RESOLUÇÃO N. 100, DE VINTE E SEIS DE ABRIL DE 2006.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RESOLUÇÃO N. 100, DE VINTE E SEIS DE ABRIL DE 2006."

Transcrição

1 RESOLUÇÃO N. 100, DE VINTE E SEIS DE ABRIL DE Dispõe sobre a estrutura do roteiro básico destinado à elaboração de Relatórios de Informação Técnica das prestações de contas anuais das entidades e órgãos sob a jurisdição do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão e dá outras providências. (Publicado no D.O.J. em ) O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO MARANHÃO, no uso das suas atribuições legais, CONSIDERANDO o que dispõe o art. 52 da Constituição Estadual, e os arts. 3º, 120 e 121, inciso I, da Lei nº , de 6 de junho de 2005; CONSIDERANDO a necessidade de disciplinar o procedimento de análise das prestações de contas anuais das entidades e dos órgãos sob a jurisdição do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão, em face da abrangência documental fixada através da Instrução Normativa nº. 009 TCE/MA, de 2 de fevereiro de 2005, e da Instrução Normativa nº. 012, de 16 de novembro de TCE/MA; CONSIDERANDO a necessidade de racionalizar as atividades de instrução processual pelas Unidades Técnicas deste Tribunal, tendo em vista o novo conteúdo das prestações de contas, assim como de uniformizar a metodologia de análise técnica e padronizar a apresentação do seu resultado; RESOLVE Art. 1º O exame das prestações de contas anuais dos gestores sob jurisdição do Tribunal de Contas, nas fases de instrução processual e do recurso, obedecerá aos roteiros definidos nos seguintes incisos: I Relatório de Informação Técnica das Contas do Governador, conforme Anexo I desta Resolução (modelo IN012I);

2 II Relatório de Informação Técnica dos Poderes e Órgãos (Assembléia Legislativa, Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas do Estado e Ministério Público Estadual), conforme Anexo II desta Resolução (modelo IN012II); III Relatório de Informação Técnica dos Secretários de Estado, conforme Anexo III desta Resolução (modelo IN012III-MODI); IV Relatório de Informação Técnica das Autarquias, Fundações ou Fundo de Natureza Autárquica do Estado, conforme Anexo V desta Resolução (modelo IN012III-MODII); V Relatório de Informação Técnica das Empresas Públicas, Sociedade de Economia Mista, Empresas Subsidiárias ou Controladas do Estado, conforme Anexo IV desta Resolução (modelo IN012III-MODIII); VI Relatório de Informação Técnica de Contas do Prefeito, conforme Anexo VI desta Resolução (modelo IN009I-MODI/II); VII Relatório de Informação Técnica do Presidente da Câmara Municipal, conforme Anexo VII desta Resolução (modelo IN009II); VIII Relatório de Informação Técnica das Empresas Públicas, Sociedade de Economia Mista, Empresas Subsidiárias ou Controladas do Município, conforme Anexo VIII desta Resolução (modelo IN009I-MODIII-A); IX Relatório de Informação Técnica das Autarquias, Fundações, Fundo de Natureza Autárquica do Município, conforme Anexo IX desta Resolução (modelo IN009I-MODIII-B). 1º Os roteiros estabelecidos nos incisos deste artigo serão utilizados para o exame das prestações de contas do exercício financeiro de 2005 e subseqüentes. 2º O item II dos roteiros, que trata do prazo e da organização e conteúdo da prestação de contas, será substituído pela análise de admissibilidade, quando da instrução de recurso. 3º O mérito do recurso será analisado mediante o confronto da peça interposta com os termos do acórdão recorrido, observado o rol dos pontos de verificação constantes do item III ou IV, conforme o caso, dos roteiros estabelecidos nos incisos deste artigo. 4º O Tribunal de Contas, mediante Resolução, sistematizará o conteúdo de cada um dos pontos de verificação da análise, que deverá refletir a

3 compatibilização entre a informação consignada no relatório e o respectivo dado constante nos autos da prestação de conta examinada. 5º Será denominado Relatório de Informação Técnica Conclusivo o que formalizar o resultado da análise da defesa, apresentada na forma do art. 127 da Lei nº , de 6 de junho de Art. 2º. O Diretor de Secretaria do Tribunal cuidará da efetiva implantação dos novos modelos, inclusive da sua informatização, junto às Unidades Técnicas envolvidas, de modo a viabilizar o cumprimento dos prazos regimentais para a instrução processual. Art. 3º. Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação revogadas as disposições em contrário. SALA DAS SESSÕES DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO MARANHÃO, EM SÃO LUÍS, 26 DE ABRIL DE EDMAR SERRA CUTRIM Conselheiro Presidente

4 ANEXO I UNIDADE TÉCNICA DE CONTAS DE GESTORES - UTCOG RELATÓRIO DE INFORMAÇÃO TÉCNICA N / UTCOB-NACOG PROCESSO N NATUREZA PROCESSO EXERCÍCIO FINANCEIRO ENTIDADE CONTEÚDO RESPONSÁVEL CONTADOR RELATOR DO PRESTAÇÃO DE CONTAS ANUAL DE GOVERNO GOVERNO DO ESTADO VOLUMES Sr. Relator, I INTRODUÇÃO 1. Base legal e regimental 2. Escopo do exame II PRESTAÇÃO DE CONTAS 1. Prazo de apresentação (cumprimento) 2. Organização e conteúdo III PERFIL DA ENTIDADE PÚBLICA 1. Dados sócio-econômicos 2. Estrutura de administração IV RESULTADO DA ANÁLISE 1. Sistema Orçamentário 1.1 Agenda do ciclo orçamentário (aspectos legais, conteúdo e compatibilidade) 1.2 Leis orçamentárias (aspectos legais, conteúdo e compatibilidade ) Plano Plurianual - PPA Leis de Diretrizes Orçamentárias - LDO

5 1.2.3 Lei Orçamentária Anual - LOA Créditos Adicionais 2. Administração Tributária 2.1 Marco legal (legislação instituidora e regulamentadora dos tributos estaduais) 2.2 Desempenho da arrecadação 2.3 Demonstração dos impostos rateados 3. Gestão Orçamentária e Financeira 3.1 Instrumentos de execução do orçamento 3.2 Execução do orçamento (análise comparativa ) 3.3 Repasse de dotações aos órgãos 3.4 Convênios realizados (com municípios, órgãos ou entidades) 3.5 Subvenções, auxílios e contribuições concedidos 3.6 Precatórios judiciais 3.7 Empenhos estornados (último bimestre) 3.8 Saldos financeiros (conciliados) 3.9 Restos a Pagar (desdobrados e analíticos) 4. Serviços de Terceiros 4.1 Marco legal (ato legal definidor do serviço terceirizado) 4.2 Demonstração dos serviços (relação dos serviços terceirizados por secretarias e comparação com a despesa realizada no exercício) 5. Gestão Patrimonial 5.1 Aspectos legais (cumprimento dos mecanismos de controle legal) 5.2 Quadro das reformas e ampliações em bens imóveis no exercício 5.3 Bens imóveis adquiridos ou consumidos no exercício

6 5.4 Projetos/atividades do governo - metas fiscais desempenho 5.5 Demonstração dos bens doados ou recebidos no exercício 6. Gestão da Dívida Pública 6.1 Dívida consolidada ou fundada 6.2 Dívida mobiliária 6.3 Operação de crédito 6.4 Concessão de garantia 7. Gestão de Pessoal 7.1 Marco legal (legislação de criação de cargos, empregos e função pública e respectivas remunerações assim como de fixação de subsídios) 7.2 Política de remuneração 7.3 Regime previdenciário Marco legal (legislação vigente) Cálculo atuarial Limites legais (análise de cumprimento) 7.4 Contratação temporária Lei específica Participação percentual no montante da despesa total com pessoal 7.5 Limites legais (despesa total de pessoal x RCL) 7.6 Admissões no exercício 8. Gestão da Educação 8.1 Marco legal (legislação instituidora dos Conselhos, do Estatuto do magistério e do PCCS) 8.2 Limites legais dos gastos (demonstração do cumprimento) 8.3 Desempenho alcançado (demonstração do cumprimento de metas estabelecidas para a área) 9. Gestão de Saúde 9.1 Marco legal (legislação instituidora dos Conselhos, Plano de gestão, PCCS)

7 9.2 Limites legais dos gatos (demonstração do cumprimento) 9.3 Desempenho alcançado (demonstração do cumprimento das metas estabelecidas para a área) 10. Gestão de Assistência Social 10.1 Estrutura de gestão 10.2 Desempenho alcançado (demonstração do cumprimento das metas estabelecidas para área) 11. Quadro dos Procedimentos licitatórios realizados no exercício (de acordo com o demonstrativo sintético apresentado na prestação de contas) 12. Sistema Contábil 12.1 Demonstrações Contábeis (adequação, consistência e indicadores) 12.2 Escrituração (regularidade e coerência com os demonstrativos contábeis e relatórios exigidos pela LRF) 12.3 Responsabilidade Técnica (legitimidade do sistema) 13. Sistema de Controle Interno (destaque do relatório apresentado pelo órgão central do sistema de controle interno) 14. Ações de Governo (destaques da atuação do Governador sobre o exercício financeiro) 15. Transparência Fiscal 15.1 Agenda fiscal (cumprimento dos prazos legais) 15.2 Postura ante aos alertas (atendimento ou correção) 15.3 Audiências públicas (cumprimento dos prazos legais) 15.4 Gestor responsável e respectiva remuneração anual V RESUMO DAS OCORRÊNCIAS É a informação. São Luís,

8 ANEXO II UNIDADE TÉCNICA DE CONTAS DE GESTORES - UTCGE RELATÓRIO DE INFORMAÇÃO TÉCNICA N / UTCGE - NUPEC 1 PROCESSO N NATUREZA DO PROCESSO PRESTAÇÃO DE CONTAS ANUAL DE GESTORES EXERCÍCIO FINANCEIRO ÓRGÃO TJ TCE - MPE - ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA VOLUMES VOLUMES RESPONSÁVEL CONTADOR RELATOR Sr. Relator, I INTRODUÇÃO 1. Base legal e regimental 2. Escopo do exame II PRESTAÇÃO DE CONTAS 1. Prazo de Apresentação (cumprimento) 2. Organização e conteúdo III RESULTADO DA ANÁLISE 1. Relatório de gestão 2. Relatório do controle interno 3. Sistema contábil 3.1 Relatório do serviço de contabilidade 3.2 Demonstrativos contábeis 4. Gestão orçamentária e financeira 4.1 Dotação orçamentária 4.2 Execução da despesa 4.3 Saldos financeiros 4.4 Restos a pagar 5. Processamento da despesa 5.1 Adiantamentos 5.2 Subvenções, auxilio e contribuições

9 5.3 Procedimentos licitatórios 5.4 Empenho, liquidação e pagamento 6. Gestão patrimonial 6.1 Aspectos legais 6.2 Posição patrimonial 7. Gestão de pessoal 7.1 Composição (membros) 7.2 Estrutura organizacional e cargos comissionados 7.3 Cargos efetivos x PCCS 7.4 Contratação temporária 7.5 Limites legais 8. Serviços terceirizados 8.1 Marco legal (Ato legal definidor do serviço terceirizado) 8.2 Valores envolvidos 9. Transparência da gestão fiscal 9.1 Agenda fiscal 9.2 Gestores responsáveis IV RESUMO DAS OCORRÊNCIAS É a informação. São Luís,

10 ANEXO III UNIDADE TÉCNICA DE CONTAS DE GESTORES UTCGE RELATÓRIO DE INFORMAÇÃO TÉCNICA N / UTCGE - NUPEC 1 PROCESSO N NATUREZA DO PROCESSO EXERCÍCIO FINANCEIRO ENTIDADE CONTEÚDO RESPONSÁVEL CONTADOR RELATOR PRESTAÇÃO DE CONTAS ANUAL DE GESTORES SECRETARIA DE ESTADO VOLUMES Sr. Relator, I INTRODUÇÃO 1. Base legal e regimental 2. Escopo do exame II PRESTAÇÃO DE CONTAS 1. Prazo de apresentação (cumprimento) 2. Organização e conteúdo III RESULTADO DA ANÁLISE 1. Relatório de gestão 2. Relatório do controle interno (regularidade e indicadores) 3. Sistema contábil 3.1 Relatório do Serviço de Contabilidade (confiabilidade e regularidade ) 3.2 Demonstrações Contábeis (adequação, consistência e indicadores) 4. Gestão orçamentária e financeira 4.1 Dotação orçamentária

11 4.2 Execução da despesa (análise comparativa) 4.3 Saldos financeiros (conciliados) 4.4 Restos a pagar (desdobrados e analíticos) 5. Processamento da despesa 5.1 Adiantamentos (análise formal) 5.2 Subvenção, auxilio e contribuições (análise formal) 5.3 Procedimentos licitatórios (análise formal) 5.4 Empenho, liquidação e pagamento (com base em procedimento auditorial) 6. Gestão patrimonial 6.1 Aspectos legais (cumprimento dos mecanismos de controle legal) 6.2 Posição Patrimonial 7. Gestão de pessoal 7.1 Marco Legal X Estrutura de Cargos 7.2 Política de Remuneração 7.3 Contratação temporária 8. Serviços terceirizados 8.1 Aspectos legais 8.2 Valores envolvidos (análise comparativa) IV RESUMO DAS OCORRÊNCIAS É a informação. São Luís,

12 ANEXO IV UNIDADE TÉCNICA DE CONTAS DE GESTORES UTCGE RELATÓRIO DE INFORMAÇÃO TÉCNICA N / UTCGE - NUPEC 1 PROCESSO N NATUREZA DO PROCESSO PRESTAÇÃO DE CONTAS ANUAL DE GESTORES EXERCÍCIO FINANCEIRO ENTIDADE EMPRESA PÚBLICA / SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA / SUBSIDIÁRIAS OU CONTROLADAS CONTEÚDO VOLUMES RESPONSÁVEL CONTADOR RELATOR Sr. Relator, I II III INTRODUÇÃO 3. Base legal e regimental 4. Escopo do exame PRESTAÇÃO DE CONTAS 3. Prazo de Apresentação (cumprimento) 4. Organização e conteúdo RESULTADO DA ANÁLISE 1. Responsáveis pela administração do órgão 2. Relatório de gestão (inclusive Ata da Assembléia Geral e Conselho de Administração) 3. Sistema contábil 3.1 Demonstrações financeiras (adequação, consistência, indicadores e publicidade) 3.2 Pareceres (Auditoria Interna, Conselho Fiscal, Sistema de Controle Interno do Estado e Auditoria Independente) 3.3 Responsabilidade técnica 4. Gestão orçamentária e financeira 4.1 Mecanismo de controle (Auditoria Interna, Conselho Fiscal, Sistema de Controle Interno do Estado e Auditoria Independente)

13 4.2 Dotação orçamentária 4.3 Execução da despesa (análise comparativa) 4.4 Saldos financeiro (conciliados) 4.5 Restos a pagar (desdobrados e analíticos) 5. Processamento da despesa 5.1 Adiantamentos (análise formal) 5.2 Subvenção, auxilio e contribuições (análise formal) 5.3 Procedimentos licitatórios (análise formal) 5.4 Empenho, liquidação e pagamento (baseado em procedimento auditorial) 6. Gestão patrimonial 6.1 Aspectos legais (cumprimento dos mecanismos de controle legal) 6.2 Posição patrimonial 7. Gestão de pessoal 7.1 Marco Legal X Estrutura de cargos 7.2 Política de remuneração 7.3 Contratação temporária 8. Serviços terceirizados 8.1 Marco legal (Ato legal definidor do serviço terceirizado) 8.2 Valores envolvidos (análise comparativa) IV RESUMO DAS OCORRÊNCIAS É a informação. São Luís,

14 ANEXO V UNIDADE TÉCNICA DE CONTAS DE GESTORES UTCGE RELATÓRIO DE INFORMAÇÃO TÉCNICA N / UTCGE - NUPEC 1 PROCESSO N NATUREZA PROCESSO EXERCÍCIO FINANCEIRO ENTIDADE CONTEÚDO RESPONSÁVEL CONTADOR RELATOR DO PRESTAÇÃO DE CONTAS ANUAL DE GESTORES AUTARQUIAS \ FUNDAÇÕES \ FUNDOS DE NATUREZA AUTÁRQUICA VOLUMES Sr. Relator, I INTRODUÇÃO 3. Base legal e regimental 4. Escopo do exame II III PRESTAÇÃO DE CONTAS 1. Prazo de apresentação (cumprimento) 2. Organização e conteúdo RESULTADO DA ANÁLISE 1. Responsáveis pela administração do órgão 2. Relatório de gestão (inclusive Ata da Assembléia Geral e Conselho de Administração) 3. Sistema contábil 3.1 Demonstrações financeiras (adequação, consistência, indicadores e publicidade ) 3.2 Pareceres

15 (Auditoria Interna ou Controladoria, Conselho de Administração ou equivalente e do Conselho Fiscal (quando houver). 4. Gestão orçamentária e financeira 4.1 Mecanismo de controle (Auditoria Interna, Conselho Fiscal, Sistema de Controle Interno do Estado e Auditoria Independente) 4.2 Dotação orçamentária 4.3 Execução da despesa (análise comparativa) 4.4 Saldos financeiros (conciliados) 4.5 Restos a pagar (desdobrados e analíticos) 5. Processamento da despesa 5.1 Adiantamentos (análise formal) 5.2 Subvenção, auxilio e contribuições (análise formal) 5.3 Procedimentos licitatórios (análise formal) 5.4 Empenho, liquidação e pagamento (com base em procedimento auditorial) 6. Gestão patrimonial 6.1 Aspectos legais (cumprimento dos mecanismos de controle legal) 6.2 Posição Patrimonial 7. Gestão de pessoal 7.1 Marco Legal X Estrutura de Cargos 7.2 Política de Remuneração 7.3 Contratação temporária 8. Serviços terceirizados 8.1 Aspectos legais 8.2 Valores envolvidos (análise comparativa)

16 IV RESUMO DAS OCORRÊNCIAS É a informação São Luís, ANEXO VI UTCOG UNIDADE TÉCNICA DE CONTAS DE GOVERNO RELATÓRIO DE INFORMAÇÃO TÉCNICA N / UTCOG-NACOG PROCESSO N NATUREZA PROCESSO EXERCÍCIO FINANCEIRO ENTIDADE CONTEÚDO RESPONSÁVEL CONTADOR RELATOR DO PRESTAÇÃO DE CONTAS ANUAL DE GOVERNO MUNICÍPIO DE VOLUMES Sr. Relator, I INTRODUÇÃO 1. Base legal e regimental 2. Escopo do exame II PRESTAÇÃO DE CONTAS 1. Prazo de apresentação (cumprimento) 2. Organização e conteúdo III PERFIL DA ENTIDADE PÚBLICA 1. Dados sócio-econômicos 2. Estrutura da administração IV RESULTADO DA ANÁLISE

17 3. Processo orçamentário 1.1 Agenda do ciclo orçamentário (aspectos legais, conteúdo e compatibilidade) 1.2 Leis orçamentárias (aspectos legais, conteúdo e compatibilidade) Plano plurianual - PPA Lei de diretrizes orçamentárias - LDO Lei orçamentária anual - LOA Créditos adicionais 4. Administração Tributária 2.1 Marco legal (instituição e regulamentação dos tributos) 2.2 Processamento da receita própria 2.3 Desempenho da arrecadação 5. Gestão orçamentária e financeira 3.1 Execução do orçamento (análise comparativa) 3.2 Instrumento de execução orçamentária 3.3 Repasse à Câmara municipal 3.4 Saldos financeiros (conciliados) 3.5 Restos a pagar (desdobrados e analíticos) 3.6 Precatórios 3.7 Serviços de terceiros 6. Gestão patrimonial 4.1 Aspectos legais (cumprimento dos mecanismos de controle legal) 4.2 Posição patrimonial

18 7. Gestão da dívida 7.1. Dívida consolidada e fundada 7.2. Dívida mobiliária 7.3. Operações de crédito 7.4. Concessão de garantia 8. Gestão de pessoal 6.1 Marco legal X Estrutura de cargos 6.2 Política de remuneração 6.3 Regime previdenciário (se houver regime próprio, contas em separado) 6.4 Contratação temporária 6.5 Limites legais (despesa total de pessoas x receita corrente líquida) 9. Gestão da educação 7.1 Marco legal (Estatuto, PCCS, Conselho, etc.) 7.2 Mecanismo de controle (Orçamentário, Financeiro e Patrimonial) 7.3 Limites legais (limites mínimos e natureza dos gastos) 10. Gestão de saúde 8.1 Marco legal (Pessoal, Conselho, etc) 8.2 Mecanismos de controle (Orçamentário, Financeiro e Patrimonial) 8.3 Limites legais (limites mínimos e natureza dos gastos) 11. Processamento da despesa pública 9.1 Folha de pagamento (compatibilidade com o marco legal da gestão de pessoal) 9.2 Adiantamentos concedidos 9.3 Subvenções, auxílios e contribuições concedidas 9.4 Procedimentos licitatórios 9.5 Estágios da despesa

19 (Empenho, Liquidação e Pagamento) 12. Sistema contábil 10.1 Demonstrações contábeis (adequação, consistência e indicadores) 10.2 Escrituração (regularidade, coerência com os demonstrativos e relatórios da LRF) 10.3 Responsabilidade técnica (legitimidade do sistema) 13. Sistema de controle interno 14. Ações de governo 15. Transparência fiscal 13.1 Agenda fiscal 13.2 Postura ante os alertas 13.3 Audiências públicas 13.4 Gestor(es) responsável(eis) e respectiva remuneração anual IV RESUMO DAS OCORRÊNCIAS É a informação. São Luís,

20 ANEXO VII UTCGE UNIDADE TÉCNICA DE CONTAS DE GESTÃO RELATÓRIO DE INFORMAÇÃO TÉCNICA N / UTCGE - NUPEC 2 PROCESSO N NATUREZA DO PROCESSO PRESTAÇÃO DE CONTAS ANUAL DE GESTORES EXERCÍCIO FINANCEIRO ENTIDADE CÂMARA MUNICIPAL DE CONTEÚDO VOLUMES RESPONSÁVEL CONTADOR RELATOR Sr. Relator, I INTRODUÇÃO 1. Base legal e regimental 2. Escopo do exame II PRESTAÇÃO DE CONTAS 1. Prazo de apresentação (cumprimento) 2. Organização e conteúdo III DO RESULTADO DA ANÁLISE 1. Relatório de gestão 2. Dimensionamento dos gastos do Poder Legislativo 2.1 Base de cálculo 2.2 Limites constitucionais 3. Gestão orçamentária e financeira 3.1 Dotação orçamentária 3.2 Execução da despesa 3.3 Saldo financeiro 3.4 Restos a pagar 4. Processamento da despesa 4.1 Folha de pagamento 4.2. Procedimento licitatório

21 4.3 Estágios da despesa 5. Gestão patrimonial 5.1 Aspectos legais 5.2 Posição patrimonial 6. Gestão de pessoal 6.1 Composição da Câmara 6.2 Remuneração dos vereadores 6.3 Cargos comissionados 6.3 Pessoal efetivo; PCCS e contratos temporários 6.4 Limites legais 7. Serviços terceirizados 7.1 Aspectos legais 7.2 Evolução dos gastos com serviços de terceiros 8. Sistema contábil 8.1 Escrituração contábil 8.2 Responsabilidade técnica 9. Transparência da gestão fiscal 9.1 Agenda fiscal 9.2 Gestor responsável e remuneração anual IV RESUMO DAS OCORRÊNCIAS É a informação. São Luís,

22 ANEXO VIII UTCOG UNIDADE DE CONTAS DE GOVERNO RELATÓRIO DE INFORMAÇÃO TÉCNICA N / UTCOG-NACOG PROCESSO N NATUREZA DO PROCESSO EXERCÍCIO FINANCEIRO ENTIDADE CONTEÚDO RESPONSÁVEL CONTADOR RELATOR PRESTAÇÃO DE CONTAS ANUAL DE GESTORES EMPRESA PÚBLICA E SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA VOLUMES Sr. Relator, I INTRODUÇÃO 1. Base legal e regimental 2. Escopo do exame II PRESTAÇÃO DE CONTAS 1. Prazo de Apresentação (cumprimento) 2. Organização e conteúdo III RESULTADO DA ANÁLISE 1. Responsáveis pela administração do órgão 2. Relatório de gestão (inclusive Ata da Assembléia Geral e Conselho de Administração) 3. Sistema contábil 3.1 Demonstrações financeiras (adequação, consistência, indicadores e publicidade) 3.2 Pareceres

23 (Auditoria Interna, Conselho Fiscal, Sistema de Controle Interno do Município e Auditoria Independente) 3.3 Responsabilidade técnica 4. Gestão financeira 4.1 Mecanismos de controle (Auditoria Interna, Conselho Fiscal, Sistema de Controle Interno do Município e Auditoria Independente) 4.2 Posições das contas financeiras (conciliado) 4.3 Processamento da despesa (regularidade e comprovação) 5. Situação da gestão ante os órgãos deliberativos da entidade IV RESUMO DAS OCORRÊNCIAS É a informação. São Luís,

24 ANEXO IX UTCOG UNIDADE TÉCNICA DE CONTAS DE GOVERNO RELATÓRIO DE INFORMAÇÃO TÉCNICA N / UTCOG-NACOG PROCESSO N NATUREZA DO PROCESSO PRESTAÇÃO DE CONTAS ANUAL DE GESTORES EXERCÍCIO FINANCEIRO AUTARQUIAS, FUNDAÇÕES PÚBLICAS E FUNDOS DE ENTIDADE NATUREZA CONTÁBIL. CONTEÚDO VOLUMES RESPONSÁVEL CONTADOR RELATOR Sr. Relator, I INTRODUÇÃO 1. Base legal e regimental 2. Escopo do exame II PRESTAÇÃO DE CONTAS 1. Prazo de Apresentação (cumprimento) 2. Organização e conteúdo III RESULTADO DA ANÁLISE 1. Responsáveis pela administração do órgão 2. Relatório de gestão 3. Sistema contábil 3.1 Demonstrações contábeis (adequação, consistência e indicadores) 3.2 Pareceres (controle interno) 3.3 Responsabilidade técnica (legitimidade do sistema)

25 4. Gestão orçamentária e financeira 4.1 Dotação orçamentária (inclusive os créditos adicionais) 4.2 Execução do orçamento (análise comparativa) 4.3 Saldos financeiros (conciliados) 4.4 Restos a pagar (desdobrados e analíticos) 4.5 Demais responsabilidades 5. Processamento da despesa 5.1 Folha de pagamento (aspecto formal) 5.2 Adiantamentos concedidos 5.3 Subvenções, auxílios e contribuições concedidas 5.4 Procedimentos licitatórios 5.5 Estágios da despesa pública (empenho, liquidação e pagamento) 6. Situação da prestação de contas IV RESUMO DAS OCORRÊNCIAS É a informação. São Luís, Compilação e Revisão: Biblioteca TCE/MA - Ramal: 222

INSTRUÇÃO NORMATIVA N.º 011, DE DEZ DE JULHO DE 2005.

INSTRUÇÃO NORMATIVA N.º 011, DE DEZ DE JULHO DE 2005. INSTRUÇÃO NORMATIVA N.º 011, DE DEZ DE JULHO DE 2005. Institui o cadastro eletrônico de jurisdicionados do Tribunal de Contas do estado do Maranhão e dá outras providências. (Publicada no DOJ em 29.08.05)

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES DE PARNAMIRIM Casa Antônio Lustosa de Oliveira Cabral CNPJ n.º 35.446.376/0001-09

CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES DE PARNAMIRIM Casa Antônio Lustosa de Oliveira Cabral CNPJ n.º 35.446.376/0001-09 LEI N.º 741/2009 EMENTA: Dispõe sobre a instituição do Sistema de Controle Interno SCI do Poder Legislativo Municipal, cria o Órgão Central do SCI e dá outras providências. A MESA DIRETORA DA CÂMARA MUNICIPAL

Leia mais

Art. 1º - Fica aprovado o Regimento Interno da Central do Sistema de Controle Interno, anexo ao presente Decreto.

Art. 1º - Fica aprovado o Regimento Interno da Central do Sistema de Controle Interno, anexo ao presente Decreto. DECRETO N.º 961/08 De 01 de julho de 2008. APROVA O REGIMENTO INTERNO DA CENTRAL DO SISTEMA DE CONTROLE INTERNO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A PREFEITA MUNICIPAL DE VALE DO SOL, no uso de suas atribuições

Leia mais

RESOLUÇÃO nº 076 de 13 de setembro de 2012

RESOLUÇÃO nº 076 de 13 de setembro de 2012 RESOLUÇÃO nº 076 de 13 de setembro de 2012 Dispõe sobre a obrigatoriedade da criação do controle interno nos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, bem como no Ministério Público e Tribunal de Contas,

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA

ESTADO DE SANTA CATARINA ESTADO DE SANTA CATARINA TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DIRETORIA DE CONTROLE DOS MUNICÍPIOS DMU PROCESSO : PCP 06/00076210 UNIDADE : Município de BALNEÁRIO CAMBORIÚ RESPONSÁVEL : Sr. RUBENS SPERNAU - Prefeito

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA

ESTADO DE SANTA CATARINA ESTADO DE SANTA CATARINA TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DIRETORIA DE CONTROLE DOS MUNICÍPIOS DMU PROCESSO PCP 08/00199278 UNIDADE Município de Joinville RESPONSÁVEL Sr. Marco Antonio Tebaldi - Prefeito Municipal

Leia mais

Modelo de Projeto de Lei (Origem Poder Executivo) Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2011.

Modelo de Projeto de Lei (Origem Poder Executivo) Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2011. Modelo de Projeto de Lei (Origem Poder Executivo) Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2011. CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 o São estabelecidas, em cumprimento

Leia mais

Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro

Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro RELAÇÃO DE DOCUMENTOS INTEGRANTES DA PRESTAÇÃO DE CONTAS DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA (CONTAS DE GOVERNO) EXERCÍCIO DE 2013 CONFORME OFÍCIO-CIRCULAR Nº 14/2014 PRS/GAP RESPONSABILIZAÇÃO CADASTROS do Prefeito

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 018/TCE-RO-2006

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 018/TCE-RO-2006 INSTRUÇÃO NORMATIVA N 018/TCE-RO-2006 Disciplina a elaboração, guarda e remessa ao Tribunal de Contas do Estado de dados e informações, por meio eletrônico e documental, com vistas ao controle da gestão

Leia mais

RELATÓRIO PRELIMINAR SOBRE AS CONTAS ANUAIS DE GOVERNO : PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO BUGRES-MT

RELATÓRIO PRELIMINAR SOBRE AS CONTAS ANUAIS DE GOVERNO : PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO BUGRES-MT Fls. 1 RELATÓRIO PRELIMINAR SOBRE AS CONTAS ANUAIS DE GOVERNO PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO BUGRES PROCESSO Nº : 80497/2014 PRINCIPAL : PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO BUGRES-MT CNPJ : 03.507.522/0001-72

Leia mais

ESTADO DE RONDÔNIA TRIBUNAL DE CONTAS

ESTADO DE RONDÔNIA TRIBUNAL DE CONTAS 1 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº13./TCER-2004 Dispõe sobre as informações e documentos a serem encaminhados pelos gestores e demais responsáveis pela Administração Direta e Indireta do Estado e dos Municípios;

Leia mais

Interpretação do Art. 15 e 16

Interpretação do Art. 15 e 16 COORDENAÇÃO-GERAL DE NORMAS DE CONTABILIDADE APLICADAS À FEDERAÇÃO - CCONF GERÊNCIA DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DE GESTÃO FISCAL - GENOP Interpretação do Art. 15 e 16 REUNIÃO DO GRUPO TÉCNICO DE PADRONIZAÇÃO

Leia mais

CALENDÁRIO DE COMPROMISSOS MUNICIPAIS PODER EXECUTIVO

CALENDÁRIO DE COMPROMISSOS MUNICIPAIS PODER EXECUTIVO CALENDÁRIO DE COMPROMISSOS MUNICIPAIS PODER EXECUTIVO PRAZO JANEIRO 1) Encaminhar documentos do FUNDEB/MDE referentes ao mês de novembro. 1) Relatório de Gestão Fiscal (RGF) do 3º quadrimestre do exercício

Leia mais

PARECER DA UNIDADE DE CONTROLE INTERNO SOBRE AS CONTAS ANUAIS DE GOVERNO DO EXERCICIO 2012

PARECER DA UNIDADE DE CONTROLE INTERNO SOBRE AS CONTAS ANUAIS DE GOVERNO DO EXERCICIO 2012 PARECER DA UNIDADE DE CONTROLE INTERNO SOBRE AS CONTAS ANUAIS DE GOVERNO DO EXERCICIO 2012 ÓRGÃO : PREFEITURA MUNICIPAL PORTO ALEGRE DO NORTE/ MT CNPJ : 03.238.672/0001-28 ASSUNTO : CONTAS ANUAIS DE GESTÃO

Leia mais

Anexo I.a Instrução Normativa nº 19/2008 NOME DA ENTIDADE: CÂMARA MUNICIPAL DE SERTANEJA RELATÓRIO DO CONTROLE INTERNO.

Anexo I.a Instrução Normativa nº 19/2008 NOME DA ENTIDADE: CÂMARA MUNICIPAL DE SERTANEJA RELATÓRIO DO CONTROLE INTERNO. Anexo I.a Instrução Normativa nº 19/2008 NOME DA ENTIDADE: CÂMARA MUNICIPAL DE SERTANEJA RELATÓRIO DO CONTROLE INTERNO Exercício de 2007 1. Implantação do Sistema e Histórico Legal Na qualidade de responsáveis

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº DE DE ABRIL DE 2010 A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

PROJETO DE LEI Nº DE DE ABRIL DE 2010 A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES PROJETO DE LEI Nº DE DE ABRIL DE 2010 DISPÕE SOBRE AS DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO DA LEI DO ORÇAMENTO ANUAL DE 2011 E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO RESOLVE:

Leia mais

EIXO 4 PLANEJAMENTO E GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA

EIXO 4 PLANEJAMENTO E GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA EIXO 4 PLANEJAMENTO E GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA Disciplina: D 4.11 Elaboração e Programação Orçamentária e Financeira (40h) (Aula 4: Programação Orçamentária e Financeira) Professor: Bruno César

Leia mais

Prefeitura Municipal de Guaranésia

Prefeitura Municipal de Guaranésia LEI 1.652, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2006. ESTIMA A RECEITA E FIXA A DESPESA DO MUNICÍPIO DE GUARANÉSIA PARA O EXERCÍCIO FINANCEIRO DE 2007. O Prefeito Municipal de Guaranésia. Faço saber que a Câmara Municipal

Leia mais

Estado do Rio de Janeiro PREFEITURA MUNICIPAL DE CANTAGALO Secretaria Municipal de Governo e Planejamento

Estado do Rio de Janeiro PREFEITURA MUNICIPAL DE CANTAGALO Secretaria Municipal de Governo e Planejamento 1 LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL GUIA PRÁTICO PARA O CIDADÃO O que é a LRF? A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), ou Lei Complementar nº 101, é o principal instrumento regulador das contas públicas no

Leia mais

8 SISTEMA DE CONTROLE INTERNO

8 SISTEMA DE CONTROLE INTERNO 8 SISTEMA DE CONTROLE INTERNO A palavra controle tem origem na Língua Francesa; sua etimologia vem de contre-rôle : rôle significa rol, lista de nomes, e contre, outro registro efetuado em confronto com

Leia mais

8ª Secretaria de Controle Externo

8ª Secretaria de Controle Externo Fls. 12 À Auditora de Controle Externo, Maria Clara Seabra de Mello Costa, para proferir Orientação Técnica. Em 23 de janeiro de 2014. JOSÉ AUGUSTO MARTINS MEIRELLES FILHO Secretário da 8ª Secretaria de

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO TOCANTINS

REGIMENTO INTERNO DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO TOCANTINS REGIMENTO INTERNO DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO TOCANTINS Aprovado pela Resolução Normativa nº 002/02 e Alterado pelas Resoluções Normativas nºs 001/2003, no art. 332, incisos I e II; 004/2003, no

Leia mais

DECRETO Nº 14.407 DE 09 DE ABRIL DE 2013. Aprova o Regulamento do Sistema Financeiro e de Contabilidade do Estado, e dá outras providências.

DECRETO Nº 14.407 DE 09 DE ABRIL DE 2013. Aprova o Regulamento do Sistema Financeiro e de Contabilidade do Estado, e dá outras providências. DECRETO Nº 14.407 DE 09 DE ABRIL DE 2013 Aprova o Regulamento do Sistema Financeiro e de Contabilidade do Estado, e dá outras providências. (Publicado no DOE de 10 de abril de 2013) O GOVERNADOR DO ESTADO

Leia mais

CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO GOIÂNIA / MAIO / 2011

CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO GOIÂNIA / MAIO / 2011 GOIÂNIA / MAIO / 2011 MARCONI FERREIRA PERILLO JÚNIOR Governador do Estado JOSÉ CARLOS SIQUEIRA Secretário de Estado-Chefe da Controladoria Geral SIMÃO CIRINEU DIAS Secretário de Estado da Fazenda ANDRÉ

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 313 DE 02 DE DEZEMBRO DE 2013.

RESOLUÇÃO Nº 313 DE 02 DE DEZEMBRO DE 2013. RESOLUÇÃO Nº 313 DE 02 DE DEZEMBRO DE 2013. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DO CONTROLE INTERNO DO PODER LEGISLATIVO DE POCONÉ E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS O Presidente da Câmara Municipal de Poconé,

Leia mais

Lei 141/2012 - Comentários

Lei 141/2012 - Comentários Lei 141/2012 - Comentários Áquilas Mendes Prof. Dr. Livre-Docente de Economia da Saúde da FSP/USP e do Departamento de Economia da PUC-SP agosto/2012 BREVE CONTEXTO DA LEI 141/2012 CONSIDERAÇÕES GERAIS

Leia mais

RESUMO DO DIÁRIO PUBLICAMOS NESTA EDIÇÃO OS SEGUINTES DOCUMENTOS:

RESUMO DO DIÁRIO PUBLICAMOS NESTA EDIÇÃO OS SEGUINTES DOCUMENTOS: Diário Oficial do Município de Boquira - Bahia Poder Executivo Ano VI Nº 870 11 de Novembro de 2014 RESUMO DO DIÁRIO PUBLICAMOS NESTA EDIÇÃO OS SEGUINTES DOCUMENTOS: LEIS LEI Nº 623 DE 03 DE NOVEMBRO DE

Leia mais

VI Fórum Catarinense de

VI Fórum Catarinense de VI Fórum Catarinense de Gestores Municipais de Cultura I - A Política Orçamentária na Gestão da Cultura II - Captação de Recursos Chapeco, SC, 30 de Março de 2016 1 Maio Planejamento Planejado Receita

Leia mais

Stela M. Pedreira Secretária Executiva do Conselho Estadual de Saúde de São Paulo Belfari Garcia Guiral Assistente Técnico

Stela M. Pedreira Secretária Executiva do Conselho Estadual de Saúde de São Paulo Belfari Garcia Guiral Assistente Técnico Stela M. Pedreira Secretária Executiva do Conselho Estadual de Saúde de São Paulo Belfari Garcia Guiral Assistente Técnico 1988 - Constituição Federal 1988 - Constituição Federal Sistema Único de Saúde

Leia mais

COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO DOS VALES DO SÃO FRANCISCO E DO PARNAÍBA - MI NORMA DE AUDITORIA (NOR-902)

COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO DOS VALES DO SÃO FRANCISCO E DO PARNAÍBA - MI NORMA DE AUDITORIA (NOR-902) COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO DOS VALES DO SÃO FRANCISCO E DO PARNAÍBA Vinculada ao Ministério da Integração Nacional - MI NORMA DE AUDITORIA (NOR-902) FOR-101/01 NORMAS ESPECIAIS CÓDIGO: 900 FOLHA Nº:

Leia mais

DELIBERAÇÃO Nº 198 23 de janeiro de 1996. O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições constitucionais e legais, e

DELIBERAÇÃO Nº 198 23 de janeiro de 1996. O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições constitucionais e legais, e DELIBERAÇÃO Nº 198 23 de janeiro de 1996 Dispõe sobre a instauração e organização de processos de prestação de contas, tomada de contas e tomada de contas especial, no âmbito da Administração Estadual,

Leia mais

A PRÁTICA DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO

A PRÁTICA DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO A PRÁTICA DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO François E. J. de Bremaeker Luiz Estevam Gonçalves Rio de Janeiro fevereiro de 2015 A PRÁTICA DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO François E. J. de Bremaeker Economista e Geógrafo,

Leia mais

15 CHECK LIST PARA ORIENTAÇÃO DO TRABALHO DE AUDITORIA

15 CHECK LIST PARA ORIENTAÇÃO DO TRABALHO DE AUDITORIA 15 CHECK LIST PARA ORIENTAÇÃO DO TRABALHO DE AUDITORIA 1 PLANEJAMENTO 1.1 PLANO PLURIANUAL Nº de Legenda: S = Sim; N = Não; e NA = Não se aplica DESCRIÇÃO S N NA 01 O PPA foi elaborado e encaminhado à

Leia mais

1ª PARTE LEIS E DECRETOS 2ª PARTE ATOS ADMINISTRATIVOS COMANDANTE DO EXÉRCITO

1ª PARTE LEIS E DECRETOS 2ª PARTE ATOS ADMINISTRATIVOS COMANDANTE DO EXÉRCITO 1ª PARTE LEIS E DECRETOS Sem alteração. 2ª PARTE ATOS ADMINISTRATIVOS COMANDANTE DO EXÉRCITO PORTARIA Nº 813, DE 28 DE SETEMBRO DE 2012. Aprova as Normas para a Realização das Atividades de Auditoria e

Leia mais

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Relatório Quadrimestral da Saúde e sua apresentação em audiência pública nas Casas do Congresso Nacional (art. 36 da Lei Complementar nº 141, de 2012) Nota Técnica n.º 05/2015 Elaboração: Área Temática

Leia mais

Rua Ulisses Caldas, 81 - Centro - Natal/RN 59025-090 (55)xx84-3232-8863 www.natal.rn.gov.br

Rua Ulisses Caldas, 81 - Centro - Natal/RN 59025-090 (55)xx84-3232-8863 www.natal.rn.gov.br LEI Nº. 6.067, DE 11 DE MARÇO DE 2010. Altera a Lei Ordinária 5.711/06, que dispõe sobre a Organização Administrativa da Câmara Municipal do Natal, e dá outras providências. A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL (LRF) Atualizado até 13/10/2015 LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) tem como base alguns princípios,

Leia mais

JUIZ FEDERAL TRF 1ª REGIÃO

JUIZ FEDERAL TRF 1ª REGIÃO DIREITO FINANCEIRO I. Finanças Públicas na Constituição Federal... 02 II. Orçamento... 04 III. Despesa Pública... 39 IV. Receita Pública... 76 V. Dívida Ativa da União de Natureza Tributária e não-tributária...

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE PERNAMBUCO

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE PERNAMBUCO PODER JUDICIÁRIO FEDERAL TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE PERNAMBUCO SECRETARIA DE CONTROLE INTERNO Av. Agamenon Magalhães, 1.160 - Graças - 52010-904 Recife - PE Telefone: (81) 3194.9296 Fax (81) 3194.9301

Leia mais

APROVAÇÃO DAS LEIS ORÇAMENTÁRIAS. Kilmer Távora Teixeira Auditor Governamental CGE/PI

APROVAÇÃO DAS LEIS ORÇAMENTÁRIAS. Kilmer Távora Teixeira Auditor Governamental CGE/PI APROVAÇÃO DAS LEIS ORÇAMENTÁRIAS Kilmer Távora Teixeira Auditor Governamental CGE/PI BASE LEGAL Constituição Federal de 1988, Título VI, artigos 165 a 169; Lei 4.320, de 17/03/64; Lei de Responsabilidade

Leia mais

PORTARIA ANAC Nº 2898, DE 3 DE DEZEMBRO DE 2014.

PORTARIA ANAC Nº 2898, DE 3 DE DEZEMBRO DE 2014. PORTARIA ANAC Nº 2898, DE 3 DE DEZEMBRO DE 2014. Dispõe sobre orientações às unidades envolvidas na elaboração do Relatório de Gestão da ANAC referente ao exercício de 2014. O DIRETOR-PRESIDENTE DA AGÊNCIA

Leia mais

Não atendimento dos seguintes dispositivos legais:

Não atendimento dos seguintes dispositivos legais: 294 Processo nº: 4509-0200/12-8 Natureza: Processo de Contas de Governo Origem: Executivo Municipal de Capela de Santana Gestor: Wilson Capaverde Procuradores: Bruna Teixeira de Oliveira OAB nº 79.626

Leia mais

ESTADO DE PERNAMBUCO TRIBUNAL DE CONTAS

ESTADO DE PERNAMBUCO TRIBUNAL DE CONTAS RESOLUÇÃO T.C. Nº 0001/2009 EMENTA: Dispõe sobre a criação, a implantação, a manutenção e a coordenação de Sistemas de Controle Interno nos Poderes Municipais e dá outras providências. O DO ESTADO DE PERNAMBUCO,

Leia mais

Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais Presidência Controladoria Interna PLANO DIRETOR CONTROLE INTERNO 2013-2014

Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais Presidência Controladoria Interna PLANO DIRETOR CONTROLE INTERNO 2013-2014 PLANO DIRETOR DE CONTROLE INTERNO 2013-2014 SUMÁRIO Pág. 1. INTRODUÇÃO 02 2. SISTEMA DE CONTROLE INTERNO 02 2.1 Conceituação 02 2.2. Marco legal 04 3. O CONTROLE INTERNO NO ÂMBITO DO TCEMG 4. CONTROLADORIA

Leia mais

RELATÓRIO DE AUDITORIA

RELATÓRIO DE AUDITORIA RELATÓRIO DE AUDITORIA PROCESSO N.º : 7.091-2/2010 PRINCIPAL : Câmara Municipal de Porto Esperidião CNPJ : 01.327.964/0001-01 ASSUNTO : Contas Anuais de Gestão/2009 VEREADOR PRESIDENTE : Sandro Ronaldo

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa LEI Nº 12.234, DE 13 DE JANEIRO DE 2005. (publicada no DOE nº 09, de 14 de janeiro de 2005) Dispõe sobre normas para

Leia mais

AUDITORIA INTERNA RELATÓRIO SOBRE AS CONTAS DO EXERCÍCIO DE 2013

AUDITORIA INTERNA RELATÓRIO SOBRE AS CONTAS DO EXERCÍCIO DE 2013 AUDITORIA INTERNA RELATÓRIO SOBRE AS CONTAS DO EXERCÍCIO DE 2013 Em cumprimento à Instrução Normativa nº 14, de 14.12.2011, especificamente do seu art. 10, e à Decisão Normativa nº 009/2013, ambas do Tribunal

Leia mais

CONTABILIZAÇÃO DE CONSÓRCIOS PÚBLICOS PROPOSTA DE REGULAMENTAÇÃO CONTÁBIL

CONTABILIZAÇÃO DE CONSÓRCIOS PÚBLICOS PROPOSTA DE REGULAMENTAÇÃO CONTÁBIL CONTABILIZAÇÃO DE CONSÓRCIOS PÚBLICOS PROPOSTA DE REGULAMENTAÇÃO CONTÁBIL Coordenação-Geral de Normas de Contabilidade Aplicadas à Federação STN/CCONF 1 Legislação Aplicável Lei nº 11.107/05 dispõe sobre

Leia mais

RIO GRANDE DO NORTE DECRETO Nº 22.561, DE 10 DE FEVEREIRO DE 2012.

RIO GRANDE DO NORTE DECRETO Nº 22.561, DE 10 DE FEVEREIRO DE 2012. RIO GRANDE DO NORTE DECRETO Nº 22.561, DE 10 DE FEVEREIRO DE 2012. Fixa normas para a execução orçamentária e financeira do exercício de 2012 e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO RIO GRANDE

Leia mais

Abril / 2015. Dom Seg Ter Qua Qui Sex Sáb

Abril / 2015. Dom Seg Ter Qua Qui Sex Sáb Abril / 2015 Dom Seg Ter Qua Qui Se Sáb 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 Data 03/04 07/04 Obrigações Sistema de Cadastramento e Acompanhamento de Obras -SCO

Leia mais

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES LEI Nº 2.117, DE 29 DE SETEMBRO DE 2015. Dispõe sobre as Diretrizes para a elaboração e execução da lei orçamentária de 2016. O Prefeito Municipal no uso de suas atribuições legais de acordo com o Art.

Leia mais

RELATÓRIO E PARECER DA COMISSÃO DE CONTROLE INTERNO

RELATÓRIO E PARECER DA COMISSÃO DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO E PARECER DA COMISSÃO DE CONTROLE INTERNO Na qualidade de responsáveis pelo órgão de Controle Interno do Município de Ilópolis/RS, apresentamos Relatório e Parecer sobre as contas do Poder Executivo,

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA TCU Nº 47, DE 27 DE OUTUBRO DE 2004. Estabelece normas de organização e apresentação de processos de tomada e prestação de contas.

INSTRUÇÃO NORMATIVA TCU Nº 47, DE 27 DE OUTUBRO DE 2004. Estabelece normas de organização e apresentação de processos de tomada e prestação de contas. INSTRUÇÃO NORMATIVA TCU Nº 47, DE 27 DE OUTUBRO DE 2004 Estabelece normas de organização e apresentação de processos de tomada e prestação de contas. O TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO, no uso de suas atribuições

Leia mais

DECRETO Nº 980, DE 16 DE ABRIL DE 2012

DECRETO Nº 980, DE 16 DE ABRIL DE 2012 DECRETO Nº 980, DE 16 DE ABRIL DE 2012 Regulamenta o Fundo Municipal dos Direitos do Idoso. O Prefeito Municipal de São José dos Pinhais, Estado do Paraná, usando de suas atribuições legais, e de acordo

Leia mais

Relatório Controle Interno 2º. Quadrimestre 2015

Relatório Controle Interno 2º. Quadrimestre 2015 Relatório Controle Interno 2º. Quadrimestre 2015 1. APRESENTAÇÃO Nos termos do artigo 74 da Constituição Federal, artigo 59 da Lei Complementar nº. 59, artigos 63 a 66 da Lei Complementar nº. 33, de 28

Leia mais

DECRETO Nº 45.741, de 22 de setembro de 2011

DECRETO Nº 45.741, de 22 de setembro de 2011 DECRETO Nº 45.741, de 22 de setembro de 2011 Contém o Regulamento do Instituto de Previdência dos Servidores Militares do Estado de Minas Gerais. O GOVERNADOR DO ESTADO DE MINAS GERAIS, no uso de atribuição

Leia mais

Regras para Ordenar Despesas

Regras para Ordenar Despesas COORDENAÇÃO-GERAL DE NORMAS DE CONTABILIDADE APLICADAS À FEDERAÇÃO - CCONF GERÊNCIA DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DE GESTÃO FISCAL - GENOP Regras para Ordenar Despesas Interpretação dos Art. 15 e 16 da LRF

Leia mais

Lei 1308/ 2014 De 19 de agosto 2014.

Lei 1308/ 2014 De 19 de agosto 2014. Lei 1308/ 2014 De 19 de agosto 2014. Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2015 e da outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL Faço saber que a Câmara Municipal decreta e

Leia mais

Trata-se de Prestação de Contas da Controladoria Geral do Estado de PARECER Nº 272/2013 MPC/RR

Trata-se de Prestação de Contas da Controladoria Geral do Estado de PARECER Nº 272/2013 MPC/RR PARECER Nº 272/2013 MPC/RR Processo: 0245/2010 Assunto: Prestação de Contas Exercício de 2009 Órgão: Controladoria Geral do Estado Responsáveis: Marlene da Silva Prado Luiz Renato Maciel de Melo Relator:

Leia mais

PREFEITO MUNICIPAL DE ARACATI

PREFEITO MUNICIPAL DE ARACATI LEI N.º 064/2013. Dispõe sobre a Reorganização do Fundo Municipal para os Direitos da Criança e do Adolescente-FMDCA de Aracati, e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE ARACATI, no uso de suas

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 004/2013. O Prefeito Municipal de Governador Lindenberg ES, Estado do Espírito Santo apresenta o presente projeto de lei;

PROJETO DE LEI Nº 004/2013. O Prefeito Municipal de Governador Lindenberg ES, Estado do Espírito Santo apresenta o presente projeto de lei; PROJETO DE LEI Nº 004/2013 Ementa: Dispõe sobre o cargo de controlador interno e auditor público interno do Município de Governador Lindenberg ES e dá outras providências. O Prefeito Municipal de Governador

Leia mais

PODER EXECUTIVO. Publicado no D.O. de 16.04.2015 PROJETO DE LEI Nº 322 DE 15 DE ABRIL DE 2015 A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO,

PODER EXECUTIVO. Publicado no D.O. de 16.04.2015 PROJETO DE LEI Nº 322 DE 15 DE ABRIL DE 2015 A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, Publicado no D.O. de 16.04.2015 PROJETO DE LEI Nº 322 DE 15 DE ABRIL DE 2015 DISPÕE SOBRE AS DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO DA LEI DO ORÇAMENTO ANUAL DE 2016 E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA

Leia mais

COMISSÃO DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO ANUAL DE CONTROLE INTERNO OBJETO: 2014 GESTOR/ORDENADOR DE DESPESAS:

COMISSÃO DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO ANUAL DE CONTROLE INTERNO OBJETO: 2014 GESTOR/ORDENADOR DE DESPESAS: COMISSÃO DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO ANUAL DE CONTROLE INTERNO OBJETO: Contas relativas ao exercício de 2014 GESTOR/ORDENADOR DE DESPESAS: Vereadora Maria das Dores Campos A. Lousado I APRESENTAÇÃO Em

Leia mais

PORTARIA No- 2.135, DE 25 DE SETEMBRO DE 2013

PORTARIA No- 2.135, DE 25 DE SETEMBRO DE 2013 PORTARIA No- 2.135, DE 25 DE SETEMBRO DE 2013 Estabelece diretrizes para o processo de planejamento no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições que

Leia mais

17 Relatório de Auditoria Interna

17 Relatório de Auditoria Interna 17 Relatório de Auditoria Interna RELATÓRIO DE AUDITORIA INTERNA Nº 001/20xx OBJETO: Verificação do cumprimento das normas de controle interno na execução dos atos administrativos em 20xx, conforme projeto

Leia mais

DECRETO Nº 2.400, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2010.

DECRETO Nº 2.400, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2010. DECRETO Nº 2.400, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2010. Aprova o Regimento Interno da Secretaria Executiva do Núcleo Segurança. O GOVERNADOR DO ESTADO DE MATO GROSSO, no uso das atribuições que lhe confere o art.

Leia mais

O CONTROLE INTERNO COMO FERRAMENTA DE GESTÃO. Darcy Siqueira Albuquerque Júnior Auditor Governamental da CGE/PI Março / 2011

O CONTROLE INTERNO COMO FERRAMENTA DE GESTÃO. Darcy Siqueira Albuquerque Júnior Auditor Governamental da CGE/PI Março / 2011 O CONTROLE INTERNO COMO FERRAMENTA DE GESTÃO Darcy Siqueira Albuquerque Júnior Auditor Governamental da CGE/PI Março / 2011 1 CONTROLE INTERNO É TEMA NOVO??? Desde Quando??? 2 Fundamento do controle interno

Leia mais

O Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente

O Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA OS PROMOTORES DE JUSTIÇA PROGRAMA INFÂNCIA EM 1º LUGAR 2ª ETAPA O Fundo dos Direitos da Criança e do Gestão e Captação de Recursos Fernando Carlos Almeida Fernando Carlos Almeida

Leia mais

Contrato de Empréstimo n.º 980/OC-BR. República Federativa do Brasil e o Banco Interamericano de Desenvolvimento

Contrato de Empréstimo n.º 980/OC-BR. República Federativa do Brasil e o Banco Interamericano de Desenvolvimento TERMO DE REFERÊNCIA Projeto BRA/97/032 Coordenação do Programa de Modernização Fiscal dos Estados Brasileiros - PNAFE Contrato de Empréstimo n.º 980/OC-BR entre a República Federativa do Brasil e o Banco

Leia mais

LEI Nº 1047/2012. O Prefeito do Município de Pinhalão, Estado do Paraná. Faço saber que a Câmara Municipal decreta, e eu, sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 1047/2012. O Prefeito do Município de Pinhalão, Estado do Paraná. Faço saber que a Câmara Municipal decreta, e eu, sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1047/2012 O Prefeito do Município de Pinhalão,. SÚMULA: Dispõe sobre as Diretrizes Orçamentárias para o exercício de 2013 e dá outras providências. Faço saber que a Câmara Municipal decreta, e eu,

Leia mais

Diário Oficial Estado de São Paulo

Diário Oficial Estado de São Paulo Diário Oficial Estado de São Paulo Diário da Assembléia Legislativa Poder Legislativo Palácio Nove de Julho Av. Pedro Álvares Cabral, 201 Ibirapuera - CEP: 04097-900 Fone: (011) 3886-6122 Nº 63 DOE de

Leia mais

Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador. Sub-E I X O 4-4ª C N S T

Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador. Sub-E I X O 4-4ª C N S T Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador PLANEJAMENTO DO SUS Coordenação Geral de Saúde do Trabalhador FINANCIAMENTO DA

Leia mais

Execução e. Monitoramento

Execução e. Monitoramento Avaliação Monitoramento Execução Impactos Resultados O CICLO DE GESTÃO Planejamento Problema Demanda ou Oportunidade Execução e Monitoramento Susan Dignart Ferronato Gestora Governamental /MT Cuiabá MT,

Leia mais

PLANEJAMENTO E GESTÃO PÚBLICA. Auditor Substituto de Conselheiro Omar P. Dias

PLANEJAMENTO E GESTÃO PÚBLICA. Auditor Substituto de Conselheiro Omar P. Dias PLANEJAMENTO E GESTÃO PÚBLICA Auditor Substituto de Conselheiro Omar P. Dias A ARTE DE GOVERNAR (segundo Matus) PROJETO DE GOVERNO SABER ARTICULAR GOVERNABILIDADE GOVERNANÇA Plano de Governo: Base do Planejamento

Leia mais

CONSTITUIÇÃO ESTADUAL TÍTULO VI CAPÍTULO II DAS FINANÇAS PÚBLICAS. Seção I. DISPOSIÇÕES GERAIS (Arts. 207 e 208)

CONSTITUIÇÃO ESTADUAL TÍTULO VI CAPÍTULO II DAS FINANÇAS PÚBLICAS. Seção I. DISPOSIÇÕES GERAIS (Arts. 207 e 208) CONSTITUIÇÃO ESTADUAL TÍTULO VI CAPÍTULO II DAS FINANÇAS PÚBLICAS Seção I DISPOSIÇÕES GERAIS (Arts. 207 e 208) Art. 207 - Lei complementar disporá sobre finanças públicas, observados os princípios estabelecidos

Leia mais

ESTADO DE GOIÁS PREFEITURA MUNICIPAL DE CATALÃO LEI ORÇAMENTÁRIA ANUAL L O A EXERCÍCIO DE 2016. 1 de 13

ESTADO DE GOIÁS PREFEITURA MUNICIPAL DE CATALÃO LEI ORÇAMENTÁRIA ANUAL L O A EXERCÍCIO DE 2016. 1 de 13 L O A DE 1 de 13 NOME DO ESTADO NOME DO MUNICÍPIO NOME DO PREFEITO(A) CARGO NOME CARGO CADASTRO DE DADOS DO MUNICÍPIO ESTADO DE GOIÁS JARDE SEBBA PREFEITO MUNICIPAL ABRANTE SILVERIO DE SOUZA CONTADOR CADASTRO

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO GOTARDO CNPJ: 18.602.037/0001-55 Insc. Est. Isento São Gotardo Minas Gerais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO GOTARDO CNPJ: 18.602.037/0001-55 Insc. Est. Isento São Gotardo Minas Gerais LEI COMPLEMENTAR Nº.132, DE 02 DE MARÇO DE 2015. Dispõe sobre a criação e extinção de cargos em comissão de livre provimento e exoneração sem aumento da despesa e dá outras providências. O povo do Município

Leia mais

TOMADA DE CONTAS ESPECIAL

TOMADA DE CONTAS ESPECIAL TOMADA DE CONTAS ESPECIAL COMPARATIVO ENTRE A IN TCU Nº 13/1996 E A IN TCU Nº 56/2007 IN TCU Nº 13/1996 IN TCU Nº 56/2007 Art. 1º Diante da omissão no dever de prestar contas, da não comprovação da Aplicação

Leia mais

Da gestão, da aplicação, do controle e da fiscalização dos Fundos... 5

Da gestão, da aplicação, do controle e da fiscalização dos Fundos... 5 Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Participação Social e Cidadania Sedpac 2015 Apresentação Criado pela Lei nº 21.144, de 14 de janeiro de 2014, o Fundo Estadual dos Direitos do Idoso tem o objetivo

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA 003/06

RESOLUÇÃO NORMATIVA 003/06 RESOLUÇÃO NORMATIVA 003/06 Dispõe sobre a criação do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. O DO ESTADO DE GOIÁS, no uso de suas atribuições legais e constitucionais; Considerando que

Leia mais

Noções Administração Financeira e Orçamentária. Prof. Fernando Aprato

Noções Administração Financeira e Orçamentária. Prof. Fernando Aprato Noções Administração Financeira e Orçamentária Prof. Fernando Aprato Lei de Responsabilidade Fiscal LC 101/2000 A lei de Responsabilidade Fiscal, Lei Complementar 101, de 4 de maio de 2000, estabelece

Leia mais

DECRETO Nº 212/2016 DE 18 DE JANEIRO DE 2016.

DECRETO Nº 212/2016 DE 18 DE JANEIRO DE 2016. DECRETO Nº 212/2016 DE 18 DE JANEIRO DE 2016. APROVA O PLANO ANUAL DE AUDITORIA INTERNA PAAI 2016, PREVISTO NA INSTRUÇÃO NORMATIVA SCI N 02/2008, DE RESPONSABILIDADE DA UNIDADE DE CONTROLE INTERNO, E DÁ

Leia mais

A INSTITUIÇÃO TESOURO ESTADUAL EM TEMPO DE AMEAÇAS ÀS FINANÇAS CAPIXABAS*

A INSTITUIÇÃO TESOURO ESTADUAL EM TEMPO DE AMEAÇAS ÀS FINANÇAS CAPIXABAS* A INSTITUIÇÃO TESOURO ESTADUAL EM TEMPO DE AMEAÇAS ÀS FINANÇAS CAPIXABAS* Marcos Bragatto O sucesso da gestão de qualquer instituição se fundamenta na eficiência do desempenho do tripé métodos, meios e

Leia mais

COMUNICADO SDG Nº 02/2013

COMUNICADO SDG Nº 02/2013 COMUNICADO SDG Nº 02/2013 O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo divulga aos órgãos jurisdicionados da área municipal o calendário de obrigações para 2013 necessárias ao atendimento das exigências

Leia mais

ESTRUTURA DE LAYOUT DOS ARQUIVOS VERSÃO 3.0

ESTRUTURA DE LAYOUT DOS ARQUIVOS VERSÃO 3.0 TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA GERAL DE INFORMÁTICA ESTRUTURA DE LAYOUT DOS ARQUIVOS VERSÃO 3.0 Atualizado em 28/01/2011 Colaboração Secretaria Geral de Controle Externo Secretaria

Leia mais

C A L E N D Á R I O P a r a n á

C A L E N D Á R I O P a r a n á C A L E N D Á R I O P a r a n á Elaborado de acordo com a instrução normativa n. 21/2008 do TCE-PR, publicada em 24.01.2008, que instituiu a Agenda de Obrigações para o exercício de 2008, a ser observada

Leia mais

RIO GRANDE DO NORTE. Senhor Presidente,

RIO GRANDE DO NORTE. Senhor Presidente, RIO GRANDE DO NORTE Mensagem n.º 046/2012 GE Em Natal, 14 de setembro de 2012. Excelentíssimo Senhor Deputado Ricardo Motta M.D. Presidente da Assembléia Legislativa do Estado. Senhor Presidente, Tenho

Leia mais

EDUARDO BRAGA Governador do Estado

EDUARDO BRAGA Governador do Estado DECRETO N.º 24031, DE 26 DE JANEIRO DE 2.004 APROVA o Regimento Interno da SECRETARIA DE CONTROLE INTERNO, ÉTICA E TRANSPARÊNCIA - SCI, e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO AMAZONAS, no

Leia mais

PROCESSO ORÇAMENTÁRIO

PROCESSO ORÇAMENTÁRIO PROCESSO ORÇAMENTÁRIO Consultor de Orçamento: Ricardo Volpe E mail: ricardo.volpe@camara.gov.br PROCESSO ORÇAMENTÁRIO SOCIEDADE E GOVERNO ASPECTO POLÍTICO E LEGAL ASPECTO ECONÔMICO E FISCAL ASPECTO ADMINISTRATIVO

Leia mais

CAPÍTULO I DO APOIO A GESTÃO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE CAPÍTULO II DA CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE

CAPÍTULO I DO APOIO A GESTÃO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE CAPÍTULO II DA CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE LEI N.º 1.297, DE 06 DE JULHO DE 2010. Dispõe sobre apoio a Gestão do Sistema Único de Saúde, da realização de conferências no âmbito municipal, da reformulação e funcionamento do Conselho Municipal de

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS RESOLUÇÃO N 137, DE 21 DE JANEIRO DE 2010.

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS RESOLUÇÃO N 137, DE 21 DE JANEIRO DE 2010. PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS RESOLUÇÃO N 137, DE 21 DE JANEIRO DE 2010. Dispõe sobre os parâmetros para a criação e o funcionamento dos Fundos Nacional, Estaduais e Municipais

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 2.472, de 2003, AUTOR: Deputado Pompeo de Mattos. RELATOR: Deputado João Dado

PROJETO DE LEI Nº 2.472, de 2003, AUTOR: Deputado Pompeo de Mattos. RELATOR: Deputado João Dado COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO PROJETO DE LEI Nº 2.472, de 2003, Acrescenta incisos I e II, ao art. 3º, da Lei Federal nº 10.754, de 31 de outubro de 2003. AUTOR: Deputado Pompeo de Mattos RELATOR:

Leia mais

Decreto Nº 9.826, de 26 outubro de 2012. A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE NATAL, no uso de suas atribuições constitucionais e legais,

Decreto Nº 9.826, de 26 outubro de 2012. A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE NATAL, no uso de suas atribuições constitucionais e legais, Decreto Nº 9.826, de 26 outubro de 2012 Dispõe sobre procedimentos e prazos relativos ao encerramento do exercício de 2012 e dá outras providências. A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE NATAL, no uso de suas atribuições

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO FISCAL MÓDULO TÉRMINO DE MANDATO MANUAL DE UTILIZAÇÃO.

TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO FISCAL MÓDULO TÉRMINO DE MANDATO MANUAL DE UTILIZAÇÃO. TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO FISCAL MÓDULO TÉRMINO DE MANDATO MANUAL DE UTILIZAÇÃO Versão 2008 Janeiro/2009 SIGFIS-Sistema Integrado de Gestão Fiscal : Manual

Leia mais

Autarquia Educacional do Vale do São Francisco AEVSF Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina FACAPE Comissão de Concursos

Autarquia Educacional do Vale do São Francisco AEVSF Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina FACAPE Comissão de Concursos EDITAL 02/2015 - ANCI RETIFICA EDITAL 01/2015-ANCI A comissão da FACAPE organizadora do Concurso Público para Analista de Controle Interno da prefeitura municipal de Petrolina, no uso de suas atribuições

Leia mais

CESPE 2009/2010-PROF FLÁVIO ASSIS

CESPE 2009/2010-PROF FLÁVIO ASSIS CESPE 2009/2010-PROF FLÁVIO ASSIS SAD-PE/2010- FINANÇAS PÚBLICAS 15)A seção II do capítulo referente às finanças públicas, estabelecido na CF, regula os denominados orçamentos. Tendo por parâmetro as normas

Leia mais

PORTARIA CNMP-PRESI Nº 241, DE 15 DE AGOSTO DE 2013.

PORTARIA CNMP-PRESI Nº 241, DE 15 DE AGOSTO DE 2013. PORTARIA CNMP-PRESI Nº 241, DE 15 DE AGOSTO DE 2013. Aprova o Regimento Interno da Auditoria Interna do Conselho Nacional do Ministério Público. O PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO,

Leia mais

Semana Contábil e Fiscal de Estados e Municípios - Secofem

Semana Contábil e Fiscal de Estados e Municípios - Secofem Subsecretaria de Contabilidade Coordenação-Geral de Normas de Contabilidade Aplicada à Federação Semana Contábil e Fiscal de Estados e Municípios - Secofem Módulo 10 - Resultado Primário e Resultado Nominal

Leia mais

PROJETO DE LEI MUNICIPAL Nº. xxx, DE xx DE xx DE xxxx INSTITUI O CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

PROJETO DE LEI MUNICIPAL Nº. xxx, DE xx DE xx DE xxxx INSTITUI O CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. PROJETO DE LEI MUNICIPAL Nº. xxx, DE xx DE xx DE xxxx INSTITUI O CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O PREFEITO MUNICIPAL, Faço saber que a Câmara Municipal decreta e eu sanciono a

Leia mais

Estado de Sergipe TRIBUNAL DE CONTAS. LAYOUT DE ARQUIVOS TXT PARA IMPORTAÇÃO (Para a versão do SISAP Versão 610)

Estado de Sergipe TRIBUNAL DE CONTAS. LAYOUT DE ARQUIVOS TXT PARA IMPORTAÇÃO (Para a versão do SISAP Versão 610) LAYOUT DE ARQUIVOS TXT PARA IMPORTAÇÃO (Para a versão do SISAP Versão 610) 01 de agosto de 2012 SUMÁRIO 1 ESTRUTURA DOS ARQUIVOS... 5 1.1 ESTRUTURA... 5 1.2 CONVENÇÃO... 6 2 ARQUIVOS TXT POSSÍVEIS DE SEREM

Leia mais