FERNANDA SCHECK FERRAZ O COMPORTAMENTO DOS TURISTAS EM VIAGENS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FERNANDA SCHECK FERRAZ O COMPORTAMENTO DOS TURISTAS EM VIAGENS"

Transcrição

1 0 FERNANDA SCHECK FERRAZ O COMPORTAMENTO DOS TURISTAS EM VIAGENS CANOAS, 2011

2 1 FERNANDA SCHECK FERRAZ O COMPORTAMENTO DOS TURISTAS EM VIAGENS Trabalho de conclusão apresentado ao curso de Turismo do Centro Universitário La Salle Unilasalle, como exigência parcial para a obtenção do grau de Bacharel em Turismo. Orientação: Profª Me. Roslaine K. Garcia CANOAS, 2011

3 2 FERNANDA SCHECK FERRAZ O COMPORTAMENTO DOS TURISTAS EM VIAGENS Trabalho de conclusão apresentado ao curso de Turismo do Centro Universitário La Salle Unilasalle, como exigência parcial para a obtenção do grau de Bacharel em Turismo. Aprovado pelo avaliador em de de AVALIADOR: Profª Me. Roslaine K. Garcia Unilasalle

4 3 AGRADECIMENTOS Agradeço a todos os que colaboraram de alguma forma para a realização deste trabalho. Agradeço aos meus pais Gladis Scheck Ferraz e Arlon Ferraz por oportunizarem o meu ingresso à faculdade e a conclusão do curso. Agradeço em especial a minha professora e orientadora Roslaine K. Garcia pela dedicação e atenção na orientação deste trabalho.

5 4 O futuro não é um lugar para onde estamos indo, mas um lugar que estamos criando. Os caminhos não são encontrados e sim criados, e a atividade de cria-los faz com que mudem tanto o criador como o seu destino. (John Schaan)

6 5 RESUMO Considerando o turismo como uma rede de relacionamentos, o turista é o personagem principal e o seu comportamento certamente tem grande efeito nas destinações onde visita. Esse efeito pode ser positivo ou negativo, dependendo das atitudes e comportamento dos envolvidos. Assim, este estudo tem como objetivo geral verificar as ações e orientações do trade turístico em relação ao comportamento do turista em viagens. Como objetivos específicos buscou-se identificar ações/orientações dos prestadores de serviços em relação ao comportamento dos turistas como agência de turismo, hotel, guia de turismo e atrativo turístico; ressaltar a importância do trade turístico na realização de ações e evidenciar comportamentos e seus impactos negativos na localidade receptora. Quanto à metodologia do estudo caracteriza-se por uma pesquisa exploratóriadescritiva, com abordagem qualitativa, tendo como procedimentos técnicos o levantamento bibliográfico, além de apresentar uma pesquisa de campo junto ao trade turístico. O trabalho permitiu constatar que os pesquisados consideram o comportamento do turista bom, e geralmente passam orientações. Entretanto algumas incidências negativas foram atribuídas à falta de educação e falta de bons hábitos. Palavras-chave: Turismo. Turista. Atitudes e Comportamento. Viagens. Trade Turístico. Orientação

7 6 ABSTRACT Considering tourism as a relationship network, the tourist is the main character and his behavior certainly has great effect on the destinations he visits. This effect is either positive or negative, depending on the attittudes and behavior of those involved. Thus, this study aims to determine the actions and general guidelines of the touristic trade and its relation with the behavior of the tourist in travel. As specific objectives, it was sought to identify actions / guidelines from the service providers in relation to the tourists behavior, as tourism agency, hotel, tourist guide and touristic attractions; emphasize the importance of the touristic trade in the realization of actions and point the behaviors and its negative impacts on the receiving location. Regarding the methodology of the study, it is characterized by an exploratorydescriptive research, with a qualitative approach, having as technical procedures the literature research, besides presenting a field research regarding the tourist trade. The study revealed that respondents consider the tourist behavior "good", and usually they give them general guidelines. However, some negative incidences were attributed to "lack of education and lack of good habits." Key-words: Tourism. Tourist. Attitudes and Behavior. Trips. Touristic Trade. Orientation.

8 7 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO TURISMO: UMA REDE DE RELACIONAMENTOS Turismo: diferentes olhares conceituais Turista: conceitos e classificações Trade Turístico Agências de Turismo Meios de Hospedagem Guia de Turismo Atrativo Turístico COMPORTAMENTO DO TURISTA: ASPECTOS POSITIVOS E NEGATIVOS Comportamento do Turista Impactos Negativos Atitudes Positivas METODOLOGIA Aspectos Metodológicos Organização dos Resultados da Pesquisa de Campo Resultados da pesquisa junto as Agências de Viagens Entrevista A Resultados da pesquisa junto as Operadoras Turísticas Entrevista B Resultados da pesquisa junto aos Hotéis Entrevista C Resultados da pesquisa junto aos Atrativos Turísticos Entrevista D Resultados da pesquisa junto aos profissionais Guias de Turismo Entrevista E INTERPRETAÇÃO E ANÁLISE DOS RESULTADOS CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS APÊNDICE A - Roteiro de entrevista semiestruturada aplicado às agências de viagens APÊNDICE B - Roteiro de entrevista semiestruturada aplicado às operadoras turísticas APÊNDICE C - Roteiro de entrevista semiestruturada aplicado aos hotéis... 89

9 8 APÊNDICE D - Roteiro de entrevista semiestruturada aplicado aos atrativos turísticos APÊNDICE E - Roteiro de entrevista semi-estruturada aplicado aos guias de turismo... 91

10 9 1 INTRODUÇÃO Considerando o turismo como uma rede de relacionamentos, o turista é o personagem principal e o seu comportamento certamente tem grande efeito nas destinações onde visita. Esse efeito pode ser positivo ou negativo, dependendo das atitudes e comportamento dos envolvidos. Na medida em que o turismo cresce, aumenta o número de pessoas em trânsito e consequentemente aumenta as relações dos turistas nas destinações. Desta forma, evidencia-se a necessidade de uma conduta responsável no destino visitado, visto que sua conservação é fundamental para a continuidade da atividade turística. O interesse pelo tema deu-se após a realização de algumas viagens ao longo dos últimos anos pela autora deste estudo no qual percebeu-se que algumas pessoas mudam de comportamento quando estão viajando e assumem atitudes diferentes das praticadas no dia a dia. Desta forma surgiu o interesse em pesquisar que elementos determinam o comportamento do turista em uma viagem e principalmente em saber se estes comportamentos e atitudes poderiam ser mais positivos se recebessem alguma orientação prévia. Assim este estudo tem como objetivo geral verificar as ações e orientações do trade turístico em relação ao comportamento do turista em viagens. Como objetivos específicos buscou-se identificar ações/orientações dos prestadores de serviços em relação ao comportamento dos turistas como agência de turismo, hotel, guia de turismo e atrativo turístico; ressaltar a importância do trade turístico na realização de ações e evidenciar comportamentos e seus impactos negativos na localidade receptora. A partir destes objetivos estabeleceram-se os seguintes questionamentos: Os turistas, em sua maioria, possuem um comportamento negativo? Os turistas recebem poucas orientações sobre comportamento durante uma viagem? Como o trade turístico percebe a necessidade em realizar essas ações? As orientações podem contribuir para uma conduta mais responsável? A metodologia do estudo caracteriza-se por uma pesquisa exploratóriadescritiva, com abordagem qualitativa tendo como procedimentos técnicos o

11 10 levantamento bibliográfico sobre o tema, além de apresentar uma pesquisa de campo junto ao trade turístico. Sendo assim, este trabalho está estruturado em seis capítulos: O primeiro capítulo, nomeado Turismo: uma rede de relacionamentos apresenta uma série de conceitos e tipologias aplicadas ao turismo e turistas, além de apresentar os principais elementos que compõem o trade turístico. No segundo capítulo aborda-se o tema Comportamento do turista: aspectos positivos e negativos, onde são apresentados alguns aspectos e modelos de estudos do comportamento e atitudes do turista, seus impactos negativos nas destinações, bem como exemplos de atitudes positivas de alguns componentes do trade turístico. O terceiro capítulo apresenta a Metodologia com os Aspectos Metodológicos adotados na pesquisa, seguido da Organização dos dados da pesquisa de campo aplicada junto ao trade turístico. Já no quarto capítulo encontra-se a Interpretação e Análise dos Resultados, e por fim encontra-se as Considerações Finais deste estudo.

12 11 2 TURISMO: UMA REDE DE RELACIONAMENTOS Este capítulo apresenta alguns conceitos sobre turismo, turista e suas tipologias bem como o trade turístico e seus componentes. 2.1 Turismo: diferentes olhares conceituais Existem muitas e diferentes definições sobre turismo, isso se deve a sua complexidade e diversidade. Os conceitos sobre turismo também variam de acordo com a abordagem dos autores. Tendo em vista que o turismo é uma ciência social em desenvolvimento, que inclui diversas áreas do conhecimento pode-se considerar portanto, o turismo como um fenômeno multidisciplinar. A palavra turismo surgiu no século XIX, porém, a atividade estende suas raízes pela história. Certas formas de turismo existem desde as mais antigas civilizações, mas, mas foi a partir do século XX e mais precisamente após a Segunda Guerra Mundial, que ele evoluiu como conseqüência dos aspectos relacionados à produtividade empresarial, ao poder de compra das pessoas e ao bem-estar resultante da restauração da paz no mundo. (FORASTIÉ apud RUSCHMANN, 2006, p.13). Segundo Beni (2003) a primeira definição do termo turismo foi elaborada em 1910 pelo austríaco Hermann Von Schullern Schattenhofen. Em sua definição Hermann afirmava que o turismo compreendia todos os processos acarretados pela presença de turistas em determinado município, país ou região, enfatizava, porém os processos econômicos, que segundo ele eram representados na chegada, permanência e saída do turista destas localidades. Nessa definição pode-se destacar o aspecto econômico como linha de pensamento do autor. Já o autor Molina (apud FONSECA FILHO, 2007) faz uma crítica aos conceitos de caráter econômico. [...] o turismo atual deve ser considerado basicamente como produto da cultura, no sentido amplo deste termo. Por isso, as explicações de caráter econômico que são utilizadas para compreender a transcendência do turismo são, evidentemente, insuficientes, ainda que significativas, porque

13 12 não contemplam e tampouco consideram a diversidade de dimensões do fenômeno. (MOLINA apud FONSECA FILHO, 2007, p.6). A definição de turismo, segundo a Organização Mundial do Turismo OMT (2001), é: soma de relações e de serviços resultantes de um câmbio de residência temporário e voluntário motivado por razões alheias a negócios ou profissionais. (BARRETTO, 2003, p. 12). De acordo com a Lei Geral do Turismo, nº /08, de 17 de setembro de 2008, considera-se turismo as atividades realizadas por pessoas físicas durante viagens e estadas em lugares diferentes do seu entorno habitual, por um período inferior a 1 (um) ano, com finalidade de lazer, negócios ou outras. (BRASIL, 2008, p.1). Tanto a definição dada pela OMT, quanto a da Lei Geral do Turismo, apresentam uma visão mais técnica sobre o conceito de turismo. Encontram-se também definições que apontam o fator social como característica importante a ser considerada no turismo. O Turismo é um fenômeno social que consiste no deslocamento voluntário e temporário de indivíduos ou grupos de pessoas que, fundamentalmente por motivos de recreação, descanso, cultura ou saúde, saem de seu local de residência habitual para outro, no qual não exercem nenhuma atividade lucrativa nem renumerada, gerando múltiplas interpelações de importância social, econômica e cultural. (DE LA TORRE apud IGNARRA, 2003, p.13). Segundo a definição dada por Fúster, turismo é de um lado, conjunto de turistas; de outro os fenômenos e as relações que essa massa produz em conseqüência de suas viagens. (FÚSTER apud IGNARRA, 2003, p. 13). Com uma visão mais holística e abrangendo mais campos de estudos, Jafari define o turismo como: é o estudo do homem longe de seu local de residência, da indústria que satisfaz suas necessidades, e dos impactos que ambos, ele e a indústria, geram sobre os ambientes físicos, econômico e sociocultural da área receptora. (JAFARI apud BENI, 2003, p. 36). Alguns autores seguem uma abordagem cultural para a conceituação do turismo. [...] muito mais que uma indústria de serviços, é fenômeno com base cultural, com herança histórica, meio ambiente diverso, cartografia natural, relações sociais de hospitalidade, troca de informações interculturais. o somatório que esta dinâmica sócio-cultural gera parte de um fenômeno

14 13 recheado de objetividade-subjetividade, que vem a ser consumido por milhões de pessoas. (MOESCH apud FONSECA FILHO, 2007, p.7). Krippendorf (2001) traz uma visão sociológica, no qual, o turismo e o lazer são o resultado e ao mesmo tempo partes integrantes das sociedades industriais e a forma como estas se encontram organizadas. Para Beni (2003) o fato de o Turismo encontrar-se ligado, praticamente a quase todos os setores da atividade social humana é a principal causa da grande variedade de conceitos, por isso a conceituação de turismo não pode ficar limitada a uma simples definição. Por sua vez, quanto à sua natureza o turismo pode ser emissivo, enviando turistas para fora do local ou, receptivo recebendo turistas vindos de fora. Quanto à nacionalidade dos turistas, o turismo pode ser classificado como nacional ou estrangeiro. Considerando-se o volume, o turismo pode ser de minorias ou de massas. (BARRETTO, 2003). Mesmo com as diferentes conceituações sobre turismo, observa-se em comum de três elementos que o integram: o espaço físico, o tempo e o indivíduo. Desta forma, obtêm-se os elementos básicos componentes da estrutura do turismo. Ashton destaca outra característica que também é importante ser analisada sobre turismo: Ao se levar em consideração que o turismo é um serviço que só pode ser consumido no momento em que o turista visita a destinação, pode-se observar que existirá uma interação entre esse e a comunidade local; ou seja, os visitantes entraram em contato com uma população e com uma maneira de ser e de viver estranha, estrangeira, durante o processo de consumo. (ASHTON, 2006, p. 72). A partir dessa citação é possível observar que o turismo é um conjunto de relações humanas, e que o bom andamento dessas relações é fundamental para a atividade turística. Percebe-se também que essas relações são a origem do comportamento, tanto dos turistas, quanto da comunidade receptora. Esse relacionamento, que acontece, durante a estada, entre visitantes (estrangeiros) e a população local (visitados), poderá se dar através de uma gama enorme de aspectos, desde o comportamento dos indivíduos, das vestimentas, das maneiras de falar, por intermédio das artes, do artesanato, da gastronomia, das tradições e dos costumes e da cultura de um modo geral. Por consta disso, é gerada uma série de efeitos, que podem ser positivos, quando se preserva e se respeita o patrimônio visitado (cultural e

15 14 natural) ou negativo, como a comercialização degenerativa do ambiente e da cultura anfitriã. (ASHTON, 2006, p. 72). Portanto, no estudo do turismo é fundamental analisar o comportamento dos turistas, pois o mesmo pode ser causador de impactos positivos e ou negativos. No caso de impactos negativos, estes são muitas vezes irreversíveis se analisarmos do ponto de vista ambiental e sociocultural. 2.2 Turista: conceitos e classificações O turista é o sujeito principal do fenômeno turístico, é ele quem utiliza os mais variados serviços da estrutura do turismo. Segundo Beni (2003), uma das primeiras definições de turista, foi a adotada pela Comissão de Estatísticas da Liga das Nações, em 1937, que referia-se ao turista internacional como pessoa que visita um país que não seja o de sua residência, por um período de, pelo menos, vinte e quatro horas. Essa foi a definição que serviu de base para as definições posteriores. Em 1954, a Organização das Nações Unidas (ONU), conceituou turista como: Toda pessoa sem distinção de raça, sexo, língua e religião que ingresse no território de uma localidade diversa daquela em que tem residência habitual e nele permaneça pelo prazo mínimo de 24 horas e máximo de seis meses, no transcorrer de um período de 12 meses, com finalidade de turismo, recreio, esporte, saúde, motivos familiares, estudos, peregrinações religiosas ou negócios, mas sem proposta de imigração. (ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS apud BARRETTO, 2003, p. 25). Existem ainda, algumas contradições a respeito dos conceitos de turista, viajante e excursionista. Barretto apresenta a definição da IUOTO (União Internacional das Organizações Oficiais de Viagens) de 1968, (a qual sucedeu a OMT Organização Mundial do Turismo) que definia o turista como um tipo de visitante. Visitante é toda a pessoa que visita um país diferente daquele que reside habitualmente, por qualquer razão que não seja realizar um trabalho remunerado. Entre os visitantes estão os turistas e os excursionistas. Os turistas são visitantes que realizam pelo menos um pernoite num país ou região e permanecem um mínimo de 24 horas. Os excursionistas são para Iouto, aqueles visitantes que não param um pernoite, mas que atravessam

16 15 um país ou região. Um excursionista permanece menos de 24 horas e inclui viajantes de um dia e pessoas fazendo cruzeiros. (UNIÃO INTERNACIONAL DAS ORGANIZAÇÕES OFICIAIS DE VIAGENS, apud BARRETTO, 2003, p. 25). turista. Mais recentemente Andrade apresentou a seguinte conceituação sobre Turista é a pessoa que, livre e espontaneamente por período limitado, viaja fora do local de sua residência habitual, a fim de exercer ações que, por sua natureza e pelo conjunto das relações decorrentes, classificam-se em alguns dos tipos, das modalidades e das formas de turismo. (ANDRADE, 2002, p. 43). Em 2009, o Ministério do Turismo realizou a Pesquisa de Hábitos de Consumo do Turismo Brasileiro que possibilita conhecer de uma forma estatística uma parcela do comportamento dos turistas brasileiros enquanto consumidor. O público alvo da pesquisa foram os turistas brasileiros maiores de 18 anos, das classes A, B, C e D, dos clientes atuais (aqueles que viajaram nos últimos dois anos no Brasil). Do total de entrevistados, 78,3% viajam por conta própria, 45,1% utilizam os hotéis como meio de hospedagem. Percebe-se que a maioria dos pesquisados que viaja por conta própria (78,3%) acaba não utilizando serviços como de agências de viagens, guias de turismo e outros. Com isso percebe-se também que, conseqüentemente a maioria dos entrevistados acaba recebendo quase nenhuma orientação profissional em relação à viagem. A pesquisa de hábitos também mostrou que 64,9% preferem praias como destinos turísticos. As belezas naturais da localidade da última viagem foram o principal motivo de escolha de destino para 33,9%, dos entrevistados, assim como também, as belezas naturais foram o aspecto positivo mais destacado por 33,6% dos entrevistados. Com base nesses dados, verifica-se a relevância das belezas naturais das localidades turísticas como principal atrativo para o destino. Assim pressupõem-se que as belezas naturais devem ser utilizadas para fins turísticos de forma responsável, a fim de garantir a preservação das mesmas para a sustentabilidade do destino. (BRASIL, 2009). Por sua vez, os turistas podem ser classificados em várias tipologias segundo os estudos de Plog, Cohen, Smith e Krippendorf.

17 16 Em 1972, Plog criou a classificação de turistas chamada de modelo cognitivo-normativo. (PLOG apud BARRETTO, 2003, p. 26). A classificação elaborada por Plog dividiu os turistas em função das suas preferências de viagens em alocêntricos, mesocêntricos e psicocêntricos. Os alocêntricos são os turistas exploradores e aventureiros, que vão a procura de lugares novos, convivendo com a população local em núcleos turísticos, já os mesocêntricos são aqueles que viajam individualmente mas para onde todo mundo viaja e gostam de visitar lugares com reputação. Os psicocêntricos são aqueles que só viajam a lugares que lhes sejam familiares, utilizando-se de pacotes. Deixam se levar pela influência social e, só viajam em grupos. Cohen, em 1972 elaborou um modelo internacional para classificar os turistas, no qual dividiu-os em dois grupos, os não-institucionalizados que compreende aos nômades, aqueles turistas que procuram ambientes exóticos e diferentes e os exploradores que são os que organizam a própria viagem por lugares já um pouco conhecidos, tentando afastar-se dos destinos que a maioria visita. Dentro do grupo dos institucionalizados encontra-se o turistas de massa individuais, que são os que utilizam os serviços de agências para a realização de suas viagens, e optam por destinos conhecidos e os turistas de massa organizados que são aqueles que viajam sempre para um lugar familiar que lhes dê segurança. (COHEN apud BARRETO, 2003). O mesmo autor, em 1979, elaborou um novo modelo cognitivo-normativo para a classificação dos turistas: Existenciais: aqueles que buscam a paz espiritual, através da quebra de sua rotina cotidiana; experimentais: aqueles que querem conhecer e experimentar modos de vida diferentes; diversionários: aqueles que buscam a recreação e o lazer organizados, de preferência em grandes grupos; recreacionais: aqueles que buscam entretenimento e relaxamento para a recuperação de suas forças psíquicas e mentais. (COHEN apud IGNARRA, 2003, p. 26). Outro autor que também classificou os turistas foi Smith, que em 1977, elaborou um modelo com sete tipos de turistas. Na classificação criada por Smith encontra se o explorador, aquele que constitui um pequeno grupo que viaja quase como antropólogos; o turista de elite, aquele que realiza viagens caras e personalizadas; o turista excêntrico, que procura

18 17 ficar longe dos demais turistas; o turista incomum, aquele que faz viagens de excursões organizadas para conhecer a cultura local. O autor também classifica em turista de massa incipiente, aqueles que viajam para destinações conhecidas, mas onde o turismo ainda não é totalmente dominante; turista de massa, que viaja para onde a maioria vai e o turista Charter, que tem pouco ou nenhum interesse na destinação em si, mas espera que as suas férias tenham alimentação e hospedagem padronizada e que lhe proporcionem entretenimento. (SMITH apud SWARBROOKE; HORNER, 2002). Smith também relacionou os tipos de turistas à sua capacidade de adaptação às normas locais. Tabela 1: Tipologia do turismo: frequência de tipos de turista e sua adaptação às normas locais. Tipos de Turistas Número de turistas Adaptação às normas locais Explorador Muito limitado Aceita completamente Elite Raramente visto Adapta-se completamente Excêntrico Incomum, mas visto Adapta-se bem Incomum Ocasional Adapta-se de certa forma Massa incipiente Fluxo regular Busca amenidades ocidentais Massa Fluxo contínuo Tem expectativa de amenidades ocidentais Charter Chegadas em massa Exige amenidades ocidentais Fonte: Smith (1989) apud Cooper et al. (2003, p. 203) Krippendorf (2001) também elaborou uma classificação quanto aos tipos de turistas, no qual apresenta uma crítica ao comportamento e características dos mesmos. Nessa classificação encontra-se: o turista ridículo, é aquele que se faz notar pela aparência, veste-se com roupas engraçadas, é pálido, balofo, seminu e carrega consigo uma máquina fotográfica pendurada no pescoço; o turista ingênuo, trata-se daquele que nunca viajou, não fala nenhuma língua estrangeira, faz perguntas idiotas e deixa-se extorquir com facilidade; o turista em grupo, refere-se aquele que é dependente dos outros, estaria perdido sem seu grupo e seu guia, comporta-se como um animal gregário que só se sente bem no meio de semelhantes; o turista alternativo, compreende aquele que guarda distância dos outros turistas. Penetra até nos recantos inexplorados mais afastados, preparando a via para o turismo de massa. Dentro desta classificação de Krippendorf ainda encontra-se o turista detestável, que é aquele que comporta-se como se o mundo inteiro lhe pertencesse e faz tudo o que não faz em casa; o turista inculto, compreende aquele que não se

19 18 interessa pelo país onde se encontra e pela população do mesmo, continua como se estivesse em casa, vendo televisão, jogando baralho e comendo sua comida predileta; o turista rico, é aquele que pode comprar tudo, exibe sua prosperidade e sente-se como se fosse um grande senhor. O turista explorador consiste naquele que vive às custas das pessoas e das culturas estrangeiras e tira proveito da pobreza dos outros; e o turista poluidor, é aquele que envenena a atmosfera com o escapamento do seu carro, invade os campos e bosques, polui os rios, os lagos e os mares, desfigura a paisagem. (KRIPPENDORF, 2001, p. 65). Urry popularizou o termo pós-turista. Segundo o autor, esse tipo de turista é um produto da assim chamada era pós-moderna. O pós-turista reconhece que não existe uma experiência autêntica de turismo e sente-se livre para movimentar-se entre os diferentes tipos de férias. (URRY apud SWARBROOKE; HORNER, 2002, p. 131). Para o pós-turista a dicotomia viajante/turista é irrelevante. O viajante amadureceu e se transformou num indivíduo que experimenta e vivência todos os tipos de turismo, que tira o que há de melhor em cada um deles e que está sempre no controle da situação. Na verdade, o pós-turista torna sem sentido as tipologias do turista! (SHARPLEY apud SWARBROOKE; HORNER, 2002, p. 131) Por sua vez, no processo produtivo do turismo têm-se de um lado os turistas como consumidores dos serviços e de outro o conjunto de envolvidos no trade turístico. 2.3 Trade Turístico Entende-se por trade turístico o conjunto de prestadores de serviços diretos e indiretos que formam o mercado turístico. Conforme Barretto, o trade turístico, está constituído por empresas de hospedagem, alimentação, transporte e agenciamento, neste último item, inclui-se as operadoras, que em geral planejam o turismo. (BARRETTO, 2004, p. 43). Para Cooper et al. (2007, p. 470) o trade turístico inclui organizações, empresas e indivíduos que fornecem vários elementos da experiência turística.

20 19 O trade turístico é um termo utilizado para se referir à oferta turística. Segundo os autores Palhares e Panosso Netto (2008), oferta turística são todos os bens e serviços que estão a disposição dos consumidores-turistas, por um dado preço e em um determinado período de tempo. A oferta turística de uma localidade é constituída pela soma de todos os produtos e serviços adquiridos ou consumidos pelos turistas durante a sua permanência em uma destinação. (RUSCHMANN, 2006). O Ministério do Turismo refere-se à oferta turística como prestadores de serviços turísticos. A Lei Geral do Turismo, nº /08, de 17 de setembro de 2008, define os prestadores de serviços turísticos como: Art. 21. Consideram-se prestadores de serviços turísticos, para os fins desta Lei, as sociedades empresárias, sociedades simples, os empresários individuais e os serviços sociais autônomos que prestem serviços turísticos remunerados e que exerçam as seguintes atividades econômicas relacionadas à cadeia produtiva do turismo: I - meios de hospedagem; II - agências de turismo; III - transportadoras turísticas; IV - organizadoras de eventos; V - parques temáticos; e VI - acampamentos turísticos. (BRASIL, 2008, p.10). Para a compreensão desse estudo serão apresentados os seguintes prestadores de serviços turísticos como principal referencial do trade turístico 1 : agências de turismo, meios de hospedagens e o profissional guia de turismo. Cabe destacar neste contexto interligado a estes serviços, o atrativo turístico Agências de Turismo Segundo Petrocchi e Bona (2003) as agências de turismo são organizações que têm a finalidade de comercializar produtos turísticos. Além disso, elas prestam orientação às pessoas que desejam viajar, avaliam condições operacionais e financeiras e assessoram os clientes acerca da definição dos itinerários. Conforme a Lei Geral do Turismo, nº /08, de 17 de setembro de 2008, fica estabelecido que: ¹ Para fins deste estudo o termo trade turístico engloba as empresas como agência de turismo, meio de hospedagem, empreendimento turístico (atrativo) e o profissional guia de turismo.

21 20 Art. 27. Compreende-se por agência de turismo a pessoa jurídica que exerce a atividade econômica de intermediação remunerada entre fornecedores e consumidores de serviços turísticos ou os fornece diretamente. 1o São considerados serviços de operação de viagens, excursões e passeios turísticos, a organização, contratação e execução de programas, roteiros, itinerários, bem como recepção, transferência e a assistência ao turista. 3o As atividades de intermediação de agências de turismo compreendem a oferta, a reserva e a venda a consumidores de um ou mais dos seguintes serviços turísticos fornecidos por terceiros: I - passagens; II - acomodações e outros serviços em meios de hospedagem; e III - programas educacionais e de aprimoramento profissional. (BRASIL, 2008, p. 14). No Brasil informalmente, existem duas classificações de agências de turismo. São elas: Agências de Viagens e Agências de Viagens e Turismo, que originou-se do Decreto nº /80, posteriormente revogado pela Lei Geral do Turismo nº /08. As Agências de Viagens tem a função de intermediação entre os fornecedores e o cliente. Seu objetivo é a distribuição dos produtos e serviços turísticos ao consumidor. Sua principal função é a comercialização dos serviços. (BRAGA, 2008). As Agências de Viagens e Turismo correspondem à função de operadoras turísticas, pois é privativa dessa categoria a operação de viagens e excursões, individuais ou coletivas, organização e contratação de programas, roteiros e itinerários, relativos a excursões do Brasil para o exterior. Além disso, ela é responsável por realizar contratos com hotéis, transportadoras e outras empresas para a elaboração do pacote turístico. (BENI, 2003, p. 191). Existe também uma classificação das agências de turismo relacionada a suas atividades comerciais que podem ser: emissivas, compreendendo as agências que tem sua atividade baseada nos serviços necessários para enviar turistas para outros destinos nacionais e internacionais e agências receptivas, que são agências operadoras que exercem a função de receber e atender os turistas nos destinos executando serviços de traslados, city tour, passeios etc. Uma informação importante a ser destaca na contratação do serviço de uma agência para compra de um pacote/excursão diz respeito às Condições Gerais contidas obrigatoriamente nos contratos de viagens. A Deliberação Normativa nº161 de 09 de agosto de 1985, criada pela EMBRATUR Instituto Brasileiro de Turismo,

TÉCNICO EM HOSPEDAGEM

TÉCNICO EM HOSPEDAGEM Imagens para explicar que às vezes o turista quer um lugar simples, no meio da natureza para descansar, basta estar limpo, asseado e arejado, nem todos querem luxo, existe vários perfis de clientes.(grifo

Leia mais

MARKETING TURÍSTICO: UM ESTUDO SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE MARKETING UTILIZADAS NO MUNICÍPIO DA BAIA DA TRAIÇÃO-PB

MARKETING TURÍSTICO: UM ESTUDO SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE MARKETING UTILIZADAS NO MUNICÍPIO DA BAIA DA TRAIÇÃO-PB MARKETING TURÍSTICO: UM ESTUDO SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE MARKETING UTILIZADAS NO MUNICÍPIO DA BAIA DA TRAIÇÃO-PB Aline Dayanne Diniz Figueiredo Ana Paula Santana Pontes Ingrid Almeida da Silva Jammilly Fagundes

Leia mais

MOTIVAÇÕES PARA O TURISMO. Djanira Nunes Barbosa. Faculdade Machado de Assis Santa Cruz - Rio de Janeiro - RJ.

MOTIVAÇÕES PARA O TURISMO. Djanira Nunes Barbosa. Faculdade Machado de Assis Santa Cruz - Rio de Janeiro - RJ. MOTIVAÇÕES PARA O TURISMO Djanira Nunes Barbosa Faculdade Machado de Assis Santa Cruz - Rio de Janeiro - RJ. Resumo: O turismo visa uma inter-relação do homem, com o meio onde vive, sua cultura e seus

Leia mais

TURISMO E EDUCAÇÃO JUNTO À

TURISMO E EDUCAÇÃO JUNTO À TURISMO E EDUCAÇÃO JUNTO À COMUNIDADE: O ENSINO SUPERIOR ATUANDO EM ARARAQUARA. Eduarda Escila Ferreira Lopes* Nádia Pizzolitto** Turismo e educação junto à comunidade: City Tour Hoje o turismo assume

Leia mais

Habilitação Profissional do Tecnólogo em Gestão do Turismo

Habilitação Profissional do Tecnólogo em Gestão do Turismo PERFIL PROFISSIONAL Habilitação Profissional do Tecnólogo em Gestão do Turismo É o profissional que atua em agências de viagens, em meios de hospedagem, em empresas de transportes e de eventos; promove

Leia mais

Consultando o Dicionário da Língua Portuguesa de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, encontra-se a seguinte definição para turismo:

Consultando o Dicionário da Língua Portuguesa de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, encontra-se a seguinte definição para turismo: 4 Turismo O objetivo deste capítulo é apresentar definições de turismo, a relação entre turismo e fontes de emprego, a importância do domínio da língua inglesa para o mercado e o perfil do profissional

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA MBA EM GESTÃO ESTRATÉGICA DE PROJETOS

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA MBA EM GESTÃO ESTRATÉGICA DE PROJETOS 1 CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA MBA EM GESTÃO ESTRATÉGICA DE PROJETOS OS BENEFÍCIOS DA APLICAÇÃO DAS DIRETRIZES DA GESTÃO DE PROJETOS REUNIDAS NO PMBOK NO PLANEJAMENTO TURÍSTICO DE DESTINOS ALUNA: HELENA PERES

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA INTERNET PARA O CONSUMIDOR DO SETOR DE TURISMO

A INFLUÊNCIA DA INTERNET PARA O CONSUMIDOR DO SETOR DE TURISMO A INFLUÊNCIA DA INTERNET PARA O CONSUMIDOR DO SETOR DE TURISMO Bruna Giovana de Sá Luiz Fernando de Souza Matheus Bernardi dos Santos RESUMO: O presente trabalho traz um estudo da relação entre a internet

Leia mais

ASSOCIAÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL DE GARÇA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO RA: 31.951

ASSOCIAÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL DE GARÇA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO RA: 31.951 ASSOCIAÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL DE GARÇA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO RA: 31.951 A ATIVIDADE TURÍSTICA E O SEGMENTO DE EVENTOS. PERSPECTIVAS DE CRESCIMENTO GRAÇAS À COPA

Leia mais

FOLHETOS TURÍSTICOS: TIPOS E CARACTERÍSTICAS

FOLHETOS TURÍSTICOS: TIPOS E CARACTERÍSTICAS REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA TURISMO PERIODICIDADE SEMESTRAL ANO III EDIÇÃO NÚMERO 5 JUNHO DE 2006 FOLHETOS TURÍSTICOS: TIPOS E CARACTERÍSTICAS GUARALDO, Tamara de S. Brandão Mestre em Comunicação/ Unesp-Bauru

Leia mais

COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR NO TURISMO: TIPOLOGIAS E PROCESSO DE TOMADA DE DECISÃO NAS COMPRAS

COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR NO TURISMO: TIPOLOGIAS E PROCESSO DE TOMADA DE DECISÃO NAS COMPRAS COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR NO TURISMO: TIPOLOGIAS E PROCESSO DE TOMADA DE DECISÃO NAS COMPRAS Gisele Silva Pereira RESUMO: O presente estudo estrutura-se de forma a contemplar alguns aspectos relativos

Leia mais

TURISMO E SUAS IMPLICAÇÕES TEÓRICAS. Juliana de Souza Dartora 1 INTRODUÇÃO

TURISMO E SUAS IMPLICAÇÕES TEÓRICAS. Juliana de Souza Dartora 1 INTRODUÇÃO TURISMO E SUAS IMPLICAÇÕES TEÓRICAS Juliana de Souza Dartora 1 RESUMO Este artigo propõe investigar os conceitos de turismo e turismo de negócios, ambos amplamente utilizados, mas ainda carentes de uma

Leia mais

O turismo e os recursos humanos

O turismo e os recursos humanos Introdução O turismo e os recursos humanos Belíssimas praias, dunas, cachoeiras, cavernas, montanhas, florestas, falésias, rios, lagos, manguezais etc.: sem dúvida, o principal destaque do Brasil no setor

Leia mais

PACOTES CRUZEIROS. e Turismo www.faypassagens.com.br A SUA VIAGEM COMEÇA AQUI!

PACOTES CRUZEIROS. e Turismo www.faypassagens.com.br A SUA VIAGEM COMEÇA AQUI! CORPORATE FRETAMENTOS CRUZEIROS PACOTES A SUA VIAGEM COMEÇA AQUI! QUEM SOMOS QUEM SOMOS A Fay Passagens é uma agência que atua há mais de 10 anos, o nosso principal objetivo é prestar atendimento personalizado

Leia mais

ASSOCIAÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL DE GARÇA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO RA: 31.983

ASSOCIAÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL DE GARÇA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO RA: 31.983 ASSOCIAÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL DE GARÇA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO RA: 31.983 TURISMO E MEIO AMBIENTE: PRINCIPIOS E CONDUTAS NORMATIVAS PARA O USUFRUTO DE RECURSOS/ATRATIVOS

Leia mais

A PERCEPÇÃO DO PERFIL TURÍSTICO: UM ESTUDO DE CASO DA ATIVIDADE TURÍSTICA DE SANTA VITÓRIA DO PALMAR A PUNTA DEL DIABLO

A PERCEPÇÃO DO PERFIL TURÍSTICO: UM ESTUDO DE CASO DA ATIVIDADE TURÍSTICA DE SANTA VITÓRIA DO PALMAR A PUNTA DEL DIABLO A PERCEPÇÃO DO PERFIL TURÍSTICO: UM ESTUDO DE CASO DA ATIVIDADE TURÍSTICA DE SANTA VITÓRIA DO PALMAR A PUNTA DEL DIABLO Miguel Angel Jacques Ribeiro Priscila Rosa da Silva RESUMO: O projeto de pesquisa

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO RCVB (RECIFE CONVENTION &VISITORS BUREAU) PARA A CONSOLIDAÇÃO DO TURISMO DE EVENTOS EM RECIFE.

A IMPORTÂNCIA DO RCVB (RECIFE CONVENTION &VISITORS BUREAU) PARA A CONSOLIDAÇÃO DO TURISMO DE EVENTOS EM RECIFE. A IMPORTÂNCIA DO RCVB (RECIFE CONVENTION &VISITORS BUREAU) PARA A CONSOLIDAÇÃO DO TURISMO DE EVENTOS EM RECIFE. Autor: ANTÔNIO CARLOS DE SOUZA E SÁ FILHO Introdução O Turismo de Eventos está em plena ascensão

Leia mais

Projeto de monitoria em eventos: com destaque nas disciplinas Introdução a Hospitalidade e Teoria e Pesquisa do Lazer

Projeto de monitoria em eventos: com destaque nas disciplinas Introdução a Hospitalidade e Teoria e Pesquisa do Lazer Projeto de monitoria em eventos: com destaque nas disciplinas Introdução a Hospitalidade e Teoria e Pesquisa do Lazer Gilmara Barros da Silva 1, Janaina Luciana de Medeiros 2, Kettrin Farias Bem Maracajá

Leia mais

MARKETING PARA TURISMO RODOVIÁRIO. Rosana Bignami Outubro_2015

MARKETING PARA TURISMO RODOVIÁRIO. Rosana Bignami Outubro_2015 MARKETING PARA TURISMO RODOVIÁRIO Rosana Bignami Outubro_2015 ATRATIVOS CIDADES PESSOAS TRANSPORTES SISTEMA DE TRANSPORTE VEÍCULO ATENDE LOCAIS E ATENDE A MINHA EMPRESA ESTÁ PRONTA PARA O MARKETING? OUÇA

Leia mais

DSCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL

DSCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO Turno: MATUTINO Currículo nº 9 Currículo nº 10 Reconhecido pelo Decreto Estadual n. o 5.497, de 21.03.02, D.O.E. nº 6195 de 22.03.02. Renovação de Reconhecimento Decreto

Leia mais

DSCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL

DSCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO Turno: MATUTINO Currículo nº 9 Currículo nº 10 Reconhecido pelo Decreto Estadual n. o 5.497, de 21.03.02, D.O.E. nº 6195 de 22.03.02. Renovação de Reconhecimento Decreto

Leia mais

RESENHAS. Marketing Turístico e de Hospitalidade: Fonte de Empregabilidade e Desenvolvimento para o Brasil

RESENHAS. Marketing Turístico e de Hospitalidade: Fonte de Empregabilidade e Desenvolvimento para o Brasil RESENHAS Marketing Turístico e de Hospitalidade: Fonte de Empregabilidade e Desenvolvimento para o Brasil Erika Helena Bautto Completa, abrangente e extremamente didática, Marketing Turístico e de Hospitalidade:

Leia mais

ANÁLISE DOS RESULTADOS DAS OPERAÇÕES DE VENDA DA AGÊNCIA DE VIAGEM

ANÁLISE DOS RESULTADOS DAS OPERAÇÕES DE VENDA DA AGÊNCIA DE VIAGEM REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA TURISMO PERIODICIDADE SEMESTRAL ANO III EDIÇÃO NÚMERO 5 JUNHO DE 2006 ANÁLISE DOS RESULTADOS DAS OPERAÇÕES DE VENDA DA AGÊNCIA DE VIAGEM BARROS, Darci K. Y. de Curso de Turismo

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Taxa de Serviço do Consumidor pelos Serviços Prestados de Agência de Viagens

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Taxa de Serviço do Consumidor pelos Serviços Prestados de Agência de Viagens Parecer Consultoria Tributária Segmentos Taxa de Serviço do Consumidor pelos Serviços Prestados de Agência de Viagens 28/09/2015 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas pelo

Leia mais

A QUALIFICAÇÃO DO TURISMO PARA O DESENVOLVIMENTO TURISTICO NOS CAMPOS GERAIS DO PARANÁ. Área: TURISMO

A QUALIFICAÇÃO DO TURISMO PARA O DESENVOLVIMENTO TURISTICO NOS CAMPOS GERAIS DO PARANÁ. Área: TURISMO A QUALIFICAÇÃO DO TURISMO PARA O DESENVOLVIMENTO TURISTICO NOS CAMPOS GERAIS DO PARANÁ Área: TURISMO SOUZA Janaína Terezinha de MASCARENHAS, Rubia Gisele Tramontin Resumo A atividade turística está ligada

Leia mais

5 Proposta pedagógica da escola

5 Proposta pedagógica da escola 5 Proposta pedagógica da escola A escola onde este estudo se realizou localiza-se na periferia da cidade do Rio de Janeiro, e passou a integrar a rede FAETEC (Fundação de Apoio à Escola Técnica do Rio

Leia mais

Coordenação-geral de Competitividade e Inovação

Coordenação-geral de Competitividade e Inovação Coordenação-geral de Competitividade e Inovação Legislação Turística LEI N º 11.771/2008 DECRETO N 7.381/2010 PORTARIA N 197/20103 PORTARIA Nº 311/2013 Legislação Turística Lei Geral do Turismo 11.771/2008

Leia mais

O TURISMO CULTURAL COMO FATO GERADOR E DE SUSTENTABILIDADE DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL

O TURISMO CULTURAL COMO FATO GERADOR E DE SUSTENTABILIDADE DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL 384 O TURISMO CULTURAL COMO FATO GERADOR E DE SUSTENTABILIDADE DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL Esilaine Aparecida Tavares Pavan - Uni-FACEF Barbara Fadel Uni-FACEF INTRODUÇÃO A Revolução Industrial trouxe

Leia mais

Apaixonado. Pessoal. Serviço.

Apaixonado. Pessoal. Serviço. Apaixonado. Pessoal. Serviço. sobre nós Privileged (Privilegiado) é um serviço de gestão global padrão luxo que oferece uma linha de serviços padronizados, 24 horas por dia, 365 dias por ano, ou seja,

Leia mais

UMA PERSPECTIVA DOS GESTORES E HÓSPEDES DA HOTELARIA DE PEQUENO E MÉDIO PORTE DE ARACAJU-SE

UMA PERSPECTIVA DOS GESTORES E HÓSPEDES DA HOTELARIA DE PEQUENO E MÉDIO PORTE DE ARACAJU-SE UMA PERSPECTIVA DOS GESTORES E HÓSPEDES DA HOTELARIA DE PEQUENO E MÉDIO PORTE DE ARACAJU-SE Rafaela Santana Oliveira 1 Marlyana Dias Nascimento 1 Matheus Pereira Mattos Felizola 2 RESUMO: O presente trabalho

Leia mais

A PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO EM TURISMO NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (RJ) 1

A PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO EM TURISMO NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (RJ) 1 A PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO EM TURISMO NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (RJ) 1 Maria da Penha Lacerda de Santana 2 Teresa Cristina Viveiros Catramby 3 IM/UFRRJ Resumo: Este trabalho tem como objetivo levantar

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM TURISMO GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM TURISMO GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS História da Cultura CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM TURISMO GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS 1º PERÍODO Repassar ao alunado a compreensão do fenômeno da cultura e sua relevância para

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA QUALIFICAÇÃO PARA O TURISMO RECEPTIVO

A IMPORTÂNCIA DA QUALIFICAÇÃO PARA O TURISMO RECEPTIVO A IMPORTÂNCIA DA QUALIFICAÇÃO PARA O TURISMO RECEPTIVO Cilmara Domingues dos Santos Luiz Fernando de Souza RESUMO: O presente artigo tem como objetivo apresentar os benefícios que podem ser gerados pelo

Leia mais

5.10) Lazer, Turismo e Cultura

5.10) Lazer, Turismo e Cultura 5.10) Lazer, Turismo e Cultura 5.10.1) Metodologia No contexto da AII, com destaque para os Estados de Goiás e Mato Grosso, foram obtidas informações junto à EMBRATUR referentes aos principais pontos turísticos

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA- UNESP Prof. Msc. Francisco Nascimento Curso de Turismo 5º Semestre Disciplina Meios de Hospedagem.

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA- UNESP Prof. Msc. Francisco Nascimento Curso de Turismo 5º Semestre Disciplina Meios de Hospedagem. UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA- UNESP Prof. Msc. Francisco Nascimento Curso de Turismo 5º Semestre Disciplina Meios de Hospedagem 1º Semestre 2013 O Cadastur Registro Hotel, Hotel histórico, hotel de lazer/resort,

Leia mais

GESTÃO DO TURISMO Profa. Andreia Roque

GESTÃO DO TURISMO Profa. Andreia Roque GESTÃO DO TURISMO Profa. Andreia Roque Conteúdo Programático 1- Introdução ao Turismo: Gestão Local Conteúdo Programático TEMA GERAL : Abordagem sistêmica do fenômeno turismo. Inclui aspectos de mercado

Leia mais

ECONOMIA DA CULTURA MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS CULTURAIS Jaciara Zacharias da Silva 1

ECONOMIA DA CULTURA MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS CULTURAIS Jaciara Zacharias da Silva 1 IV ENECULT - Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura 28 a 30 de maio de 2008 Faculdade de Comunicação/UFBa, Salvador-Bahia-Brasil. ECONOMIA DA CULTURA MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS CULTURAIS

Leia mais

O SISTEMA BRASILEIRO DE CLASSIFICAÇÃO DE MEIOS DE HOSPEDAGEM E A HOTELARIA NO BRASIL

O SISTEMA BRASILEIRO DE CLASSIFICAÇÃO DE MEIOS DE HOSPEDAGEM E A HOTELARIA NO BRASIL O SISTEMA BRASILEIRO DE CLASSIFICAÇÃO DE MEIOS DE HOSPEDAGEM E A HOTELARIA NO BRASIL Anna Carolina do Carmo Castro Larissa Mongruel Martins de Lara RESUMO: O presente estudo tem por objetivo explicar a

Leia mais

Autores: ANNARA MARIANE PERBOIRE DA SILVA, MARIA HELENA CAVALCANTI DA SILVA

Autores: ANNARA MARIANE PERBOIRE DA SILVA, MARIA HELENA CAVALCANTI DA SILVA RELAÇÕES ENTRE A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E O SETOR DE HOSPITALIDADE: um estudo de caso aplicável ao curso Técnico de Hospedagem Secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente de Pernambuco Autores: ANNARA

Leia mais

EXPERIÊNCIA VIPYOURSELF

EXPERIÊNCIA VIPYOURSELF EXPERIÊNCIA EXPERTIZE & NETWORK Desde sua fundação, em 1968, a GRANDE SÃO PAULO TURISMO tem como objetivo atender as necessidades de quem viaja a negócios ou lazer. Hoje contamos com ao menos uma empresa

Leia mais

São Francisco do Sul. Masculino 66% 56% 50% 51% 55% Feminino 34% 44% 50% 49% 45%

São Francisco do Sul. Masculino 66% 56% 50% 51% 55% Feminino 34% 44% 50% 49% 45% 1 2 A FECOMÉRCIO SC, com o intuito de mapear o perfil do turista e do empresário do turismo de carnaval em Santa Catarina, realizou uma pesquisa com esses públicos nas quatro cidades de maior movimento

Leia mais

O Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo (IPDT), em parceria com a Entidade Regional de Turismo do Porte e Norte de Portugal (ERTPNP)

O Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo (IPDT), em parceria com a Entidade Regional de Turismo do Porte e Norte de Portugal (ERTPNP) O Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo (IPDT), em parceria com a Entidade Regional de Turismo do Porte e Norte de Portugal (ERTPNP) e o Aeroporto Sá Carneiro, realizou o estudo do perfil

Leia mais

Serviços do Receptivo Turístico no Aeroporto Internacional de Guarulhos/São Paulo - Governador André Franco Montoro

Serviços do Receptivo Turístico no Aeroporto Internacional de Guarulhos/São Paulo - Governador André Franco Montoro Serviços do Receptivo Turístico no Aeroporto Internacional de Guarulhos/São Paulo - Governador André Franco Montoro Maisa Franciele do Nascimento 1 Resumo O turismo no Brasil representa pouco mais de 3%

Leia mais

ATRATIVOS TURÍSTICOS. Fundamentos do Turismo 2013 Profa. Rafaela Malerba rafaelamalerba.weebly.com

ATRATIVOS TURÍSTICOS. Fundamentos do Turismo 2013 Profa. Rafaela Malerba rafaelamalerba.weebly.com ATRATIVOS TURÍSTICOS Fundamentos do Turismo 2013 Profa. Rafaela Malerba rafaelamalerba.weebly.com Conceituação Oferta turística Todos os bens e serviços à disposição dos consumidores-turistas, por um dado

Leia mais

VIAJE LEGAL. www.viajelegal.turismo.gov.br

VIAJE LEGAL. www.viajelegal.turismo.gov.br Aqui você encontra dicas para viajar sem problemas. Afinal, uma viagem legal é aquela que traz boas recordações. Palavra do Ministro Prezado leitor, O turismo é uma atividade que envolve expectativas e

Leia mais

META Explicar a importância da análise dos impactos socioculturais advindos do desenvolvimento da prática turística.

META Explicar a importância da análise dos impactos socioculturais advindos do desenvolvimento da prática turística. OS IMPACTOS SOCIOCULTURAIS VERSUS PRÁTICA TURÍSTICA META Explicar a importância da análise dos impactos socioculturais advindos do desenvolvimento da prática turística. OBJETIVOS Ao fi nal desta aula,

Leia mais

6.00.00.00-7 CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS TURISMO 6.13.00.00-4

6.00.00.00-7 CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS TURISMO 6.13.00.00-4 6.00.00.00-7 CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS TURISMO 6.13.00.00-4 QUALIDADE E EXCELÊNCIA DISNEY, UM EXEMPLO PARA HOTÉIS DE TODO O MUNDO Fábio Ricardo Barros da Silva Acadêmico do Curso de Turismo e Hotelaria

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Pesquisa de Demanda, Terminal Rodoviário e Turismo.

PALAVRAS-CHAVE Pesquisa de Demanda, Terminal Rodoviário e Turismo. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( x ) TRABALHO

Leia mais

Especificações Técnicas

Especificações Técnicas Especificações Técnicas Metodologia Técnicaeformadecoleta: Quantitativa: survey telefônico, com amostra 2.322 entrevistas, realizadas entre os dias 17 de junho e 07 de julho de 2009, pelo Instituto Vox

Leia mais

TURISMO NO SUL DE MINAS: UMA ANÁLISE SOBRE O MUNICÍPIO DE FAMA (MG)

TURISMO NO SUL DE MINAS: UMA ANÁLISE SOBRE O MUNICÍPIO DE FAMA (MG) TURISMO NO SUL DE MINAS: UMA ANÁLISE SOBRE O MUNICÍPIO DE FAMA (MG) SÉRGIO HENRIQUE DE CAMPOS ESPORTE 1 e ANA RUTE DO VALE 2 sergio_h13@hotmail.com, ana.vale@unifal-md.edu.br 1 Bolsista de iniciação científica

Leia mais

19/03/2013 1995: OMT. Elementos comuns a diferentes definições de turismo. Conceitos-chave:

19/03/2013 1995: OMT. Elementos comuns a diferentes definições de turismo. Conceitos-chave: 1995: OMT IFSP Profa. Rafaela Malerba O turismo compreende as atividades que realizam as pessoas durante suas viagens e estadas em lugares diferentes ao seu entorno habitual, por um período consecutivo

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.406 DE 30 DE MARÇO DE 2005. Regulamenta o cadastro obrigatório para fins de fiscalização das sociedades empresárias, das

Leia mais

Uma Perspectiva dos Hóspedes da Hotelaria de Pequeno e Médio Porte de Aracaju-SE 1

Uma Perspectiva dos Hóspedes da Hotelaria de Pequeno e Médio Porte de Aracaju-SE 1 Uma Perspectiva dos Hóspedes da Hotelaria de Pequeno e Médio Porte de Aracaju-SE 1 Marlyana Dias NASCIMENTO 2 Rafaela Santana OLIVEIRA 3 Matheus Pereira Matos FELIZOLA 4 Universidade Federal de Sergipe,

Leia mais

Marketing e qualidade em atendimento no Novotel

Marketing e qualidade em atendimento no Novotel 57 Marketing e qualidade em atendimento no Novotel Ana Carolina Prado Marques* Lidiane Aparecida Souza da Silva* Fabiana Gonçalves Artigas** Teodomiro Fernandes da Silva*** Resumo: O Novotel Campo Grande

Leia mais

A HOTELARIA NA CIDADE DE PONTA GROSSA PR: UMA ANÁLISE DO PERFIL DO HÓSPEDE E DA OCUPAÇÃO HOTELEIRA ATRAVÉS DE PROJETO DE EXTENSÃO

A HOTELARIA NA CIDADE DE PONTA GROSSA PR: UMA ANÁLISE DO PERFIL DO HÓSPEDE E DA OCUPAÇÃO HOTELEIRA ATRAVÉS DE PROJETO DE EXTENSÃO 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE

Leia mais

A decolagem do turismo

A decolagem do turismo A decolagem do turismo OBrasil sempre foi considerado detentor de um enorme potencial turístico. Em 1994, no entanto, o país recebeu menos de 2 milhões de turistas internacionais, um contingente que, na

Leia mais

Dispomos de filiais em Natal/RN, bairro de Ponta Negra.

Dispomos de filiais em Natal/RN, bairro de Ponta Negra. Quem Somos? Atua há 22 anos firmada no mercado como agência especializada na negociação, planejamento, divulgação e execução das atividades turísticas. Empresa esta, devidamente cadastrada pelos órgãos

Leia mais

LEI Nº 8.623, DE 28 DE JANEIRO DE 1993

LEI Nº 8.623, DE 28 DE JANEIRO DE 1993 LEI Nº 8.623, DE 28 DE JANEIRO DE 1993 DISPÕE SOBRE A PROFISSÃO DE GUIA DE TURISMO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte

Leia mais

II - acompanhar ao exterior pessoas ou grupos organizados no Brasil;

II - acompanhar ao exterior pessoas ou grupos organizados no Brasil; EMBRATUR - LEGISLAÇÃO BRASILEIRA DE TURISMO DECRETO 946/93 MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO EMBRATUR - INSTITUTO BRASILEIRO DE TURISMO DECRETO Nº946 DE 1º DE OUTUBRO DE 1993 Regulamenta

Leia mais

MANUAL DO VOLUNTÁRIO. Ajudar uma criança é tornar o mundo melhor.

MANUAL DO VOLUNTÁRIO. Ajudar uma criança é tornar o mundo melhor. MANUAL DO VOLUNTÁRIO Ajudar uma criança é tornar o mundo melhor. Apresentação No decorrer do ano de 2010, muitas mudanças estruturais ocorreram na Casa do Bom Menino. Podemos colher alguns frutos positivos

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE O TURISTA E A PAISAGEM NO ESPAÇO TURÍSTICO NATURAL 1

A RELAÇÃO ENTRE O TURISTA E A PAISAGEM NO ESPAÇO TURÍSTICO NATURAL 1 A RELAÇÃO ENTRE O TURISTA E A PAISAGEM NO ESPAÇO TURÍSTICO NATURAL 1 Letícia Indart Franzen 2 Carolina Weich 3 Adriana Pisoni da Silva 4 UNIFRA - Centro Universitário Franciscano/RS Resumo: O trabalho

Leia mais

O PERFIL DOS INTERCAMBISTAS NO ATUAL FLUXO DE INTERCÂMBIOS EDUCACIONAIS

O PERFIL DOS INTERCAMBISTAS NO ATUAL FLUXO DE INTERCÂMBIOS EDUCACIONAIS O PERFIL DOS INTERCAMBISTAS NO ATUAL FLUXO DE INTERCÂMBIOS EDUCACIONAIS Eline Tosta Felipe Jaciel Gustavo Kunz RESUMO: Intercâmbio cultural consiste em uma viagem ao exterior motivado pelo estudo e cultura.

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE REDAÇÃO REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 5.120-C, DE 2001. O CONGRESSO NACIONAL decreta:

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE REDAÇÃO REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 5.120-C, DE 2001. O CONGRESSO NACIONAL decreta: COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE REDAÇÃO REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 5.120-C, DE 2001 Dispõe sobre as atividades das Agências de Turismo. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Esta Lei dispõe

Leia mais

Como relacionar Educação Ambiental e Turismo (Eco e Rural)?

Como relacionar Educação Ambiental e Turismo (Eco e Rural)? ENCONTRO ÁGUA & FLORESTA o estado da arte da educação ambiental Como relacionar Educação Ambiental e Turismo (Eco e Rural)? Andréa Rabinovici ENCONTRO ÁGUA & FLORESTA o estado da arte da educação ambiental

Leia mais

O QUE É EMPREENDEDORISMO? EMPREENDEDORISMO 2º Semestre de 2013. Perfil do empreendedor 23/09/2013

O QUE É EMPREENDEDORISMO? EMPREENDEDORISMO 2º Semestre de 2013. Perfil do empreendedor 23/09/2013 O QUE É EMPREENDEDORISMO? EMPREENDEDORISMO 2º Semestre de 2013 05 12/09/2013 É a área voltada para o desenvolvimento de competências e habilidades relacionadas a criação e progressão de um projeto, que

Leia mais

Introdução. Núcleo de Pesquisas

Introdução. Núcleo de Pesquisas Introdução O verão é um período onde Santa Catarina demonstra todo a sua vocação para a atividade turística. Endereço de belas praias, o estado se consolidou como um dos principais destinos de turistas,

Leia mais

CURSO de TURISMO (Niterói e Quissamã) - Gabarito

CURSO de TURISMO (Niterói e Quissamã) - Gabarito PROAC / COSEAC UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE TRANSFERÊNCIA 2 o semestre letivo de 2009 e 1 o semestre letivo de 2010 CURSO de TURISMO (Niterói e Quissamã) - Gabarito INSTRUÇÕES AO CANDIDATO Verifique

Leia mais

BHMS Business & Hotel Management School Um membro do Bénédict Education Group Switzerland

BHMS Business & Hotel Management School Um membro do Bénédict Education Group Switzerland BHMS Business & Hotel Management School Um membro do Bénédict Education Group Switzerland A BHMS Business & Hotel Management School está localizada na cidade de Lucerna e é membro do grupo suíço de escolas

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 12.974, DE 15 MAIO DE 2014. Dispõe sobre as atividades das Agências de Turismo. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso

Leia mais

QUEM SOMOS intercâmbio

QUEM SOMOS intercâmbio Inglaterra Mini Programa HIGH SCHOOL QUEM SOMOS intercâmbio O Number One Intercâmbio possui mais de 15 anos de mercado oferecendo as melhores opções de viagem para você e sua família, seja a lazer, trabalho

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BRASÍLIA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS FASA CURSO: TURISMO JULIANA CAMPANER SANTORI RA: 2042047/4

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BRASÍLIA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS FASA CURSO: TURISMO JULIANA CAMPANER SANTORI RA: 2042047/4 CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BRASÍLIA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS FASA CURSO: TURISMO JULIANA CAMPANER SANTORI RA: 2042047/4 A PERCEPÇÃO QUE O TURISTA DE NEGÓCIOS QUE VEM À BRASÍLIA TEM SOBRE O

Leia mais

Turismo de negócios: uma análise do setor em Piracicaba/SP

Turismo de negócios: uma análise do setor em Piracicaba/SP Turismo de negócios: uma análise do setor em Piracicaba/SP Bruno Castellari Pereira (bcpereirr@unime.br) e Marta Poggi e Borges (mpborgesa@unimep.br.) * Resumo O turismo de negócios cresce continuamente,

Leia mais

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DA QUALIDADE DOS SERVIÇOS PRESTADOS NOS HOTÉIS DE CATEGORIA QUATRO ESTRELAS NA CIDADE DE MANAUS

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DA QUALIDADE DOS SERVIÇOS PRESTADOS NOS HOTÉIS DE CATEGORIA QUATRO ESTRELAS NA CIDADE DE MANAUS AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DA QUALIDADE DOS SERVIÇOS PRESTADOS NOS HOTÉIS DE CATEGORIA QUATRO ESTRELAS NA CIDADE DE MANAUS Érica de Souza Rabelo 1 Helen Rita M. Coutinho 2 RESUMO Este artigo científico tem

Leia mais

APRESENTAÇÃO DO CURSO TÉCNICO EM HOSPEDAGEM

APRESENTAÇÃO DO CURSO TÉCNICO EM HOSPEDAGEM APRESENTAÇÃO DO CURSO TÉCNICO EM HOSPEDAGEM 1. OBJETIVO DO CURSO Formar profissionais que consigam compreender o espaço social e as interações do mundo do trabalho na cadeia produtiva do Turismo e Hotelaria

Leia mais

TURISMO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: CASO BOSQUE MUNICIPAL DE GARÇA

TURISMO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: CASO BOSQUE MUNICIPAL DE GARÇA REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA TURISMO PERIODICIDADE SEMESTRAL ANO III EDIÇÃO NÚMERO 5 JUNHO DE 2006 TURISMO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: CASO BOSQUE MUNICIPAL DE GARÇA CHEHADE, Michelle Bellintani Docente do

Leia mais

APRESENTAÇÃO DO CURSO TÉCNICO EM HOSPEDAGEM

APRESENTAÇÃO DO CURSO TÉCNICO EM HOSPEDAGEM APRESENTAÇÃO DO CURSO TÉCNICO EM HOSPEDAGEM 1. OBJETIVO DO CURSO Formar profissionais que consigam compreender o espaço social e as interações do mundo do trabalho na cadeia produtiva do Turismo e Hotelaria

Leia mais

Visa Infinite. Serviço de Assistência em Viagem Serviços Emergenciais Visa Concierge

Visa Infinite. Serviço de Assistência em Viagem Serviços Emergenciais Visa Concierge Serviço de Assistência em Viagem Serviços Emergenciais Visa Concierge Índice 2 Seção A. Introdução A.1. Sobre este Guia... 03 A.2. Visa Infinite... 03 A.3. Definições para os Benefícios descritos neste

Leia mais

TURISMO DE NEGÓCIO. Autores Mauricio Sanita de Azevedo Antonio Carlos Giuliani. Orientador Antonio Carlos Giuliani. 1. Introdução

TURISMO DE NEGÓCIO. Autores Mauricio Sanita de Azevedo Antonio Carlos Giuliani. Orientador Antonio Carlos Giuliani. 1. Introdução TURISMO DE NEGÓCIO Autores Mauricio Sanita de Azevedo Antonio Carlos Giuliani Orientador Antonio Carlos Giuliani 1. Introdução A indústria do turismo se tornou uma das principais atividades econômicas

Leia mais

SEGMENTAÇÃO DO PUBLICO PARA UMA ECOPOUSADA EM IBIRAMA SC

SEGMENTAÇÃO DO PUBLICO PARA UMA ECOPOUSADA EM IBIRAMA SC SEGMENTAÇÃO DO PUBLICO PARA UMA ECOPOUSADA EM IBIRAMA SC 1 INTRODUÇÃO Alice Mecabô 1 ; Bruna Medeiro 2 ; Marco Aurelio Dias 3 O turismo é uma atividade que hoje é considerada um dos meios econômicos que

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E DE TURISMO CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO MONOGRAFIA EM TURISMO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E DE TURISMO CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO MONOGRAFIA EM TURISMO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E DE TURISMO CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO MONOGRAFIA EM TURISMO MARKETING TURÍSTICO: UMA ANÁLISE DAS ESTRATÉGIAS PROMOCIONAIS

Leia mais

LEI N.º 6.531 DE 10 DE JUNHO DE 2015. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE NATAL, Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte Lei:

LEI N.º 6.531 DE 10 DE JUNHO DE 2015. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE NATAL, Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte Lei: LEI N.º 6.531 DE 10 DE JUNHO DE 2015 Regulamenta a atividade de Guia de Turismo no Município do Natal, e dá outras providências. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE NATAL, Faço saber que a Câmara Municipal aprovou

Leia mais

COMANDANTE DO EXÉRCITO PORTARIA Nº 134, DE 19 DE MARÇO DE 2007.

COMANDANTE DO EXÉRCITO PORTARIA Nº 134, DE 19 DE MARÇO DE 2007. COMANDANTE DO EXÉRCITO PORTARIA Nº 134, DE 19 DE MARÇO DE 2007. Aprova as Instruções Gerais para o Funcionamento dos Hotéis de Trânsito do Exército (IG 30-52). O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso das atribuições

Leia mais

A MUDANÇA DO PERFIL HOTELEIRO DE CURITIBA ANÁLISE DO PERÍODO 1920 A 2003

A MUDANÇA DO PERFIL HOTELEIRO DE CURITIBA ANÁLISE DO PERÍODO 1920 A 2003 A MUDANÇA DO PERFIL HOTELEIRO DE CURITIBA ANÁLISE DO PERÍODO 1920 A 2003 Erika Gisele Lotz. Universidade Tuiuti do Paraná e Faculdades Spei Curitiba R. General Aristides Athaide Jr. 414 apto. 308 Curitiba

Leia mais

ASSOCIAÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL DE GARÇA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO RA: 31.939

ASSOCIAÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL DE GARÇA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO RA: 31.939 ASSOCIAÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL DE GARÇA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO RA: 31.939 TURISMO DE AVENTURA: ANÁLISES E QUESTIONAMENTOS SOBRE O PROCESSO DE CRIAÇÃO DA EXPERIÊNCIA

Leia mais

FORFAIT: UM PACOTE DIFERENCIADO

FORFAIT: UM PACOTE DIFERENCIADO FORFAIT: UM PACOTE DIFERENCIADO Luiz Paulo Pereira Corrêa Luiz Rodrigues Mendes Pâmela Souza Soares Vanessa Saraiva Sena RESUMO: O trabalho analisa as agências de viagens para apresentar como elas dispõem

Leia mais

Palestrante TATIANA FERNANDEZ Consultora de Desenvolvimento de Destinos Turísticos

Palestrante TATIANA FERNANDEZ Consultora de Desenvolvimento de Destinos Turísticos Palestrante TATIANA FERNANDEZ Consultora de Desenvolvimento de Destinos Turísticos OPORTUNIDADES O TURISMO CONSISTE NA EXPLORAÇÃO DAS OPORTUNIDADES NATURAIS DE UM DESTINO (LOCAL, CIDADE, REGIÃO), QUE EXERCE

Leia mais

Desafios imediatos das cadeias de abastecimento. Cadeias de Abastecimento Contemporâneas a revolução provocada pela

Desafios imediatos das cadeias de abastecimento. Cadeias de Abastecimento Contemporâneas a revolução provocada pela Desafios imediatos das cadeias de abastecimento Cadeias de Abastecimento Contemporâneas a revolução provocada pela globalização aliada às grandes exigências dos clientes, às evoluções tecnológicas e às

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica do Paraná Programa de Pós-Graduação em Teologia Linha Teologia e Sociedade

Pontifícia Universidade Católica do Paraná Programa de Pós-Graduação em Teologia Linha Teologia e Sociedade Pontifícia Universidade Católica do Paraná Programa de Pós-Graduação em Teologia Linha Teologia e Sociedade PROJETO ESPAÇO SAGRADO: UMA PROPOSTA DE TURISMO EDUCACIONAL E UMA ESTRATÉGIA PARA CONHECER E

Leia mais

Índice. Informações sobre conteúdo do site...04

Índice. Informações sobre conteúdo do site...04 Índice Informações sobre conteúdo do site...04 Como usar o site...05 Conhecendo o site... 06 Conectando ao site...10 Resumo de suas reservas...11 Iniciando a pesquisa...12 Como fazer reserva de hotel Definindo

Leia mais

FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL NA ÁREA DE HOTELARIA E HOSPITALIDADE TURÍSTICA ESTUDO DE CASO DOS HOTÉIS DE PONTA GROSSA PARANÁ.

FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL NA ÁREA DE HOTELARIA E HOSPITALIDADE TURÍSTICA ESTUDO DE CASO DOS HOTÉIS DE PONTA GROSSA PARANÁ. FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL NA ÁREA DE HOTELARIA E HOSPITALIDADE TURÍSTICA ESTUDO DE CASO DOS HOTÉIS DE PONTA GROSSA PARANÁ. SILVA, Isiele Mello - Faculdade Santa Amélia 1 SILVA, Nivaldo Pereira

Leia mais

IMAGEM TURÍSTICA DE FOZ DO IGUAÇU: UMA ANÁLISE INTEGRADA DE TURISMO E MARKETING

IMAGEM TURÍSTICA DE FOZ DO IGUAÇU: UMA ANÁLISE INTEGRADA DE TURISMO E MARKETING ! "#$ " %'&)(*&)+,.- /10.2*&4365879&4/1:.+58;.2*=?5.@A2*3B;.- C)D 5.,.5FE)5.G.+ &4- (IHJ&?,.+ /?=)5.KA:.+5MLN&OHJ5F&4E)2*EOHJ&)(IHJ/)G.- D - ;./);.& IMAGEM TURÍSTICA DE FOZ DO IGUAÇU: UMA ANÁLISE INTEGRADA

Leia mais

ESTUDO DA DEMANDA NA EMPRESA FAG VIAGENS E TURISMO NO MUNICÍPIO DE IRATI / PR

ESTUDO DA DEMANDA NA EMPRESA FAG VIAGENS E TURISMO NO MUNICÍPIO DE IRATI / PR ESTUDO DA DEMANDA NA EMPRESA FAG VIAGENS E TURISMO NO MUNICÍPIO DE IRATI / PR ESTUDIO DE LA DEMANDA EN LA EMPRESA FAG VIAJES Y TURISMO EN EL MUNICIPIO DE IRATI / PR Andreia Ferreira Eliete Fátima de Goveia

Leia mais

1 Revisado pela orientadora. 2 Orientanda. 3 Orientadora.

1 Revisado pela orientadora. 2 Orientanda. 3 Orientadora. Título: Levantamento dos processos de certificação do turismo sustentável em Goiás 1 Autores: SOUZA 2, Bruna Ferreira de; DIAS 3, Luciana de Oliveira. Unidade Acadêmica: Campus Catalão Endereço eletrônico:

Leia mais

QUEM SOMOS intercâmbio

QUEM SOMOS intercâmbio Nova Scotia Programa HIGH SCHOOL QUEM SOMOS intercâmbio O Number One Intercâmbio possui mais de 15 anos de mercado oferecendo as melhores opções de viagem para você e sua família, seja a lazer, trabalho

Leia mais

LITORAL VERDE OPERADORA DE TURISMO LTDA. (RG. EMBRATUR: 19.017699.10.0001-4)

LITORAL VERDE OPERADORA DE TURISMO LTDA. (RG. EMBRATUR: 19.017699.10.0001-4) LITORAL VERDE OPERADORA DE TURISMO LTDA. (RG. EMBRATUR: 19.017699.10.0001-4) CONDIÇÕES GERAIS/CONTRATO DE ADESÃO VIAGENS INTERNACIONAIS MERCOSUL CONCORDÂNCIA E ADESÃO DO USUÁRIO Ao participar de quaisquer

Leia mais

Plano Estratégico Nacional do Turismo. Desafios do Turismo Sustentável do PATES

Plano Estratégico Nacional do Turismo. Desafios do Turismo Sustentável do PATES Ferramentas para a Sustentabilidade do Turismo Seminário Turismo Sustentável no Espaço Rural Castro Verde, 7 Março 2012 Teresa Bártolo 2012 Sustentare Todos os direitos reservados www.sustentare.pt 2 Turismo

Leia mais

CONTRATO DE AGENCIAMENTO PARA FORMAÇÃO DE PACOTE DE VIAGENS PARA O FESTIVAL DEFQON1 CHILE - 2015 CONTRATO DFC 002/15

CONTRATO DE AGENCIAMENTO PARA FORMAÇÃO DE PACOTE DE VIAGENS PARA O FESTIVAL DEFQON1 CHILE - 2015 CONTRATO DFC 002/15 CONTRATO DE AGENCIAMENTO PARA FORMAÇÃO DE PACOTE DE VIAGENS PARA O FESTIVAL DEFQON1 CHILE - 2015 CONTRATO DFC 002/15 ESPAÇO DJ BRASIL MARKETING ARTÍSTICO LTDA., pessoa jurídica de direito privado, inscrita

Leia mais

Pesquisa do Perfil do Turista Nacional em Porto Alegre. Outono 2010

Pesquisa do Perfil do Turista Nacional em Porto Alegre. Outono 2010 Pesquisa do Perfil do Turista Nacional em Porto Alegre Outono 2010 Pesquisa realizada pela SMTur, em parceria com a FARGS e com apoio da Infraero e da Veppo. 22 a 28 de abril Aeroporto área de embarque

Leia mais