EMPRESA JUNIOR DE CONSULTORIA Um Estudo de Caso

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "EMPRESA JUNIOR DE CONSULTORIA Um Estudo de Caso"

Transcrição

1 EMPRESA JUNIOR DE CONSULTORIA Um Estudo de Caso Valter da Silva Faia-G-UEM Anelise Krauspenhar-G-UEM José Braz Hercos Junior-UEM Resumo Empresa Junior foi o tema central deste trabalho. Os principais pontos abordados foram contextualização histórica, características e importância da Empresa Junior para o desenvolvimento de uma região. Além disso, desenvolveu-se estudo de caso, que consistiu em descrever os resultados alcançados pela Empresa ADECON- Consultoria Junior CSA/UEM, ao longo de Dentre os resultados alcançados, buscou-se também identificar se na ADECON, ao longo do período mencionado: a) houve promoção de eventos (cursos, seminários, workshops ) destinados à comunidade em geral? b) implementou-se grupos de estudos multidisciplinares? c) intensificou-se o relacionamento empresa/uem/sociedade? d) desenvolveu-se a capacidade empreendedora dos alunos? E, facilitou-se futuros profissionais a ingressarem no mercado? Introdução Atualmente, presencia-se um cenário de globalização, no qual países, em maior ou menor intensidade, abrem seus mercados para a livre entrada e saída de bens, serviços e capitais; aliado a isto, assiste-se a um desenvolvimento acelerado no âmbito da TI Tecnologia da Informação e comunicação. E, neste contexto competitivo acompanhar as inovações tecnológicas constituem-se em desafios às empresas. Na mesma linha de raciocínio, há consenso na sociedade sobre a importância das empresas no tocante a geração de empregos, renda, recolhimento de tributos, dentre outros. Portanto, o enfraquecimento das empresas implica, naturalmente, no empobrecimento das regiões em que estão inseridas, sendo que, o contrário também é verdadeiro. Assim, o desenvolvimento de uma região ocorre, principalmente por meio da dinamização da atividade empresarial que, de acordo com o IEL-Instituto Euvaldo Lodi (2000), deve ser impulsionada pelos seguintes elementos: a tecnologia, o capital, o mercado, as redes de informações e, principalmente, o empreendedor. E, com o objetivo de otimizar estes elementos, esforços devem ser empreendidos na região para a implantação de sistemassuporte, como os mencionados abaixo: Sistemas de desenvolvimento de empreendedores, como as pré-incubadoras e incubadoras de empresas, condomínios empresariais, centros de desenvolvimento,

2 2 de experimentação e teste de produtos; Sistemas de promoção da cultura empreendedora, como as empresas juniores, o ensino de empreendedorismo nas instituições de ensino superior, seminários e congressos; Sistemas de transferência de tecnologia, a exemplo dos núcleos, agências e redes; e, Sistemas de infra-estrutura de apoio, como os parques tecnológicos, fundos e investimentos e bases de informações. (IEL, 2000) Observa-se o destaque dado pelo IEL (2000) à figura do empreendedor na dinamização da atividade empresarial de uma região; e, a seguir, a menção às empresas juniores, tema deste trabalho, como um dos instrumentos de otimização dos elementos tecnologia, capital, mercado, redes de informações e empreendedor. Neste sentido, torna-se necessário entender um pouco sobre Empresas Juniores: é uma associação sem fins lucrativos, enquadrada nas formalidades cabíveis (alvará de localização, Estatuto registrado em cartório e CNPJ) e administrada por acadêmicos de graduação de estabelecimentos de ensino superior. O acadêmico ao participar de uma Empresa Junior, tem a oportunidade de vivenciar um ambiente real e dinâmico de empresa. A forma de organização da Empresa Junior, que possui normalmente em seu organograma as funções de Presidente, Diretores de Marketing, Recursos Humanos, Financeiro, Qualidade e consultores-juniores vinculados a cada um dos diretores, aliado a possibilidade dos acadêmicos de exercerem cada uma destas funções, pode propiciar aos mesmos a incorporação de características valorizadas atualmente pelo mercado e implícitas na figura do empreendedor, como trabalho em equipe, criatividade, responsabilidade, comprometimento, iniciativa, liderança, capacidade de negociação, dentre outras. O acadêmico, sob orientação de professores, tem a oportunidade de aplicar a teoria aprendida nos bancos escolares em projetos de consultoria voltados para empresas, especialmente para as micros e pequenas empresas, entidades sem fins lucrativos e comunidade em geral. Dessa maneira, a Instituição de Ensino reduz a distância que a separa da sociedade e, simultaneamente, contribui para o desenvolvimento econômico e social da região que está inserida, via projetos de consultoria desenvolvidos pelas Empresas Juniores e coloca no mercado profissionais mais qualificados. Além disso, estudos podem surgir a partir desta integração universidade-empresa-

3 3 comunidade na forma de trabalhos de conclusão de curso, relacionados às questões tecnológicas, empresariais e de mercado. É possível que os resultados alcançados possam, também, subsidiar os conteúdos programáticos pertinentes às grades curriculares dos Cursos de graduação nas diversas áreas do conhecimento. A Empresa Junior-Adecon, foco deste trabalho, é multidisciplinar, constituída por alunos graduandos da Universidade Estadual de Maringá, oriundos dos cursos de Ciências Econômicas, Ciências Contábeis e Administração. Este trabalho teve por objetivo geral apresentar os resultados alcançados pela ADECON-Consultoria Junior-CSA/UEM, ao longo de Porém, dentre os resultados alcançados, considerou-se necessário identificar se na ADECON, ao longo do período mencionado: Houve promoção de eventos (cursos, seminários, workshops ) destinados à comunidade em geral? Implementou-se grupos de estudos multi-disciplinares? Intensificou-se o relacionamento empresa/uem/sociedade? Desenvolveu-se a capacidade empreendedora dos alunos? E, Facilitou-se futuros profissionais a ingressarem no mercado: Fundamentação Teórica A primeira Empresa Júnior surgiu na ESSEC (L'Ecole Supérieure des Sciences Economiques et Commerciales de Paris) no ano de 1967, em Paris na França. Os alunos criaram a Junior Entreprise, uma associação que proporcionasse uma realidade empresarial e prestasse serviços de consultoria para empresas de mercado. O conceito depois se espalhou entre as escolas de engenharia e administração da França, em seguida pelas escolas de comunicação, agronomia e outras universidades. A década de 1980 é marcada pelo fortalecimento do Movimento de Empresas Juniores na Europa. Somente nos anos de 1988 e 1989, o conceito de Empresa Junior chega ao Brasil por meio da Câmara de Comércio Franco-Brasileira. As duas primeiras Empresas Juniores criadas no Brasil foram: Empresa Júnior FGV e Júnior FAAP, respectivamente na Fundação Getúlio Vargas e na Fundação Armando Álvares Penteado. De acordo com a Brasil Junior (Confederação Brasileira de Empresas Juniores), a Empresa Júnior é, sinteticamente, uma Empresa de Consultoria gerenciada por estudantes universitários que realizam projetos e prestam serviços em suas áreas de graduação,

4 4 principalmente para micro e pequenas empresas. É uma associação civil sem fins lucrativos. A mesma, ainda, menciona que, pela estrutura de baixos custos fixos, os preços praticados são consideravelmente abaixo do preço de mercado. As Empresas Júniores se localizam no ambiente da Universidade e todos os projetos e serviços seguem orientação obrigatória de professores ou profissionais da área, com o objetivo de sempre garantir um elevado padrão de qualidade. Com relação aos aspectos jurídicos e tributários, uma empresa Junior deve estar registrada perante a Receita Federal e órgãos governamentais como uma pessoa jurídica, de direito privado, associação civil sem finalidades econômicas e com fins educacionais. Desta forma, toda a legislação e tributação federal, estadual e municipal inerente a esta classificação decaem sobre a Empresa Júnior. Assim, uma Empresa Junior deve ter seu Estatuto registrado em Cartório e CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas) próprio. Além disso, para o devido funcionamento da Empresa Junior, suas instalações devem estar amparadas por um Alvará expedido pela Prefeitura Municipal. Os principais objetivos da Empresa Junior, segundo Guimarães et al (2003) são: Proporcionar ao estudante a aplicação prática de conhecimentos teóricos, relativos à área de formação profissional específica; Desenvolver o espírito crítico, analítico e empreendedor dos alunos; Contribuir com a sociedade através de prestação de serviços, proporcionando ao micro, pequeno e médio empresário um trabalho de qualidade a preços acessíveis; Intensificar o relacionamento empresa-escola; Facilitar o ingresso de futuros profissionais no mercado, colocando-os em contato direto com o seu mercado de trabalho. Ao analisar os objetivos da existência da Empresa Junior, citados por Guimarães et al (2003), percebe-se como a disseminação deste instrumento, nas diversas áreas de atuação, pode beneficiar simultaneamente, acadêmicos de graduação, instituições de ensino e, especialmente, a comunidade em geral. Metodologia De acordo com VERGARA (1998), há dois critérios básicos para definição do tipo de pesquisa. Quanto aos fins e quanto aos meios de investigação.

5 5 Quanto aos fins, uma pesquisa pode ser: a) exploratória; b) descritiva; c) explicativa: d) metodológica; e) aplicada; e, f) intervencionista. Sendo assim, enquadrou-se esta pesquisa como exploratória. A investigação exploratória é realizada em área na qual há pouco conhecimento acumulado e sistematizado. Por sua natureza de sondagem, não comporta hipóteses que, todavia, poderão surgir durante ou ao final da pesquisa. (VERGARA, 1998) Já, quanto aos meios de investigação, a autora cita: a) pesquisa de campo; b) pesquisa de laboratório; c) telematizada; d) documental; e) bibliográfica; f) experimental; g) ex post facto; h) participante; i) pesquisa-ação; j) estudo de caso. Portanto, este trabalho caracterizou-se por um estudo de caso, visto estar circunscrito a uma empresa e, ter caráter de profundidade e detalhamento. Também baseou-se em pesquisa bibliográfica (livros, revistas, e Internet) e investigação documental. Resultados Obtidos O objetivo geral deste de trabalho foi apresentar os resultados alcançados pela ADECON-Consultoria Junior-CSA/UEM, ao longo de Porém, para atingir tal objetivo, procurou-se identificar se na ADECON, ao longo do período mencionado: 1- Houve promoção de eventos (cursos, seminários, workshops ) destinados à comunidade em geral? Isto foi alcançado por meio dos seguintes eventos realizados pela Adecon no ano de 2005: a) Curso de Informática (Sistema Operacional Windows; Editor de Texto Word e Planilha eletrônica Excel) Iniciado em abril de 2005, com duração de 16 horas. Ministrado pelo Prof. Msc. José Braz Hercos Junior e destinado, simultaneamente, aos membros da ADECON e comunidade universitária. b) Processo de seleção Realizado em maio de Aberto para acadêmicos dos cursos de Ciências Contábeis, Ciências Econômicas e Administração. Tanto a palestra informativa (no Anfiteatro Ney Marques) como as avaliações (prova escrita, dinâmicas e entrevistas), foram conduzidas pelos próprios membros da ADECON, com apoio de uma docente do Curso de Psicologia do Cesumar (Centro de Ensino Superior de Maringá). c) Posicionamento Competitivo (Treinamento) Ministrado em 05/07/2005, pelo Prof. Dr. Neio Lúcio Peres Gualda do Departamento de Economia da UEM e destinado aos

6 6 membros da ADECON. d) Linhas de Créditos Bancários e Programas de Crédito do Governo Federal (Treinamento) Ministrado em 20/07/2005 por José Rubens Martins de Araújo, Gerente da Caixa Econômica Federal. e) Semana do Calouro Junior a partir do dia 05/08/2005. Evento de boas vindas para os novos membros aprovados no último processo seletivo. Consistiu em treinamentos ministrados por ex-membros e membros antigos da Empresa Junior. Também contou com treinamento ministrado pelo Prof. Msc. Vicente Chiaramontes Pires do Departamento de Administração da UEM. f) Produção (Treinamento) Ministrado em 22/09/2005, pelo Prof. Dr. José Paulo de Souza, do Departamento de Administração da UEM. g) Diagnóstico Empresarial (Treinamento) Ministrado em 11/10/2005 pela Prof a Msc. Rosângela Mazzia Inocêncio Rodrigues, do Departamento de Administração da UEM. h) Planilha Eletrônica Excel voltada para Sistemas Gerenciais (Treinamento) Ministrado em 19/11/2005 pelo Prof. Msc. José Braz Hercos Junior, do Departamento de Ciências Contábeis da UEM. i) Ética Empresarial (Treinamento) Ministrado em 22/11/2005 pelo Prof. Dr. Walter Lúcio de Alencar Praxedes, do Departamento de Ciências Sociais da UEM. j) Evento de Conotação Social Promovido no dia 05 de dezembro de 2005 no Bloco G67. Consistiu na apresentação de danças (por alunos da UEM) e case (pela ECAE- Empresa Júnior de Consultoria de Economia da UEL). Os ingressos foram cobrados na forma de alimentos e brinquedos, os quais foram destinados ao Lar Betânia de Maringá, entidade filantrópica que abriga crianças de 0 a 11 anos, vítimas de violência familiar, e/ou órfãos. 2- Implementou-se grupos de estudos multidisciplinares? Este objetivo foi alcançado nas consultorias realizadas. Como são três consultores juniores escalados para o desenvolvimento de cada consultoria, procurou-se indicar um acadêmico de cada curso. Portanto os estudos empreendidos, na medida do possível, foram realizados por acadêmicos oriundos de cada um dos cursos. 3- Intensificou-se o relacionamento UEM/Empresa/Sociedade? Este objetivo foi alcançado mediante: a) Curso de Informática ministrado pelo Prof. Msc José Braz Hercos Junior (citado no item 1); foram abertas inscrições, simultaneamente, aos membros da ADECON e demais

7 7 acadêmicos da Universidade, focado especialmente para as áreas de administração, economia e contábeis. b) Evento de Conotação Social (citado no item 1); intensificou relacionamento UEM/sociedade, via apoio entidades filantrópicas. Além do evento promovido, membros da ADECON realizam periodicamente visitas ao Lar Betânia de Maringá, visando uma convivência mais próxima com as crianças que lá residem. c) Realização de processo de seleção para ingresso na Empresa Junior (citado no item 1); foram abertas inscrições aos acadêmicos da UEM, dos cursos de Administração, Ciências Econômicas e Ciências Contábeis. d) Contratação e desenvolvimento de sete consultorias, abrangendo finanças, plano de cargos e salários, treinamento de recursos humanos e marketing, todas destinadas a micro e pequenas empresas. É importante mencionar que ainda houve negociação para contratação de outras seis consultorias, porém, sem sucesso. e) Criação do Site (www.adecon.uem.br), que pode receber visitas de qualquer membro da comunidade. 4- Desenvolveu-se a capacidade empreendedora dos alunos? A Junior Consultoria constitui-se em um ambiente empresarial, que possibilitou a seus membros, em 2005, o desenvolvimento de qualidades consideradas fundamentais para a formação de capacidade empreendedora, como: Responsabilidade Espírito de equipe Liderança Iniciativa Criatividade Comprometimento 5- Facilitou-se futuros profissionais a ingressarem no mercado? Em função da ADECON ser uma entidade que abrange três áreas de conhecimento: Administração, Ciências Econômicas e Ciências Contábeis, naturalmente há participação de acadêmicos de ambos os cursos, o que estimula portanto a interdisciplinariedade. O desenvolvimento de consultorias ao longo de 2005 estimulou os acadêmicos a aplicarem o conhecimento teórico à realidade de empresas ligadas ao comércio, indústria e serviços, proporcionando aos mesmos o desenvolvimento de atividades em ambientes reais e

8 8 dinâmicos da atividade profissional. Portanto, esta vivência empresarial propicia, como citado no item anterior, o desenvolvimento de qualidades consideradas fundamentais para a formação de capacidade empreendedora. Este diferencial adquirido com a participação na Empresa Junior, facilita aos acadêmicos seu ingresso no mercado de trabalho. Conclusões Ao longo do ano de 2005, os acadêmicos participantes da ADECON vivenciaram um ambiente real e dinâmico de empresa, onde puderam exercitar características requeridas atualmente pelo mercado de trabalho e implícitas na figura do empreendedor, como responsabilidade, espírito de equipe, liderança, iniciativa, criatividade, comprometimento, dentre outras. Beneficiaram-se de diversos cursos/treinamentos ministrados por profissionais qualificados, oriundos em sua maioria da Universidade Estadual de Maringá. Tiveram também a oportunidade de aplicar a teoria aprendida nos bancos escolares em projetos de consultorias voltados especialmente para as pequenas empresas. O social não foi esquecido pelos membros da ADECON que, ao longo de 2005, apoiaram a Entidade filântrópica Lar Betânia de Maringá. Portanto, ao longo 2005, a Adecon-Consultoria Junior propiciou benefícios simultâneos para: a instituição Universidade Estadual de Maringá, aos acadêmicos participantes e a comunidade em geral. Referências BRASIL JUNIOR Confederação Brasileira de Empresas Juniores. Acessado site: em 15/03/2006. GUIMARÃES, Luís Guimarães; SENHORAS, Elói Martins; TAKEUCHI, Katiuchia Pereira. Empresa Júnior e Incubadora Tecnológica: duas facetas de um novo paradigma de interação empresa-universidade. In: Anais do X SimpEP/2003 Simpósio de Engenharia de Produção. Bauru: UNESP, 2003, v. VERGARA, Sylvia Constant. Projetos e relatórios de pesquisa em Administração. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1998.

BENEFÍCIOS PROPORCIONADOS POR EMPRESAS JUNIORES DE CONSULTORIA UM ESTUDO DE CASO

BENEFÍCIOS PROPORCIONADOS POR EMPRESAS JUNIORES DE CONSULTORIA UM ESTUDO DE CASO BENEFÍCIOS PROPORCIONADOS POR EMPRESAS JUNIORES DE CONSULTORIA UM ESTUDO DE CASO Valter da Silva Faia (G-UEM) Pedro Luiz Nitoli (G-UEM) José Braz Hercos Junior (UEM) Paulo Moreira da Rosa (UEM) Resumo

Leia mais

Um Estudo sobre Empresas Juniores como Fonte de Aprendizagem

Um Estudo sobre Empresas Juniores como Fonte de Aprendizagem Um Estudo sobre Empresas Juniores como Fonte de Aprendizagem Jair Toledo de Souza (UFJF) jairsouza@globo.com Junia Côrtes Facão de Paulo (UFJF) juniafalcão@hotmail.com Vanderli Fava de Oliveira (UFJF)

Leia mais

Escritório Modelo da Faculdade de Diadema

Escritório Modelo da Faculdade de Diadema Escritório Modelo da Faculdade de Diadema Profª. Vânia Amaro Gomes Coordenação de Curso DIADEMA, 2015 Introdução Atualmente há uma grande dificuldade dos alunos egressos das Faculdades em obter emprego

Leia mais

APLICATIVO EXCEL UMA FERRAMENTA ADEQUADA PARA AUXILIAR O GERENCIAMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS: UM ESTUDO DE CASO

APLICATIVO EXCEL UMA FERRAMENTA ADEQUADA PARA AUXILIAR O GERENCIAMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS: UM ESTUDO DE CASO APLICATIVO EXCEL UMA FERRAMENTA ADEQUADA PARA AUXILIAR O GERENCIAMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS: UM ESTUDO DE CASO Fabiane Biava Sales (G-UEM) Rafael Pansanato (G-UEM) José Braz Hercos Junior (UEM)

Leia mais

EMPRESA JÚNIOR UMA PROPOSTA DE INTEGRAÇÃO ENTRE UNIVERSIDADE E SOCIEDADE EMPRESARIAL 1

EMPRESA JÚNIOR UMA PROPOSTA DE INTEGRAÇÃO ENTRE UNIVERSIDADE E SOCIEDADE EMPRESARIAL 1 EMPRESA JÚNIOR UMA PROPOSTA DE INTEGRAÇÃO ENTRE UNIVERSIDADE E SOCIEDADE EMPRESARIAL 1 PACHECO, Jean Alves 2 ; CARDOSO, Fernando Assunção 3 ; YAMANAKA, Lie 4 Palavras-chaves: Empresa Júnior, extensão,

Leia mais

APRESENTAÇÃO FAAR JUNIOR CONSULTORIA

APRESENTAÇÃO FAAR JUNIOR CONSULTORIA FAAR JUNIOR CONSULTORIA INSTITUTO EDUCACIONAL DO ESTADO DE SÃO PAULO FAAR FACULDADE DE ARAÇATUBA Rua: Sarjob Mendes, 244 Bairro: Icaray Telefone: (18) 3636-7610 Araçatuba São Paulo APRESENTAÇÃO FAAR JUNIOR

Leia mais

ESCRITÓRIO MODELO DA FACULDADE DO GUARUJÁ.

ESCRITÓRIO MODELO DA FACULDADE DO GUARUJÁ. ESCRITÓRIO MODELO DA FACULDADE DO GUARUJÁ. Prof. Marat Guedes Barreiros Agosto/2013 Introdução É notória nos dias de hoje a dificuldade dos alunos egressos das Faculdades em obter emprego nas empresas

Leia mais

Palavras-chave: Controles gerenciais, Informações, Informatização.

Palavras-chave: Controles gerenciais, Informações, Informatização. DESENVOLVIMENTO DE CONTROLES GERENCIAIS EM LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO DELPHI UM ESTUDO DE CASO Jazmín Figari de la Cueva (G-UEM) Vitor Nogame (G-UEM) José Braz Hercos Junior (UEM) Resumo A Adecon-Empresa

Leia mais

CONCEITO NACIONAL DE EMPRESA JÚNIOR

CONCEITO NACIONAL DE EMPRESA JÚNIOR CONCEITO NACIONAL DE EMPRESA JÚNIOR Capítulo I Da definição Artigo 1º - O Conceito Empresa Júnior é a definição utilizada para determinar as organizações que se caracterizam ou não como Empresa Júnior.

Leia mais

Júnior. Guia informativo

Júnior. Guia informativo Empresa Júnior Guia informativo O que é e como funciona uma Empresa Júnior (EJ) As empresas juniores são constituídas pela união de alunos matriculados em cursos de graduação em instituições de ensino

Leia mais

FILOSOFIA,ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURA DA MCJ, CONSULTORIA JUNIOR -EMPRESA JÚNIOR DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA DA UFPB -CAMPUS II.

FILOSOFIA,ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURA DA MCJ, CONSULTORIA JUNIOR -EMPRESA JÚNIOR DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA DA UFPB -CAMPUS II. FILOSOFIA,ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURA DA MCJ, CONSULTORIA JUNIOR -EMPRESA JÚNIOR DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA DA UFPB -CAMPUS II. Eduardo Ferreira de Sousa - edsousa@dem.ufpb.br laerte@dem.ufpb.br Manassés

Leia mais

O QUE SUA EMPRESA PODE FAZER PARA SER MAIS COMPETITIVA?

O QUE SUA EMPRESA PODE FAZER PARA SER MAIS COMPETITIVA? O QUE SUA EMPRESA PODE FAZER PARA SER MAIS COMPETITIVA? O IEL O Instituto Euvaldo Lodi é uma entidade vinculada à CNI - Confederação Nacional da Indústria. Com 101 unidades em 26 estados e no Distrito

Leia mais

O Curso de Administração da ESAG. Prof. Dr. Nério Amboni (ESAG/UDESC) 2011.2

O Curso de Administração da ESAG. Prof. Dr. Nério Amboni (ESAG/UDESC) 2011.2 O Curso de Administração da ESAG Prof. Dr. Nério Amboni (ESAG/UDESC) 2011.2 Missão da ESAG A ESAG tem por missão realizar o ensino, a pesquisa, a extensão, de modo articulado, a fim de contribuir na formação

Leia mais

Universidade. Estácio de Sá. Gestão e Negócios

Universidade. Estácio de Sá. Gestão e Negócios Universidade Estácio de Sá Gestão e Negócios A Estácio Hoje reconhecida como a maior instituição particular de ensino superior do país, a Universidade Estácio de Sá iniciou suas atividades em 1970, como

Leia mais

Manual Administrativo. A.D.M Consultoria Jr. Gestão 2009

Manual Administrativo. A.D.M Consultoria Jr. Gestão 2009 Manual Administrativo A.D.M Consultoria Jr. Gestão 2009 Teresina 07/10/2009 SUMÁRIO Empresa Júnior ICF 03 Áreas de atuação da A.D.M Consultoria Jr. 04 Organograma 08 Competências 09 Das Atribuições do

Leia mais

A R T I G O. Análise da evolução das Empresas Juniores no mercado de serviços no Brasil

A R T I G O. Análise da evolução das Empresas Juniores no mercado de serviços no Brasil R e v ista Eletrônica Mach ad o Sobrinho I S S N 2 1 7 8-9 5 6 8 ( on- l i n e ) A R T I G O Análise da evolução das Empresas Juniores no mercado de serviços no Brasil Bruno Dore Rodrigues, José Mário

Leia mais

5º WCTI Workshop de Ciência, Tecnologia e Inovação na UERJ

5º WCTI Workshop de Ciência, Tecnologia e Inovação na UERJ 5º WCTI Workshop de Ciência, Tecnologia e Inovação na UERJ O papel do Sistema FIRJAN/IEL no desenvolvimento da cultura empreendedora nas universidades e empresas 29 de outubro de 2013 Daniela Balog - Empreendedorismo

Leia mais

Pós-graduação MBA em Administração e Marketing

Pós-graduação MBA em Administração e Marketing 1 Ascensão Acadêmica Pós-Graduação alavanca sucesso na carreira profissional Pesquisa coordenada pelo Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV), em 2010, indica que as pessoas que não

Leia mais

EDITAL PARA A SELEÇÃO PÚBLICA DE PROJETOS E DE EMPREENDIMENTOS DE BASE TECNOLÓGICA PARA O VI PROGRAMA DE PROSPECÇÃO DE NOVOS NEGOCIOS CIAEM Nº01/2014

EDITAL PARA A SELEÇÃO PÚBLICA DE PROJETOS E DE EMPREENDIMENTOS DE BASE TECNOLÓGICA PARA O VI PROGRAMA DE PROSPECÇÃO DE NOVOS NEGOCIOS CIAEM Nº01/2014 EDITAL PARA A SELEÇÃO PÚBLICA DE PROJETOS E DE EMPREENDIMENTOS DE BASE TECNOLÓGICA PARA O VI PROGRAMA DE PROSPECÇÃO DE NOVOS NEGOCIOS CIAEM Nº01/2014 1. APRESENTAÇÃO O CENTRO DE INCUBAÇÃO DE ATIVIDADES

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONOMICO E EMPREGO CENTRO DE INOVAÇÃO E ACELERAÇÃO DE EMPRESAS DE PALMAS - CIAP

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONOMICO E EMPREGO CENTRO DE INOVAÇÃO E ACELERAÇÃO DE EMPRESAS DE PALMAS - CIAP PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONOMICO E EMPREGO CENTRO DE INOVAÇÃO E ACELERAÇÃO DE EMPRESAS DE PALMAS - CIAP Palmas TO Ciap CENTRO DE INOVAÇÃO E ACELERAÇÃO DE EMPRESAS

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLÓGIA DO RN CAMPUS NATAL CENTRAL INCUBADORA TECNOLÓGICA NATAL CENTRAL - ITNC

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLÓGIA DO RN CAMPUS NATAL CENTRAL INCUBADORA TECNOLÓGICA NATAL CENTRAL - ITNC INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLÓGIA DO RN CAMPUS NATAL CENTRAL INCUBADORA TECNOLÓGICA NATAL CENTRAL - ITNC EDITAL Nº 02/2015 - SELEÇÃO DE IDEIAS EMPREENDEDORAS E MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

Leia mais

MBA EM CONSULTORIA E GESTÃO DE NEGÓCIOS 2014.1

MBA EM CONSULTORIA E GESTÃO DE NEGÓCIOS 2014.1 NÚMERO DE VAGAS: 45 (Quarenta e cinco) vagas. PREVISÃO DE INÍCIO DAS AULAS Abril de 2014 APRESENTAÇÃO / JUSTIFICATIVA MBA EM CONSULTORIA E GESTÃO DE NEGÓCIOS 2014.1 O MBA EM CONSULTORIA & GESTÃO DE NEGÓCIOS,

Leia mais

Fluxo de Criação e Consolidação de Empreendimentos Inovadores

Fluxo de Criação e Consolidação de Empreendimentos Inovadores Fluxo de Criação e Consolidação de Empreendimentos Inovadores Oportunidade Criação da Empresa Ensino Spinoffs Pesquisa Laboratórios Startups Pré-Incubações Hotel de Projetos Incubação da Empresa Aceleradora

Leia mais

A EMPRESA JÚNIOR E A FORMAÇÃO COMPLEMENTAR DO ENGENHEIRO. Palavras-chave: Formação, Complementar, Empresa Júnior, Empreendimento

A EMPRESA JÚNIOR E A FORMAÇÃO COMPLEMENTAR DO ENGENHEIRO. Palavras-chave: Formação, Complementar, Empresa Júnior, Empreendimento A EMPRESA JÚNIOR E A FORMAÇÃO COMPLEMENTAR DO ENGENHEIRO Alexandre Saul Albuquerque mec98013@feg.unesp.br Luís Henrique Nobre Avellar, Mestre Engenheiro lavellar@feg.unesp.br FEG/UNESP- Faculdade de Engenharia

Leia mais

CÓD. 1739 - CURSO DE ADMINISTRAÇÃO TURNO: NOITE Currículo nº 02 MATRIZ CURRICULAR

CÓD. 1739 - CURSO DE ADMINISTRAÇÃO TURNO: NOITE Currículo nº 02 MATRIZ CURRICULAR Aprovado no CONGRAD: 08.05.2012 Vigência: para os ingressos a partir 2012/2 CÓD. 1739 - CURSO DE ADMINISTRAÇÃO TURNO: NOITE Currículo nº 02 MATRIZ CURRICULAR CÓD. ÁREAS DE FORMAÇÃO I - CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO

Leia mais

MANUAL DO CANDIDATO. Pós-graduação

MANUAL DO CANDIDATO. Pós-graduação MANUAL DO CANDIDATO Pós-graduação Prezado(a) Candidato(a), Agradecemos o interesse pelos nossos cursos. Este manual contém informações básicas pertinentes ao curso, tais como: objetivos do curso e das

Leia mais

MBA ESTRATÉGIAS PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. Arcos Dorados

MBA ESTRATÉGIAS PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. Arcos Dorados MBA ESTRATÉGIAS PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Arcos Dorados MBA ESTRATÉGIAS PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Sustentabilidade deixou de ser uma escolha e tornou-se premissa fundamental para a competitividade

Leia mais

EMPRESA JÚRIOR E O SEU PAPEL NA FORMAÇÃO DO NOVO PROFISSIONAL O CASO DA FLUXO CONSULTORIA.

EMPRESA JÚRIOR E O SEU PAPEL NA FORMAÇÃO DO NOVO PROFISSIONAL O CASO DA FLUXO CONSULTORIA. EMPRESA JÚRIOR E O SEU PAPEL NA FORMAÇÃO DO NOVO PROFISSIONAL O CASO DA FLUXO CONSULTORIA. Alessandro A. da Silveira fluxo@bol.com.br Universidade Federal do Rio de Janeiro, Departamento de Engenharia

Leia mais

Incubadora de Empresas de Inovação Tecnológica UNIJUÍ

Incubadora de Empresas de Inovação Tecnológica UNIJUÍ PRÁTICA-CHAVE 2.2 AVALIAÇÃO ANEXO I Edital de Incubação EDITAL Nº 03/2014 DA CRIATEC - INCUBADORA DE EMPRESAS DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA DA UNIJUI CAMPUS IJUÍ, PANAMBI E SANTA ROSA PARA SELEÇÃO DE PROJETOS

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO - 2014

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO - 2014 1 FACULDADE DE ESTUDOS SOCIAIS DO ESPÍRITO SANTO PIO XII CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS CURSO DE ADMINISTRAÇÃO EM COMÉRCIO EXTERIOR I INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO - 2014 O currículo

Leia mais

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DO SETOR METAL MECÂNICO DO GRANDE ABC

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DO SETOR METAL MECÂNICO DO GRANDE ABC ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DO SETOR METAL MECÂNICO DO GRANDE ABC TERMO DE REFERÊNCIA Nº 002/2009 SERVIÇOS DE CONSULTORIA DE COORDENAÇÃO DO PROJETO Contatos Luiz Augusto Gonçalves de Almeida (Relações Institucionais)

Leia mais

INFORMATIVO SOBRE ENTIDADES ESTUDANTIS

INFORMATIVO SOBRE ENTIDADES ESTUDANTIS PRÓ- DE EXTENSÃO INFORMATIVO SOBRE ENTIDADES ESTUDANTIS Olá! Você já deve ter feito uma dessas perguntas: O que são entidades estudantis? Para que servem? Qual a diferença entre um CA e um DA? Como criar

Leia mais

Informações: Inscrições no site até 30/08/2015. Início das Aulas: 02/09/2015. Dias e horários das aulas: Quartas e Quintas-feiras das 19h00 às 22h50

Informações: Inscrições no site até 30/08/2015. Início das Aulas: 02/09/2015. Dias e horários das aulas: Quartas e Quintas-feiras das 19h00 às 22h50 MBA Marketing Informações: Inscrições no site até 30/08/2015 Início das Aulas: 02/09/2015 Dias e horários das aulas: Quartas e Quintas-feiras das 19h00 às 22h50 Carga horária: 600 Horas O curso tem duração

Leia mais

APRESENTAÇÃO FGV APRESENTAÇÃO TRECSSON BUSINESS

APRESENTAÇÃO FGV APRESENTAÇÃO TRECSSON BUSINESS APRESENTAÇÃO FGV Criado em 1999, o FGV Management é o Programa de Educação Executiva Presencial da Fundação Getulio Vargas, desenvolvido para atender a demanda do mercado por cursos de qualidade, com tradição

Leia mais

Edital Permanente Incubaero

Edital Permanente Incubaero Edital Permanente Incubaero A Incubaero torna pública a abertura permanente de inscrições para candidatos ao ingresso, como incubados, em seu quadro de empresas e ou de pré-projetos de base tecnológica.

Leia mais

RELATÓRIO AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL FACULDADE POLITÉCNICA DE UBERLÃNDIA 2009-2010

RELATÓRIO AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL FACULDADE POLITÉCNICA DE UBERLÃNDIA 2009-2010 RELATÓRIO AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL FACULDADE POLITÉCNICA DE UBERLÃNDIA 2009-2010 UBERLÂNDIA, MG JANEIRO, 2011 1 Este relatório aqui apresentado foi elaborado pela Comissão Própria de Avaliação da Faculdade

Leia mais

Prezado(a) Sr.(a.) Atenciosamente, Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas. comercial@trecsson.com.br

Prezado(a) Sr.(a.) Atenciosamente, Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas. comercial@trecsson.com.br Prezado(a) Sr.(a.) Agradecemos seu interesse em nossos programa de ensino e lhe cumprimentamos pela iniciativa de buscar o seu aperfeiçoamento profissional. Você está recebendo o programa do curso de Pós-MBA

Leia mais

Pós-graduação em Gestão das Minorias

Pós-graduação em Gestão das Minorias 1 Ascensão Acadêmica Pós-Graduação alavanca sucesso na carreira profissional Pesquisa coordenada pelo Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV), em 2010, indica que as pessoas que não

Leia mais

31956 Monografia II 31926

31956 Monografia II 31926 Currículo Novo 2006/01 Duração: 182 créditos 2.730h, acrescidas de 270h de atividades complementares, totalizando 3.000h 31544 Teoria das Organizações I - 31554 Matemática I - 31564 Teoria das Organizações

Leia mais

MANUAL DO CANDIDATO. Pós-graduação

MANUAL DO CANDIDATO. Pós-graduação MANUAL DO CANDIDATO Pós-graduação Prezado(a) Candidato(a), Agradecemos o interesse pelos nossos cursos. Este manual contém informações básicas pertinentes ao curso, tais como: objetivos do curso e das

Leia mais

Empresa Júnior como espaço de aprendizagem: uma análise da integração teoria/prática. Comunicação Oral Relato de Experiência

Empresa Júnior como espaço de aprendizagem: uma análise da integração teoria/prática. Comunicação Oral Relato de Experiência Empresa Júnior como espaço de aprendizagem: uma análise da integração teoria/prática Elisabete Ap. Zambelo e-mail: elisabete.zambelo@usc.br Daniel Freire e Almeida e-mail: daniel.almeida@usc.br Verônica

Leia mais

Ementário do Curso de Administração Grade 2008-1 1 Administração da Produção I Fase: Carga Horária: Créditos: Ementa:

Ementário do Curso de Administração Grade 2008-1 1 Administração da Produção I Fase: Carga Horária: Créditos: Ementa: 1 da Produção I Ementário do Curso de Introdução à administração da produção; estratégias para definição do sistema de produção; estratégias para o planejamento do arranjo físico; técnicas de organização,

Leia mais

EMPRESA JÚNIOR UMA OPÇÃO NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS À COMUNIDADE

EMPRESA JÚNIOR UMA OPÇÃO NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS À COMUNIDADE EMPRESA JÚNIOR UMA OPÇÃO NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS À COMUNIDADE Nilson V. Fernandes dem_feng@pucrs.br Marcelo L. Cantele dem_feng@pucrs.br Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Departamento

Leia mais

Capítulo I. Das Disposições Gerais. Pela contribuição para a formação técnica e humanística do aluno.

Capítulo I. Das Disposições Gerais. Pela contribuição para a formação técnica e humanística do aluno. Regulamento de Atividades Complementares dos cursos de Bacharelado em Administração, Ciências Contábeis, Sistemas de Informação e Enfermagem da Libertas Faculdades Integradas 20 Capítulo I Das Disposições

Leia mais

R E S O L U Ç Ã O. Artigo 2º - O Currículo, ora alterado, será implantado no início do ano 2000, para os matriculados no 1º semestre.

R E S O L U Ç Ã O. Artigo 2º - O Currículo, ora alterado, será implantado no início do ano 2000, para os matriculados no 1º semestre. RESOLUÇÃO CONSEPE 30/99 ALTERA O PLANO CURRICULAR E O REGIME DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO, DO CÂMPUS DE BRAGANÇA PAULISTA. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, no uso da atribuição

Leia mais

Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas comercial@trecsson.com.br

Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas comercial@trecsson.com.br PREZADO (A) SENHOR (A) Agradecemos seu interesse em nossos programas de ensino e lhe cumprimentamos pela iniciativa de buscar o seu aperfeiçoamento profissional. Você está recebendo o programa do curso

Leia mais

PROJETO EXPORTAR BRASIL

PROJETO EXPORTAR BRASIL CNPJ: 10692.348/0001-40 PROJETO EXPORTAR BRASIL Apresentação da GS Educacional A GS Educacional faz parte de um grupo que trabalha há vários anos com cursos e serviços na área de comércio exterior e vem

Leia mais

Gestão. Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Qualidade. Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos

Gestão. Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Qualidade. Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos da Qualidade Gestão O tecnólogo em Gestão da Qualidade é o profissional que desenvolve avaliação sistemática dos procedimentos, práticas e rotinas internas e externas de uma entidade, conhecendo e aplicando

Leia mais

PROJETO DE CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Gestão e Relações Internacionais

PROJETO DE CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Gestão e Relações Internacionais PROJETO DE CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Gestão e Relações Internacionais IDENTIFICAÇÃO DO CURSO Curso de Especialização em Gestão e Relações Internacionais Área de Conhecimento: Ciências Sociais Aplicadas

Leia mais

EDITAL Nº 01/2009 PROJETOS EMPRESARIAIS PARA INGRESSO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DE SÃO JOSÉ

EDITAL Nº 01/2009 PROJETOS EMPRESARIAIS PARA INGRESSO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DE SÃO JOSÉ EDITAL Nº 01/2009 PROJETOS EMPRESARIAIS PARA INGRESSO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DE SÃO JOSÉ O presente edital regulamenta o processo de recrutamento, seleção e ingresso de projetos empresariais na Incubadora

Leia mais

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL. 15/09/2015 www.palestramos.com.br 1

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL. 15/09/2015 www.palestramos.com.br 1 APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL 15/09/2015 www.palestramos.com.br 1 EMPRESA A PalestRamos está pronta para atender todas as suas necessidades na gestão de profissionais e equipes. Com mais de 5 anos de atuação

Leia mais

PROPOSTA PARA PARCERIAS ENTRE EMPRESA JÚNIOR E HOTEL TECNOLÓGICO

PROPOSTA PARA PARCERIAS ENTRE EMPRESA JÚNIOR E HOTEL TECNOLÓGICO Anais do XXXIV COBENGE. Passo Fundo: Ed. Universidade de Passo Fundo, Setembro de 2006. ISBN 85-7515-371-4 PROPOSTA PARA PARCERIAS ENTRE EMPRESA JÚNIOR E HOTEL TECNOLÓGICO Adalberto Matoski adalbert@cefetpr.br

Leia mais

Área de Conhecimento. Laboratórios de informática Descrição e equipamentos. Informática, Pesquisas

Área de Conhecimento. Laboratórios de informática Descrição e equipamentos. Informática, Pesquisas Descrição da infraestrutura física destinada aos cursos, incluindo laboratórios, equipamentos instalados, infraestrutura de informática e redes de informação. Relação de laboratórios, oficinas e espaços

Leia mais

IBMEC Jr. Consultoria. A melhor maneira de ingressar no mercado de trabalho

IBMEC Jr. Consultoria. A melhor maneira de ingressar no mercado de trabalho IBMEC Jr. Consultoria A melhor maneira de ingressar no mercado de trabalho O mercado de trabalho que nos espera não é o mesmo dos nossos pais... ... ele mudou! As mudanças Certeza Incerteza Real Virtual

Leia mais

O ENSINO DE GRADUAÇÃO E A RELAÇÃO UNlVERSlDADE - EMPRESA NA UFMG José Nagib Cotrim Árabe Fernando Celso Dolabela Chagas

O ENSINO DE GRADUAÇÃO E A RELAÇÃO UNlVERSlDADE - EMPRESA NA UFMG José Nagib Cotrim Árabe Fernando Celso Dolabela Chagas O ENSINO DE GRADUAÇÃO E A RELAÇÃO UNlVERSlDADE - EMPRESA NA UFMG José Nagib Cotrim Árabe Fernando Celso Dolabela Chagas Publicado em XXXXX Data: XX/XX/XXXX 1. Introdução É evidente a necessidade de interação

Leia mais

MANUAL PARA O PROGRAMA DE INCUBAÇÃO INEAGRO-UFRRJ

MANUAL PARA O PROGRAMA DE INCUBAÇÃO INEAGRO-UFRRJ MANUAL PARA O PROGRAMA DE INCUBAÇÃO INEAGRO-UFRRJ 2009 Índice Introdução...3 O que é Base Tecnológica?...3 O que é o Programa de Incubação?...3 Para quem é o Programa de Incubação?...4 Para que serve o

Leia mais

Instituto Nacional de Ensino e Pesquisa

Instituto Nacional de Ensino e Pesquisa REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE INESP INSTITUTO NACIONAL DE ENSINO E PESQUISA Em conformidade com o Parecer CES/CNE 146/2002, homologado em 13 de maio de

Leia mais

PROGRAMA BOM NEGÓCIO PARANÁ- APOIO AO EMPREENDEDORISMO AVALIAÇÃO DO NÚCLEO MARINGÁ

PROGRAMA BOM NEGÓCIO PARANÁ- APOIO AO EMPREENDEDORISMO AVALIAÇÃO DO NÚCLEO MARINGÁ PROGRAMA BOM NEGÓCIO PARANÁ- APOIO AO EMPREENDEDORISMO AVALIAÇÃO DO NÚCLEO MARINGÁ AREA TEMÁTICA: TRABALHO LAIS SILVA SANTOS 1 CARLOS VINICIUS RODRIGUES 2 MARCELO FARID PEREIRA 3 NEUZA CORTE DE OLIVEIRA

Leia mais

MANUAL DO CANDIDATO. Pós-graduação

MANUAL DO CANDIDATO. Pós-graduação MANUAL DO CANDIDATO Pós-graduação Prezado(a) Candidato(a), Agradecemos o interesse pelos nossos cursos. Este manual contém informações básicas pertinentes ao curso, tais como: objetivos do curso e das

Leia mais

MANUAL DO CANDIDATO. Pós-graduação

MANUAL DO CANDIDATO. Pós-graduação MANUAL DO CANDIDATO Pós-graduação Prezado(a) Candidato(a), Agradecemos o interesse pelos nossos cursos. Este manual contém informações básicas pertinentes ao curso, tais como: objetivos do curso e das

Leia mais

EDITAL DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO Nº 01/2012

EDITAL DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO Nº 01/2012 EDITAL DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO Nº 01/2012 PROCEDIMENTOS DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PROJETOS EMPRESARIAIS INOVADORES PARA INGRESSO E PARTICIPAÇÃO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DE SÃO JOSÉ IESJ. A INCUBADORA

Leia mais

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS. (Resumido)

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS. (Resumido) FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS E ADMINISTRATIVAS DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM ES Curso de Administração reconhecido pelo Decreto Federal nº 78.951, publicado no D.O.U. de 16-12-1976 Curso de Ciências Contábeis

Leia mais

APRESENTAÇÃO / JUSTIFICATIVA

APRESENTAÇÃO / JUSTIFICATIVA NÚMERO DE VAGAS: 45 (Quarenta e cinco) vagas. CENTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA VISCONDE DE CAIRU CEPPEV PREVISÃO DE INÍCIO DAS AULAS Fevereiro de 2014 APRESENTAÇÃO / JUSTIFICATIVA O MBA EM CONSULT ORIA

Leia mais

VI Reunião Técnica Internacional de FAEDPYME Nicarágua 08 a 10 de Maio de 2013

VI Reunião Técnica Internacional de FAEDPYME Nicarágua 08 a 10 de Maio de 2013 Comentários de Peter Hansen sobre interação Universidade- Empresa no Brasil e Experiências Práticas. VI Reunião Técnica Internacional de FAEDPYME Nicarágua 08 a 10 de Maio de 2013 Apresentação Prof. Peter

Leia mais

ESCOLA DE NEGÓCIOS CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIAS ECONÔMICAS REGIMENTO INTERNO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

ESCOLA DE NEGÓCIOS CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIAS ECONÔMICAS REGIMENTO INTERNO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES ESCOLA DE NEGÓCIOS CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIAS ECONÔMICAS REGIMENTO INTERNO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES A Diretora da Escola de Negócios, no uso de suas atribuições estatutárias e regimentais, em

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES OBRIGATÓRIAS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Carga Horária Total exigida no curso: 200 horas

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES OBRIGATÓRIAS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Carga Horária Total exigida no curso: 200 horas REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES OBRIGATÓRIAS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Carga Horária Total exigida no curso: 200 LONDRINA/PR 2014 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES OBRIGATÓRIAS DO CURSO

Leia mais

GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO. fgv.br/vestibular

GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO. fgv.br/vestibular GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO fgv.br/vestibular IDEALISMO, EXCELÊNCIA E CREDIBILIDADE A Fundação Getulio Vargas surgiu em 20 de dezembro de 1944 com o objetivo de preparar profissionais qualificados em Administração

Leia mais

RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS

RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS SALVADOR 2012 1 CONTEXTUALIZAÇÃO Em 1999, a UNIJORGE iniciou suas atividades na cidade de Salvador, com a denominação de Faculdades Diplomata. O contexto

Leia mais

MANUAL DO CANDIDATO. Pós-graduação

MANUAL DO CANDIDATO. Pós-graduação MANUAL DO CANDIDATO Pós-graduação Prezado(a) Candidato(a), Agradecemos o interesse pelos nossos cursos. Este manual contém informações básicas pertinentes ao curso, tais como: objetivos do curso e das

Leia mais

12/2014 792864/2013 SENAES/MTE CAMP

12/2014 792864/2013 SENAES/MTE CAMP Processo Seletivo Nº. 12/2014 Convênio Nº 792864/2013 SENAES/MTE CAMP Projeto: Fortalecimento e expansão das iniciativas de Fundos Solidários na Região Sul do Brasil. Processo Seletivo objetivando a contratação

Leia mais

Regulamento das Atividades Complementares da Faculdade de Ciências Sociais de Guarantã do Norte

Regulamento das Atividades Complementares da Faculdade de Ciências Sociais de Guarantã do Norte Regulamento das Atividades Complementares da Faculdade de Ciências Sociais de Guarantã do Norte 2010 Apresentação As Atividades de Extensão são ações desenvolvidas sob forma de programas, projetos, cursos,

Leia mais

Projeto: Rede MERCOSUL de Tecnologia

Projeto: Rede MERCOSUL de Tecnologia ANEXO XIII XXXIII REUNIÓN ESPECIALIZADA DE CIENCIA Y TECNOLOGÍA DEL MERCOSUR Asunción, Paraguay 1, 2 y 3 de junio de 2005 Gran Hotel del Paraguay Projeto: Rede MERCOSUL de Tecnologia Anexo XIII Projeto:

Leia mais

REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO 1 REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Regulamento de Atividades Complementares previstas para o Curso de Administração da Faculdade Del Rey. BELO HORIZONTE 2012 2 Regulamento

Leia mais

O MBA CONTROLLER foi lançado em 1994 e é o mais tradicional MBA do mercado brasileiro

O MBA CONTROLLER foi lançado em 1994 e é o mais tradicional MBA do mercado brasileiro MBA Controller Ao cursar o MBA CONTROLLER FIPECAFI/ANEFAC, o aluno convive com pessoas de diferentes perfis entre os mais diversos segmentos de mercado e com a experiência profissional exigida para que

Leia mais

Profa. Dra. Cristina Castro Lucas de Souza Depieri

Profa. Dra. Cristina Castro Lucas de Souza Depieri Inovação e Tecnológia na Gestão Pública Profa. Dra. Cristina Castro Lucas de Souza Depieri Doutorado em Administração (UnB) Mestrado em Contabilidade e Controladoria (UFMG) Graduação em Ciências Contábeis

Leia mais

Regulamento das Atividades Complementares

Regulamento das Atividades Complementares 1 ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL DOM BOSCO Fundada em 21 de dezembro de 1964 MANTENEDORA DAS FACULDADES DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS, ADMINISTRATIVAS E DA COMPUTAÇÃO, FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DOM BOSCO, FACULDADE

Leia mais

INCUBADORA DE EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICA DA UFPel

INCUBADORA DE EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICA DA UFPel INCUBADORA DE EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICA DA UFPel EDITAL DE SELEÇÃO DE PROJETOS PARA INGRESSO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICA DA UFPel Edital nº 01/2013 Novembro de 2013 1 EDITAL Nº 01/2013

Leia mais

Assessoria Consultoria Treinamento F I N A N C E I R A - E M P R E S A R I A L

Assessoria Consultoria Treinamento F I N A N C E I R A - E M P R E S A R I A L Assessoria Consultoria Treinamento F I N A N C E I R A - E M P R E S A R I A L Quem somos Bem vindo à Nord. Formada por profissionais oriundos do mercado financeiro, com formações multidisciplinares e

Leia mais

MBA Gestão de Negócios FIA-ROTARY Turmas Março 2016

MBA Gestão de Negócios FIA-ROTARY Turmas Março 2016 A Fundação de Rotarianos de São Caetano do Sul - ROTARY Colégio Eduardo Gomes objetivando o desenvolvimento profissional de seus associados e seus familiares estabeleceu parceria educacional com a Fundação

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Nome da disciplina Evolução do Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação;

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DOS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA DA FACULDADE DE TECNOLOGIA, CIÊNCIAS E EDUCAÇÃO, FATECE PIRASSUNUNGA, SP

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DOS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA DA FACULDADE DE TECNOLOGIA, CIÊNCIAS E EDUCAÇÃO, FATECE PIRASSUNUNGA, SP REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DOS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA DA FACULDADE DE TECNOLOGIA, CIÊNCIAS E EDUCAÇÃO, FATECE PIRASSUNUNGA, SP. 2 CAPÍTULO I... 3 DA NATUREZA E DAS FINALIDADES...

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO, BACHARELADO Administração LFE em Administração de Empresas Administração LFE em Análise de Sistemas

Leia mais

Universidade. Estácio de Sá. Turismo, Hotelaria e Gastronomia

Universidade. Estácio de Sá. Turismo, Hotelaria e Gastronomia Universidade Estácio de Sá Turismo, Hotelaria e Gastronomia A Estácio Hoje reconhecida como a maior instituição particular de ensino superior do país, a Universidade Estácio de Sá iniciou suas atividades

Leia mais

MBA ESTRATÉGIAS PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. 2ª turma - Fev. 2016. Executivo em Administração. Arcos Dorados

MBA ESTRATÉGIAS PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. 2ª turma - Fev. 2016. Executivo em Administração. Arcos Dorados MBA Executivo em Administração ESTRATÉGIAS PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL 2ª turma - Fev. 20 Arcos Dorados MBA Executivo em Administração ESTRATÉGIAS PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Sustentabilidade

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO O Curso de Secretariado Executivo das Faculdades Integradas de Ciências Exatas Administrativas e Sociais da UPIS, reconhecido pelo MEC desde 1993, pela Portaria 905, de 24.06,1993,

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Evolução de Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução

Leia mais

FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS FMU GUIA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES. Departamento de Ciências Exatas e Gerenciais

FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS FMU GUIA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES. Departamento de Ciências Exatas e Gerenciais FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS FMU GUIA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES Departamento de Ciências Exatas e Gerenciais CURSOS : ADMINISTRAÇÃO CIÊNCIAS ATUARIAIS CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO CIÊNCIAS CONTÁBEIS CIÊNCIAS

Leia mais

2- PÚBLICO ALVO. Página 1 de 8 CURSO PRÁTICO FORMAÇÃO DE CONSULTORES EMPRESARIAIS. SESI Serviço Social da Indústria. IEL Instituto Euvaldo Lodi

2- PÚBLICO ALVO. Página 1 de 8 CURSO PRÁTICO FORMAÇÃO DE CONSULTORES EMPRESARIAIS. SESI Serviço Social da Indústria. IEL Instituto Euvaldo Lodi 1- Objetivo Geral Capacitar profissionais para o exercício da consultoria empresarial com qualidade, possibilitando assim um melhor atendimento as demandas das empresas paraenses por estes serviços. Disseminar

Leia mais

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 901491 - EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução da teoria organizacional

Leia mais

Administração. Curso de Graduação Bacharelado em

Administração. Curso de Graduação Bacharelado em Curso de Graduação Bacharelado em Administração O curso de Administração está enquadrado como uma ciência social aplicada. Estuda-se em profundidade técnicas e instrumentos analíticos, além de simulações

Leia mais

Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas comercial@trecsson.com.br

Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas comercial@trecsson.com.br PREZADO (A) SENHOR (A) Agradecemos seu interesse em nossos programas de ensino e lhe cumprimentamos pela iniciativa de buscar o seu aperfeiçoamento profissional. Você está recebendo o programa do curso

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE GRADUÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS DA

REGIMENTO INTERNO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE GRADUÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS DA REGIMENTO INTERNO DAS S COMPLEMENTARES DO CURSO DE GRADUÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS DA FADERGS - FACULDADE DE DESENVOLVIMENTO DO RIO GRANDE DO SUL O Diretor da Faculdade da FADERGS - FACULDADE DE DESENVOLVIMENTO

Leia mais

PROGRAMA CATARINENSE DE INOVAÇÃO

PROGRAMA CATARINENSE DE INOVAÇÃO PROGRAMA CATARINENSE DE INOVAÇÃO PROGRAMA CATARINENSE DE INOVAÇÃO O Governo do Estado de Santa Catarina apresenta o Programa Catarinense de Inovação (PCI). O PCI promoverá ações que permitam ao Estado

Leia mais

APRESENTAÇÃO FGV APRESENTAÇÃO TRECSSON BUSINESS

APRESENTAÇÃO FGV APRESENTAÇÃO TRECSSON BUSINESS APRESENTAÇÃO FGV Criado em 1999, o FGV Management é o Programa de Educação Executiva Presencial da Fundação Getulio Vargas, desenvolvido para atender a demanda do mercado por cursos de qualidade, com tradição

Leia mais