações Para o Preenchimento do Formulário de Inscrição Preliminar dos Projetos

Orientações Para o Preenchimento do Formulário de Inscrição Preliminar dos Projetos Orientações Para o Preenchimento do Formulário de Inscrição Preliminar dos Projetos O presente documento tem como objetivo apresentar as diretrizes e orientar no preenchimento do formulário de inscrição

Leia mais

OCUPAÇÃO E EMPREENDEDORISMO NAS REGIÕES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: uma análise a partir do Censo 2010

OCUPAÇÃO E EMPREENDEDORISMO NAS REGIÕES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: uma análise a partir do Censo 2010 OCUPAÇÃO E EMPREENDEDORISMO NAS REGIÕES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: uma análise a partir do Censo 2010 NOTA CONJUNTURAL DO OBSERVATÓRIO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, MAIO

Leia mais

Aula Ensino: planejamento e avaliação. Profª. Ms. Cláudia Benedetti

Aula Ensino: planejamento e avaliação. Profª. Ms. Cláudia Benedetti Aula Ensino: planejamento e avaliação Profª. Ms. Cláudia Benedetti Profa. M.a. Cláudia Benedetti Graduada em Ciências Sociais pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1998). Mestre

Leia mais

NOME DO CURSO: A Gestão do Desenvolvimento Inclusivo da Escola Nível: Aperfeiçoamento Modalidade: A distância. Parte 1 Código / Área Temática

NOME DO CURSO: A Gestão do Desenvolvimento Inclusivo da Escola Nível: Aperfeiçoamento Modalidade: A distância. Parte 1 Código / Área Temática NOME DO CURSO: A Gestão do Desenvolvimento Inclusivo da Escola Nível: Aperfeiçoamento Modalidade: A distância Parte 1 Código / Área Temática Código / Nome do Curso Etapa de ensino a que se destina Educação

Leia mais

Após anos 70: aumento significativo de recursos para restauração. Não se observa um aumento proporcional de

Após anos 70: aumento significativo de recursos para restauração. Não se observa um aumento proporcional de Aspectos sociais em projetos de restauração de áreas degradadas Maria Castellano CTR Campinas Gestão de recursos naturais Os recursos naturais são passíveis de serem utilizados por muitos indivíduos; É

Leia mais

Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação, Universidade de Brasília

Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação, Universidade de Brasília Modelo de Excelência em Gestão Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação, Universidade de Brasília Conceitos Fundamentais Os Fundamentos da Excelência em Gestão expressam conceitos que

Leia mais

Como implementar os critérios de rateio dos recursos das transferências federais: critérios automáticos ou processo de programação?

Como implementar os critérios de rateio dos recursos das transferências federais: critérios automáticos ou processo de programação? CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão Especial destinada a discutir o Financiamento da Saúde Pública. Audiência Pública Como implementar os critérios de rateio dos recursos das transferências federais: critérios

Leia mais

Índice de Sustentabilidade Empresarial ISE. Índice Janeiro de 2016 Sustentabilidade Empresarial - ISE Confidencial Uso Interno x Público 1

Índice de Sustentabilidade Empresarial ISE. Índice Janeiro de 2016 Sustentabilidade Empresarial - ISE Confidencial Uso Interno x Público 1 Índice de Sustentabilidade Empresarial ISE Índice Janeiro de 2016 Sustentabilidade Empresarial - ISE Confidencial Uso Interno x Público 1 Sustentabilidade em Bolsas de Valores Estímulo à transparência

Leia mais

O trabalhador e a inserção ocupacional na construção e suas divisões

O trabalhador e a inserção ocupacional na construção e suas divisões BOLETIM TRABALHO E CONSTRUÇÃO O trabalhador e a inserção ocupacional na construção e suas divisões Número 8 Agosto de 2016 Mercado de Trabalho e Economia Menor dinamismo Taxa de Desemprego Nível de Ocupação

Leia mais

Entretanto, desde as mudanças realizadas em 2009, o exame tornou-se, na prática, o maior vestibular do Brasil.

Entretanto, desde as mudanças realizadas em 2009, o exame tornou-se, na prática, o maior vestibular do Brasil. M a n u a l E n e m 2 0 1 3 P á g i n a 1 Criado em 1998, o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), segundo o próprio INEP, tinha o objetivo de avaliar o desempenho do aluno ao término da escolaridade básica,

Leia mais